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Nouve faz primeiro show em SP e convida Fióti para participação especial em evento no CCJ na próxima quinta

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O rapper baiano Nouve se apresenta pela primeira vez em São Paulo se abre sua nova temporada de trabalhos após o lançamento do videoclipe “Quero Resolver”. A apresentação é gratuita e será no Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso (CCJ), na próxima quinta-feira (11), às 20h30, em São Paulo, com participação especial de Fióti.

Desta vez, o artista apresenta um novo formato de show e traz o DJ Mr Brown e o percussionista Rodrigo Aleixo. O intuito é resgatar sua própria raiz através da arte e mostrar toda a riqueza cultural que influencia sua carreira. Ele pretende fazer uma mistura ritmos, Rap com Dub, Samba Reggae, Zouk, e vai apresentar uma nova roupagem para algumas músicas antigas, além de dar uma prévia dos próximos trabalhos

Fióti foi uma das pessoas que acolheram Nouve em sua vinda de Salvador para São Paulo. “Como é um momento bem especial, o primeiro show aqui, nesse formato que eu já estava buscando há algum um tempo, ele não poderia ficar de fora”, explica Nouve. Para Fióti, é um prazer colaborar com a mensagem e caminhada de pessoas com as quais ele se identifica. “Vejo muita verdade e persistência na trajetória do Nouve, poder estar junto dele nesse momento tão especial é uma benção que só a música seria capaz de proporcionar”.

No dia 12 de abril, após o evento no CCJ, Nouve é o convidado especial de Fióti no Museu da Imagem e do Som (MIS), às 21h, em São Paulo, onde será lançado o próximo single do artista, além da exibição do clipe em primeira mão, que tem direção de Henrique Alqualo. A apresentação ocorre dentro do projeto mensal do Museu dedicado à música independente, o Estéreo MIS. É uma pequena amostra do que vem por aí na carreira de Fióti.

Para este ano, estou focado em lançar singles, a demanda de trabalho do escritório (LAB Fantasma) tem sido intensa, logo, estou me organizando para fazer algum projeto autoral maior apenas para 2020, um passo grande para o primeiro álbum talvez, ainda estou refletindo para onde levar minha vida e carreira”, explica.

O CCJ fica na Avenida Deputado Emílio Carlos, n° 3641, Vila Nova Cachoeirinha (Próximo ao terminal Cachoeirinha – Zona Norte/SP). A entrada é gratuita e os ingressos podem ser retirados 30m antes do show. Já no dia 12, no MIS, os ingressos custam R$ 14 a inteira e R$ 7 a meia entrada. Para comprar, acesse https://www.ingressorapido.com.br.

“Sou abençoado”: Dona Diva participa de longa dirigido por Lázaro Ramos

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Dona Diva e Lazinho (Reprodução Facebook)

O amor negro tem várias formas, uma delas é a amizade. O dia que o Brasil conheceu a professora aposentada Dona Diva Guimarães , durante a 5ª edição da Flip (Feira Literária Internacional de Paraty, em 2017, nasceu uma amizade cujo os frutos todos nós ganharíamos.

Lázaro Ramos se conectou de alma e coração à essa senhora que traz em si o conhecimento ancestral e testemunhou a perversidade do racismo, sem perder a altivez e a vontade fazer a diferença para os seus pares.

Ramos a levou ao seu programa Espelho no Canal Brasil, onde pudemos vê-la falando com a calma de quem se sente à vontade, por estar próxima a um amigo que não disfarça a emoção ao ouví-la.

E ator irá nos brindar mais uma vez com a presença da Dona Diva no cinema. Ela faz parte do elenco do Medida Provisória – O filme, longa de ficção dirigido por Lázaro que está em fase de produção.  “Sou abençoado. Obrigado pela chance de contar esta história e por ter pessoas como ela junto de nós. Obrigado!!!”, celebrou o ator em sua conta do Facebook.

A esposa do ator, Taís Araújo também faz parte do elenco, juntamente com Seu Jorge, Mariana Xavier e Alfred Enoch  (How to Get Away With Murder e Harry Porter).

O elenco de Medida Provisória – O Filme ( Reprodução Instagram)

Viva o cinema negro!

 

 

 

“Menino preto pode”: Com 10 anos, garoto carioca faz sucesso com sua marca de acessórios inspirados no Lego

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Não há idade para se desenvolver a veia empreendedora. Basta ter a vontade, referência e apoio.

Com a intenção de levantar dinheiro para comprar um vídeo game, Márcio Jr. de 10 anos, que mora na cidade do Rio de Janeiro, propôs a sua mãe que eles criassem uma marca de acessórios inspirados no brinquedo Lego, sua paixão.

Os brincos inspirados em Lego (Foto:Instagram)

Dona Myrian, a mãe, concordou e investiu no projeto do filho o ajudando a montar e vender. No baile infantil afrocentrado, do Bailinho dos Crespinhos,  que Márcio já frequentava, mãe e filho começaram a vender peças, nos estandes de expositores e vendeu bastante. Nasceu a marca MJ que tem como slogan “Menino preto pode”.

MJ, de preto, vendendo seus produtos

O sucesso estimulou a família a vender em outros eventos e hoje os produtos podem ser encontrados pelas redes sociais da marca MJ. Até a cantora Adriana Calcanhoto já usou peças da MJ em seus shows.

No dia 6 de abril, Márcio e sua família farão um evento para o lançamento da nova coleção da marca. A modelo mirim e dançarina Elis MC, estará presente no evento, que começa as 15h, na Praça do Viseu na Vila da Penha/Rio de Janeiro.

A entrada é franca e o evento é aberto ao público.

Para saber mais acesse a página desse pequeno afro-empreendedor clique aqui.

Museu AfroBrasil: África Contemporânea, África e a Volta dos Espíritos são temas de exposições do mês de abril

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Agora no mês de Abril, o museu Afro Brasil, em São Paulo, comemora 15 anos, se consagrando como um dos principais espaços de cultura da cidade de São Paulo.

(Foto: Luiza Magalhães)

“São Paulo é uma cidade-síntese, que resume em si toda a riqueza da diversidade étnica e cultural de nosso país, e que, por sua condição cosmopolita, não a isola da realidade do mundo globalizado em que vivemos. É aqui que todas as diferenças se encontram e se confrontam, que todas as sínteses se tornam possíveis, todos os choques visíveis, mais que em qualquer outra parte do país. Aqui é o lugar onde um Afro Brasil nos oferece o desafio de uma herança a resgatar”, ressalta Emanoel Araujo, fundador do Museu Afro Brasil.

No sábado, dia 6 de abril, às 11h, a exposição “Museu Afro Brasil, nos seus 15 anos, celebra São Paulo – Uma iconografia urbana” comemora o aniversário da exposição.

Confira as demais exposições do espaço que trazem muitas ancestralidade e negritude para capital paulista:

EXPOSIÇÕES

Exposição de Longa Duração

A exposição de Longa Duração pretende contar uma outra história brasileira. (…) tem a intenção de desconstruir um imaginário da população negra, construído fundamentalmente pela ótica da inferioridade ao longo da nossa história e transformá-lo em um imaginário estabelecido no prestígio, na igualdade e no pertencimento, reafirmando assim o respeito por uma população matriz de nossa brasilidade.

Design e Tecnologia no tempo da Escravidão

A mostra apresenta mais de 400 peças do acervo do museu, entre objetos de uso doméstico e ferramentas para ofícios rurais e urbanos, que contextualizam o conhecimento aplicado na produção de objetos e utensílios dos séculos XVIII e XIX.

Um Deoscóredes – 100 anos do Alapini Deoscóredes Maximiliano dos Santos

A exposição é uma homenagem ao centenário de nascimento de Mestre Didi (1917-2013), Alapini do Ilê Asipa e filho de Mãe Senhora (1890-1967) – iyalorixá do Ilê Axé Opô Afonjá.

África Contemporânea

A exposição apresenta trabalhos de artistas contemporâneos de diversos países africanos, criadores conhecidos por exporem as próprias feridas e acumulações por meio de pinturas, esculturas, instalações, desenhos e colagens.

África e a Volta dos Espíritos

A mostra África e a Presença dos Espíritos reúne esculturas, máscaras, asens e moedas produzidas em cobre, madeira, tecido, miçangas e fibra vegetal dos tradicionais povos africanos Guro, Fon, Senufo, Iorubá, entre outras etnias.

Isso é coisa de Preto: 130 anos da Abolição da Escravidão
Nos 130 anos da abolição da escravidão (1888), o Museu Afro Brasil ressalta a competência, o talento e a resistência negra que evidenciam e valorizam a fundamental contribuição africana e afro-brasileira na construção do país.

Museu Afro Brasil, nos seus 15 anos, celebra São Paulo – Uma iconografia urbana I Abertura 6 de abril

ATIVIDADES EDUCATIVAS

Visitas para grupos espontâneos
Dias 07, 14 e 28 de Abril (domingos), às 14h00

As visitas para o público espontâneo terão como foco temas relativos aos núcleos que compõem a exposição de longa duração e que abordam a História, Memória e Arte dos brasileiros a partir da perspectiva afro-brasileira.

Atividade gratuita
Público-alvo: Livre
Duração: 1h00
Inscrições: Para participar, basta chegar com 15 minutos de antecedência ao horário programado e procurar o setor de acolhimento.

Oficina “África em Estampas”
13 de Abril (sábado), às 15h00

A partir de uma visita ao acervo do Museu Afro Brasil, serão destacadas grafias de povos do continente africano, a partir da análise de tecidos, observando aspectos de sua composição e de suas funções em diferentes contextos. A visita é seguida de uma oficina, na qual confeccionaremos padrões de estampas em tecidos.

Atividade gratuita
Público-alvo: livre.
Duração: 120 min.
A atividade será realizada com grupo de no mínimo 5 e, no máximo, 20 pessoas.
Inscrições: [Clique Aqui]

Aos Pés do Baobá
27 de Abril (sábado), às 11h30

Durante este evento de contação de histórias ou mediação de leitura, os visitantes terão oportunidade de se aproximar de dimensões das narrativas africanas ou afro-brasileirase, em seguida, participar de um bate-papo conduzido por integrantes do Núcleo de Educação do Museu Afro Brasil.

Atividade gratuita.
Público-alvo: livre
Duração: 2h00
Inscrições: [Clique aqui]

O funcionamento do museu é de terça-feira a domingo, das 10 às 17hs, com permanência até às 18hs.

Entrada Inteira: R$ 6,00 – Meia Entrada: R$ 3,00 – Grátis aos sábados. Política de gratuidade no site.
Para agendar visita mediada pelos educadores do Núcleo de Educação acesse: http://www.museuafrobrasil.org.br/visite/planeje-sua-visita/agendamento-de-visita

MC Soffia vira a queridinha da publicidade

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Mulheres e meninas negras vendem sim. Um rosto negro dentro de uma narrativa coerente é sucesso garantido em uma campanha publicitária, afinal, somos a maioria nessa terrinha chamada Brasil.

MC Soffia, 15 anos, além de negra e rapper, já tá na estrada há um tempo, se posicionando sobre o que pensa dentro e fora das letras da suas músicas, o que lhe rendeu reconhecimento internacional colocando o nome da adolescente no  livro “Resistentes, 52 Mulheres Jovens Fazendo suas Histórias agora” escrito pela jornalista britânica Lauren Sharkey, especializada em questões femininas.  Em 2018, Soffia ganhou o prêmio de  artista revelação no prêmio Cláudia, uma das maiores premiações femininas da América Latina.

As marcas Coca-Cola e  Converse (foto/ Instagram) escolheram a rapper para protagonizar suas campanhas.

Só o vídeo da Coca está com mais de um milhão de visualizações :

“Quanto antes eu puder apresentar meu trabalho para as meninas que têm a minha idade, para que elas possam crescer com uma consciência avançada de sua importância e papel na sociedade, melhor”, diz ela.

Continue arrasando na representatividade irmãnzinha!

 

Chicago faz história e elege a primeira prefeita negra e lésbica da cidade

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Lori Lightfoot é a nova prefeita de Chicago, uma das três maiores cidades dos EUA. Ela venceu as eleições nessa terça-feira,2, disputando a vaga com outra mulher negra, Toni Preckwinkle.

Lésbica assumida, Lightfoot pautou sua campanha em defesa da igualdade econômica, violência armada e questões raciais.

Desde 1837, a cidade só só elegeu um prefeito negro e uma mulher.

“Foi uma das eleições mais significativas da história de Chicago”, disse à AFP Evan McKenzie, professor de ciência política da universidade do Illinois.

Lightfoot é uma ex-procuradora federal que dirigiu um painel que investigava problemas políticos de Chicago e nunca ocupou um cargo político.

Com informações do Estado de Minas

 

Movimento Afro Vegano defende as religiões africanas “Sabemos que a polêmica vai além do sacrifício”

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O plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) julgou constitucional uma lei estadual do Rio Grande do Sul que autoriza o abate de animais em cultos de religiões de matriz africana, como a umbanda e o candomblé.

De acordo com o jornal Folha de S. Paulo, segundo os ministros, o abate nessas circunstâncias não é feito com crueldade, a carne, geralmente, serve de alimento após o culto e é preciso assegurar a liberdade religiosa.

O julgamento começou em agosto de 2018, foi suspenso por um pedido de vista do ministro Alexandre de Moraes e voltou na quinta passada, 28, quando foi concluído com unanimidade dos votos.

Após a publicação da decisão, as redes sociais se tornaram a plataforma de discussões polêmicas e racistas sobre a questão. A que mais se destacou foi da ativista Luisa Mell, que mentiu ao dizer que animais domésticos como cachorros e gatos, seriam vítimas de sacrifício religioso, algo que não acontece nas religiões afro.

O MAV, Movimento Afro Vegano usou seu Instagram para se posicionar sobre a questão, afinal, veganos são contra a morte de animais. Porém, felizmente, o lado ancestral/político falou mais alto.

“Como veganos, claro que somos contra qualquer sacrifício animal. Mas, nesse caso, também como ativistas do movimento negro, sabemos que a problemática vai além do sacrifício.”

Confira a nota na íntegra:

Nos EUA, MCDonalds cria plataforma de empoderamento negro para afro-empreendedores

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De acordo com a imprensa americana, a  rede de restaurantes fast-food,  McDonalds está passando por uma das maiores transformações de marketing de sua história, porém não estão relacionadas com a maneira com que a marca vende suas refeições.

No dia 29 de março, nos EUA, a marca apresentou o projeto “Black & Positively Golden”, que a rede de restaurantes não define como campanha e sim como um movimento de comunicação.

De acordo com o site americano, Advertising Age, as atualizações recentes da marca mostram um desejo de se aproximar dos afro-americanos, sobretudo os millennials.

Black & Positively Golden é uma plataforma com enfoque na educação, empoderamento e empreendedorismo. Ela substitui a primeira iniciativa similar da marca, o 365Black, que foi criado em 2013.

“Essa iniciativa foca em histórias verdadeiras, poderosas e que trazem orgulho em celebrar a excelência negra”, disse Lizette Willians, head the cultura, engajamento e experiências, do McDonalds americano.

https://www.youtube.com/watch?v=c9XEgIQQDkQ

A promoção da plataforma nas mídias sociais será feito por meio do perfil no Instagram @wearegolden. Anúncios de mídia impressa e peças de rádio também complementam a campanha. Atualmente, mais de 300 negros administram cerca de 1500 restaurantes franqueados da marca.

A rede de restaurantes também declarou que continuará oferecendo bolsas de estudo aos estudantes matriculados em escolas e universidades historicamente negras, por conta da parceria com a fundação Thurgood Marshall College.A Burrell Communications (foto/Instagram), que trabalhou com o McDonald’s na plataforma 365Black, também é responsável pelo desenvolvimento dos trabalhos de comunicação da Black & Positively Golden.

Com informações do Meio e Mensagem e Advertising Age.

“Quero ser feliz”: artistas pedem igualdade de direitos por meio da empatia

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Foto: Reprodução Instagram
Agora, mais do que nunca, devemos valorizar a democratização da Internet. É graças a ela, que muitos que não tem acesso a grande mídia conseguem de forma independente produzir um conteúdo carregado de representatividade. Um exemplo disso é o projeto “Quero ser feliz“, sim, inspirado no “Rap da Felicidade”. Ser feliz, andar tranquilo por onde mora, é sim um privilégio em um país tão desigual como o Brasil.
“Foram convidados líderes comunitários, representantes de minorias, ativistas sociais e algumas personalidades com legitimidade pra falar em nome pessoas que vivem em regiões de vulnerabilidade social. Pra recitar, interpretar ou vivenciar a letra da música Rap da Felicidade, mas com um detalhe:  eles colocam informações pessoais durante o texto, o que dá legitimidade e identificação de quem está vendo” detalha Junior Vieira, idealizador e diretor do projeto. https://www.instagram.com/p/BvcaXCQJm2V/ Ele ainda detalha que a ideia é potencializar a voz dessas pessoas, muitas vezes calada por um sistema preconceituoso e racista. “Pretendemos criar empatia com quem se enxerga fora e longe dessa realidade”.
 

Parceria: Autor e desenhista apresentam História ilustrada do império Axânti online

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Ale Santos é um escritor, que usa a Internet, mais especificamente o Twitter para enegrecer aspectos da cultura africana que não aprendemos na escola. E se engana quem pensa que por ser no Twitter ele é superficial. Santos estuda e estuda muito para trazer fatos relevantes e nunca antes publicados.

Isso fez com que seus tuítes virassem uma febre para os amantes de cultura negra de todas as etnias, lhe rendendo trabalhos em grandes publicações como a revista Vice e Intercept.

Os textos do Ale atraíram a atenção de Douglas, um ilustrador que também usa o Twitter para divulgar os seu trabalho.

Juntos os dois transformaram a história do Império Axânti em um texto ilustrado incrível, disponível no perfil de Ale, no Twitter. Olha só:

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