O novo estilo da moda masculina para negros
Operação verão: Sucos e chás detox, para limpar o organismo!
O final de semana pode ser excelente para dar aquela faxina no corpo. Por meio de sucos e chás diuréticos e laxativos, você deixa seu organismo zerado para começar um dieta ou simplesmente se livrar de toxinas desnecessárias. Anote algumas sugestões:
Suco detox I
1 maçã picada 1 xícara de mamão picado 1 colher (sopa) de linhaça dourada 1 copo de água gelada ou água de coco gelada ½ cenoura descascada e picada 1 folha de couve picada
Preparo: bater tudo no liquidificador e tomar gelado
1 copo de chá verde gelado 2 rodelas de abacaxi descascadas Folhas de hortelã Suco de 1 limão tahiti
Preparo: bater tudo no liquidificador e tomar bem gelado
Suco detox II
2 xícaras de melancia em cubos Suco de 1 limão siciliano 1 copo de chá branco ou verde Gelo
Preparo: bater tudo no liquidificador e tomar bem gelado
1 maçã picada 1 colher (café) de gengibre descascado e picado 1 copo de água de coco gelado 4 folhas de espinafre
Preparo: bater tudo no liquidificador e tomar bem gelado
Chá
2 copos de chá verde ou branco (qual você preferir) Suco de 2 limões tahiti 1 colher (sobremesa) de mel Muito gelo
Preparo: bata tudo no liquidificador e beba gelado
Jogadores africanos ameaçam boicotar Copa do Mundo na Rússia em 2018
Um dos principais jogadores africanos da atualidade, o volante marfinense Yaya Touré reclamou de ter sido vítima de insultos racistas de torcedores do CSKA Moscou durante o jogo da última quarta-feira (23), na Rússia, quando o Manchester City ganhou por 2 a 1 pela Liga dos Campeões da Europa. O jogador chegou a cobrar que a Uefa aplique punição ao clube russo.
Ao ouvir a imitação de sons de macaco quando tocava na bola, Yaya Touré contou que chegou a reclamar com o árbitro romeno Ovidiu Hategan durante a partida, mas nada foi feito para impedir os atos racistas da torcida do CSKA.
“Jogadores africanos não irão”
De acordo com o site da BBC, o jogador Yaya Touré afirmou que se os jogadores africanos não se sentirem seguros, eles não irão à Rússia para Copa de 2018. O jogador marfinense que é um dos mais bem pagos do mundo, tem usado sua influência para mobilizar jogadores do seu continente.
O clube russo tem negado que qualquer ato racista tenha ocorrido durante o jogo de quarta-feira.
Piara Powar que faz parte do comitê anti-racismo da FIFA, se solidarizou com Yaya. “Ele está absolutamente certo em defender os jogadores africanos e seus descendentes e sem eles, não haverá Copa do Mundo”.
Candidatos negros à carreira diplomática podem se inscrever em seleção de bolsas de estudo
Os interessados em disputar uma das bolsas de estudo que o Instituto Rio Branco e o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) concedem anualmente para financiar a preparação de candidatos negros ao concurso público para ingresso na carreira de diplomata têm até o dia 1º de novembro para fazer a inscrição. Estão em disputa, este ano, 64 bolsas de R$ 25 mil.
A chamada Bolsa Prêmio de Vocação para a Diplomacia será paga em dez parcelas ao longo do próximo ano para que os beneficiários possam custear cursos preparatórios, professores particulares e material de estudo. Também é permitido gastar até 30% da bolsa, R$ 625 mensais, com despesas de manutenção pessoal, como aluguel, alimentação e transporte. A inscrição, que pode ser feita pelo site do Cespe/UNB, tem taxa de R$ 90.
Realizado anualmente pelo Instituto Rio Branco, o concurso de seleção de futuros diplomatas é um dos mais concorridos do país. Os 30 candidatos selecionados este ano vão ingressar no curso de formação na condição de terceiro-secretário, recebendo um salário de R$ 13.623,19. O grau de exigência das provas é considerado alto e a concorrência acirrada. É comum que os interessados se dediquem exclusivamente aos estudos por vários anos, para disputar uma seleção que envolve quatro fases distintas.
Bons cursos preparatórios chegam a custar cerca de R$ 2 mil por uma única disciplina, como ocorre em um dos estabelecimentos mais procurados, com unidades em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Se o estudante se matricular nas sete disciplinas oferecidas, há desconto de 25%.
Por todas essas razões, a carreira diplomática costuma ser apontada como elitista e acusada de não representar a diversidade social e racial do país. Foi justamente para tentar “ampliar as oportunidades de acesso” e “incentivar e apoiar o ingresso de afrodescendentes” que o Itamaraty, em 2002, último ano da gestão do então presidente Fernando Henrique Cardoso, instituiu o programa de ação afirmativa da carreira e criou as bolsas.
Da sua criação até 2012, o programa destinou R$ 10,975 milhões para custear os estudos de 319 beneficiários da bolsa – valor que não inclui gastos com passagens aéreas e hospedagem pagas a candidatos de outras localidades aprovados para a segunda fase do processo de seleção, que ocorre somente em Brasília. O valor da bolsa não é reajustado desde 2003.
Muitos dos 319 beneficiários foram contemplados em mais de uma edição do programa, o que explica o total de 530 bolsas concedidas entre 2002 e 2012. Ainda assim, no período, apenas 19 bolsistas foram admitidos no Instituto Rio Branco. Questionado pela reportagem, o Itamaraty não soube informar o total de diplomatas negros em atividade.
Além de custear os estudos dos beneficiados pela bolsa, o Instituto Rio Branco reserva aos candidatos negros 10% das vagas na primeira fase do concurso de admissão à carreira de diplomata, que tem quatro etapas, no total.
A partir de 2011, o Instituto Rio Branco estabeleceu regras condicionando a renovação da bolsa ao desempenho no concurso de seleção para diplomatas. A primeira renovação do benefício é permitida a qualquer um, desde que novamente aprovado no processo seletivo para concessão das bolsas. A partir da segunda renovação, o candidato tem que ter chegado até determinada fase do concurso de admissão de diplomatas.
A bolsa pode ser renovada até quatro vezes. O que significa dizer que um candidato pode receber, ao longo de cinco anos, em valores atuais, R$ 125 mil. O recurso só precisa ser devolvido se o beneficiário não se inscrever para participar do concurso de admissão de diplomatas no ano em que tenha recebido a bolsa. Cada candidato também tem que prestar contas de seus gastos, sem o que, a liberação do benefício é suspensa até que a situação seja regularizada.
Fonte: EBC
Com investimento de R$ 162 milhões, plano que visa diminuir a violência contra o jovem negro chega à São Paulo

Em uma parceria entre a prefeitura e o Governo Federal o Plano Juventude Viva foi lançando oficialmente em São Paulo nesta sexta-feira (25/10). O plano envolve reunindo 56 programas e ações de 13 Secretarias Municipais e 11 Ministérios do Governo Federal, com recursos previstos da ordem de R$ 162 milhões.
, As ações para reduzir a vulnerabilidade da juventude negra e criar estratégias de prevenção à violência vão contemplar Dez Distritos e oito Subprefeituras de São Paulo, incluindo Campo Limpo, Capão Redondo, Jardim Ângela e Jardim São Luís (em 2013), Brasilândia, Pirituba, Jardim Helena, Itaim Paulista, São Mateus e Itaquera (em 2014).
Na abertura do evento, Severine Macedo explicou a estrutura do Plano, destacando que a iniciativa é resultado das reivindicações da sociedade civil, em especial dos jovens, que colocaram essa questão como prioritária nas duas Conferências Nacionais de Juventude, realizadas em 2008 e 2011. “A gente sabe que essas desigualdades atingem mais uns que outros, atinge o nosso povo negro, sobretudo os jovens, e isso faz com que ainda tenhamos uma dívida enorme a ser saldada”.

Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde mostram que 26.854 jovens entre 15 e 29 anos foram vítimas de homicídio em 2010, o que representa 53,5% do total dos homicídios. Entre os jovens assassinados, 74,6% eram negros.
Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre racismo no Brasil, divulgado no dia 17/10, revela que a possibilidade de um adolescente negro ser vítima de homicídio é 3,7 vezes maior do que a de um branco. Segundo o estudo, existe racismo institucional no país, expresso principalmente nas ações da polícia, mas que reflete “o desvio comportamental presente em diversos outros grupos, inclusive aqueles de origem dos seus membros”.
O Juventude Viva tem por meta mudar essa realidade. O Plano reúne ações voltadas para a prevenção, visando reduzir a vulnerabilidade dos jovens às situações de violência física, por meio da inclusão social, conquista de autonomia, oferta de equipamentos e serviços públicos, além do aprimoramento da atuação do Estado no enfrentamento ao racismo institucional
Com investimento de R$ 162 milhões, plano que visa diminuir a violência contra o jovem negro chega à São Paulo

Em uma parceria entre a prefeitura e o Governo Federal o Plano Juventude Viva foi lançando oficialmente em São Paulo nesta sexta-feira (25/10). O plano envolve reunindo 56 programas e ações de 13 Secretarias Municipais e 11 Ministérios do Governo Federal, com recursos previstos da ordem de R$ 162 milhões.
, As ações para reduzir a vulnerabilidade da juventude negra e criar estratégias de prevenção à violência vão contemplar Dez Distritos e oito Subprefeituras de São Paulo, incluindo Campo Limpo, Capão Redondo, Jardim Ângela e Jardim São Luís (em 2013), Brasilândia, Pirituba, Jardim Helena, Itaim Paulista, São Mateus e Itaquera (em 2014).
Na abertura do evento, Severine Macedo explicou a estrutura do Plano, destacando que a iniciativa é resultado das reivindicações da sociedade civil, em especial dos jovens, que colocaram essa questão como prioritária nas duas Conferências Nacionais de Juventude, realizadas em 2008 e 2011. “A gente sabe que essas desigualdades atingem mais uns que outros, atinge o nosso povo negro, sobretudo os jovens, e isso faz com que ainda tenhamos uma dívida enorme a ser saldada”.

Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde mostram que 26.854 jovens entre 15 e 29 anos foram vítimas de homicídio em 2010, o que representa 53,5% do total dos homicídios. Entre os jovens assassinados, 74,6% eram negros.
Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre racismo no Brasil, divulgado no dia 17/10, revela que a possibilidade de um adolescente negro ser vítima de homicídio é 3,7 vezes maior do que a de um branco. Segundo o estudo, existe racismo institucional no país, expresso principalmente nas ações da polícia, mas que reflete “o desvio comportamental presente em diversos outros grupos, inclusive aqueles de origem dos seus membros”.
O Juventude Viva tem por meta mudar essa realidade. O Plano reúne ações voltadas para a prevenção, visando reduzir a vulnerabilidade dos jovens às situações de violência física, por meio da inclusão social, conquista de autonomia, oferta de equipamentos e serviços públicos, além do aprimoramento da atuação do Estado no enfrentamento ao racismo institucional
Com investimento de R$ 162 milhões, plano que visa diminuir a violência contra o jovem negro chega à São Paulo

Em uma parceria entre a prefeitura e o Governo Federal o Plano Juventude Viva foi lançando oficialmente em São Paulo nesta sexta-feira (25/10). O plano envolve reunindo 56 programas e ações de 13 Secretarias Municipais e 11 Ministérios do Governo Federal, com recursos previstos da ordem de R$ 162 milhões.
, As ações para reduzir a vulnerabilidade da juventude negra e criar estratégias de prevenção à violência vão contemplar Dez Distritos e oito Subprefeituras de São Paulo, incluindo Campo Limpo, Capão Redondo, Jardim Ângela e Jardim São Luís (em 2013), Brasilândia, Pirituba, Jardim Helena, Itaim Paulista, São Mateus e Itaquera (em 2014).
Na abertura do evento, Severine Macedo explicou a estrutura do Plano, destacando que a iniciativa é resultado das reivindicações da sociedade civil, em especial dos jovens, que colocaram essa questão como prioritária nas duas Conferências Nacionais de Juventude, realizadas em 2008 e 2011. “A gente sabe que essas desigualdades atingem mais uns que outros, atinge o nosso povo negro, sobretudo os jovens, e isso faz com que ainda tenhamos uma dívida enorme a ser saldada”.

Dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde mostram que 26.854 jovens entre 15 e 29 anos foram vítimas de homicídio em 2010, o que representa 53,5% do total dos homicídios. Entre os jovens assassinados, 74,6% eram negros.
Um estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) sobre racismo no Brasil, divulgado no dia 17/10, revela que a possibilidade de um adolescente negro ser vítima de homicídio é 3,7 vezes maior do que a de um branco. Segundo o estudo, existe racismo institucional no país, expresso principalmente nas ações da polícia, mas que reflete “o desvio comportamental presente em diversos outros grupos, inclusive aqueles de origem dos seus membros”.
O Juventude Viva tem por meta mudar essa realidade. O Plano reúne ações voltadas para a prevenção, visando reduzir a vulnerabilidade dos jovens às situações de violência física, por meio da inclusão social, conquista de autonomia, oferta de equipamentos e serviços públicos, além do aprimoramento da atuação do Estado no enfrentamento ao racismo institucional
Forest Gump negro
Romance, aventura e drama, tendo com pano de fundo a escravidão no Brasil. Como um “Forest Gump” do século XIX, onde trama e personagens sofrem reviravoltas, “O Inventor de Sonhos”, dirigido e produzido por Nauenberg, conta a saga de dois garotos no Rio de Janeiro de 1808. José Trazimundo (Ícaro Silva) é um brasileiro mestiço, filho de uma escrava negra e de um artista europeu que não chegou a conhecer. Luis Bernardo (Miguel Thiré) é um jovem português, filho de um duque que chega ao país na comitiva do Rei de Portugal. Em busca de suas origens, o jovem Trazimundo sonha reencontrar seu verdadeiro pai, acreditando que contará com a ajuda do seu novo amigo, Luis Bernardo. O destino dos dois se cruza durante os 13 anos de permanência da Corte Portuguesa no Brasil até quando disputam o amor da bela escrava Iaínha (Sheron Menezzes). Guerras, conflitos, escravidão, aventura e romance embalam a procura do rapaz por sua origem, numa história que revela as relações conturbadas entre europeus e brasileiros e mostra um pouco da essência de todos nós.
httpv://www.youtube.com/watch?v=FV6h5BxZEcg&feature=youtu.be
Lançado oficialmente no dia 11 de outubro o longa “O Inventor de Sonhos” conta com trilha sonora com composições inéditas de Dado Villa-Lobos e elenco formado por Ícaro Silva e Sheron Menezzes como protagonistas e participações especiais como Miguel Thiré, Miguel Oliveira, Stênio Garcia, Luís Carlos Vasconcelos, Ricardo Blat, Guilhermina Guinle, Emilio Orciollo Neto, Letícia Spiller, entre outros. O trailer oficial já pode ser conferido no site do filme www.oinventordesonhos.com, uma plataforma de educação e de entretenimento que aborda fatos reais do Brasil colônia contextualizando-a com acontecimentos mundiais do século XIX.
Concebido, para contar fatos da História do Brasil de forma simples e atrativa, o longa foi cuidadosamente produzido. A preparação de elenco contou com Ernesto Piccolo e Guida Vianna. Nomes como Ícaro Silva, Sheron Menezzes e Miguel Thiré formam o trio de protagonistas do filme, que traz ainda Stênio Garcia, Luís Carlos Vasconcelos, Ricardo Blat, Roberto Bonfim, Sergio Mamberti, Guilhermina Guinle, Emilio Orciollo Neto, Letícia Spiller e Debora Nascimento. A computação gráfica e a fotografia são assinadas por Toni Cid e Rodrigo Monte, respectivamente. A pesquisa histórica contou com a curadoria do grupo PH e da antropóloga Lilia Schwarcz.
Mais informações sobre o filme:
Site oficial: www.oinventordesonhos.com
Mulheres negras buscam visibilidade
Mídia, política, meio ambiente e economia são alguns dos temas de seminário de mulheres negras que começa amanhã no Rio de Janeiro
Visibilidade. É isto que as mulheres negras almejam e debaterão o porquê de sua ausência em alguns espaços estratégicos, durante o “Seminário Mulher Negra Construindo Visibilidade Social, Política & Econômica” que começa amanhã dia 24 e vai até o dia 25 de outubro, no auditório da OAB/Rio. O evento traz tona vários temas relacionados à trajetória da população negra no Rio e no Brasil com foco especial no protagonismo das Mulheres Negras através dos panoramas e debates que serão expostos pelas convidadas.
A construção de um rede de solidariedade é um dos objetivos do seminários, que também pretende construir um espaço de mobilização permanente à cerca das demandas sociais, políticas e econômicas da população afro-brasileira.
Temas como Etnobotânica, meio ambiente e saúde da população negra, Segurança Pública, Violência Doméstica, Imprensa, publicidade e a pluralidade étnica do Brasil, cultura negra também serão abordados.
O seminário faz parte da Campanha MULHER NEGRA MOSTRA A SUA CARA, idealizado pela escritora e ativista, Ana Cruz em 2011.
As INSCRIÇÕES estão ABERTAS e são gratuitas. INSCRIÇÕES GRATUITAS. ENVIE email: poligualdaderacial@yahoo.c
Haverá emissão de certificados.
SERVIÇO:
Data: 24 E 25 de outubro de 2013
Local: OAB/Rio – Rua Marechal Câmera, 150/9º.andar – Centro/RJ
Horário: dia 24 – das 14h ás 19:30
Dia 25 – das 9h às 19h
Entrada Gratuita
Classificação Etária: Livre
Aberto para todos os tipos de públicos.
PROGRAMAÇÃO
24/10 – quinta-feira
15h – Segurança pública, racismo institucional e violência contra a juventude negra.
· Profª Jacqueline Muniz. Drª em Segurança Pública
· Dra Sandra Machado – Advogada – Vice-presidente da Comissão da Igualdade Racial da AOB
· Dra. Roselene Sérgio Ribeiro – Advogada – Casa da Mulher de Manguinhos/ SEASDH e membro da CIR/OAB
17 h – Os conflitos enfrentados por artistas negros e/ou das periferias , nas relações com empresários; ações e políticas de fomento à cultura afro-brasileira.
· Dr. Antônio Mário Ferreira – Advogado -Consultor Jurídico -Coordenador do Movimento Negro Unificado/RJ
· Pepe & Nenem – Cantoras
· Rosângela Gomes (a confirmar)– Universidade das Quebradas/Programa Avançado de Cultura/ UFRJ
18h – Recordando Lélia Gonzalez e Neuza dos Santos Souza – Para enfrentar o racismo no Brasil.
- Maria da Consolação Lucinda –Drª em Antropologia Social.
18:30– Olympio Marques – Memória de um Negro (Olympio Marques dos Santos foi um jornalista negro que participou dos primórdios do IPCN, sendo um militante muito respeitado em sua época. No leito de morte escreveu sua autobiografia, Memórias de um Negro, que aponta um caminho para os negros resgatarem sua auto-estima e identidade, a autobiografia não foi publicada.)
- Fátima Lacerda- Jornalista pós graduada em História da África pelo PENESB – Mestra em Ciências Políticas.
Dia 25/10 – sexta- feira
9 h – Mulheres Negras e o enfrentamento com a violência, no trabalho na saúde, escola, no local de moradia e com sua família.
· Professora Dra.ª Benilda Brito -Instituto de Mulheres Negras Odara /Salvador.
10h – Rio: identidade construída pela diversidade cultural dos povos de diferentes países da África.
· Professora Elielma Machado UERJ – Dra. em Antropologia Cultural -Pós doutora Sociologia
10: 30 – Os recursos do Petróleo brasileiro e o empoderamento das Mulheres/ Não à privatização do petróleo, uma exposição de fatos.
· Coletivo de Mulheres da FUP
· Sindicato dos Petroleiros do Rio
· Dra. Ana Drumond – Diretora Executiva da Secretaria de Gênero, Raça e Etnia do SINPRO/Rio.
– A participação do sindicato na luta pela inserção de mulheres no Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro.
· Manoel Vaz – Presidente do Sindicato da Construção Civil de São Gonçalo e Regiões.
11h – Desafios enfrentados nos trabalhos realizados pelas as organizações de Mulheres Negras no Rio, quais demandas a realidade nos impõem.
· Edmeire Exaltação – Socióloga e Coordenadora da
· Sheila Dias – Assistente Social – Mestranda em Serviço Social e Integrante da Associação de Mulheres Negras Aqualtune.
– Presença das Mulheres Negras nos programas sociais propostos pelas instituições governamentais.
· Neusa das Dores – Coordenadora Executiva de Políticas para Mulheres do CEDIM- Coordenadoria Estadual do Direito da Mulher.
· Rute Noemi. Advogada e Mestra em Serviço Social/Atua no Programa Justiça Comunitária.
14h – Mulheres sindicalistas dialogando, somando forças para os enfrentamentos com a discriminação de gênero e raça no local de trabalho.
· Socorro Lago – Secretária Executiva de Políticas para Mulheres da FENADADOS.
· Ivonete Truda- Secretária Executiva de Políticas para Mulheres -SINDPD – Rio
· Clátia Vieira – Fórum de Mulheres Negras / RJ
· Avanir Carvalho Pontes -Fórum de Mulheres Negras – SINPRO Rio
15h – Meio ambiente e saúde, apropriação dos conhecimentos fito terapêuticos Afro Brasileiro, pelas as indústrias farmacêuticas.
· Professora Ângela Gomes – Engenheira florestal e Drª em Etnobotânica Africana.
16h- Uma mídia na perspectiva Negra. Quais demandas de forma e conteúdo nos colocam esta construção levando em consideração a pluralidade da população negra.
· Luciana Barreto jornalista da TV Brasil.
· Angélica Basthi – jornalista COJIRA/Rio
Juventude Negra Viva
Mesmo sobre forte de pressão de parlamentares e ativistas, o presidente da Câmara dos Deputados Henrique Eduardo Alves, adiou a votação do PL 4471 que estava prevista para a tarde de terça-feira(22). Alvez disse que a pauta entrará para votação, nesta quarta-feira (23) a partir das 11h.
Dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) na semana passada mostram que a cada três assassinatos no País, dois vitimam negros.
“Poderíamos fazer contas simples que chegariam aos seguintes dados: 25.714 jovens negros serão assassinados em 3 anos, o que equivale a mais de 8.570 por ano ou a 715 por mês! Analogia perfeita: Três aviões lotados de jovens negros, caindo todos os meses nos próximos três anos, sem nenhum sobrevivente”, argumenta Douglas Belchior, da UNEAFRO.
PL 4471/12 pretende diminuir abuso policial
O Projeto de lei 4471/12, de autoria dos deputados federais Paulo Teixeira, Fabio Trad, Protógenes e Miro Teixeira prevê o fim dos “autos de resistência” e “resistência seguida de morte e cobra das autoridades maior rigor nas apurações dos casos de morte envolvendo força policial. “A forma mais habitual de esconder os assassinatos promovidos pelas polícias é a utilização dos termos “autos de resistência” e “resistência seguida de morte”, nos boletins de ocorrência. Sob a alegação de que houve resistência ou confronto e de que o policial estaria agindo em “legitima defesa”, as investigações sobre as mortes não acontecem e os assassinos permanecem impunes e pior, ativos em suas funções”, explica Belchior. Em 2012 só em São Paulo, 546 pessoas foram mortas pela polícia.
O texto descreve que há uma superficialidade em muitas investigações , de acordo com profissionais da área, tais como falha na busca por testemunhas desvinculadas de corporações policiais e a ausência de perícias básicas, como a análise da cena do crime.
Ainda de acordo com o projeto de lei, as práticas atuais violam os direitos humanos e tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário porque há uma grande deficiência nas investigações.