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Na Globo, Manoel Soares será o novo apresentador do ‘Encontro’: “Muito feliz com esse momento”

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Foto: Mylena Saza.

A TV Globo anunciou nesta última quarta-feira (13) que o repórter e jornalista Manoel Soares será o novo apresentador do ‘Encontro’, ao lado de Patrícia Poeta. Os profissionais substituirão Fátima Bernardes no consagrado programa da emissora. Através do Instagram, Manoel celebrou a novidade e comentou sobre a alegria em torno da atual fase em sua carreira. “Muito feliz com esse momento. Mas, vai ser lindo estar ao lado de Patrícia Poeta todas as manhãs recebendo informações e alegria para esse Brasil lindo. Obrigado pelo carinho gente”, destacou o apresentador.

“Essas mudanças vão trazer frescor para uma programação de sucesso, que é líder de audiência pois já faz parte das manhãs de milhões de brasileiros. A essência se mantém e se renova junto com quem nos assiste. A ideia com essa super manhã repaginada, com novos âncoras, é contribuir cada vez mais com o início do dia do público, entendendo o que faz diferença pra ele”, declarou em comunicado o diretor da TV Globo, Amauri Soares.

De acordo com a Globo, em junho, Fátima Bernardes vai se despedir do ‘Encontro’, após 10 anos à frente do programa, para assumir a apresentação da décima primeira temporada do ‘The Voice Brasil’.

The First Lady: Série com Viola Davis como Michelle Obama estreia no Brasil

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Foto: Divulgação

A série The First Lady, que abordará os bastidores da presidência dos EUA pelo olhar das primeiras-damas, traz a atriz Viola Davis para interpretar a Michelle Obama. Betty Ford e Eleanor Roosevelt também serão retratadas na série.

A estreia no Brasil será no dia 18 de abril, um dia após a transmissão original na TV norte-americana, pela Paramount+. E o público foi já foi a loucura só com as fotos divulgadas, pela semelhança em que ficou a Viola Davis com a ex-primeira dama.

https://twitter.com/roonazarian/status/1513988064598761479

Dentre as primeiras-damas, talvez a Michelle Obama seja a que se tornou com a imagem mais independente do marido, sendo até hoje uma das mulheres mais influentes do mundo. 

Confira o trailer:

“O alvo das piadas geralmente é o único negro na plateia”: avaliam Mano, Yuri e Kot

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Foto: Jef Delgado

O podcast Mano a Mano, apresentado pelo rapper Mano Brown, lançou um novo episódio com os humoristas Yuri Marçal e Felipe Kot, nesta quinta-feira (14).

Durante a entrevista, eles conversaram sobre a ausência de pessoas negras na plateia dos stand ups e a mudança no jeito de fazer humor.

“Eu não lembro de público preto antes de mim na comédia”, diz Yuri. “O alvo das piadas geralmente é o único negro na plateia”, complementa o Mano. “Falar do cara que tem o pint* grande”, ressalta Kot.

O medo da exposição afasta as pessoas negras dos shows. “Tem uma mina que falou assim ‘pô, Yuri, eu não vou em stand up porque eu sou preta, eu sou gorda, eu tenho um black rosa. Eu fui duas vezes no show e todas as vezes eu era o alvo'”, relembra.

Para Yuri, esse tipo de humor ultrapassado é para quem tem preguiça de pensar. “É fácil você chegar e ver uma mulher gorda e preta na plateia e todo mundo vai rir”, critica.

Além de pensar no público atual, Kot relembra como também foi alvo fácil de piadas no tempo da escola e começou a se defender com humor.

“Eu sabia que tinha que ser muito mais engraçado que eles! Eu era muito raquítico, 11cm abaixo da média do que eu deveria ser, era muito pequeno, magro, negro da periferia, era um balde cheio para gracinha e piada” relembra Kot.

“Estou realizando sonhos”, diz a humorista Thamirys Borsan sobre fase atual da carreira

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Foto: Rogério Jorge.

Cria do Complexo do Alemão, no Rio de Janeiro, a humorista e influenciadora digital Thamirys Borsan acredita estar vivendo o melhor momento de sua carreira até o momento. Aos 28 anos de idade, ela concilia o trabalho como criadora de conteúdo nas redes sociais, com o universo da publicidade e, agora, de atuação para plataformas de streaming.

Nesta quarta-feira (13), a atriz anunciou que viverá a personagem Rubria, em uma nova série de comédia da Netflix. Esse mundo de agenda lotada e trabalhos na publicidade e no humor fazia parte de sonhos que a atriz de 28 anos nutria para o futuro, mas que encontraram solo fértil na sua realidade atual.

Em entrevista exclusiva para o Mundo Negro, Thamirys falou sobre seus sonhos profissionais, sobre o poder de transformação de realidades que está contido na comédia e sobre os custos de defender pautas ligadas às questões raciais. Confira!

Como você define o momento atual da sua carreira?

Eu tô realizando sonhos. Quando eu entrei para a internet, era isso que eu queria. Ser vista, mostrar minha capacidade intelectual, meu carisma, mostrar que eu tinha capacidade como as pessoas brancas, de estar ocupando esses espaços. Sempre fui atriz, sou formada em teatro, nunca tive visibilidde ou um sobrenome que me colocasse em situações favoráveis. Então, eu falei, bom, eu preciso entrar nesse meio e ser vista de alguma forma. E foi nesse intuito que eu entrei para a internet, mas eu acabei descobrindo um mundo que eu nunca imaginei estar. O mundo da influência digital, e eu tô gostando também.

Estão começando a surgir oportunidades para mim que são sonhos, mas ainda me sinto muito ligada a esse afeto que eu construí com as pessoas que me seguem. Eu passei por um momento difícil no ano passado, quando perdi a minha mãe, e eu dei uma estagnada na produção de conteúdo. Mas aí, começaram a surgir trabalhos que não dependiam do meu criativo, que eu só precisa estar, precisava mostrar o meu talento com atuação, com comunicação. E eu me joguei, agradecendo aos céus que esses trabalhos surgiram, porque eu não sei como eu estaria agora, se não fossem essas oportunidades.

Esto vivendo as coisas que eu sempre sonhei e que eu sempre quis estar, mas com muita culpa ainda, porque deixei de fazer as coisas que eu estava fazendo antes, mas estou me descobrindo e tentando achar esse meio termo.

O que você quer realizar ainda daqui por diante?

Eu quero fazer shows de humor. Ir pro teatro, ter conexão com as pessoas. Estou estudando e me preparando para isso ser da melhor forma. Eu quero viver da comédia, seja ela na internet, na TV, nos streams, apresentando, ou seja nos stand-ups, nos palcos. Quero estar na comédia de todas as formas. Uma pessoa me perguntou se eu conhecia uma mulher negra comediante, de meia idade. Foi um parto para pensar, mas a gente sabe que tem, mas com visibilidade são pouquíssimas. Depois de um tempão pensando, eu falei: eu vou ser uma, tá? Então, tô nessa construção, de ser uma comediante de meia idade preta.

Estamos saindo de um grande burburinho com o Will Smith e Chris Rock no Oscar e isso levantou uma questão em torno dos limites do humor. O que você pensa sobre essa relação entre humor e temas considerados sensíveis?

Eu abomino esse tipo de humor, até porque eu sou uma mulher preta, gorda, de periferia, totalmente fora do padrão e que sou alvo de várias piadas de shows por aí, e eu não vou fazer de mim piada para alguém. Então, eu abomino esse tipo de humor e não acho graça, na real. Acho que isso já foi, ficou no passado e a gente tem que aceitar isso e avisar aos comediantes que ainda estão nessa: “E aí, galera! Que tal dar uma repaginada nesse humor?”. A minha ideia é essa, mostrr que é possível ser engraçado sem ficar zoando o outro, a quinta série precisa passar.

Você se posicionou em relação a situações que envolveram o Nego do Borel e o racismo em relação a ele. Tem custos para você se poscionar diante de temas polêmicos?

Tem vários. Olha, o caso do Nego do Borel foi um dos mais punks, eu já esperava, mas sem esperar tanto. Meu público é pequeno, e é um público muito engajado, Mas a proporção que esse vídeo furou a bolha, foi bizarra. Eu fiz o vídeo pouca semanas antes de ele entrar pra Fazenda e meu vídeo foi envelhecendo como vinagre. Não por conta dele, mas por conta do que as pessoas transformaram e o negócio foi ganhando uma proporção ensurdecedora. Eu me posiciono porque eu preciso, senão eu não aguento.

O Nego do Borel foi um marco pra mim. Não era um vídeo de defesa dele, mas acabou sendo levado para esse lugar. E quando eu vi que tava indo pra esse lugar, eu tirei o vídeo do ar. Mas eu pretendo retornar com esse vídeo, porque ele é um símbolo da construção do relacionamento interracial, e do que isso pode causar na vida de homens pretos, principalmente. É sobre isso que eu falo no vídeo: a pessoa pode te amar agora, estar tudo muito bonito, mas se vocês se separarem e ela te odiar, você pode morrer, você pode ser preso, pode acabar a sua carreira, você pode ser linchado por coisas que você provou que não aconteceram e mesmo assim, as mídias não dão voz para essas coisas.

Tudo bem ela mentir falando que o dinheiro dele era de tráfico, tudo bem ela associar a imagem de um homem preto mais uma vez com um traficante, que você tem um fuzil em casa. Mas quando ele prova que o dinheiro dele era proveniente do trabalho dele, quem repercutiu? Quando uma mulher que viveu com ele, diz que o dinheiro dele veio do tráfico, as pessoas vão acreditar, porque como é que um homem preto que veio do Borel pode ganhar dinheiro com os hits de sucesso dele, não é mesmo?

Ele continua sendo problemático em várias situações, mas traficante ele não é, e isso precisa ser dito. É um homem preto que conseguiu dinheiro com muita honra.

Olhando para as suas realizações atuais e para o seu futuro, qual é o legado que você pretende deixar?

Cara, eu sou da comédia porque eu acho que a comédia é um jeito leve de aprender e de levar a vida, sabe? Eu acho que a comédia é uma professora mesmo, e ao mesmo tempo, sabe aquela professora que te explica da melhor forma? Tem professores que fazem música pra ajudar a grudar a matéria na cabeça, e essa professora pra mim é a comédia. E ela me salva direto. É esse legado que eu quero levar, tenho isso desde que nasci e quero que isso fique. Que a gente ria e aprenda. Quando a gente tá conversando com um amigo e quer impor o próprio pensamento, a pessoa para de te ouvir na hora.

Tipo Bolsominions versus Lulistas, ninguém se ouve. Com a comédia, você começa a fazer piada, a pessoa ri e fala: “Pô, eu era assim” e pensa, já era, já me transformei. E é esse legado que eu quero, o poder de transformação. Com o riso, é muito mais fácil, mais eficaz do que com tiro, com soco, com agressão. Eu, mulher preta que vim da favela, que tenho que lidar com tiro com agressão o tempo todo, ainda assim, nasci com isso, de ensinar e aprender com riso, é tão significativo. As pessoas pretas ainda somos a maioria por causa disso, Porque a gente ressignifica as paradas, e temos uma vontade de viver que eu acho que se fosse com eles, já estavam dizimados há muito tempo.


Netflix anuncia lançamento em breve do documentário dos Racionais Mc’s

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Foto: Jef Delgado

Netflix anunciou, nesta quarta-feira (13), que vai produzir um documentário inédito sobre o grupo de rap Racionais MCs, um dos mais conhecidos do Brasil, dirigido por Juliana Vicente.

O filme terá entrevistas e cenas exclusivas, gravadas em mais de 30 anos de carreira e vai mostrar o legado que o grupo deixou. Mano Brown, Edi Rock, Kl Jay e Ice Blue também trarão suas narrativas pessoais.

Também foram divulgadas imagens de Maldivas, que conta com a participação da Sheron Menezes (Rayssa), como uma das protagonistas desta dramédia. A nova série conta a história da personagem Liz, interpretada por Bruna Marquezine, que se infiltra em um condomínio de luxo para desvendar o mistério sobre morte da mãe.

Pra finalizar as novidades, a nova comédia romântica Casamento a Distância, teve a primeira imagem do casal protagonista revelada com Dandara Mariana e Dan Ferreira, nos papéis de Eva e Alex, que terão que fazer o impossível para conseguir realizar o casamento, já que o noivo se envolve em várias confusões nas vésperar da cerimônia e não sabe se conseguirá chegar a tempo.

Foto: Reprodução/Netflix

Medida Provisória é uma história de amor atravessada pelo terror do racismo

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Taís Araújo e Alfred Enoch são Capitu e Antonio em Medida Provisória - Foto: Mariana Vianna

Em mais uma manhã abafada no Rio de Janeiro, a médica Capitu (Taís Araújo) se despede do seu parceiro, o advogado Antonio (Alfred Enoch) e do primo dele, o jornalista André (Seu Jorge) e sai do apartamento que os três dividem, para mais um dia de trabalho.  Usando um sapato confortável para enfrentar uma maratona de cirurgias, ela entra no seu carrão rumo ao hospital e nem desconfia que em poucas horas a vida dela e de todos os negros brasileiros teria uma guinada dramática, truculenta e imprevisível.

Em poucos dias, André e Antonio são os únicos negros que se tem notícia em todo o Brasil e vivem, ou melhor, sobrevivem dentro de um apartamento sem comida, luz, água e Internet e têm na opinião pública internacional a esperança de saírem vivos dessa situação.

Medida Provisória estreia dia 14 de abril e é primeiro longa dirigido por Lázaro Ramos, com uma trama tensa, baseada no texto genial da peça “Namíbia não” de Aldri Anunciação (que também está no filme).

Algumas cenas nessa história lembram um pouco o drama das mulheres na série “O conto da Aia”, semelhança citada por Lázaro Ramos, no programa Roda Viva. Porém, nesse roteiro nacional, afrodescendentes de todos os tons e idades, são caçados, literalmente, pelas autoridades para serem enviados de forma compulsória para África. Ao contrário do romance da autora canadense Margaret Atwood, o enredo, nesse caso, naturalmente nos remete à História do Brasil e o trajeto inverso e ainda mais violento dos Africanos para outros continentes.

O AMOR COMO ESTRAGÉGIA DE  ARTE E DE LUTA

Um ingrediente fundamental para a sanidade de Antonio, André e da Capitu, que está distante do seu companheiro, é o amor.  “Essa é uma grande lacuna na dramaturgia brasileira que é você ter várias representações da população negra, inclusive no romance porque a gente tem isso nas nossas vidas e essa dramaturgia não foi contada por nós”, explica Taís Araújo.

Taís Araújo e Alfred Enoch como Capito e Antonio:Foto: Divulgação

Alfred Enoch detalha que esse amor também estava no set e foi fundamental para amortecer o impacto emocional de viver personagens tão intensos. “O Lázaro ajudou muito nisso criando um clima agradável, onde todo mundo se dava bem. Ele escolheu pessoas legais que ele sabia que iriam trabalhar com amor, com afeto e com paixão e dessa forma, apesar das cenas tensas, se tornou um processo prazeroso”.

Elfred Enoch e Seu Jorge – Foto: Mariana Vianna

A presença do amor não faz de Medida Provisória um filme romântico, como expectador a sensação é próxima de um filme de terror, seja pelas angústias claustrofóbicas dos residentes do “afro bunker”, uma espécie de quilombo urbano, seja pelos ares sádicos de Adriana Esteves e Renata Sorrah que parecem se alimentar dos sofrimentos das pessoas de “melanina acentuada”.  “Mesmo que ali na tela tivesse esse assunto,  de violência o jeito da gente trabalhar era no amor e no afeto. Esse respeito e afeto nos leva hoje a ter o filme brasileiro com mais negros na frente e atrás das câmeras da história. Esse respeito e esse afeto fazem com que a gente tenha um filme onde a mulher negra tenha um papel protagônico que tem em muitos poucos filmes. Com uma profissão e classe social que não se encontra no cinema”, comenta Lazinho.

Emicida dentro do Afrobunker – Foto: Mariana Vianna

Ainda sobre o amor, Seu Jorge celebra e agradece por André, seu primeiro personagem com um perfil mais leve. “Eu nunca tive a oportunidade de fazer personagens divertidos. Os meus personagens nunca são divertidos. São gente que sangra, sofre, chora e sofre muito. Não é muito diferente com o André, mas ele tem uma leveza. Estamos falando de um jornalista, que é primo de um advogado e de uma médica. Esse lugar a gente não vê muito, de pessoas negras em lugar de poder”, argumentou o cantor.

Seu Jorge, como o jornalista André – Foto: Mariana Vianna

Medida Provisória é provavelmente uma experiência angustiante para o espectador não branco e talvez até para o branco, mas o conforto vem quando o melhor do lado humano se faz presente.  “Esse filme, apesar de falar de violência urbana, as armas que aparecem são com um propósito muito específico, uma mensagem muito específica. Não é à toa o Emicida troca uma arma por um livro. Nos queremos ir além da dor e mostrar nossas potências e o caminho que a gente sonha”, finaliza o diretor Lázaro Ramos.

“Não entrei para fazer personagem”: diz Natália sobre o BBB22

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Foto: Globo/João Cotta

Após eliminação na última terça-feira (12), com 83,43% dos votos, Natália Deodato analisa sua trajetória no BBB 22, em entrevista para a TV Globo. A ex-sister também fala sobre a formação do grupo das “comadres”, os desvios do paredão, o romance com o Eli e o que espera depois do reality. Confira:

Se pudesse definir sua passagem pelo BBB em uma palavra ou frase, qual seria? 

Totalmente intensa e de pura entrega, assim eu defino a minha jornada no BBB.

Qual era a sua principal estratégia de jogo? Acha que ela funcionou?

Minha estratégia era sobreviver. Sou bastante observadora, então também gostava de analisar as pessoas e perceber as movimentações que elas faziam e, a partir disso, determinar qual seria meu posicionamento dentro da casa. Mas confesso que entrei pensando em sobreviver, sem anular a mulher que eu sou. Funcionou muito! Gente, eu cheguei ao Top 8, estou chocada! Achei que fosse sair bem antes, na primeira semana. Estou muito feliz, muito grata. Consegui fazer movimentações de forma que, depois do excesso de paredões, permaneci oito semanas sem ir. Isso para mim foi muito significativo. Vejo como um mérito meu, pelo meu posicionamento dentro da casa, porque a forma como eu me movimentei foi aliviando a ida direto ao paredão. 

Você cogitou que poderia formar um casal no BBB? Fale um pouquinho sobre o Eli e o que você imagina para essa relação fora do BBB. 

Eu entrei muito de peito aberto para vivenciar todos os tipos de experiências, não focada em formar um casal. Eu queria viver a experiência ao máximo, até onde eu conseguisse. Eu queria realmente chegar e fazer uma pegação geral, confesso. Mas não fazer um casal. Dei um selinho no Rodrigo, na amizade e na brincadeira. O Lucas é um fofo (já falei isso para ele diversas vezes), um homão. Acho ele muito bonito, simpático e quietinho – uma coisa que eu gosto. Eu preferi ficar só na amizade mesmo e também aconteceram outras coisas e ele seguiu o caminho dele com a Eslô. Fico muito feliz por ele e torço demais. Mas eu não pensei, inicialmente, em formar casal, não. Com o Eli, aqui fora vai ser só amizade mesmo. Lá dentro a gente realmente teve trocas de carinho. No início foi voto, aí, depois, beijei meu voto. Foi uma coisa bem conflitante, engraçada demais. Teve a “baldada” do menino…foi muito engraçada a nossa trajetória lá dentro. Mas aqui fora eu planejo focar integralmente na minha carreira. Há muitas metas que eu preciso traçar, principalmente pela minha família e pelo meu lado profissional. Relacionamento é algo que está quase em último plano, hoje, na minha vida. Principalmente com o Eli, que foi algo que aconteceu no jogo, que a gente viveu em um momento muito intenso. Eu quero ter uma amizade. Tenho muito carinho e respeito pela pessoa dele, mas aqui fora eu não tenho nenhuma expectativa quanto a ele, até porque eu tenho uma listinha, né? (risos)

https://www.instagram.com/p/CcRtcylOg1Z/

Alguns participantes votaram em você esta semana apontando que não tinha senso de coletividade. Outros comentavam sobre como você entrava nas conversas… Acha que isso pode ter atrapalhado a convivência? 

Eu não tenho essa mesma percepção porque, se eu não tivesse senso de coletividade, eu já teria afetado a casa de alguma forma durante toda a edição, se fossem coisas tão graves como foram apontadas. Em nenhum momento eu afetei a casa nem o coletivo. Sempre priorizei os outros, mas também tomando direito do que eu podia fazer. Não sou criança, entrei como uma mulher adulta e totalmente consciente do que eu posso ou não fazer. E sempre pensando que prejudicar o outro também seria me prejudicar, principalmente estando em um jogo em que eu dependo das pessoas para estar dentro. Seria enfiar o pé no saco se eu fizesse isso. Então, em relação ao senso de coletividade, não concordo. Sobre interromper os outros, eu acredito que uma conversa não é feita de uma pessoa que fala e da outra que escuta. Acho que a gente pode argumentar em alguns momentos e que, sim, a gente precisa ouvir. Mas isso foi muito mais a forma que eles tiveram para me desmontar naquele momento, para eles terem uma razão e algo a dizer sobre mim. Uma conversa é feita de duas, três, quatro pessoas e interromper é uma coisa natural, espontânea, e que muitas vezes não foi feita por maldade. Então, concordo, sim, porque às vezes eu interrompia e queria falar também, mas não acho que foi algo tão negativo como foi exposto. Estou muito feliz com tudo o que foi feito lá dentro, com a minha trajetória. Estou orgulhosa de mim. 

Você teve algumas brigas e discussões na casa por falar o que pensava, sem receio de se comprometer. Foi um jogo arriscado?

Demais. Eu já entrei no BBB sabendo que seria um risco muito alto para mim porque eu sou boca grande, não consigo me conter. Às vezes eu nem penso, e já falei. Depois eu vejo: ‘Nossa, não acredito que falei isso. Mas já saiu e, infelizmente, agora eu vou tentar consertar, falar que eu errei’. Desde o momento em que eu pensei na possibilidade de estar no programa, foi um risco muito grande para mim. E quando eu vi que realmente iria acontecer, eu disse que eu queria ser leal a mim em tudo. Não entrei para fazer personagem, para ser a pessoa perfeita. Entrei para ser a Natália, boca grande, que fala até o que não deve. E depois se arrepende e pede desculpas; volta atrás quando é necessário e bate o pé quando não é. Essa sou eu, esse é meu jeitinho nada meigo (risos). 

Depois de enfrentar três paredões logo nas primeiras semanas, os brothers decidiram não votar mais em você, te poupando de encarar novas berlindas. O que foi decisivo para isso acontecer? Essa “proteção” influenciou no seu jogo? 

Influenciou um pouco. Quando eu fui para três paredões direto – só não fui a quatro porque estava imune – e as pessoas viram que eu estava batendo e voltando, gerou um receio de me indicar. Mas não só isso; também de tentar perceber onde estavam errando. Acho muito importante ter esse pensamento de perceber no que pode melhorar. Foi aí que eu tive um acolhimento maior da casa e conforme eu voltava dos paredões, eles pararam para analisar: ‘O que a Natália fez para mim? Ela não fez nada para mim, então por que eu estou com esse bloqueio?’. Foi quando as pessoas realmente se permitiram se aproximar de mim, me conhecer. E viram que nada daquilo que eles criaram era verdade, mas uma barreira que colocavam ali, sem dar o direito de conhecer a pessoa maravilhosa que eu sou. Eu não sou só uma pessoa encrenqueira, sou cheia de amor para dar, cheia de carinho, de alegria. Sou uma pessoa que brinca, que faz piada boba. E estou muito feliz porque isso influenciou a, principalmente, chegar no Top 8. A gratidão transcende o meu peito hoje. 

Você e o Gustavo tinham posições opostas nas últimas semanas, mas muitas outras pessoas foram “alvos” de voto dele antes de você. Ele chegou a destacar que fazia bastante tempo que você não ia ao paredão e, por isso, te indicou. Acredita que essa rivalidade mais recente te atrapalhou?

Não acredito que tenha me atrapalhado. Pelo contrário, vejo como algo que criou um posicionamento das pessoas que gostam de mim de verdade aqui fora. Foi a maneira que eu encontrei para me posicionar também no jogo. Pode ser que tenha um favoritismo dele, do grupo dele. Mas não acho que atrapalhou porque as coisas acontecem da maneira como devem acontecer. Deus está no controle de todas as coisas. E, se realmente nesse momento eu tive que sair, tive que enfrentar esse paredão, passar por aquela porta, eu passei de cabeça erguida, muito feliz com tudo o que aconteceu. Na verdade, isso só me enalteceu e acho que pôde servir como um trampolim para a minha vida aqui fora. Pensa só: se eu não saísse nesse paredão, eu ia perder o carnaval na Beija-Flor, meu povo. Olha que alegria, estou feliz demais! (risos)

https://www.instagram.com/p/CcME4HquGuN/

P.A, Douglas e Pedro Scooby chegaram a propor a você e a Jessi de tentarem jogar juntos, mas vocês não toparam. Se arrepende dessa decisão? 

Sendo bem franca, eu não me arrependo. Fico um pouco triste pelo D.G., que era uma pessoa muito especial para mim ali dentro. Eu tenho, no meu coração, um carinho imenso por ele. Fico chateada por ele, apenas. Realmente houve essa proposta e teve algumas jogadas que eu fiz com eles, mas a Jessi não foi junto. Eu fiz o que eu acreditava ser certo naquele momento, segui totalmente o meu coração. Nas jogadas que eu fiz junto com eles e nas que eu fui contra, fui pelo meu coração. Quando eu votei no D.G., eu deixei claro que não era por rivalidade, mas por autoproteção, porque eu estava com muito medo de ir àquele paredão e sair naquele momento. Depois eu expus isso para ele, pedi até desculpas porque me senti super mal. Mas acontece…

Você, Lina e Jessilane tinham personalidades bem diferentes. O que unia vocês três? 

Inicialmente, o que uniu a gente foi ‘o que restou’. A gente brincava muito com isso: ‘a gente foi o que sobrou, então o que sobrou tem que se unir para tentar sobreviver’. Mas, desde o início, mesmo sendo o que sobrou e querendo conversar sobre o jogo, as nossas opiniões eram muito divergentes, então a gente não conseguia fazer essa movimentação. Cada uma ia mais pelo seu coração. Só que chegou em um momento do jogo em que a gente viu que isso era muito importante. Falamos: ‘Gente, estamos ficando para trás, vamos acabar saindo. Precisamos acordar!’. Foi quando a gente começou a jogar mais junto, ser mais estratégicas. Foi pela vontade de sobreviver no jogo e, depois, pela paixão de falar: ‘somos diferentes, sim; temos divergências, sim. Mas eu amo você e quero fazer dar certo’. E quando a gente quer fazer dar certo, não vão ser as dificuldades ou os pensamentos diferentes que vão nos separar. A gente falava: ‘Eu te aceito da forma que tu é, te respeito, te amo assim. Vamos bater de frente, mas vamos fazer esse trem andar’. Fiquei muito feliz com essa nossa paixão, vontade e garra de não só sobreviver, mas de buscar fazer dar certo.

https://www.instagram.com/p/CcMeKlAu3cb/

Como a volta do Arthur no paredão falso interferiu no seu jogo?

Interferiu diretamente porque eu sempre vi o Arthur como uma pessoa muito bacana dentro do jogo, muito estrategista. Ele realmente sabe para que ele entrou no BBB. E eu não entrei no BBB só pelo jogo; acredito que o jogo é construído pelas relações também. Analisando o perfil do Arthur, eu vejo que ele é um jogador totalmente estrategista e que ele não está ali para criar relações, desde o início deixou isso muito claro, que o jogo dele era sozinho, com o público, etc. Isso me afetou diretamente porque eu pensava que a gente tinha que conseguir chegar à final e é um risco muito grande ter um jogador forte ali dentro. Quando ele saiu, não tem como negar que eu fiquei muito feliz, fiz festa. Vi aquilo como a oportunidade de chegarmos à final, pensei que o povo amava a gente. Quando ele voltou, foi um banho de água gelada. Fiquei muito triste e falei: ‘Ah, Meu Deus, e agora? Será que a gente não vai conseguir chegar nessa final? Nem estar no Top 5? O que será que o povo está pensando da gente?’ Então, gerou várias inseguranças e incertezas. Isso nos afetou diretamente, não porque eu tenho uma rivalidade com ele ou porque não gosto do Arthur e tive algum atrito com ele. Nada disso, até porque a gente não teve atrito nenhum dentro da casa. Mas realmente por considera-lo um jogador forte, com potencial dentro do jogo.

O fato de não ganhar nenhuma prova no BBB te desanimou ou você seguiu com esperança por uma conquista? 

Me deixou bem desanimada, sim. Teve um momento em que perceberam que eu fiquei tristinha, choramingando, falando: ‘Deus, eu não estou aguentando mais isso. Me ajuda!’. Eu falei até brincando com a Jessi esses dias que a gente estava passando por aquela provação, mas que tinha um porquê: ‘Se eu sair, Deus vai me abençoar de alguma forma, porque aqui é só provação. A gente não ganha uma!’. Até no momento de pegar um canudo no jogo da discórdia, com um tanto de consequência boa, a gente pega os piores. Mas nos momentos em que eu ficava desanimada ou triste, eu sempre lembrava que se a peteca cair no meio do mato, ou desaparecer, eu ainda vou manter ela no ar, com a peteca imaginária (risos). Ou então vou criar outra peteca para mandar para o alto. Não posso deixar nada me abalar. E tentava manter a cabeça erguida, mas confesso que, nas últimas semanas, o peso de pensar em sair sem ter ganhado uma prova foi muito perturbador. Mas volto a dizer: tudo acontece da forma como tem que acontecer. Glorifico muito a Deus por tudo o que eu vivi. Infelizmente não tive o gostinho da liderança, mas tive oportunidade de vivenciar isso ao lado da Lina, do Lucas, que são pessoas que eu amo muito, admirava ali dentro e admiro mais ainda aqui fora. Só de poder vivenciar isso ao lado deles, eu me senti muito realizada.

Se pudesse eleger os melhores momentos da sua trajetória e os mais difíceis, quais seriam?

A minha entrada, com certeza, porque foi algo que eu não imaginava que iria acontecer. A minha amizade com Lina e Jessi; a época em que Naiara ainda estava lá… Mas, para ser sincera, eu não consigo eleger só um momento ou os melhores. Para mim, tudo foi muito bom, até as baixas. Até nos momentos em que eu estava mais triste e chateada, em que eu tinha errado, foram situações de aprendizado. Eu acredito que nada pode ser desvalorizado na minha participação. Tudo eu vou carregar para a minha vida, no meu coração, sabendo que acertando e errando, tendo vitórias e conquistas ou fragilidades e frustrações, foi sincero ao máximo e com a maior entrega. Foi o que eu podia fazer naquele momento. Todos para mim foram exclusivamente especiais.

https://www.instagram.com/p/CbP3HonOfC3/

Para quem fica sua torcida agora? 

Não tem como negar: estou torcendo muito pela Jessi. D.G. também tem a minha torcida. Eli pelas coisas que a gente viveu, apesar de os últimos dias não terem sido muito agradáveis. Jessi e D.G. são pessoas que eu estou torcendo e vibrando com toda a minha alma. Brasil, ajuda a gente! (risos)

Aqui fora o público brincou que você seria a “Barbie Profissões” por já ter atuado em diversas funções antes de entrar programa. Quais são seus planos para daqui para frente? Pensa em seguir alguma carreira específica? 

Eu tenho muito planejamento para a minha vida, até daqui a 10 anos, confesso. Capricorniana nata, cheia de metas a cumprir. Tenho os meus sonhos de trabalhar com TV, atuar como atriz. Tenho vontade de fazer muitas coisas. Acredito que agora é o momento de centrar e pensar nas oportunidades de que vão chegar, nas portas que vão ser abertas, abraça-las e acolhe-las com todo o meu coração, assim como eu faço com tudo na minha vida, com bastante intensidade e viver esse momento da melhor forma. Não tem uma coisa que eu diga: ‘isso eu não quero fazer’. Quero muito atuar nas minhas redes sociais, na TV, como atriz ou apresentadora. Eu não sei o que me espera, mas para o que me espera eu já estou entregue, de peito aberto e muito grata, desde já! 

Em turnê de Stand Up pelo Brasil, Helio de La Peña recebe humoristas da nova geração

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Foto: Ana Quintella

O humor ácido e inteligente do humorista, redator e ex-Casseta Helio de La Peña, conhecido do público há mais de 30 anos, agora invade comedy clubs e teatros pelo Brasil afora. Com protagonismo negro, o artista quer levar sua noite de humor para os quatro cantos do país, sempre convidando talentos locais de cada estado. A turnê, chamada de ‘LA PEÑA CONVIDA’, possui como pilar: “Diversidade acima de tudo, humor pra cima de todos”.

Em mini turnê por São Paulo, o artista esteve em Guarulhos dia 08/04. Sua convidada foi Cintia Rosini que pode ser assistida no especial de stand up na Netflix, Lugar de Mulher.

Foto: Arquivo Pessoal.

Em uma mini  turnê pelo Nordeste do Brasil, o artista vai dividir palco em Salvador dia 14/04 em duas sessões com João Pimenta do Porta dos Fundos, e dia 15/04 (também em duas sessões) com a revelação do humor soteropolitano, Ivan Santos. Já em João Pessoa, dia 16/04 é a vez de apresentar Vinícius Lyra, prata da casa, no Restaurante Marbelli.

Em seu show, La Peña fala de política sem preconceito, batendo em todo mundo, expõe as contradições de ser o único preto em ambientes sofisticados, assim como traz a vivência de quem nasceu e cresceu no subúrbio do Rio de Janeiro, em seus melhores dias. E ainda zoa com sua rotina esportiva de maratonista aquático da melhor idade. Ele dá mais um spoiler sobre o que esperar em seu show e contextualiza a referência a Will Smith. “Eu brinco com minha rotina esportiva de maratonista aquático da melhor idade. Inclusive eu tenho uma teoria sobre porque os pretos não combinam com esportes de neve. Quem quiser saber tem que conferir o show ao vivo! Inclusive tô pensando seriamente em levar um segurança pro palco. Não quero dar match com um tapão na cara durante meu show”, enfatiza.

Próximos shows:

BAHIA-Salvador La Peña Convida

Quinta, 14/04 – La Peña convida João Pimenta (porta dos Fundos)

Horário: Duas sessões : 19h e 22h

Sexta, 15/04 – La Peña convida Ivan Santos

Horário: Duas sessões : 19h e 22h

SALVADOR- Quinta, 15/04 – La Peña convida Ivan Santos

Horário: Duas sessões : 19h e 22h

PARAÍBA -João Pessoa- La Peña Convida

Sábado, 20h -16/04La Peña convida Vinícius Lyra

Local: Restaurante Marbelli -Rua Marcionila da Conceição, 1545, Cabo Branco – João Pessoa, PB

Produção:  Saci de Mochila

O que aconteceu com ‘Black-ish’? Série continua indisponível para o público brasileiro

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Foto: Divulgação.

A série ‘Black-ish’, famosa nos Estados Unidos por tratar com humor temas ligados aos aspectos raciais e contemporâneos, chega ao final nesta semana, 19 de Abril, com a exibição da última temporada na TV norte-americana. No Brasil, os fãs da série continuam sem acesso à produção. Inicialmente disponível no Prime Vídeo, todas as temporadas da obra foram retiradas do catálogo brasileiro da plataforma sem maiores explicações ou detalhes. Sob o selo da Disney, uma especulação de que a série pudesse ganhar espaço dentro da Disney+ ou Star+ ganhou espaço na internet ao longo dos últimos meses mas até agora, nada disso aconteceu.

Foto: Divulgação.

De certa forma, a ausência da série pode ser vista como um desrespeito ao público, já que os brasileiros amantes de ‘Black-ish’ até hoje não conseguiram assistir a oitava – e última – temporada da obra. Criada por Kenya Barris, a série segue uma família negra de classe média alta – liderada por Dre (Anthony Anderson) e Bow (Tracee Ellis Ross) – vivendo em um bairro predominantemente branco. Ao longo do enredo, Dre se mostra particularmente interessado em incutir um senso de identidade cultural em toda a família.

Com sua exibição, ‘Black-ish’ recebeu ampla aclamação da crítica. Foram diversas indicações ao Emmy e ao Globo de Ouro de Melhor Série de Comédia, além de vitórias no NAACP Image Awards. O sucesso da série foi tão grande que o universo de humor foi expandido, ganhando dois spin-offs inspirados na trama original, ‘Grownish‘ (2018) e ‘Mixedish‘ (2019). Apesar da enorme adesão popular no cenário internacional, nenhuma das produções chegaram ao Brasil.

Afinal, o que aconteceu com a disponibilidade de ‘Black-ish’ no Brasil? Pergunta segue sem respostas até hoje. Agora, resta especular que com a conclusão da série nos Estados Unidos uma data de lançamento seja finalmente anunciada em território brasileiro.

Estamos achando a história da Jessi PIOR que a da Ju

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Jessilane Alves é a única mulher na reta final do Big Brother Brasil 22. Longe de ser uma das favoritas, já que suas maiores aliadas no jogo, a cantora Linn da Quebrada e a modelo Natália Deodato foram as últimas eliminadas do programa com 77,6% e 83,43%, a professora corre risco de ser eliminada nos próximos dias. A sua trajetória sofrida no reality não parece ter despertado empatia no público. Confere aí:

Isolada e sem suas companheiras

Jessi formou com Lina, Natália e a cantora Naiara Azevedo (eliminada na terceira semana), o grupo das Comadres. Após a eliminação das amigas ela segue isolada e sozinha no jogo, como companheiros mais próximos estão o sobrevivente do lollipop, Eliezer e o ator Douglas Silva.

https://twitter.com/a_jessilane/status/1514082756367720454

Sem sorte nas provas

Durante sua trajetória a participante ganhou pouquíssimas provas sempre ficando entre as últimas colocadas. Para não dizer que não ganhou nada, Jessi levou uma prova do Anjo e 100 mil numa dinâmica de sorte. A professora planeja tirar o nome do SPC e pagar meu financiamento estudantil com a quantia.

Passou a temporada sendo subestimada pelos homens da casa

Durante o programa Jessi foi pressionada pelo quarto Grunge a se aliar contra o Lollipop, o problema no entanto é que as vontades e opiniões da professora nunca foram consideradas pelos homens da casa.

…E a maior parte do programa na xêpa

Jessi passou nada mais nada menos que sete semanas consecutivas na xêpa, totalizando durante o programa mais de dez semanas longe das regalias do VIP, na última dinâmica a participante acabou com o castigo do monstro sendo obrigada a dormir no jardim. Desumano.

A história dela é PIOR que a da JU

Concordando ou não com o “meme da Ju”, o fato é que Jessi foi uma das poucas participantes que se entregou e se permitiu viver intensamente todos os momentos dessa temporada, merecendo estar na final. Uma pena que sua jornada não tenha despertado o interesse e a comoção do público.

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