Em sua quarta edição, o Power Couple Brasil, da Rede Record, 13 casais disputam um prêmio que pode superar o valor de R$ 1 milhão. É necessário que marido e esposa confiem um no outro, pois devem realizar apostas de até R$ 40 mil e caso tudo seja cumprido de forma correta, ficam com esse dinheiro, que será acumulado até a final da temporada e o valor total será o prêmio do casal vencedor. Entre eles, está o André Marinho e Adriana Marinho.
André é cantor, compositor e apresentador, ficou bastante conhecido após fazer parte do grupo Br’oz. Ao longo dos seus quase 41 anos coleciona diversas participações na TV e atualmente segue com o programa Acesso Livre, que apresenta desde 2012 e é exibido online. Casado com Adriana, também conhecida como Drika, possuem dois filhos, Lucas e Luna.
Drika é atriz, bailarina e fotografa. Carioca, ela cresceu no mundo artístico e trabalhou com vários artistas viajando, fazendo o que mais gosta, segundo ela, dançar! Após o nascimento do seu primeiro filho, o gosto pela fotografia infantil aumentou e ela decidiu tratar isso como trabalho. Em seu site, ela conta que já atua na área há seis anos.
“A criança tem um olhar puro, natural, espontâneo e é isso que define meu trabalho: a espontaneidade! Minha especialidade são os ensaios temáticos e lúdicos com os bebês. A fotografia é uma lembrança que ficará para vida toda, o bebê irá crescer e essa recordação ficará para sempre“.
Na disputa, quem acumular o pior saldo financeiro do período, vai para a DR da semana e corre o risco de sair da competição e também quem perder a prova dos casais. Segundo o diretor do programa, Rodrigo Carelli, as tarefas são surpreendentes. “Elas serão maiores. E os desafios envolvendo os casais serão sempre gravados fora do campo de provas, em locações externas”.
Acompanhe a rotina do casal na disputa através das redes sociais: https://www.facebook.com/drikadior e https://www.facebook.com/andremarinhooficial2.
Com o proposito de valorizar a experiência contemporânea do corpo negro no Brasil e a cultura de matriz africana, o fotógrafo Leandro Cunha, através da exposição fotográfica “ÌTÀN”, remonta as histórias ancestrais dos orixás de candomblé a partir de uma performance entre 33 artistas negros. O evento é aberto ao público todos os dias, de 12h às 18h, no Centro Municipal de Arte Hélio, até dia 11 deste mês. A entrada é gratuita.
A exposição surgiu da vontade de associar a pesquisa em fotografia com a pesquisa do corpo negro, partindo de um entendimento herdado da cultura iorubá, trazendo os ancestrais da natureza, Orixás. A partir disso, o Leandro propõe a um grupo de artistas negros uma busca destas forças ancestrais em seus corpos, principalmente nas relações que eles poderiam criar em coletivo, tendo os Ìtàn (histórias que narram os acontecimentos vividos pelos Orixás através dos séculos e transmitidos oralmente pelos sacerdotes) como pano de fundo para contatar tais forças.
Fotos: Leandro Cunha
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Funcionando como instrumento crítico, a exposição propõe também o debate sobre o tratamento histórico pejorativo e desigual do negro, da cultura afro diaspórica, a resistência por representações culturais, bem como, os crimes de racismo religioso.
As fotografias que constroem a exposição são digitais e foram feitas por Leandro Cunha em técnica de longa exposição. Ele pontua que os performers foram fotografados nus, de forma que somente a experimentação e a mobilização de energias a partir do corpo, sem elementos adicionais, pudessem ser exploradas.
“Os artistas fotografados são membros do cenário artístico-cultural carioca e profundamente comprometidos com a afirmação da cultura negra na cidade, que em todas as instâncias entendem a prática artística como, sobretudo, uma prática política, potencializando neste projeto a discussão sobre coletividade diversidade e representatividade”, afirma.
O Centro Municipal de Arte Hélio Oiticica fica localizado na Rua Luís de Camões, Praça Tiradentes, 68, Rio de Janeiro.
O longa brasileiro independente “Não sei qual cidade se passa aos olhos dele” tem como um de seus diretores e protagonista, João Mendonça, uma criança negra de 9 anos. O primeiro filme da Cia Banquete Cultural como produtora e da Xique Xique Neon como pós-produtora, estreia na 18ª edição da Mostra do Filme Livre, maior mostra de cinema independente brasileiro, que acontece nos Centros Culturais Banco do Brasil (CCBB) e já passou por São Paulo e os próximos destinos são Distrito Federal e Rio de Janeiro, de março a junho, com entrada gratuita.
Feito de forma totalmente independente, o longa conta a história de um pai quer fazer um filme com seu filho João que, por sua vez, deseja mesmo é fazer seu próprio filme. Dessa forma, entram em uma fronteira invisível, e sempre deslocada, entre quem filma e quem é filmado, entre uma geração e outra. João recusa uma linha divisória entre esses dois mundos e fabrica suas próprias imagens, no celular.
De acordo com o coprodutor e diretor de elenco, Jean Mendonça, o filme surgiu de uma peça de teatro da Cia Banquete Cultural, “Áurea, a lei da Velha Senhora“, escrita e dirigida por ele, ganhadora do prêmio Funarte Myriam Muniz, em 2015. Negrinho era uma personagem da peça que só aparecia em vídeo, mas que dialogava com os atores no palco.
Dirigido por João Bernardo Mendonça e Thaís Inácio, o longa conta com a participação dos atores Marcus Liberato e Cláudia Barbot, que também atuaram na peça que deu origem ao filme, expandindo a narrativa do teatro. Através de uma estética híbrida, entre documentário e ficção, o filme trabalha a presença de diversos moradores das cidades em situações performáticas, em uma troca que se propõe a reinventar seus próprios cotidianos, assim como o ponto de partida na criação. Entre eles, o menino Felipe Passos e a Dona Ilídia, uma senhora dos seus “cento e poucos” anos, que faz a avó no enredo. Evandro Passos, dançarino, diretor e professor, faz a produção local do longa, Jean Mendonça é coprodutor e diretor de elenco, e Sérgio Pererê, ator e músico, conduz o canto da procissão.
Fotos: Paula Melo
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“João Mendonça, performer principal, tinha 5 anos na época da gravação do curta. Sua figura desafiadora no set reservou ao filme espaços que não existiriam, caso fosse um ator mirim profissional. Suas recusas à atuação contribuíram para uma experiência que se recriou em escuta às suas intervenções, e por isso, ainda que com apenas 9 anos, eu o provoquei para o gesto de integrar simbolicamente a equipe de direção“, conta a diretora, Thaís Inácio.
Em São Paulo, o longa foi exibido no dia 14 de abril. Já no Distrito Federal, a exibição acontece no dia 4 de maio, às 17h, no CCBB (Setor de Clubes Sul, Trecho 2, lote 22). Os moradores da cidade do Rio de Janeiro contam com duas oportunidades, a primeira no dia 11 de maio, às 18h e a outra no dia 25 de maio, às 19h15, no CCBB (Rua Primeiro de Março, 66 – Centro). Mais informações No site https://www.xxneon.com/__narrativas-visuais/naosei.
Com o intuito de chamar a atenção para a necessidade de apoio urgente a Moçambique, devido a catástrofe gerada pelo ciclone que devastou o país, deixando inúmeras mortes e desabrigados no país, artistas de todo o país irão celebrar juntos o elo que nos liga a Moçambique: a música e a língua. A renda obtida com os ingressos e doações do evento, será doada através da Cruz Vermelha e destinada a ações de cuidados às vítimas do ciclone. O evento será realizado na próxima terça, 7 de maio, às 21h, na Casa Natura Musical.
Recentemente, Moçambique foi atingida pelo pior ciclone já registrado em décadas, tendo centenas de mortes e dezenas de cidades completamente devastadas. Segundo o Banco Mundial, serão necessários mais de US$ 2 bilhões para atender Moçambique, Zimbábue e Malaui, países atingidos pelas tempestades.
O proposito principal da iniciativa é chamar atenção para a necessidade de apoio urgente a Moçambique. De Brasília, as embaixadas dos países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) estão apoiando esta iniciativa em prol de Moçambique, assim como a Cruz Vermelha, que está recebendo doações de todo o Brasil em conta especialmente criada na Caixa Econômica Federal – 104, OP 003, Ag. 2123, CC 323-8, CNPJ 33.651.803/0001-65.
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O show reunirá nomes como Alessandra Leão, Anelis Assumpção, Anna Setton, Anna Tréa, Arnaldo Antunes, Batucada Tamarindo, Clarianas, Craca e Dani Negra, Curumin, Diego Moraes, Fabiana Cozza, Gumboot Dance Brasil, Horoya, Ian Cardoso, Illy, Jaloo, Josyara, Karol Conka, Kastrup, Lucas Santtana, Luedji Luna, Luiza Lian, Márcia Castro, Mc Tha, Mestrinho, Mondhoro, Nicolas Krassik, Nina Oliveira, Nômade, Otis, Pipoquinha, Preta Rara, Samba da Nega Duda, Samuca e a Selva, Simoninha, Timeline Trio, Tulipa Ruiz, Tuto Ferraz, Xênia França, entre outros. Com direção artística de Marcus Preto, músicos e cantores se alternarão no palco, em solos, duos e muitos encontros inusitados.
A Casa Natura Musical fica na Rua Artur de Azevedo, n° 2134 – Pinheiros, em São Paulo. O ingresso pode ser comprado online: http://bit.ly/2ZSsbVJ.
A Aliança Pró-Saúde da População Negra, responsável pelo V Fórum de Saúde da População Negra do Município de São Paulo, acaba de anunciar a data de realização do evento. Será no dia 11 de maio, a partir das 13h, na sede do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (APEOESP), na Sala da Diretoria – Mezanino, na Praça da República, 282, Centro.
Criado pela Aliança Pró-Saúde da População Negra, em 2018, trata-se de uma roda, composta pelas lideranças de movimentos sociais, universitários, pesquisadores, organizações, gestores e demais atores com atuação contra o racismo e demais interessados na área.
Com o objetivo de observar as políticas públicas direcionadas à saúde da população negra no município de São Paulo, o Fórum, conduzido pela Aliança Pró-Saúde da População Negra amplia as possibilidades de articulação pró saúde da população negra, bem como a participação popular, o controle social e advocacia das políticas públicas.
Ana Luíza, da Coordenação Executiva da Aliança acredita que: “As demandas são infinitas, porque a população ainda está distante da saúde integral, e ainda mais distante está a população negra. Desde sofrimentos psíquicos até a falta de saneamento básico, existe muito trabalho que foi feito para melhorar a situação do povo negro, mas temos ainda muita coisa para fazer, no contexto em que vivemos, com o avanço de políticas genocidas“.
O ex-árbitro Márcio Chagas, atual comentarista de arbitragem da RBS TV, afiliada no da Rede Globo no Rio Grande do Sul, relatou casos de racismos ocorridos durante sua época de trabalho, dentro e fora dos campos.
Em um texto para a UOL Esportes, Márcio destrinchou situações vividas por ele na época de arbitragem e também os contantes casos que passa atualmente, mesmo estando na função de comentarista de arbitragem, seja através das arquibancadas e principalmente nas redes sociais.
No início do texto, pontua algo que foi questionado por seu filho, uma pergunta tão difícil que ele não teve resposta.
– Um dia meu filho de cinco anos me perguntou por que os pretos dormem na rua e são pobres. Expliquei que é um resquício da escravatura, que estamos tentando mudar isso, mas que é difícil. Não sei se ele entendeu. Às vezes nem eu entendo. Sendo negro em um estado racista como o Rio Grande do Sul, eu me acostumei a ser o único da minha cor nos lugares que frequento. Fui o único negro na escola, o único namorado negro a frequentar a casa de meninas brancas e, como árbitro, o único negro apitando jogos no Campeonato Gaúcho. Hoje sou o único negro comentando esses jogos na TV local. Durante muito tempo, me calei ao ouvir alguma frase racista. Engolia, como se não fosse comigo. Mas era comigo. A verdade é que estou p… com os racistas. Todo fim de semana escuto gente me chamando de preto filho da p…, macaco, favelado. ‘Matar negro não é crime, é adubar a terra’, eles dizem. Estou de saco cheio dessa história.
Durante todo o texto, Márcio relatou diversos episódios racistas que sofreu durante o trabalho enquanto árbitro e depois, já na função de comentarista. Falou, inclusive, sobre uma situação ocorrida em março de 2014, quando teve seu carro atingido e coberto com cascas de banana.
– No dia 5 de março de 2014, o Esportivo jogou contra o Veranópolis, em Bento Gonçalves, uma cidade perto de Caxias, também na serra gaúcha. Essa é a região mais racista do estado. Logo que saí do vestiário já fui chamado de macaco, negro de merda, volta pra África, ladrão. Falei pros meus colegas: ‘Se nem começou o jogo os caras já estão assim, imagina no final.’ Acabou a partida. Jogando em casa, o Esportivo venceu por 3 a 2, e não teve nada anormal no jogo: nenhuma expulsão, nenhum pênalti polêmico, lance de impedimento controverso, nada. Mesmo assim os torcedores se postaram na saída do vestiário para me xingar. […] A uma distância de uns dez metros, questionei um senhor que estava com o filho: ‘É isso que você está ensinando pro seu filho?’ ‘Vai se foder, macaco de merda.’ ‘Uma ótima semana pro senhor também’, respondi e desci ao vestiário. A polícia não fez menção de interpelar os torcedores, mas registrei os xingamentos na súmula. Tomei meu banho, esperei meus colegas e saí do vestiário pra pegar meu carro, que estava em um estacionamento de acesso restrito à arbitragem e funcionários dos clubes. Encontrei as portas do carro amassadas e algumas cascas de banana em cima. Ao dar partida no carro, ele engasgou duas vezes. Na terceira tentativa, caíram duas bananas do cano de escapamento. Meu colega Marcelo Barison ficou horrorizado.
O comentarista termina o relato dizendo que, apesar da gravidade das situações, elas serviram para que ele sentisse ainda mais o desejo de exaltar suas origens onde a sua família possui papel fundamental:
– Eu me recuso a morrer ou adoecer. Prefiro lutar. Quando esses ataques acontecem, minha mulher, que é negra, me dá a força que ela consegue. Ela sabe muito bem o que é isso. Meus filhos ainda não sabem. Eu fortaleci a consciência da minha negritude principalmente pelo rap, ouvindo aquela música, analisando aquela letra e me identificando com aquela situação retratada. Os racistas não sabem, mas eles só fortaleceram minha consciência racial. Eu falo pro meu menino que ele é lindo. Enalteço o nariz e o cabelo “black power” dele, digo para ele sempre valorizar a negritude que ele tem. Minha filha tem dois anos e vou procurar fazê-la ter orgulho de si mesma, assim como eu tenho da nossa raça. Minha briga é por mim, mas também por eles. Os racistas não vão nos matar.
Infelizmente são situações frequentes, dentro e fora dos campos. Inclusive jogadores de futebol como Arouca, Aranha, Tinga, Robertos Carlos, Balotelli entre outros, foram algumas das vitimas durante as partidas de seus respectivos times. Caso passe por isso, denuncie. Racismo é crime!
O Instituto Identidades do Brasil (ID_BR), criador do Prêmio Sim à Igualdade Racial 2019, que será realizado no dia 14 de maio, às 19h, no Hotel Copacabana Palace, no Rio de Janeiro, divulgou os indicados à categoria “Representatividade em Novos Formatos“. São eles: AD Júnior, Ana Paula Xongani, Tia Má e Yuri Marçal. A votação pode ser feita clicando aqui.
A premiação acontece durante o jantar beneficente do ID_BR que reúne celebridades e executivos de grandes empresas e visa arrecadar fundos para programas e ações do Instituto. Gilberto Gil e Ingrid Silva são as atrações musicais confirmadas. Adriana Lessa, Draysson Menezzes, Felipe Adetokunbo e Udilê Procópio serão os apresentadores do evento.
Adriana Lessa, Draysson Menezzes, Felipe Adetokunbo e Udilê Procópio serão os apresentadores d...
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O prêmio tem o objetivo de reconhecer nomes e iniciativas que atuam em prol da Igualdade Racial no Brasil. Segundo Luana Génot, diretora executiva do ID_BR, A Igualdade Racial é peça-chave para o crescimento e fortalecimento das organizações e sua diversidade. “Estamos aqui para auxiliá-las a olhar para esse tema como oportunidade de mercado e transformação social”.
São 11 categorias, dividias em três pilares: Educação, Empregabilidade e Cultura. Cada uma delas conta com três indicados, exceto Representatividade em Novos Formatos que conta com quatro indicados. Em educação, temos as categorias: Intelectualidade Negra; Inspiração; e Educação e Oportunidades. Já em cultura temos: Representatividade em Novos Formatos; Raça em Pauta; e Arte em Movimento e Destaque Publicitário. E no pilar empregabilidade temos: Comprometimento Racial; Liderança Negra; Trajetória Empreendedora, e além da categoria especial ID_BR + GPTW – Melhores Práticas Culturais Étnico-Raciais, fruto da parceria com a Great Place to Work. Todas as indicações serão analisadas e submetidas ao conselho julgador de cada área. O Site Mundo Negro faz parte dessa comissão.
O time de anfitriões nesta edição tem como missão apoiar a causa publicamente e convidar mais líderes para atuar em prol da igualdade racial. Entre eles estão: Luíza Helena Trajano (Presidente Magazine Luiza), Bruno Gagliasso (Ator), Hamilton Amadeo (CEO AEGEA), Maria Ângela (Netflix), José Vicente Marino (Presidente Avon) e Regina Casé (Apresentadora).
ID_BR é uma organização sem fins lucrativos, pioneira no Brasil, que promove os direitos humanos. Com foco na luta pela igualdade racial, desenvolveram a campanha Sim à Igualdade Racial, com o proposito de conscientização e engajamento de organizações e da sociedade civil em prol das ações afirmativas e crescimento socioeconômico da população negra, através da inserção no mercado de trabalho.
Ser estagiário(a) na L´Oréal é ter a oportunidade de se desenvolver e ser um(a) agente de mudança ao mesmo tempo, participando diretamente de projetos, contribuir na sua organização e implementando ideias que fazem a diferença dentro dos valores da empresa.
PERFIL Graduandos em:
Administração, Contabilidade, Ciências Atuariais, Economia, Engenharia de Materiais, Engenharia de Produção, Estatística, Logística, Marketing, Matemática, Publicidade e Propaganda ou cursos correlatos (à partir do 4°semestre/período)
As vagas de estágio são para as áreas de:
Marketing (Marketing e Marketing Digital);
Supply (Demand Planning, Logística Reversa e Qualidade de Distribuição Física);
Finanças
Boa notícia para quem está com saudades da atriz Olivia Araújo, que recentemente nos encantou na pele de Cesárea na novela “O tempo não para”. A atriz será um dos melhores motivos para assistir a nova temporada de Malhação – Nova Forma de Amar, que começa no dia 16 de abril.
Na pele de Vânia, Olívia viverá uma empregada doméstica. No site do programa, a personagem é definida como uma mulher caprichosa e cheia de iniciativa, que encarou com tranquilidade a missão de criar a filha sozinha. “É um grande exemplo de mulher guerreira, dona de um humor que resiste às adversidades”.
A filha de Vania é Jaqueline (Gabz), uma lutadora de Muay Thai, que vai sair à procura do pai, o médico César (Tato Gabus Mendes), que nunca quis saber dela, tem outra família e quer apenas contribuir financeiramente em sua formação.
Tato Gabus Mendes será César, pai de Jaqueline, papel de Gabz em ‘Malhação – Toda Forma de Amar’ — Foto: TV Globo/Estevam Avellar
Malhação – Toda Forma de Amar é escrita por Emanuel Jacobina, com supervisão artística de Carlos Araujo e direção artística de Adriano Melo.
Eddie Murphy, após 30 anos da estreia de Um Príncipe em Nova York, volta ao papel do príncipe Akeem, integrante da realeza africana, que retornará aos EUA após descobrir que tem um filho na América, seu herdeiro no trono.
E se o roteiro já nos deixa ansiosos pelo retorno do longa, tudo fica ainda mais promissor com a chegada de Ruth Carter para cuidar do figurino da realeza de Zamunda ( nação africana fictícia). Carter que levou o Oscar de 2019 como melhor figurino pelo filme Pantera Negra comemorou a notícia em seu Twitter.
A Paramount Pictures também anunciou o diretor Craig Brewer (de Empire) para comandar o longa, com roteiro reescrito por Kenya Barris, criador da série Black-ish.
“Depois de muitos anos de antecipação, estou empolgado com o fato de Um Príncipe em Nova York 2 estar oficialmente acontecendo […] Nós montamos uma grande equipe que será liderada por Craig Brewer, que acabou de fazer um trabalho incrível em Dolemite e estou ansioso para trazer todos esses personagens clássicos e amados de volta para a telona“, disse Murphy em um comunicado que anunciou a sequência.