“Esquadrão Suicida 2” ganhou trailer inédito com novas cenas e destaque para o Sanguinário de Idris Elba. O trailer divulgado pela Warner mostra um pouco mais do que podem ser as motivações do personagem defendido pelo ator britânico e como será sua interação com Amanda Waller (Viola Davis), comandante durona do Projeto Cadmus e idealizadora do Esquadrão Suicida.
Será a segunda adaptação da equipe de anti-heróis da DC Comics e a segunda vez estrelada por um ator negro. O primeiro longa, lançado em 2016 e dirigido por David Ayer (roteirista de ‘Dia de Treinamento’), trazia Will Smith como Pistoleiro, um mercenário que nunca erra seus tiros e precisa completar a missão para diminuir sua pena e conseguir reencontrar a filha. Na peça divulgada pela Warner ontem, a premissa do personagem de Elba parece ser parecida.
Em entrevista para o IGN, o diretor James Gunn disse que escreveu o personagem especialmente para Idris Elba, sem saber exatamente qual integrante ele seria, e por isso algumas diferenças com o Sanguinário das HQs. A verdade é que eu escrevi esse papel para o Idris Elba, sem saber qual personagem dos quadrinhos eu usaria”, explica Gunn. Além das armas que saem da armadura, Gunn destaca o “sinistro capacete que parece uma caveira” que Elba usará em alguns momentos. “Eu amei o design, muito embora ele seja muito diferente do que é visto nos quadrinhos”, explicou o diretor.
Nos quadrinhos, a principal habilidade de Sanguinário é teleportar armamentos variados de um armazém para qualquer lugar em que ele estiver. No filme, o personagem usará uma roupa com partes destacáveis que formam diferentes tipos de armamentos.
‘Esquadrão Suicida 2’ está previsto para estrear no dia 4 de agosto deste ano.
Ator descartou o nome J’Ouvert após as críticas de Nicki Minaj e do governo de Trinidad e Tobago
Após anunciar no fim de semana de que estava lançando uma linha de rum chamada J’Ouvert, Michael B. Jordan publicou um pedido de desculpas e decidiu mudar o nome da marca. Os críticos ficaram ofendidos porque no processo de registro da marca, Jordan afirmou que o termo “não tem significado em uma língua estrangeira”.
J’Ouvert sinaliza o início do carnaval no Caribe e é um elemento muito tradicional da cultura de Trinidad e Tobago. O uso da palavra por Jordan foi sentido por muitos como uma apropriação cultural. O termo “J’Ouvert” origina-se do francês para o amanhecer e sua relação com o início do carnaval no Caribe remonta ao século XIX.
Uma petição online para impedir o registro da marca já havia ultrapassado 12.000 assinaturas e o governo das ilhas também expressou profunda preocupação com o plano. A cantora Nicki Minaj, que é Trinidad, pediu a Jordan que mude o nome “ofensivo” na última terça-feira.
No texto repostado por Nicki, a autora falou sobre como J’Ouvert “se originou em Trinidad com as festividades de Canboulay, que era uma época em que os campos de cana-de-açúcar pegavam fogo e os escravos ainda eram forçados a colher as plantações restantes antes da destruição completa”. O post também explicou que “foi posteriormente adotado por outras ilhas do Caribe, à medida que experimentaram a emancipação ao longo de diferentes períodos da história”.
Em seguida, Jordan postou um pedido de desculpas nos Stories.“Eu só quero dizer em meu nome e em nome de meus parceiros, nossa intenção nunca foi ofender ou ferir uma cultura (que nós amamos e respeitamos) e esperamos celebrar positivamente”, escreveu ele. “Nos últimos dias tem havido muita escuta. Muito aprendizado e envolvimento em inúmeras conversas da comunidade”, disse o ator. “Nós ouvimos vocês. Eu ouvi e quero deixar claro que estamos no processo de renomeação. Pedimos desculpas sinceramente e esperamos apresentar uma marca da qual todos possamos nos orgulhar”, completou.
No início da semana, a ministra do Comércio e Indústria, Paula Gopee-Scoon, disse ao Trinidad e Tobago Newsday que as implicações de propriedade intelectual do pedido foram “extremamente preocupantes”.
O Festival de Cannes é considerado o principal prêmio do mercado publicitário no mundo.
Globo, Coca-Cola e WMcCann ganharam, nesta quarta-feira, 23, o Leão de Ouro na categoria Entretenimento, no Festival Internacional de Criatividade de Cannes 2020/2021, com o especial de Natal da TV Globo “Juntos a Magia Acontece”.
Com elenco majoritariamente formado por atores negros, o especial contou a história de um avô que, deprimido pela morte repentina de sua esposa, tenta ocupar seu tempo e se candidata a uma vaga de Papai Noel no shopping. Recusado e ironizado por sua cor, ele é salvo por um plano mirabolante de sua neta de distribuir presentes na vizinhança às vésperas do Natal. A ideia dela ganha adesão da própria família e de outros moradores e ele acaba se tornando o Papai Noel das caravanas da Coca-Cola.
A iniciativa apostou na oportunidade de transformar um cenário de intolerância em um espaço de representatividade para a maior parte da população brasileira. Mais de 15 milhões de pessoas assistiram ao programa e as ações digitais renderam 5 milhões de impressões no digital. O especial atingiu #1 Trending Topic no Twitter no Brasil, além de ter ficado na lista mundial por 4 horas.
Concebido e produzido pela Globo, ‘Juntos a Magia Acontece’ foi criado e escrito por Cleissa Regina Martins, revelada pela primeira turma do Laboratório de Narrativas Negras, parceria entre a Globo e a Flup, iniciado em 2017. A supervisão de texto é de George Moura e a direção artística é de Maria de Médicis.
No elenco, estão Milton Gonçalves, Camila Pitanga, Zezé Motta, Fabrício Boliveira, Luciano Quirino, Tony Tornado e as crianças Gabriely Mota e Ícaro Zulu, além da participação especial de Francisco Cuoco, Aracy Balabanian, Alice Wegmann e Zezé Polessa.
A cantora Elza Soares, 91, uma das maiores artistas do nosso tempo, foi homenageada na noite desta terça-feira (22), pela instituição beneficente de Beyoncé, a BeyGOOD.
A postagem faz parte das ações da BeyGOOD nas redes sociais em celebração ao Mês da Música Negra, comemorado em junho, nos Estados Unidos. “Celebrando o brilho e a criatividade de músicos negros que influenciaram o mundo através de sua arte”, diz a publicação.
É claro que a internet pirou!
Uma Rainha incomparável. “Obrigado Beyoncé pelo reconhecimento do nosso diamante ELZA”, disse uma seguidora. “BeyGOOD homenageando uma brasileira incrível”, disse outro seguidor.
Parece que a BeyGOOD está atenta aos acontecimentos e ícones do Brasil. Na semana passada, a instituição fez uma publicação de apoio à campanha Tem Gente com Fome, que busca ajudar famílias em situação de insegurança alimentar durante a pandemia de covid-19.
Gil do Vigor vai ser o anfitrião da live junina do Boticário nesta quarta-feira (23). Ele vai conduzir o momento com atrações musicais e muita cultura nordestina. Nas redes sociais, Gil comemorou a novidade. “Eu quero todo mundo lá acompanhando a minha estreia como apresentador”, disse Gil, que já está em Salvador para a realização do evento.
O show principal da noite fica por conta de Solange Almeida e vai contar com um trio de forró pé de serra de Caruaru (PE), formado exclusivamente por mulheres, também fará uma participação especial para celebrar todas as correntes musicais de São João, desde o forró raiz até mais pop, do baião ao xaxado.
O movimento também promove uma ação social com o objetivo de apoiar os profissionais nordestinos envolvidos com a festividade. Por causa da pandemia, pelo segundo ano consecutivo, esses trabalhadores perderam até 40% da sua renda nos últimos 18 meses.
Para materializar esse apoio, a marca vai doar cestas básicas para o São João Solidário de Caruaru, em parceria com o Instituto Grupo Boticário. Além disso, o público também vai ser convidado a participar dessa doação, fazendo as contribuições durante a live.
Jay-Z com sua marca de champanhe, Armand de Brignac
Em 2019, a revista especializada em negócios e economia, revelou que JAY-Z era o primeiro rapper a conquistas o patrimônio liquido de 1 bilhão de dólares. O tempo passou e o título de bilionário do cantor não mudou, fazendo ele ocupar a posição 2277º de bilionários do mundo e tendo seu Patrimônio líquido saltando 40% com as vendas do Tidal, seu serviço de distribuição digital de música, e de sua marca de champanhe.
Segundo a revista o cantor Dr. Dre, que se autodeclarou bilionário após a venda de sua linha de fones de ouvido para a Apple, fez uma avaliação incorreta de seu patrimônio, que na data da listagem estava em US$ 800 milhões. Fazendo com que o marido da Beyoncé fosse primeiro e único rapper a conquistar o feito.
“Apesar de ser o primeiro bilionário do hip-hop, a liderança de Jay-Z está muito à frente do restante do bando se toda a fortuna de sua família for levada em consideração: ele e a esposa Beyoncé acumulam, juntos, US$ 1,4 bilhão, grande parte graças à noção de que a música é um negócio moribundo.” Explicou a revista ao especificar a listagem.
“Convencer artistas de que você não pode viver de arte e ganhar dinheiro foi o maior truque que as pessoas já conseguiram executar na música”, disse Jay-Z à Forbes em 2010.
“Ele é um dos melhores exemplos atuais de alguém que realmente alcançou o sonho americano e o status de bilionário.”, diz o pioneiro do hip-hop Fab 5 Freddy, há anos apresentador do programa “Yo! MTV Raps”. O cantor atrai a admiração de diversos fã e artistas que sonham em ser que nem ele.
O astro Will Smith anunciou em suas redes sociais o lançamento de sua autobiografia intitulada de “WILL”. O livro será lançado oficialmente em novembro deste ano, mas já está em pré-venda. O livro ganhará uma versão audiobook narrada pelo próprio Smith.
O livro conta a infância do ator e rapper no oeste da Filadélfia até o estrelato como ator, produtor musical e rapper. Ele foi duas vezes indicado ao Oscar e ganhou quatro vezes o Grammy. “Foi um trabalho de amor”, disse Smith em sua postagem.
Manson e Will Smith (Imagem: Instagram)
A obra foi assinada por Will junto a Mark Manson, autor do best seller “A Sutil Arte de Ligar o F*da-se“. O autor falou sobre o trabalho de pesquisa em postagem nas redes sociais. “Depois de três anos, dezenas de voos, centenas de horas de entrevistas e meses escrevendo, escrevendo e reescrevendo novamente, estou animado para anunciar que “WILL”, um livro sobre as histórias e lições da vida de Will Smith, finalmente terminou. Trabalhar com Will nos últimos anos tem sido um dos destaques da minha carreira. Ele é uma pessoa incrível, que tem muito a compartilhar com o mundo, e é uma honra ajudá-lo a fazer isso. O livro será lançado em 9 de novembro”, escreveu Manson.
A sinopse divulgada resume como “a história de como uma pessoa dominou as suas emoções, escrita de forma que pode ajudar todos a fazerem o mesmo”. A arte de capa é do artista Brandam Bmike Odums.
Nesta terça-feira, (22), representantes do movimento negro de São José dos Campos, município de São Paulo estiveram na sede da Polícia Federal (PF) para questionar mais informações sobre o caso da empregada doméstica que foi resgatada por policiais após ser encontrada em situação análoga a de escravidão dentro de uma casa localizada em um condomínio no bairro Aquarius, na última sexta-feira (18). O movimento quer saber quem foi o autor do crime.
“Esse caso é a demonstração do racismo que continua até os dias atuais. A primeira vítima da pandemia no Brasil foi Cleonice Gonçalves, uma empregada doméstica no Rio de Janeiro, contaminada por sua patroa. As empregadas domésticas, na sua maioria mulheres negras, cumprem o serviço essencial de limpeza, mas não tiveram o direito ao isolamento social ou preferência na fila da vacinação”, afirmou Ingrid de Sá, ativista do movimento negro da cidade.
Ativistas buscam informações sobre o caso na PF (Imagem: Bruna Souza)
Ingrid disse ao Mundo Negro que não conseguiu informações sobre o caso na delegacia, com a PF alegando que só quando a delegada liberasse as informações.”Estamos conversando com um advogado da Comissão de Igualdade Racial da OAB para ver se eles ajudam a gente a pressionar a delegacia. O que a gente sabe é que a delegada do caso é super reaça”, diz.
Ingrid diz que São José dos Campos tem um histórico de acobertamento de casos que envolvam pessoas com mais poder e por isso lutam para que esse caso seja diferente. “Essa delegada está escondendo o caso.A gente foi pedir ajuda da OAB para estar pressionando. Estou mandando mensagem para esse advogado para ver se eles tem informação do caso porque o que eles dizem é que temos que solicitar reunião com a delegada e solicitar que ela libere o inquérito. Não passam nem nome da moça que foi libertada, nem do dono da casa”, conta a ativista que também vê invisibilização do caso pela falta de repercussão na mídia.
“Nem o G1 do Vale do Paraíba, então a gente acredita que é um apagamento para proteger o cara. A mulher pode estar sendo coagida a não falar. Ele pode ter pagado uma fiança qualquer e estar ileso e continuando a contratar. Vamos fazer barulho para que a mídia de a atenção a esse caso. As coisas acontecendo como acontecem aqui na cidade, os poderosos pagando para saírem ilesos dos crimes”
Entenda o caso:
O jornal OVALE divulgou em uma reportagem que uma empregada doméstica foi resgatada de condições análogas à escravidão em São José dos Campos na última sexta-feira (18). A trabalhadora era contratada da família há mais de 20 anos, tendo iniciado a prestação de serviços ainda adolescente. Atualmente, ela exercia suas atividades em uma casa dentro de um condomínio fechado da cidade. A empregada se manteve impedida de qualquer convivência social por mais de duas décadas. Houve prisão em flagrante de um dos empregadores, que se encontra detido na Delegacia da Polícia Federal de São José dos Campos. Ele responderá pelo crime de redução de trabalhadores à condição análoga à escravidão, tipificado pelo artigo 149 do Código Penal. O caso será remetido ao Ministério Público Federal.
A vítima foi encaminhada ao CREAS de São José dos Campos, que providenciará amparo social, abrigo, além da inclusão em programas de transferência de renda. Terá direito, ainda, às parcelas do seguro-desemprego (R $1.100,00 cada uma).
Ativistas prometem realizar uma manifestação de rua contra esse crime na próxima quinta-feira, dia 24. O movimento afirma que não gostaria de realizar a manifestação nesse momento de pandemia, mas que diante de um caso com uma acusação de crime bárbaro, não vê outra possibilidade a não ser realizar o protesto. “Realizaremos a manifestação orientando uma distância mínima entre cada pessoa presente e iremos orientar que todos utilizem máscaras de proteção e álcool em gel. Até porque nós negros nunca tivemos o direito de ficar em casa. Gostaríamos de ter tido esse direito. Mas nos foi negado porque tivemos que trabalhar”, explicou Ingrid.
A manifestação está marcada para às 18h, mas ainda não possui um local definido.
Marca baiana faz sua primeira participação no evento na próxima quarta-feira (23), às 19h50
Há seis anos, o toque para Exú entoado pelos atabaques anunciava o primeiro desfile da recém lançada marca Meninos Rei, criada na Bahia pelos irmãos Júnior e Céu Rocha. Hoje, o orixá da comunicação, da linguagem, aquele que passa a mensagem e abre caminhos, é o tema da coleção “L’oju Esú”, tradução do iorubá para “Aos olhos de Exú”, que marca a estreia da Meninos Rei no evento de moda mais importante da América Latina: a São Paulo Fashion Week.
A marca estreia oficialmente no evento na próxima quarta-feira (23), às 19h50, apresentando o seu fashion filme com uma coleção-cápsula de cinco looks. Essa será a 51ª edição do evento que, pela segunda vez, é realizado de forma digital em função da pandemia. De 23 a 27 de junho, as 43 marcas do line-up apresentam suas criações em uma programação transmitida ao vivo através das plataformas digitais da SPFW (site spfw.com.br, YouTube e Facebook).
Inspirada no movimento que a Meninos Rei atravessa, de trilhar novas possibilidades, a coleção exalta a ancestralidade dos criadores em uma homenagem ao orixá Exú e apresenta peças marcadas pelo exagero, intensidade e sensualidade. “Essa coleção é uma ode à nossa ancestralidade africana e a Exú, que sempre esteve olhando por nós e nos conduziu pelo caminho que nos trouxe até aqui”, destaca Júnior Rocha.
Novas modelagens nunca antes experimentadas pela marca, como a de ombros estruturados, dão ar altivo e imponente às peças. O dualismo aparece em composições nada óbvias, aflorando uma atmosfera de sensualidade e brincando com as possibilidades de um corpo livre. Os tecidos africanos, nessa coleção originários da Guiné-Bissau, e o patchwork, marca registrada da Meninos Rei, chegam em um mosaico de estampas ainda mais vibrante, com misturas quentes e explosivas, em que as cores se fundem em uma só, trazendo dúvidas de início e fim.
Foto: Bruno Gomes
Fashion Filme – “Tudo transita pelo viés das possibilidades, da ousadia, da liberdade, assim como é Exú. A essência da produção, desenvolvida por nós, pelo stylist Thiago Ferraz e seu assistente Gabriel Fabosa, aponta para a uma estética afro futurista, em que a profusão de informações transborda para além da roupa, causando um impacto visual chocante, imprimindo a imagem desse Exú high-tech, moderno, cosmopolita e tão presente no nosso movimento contemporâneo”, explica o designer de moda Céu Rocha.
Com pouco mais de dois minutos e meio, o filme teve concepção dos irmãos Rocha e foi dirigido por Ricardo Souza. Nele, os modelos Rodrigo Somália e Marcelo Lima desfilam cinco looks diferentes que ganham ainda mais significação com adereços de cabeça desenvolvidos pela designer baiana Kelba Varjão. Nos pés, completam os looks as sandálias Melissa que aparecem em composição com as meias da Casa das Kapulanas. Os acessórios são assinados pela Algaszarra.
Além dos modelos, o filme traz o bailarino Yuri Santanna, que entrega seu corpo com força e voracidade ao som da trilha desenvolvida pelo DJ baiano Telefunksoul. Beauty e hair são assinados por Ian Silva e Guilherme de Oliveira, respectivamente.
Projeto Sankofa – A Meninos Rei participa do SPFW a convite do Projeto Sankofa, idealizado pelo coletivo Pretos na Moda e pela startup de inovação social VAMO (Vetro Afro-Indígena na Moda), que selecionou oito marcas em todo o Brasil para um movimento que abre espaço para estilistas negros e indígenas nas passarelas do SPFW. Como parte do projeto, a marca foi amadrinhada pelo estilista João Pimenta, que orientou os criadores, partilhou conhecimento e contribuiu com o desenvolvimento da coleção especial para a SPFW.
Junto com ele, em São Paulo, a Meninos Rei realizou o sonho de cocriar uma peça especial que integra a coleção: um macacão em tecido africano, que recebeu modelagem sofisticada, com gola de blazer e os punhos de camisa, em um look super ousado, moderno e fora do convencional.
Lançamento do clipe da Música “Mulher negra é mais amor” e documentário sobre os 200 dias de mandato da vereadora Tainá de Paula também estão na programação do canal
O Canal de streaming 100% voltado para a cultura negra, CultneTV lança uma programação especial para o Julho das Pretas, mês de celebração da mulher negra latinoamericana e caribenha. Beatriz Nascimento relata para a equipe formada por Januário Garcia, Vik Bikbeck e Ras Adauto fatos marcantes do ativismo do movimento negro no ano do Centenário da Abolição. O lançamento da entrevista será na CultneTV no dia 17 de julho, data que Beatriz Nascimento estaria completando 79 anos.
A vereadora Tainá de Paula (PT/RJ) é a protagonista do documentário do Cultne para o mês de julho. Mãe, negra, arquiteta e urbanista e periférica, Tainá faz um balanço de sua vida e do seu mandato. O lançamento da entrevista será na plataforma Cultne TV no dia 19 de julho, quando Tainá completará 200 dias de mandato na Câmara Municipal do Rio de Janeiro.
“Mulher negra é mais amor” é a mais nova produção do Grupo Afront e Cultne, celebrando as mulheres negras no Julho das Pretas. Participam do videoclipe mulheres inspiradoras como Zezé Motta, Flávia Oliveira, Léa Garcia, Luciana Barreto , Selminha Sorriso, Nilma Lino Gomes, dentre outras. A música tema do documentário “Mulher negra é mais amor” do compositor Nato Ferrera e interpretada por Jessica Ayó. “A música é uma homenagem, um convite à reflexão sobre beleza, afrovalor e resistência”, revela o compositor Nato Ferrera. O lançamento da entrevista será na plataforma Cultne TV no dia 25 de julho,
CULTNE TV — Todas as semanas, a plataforma exibe episódios inéditos do Café com Amor, de Aza Njeri; da série Nossas Histórias, com historiadores negros do país inteiro, do Cultne em Resenha, com diferentes convidados recebidos pelo jornalista Carlos Alberto Medeiros; e ainda, a série Histórias do Pós-Abolição.
São conteúdos atuais ou do acervo de 4 décadas de material captado em todo o Brasil e no exterior, em países como os Estados Unidos, Senegal e África do Sul. Tendências atuais e experiência. Memória e inovação. Essas junções estratégicas e potentes dão a linha de ação ao abranger gerações e segmentos diversos, ocupar lacunas de mercado e atender demandas históricas e políticas da população negra