O término do namoro entre Djonga e Malu Tamietti tem dado o que falar nas redes sociais. Na terça-feira (22), a produtora cultural anunciou o fim do relacionamento com o rapper com uma foto no Instagram: “Chegamos ao fim. Te amo e te respeito pra sempre”, escreveu. E desativou a conta no dia seguinte.
Com a percussão do assunto, Djonga também se pronunciou nas redes sociais com um texto longo, pedindo que os fãs não especularem o motivo do rompimento. “Vocês sabem bem como eu sou com vida pessoal aqui, mas como algumas coisas eu mesmo trouxe a vocês, não dá para fugir. A respeito das notícias que estão rolando: acredito no amor, no carinho, inclusive naqueles que se transformam. E por Malu só tenho amor”, diz Djonga.
“Não especulem, não tentem achar respostas, até porque nada aqui é tão tradicional e normal. Não tentem achar que vão conseguir fazer mal para nós de alguma forma. A base é sólida. O resto, quem cuida é outro pessoal de outro departamento, que está acima das nuvens. Beijo”, finaliza o texto.
No Twitter, os fãs estavam afirmando que Djonga sempre traiu Malu. Uma internauta escreveu “Djonga meteu gaia na malu até não querer mais e vocês aí com esse papo de não acreditar no amor pq eles terminaram, da licença”.
djonga meteu gaia na malu até não querer mais e vocês aí com esse papo de não acreditar no amor pq eles terminaram, da licença
Uma outra fã defendeu o rapper das especulações. “Eita nojeira dessa galera supondo traições no caso djonga e malu POR CAUSA DAS LETRAS do cara, sendo que a última msc q ele fala disso foi claramente uma crítica!! no dia que vcs descobrirem o “eu lírico” a cabecinha explode”.
Em 2020, Malu pediu Djonga em casamento durante o show dele no festival Planeta Brasil em Belo Horizonte (MG), quando ele se preparava para cantar a música ‘Leal’. Os dois têm uma filha juntos.
A estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo do Catar será às 16h desta quinta-feira (24) e além daquele esperado friozinho na barriga antes do jogo começar, a Luana Atik, namorada do jogador Rodrygo Goes, anunciou o término do relacionamento ontem.
O atacante do Real Madrid e a influenciadora estavam juntos desde 2019. Ontem, a Luana abriu uma caixinha de perguntas nos stories do Instagram e afirmou que não estava mais namorando, mas apagou horas depois.
“Sim, estou solteira. E acho que já passou da hora de falar sobre isso. Já venho conversar com vocês”, disse Luana, que não voltou a se pronunciar mais sobre o término.
Os fãs já haviam notado um distanciamento do casal nos últimos meses. A polêmica envolvendo a paternidade de gêmeos não reconhecida pelo jogador foi apontada por seus apoiadores como uma possível causa do fim do relacionamento.
Em fevereiro deste ano, o Metrópoles reportou que o atleta havia sido condenado a pagar a pensão dos filhos com a Cristina Costa Souza, em um valor equivalente à 20 salários mínimos, mas ele se ofereceu a pagar apenas 2.
Os fãs foram à loucura quando anunciaram o show da Erykah Badu em São Paulo, no dia 22 de janeiro de 2023, mas ficaram desapontados com a line-up da ícone mundial de música preta. O festival Nômade em parceria com Wehoo, convidaram o grupo Bala Desejo, Céu e Gilsons para o show da abertura, apenas artistas brancos.
Com a repercussão das críticas, Bala Desejo e Céu informaram nesta quinta-feira (24) que não irão mais participar do evento.
“Esperamos ser substituídos por muitos dos talentos da música preta brasileira, alguém que dialogue diretamente com o legado de Badu. Há muitos artistas com mais propriedade para ocupar esse lugar do que nós”, disse o grupo Bala Desejo, em comunicado publicado nas redes sociais.
A cantora Céu também se pronunciou sobre a saída do festival no Instagram. “Da minha parte, deixo aqui registrado que durante a apresentação do nosso show, o palco teria mulheres pretas preferencialmente, artistas pretos majoritariamente, tendo sido essa uma condição imposta por mim mesma”, diz no comunicado.
O Festival Nômade diz que ontem foi dia de muita reflexão e escuta. “Pensando nisso, em comum acordo com nossos artistas parceiros, reformulamos o #NômadeApresenta Erykah Badu […] Para esse dia, vamos trazer a potência de mulheres únicas e que admiramos da cena brasileira, que serão divulgadas muito em breve”.
O anúncio da line-up do festival na terça-feira (22) a noite, gerou muitas críticas. A cantora Luedji Luna, foi uma das artistas que não poupou palavras pelo descontentamento com o evento. “O apagamento de cantoras pretas nesse país é de uma coisa tão descarada, que sei lá. Meu dia tava ótimo, mas acabei de estragar”, disse em um trecho do post.
Andreza Delgado, ativista e diretora fundadora do Perifacon também questionou o evento “Era o mínimo uma mina preta abrindo esse show” e citou artistas que poderiam abrir o show: “Luedji, Drika Barbosa, Tássia Reis, Karol, Duquesa, tantas…”.
O diretor de ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre’, Ryan Coogler, escreveu uma carta emocionante em agradecimento ao sucesso do filme. O longa, que já se aproxima dos US$ 600 milhões arrecadados em bilheteria, se tornou o maior lançamento da Marvel desde o início da pandemia, em 2020. “Gratidão. Essa é a única palavra que vem à mente para o seu apoio ao nosso trabalho no filme ‘Wakanda Para Sempre’. Estou cheio de gratidão”, celebrou Coogler.
“Obrigado. Obrigado às pessoas que compraram seus ingressos com antecedência e acamparam no fim de semana de abertura. Obrigado a todos vocês que levaram suas famílias ao cinema- os jovens e os mais velhos também”, continuou ele. “Para aqueles que organizaram exibições e festas posteriores, que lotaram os cinemas para comunidades e amigos. Para todos vocês que assistiram várias vezes e encorajaram outras pessoas a conferir“.
Através da carta, publicada pela Marvel, Coogler destacou o tamanho do filme e a diversidade de línguas presente no projeto. “Nosso filme tem mais de duas horas e meia de duração, então obrigado por segurar aquelas pausas para ir ao banheiro. Nosso filme tem 6 idiomas falados. Obrigado por suportar as legendas. E nosso filme lida com a inevitável emoção humana do luto“, destacou. “Obrigado por se abrir para a emocionante jornada que é este filme. Fizemos algo para homenagear nosso amigo, que foi um gigante em nossa indústria, e também fizemos algo para ser apreciado em um ambiente de cinema com amigos, familiares e desconhecidos. Algo para ser citado e discutido. Para ser debatido. Algo para fazer as pessoas sentirem-se vistas física e emocionalmente”.
Ao fim, Coogler destacou a importância do projeto ‘Pantera Negra’ em sua vida profissional. “Esta mídia não existiria sem a audiência, e agradeço por me darem um propósito profissional e uma válvula de escape emocional. Estou ansioso para trazer mais histórias para vocês no futuro“.
Sucesso nas plataformas de áudio, o podcast Projeto Querino ultrapassou 1 milhão de downloads. Mostrando como a História explica o Brasil de hoje, o projeto compartilha ao mundo uma história que talvez você ainda não tenha ouvido, lido ou visto. Conduzido por uma equipe majoritariamente negra, o Querino tem idealização e coordenação do jornalista Tiago Rogero. “Obrigado a todas e todos que ajudaram a fazer nascer o projeto Querino, a quem nos inspirou, a quem nos ouviu e que compartilhou com geral. A quem ainda não ouviu, nunca é tarde!“, celebrou Rogero.
“Foi a exploração do conhecimento e do trabalho, primeiro dos indígenas, e depois dos africanos e dos seus descendentes, que gerou toda a riqueza da colônia, e depois do país“, comenta a obra já no primeiro episódio. “Quando o Brasil ficou independente de Portugal, em 1822, já tinha muito país, nações europeias, por exemplo, que já tinham lucrado bastante, tanto com a escravidão quanto com o tráfico, que estavam discutindo e até aplicando o fim do comércio negreiro ou a abolição“.
Inspirado em “The 1619 project” (lançado em 2019 por “The New York Times” e liderado pela jornalista Nikole Hannah-Jones), o projeto Querino começou em 2020 com 12 meses de uma minuciosa pesquisa documental, bibliográfica, em áudio e imagens realizada por historiadores e jornalistas. A partir do levantamento, foram feitas dezenas de entrevistas que resultaram nas publicações inéditas (em podcast e texto) lançadas em agosto de 2022 e que representam o ponto de partida do projeto.
O novo filme de animação da Disney, ‘Mundo Estranho’, apresenta a história de um jovem negro de 16 anos que é gay e que luta para salvar os negócios da família, enquanto navega por uma terra inexplorada e cheia de mistérios. Essa é a primeira vez que o estúdio norte-americano coloca um personagem abertamente LGBTQIA+ dentro da narrativa principal.
De acordo com a sinopse, ‘Mundo Estranho’ apresenta a história de uma lendária família de exploradores, os Clades, enquanto eles tentam navegar por uma terra traiçoeira ao lado de uma equipe heterogênea, incluindo uma bolha travessa, um cachorro de três patas e uma enorme quantidade de criaturas famintas.
Foto: Disney.
O personagem Ethan, filho de Searcher Clade, é dublado por Jaboukie Young-White. No longa, ele mantém um romance com um garoto chamado Diazo (Jonathan Melo). “Eu amo o personagem de Ethan apenas porque há tanto que ele está descobrindo neste momento, e sua identidade e tantas facetas de sua identidade são todas dele ao mesmo tempo”, disse Young-White. “Não é uma história sobre ele se assumir, não é uma história sobre ele tentando encontrar aceitação para sua sexualidade, é apenas Ethan entrando em si mesmo totalmente, e em um ambiente que está pronto para apoiá-lo”.
“Acho que em qualquer meio que seja realmente interessante e em animação, isso é enorme … Acho que teria sido ótimo se eu pudesse ter visto isso quando criança. Saber que eu poderia fazer parte disso para outra pessoa é lindo”, completa Young-White. ‘Mundo Estranho’ estria dia 24 de novembro no Brasil.
Após sua estreia na Central da Copa, Jojo Todynho foi bas redes sociais para rebateu críticas sobre sua carreira e momento que está vivendo.
“Jojo não está na minha gordura, mas na minha personalidade. Meu peso não interfere na pessoa que eu sou. Nosso caráter é único, e quem a gente é nunca vai mudar sendo magra, gorda, alta ou baixa. Isso não vai mudar a filha, a neta, a amiga que eu sou, a mãe que um dia eu vou ser, a namorada… nada!”
Jojo também falou sobre como seu comportamento é visto na internet e afirmou que é “um doce”. “Eu sei que as pessoas que não me conhecem e me veem na internet não gostam de mim, acham que sou grossa, estressada, mas não sou assim. Sou um doce. Também não posso ficar abrindo a armadura porque se eu abaixar a bola, o mundo me engole.”
A cantora afirmou que só entende o quão famosa é ao ser abordada pelo público, como durante o treino de boxe na praia, nesta terça (22).
Ainda sobre seu peso, Jojo opinou: “Cada um sabe o que é melhor para si e o que busca para sua vida. Eu busco uma vida saudável, que eu possa ter mais liberdade de movimentos. Isso não vai mudar minha luta contra a gordofobia, o preconceito e o racismo. Meu discurso continua o mesmo. Não é sobre corpo, é sobre caráter”, disse ela.
Em parceria com o Cinema Petra Belas Artes, o festival Feira Preta vai disponibilizar cinco filmes negro no ‘Mostra PretaCine’, durante seu festival.
São eles:
Doutor Gama no dia 24/11 às 21h Mulher Rei no dia 25/11 às 21h Marte Um no dia 27/11 às 14h Medida Provisória no dia 27/11 às 21h Pantera Negra Wakanda Para Sempre no dia 28/11 às 19h45.
Nestes dias e horários, o valor do ingresso será de R$ 5,00 (meia-entrada) e R$ 10,00 (inteira). E para retirá-lo, basta acessar o site ou retirar diretamente na bilheteria do Petra Belas Artes.
O Festival Feira Preta acontecerá entre os dias 5 de novembro e 4 de dezembro e contará com uma programação repleta de empreendedorismo, tecnologia, literatura, música e artes digitais, em diversos pontos da cidade de São Paulo.
Além do cinema, dentre os eventos que compõem o Festival, está o ‘SPerifas’, que ocorre por vários dias em locais diferentes. As exposições ‘África em Nós’, ‘20 anos de Festival Feira Preta’ e ‘Meta: Potencializadores’ também fazem parte da programação, assim como o Festival Preta Poupa e o PretaHub Conecta.
A Marvel Studios confirmou novos contratos para assumir o reboot de ‘Blade‘, segundo o site Deadline. Yann Demange, diretor da aclamada série Lovecraft Country, assumirá a direção do filme e Michael Starrbury escreverá o novo roteiro, famoso pelo trabalho da série ‘Olhos que Condenam‘.
Os novos nomes surgem após a saída de Bassam Tariq da direção e Beau DeMay do roteiro, em setembro. O estúdio precisou paralisar as filmagens por mais de dois meses para encontrar um novo diretor e roteirista. Agora, o filme será lançado em setembro de 2024, quase um ano depois da primeira data anunciada.
Fontes do Deadline afirmam que o filme não será mais tão sombrio e violento quanto os filmes anteriores, protagonizados por Wesley Snipes, porém, terá um tom mais sombrio do que outros projetos do MCU no passado. Executivos da Marvel parecem empolgados com a nova premissa entregue pelo Demange.
Após um conflito de agenda, a Marvel se pronunciou sobre a saída de Tariq: “Devido às contínuas mudanças em nosso calendário de produção, Bassam não será mais o diretor de ‘Blade’, mas continuará como o produtor executivo do filme. Apreciamos o talento de Bassam e o agradecemos por todo o trabalho que ele fez até agora”, declarou o estúdio na época.
Além de Mahershala Ali interpretando o papel principal, Aaron Pierre e Delroy Lindo também estarão no elenco.
Conselho de administração. Parece um termo muito distante para muita gente, mas em um mundo cada vez mais liberal, quem aconselha as empresas também está pautando a sociedade em vários aspectos.
Em setembro, recebi o convite para participar de um curso voltado aos Conselheiros em Administração no renomado IBGC, Instituto Brasileiro de Governanças Corporativas, uma instituição que regula as melhores práticas de governança no Brasil dentro do meio corporativo , incluindo o terceiro setor.
Nesse programa específico, o curso era voltado para pessoas negras de destaque no mundo corporativo e, como foi no meu caso, empresários com negócios focados na comunidade negra.
O 1º Programa de Equidade Racial em Conselhos foi uma iniciativa pioneira no Brasil fruto da parceria entre B3, o IBGC e a Iniciativa Empresarial pela Igualdade, além dos patrocinadores Ambev, PwC, Corteva Agriscience, BASF e KPMG Brasil.
A oportunidade de estudar em uma instituição de excelência, usufruindo de uma estrutura que poucos acessam, é um exemplo de diversidade na prática, quando a iniciativa privada, vai para além do discurso e financia, literalmente, uma classe inteira (aulas, material didático e alimentação).
Foto: Reprodução.
Conquistas como essa, são fruto do resultado do esforço de grupos de afinidade dentro das empresas, nesse caso do BL4CK, núcleo de Raça e Etnia da B3, que se juntam a entidades que lutam pela equidade racial.
O programa que fiz parte, foi composto por 30 alunos negros de várias regiões do país, com 13 aulas ( presenciais e on-line) e uma carga horária total de 72 horas. As aulas tiveram como alguns dos temas, Missão do Conselho de Administração e Papel do Conselheiro, Ética e Sustentabilidade, Riscos e Compliance e Responsabilidades dos Administradores.
Dreads, cachos, crespos, tranças. Estudar em um ambiente privado, olhar para o lado e ver pessoas que se parecem com você, causa sim impacto na maneira como desfrutamos do conhecimento nesses locais, além de normalizar nossos corpos em espaços elitizados, como é o caso do IBCG.
A troca com professores brancos que nunca lecionaram para uma classe negra também foi uma oportunidade histórica de ter de um lado, os produtores do conhecimento que norteiam as boas práticas de governança das empresas brasileiras e, do outro lado, nós, os alunos negros, trazendo novas vivências, reflexões e considerações. Quem ganha com essa troca não são somente nós, os beneficiados pelo programa. Muitos professores encerravam as aulas agradecendo a troca e o que aprenderam com a nossa turma, que foi avaliada como uma das mais participativas do programa de Conselheiros em Administração do IBGC.
Entre os colegas, as dinâmicas e interações exaltavam que apesar de todos nós sermos negros, o prisma ao analisar questões proprostas em exercícios é diverso, o que é riquíssimo.
Quando Viola Davis diz que o que falta para pessoas negras é oportunidade, é sobre isso. Ter acesso à bagagem de conhecimento, como o que adquirimos no Programa de Equidade nos Conselho, nos incentiva a sermos ainda melhores e nos motiva a lutar para que iniciativas como essa continuem.
O 21 de Novembro de 2022, dia da formatura da nossa turma, dentro da B3, em São Paulo, entra para história pelo enegrecimento de espaços estratégicos e fundamentais para equidade racial no mundo corporativo e por consequência, negócios mais saudáveis, seja na perspectiva de pessoas, mas também de receita.