Em turnê nos Estados Unidos,Lil Nas X continua recebendo ataques de grupos conservadores. Durante o o último show da ‘Montero Tour’, na cidade de Atlanta, um grupo de manifestantes homofóbicos se reuniram no local do evento para atacar e questionar a sexualidade do rapper. Utilizando trechos da bíblia, os manifestantes proferiram frases como ‘arrependam-se e creiam no evangelho’, referindo-se ao público LGBTQIA+.
Apesar da ação, Lil Nas X teve uma reação curiosa. Ele mandou pizza para os manifestantes e, com ironia, agradeceu ao grupo pela ‘divulgação’ do show. “Acabei de enviar pizza para o grupo, eles fazem uma divulgação muito boa”, publicou o rapper no Twitter. Em seguida, compartilhando um vídeo, o intérprete de ‘Montero’ brincou: “Atualização, eles não aceitaram as pizzas, mas eu acidentalmente me apaixonei por um dos manifestantes homofóbicos”.
Depois, em outra postagem, Nas X continuou ironizando os manifestantes. “Não consigo parar de pensar no cara homofóbico fofo que estava protestando contra meu show ontem à noite”, escreveu o astro. “Só sei que tínhamos uma conexão. Eu sinto tanto a falta dele. Eu não sou nada sem ele”.
Lil Nas X vem recebendo sucessivos ataques de algumas comunidades conservadoras e cristãs nos Estados Unidos, há um bom tempo. O artista entrou em conflito com esses grupos após lançar a música ‘Montero (Call Me By Your Name)’, em 2021, em conjunto com uma linha de tênis chamada ‘tênis satânicos’.
Ao final da entrevista com a atriz americana Viola Davis, transmitida pela TV Globo no “Fantástico” desse último domingo (18), a jornalista Maju Coutinho presenteou a artista com uma boneca de pano que se parecia com a protagonista de “A Mulher Rei”, filme que Davis veio divulgar no Brasil.
O gesto impressionou, assim como a boneca, que tinha as roupas e cabelos semelhantes aos que Viola usava durante um evento. Para quem estava curioso, descobrimos que o presente foi confeccionado pela marca paulistana Preta Pretinha, fundada por Joyce Venancio e que tem como sócias Lucia Venancio e Maria Cristina Venancio, designer da marca.
Foto: Instagram/Preta Pretinha
Para o Mundo Negro, Lucia Venancio falou sobre como surgiu o convite para fazer a boneca. “Surgiu através da jornalista Maju Coutinho, que é cliente assídua da Preta Pretinha e gosta muito da qualidade dos nossos bonecos. Então, quando ela tem eventos, e ela é uma pessoa que adora presentear, ela sempre nos procura. Já fizemos bonecos dos filhos da Sadi [jornalista], que as crianças curtiram muito, inclusive o marido da Andréia Sadi gostou muito e foi presente da Maju para os gêmeos. Assim como outros bonecos também, da vice-presidente da Colômbia, a Francia Márquez, também fizemos a boneca personalizada. E agora, por último, em se tratando de celebridade, fizemos a Viola Davis. E por ela [Maju Coutinho] gostar da nossa confecção, porque a gente trata com muito carinho todos os detalhes, a designer sempre pesquisa de que forma tem que fazer o boneco para deixar bem próximo, por esse motivo ela sempre nos procura. Fizemos outros bonecos também, o Lázaro Ramos já nos procurou. E é pela qualidade, pela perfeição que fica bem próximo”, explica.
A Preta Pretinha é conhecida pelo trabalho que realiza há mais de 20 anos na busca pela diversidade entre as bonecas, criando, além de bonecas negras, peças que representam outras etnias. “Criamos a linha diversidade e inclusão para contribuir com a educação, para lançar essa ferramenta para educadores que tratam da questão antirracista que é bem importante, através do lúdico, deixar uma mensagem das não diferenças”, detalhou. “Dentro dessa linha chamada diversidade, temos a linha étnica e temos também a linha inclusiva, tem desde moletante, cadeirante, Síndrome de Down, vitiligo, qualquer deficiência e ainda, na construção desses bonecos, sempre pedimos a orientação de um profissional para que informe todos os detalhes que tem que ter pra gente fazer certinho e a gente percebe que isso faz muito bem porque a linha inclusiva é fundamental nos dias de hoje e principalmente para as crianças que tem algum tipo de deficiência, porque se encontram na referência do boneco bonito e eles não são coitados porque fazem parte desse universo. E através do lúdico é bem melhor e bem mais fácil explicar que não pode haver preconceito”.
Sobre a importância de saber que Viola Davis recebeu uma boneca confeccionada pela Preta Pretinha, Venancio enfatiza: “A importância é mundo, né, é mundo. Porque as nossas bonecas atravessam fronteiras e o fato de atravessar fronteiras é que leva sempre essa mensagem de referência, do feito à mão, da arte, e quando atinge o nosso público preto é interessante porque é a referência que tanto se busca e a referência da boneca negra é fundamental. Agora temos também, com esse filme da princesa que é a sereia [A Pequena Sereia], fizemos também, aproveitamos esse momento porque vai ser lançado o filme. A gente procura trabalhar esses temas sempre puxando para o lado negro, porque é fundamental uma criança negra poder se enxergar no brinquedo que acaba contribuindo para o cognitivo, acaba contribuindo para autoestima e tudo isso faz parte do nosso propósito”, conta.
“Estamos nesse segmento há bastante tempo, 22 anos. A gente trabalha com muito afinco. E essa situação do Black Money que tem acontecido é extremamente importante. Assim como a Maju escolhe a Preta Pretinha, a gente também escolhe nossos fornecedores, preferência sempre por fornecedores negros. A gente procura vestir as bonecas negras na estampa afro, comprando de fornecedores negros e tudo isso vem contribuindo para a gente formar uma rede sustentável”, finaliza Lucia Venancio, comentando sobre a importância de comprar e compartilhar negócios de pessoas pretas.
Fotos: Reprodução/Twitter e Laycer Tomaz/Agência Brasil
O Ministério Público Federal do Pará abriu uma ação civil pública contra o Edward Luz, conhecido como o ‘antropólogo dosruralistas‘, nesta segunda-feira (19), por ofensas racistas contra o cacique Raoni Metuktire, líder do povo Kayapó, de 92 anos, em 2020. O órgão pede uma indenização de R$ 100 mil por danos morais. O valor será revertido a para comunidade.
A ação foi assinada por 23 procuradores da República. Além da indenização, o MPF também pede que Edward seja obrigado a retirar todas as publicações falsas e ofensivas sobre o cacique nos perfis das redes sociais e no blog em 48 horas. Além disso, o documento também pede que ele utilize as redes sociais para pedir desculpas a Raoni.
Para os procuradores, o pedido de desculpas e a indenização são necessários “no atual contexto brasileiro, em que se constata um significativo aumento da violência contra os povos indígenas e de violações dos seus direitos individuais e coletivos”.
O antropólogo já foi preso três vezes por invasão a terra indígena e por tentar impedir o trabalho do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente (IBAMA).
Entenda o caso
O antropólogo liderou um grupo de 15 pessoas e causou tumulto durante o evento Amazônia Centro do Mundo, realizado por movimentos sociais e lideranças indígenas, em Altamira, na Universidade Federal do Pará, em 2020.
Edward assediou e divulgou informações falsas sobre o cacique, gritou para que tocasse o hino nacional e empurrou as pessoas que protestavam contra a presença de fazendeiros envolvidos em conflitos de terra e um professor da IFPA foi agredido por um grupo de fazendeiros. A Polícia Federal precisou intervir.
Depois do evento, Edward passou a perseguir Raoni e outras lideranças que estavam no evento, com diversas postagens ofensivas e falsas.
Hoje (18) pela manhã, o Encontro Amazônia-Centro do Mundo, que está acontecendo em Altamira (PA), foi tomado por latifundiários e madeireiros Coordenados pelo antropólogo Bolsonarista Edward Luz que causou tumulto na abertura do evento. #AmazoniaCentrodoMundo#AmazoniaResiste! pic.twitter.com/TSGoeJguKz
A Academia Latina da Gravação anunciou os indicados para Grammy Latino 2022, nesta manhã (20) e alguns brasileiros entraram em destaque na lista, entre eles, Ludmilla, Baco Exu do Blues, Gilsons, Péricles e Liniker. São 53 categorias com referências de grandes artistas da música latina.
A cerimônia para anunciar os vencedores será realizada no dia 17 de novembro, na MGM Grand Garden Arena, em Las Vegas, com artistas convidados.
Ludmilla foi indicada na categoria “Melhor álbum de samba/pagode“. Ela concorre ao prêmio com o Martinho da Vila, Péricles, Nego Alvaro e Alfredo Del-Penho, João Cavalcanti.
“Um projeto que saiu da minha cabeça, que quase ninguém colocou fé mas que eu acreditei e fui até o fim pra entregar pra vocês. É o Numanice #2 na maior premiação de música do mundo. Obrigada meu Deus!”, comemorou a cantora no Twitter.
Acordei com a notícia de que estamos indicados ao Grammy Latino com um projeto que saiu da minha cabeça, que quase ninguém colocou fé mas que eu acreditei e fui até o fim pra entregar pra vocês. É o Numanice #2 na maior premiação de música do mundo. Obrigada meu Deus!
Já o rapper Baco, foi indicado na categoria “Melhor Álbum de Rock ou de Música Alternativa em Língua Portuguesa” pelo álbum QVVJFA?, em disputa com o rapper Criolo, Juçara Marçal, Lagum e Erasmo Carlos. Para comemorar, Baco twittou “Grammy, vem pro papai”.
3. ME CORTE NA BOCA DO CÉU A MORTE NÃO PEDE PERDÃO Criolo & Tropkillaz, songwriters (Criolo Featuring Milton Nascimento) Track from: Sobre Viver [Oloko Records/Altafonte]
A antropóloga Izabel Accioly publicou em suas redes sociais, na manhã desta terça-feira (20), que foi sondada por uma empresa para ministrar uma palestra sobre branquitude, tema de sua atual pesquisa. Seu e-mail de orçamento foi respondido com uma negativa. O que chocou a pesquisadora, no entanto, foi a justificativa dada para não a contratarem: a cor de sua pele.
“Foi uma decisão bem difícil porém por se tratar de uma palestra em que o público alvo são pessoas brancas para a gente faz sentido que o/a palestrante também seja considerando que alguns estudos já trazem essa afirmação que costumamos ouvir com maior atenção o nosso semelhante”, diz o e-mail da empresa, que a antropóloga não nomeou.
“No momento em que li essa devolutiva fiquei em choque. Se os colaboradores da empresa são brancos eles precisam ter contato com um ponto de vista diferente do que eles já conhecem e não a perspectiva de mais uma pessoa branca”, disse Izabel.
A situação deixou a antropóloga emocionalmente abalada. “Pessoalmente, fiquei muito triste com o acontecido. Não foi a primeira vez que deixei de ser contratada por conta da minha raça, mas admito que dessa vez me senti especialmente ofendida pela falta de vergonha em assumir o racismo escancaradamente”, finalizou.
A cantora Luísa Sonza, acusada de racismo após “confundir” uma hóspede negra de uma pousada em Fernando de Noronha com uma servidora do local, publicou um comunicado, nesta segunda-feira (19), em que diz que vai acatar o valor pedido pela autora do processo, iniciado em 2020.
O comunicado de Luísa, no entanto, não apresenta um pedido de desculpas à vítima e nem cita a palavra “racismo”, que aparece camuflada como “questões sociais”, no texto divulgado no Twitter da cantora. “Me dei conta de que todos, até pessoas como eu, que se reconhecem como aliadas às questões sociais, precisam sempre estudar mais e buscar por mais conhecimento e ainda mais empatia”, disse ela.
Acontece, no entanto, que não existe “ser aliada” no combate ao racismo sem nem reconhecer que foi racista, dando o verdadeiro nome e o tom que a situação merece. E que são exatamente “pessoas como” Luísa que perpetuam o racismo neste país diariamente. Negam o fato quando são pegas no flagra, quando não existe mais a possibilidade de negar, se colocam como vítimas de um sistema racista e dizem que querem “aprender”. Será que 520 anos de “aprendizado” às custas do sofrimento e do constrangimento de pessoas negras não foram suficientes?
Quando o processo movido contra Luísa veio à tona, em 2020, ela foi enfática em negar, com todas as palavras, que o fato tenha ocorrido. “Eu jamais ofenderia outra pessoa por conta da cor de sua pele”, disse ela na ocasião, que afirmou, em letras garrafais, que a mulher que moveu o processo contra ela estava mentindo. “Gente, tudo isso é MENTIRA! Não acreditem nisso!”, disse Luísa em setembro de 2020.
Gente, tudo isso é MENTIRA! Não acreditem nisso! Eu jamais teria esse tipo de atitude. Vocês me conhecem bem, sabem qual é meu caráter, minha índole. Eu jamais ofenderia outra pessoa por conta da cor de sua pele. Jamais! Essa acusação é absurda.
A falta de um pedido de desculpas foi percebida pela internet. A cantora Jup do Bairro se posicionou no post de Luísa, relembrando que “se aliar é para além”. “Contudo se coloca como a principal vítima da situação onde ao menos pede desculpa a verdadeira lesada do caso e seu público preto que se sentiu diretamente ofendido quando negou a acusação publicamente. se aliar é pra além, Luísa. afeto e efeito precisam andar lado a lado”, disse Jup.
e contudo se coloca como a principal vítima da situação onde ao menos pede desculpa a verdadeira lesada do caso e seu público preto que se sentiu diretamente ofendido quando negou a acusação publicamente. se aliar é pra além, Luísa. afeto e efeito precisam andar lado a lado.
Estando bem claro que essa situação não vai trazer nenhum aprendizado para a cantora, pelo menos vai trazer reparação financeira à vítima pelo racismo operado – embora não admitido – por Luísa Sonza.
O show “Irmãos – a Live Virou Tour” de Seu Jorge e Alexandre Pires volta a São Paulo por uma causa especial. Toda a renda obtida com a apresentação será revertida para o Hospital Cruz Verde, instituição filantrópica que promove tratamento hospitalar e ambulatorial a pacientes com paralisia cerebral grave. O espetáculo acontece no dia 22 de setembro, às 21h30, no Vibra São Paulo. A meta é arrecadar R$1 milhão com cotas de patrocínio e vendas de ingressos. Os ingressos podem ser adquiridos pelo link.
A ideia do projeto “Irmãos” começou durante a pandemia, após os artistas protagonizarem uma das lives mais assistidas no YouTube, alcançando 20 milhões de views. Com mais de duas horas de duração, o show traz sucessos que marcaram as carreiras dos artistas, além de relembrar grandes nomes da música brasileira como Tim Maia e Renato Russo, do Legião Urbana.
Fundado há 63 anos, o Hospital Cruz Verde é referência no tratamento de paralisia cerebral grave para a América Latina, e recebe recursos públicos que cobrem cerca de 60% de suas despesas. Para manter as atividades e atendimento de qualidade no Hospital e no Ambulatório, além da manutenção das salas de reabilitação, consultório odontológico e piscina aquecida, a Cruz Verde conta com outras formas de arrecadação por meio de doações e realização de eventos.
O Hospital recebe pacientes com sérias lesões neurológicas e agravos clínicos associados. Na quase totalidade dos casos, os internos vêm de famílias com renda insuficiente e crianças abandonadas.
Serviço:
Show: “Irmãos – a Live Virou Tour”, com Seu Jorge e Alexandre Pires
Data: 22 de setembro de 2022
Horário: 21h30
Local: Vibra São Paulo – Av. das Nações Unidas, 17955 – Vila Almeida, São Paulo – SP
A Defensoria Pública do Estado do Maranhão emitiu no dia 12 de setembro, um ofício (Nº 1109/2022/DPEMA/NRI) exigindo esclarecimentos à Escola Municipal Maria Francisca Pereira da Silva, na cidade de Imperatriz, sobre exposição de crianças negras em um bloco de estudantes que retratavam o período colonial brasileiro no desfile de 7 de setembro.
A entidade Centro de Cultura Negra – Negro Cosme fez a solicitação denunciou o caso ao órgão público, exigindo também a investigação do Ministério Público do Estado.
O desfile – que tradicionalmente ocorre na Avenida Getúlio Vargas, foi tomado pela cena de crianças negras trajadas de escravizadas e mucamas, enquanto estudantes brancas figuravam a nobreza. Em uma das imagens registradas do desfile, é possível notar uma das estudantes negras segurando um guarda-sol ao lado de uma criança branca que desfilava coroada, remetendo às cenas da época da escravidão.
O CCN Negro Cosme, em nota de repúdio, expôs a indignação e classificou a cena presenciada no desfile como “desproposital, inaceitável e contraproducente”, e reforça a luta diária contra a “mentalidade racista” ainda presente na sociedade.
A secretaria municipal de educação se manifestou sobre o caso para a imprensa. “O objetivo foi retratar o passado do nosso Brasil para refletir o hoje no sentido de que, o que foi retratado na encenação não aconteça nunca mais”.
A nota ainda dizia que: “a secretaria de educação reforça que apoia a manifestação da unidade escolar que compreende que está contribuindo para formação humana e cidadã e que apresentou um desfile digno, com marco histórico e cheio de fomento ao pensamento crítico”.
Premiação divulgou, nesta segunda (18), o nome dos jurados que devem definir os vencedores
O Prêmio Gastronomia Preta divulgou nesta segunda-feira (18) os nomes dos profissionais da gastronomia que farão parte do time de jurados que devem escolher os vencedores do primeiro prêmio dedicado a reconhecer profissionais pretos da gastronomia. Entre os nomes escolhidos pelo criador do prêmio, Breno Cruz, estão a chef Bianca Barbosa, a economista Carolina Costa e o eleito Melhor Sommelier do Brasil, Renato Neves.
Breno Cruz falou sobre a escolha dos nomes de especialistas da gastronomia que formam o corpo de jurados: “A escolha dos jurados teve como critério suas expertises nas referidas categorias. E outro cuidado que eu tive foi trazer o povo preto e pardo para ser jurado. Evidentemente, alguns jurados não são pretos ou pardos e isso tem relação com o fato da minha rede de contato não ter acesso a algumas pessoas pretas que estão em evidência e que teriam expertise na categoria”, explica Cruz.
Além dos jurados citados anteriormente, farão parte desse time a embaixadora do projeto TransGarçonne, Rochelly Rangel, a professora em gastronomia da UFRJ, Juliana Damaris, Afrodite Aurora, especialista em atendimento ao cliente, a jornalista e criadora de conteúdo digital, Renata Monty, os jornalista Ivo Madoglio e Joca Vidal e a empresária Mariana Rezende.
O Prêmio Gastronomia Preta traz 26 categorias, que devem homenagear profissionais da gastronomia no Rio de Janeiro, além de fazer menção honrosa aos profissionais que atuam fora do Estado.
A cerimônia de premiação está prevista para acontecer em novembro deste ano.
Uma nova série inspirada no clássico ‘Cidade de Deus’ está em negociação pela HBO Max. De acordo com a colunista Patrícia Kogut, a ideia é montar uma obra com um novo elenco e novos roteiristas. Sem maiores detalhes, a produção utilizaria como base o livro do escritor Paulo Lins, que deu origem ao consagrado filme de 2002.
Foto: Divulgação / Globo Filmes.
Segundo a sinopse, o livro ‘Cidade de Deus‘ traz um panorama sofisticado sobre a vida em uma das regiões mais pobres do Rio de Janeiro, um microcosmo de alguns dos maiores – e mais perenes – problemas do país. Dentro da narrativa, o autor constrói um cenário que ainda hoje dialoga com a realidade dos moradores das comunidades cariocas e brasileiras em geral; baseado em fatos, o romance trata de juventude, tráfico de drogas e governo paralelo, extrema pobreza e todas as formas de violência.
Lançado como filme no início dos anos 2000, a obra se tornou um dos maiores registros do cinema nacional. O longa retratou o crescimento do crime organizado na Cidade de Deus uma favela que começou a ser construída nos anos 1960 e se tornou um dos lugares mais perigosos do Rio de Janeiro no começo dos anos 1980.
Estrelado por Alexandre Rodrigues e Leandro Firmino, ‘Cidade de Deus’ se tornou ainda o único filme em toda história do Brasil a receber quatro indicações ao Oscar, maior premiação do mundo, nas categorias de melhor diretor, melhor roteiro adaptado, melhor edição e melhor fotografia.