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DJ Jazzy Jeff se pronuncia em apoio a Will Smith após tapa no Oscar: “Foi um lapso, ele é humano”

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Foto: Rich Fury/Getty Images for Peacock.

Numa recente entrevista, o compositor e produtor musical DJ Jazzy Jeff se pronunciou em apoio a Will Smith, após polêmica no Oscar 2022 e o tapa dado em Chris Rock. “Ele é humano, foi um lapso de julgamento, sabe? Acho que muitas das críticas estão vindo de pessoas que não o veem como um humano”, comentou DJ Jazzy.

A fala de Jeff aconteceu em Chicago, durante sua participação no Closed Sessions Legend Conversation. “Eu posso citar 50 vezes que ele deveria ter dado uma surra em alguém e ele não o fez”, disse o produtor musical, que é amigo íntimo de Smith. “Aquilo não foi algo que ele se orgulhou. Foi um lapso de julgamento. Acho que a única coisa que percebi é que não conheço muitas pessoas que tiveram o menor lapso de julgamento como ele teve. As pessoas pensam que ele não é humano”.

Foto: : Neilson Barnard / Getty Images.

Um dia após o ocorrido com Chris Rock, Will Smith emitiu uma carta pública de desculpas, em que dizia: “Piadas às minhas custas fazem parte do trabalho, mas uma piada sobre a condição médica de Jada foi demais para mim, e reagi emocionalmente. Gostaria de me desculpar publicamente com você, Chris. Eu estava fora de linha e estava errado.”

Apesar de ganhar um Oscar por seu papel em ‘King Richard: Criando Campeãs’, a Academia decidiu proibir Smith de participar de seus eventos pelos próximos 10 anos. “O Conselho decidiu que, por um período de 10 anos a partir de 8 de abril de 2022, o Sr. Smith não poderá participar de nenhum evento ou programa da Academia, pessoalmente ou virtualmente”, compartilhou a instituição de cinema em comunicado.

Lewis Hamilton: “Quero passar mais tempo no Brasil e aprender mais dessa cultura”

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Foto: Fábio Seixas.

O heptacampeão mundial de Fórmula 1, Lewis Hamilton, veio ao Brasil como palestrante do VTEX Day, evento de inovação digital, que já recebeu Barack Obama como plaestrante em edição anterior. Em sua apresentação, contou um pouco de sua trajetória como um menino negro de classe média, cuja família se desdobrou para tornar realidade o sonho de ser piloto.

“Meu pai chegou a ter quatro empregos pra me manter no kart, pra comprar gasolina, pneus… Eu corria todo fim de semana. Todas as outras crianças faziam o que crianças fazem, mas eu gostava de fazer aquilo. O problema é que eu faltava nas aulas e era reprimido por isso. Mas não me arrependo dos sacrifícios que faço”, disse Lewis.

Demonstrando muito carinho pelo Brasil e pelos brasileiros, Hamilton falou do desejo que tem de voltar ao Brasil com calma, talvez no período de Natal e Ano Novo, para conhecer lugares daqui. “Quero passar mais tempo no país e aprender mais dessa cultura, que é enorme”, disse Hamilton, que compartilhou que Neymar o convida para vir ao país todos os anos.

Ainda sobre Brasil, o piloto falou da admiração que nutria pelo piloto brasileiro Ayrton Senna, falecido em 1994. “Ayrton era o piloto que eu queria ser. É claro que, como todo garoto, eu jogava futebol, eu via futebol, via a seleção brasileira… Mas quando voltava da escola colocava uma fita no videocassete para ver o Ayrton. Fazia isso todo dia”, revelou.

Falando sobre saúde mental, ele dividiu que tem dias nos quais também não se sente “bom o suficiente”. “Mas temos que nos levantar, acreditar que somos fortes”, disse.

Nas redes sociais, fez um tweet cheio de bandeiras do Brasil, demonstrando o afeto que tem pelo país e pelos brasileiros e em agradecimento à quantidade de mensagens e carinho que tem recebido dos fãs brasileiros nas redes sociais e durante o evento.

https://twitter.com/LewisHamilton/status/1514276961543151624

O atleta também repostou uma matéria que falava sobre a proposta de tornar Hamilton um cidadão honorário do Brasil, o que ele disse que o deixaria muito honrado.

https://twitter.com/LewisHamilton/status/1514280286862852102/photo/1

Carnaval 2022: As famosas que vão roubar a cena nos desfiles das escolas de samba

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Fotos: Alex Santana/Bruno Giannelli/Divulgação

É oficial! Os desfiles das Escolas de Samba de São Paulo e Rio de Janeiro do Carnaval serão realizados no Feriado de Tiradentes (21 de abril), na Marquês de Sapucaí (RJ) e no Sambódromo do Anhembi (SP).

Em São Paulo, os desfiles serão no dia 16 e 21. No Rio de Janeiro, as agremiações acontecem do dia 20 e 21. As seis melhores colocadas participam do Desfile das Campeãs no sábado seguinte, dia 30.

A Erika Januza, rainha de bateria da escola de samba Unidos do Viradouro, no RJ, já chamou atenção nas redes sociais com imagens dos ensaios técnicos. A escola se apresenta na sexta-feira (22), entre 02:00 e 02:40h e tenta o bicampeonato com o enredo sobre a folia em 1919, depois da pandemia da Gripe Espanhola.

A Iza, rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense, confirmou o retorno à escola no mês passado. E as fotos deixam os fãs enlouquecidos para vê-la desfilar novamente. A escola de samba se apresenta na sexta-feira (22), às 22h, com samba enredo em homenagem ao grande carnavalesco Arlindo Rodrigues.

Em São Paulo, o Império de Casa Verde conta com a Valeska Reis como rainha de bateria. A escola será a última a se apresentar do Grupo Especial, na madrugada sábado (23) para domingo, às 5h. Com samba-enredo “O poder da comunicação: Império, o mensageiro das emoções.

E a Mocidade Alegre será bem representado com a presença da ex-BBB Thelminha Assis. A escola também se apresenta no sábado (23), às 00h40. A escola vai homenagear a vida e a obra da Clementina de Jesus.
https://www.instagram.com/p/CcMNvRgjR8T/

Caponata de coração de bananeira: uma receita especial para sua manhã de Páscoa

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Caponata de coração de bananeira. Receita bem especial que tem uso integral do coração da bananeira e traz ancestralidade à mesa nesta data especial para reflexão sobre o amor em família. Pode rechear uma tapioca, pães ou outro acompanhamento que você deseje.

Segue receita da caponata!

1 coração pequeno de banana
½ xícara de vinagre ou suco de limão
2 colheres de sopa de azeite extra virgem
2 colheres de sopa de pimentão vermelho
½ cebola
1 dente de alho
1 colher de chá de orégano
2 colheres de sopa de azeitona preta
sal (a gosto)
pimenta do reino (a gosto)

Preparo

1. Retire as folhas grossas de fora do coração da banana, até atingir as folhas do centro, que são menos fibrosas. Reserve as folhas de fora caso queira utilizar como “cumbuquinha” para servir a caponata aos convidados.
2. Corte o coração da banana em cubos pequenos.
3. Numa panela com água e ¼ xícara de vinagre, adicione o coração da banana e deixe ferver por 15 minutos. Escorra e repita o processo mais uma vez. Isto cortará a “cica” presente no coração da banana, além de retirar qualquer resquício de oxidação. Escorra e reserve.
4. Corte o pimentão em cubinhos, sem as sementes. Reserve.
5. Corte a cebola em cubinhos e pique o dente de alho. Reserve
6. Numa frigideira grande, aqueça o azeite e refogue o pimentão, em seguida, a cebola e, por último, o alho. Deixe cozinhar bem. Adicione o coração da banana escorrido.
7. Em seguida, adicione o orégano e as azeitonas, sem caroço e fatiadas.
8. Tempere com o sal e a pimenta. Sirva.

Acompanhe a receita passo a passo no canal da Chermoula Culinária Episódio 2 de Cozinha Ancestral, mostra a visita ao Quilombo Ivaporanduva e ensina está delícia pra você!

Edital vai doar R$ 5 milhões para organizações que atuam no enfrentamento ao racismo

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Foto: Silvia Izquierdo/AP.

Parceria entre ELAS+ e Fundação FORD recebe inscrições até 21 de abril.

Acaba no dia 21 de abril o prazo para inscrição no Edital Aliança Negra Pelo Fim da Violência, uma parceria do ELAS+ com a Fundação Ford que doará cerca de 5 milhões e meio de reais para fortalecer organizações da sociedade civil que atuam
no enfrentamento ao racismo no Brasil, em especial, contra a violência racial.

O edital apoiará as incidências coletivas em três dimensões: o racismo institucional e o genocídio da população negra; a violência contra as mulheres negras e pessoas trans negras(es); e a produção de comunicação antiviolência racial. Além disso, visa
fortalecer o protagonismo, o ativismo e as iniciativas lideradas ou coordenadas por mulheres negras e/ou pessoas trans negras(es), ainda que elas atuem em organizações mistas (com homens negros e mulheres negras).

Serão apoiados 15 projetos e cada um deles receberá até R$365.000,00, doados em três parcelas. Além da doação direta de recursos, o Aliança Negra Pelo Fim da Violência prevê o fortalecimento institucional por meio de oficinas online; uma
articulação política com outros movimentos sociais, mediante a realização de diálogos; e um intercâmbio internacional com movimentos antirracistas como, por exemplo, o Black Lives Matter.

Podem concorrer ao edital organizações com pelo menos sete anos de atuação e/ou fundação; redes/alianças compostas por pelo menos 15 organizações e/ou grupos.

As proponentes precisam ter experiência de ativismo contra a violência racial e os projetos devem ser coordenados por mulheres negras e/ou trans negras(es).

Inscrições e informações em http://www.fundosocialelas.org/

“Sobrou eu, sozinha”: Jessi é a última mulher na disputa pelo prêmio do BBB

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Foto: Reprodução.

Após a eliminação de Natália Deodato na última terça-feira, a professora Jessilane Alves é a última mulher na disputa pelo prêmio de R$ 1,5 milhão do BBB 22. Com a saída da amiga, Jessi sentiu o baque de estar sem as aliadas que a acompanharam durante todo o jogo.

“Nat e a Lina eram as pessoas mais próximas de mim dentro do jogo. As duas saindo assim, uma depois da outra, não deu nem tempo de eu descansar. Estou só. Só sobrou eu, sozinha”, disse Jessi para DG e Eliezer. A sensação de estar na mira para uma próxima eliminação também aumentou para a professora. “Fico com o sentimento: ‘Será que eu vou sair também?'”, desabafou.

https://twitter.com/a_jessilane/status/1514082756367720454

Após ser consolada pelos rapazes, ela conseguiu descontrair um pouco e brincar. “Bendito o fruto entre os homens”, descontraiu a professora. “É o harém da Jessi”, completou DG.

Um pouco antes, assim que Nat deixou o programa, os outros participantes fizeram um círculo em volta de Jessi para acolhê-la. Paulo André até propôs que eles não dessem o tradicional pulo na piscina, em respeito à dor de Jessi, mas ela insistiu que eles comemorassem.

Com esta configuração, este é o top 7 com mais homens da história do reality. Jessi,Douglas Silva, Paulo André, Eliezer, Gustavo, Pedro Scooby e Arthur Aguiar continuam na disputa pelo prêmio.

Potências Negras Mulheres: Evento terá palestras e oportunidades de emprego para o público feminino

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Foto: Divulgação / Ana Minuto.

Nesta quarta-feira, 13 de abril, das 09h às 18h, vai acontecer o Potências Negras Mulheres, um evento online e totalmente gratuito com o objetivo de empoderar o público feminino negro. A expectativa é reunir 15 mil participantes em uma maratona de palestras, conversas e atrações culturais para mostrar que mulheres negras também possuem o direito de gostar, falar e trabalhar com o que quiserem. Evento visa também conectar o público com uma jornada de desenvolvimento pessoal e de carreira, abrindo oportunidades de recolocação e crescimento no mercado de trabalho.

No palco virtual do evento estarão referências negras como Karen Santos, CEO da UX para Minas Pretas, Milca da Silva, Especialista em DE&I no Nubank, Ana Minuto, especialista em Diversidade Étnico-racial, a diretora de experiências da Profissas Sônia Lesse, entre outras. As pessoas interessadas podem se inscrever e saber mais pelo link. A jornada Potências Negras é uma cocriação da Escola Profissas e de Ana Minuto, especialista em diversidade e inclusão com mais de 25 anos de experiência.

Foto: Divulgação / Banner.

Para a realização do evento, os organizadores Profissas e Ana Minuto se uniram a grandes marcas como Tim, Labenu, Will Bank, Raízen, Randstad e Itaú. “O evento tem como objetivo trazer e contar histórias de pessoas que conseguiram alcançar seus objetivos profissionais, inspirando as mulheres participantes a não desistir de seus sonhos. O meu desejo é fazer com elas enxerguem novas perspectivas e possibilidades de ascensão na carreira, preenchendo vagas nas áreas que desejam e movimentando a economia do nosso país”, conta Ana Minuto.

As pessoas inscritas poderão conversar com as empresas presentes no evento, se informar ou se inscrever em centenas de vagas de trabalho e oportunidades de carreiras exclusivas divulgadas durante o encontro. Além disso, receberão certificado de participação para impulsionar o LinkedIn e facilitar a conquista do próximo emprego. O conteúdo do Potências Negras Mulheres será disponibilizado por 30 dias.

Sônia Lesse, diretora de experiências na Profissas, explica que o encontro vai propor discussões propositivas sobre como formar mulheres negras potentes, oferecendo a elas acesso a oportunidades reais. “Sabemos que a luta pela igualdade racial e de gênero no mercado de trabalho não é de hoje. E, independente da área de atuação, sabemos que as oportunidades são mais difíceis para mulheres negras”, enfatiza Lesse. “Mesmo ganhando importantes espaços nas últimas décadas, ainda há muito a ser melhorado. Com o Potências Negras Mulheres, queremos fazer com que as participantes se reconheçam como potências, discutindo vieses inconscientes e crenças limitantes que as sabotam na vida pessoal e profissional”.

Evento Potências Negras Mulheres

Data: 13 de Abril de 2022

Horário: 9h às 18h

Formato: Online & Gratuito, pelo Youtube

Link para inscrição: https://potenciasnegras.com.br/ 

Mulher é vítima de racismo no shopping de Campinas: “Aqui tá cheio de preto”

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Foto: Diogo Zacarias

Aline Cristina Nascimento de Paula, de 28 anos, foi ao Shopping Parque das Bandeiras, no sábado (9), com o marido, a mãe e amigos quando a filha de um deles pediu para brincar no playground. 

“Quando eu entrei no playground, a mulher ficou furiosa. Ela chamou o filho: ‘vamos embora que esse lugar está cheio de preto’. Eu fiquei um minuto parada e ela continuou gritando: ‘vamos embora porque tá cheio de preto aqui’. Aí, eu peguei e fui para a porta: ‘O que é que você está falando, moça? O quê? Não tô entendendo’. Ela disse: ‘É isso mesmo. Esse lugar tá cheio de preto. Preto não gosta da gente’. Eu retruquei: ‘Moça, vai embora agora. Vai embora que você está sendo racista’. E ela disse: ‘Eu sou racista mesmo!’”, relembra Aline, em reportagem ao Correio Popular.

A analista de Recursos Humanos falou com o marido e os amigos e eles procuraram pela administração do shopping e chamaram a polícia.

A mulher foi presa em flagrante e encaminhada à 2ª Delegacia de Defesa da Mulher para registrar a ocorrência. Aline foi acompanhada por testemunhas e o fato foi registrado como injúria racial. Para a acusada foi estipulada uma fiança no valor de R$ 1,5 mil, que foi paga na hora. “Nossa legislação é muito falha”, lamentou Aline. “Eu me senti um lixo. Porque, além disso, ela não demonstrou qualquer sentimento de culpa.”

Antes de irem para a delegacia, a vítima disse ainda que a mãe da mulher apareceu no estacionamento do shopping e lhe pediu para que não denunciasse a sua filha. Segundo a analista, em outro momento, a mãe pediu que a filha pedisse desculpas a Aline, mas a agressora se negou. “Perdão pelo quê? Não fiz nada! Não falei nada.”

De acordo com o Código Penal, o crime de injúria racial é previsto no 3º parágrafo do artigo 140, e prevê de um a três anos de reclusão, mais multa. 

Posicionamento

Segundo a Secretaria de Segurança Pública do Estado de São Paulo, “a injúria racial trata de injuriar, ofender a dignidade ou o decoro de uma pessoa utilizando elementos de raça, cor, etnia, religião, origem ou condição de pessoa idosa ou portadora de deficiência. O crime de racismo, previsto na Lei nº 7.716/1989, implica em conduta discriminatória dirigida a um determinado grupo ou coletividade. Nesses casos, cabe ao Ministério Público a legitimidade para processar o ofensor.”

Em nota, o shopping onde ocorreu o caso informou que prestou toda a assistência à vítima e reforçou “que não tolera qualquer tipo de discriminação em suas dependências e que possui valores como ética, humildade e transparência”.

Com informações do Correio Popular

Mariah Carey vai ensinar técnicas de canto em Masterclass

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Imagem: Fall IN Love at Christmas (2021)

A cantora e compositora Mariah Carey, é a mais nova instrutora do Masterclass, plataforma online com aulas dadas por especialistas notórios em diversas áreas do saber, como música, artes e etc. Lewis Hamilton, Alicia Keys entre outros famosos também já tiveram cursos na mesma plataforma. As aulas de Carey serão sobre ”Como usar a voz para se expressar através da música”.

Nas redes sociais, a artista comentou estar super ansiosa para compartilhar o projeto que esteve trabalhando nos últimos meses. ”Eu nunca deixei as câmeras entrarem no meu oasis musical antes, mas isso está prestes a mudar”. Mariah que foi treinada vocalmente em casa pela própria mãe, uma cantora de ópera, parece estar disposta a passar para frente o conhecimento adquirido ao longo da carreira. Seu curso estará disponível a partir do dia 14 de abril.

Essa não é a primeira vez da artista em uma posição de mentoria, ela já foi jurada do American Idol na temporada de 2012, quando recebeu 18 milhões de dólares pela proposta, além de ter sido jurada convidada na edição de 2018 do The Voice norte-americano. Uma professora e tanto!

Tecnologia e ativismo fazem aumentar denúncias contra o racismo

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Foto: Freepik

De acordo com a apuração feita pelo Estadão, a praticidade da tecnologia, com a gravação de vídeos pelos celulares, e o alcance das redes sociais facilitam a realização das denúncias contra o racismo. Isso resulta no aumento dos casos investigados por suspeita do crime. Como pano de fundo para esse novo comportamento, há também o avanço do ativismo negro, com mais conscientização sobre práticas discriminatórias.

José Vicente, reitor da Universidade Zumbi dos Palmares, disse ao Estadão que a combinação do uso do celular para produzir provas com a amplificação de vozes permitida pelas redes sociais é chave para a compreensão o cenário. “As redes sociais são uma vitrine qualificada para apresentar os dados da realidade.”

Dados do MPSP (Ministério Público de São Paulo) mostram que os procedimentos para investigar denúncias de injúria qualificada (com base no Código Penal) saltaram de 97, em 2020, para 708 no ano passado. Procedimentos englobam inquéritos policiais, notícias de fato, termos circunstanciados, medidas cautelares, prisões em flagrante e procedimentos investigatórios criminais.

O aumento também foi significativo nos casos de preconceito de raça ou de cor baseados na Lei Antirracismo (Lei 7.716), que passaram de 265 em 2020 para 427 no ano passado. “Os dois tipos penais concentram condutas criminosas que se relacionam com aquilo que se denomina como delito de intolerância e de ódio”, explicou o promotor de Justiça Arthur Pinto de Lemos Junior, secretário Especial de Políticas Criminais do MP, para o Estadão.

Como foi o caso da Eliane Aparecida de Paula, 42, que foi agredida verbalmente e fisicamente por uma moradora do condomínio na rua Oscar Freire, bairro nobre de São Paulo, onde trabalhava há seis anos.

Em outubro do ano passado, enquanto ela aguardava um carro de aplicativo, a câmera de segurança do prédio gravou o momento em que a Patrícia Brito Debatin, se aproxima para insultá-la, a chamando de “negra esquisita”, e em seguida a empurrou, deu joelhadas e socos.

O advogado Theodoro Balducci entrou com uma representação criminal, no dia 31 de abril, por lesão corporal. A pena pode variar de três meses a um ano de detenção, e de injúria racial, com previsão de um a três anos de reclusão, além da possibilidade de buscar uma reparação civil por dano moral.

Fonte: Estadão

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