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Nega: da zona oeste do Rio para a final do The Four Brasil

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Por Rodrigo Souza, jornalista
Foto: Edu Garcia

A final do programa The Four Brasil vai ao ar nessa quarta-feira, 27, às 22h30, na Record TV. A competição musical é de origem israelense e chegou ao Brasil há dois meses.  Como o próprio nome indica, a cada episódio quatro finalistas precisam batalhar com os desafiantes para permanecerem em suas cadeiras.

O The Four não é o primeiro e provavelmente não será o último “talent show” mundial importado por uma emissora brasileira. Nesses formatos, é muito fácil perceber a grande quantidade de competidores brasileiros “americanizados”, que tentam atingir o mais próximo da imagem de um artista internacional interpretando canções em língua estrangeira.

Entre os inúmeros competidores que passaram pelo The Four Brasil, precisamos destacar a representatividade de NEGA, cantora carioca, de 24 anos, que desde a sua primeira participação vem majestosamente defendendo a Música Popular Brasileira e nadando contra a maré.

Influenciada pelo samba e fã declarada de Elis Regina, logo na sua primeira apresentação no programa, NEGA encantou os jurados ao cantar “O Mundo é Um Moinho” de Cartola, mas foi com “Dona de Mim” da Iza, que a carioca conquistou a sua cadeira no programa. A apresentação foi publicada pela própria Iza no Twitter

Desde então, NEGA só cresceu no programa. Ela cantou “Alô Alô Marciano”, composição de Rita Lee, que ficou conhecida na voz da saudosa Elis, mas foi ao som de “Canto das Três Raças” de Clara Nunes, que NEGA levou para o palco a “dor” do povo  negro ao longo da história, sendo considerada pelos jurados a sua  melhor performance na competição. O cantor Thiaguinho elogiou a cantora por meio de um comentário no Instagram.

https://www.instagram.com/p/Bu_fONPBCmC/

HairLove: Sony Pictures Animation fará curta sobre o amor ao crespo na relação de um pai solteiro e sua filha

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Depois do banho de representatividade Homem Aranha no Aranha-Verso, onde Miles Morales foi o primeiro homem aranha negro, chegou a vez das meninas negras  e seus pais se sentirem representados pelo Estúdio Sony Picture Animation.

Hair Love será um curta produzido pelo estúdio, baseado no roteiro do livro Hair Love de Matthew A. Cherry, que foi produtor do filme Infiltrado na Klan. 

“Hair love é uma maravilhosa história de pai e filha e nós estamos orgulhosos em apoiar jovens e talentosos produtores de filmes como Matthew”, disse a presidente do SPA Kristine Belson, ao site americano DeadLine.

Capa do Livro Hair Love – Reprodução Instagram

 

O filme foca no jovem pai negro chamado Stephen que aprende pela primeira vez, a fazer o cabelo da sua filha chamada Zuri.

O filme arrecadou 284 mil dólares em uma plataforma de financiamento coletivo KickStarter, ultrapassando a meta de 75 mil dólares ,  batendo recordo do site  que define o filme como “um  projeto que  nasce da ausência de representação de animações , mas também quer promover o cabelo natural entre jovens negros”.

Ainda não há previsão de lançamento, mas estamos na torcida.

Irmãs repórteres de Ribeirão Preto fazem Iza chorar em entrevista

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Mirella e seus irmãos viralizaram um vídeo em 2017, onde mostravam os buracos da rua onde moravam em Ribeirão Preto.  Durante a chuva, as poças impediam as crianças de brincar. O sucesso dos vídeos foi tanto, que até a Gloria Maria apareceu por lá para entrevistar a criançada e claro, ser entrevistada por eles.

Na noite de quinta-feira, 21, foi a vez da Iza ser entrevistada por Mirella e sua irmãzinha. E a emoção da representatividade parece que pegou mais na cantora carioca que chorou ao responder uma pergunta da pequena repórter. Confira o vídeo:

https://twitter.com/izalegion/status/1108921832961302529

Raissa Santana estrela campanha de lingerie com nudes para todos os tons de pele

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A marca de lingerie Liebe Lingerie usou Dia Internacional da Luta pela Eliminação da Discriminação Racial, para lançar uma linha de lingeries nudes que vão do tom mais claro, até o mais escuro.

O nome da coleção, é Nude Para Todas é uma das modelos da campanha é a Ex Miss Brasil Raissa Santana.  As peças tem uma paleta de cores com cinco opções: nude, alvorada, chocolate, blend e mocca.

https://www.instagram.com/p/BvSl00Fnq7x/

São diferentes tonalidades para que as consumidoras encontrem a lingerie ideal para cada tom de pele.

BeyGood: Beyoncé está colaborando com a UNICEF para trazer água limpa para a nação Burundi , no leste africano

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Desde 2017, a artista e dona do mundo Beyoncé Knowles-Carter tem trabalhado em parceria com a UNICEF para trazer água limpa para a nação Burundi, que fica localizada no Leste Africano, onde metade dos residentes não tem acesso à água limpa. A escassez de água potável, resultou em uma crise de saúde que tem atingindo as crianças em maioria, que sofrem diarréia, que é a quinta maior causa de morte de crianças no mundo.

“Água limpa para a comunidade é um escudo contra muitas doenças”, disse Haladou Mahaman, Especialista em Água, dentro da UNICEF em entrevista ao canal CBS nos EUA.

A dificuldade de acesso á água potável também resulta em crianças perdendo aula por estarem doentes ou ainda, por conta dos longos caminhos a serem percorridos em busca de água limpa.

Essa jornada em busca de água limpa tem exposto muitas mulheres à violência sexual, porque muitas vão sozinhas aos poços saudáveis.

“Desde que o projeto BeyGood começou, nós temos ajudado a construir e reabilitar 84 pontos de água, entregando água mais limpa e segura para mais de 30 mil burundianis”, explica a nota sobre o projeto no site da Beyoncé.

Qualquer um pode ajudar com o projeto, fazendo doações pelo site do da UNICEF.

 

“Black WallStreeter”: Empresário e seu filho pequeno criam clube de investimento para comunidade negra

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Apesar da farsa da Bettina, que fez um milhão de uma forma que nem ela consegue provar, fato é que guardar dinheiro é a maneira mais inteligente de garantir um futuro melhor e sustentável. E engana-se quem pensa que isso só é possível para quem tem dinheiro sobrando. Guardar e investir faz parte de uma mudança comportamento em relação ao dinheiro, mas nós como comunidade negra não tivemos esse tipo de educação.

Na Virginia (EUA), Kevon L. Chisolm e seu filho Kamari “Junior WallStreeter” criaram um clube de investimento com serviços de consultoria financeira para aumentar a riqueza dos seus clientes, negros em grande maioria.

O clube funciona por meio de seminários que podem ser frequentados por pessoas acima dos 8 anos de idade. De acordo com Kevon, os seminários oferecem informações baseadas em pesquisas e estratégias para que qualquer um possa realizar o seu “sonho financeiro”.

“Quando criamos o Black WallStreeter, nos queríamos falar sobre algumas preocupações comuns que as pessoas têm sobre riqueza, como por exemplo, como guardar dinheiro para faculdade, para aposentadoria, como começar um novo negócio ou comprar uma casa”, explica Kevon.

A proposta de ser um clube, com encontros presenciais, não foi por acaso. A ideia é que aproximando pessoas parecidas, o projeto pode aliviar o estresse de tentar melhorar a condição financeira sozinho, individualmente.  Chilson já vem desse mercado há um tempo, tendo 15 ano de experiência em finanças e liderança, por meio da sua empresa Umoja.

No Brasil

No Brasil, o No Front é um projeto de educação financeira com foco na comunidade negra. Ele é liderado Gabriela Chaves,  economista formada pela PUC-SP, Mestranda em Economia Política Mundial na UFABC, com 5 anos de experiência no mercado Financeiro e Pesquisadora do NEPAFRO – Núcleo de Estudos Afro-Americanos.

O projeto oferece cursos presenciais de finanças pessoais e uma assessoria online para planejamento financeiro.

Para saber mais clique aqui.

 

 

Cinema negro: Em Guri, mãe ameniza as dores dor racismo por meio da ancestralidade

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Victor é um menino de 12 anos que sonha em vencer um campeonato de Bolinha de Gude do seu bairro. Partindo da brincadeira de criança, o filme Guri apresenta uma família negra de periferia, formada por Victor e a mãe, Madalena, que precisam lidar com a condição social e os preconceitos raciais que estão sujeitos. Na trama, pouco se sabe do pai apenas que ele mora e trabalha em São Paulo.

O curta se passa em dois espaços distintos, a escola e o bairro em que mora – Barra do Jucu, em Vila Velha (ES). Assim temos Victor, apaixonado por bolinha de gude,  se preparando para disputar o campeonato de Bolinhas de Gude de seu bairro. Porém, na semana do grande evento, o pequeno Victor é vítima de uma piada racista de um colega de sala a respeito de seu cabelo Black Power.

 mãe tem papel fundamental ao lidar com o ato racista, ao conversar com o filho sobre a importância de valorizar sua ancestralidade, sua história e não deixar-se abater por este tipo de preconceito. A história narra as aventuras desse garoto, que gosta de desenho animados e jogar futebol,  que graças à educação de sua mãe encontra na música os principais referenciais estéticos e de negritude.

O curta-metragem de ficção que tem direção e roteiro de Adriano Monteiro e produção executiva de Daiana Rocha, aborda uma das brincadeiras infantis que marcou época e quase não é mais vista nas gerações atuais. Guri é um drama e uma aventura infanto-juvenil. Apesar de seu conflito se estabelecer em cima de um tema delicado, o racismo na infância, ele não apaga sua perspectiva lúdica e divertida.

Com a proposta de adentrar no cotidiano dessa família negra de periferia, a pesquisa estética e cinematográfica iniciou-se em grandes obras do Cinema Novo e chegando a produções de bastante relevância no cinema contemporâneo, dentre eles estão Cidade de Deus (Fernando Meirelles, Kátia Lund, 2002), Ó Pai, Ó (Monique Gardenberg, 2007), 5x Favela – agora por nós mesmo  (Cacau Amaral, Rodrigo Felha, Cadu Barcelos, Luciano Vidigal, Manaira Carneiro, Wagner Novais, Luciana Bezerra, 2010). É importante destacar a influência de grandes diretores negros brasileiros, entre eles estão Joelzito Araújo, Jeferson De e André Novais Oliveira. Em relação a cineastas estrangeiros, a produção se ancora em obras dos diretores norte-americanos Spike Lee e Ava DuVerney, bem como no diretor senegalês Ousmane Sembène.

O curta-metragem propõe uma importante reflexão sobre a infância da perspectiva da criança negra, além de contribuir para o debate do racismo na infância, tão naturalizado em nossa sociedade através de piadas e “brincadeiras”, e ainda valorizar as representações de personagens negros e negras no cinema capixaba.

A produção ainda pretende distribuir o filme para utilização pedagógica nas escolas, como menciona o diretor. “O filme ao privilegiar um elenco composto em sua maioria por crianças, quer tocar em um tema delicado que é o racismo na infância e fomentar esse debate na família, na escola e em outras instâncias da sociedade”, afirma Adriano Monteiro.

O curta-metragem Guri será lançado no dia 26/03, às 19h no Cine Metrópolis (UFES). Após a exibição haverá bate-papo com o diretor, elenco e convidados. GURI é um projeto de curta-metragem contemplado pelo Edital 029/2017 do Fundo de Cultura – FUNCULTURA, da Secretaria de Estado da Cultura do Espírito Santo (Secult). Realização: Bule – Estúdio Criativo.  

Informações Gerais:
Sessão Especial de Lançamento
Curta-metragem Guri (Direção e roteiro Adriano Monteiro)
Data: 26/03 às 19h
Local: Cine Metrópolis (UFES)
Sessão de Abertura: Websérie Palavra Negra
Apoio cultural: Secult/ES. Realização Bule Estúdio Criativo.

Crédito de foto: Luara Monteiro. 

Mulheres negras são menos de 1% em cargos executivos de grandes empresas

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Apesar da “liberdade”,  as relações trabalhistas no Brasil ainda carregam uma forte carga  do período escravocrata.  Juntamente com a educação, o mercado de trabalho é um dos setores onde o racismo estrutural age de forma mais explícita. Em grandes empresas a cor de quem serve o café é sempre a mesma, assim como a do CEO.

A população negra brasileira, que representa um contingente de mais de 110 milhões de pessoas (54%), segue em desvantagem no mercado de trabalho ainda nos dias de hoje, menos de 1% é o percentual de mulheres negras em cargos executivos nas 500 maiores empresas no país (Instituto Ethos, 2016).

Ao longo de 268 páginas a ativista e Diretora Executiva do ID_BrLuana Genót, uma das principais vozes da luta pela igualdade racial no mercado trabalho, retrata em seu livro Sim à Igualdade Racial – raça e mercado de trabalho”(Editora Pallas)  como as relações de trabalho têm se dado no Brasil, dentro da esfera das relações raciais sobretudo em grandes corporações.  Ela usa dados estatísticos atualizados, fazendo um largo panorama que mostra a discrepância negros e brancos no mercado de trabalho.

A obra que será lançada hoje, 21 de março (Dia Internacional Contra a Discriminação Racial) , no RJ mostra, por exemplo, que mesmo com o aumento da comunidade negra dentro das universidades, não houve um inserção proporcional desse perfil dentro dos quadros de lideranças das grandes empresas. 

“Todos nós temos papel fundamental na mudança do cenário atual. A igualdade racial é peça-chave para o crescimento das empresas e sua diversidade. Estamos aqui para auxiliá-las a olhar para esse tema como oportunidade de mercado e transformação social. Precisamos priorizar o assunto que muitas vezes é deixado de lado”, afirma Genót.

O livro traz 16 depoimentos de pessoas de diferentes perfis, além das falas da própria Luana e de seus pais. A autora despertou para o problema quando foi vítima de preconceito racial em ambientes corporativos.

As entrevistas foram escritas na primeira pessoa, de acordo com Luana Génot para que os leitores possam se colocar mais facilmente no lugar dos personagens. Ela propõe a observação de alguns termos recorrentes quando o assunto é raça, que estão em destaque no livro, como: “branquitude”, “colorismo”, “heteroidentificação”, “etnia”, “interseccionalidade”,“viés inconsciente” e “democracia racial”.

Na perspectiva da jornalista Flávia Oliveira, uma das entrevistadas, a sua excessiva representatividade é prova da assimetria racial no mercado de trabalho. “Eu não teria muita visibilidade se fôssemos muitos negros no jornalismo de TV, rádio ou qualquer outro meio”, afirma.

Serviço do lançamento no Rio de Janeiro:
“Sim à Igualdade Racial – raça e mercado de trabalho”, de Luana Génot
Endereço: Livraria da Travessa Leblon – Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – loja 205A
Data: 21/03
Horário: 19h
Entrada franca

Serviço do livro:
“Sim à Igualdade Racial – raça e mercado de trabalho”, de Luana Génot
Pallas Editora
Políticas afirmativas/racismo
272 páginas
R$ 54,90

 

SmartFit dará “aulão” de dança afro-urbana de graça em parceria com coletivo Mooc

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Focando na diversidade com propósito para incluir ritmos africanos nas aulas de dança, a rede de academias SmartFit iniciou uma parceria com o Mooc , grupo formado por oito jovens negros moradores da periferia paulistana. O coletivo convidou a dançarina e coreógrafa de danças africanas Gabb Cabo Verde para ministrar cinco aulas de Afrobeats nas unidades Smart Fit Paulista, Carrão, Sacomã, Tucuruvi e Augusta, e promover uma experiência diferente aos alunos.

Para inaugurar o projeto, a rede vai oferecer uma aula gratuita no dia 24/03, às 15h, na avenida Paulista.  A ideia é realizar um aulão, com duração de uma hora, aberto ao público, junto ao Smart Truck, um furgão totalmente equipado para oferecer o melhor da atividade física, de forma totalmente gratuita. 

Para os integrantes do Mooc, ter um projeto relacionado a música, com uma grande marca, principalmente no estilo afro, é uma grande conquista, pois essa é uma das principais frentes de trabalho do grupo.

“A música é de fácil acesso e nos ajuda a dialogar em um formato diferente. Além disso, no dia a dia, falamos sobre mudanças e sobre a importância de colocar em prática nossos ideais, mas nem sempre temos oportunidade. Por isso, acredito que a dança será uma excelente porta de entrada para as pessoas conhecerem mais sobre nosso trabalho, diz Lídia Thays, diretora de arte no Mooc.

Serviço

Aula de Afrobeats aberta ao público
Data: 24/03/2019

Horário: 15h
Endereço: Avenida Paulista, 1.853 – SP
Professora: Gabb Cabo Verde
Cronograma de aulas na Smart Fit

 

Sacomã

Data: 01/04

Horário: 19h

 

Paulista

Data: 05/04

Horário: 18h

 

Tucuruvi

Data: 08/04

Horário: 19h

 

Augusta

Data: 12/04

Horário: 19h

 

Carrão

Data: 15/04

Horário: 19h

 

 

 

Sociologia dos Orixás é tema de curso em São Paulo

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Ivan Poli é o único autor brasileiro do Renascimento Africano reconhecido por autoridades tradicionais, políticas e acadêmicas em diversos países africanos. Em abril, ele realizado o curso Sociologia dos Orixás, em 4 aulas, em São Paulo. O curso abordará a constituição das Civilizações da África Ocidental a partir dos mitos da civilização Yorubá (os Orixás), assim como sua influência na diáspora até os dias atuais.

As aulas tratarão dos valores civilizatórios e identitários dos Orixás em nossas civilizações na África e Diáspora através dos diversos aspectos do Mito segundo os maiores nomes no estudo de mitos do mundo.
Esta viagem pelos arquétipos dos Orixás se dará através de seus Orikis (cantos sagrados) e para tanto se prevê uma introdução à Literatura Oral através de uma Oficina.

Plano de aulas
Aula 1
Literatura Oral Yorubá e Africana ,Diversos Gêneros e Apresentação dos Orikis (Oficina de Orikis)

Aula 2
Exu o transgressor ; Ogum , a ordem; Oxossi , o código dos caçadores; Logun Ede , da caça e coleta a urbanização;

Aula 3
Oxumaré , o duplo e a dialética africana; Obaluaiyê, a medicina tradicional ; Nanã, o conceito de pátria ; Yemanjá , os agregados de família e a escravidão linhageira.

Aula 4
Xangô , o código moral e o duplo; Yansã , a guerreira chefe de família; Oxum , a educadora ; Obatalá , o código moral espiritual; Odwduá – O Ancestral mítico .

O curso é para interessados em cultura africana em geral e profissionais de humanas que se interessem pelas leis 10639/03 e 11645/08 ( Cultura afro-brasileira, africana e indígena na Educação ).

Sobre o docente:
Ivan Poli
Único autor brasileiro do Renascimento Africano reconhecido por autoridades tradicionais, políticas e acadêmicas em diversos países africanos, autor dos demais Renascimentos do Sul (Hindu, Chinês, Oriente Médio, Sudeste Asiático, Russo, Latino-americano) mestre em Linguagem e Educação na Universidade de São Paulo. Trabalha com os seguintes temas: Mitos Africanos na Educação, Filosofia da Educação no Oriente, Sistemas Educacionais no Oriente e África, Relações Mestre Discípulo no Oriente e África, Historia da Educação e Sociologia da Educação no Oriente e na África, sobretudo na Índia, Lei 10639/03 (Cultura Africana e Afro-Brasileira na Educação – seu tema de pesquisa no mestrado), metodologias de letramento a partir de gêneros da oralidade africana na alfabetização de jovens e adultos. Tem vivências e experiências em instituições religiosas e educacionais em 22 países em 5 continentes que visitou durante 9 anos (tema de uma de suas obras).
Trabalho acadêmico reconhecido por diversas autoridades de alto nível na Europa (França), África (Nigéria e Benim), Ásia (Índia) e América Latina (Brasil e Argentina).

.:: Data: 03, 10, 17 e 24/04 – quartas-feiras, das 19h às 22h

.:: Investimento: R$ 150

.:: Inscrições: https://bit.ly/2TH4Cig

Local: Lab Mundo Pensante
Rua Treze de Maio, 733 – Bela Vista – São Paulo – SP
Tel:. 5082-2657
www.mundopensante.com.br

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