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Thales Alves, ex-Masterchef, viraliza calculando os preços reais de receitas da internet

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Foto: Arquivo pessoal

O jovem gastrônomo, Thales Alves, ganhou a internet ao revelar os preços reais de ingredientes de receitas compartilhadas nas redes sociais, chegando a 6 milhões de views em seus vídeos

Entrevista: Raio Gomes / Texto: Isadora Santos

Sabe aquelas receitas que a gente ama ver na internet, mas não faz ideia de quanto custa? Thales Alves, gastrônomo especialista e consultor, viralizou nas redes sociais ao postar vídeos comentando os custos de cada produto utilizado e sugerindo o preço final do prato com base no quanto custou cada ingrediente.

Em entrevista para nossa editora, Raio Gomes, o gastrônomo compartilhou um pouco da sua história e contou como teve a ideia de reagir aos vídeos de receita mostrando os preços reais.

O trabalho do Thales tem chamado a atenção porque muitas pessoas já caíram naquele papo de “preparei esse prato com apenas 5 reais e 3 ingredientes” quando, na verdade, o custo acaba sendo maior porque mais produtos estão atrelados à receita. “Essa precificação e custos é algo que é da minha convivência e dentro das plataformas digitais a gente vê muitos vídeos fora da realidade. Algumas pessoas falando sobre receitas serem de centavos, alguma receita que é super fácil e super acessível e que na realidade nunca foram e nunca serão”, explica o especialista.

Atualmente, Thales Alves trabalha como chefe executivo e consultor em estabelecimentos de alimentação e bebidas. Ele explica como surgiu a ideia de criar o quadro “Quanto custa, Thales?” em suas redes sociais: “Minha ideia com o “Quanto custa, Thales?” surgiu através de uma necessidade da própria rede. A gente vê que muitos estabelecimentos de alimentação e bebida e até pessoas comuns, pessoas físicas que frequentam esses estabelecimentos, não têm noção de quanto custa cada ingrediente e cada item para que você tenha um estabelecimento e acabam se perdendo em relação aos preços, em relação ao estabelecimento de metas e gasto mensal”.

Alves produz conteúdo para a internet há 4 anos e também trouxe para suas redes temas que fazem parte de sua existência, como raça, gênero e cozinha afetiva, mas afirma que nenhum deles fez tanto sucesso como o quadro que revela os preços dos alimentos. “Tentei emplacar alguns programas, fiz o ‘Trans Cozinha’, fiz alguns quadros falando sobre gênero, sobre racialidade, sobre cozinha, cozinha afetiva e etc. e nada chegou perto desse estouro que foi o Quanto custa, Thales?”, detalhou.

“Eu acho que as pessoas ficam menos perdidas quando elas sabem a precificação. A gente vê alguns canais já colocando preço nessas comidas, mas a grande parte não faz essa precificação. Para mim é algo muito simples. Toda semana eu recebo dos maiores fornecedores de alimentação do meu estado o preço médio e coloco o preço médio da minha região, que é a região do litoral de Santa Catarina”, explica o consultor.

Ele também conta que tem recebido boas respostas do público e que ao revelar os preços percebe o quanto os custos de alimentos e bebidas podem ser muito diferentes em cada região do Brasil. “A gente está recebendo respostas muito boas do público. Recebendo notícias muito boas em relação ao “Quanto custa, Thales?”, com pessoas se identificando e pessoas achando muito absurdo alguns preços e a gente consegue entender o quão gigantesco é o Brasil. A gente tem uma forma continental de ser. Então a gente vê que alguns preços são muito baixos e muito caros em relação ao restante do Brasil e vai se envolvendo com o público”.

Thales Alves confessa ter se surpreendido com o alcance que conquistou nas redes sociais e conta como tem sido lidar com a visibilidade: “Eu fiquei muito surpreso depois que os vídeos estouraram. Nos últimos sete dias eu tive em média 6 milhões de views se a gente juntar todos os vídeos que eu tenho em relação ao “Quanto custa, Thales?” e foi uma coisa absurda. Nunca imaginei que chegaria a esse nível. É muito difícil ver gente preta alcançando grandes patamares”. Sobre as dificuldades de produzir conteúdo para a internet, ainda complementa: “A dificuldade é de conseguir filtrar um pouquinho. As pessoas se sentem um pouco confortáveis para fazerem comentários bem maldosos em relação a muitas coisas. Comentários racistas, comentários homofóbicos já rolaram, mas eu sempre excluo ou tento deixar passar de uma forma um pouco mais tranquila. Existem os frutos bons e os frutos ruins em qualquer lugar”, finaliza.

Espetáculo “A Menina do Meio do Mundo – Elza Soares para Crianças” é destaque na agenda cultural gratuita no Rio

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Foto: Divulgação

Com apresentação única no bairro natal da saudosa Elza Soares, Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro, o espetáculo musical infantil “A Menina do Meio do Mundo – Elza Soares para Crianças” – referência ao álbum “A Mulher do Fim do Mundo” – leva à Areninha Carioca Hermeto Pascoal, neste domingo (20), às 16h, o repertório feminista e antirracista da cantora, com clássicos como “A Carne” e “Meu Guri”, para contar a história de uma menina forte que cresce na favela sonhando em se tornar cantora, após ouvir o rádio, a relação afetuosa entre Elza e sua mãe Rosária e a valorização da mulher negra em uma sociedade regida por homens brancos.

A peça, gratuita e livre para todos os públicos, faz parte da série “Grande Músicos para Pequenos” e estará em cartaz no Rio até o dia 28 de agosto.

https://twitter.com/ElzaSoares/status/1554893772592398341

Nesta segunda-feira (15), o Rock in Rio emitiu uma nota para informar que a sambista Alcione não estará mais na homenagem à Elza Soares, que será realizado no dia 11 de setembro, devido a uma cirurgia realizado em julho na coluna vertebral: “Entendendo a relevância da artista, ela não será substituída e o show seguirá com Majur, Agnes Nunes, Caio Prado, Mart’nália, Gaby Amarantos e Larissa Luz”.

Além da peça teatral e do show no grande festival, o Instagram oficial da Elza, publicou na semana passada, o vídeo de um ensaio rolando com a banda e avisou que tem novidades: “Nossa rainha Elza Soares está sempre presente e mais viva do que nunca. Vamos celebrar Elza com um tributo a sua vida e sua história. Acompanhem!!”.

Khaby Lame, o criador de conteúdo com maior número de seguidores no TikTok, recebe cidadania italiana

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Fotos: Reprodução/Tik Tok

Nascido no Senegal, o criador de conteúdo Khaby Lame, se mudou para a Itália quando tinha um ano de idade, para morar na cidade de Chivasso e hoje, aos 22, tornou-se cidadão italiano, de acordo com o jornal Corriere della Sera. “É uma grande responsabilidade. Estou orgulhoso, mas me senti italiano antes mesmo de hoje”, disse durante a cerimônia.

Ele foi notificado de sua cidadania pelo Ministério do Interior italiano em 8 de junho, semanas antes de se tornar o criador de conteúdo com maior número de seguidores no TikTok, hoje somando mais de 148 milhões.

A concessão de cidadania para crianças nascidas na Itália, mas com pais estrangeiros, tem sido um longo debate político no país. Atualmente, essas crianças só poderão se inscrever para tornar-se italiana a partir dos 18 anos. “Não é certo que alguém que vive e cresce com a cultura italiana por tantos anos e é limpo, ainda não tenha direito à cidadania. E não falo só por mim”, revelou o humorista em uma entrevista ao jornal La Repubblica, anteriormente. 

A estrela da internet publicou o primeiro vídeo na rede social em março de 2020, depois de ser demitido no começo da pandemia de Covid-19. Os vídeos rapidamente viralizaram, onde ele aparece reagindo a outros vídeos ou resolvendo diferentes problemas diários de forma simples, sem falar nada, apenas se expressando de forma engraçada e gesticulando com as mãos. O criador de conteúdo ganhou popularidade, rendendo também muitos memes entre os brasileiros.

Fã declarado da seleção brasileira, o humorista aparece vestido com a camisa da seleção, como no último publicado nesta semana. Os fãs do Brasil sempre ficam muito empolgados. “Ele é o melhor TikToker brasileiro que não é brasileiro do mundo”, comentou um internauta.

https://www.tiktok.com/@khaby.lame/video/7132133587255577862?is_copy_url=1&is_from_webapp=v1

Plataforma oferece oportunidade para jovens negros e indígenas que querem iniciar carreira na moda

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Foto: Divulgação Instituto C&A

Intitulada Minha Carreira na Moda, a plataforma foi criada pelo Instituto C&A e deve fomentar oportunidades para jovens de 16 a 29 anos

No dia 24 de agosto o Instituto C&A lançará a plataforma Minha Carreira na Moda, com o objetivo de fomentar oportunidades para jovens negros e indígenas, de 16 a 29 anos, que almejam construir ou desenvolver sua carreia no segmento. Por meio da parceria com empresas e instituições de ensino, o programa irá conectar interessados a oportunidades como experimentação profissional cursos, além de possibilitar que os estudantes se cadastrem em um banco de talentos do segmento.

Inicialmente, o programa contará com um edital dividido em três categorias. Com foco em encontros para falar a respeito de carreira no segmento, a categoria Meu Futuro na Moda irá possibilitar trocas entre pessoas que já atuam na área e os jovens que querem iniciar sua carreira. Já em Meu Produto Sustentável, em parceria com a Faculdade Santa Marcelina, irá possibilitar formação em cursos livres, com certificação, com professores da instituição, que irão contemplar desde desenvolvimento do produto e coleção até o planejamento. E na categoria Meu Primeiro Corre na Moda(Experimentação Profissional), sete estudantes de moda que nunca trabalharam no segmento serão contemplados com bolsa auxílio de R$ 1.300 e auxílio alimentação custeado pelo Instituto C&A, durante três meses, para que possam aproveitar a oportunidade de se conectar com sete marcas, em curso livre com carga horária de 30 horas semanais, sendo parte desse tempo dedicado ao desenvolvimento intelectual destes jovens.

Pela plataforma, os interessados também poderão acessar conteúdos gratuitos de preparação para o mercado de trabalho, desde informações básicas até as mais gerais como depoimentos de profissionais do segmento. Também haverá uma seção destinada especialmente ao tema carreira, que irá reunir todas as possibilidades dentro do mundo da moda, pré-requisitos necessários para o ingresso em cada segmento e vídeos explicativos sobre as atividades.

Tracklist do “Numanice 2” vaza na web e Ludmilla lamenta: “Paciência”

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Foto: Reprodução/Instagram

Na noite desta terça-feira (16), vazou nas redes sociais a foto de um papel com toda a tracklist do show “Numanice #2” da Ludmilla. A cantora ficou chateada. Primeiro ela tweetou “É SÉRIO QUE VAZOU???????? 😭”, e em seguida, outro tweet com mais emojis chorando. Os portais começaram a publicar a foto da tracklist vazada e Ludmilla compartilhou na sua página: “Vazou, vazou. Paciência!”

https://twitter.com/Ludmilla/status/1559677104509304835

As músicas da tracklist foram tocadas na gravação do show “Numanice #2”, que aconteceu no dia 21 de julho, no Museu do Amanhã (RJ). O lançamento está marcado para o dia 23 nas plataformas de áudio e dia 24 no Youtube.

Os fãs logo reagiram com memes para descontrair a situação. Um internauta postou “DEIXA BAIXO, DEIXA BAIXO.. eu não vi nada mãezinha”. Outra postou: “foi tacar papel no chão e deu nisso, tá vendo?”.

No último domingo (14), Ludmilla realizou o Numanice em Belo Horizonte (MG), e se tornou um dos assuntos mais comentados do Twitter. Com ingressos esgotados antes do dia do show, a cantora entrou no palco com o rapper Djonga e roubaram a cena. O projeto de pagode da Lud está bombando pelo Brasil, considerando um dos mais requisitados no momento. Já foram realizados shows em Minas Gerais, Rio de Janeiro, Bahia e São Paulo.

https://twitter.com/sitemundonegro/status/1559003033471782912

Além dos projetos autorais, nesta terça-feira (17), Ludmilla foi anunciada como a próxima convidada para duetos e gravações no projeto da cantora Sandy “Nós, Voz, Eles 2”.

Contra os privilégios, defenda a Lei de Cotas!

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Foto: Drazen Zigic / Freepik

O racismo desaparecerá quando não for mais lucrativo e psicologicamente útil. (Toni Morrison)

Por Ricardo Corrêa

A Lei n° 12.711 (Lei de Cotas) − sancionada no dia 29 de agosto de 2012 − completará 10 anos. Ela estabeleceu regras para a implantação da política de cotas, resultando no ingresso de grupos marginalizados nas universidades e institutos técnicos federais e, consequentemente, na redução da desigualdade racial e social nesses espaços. Neste texto alerto para a necessidade de vigilância da população negra, visto que a qualquer momento a Lei de Cotas poderá ser submetida à revisão conforme o seu Art. 7º. A preocupação que devemos ter é com os possíveis retrocessos, já que nestes tempos de política reacionária muitos dos direitos da população estão sendo atacados. E, em se tratando de medidas que beneficiam a população negra, os racistas estão de prontidão para atrasar o nosso lado. 

Compreendo que há muita coisa a ser melhorada no mecanismo de ingresso e permanência dos estudantes nas universidades e institutos federais, mas, a revisão  da lei deve ser no sentido de aprimoramento e não o contrário. A Lei reserva 50% das vagas aos estudantes de escolas públicas e estabelece regras dentro desse grupo para os negros, indígenas, pessoas com baixa renda e deficientes; perceba que os brancos também são beneficiados, entretanto, a enxurrada de críticas mira somente os negros e os indígenas. Se não reconhecermos a existência do racismo nessas discordâncias, estaremos perdendo tempo justificando as políticas de ação afirmativa para quem não se preocupa com a justiça racial.

As cotas protagonizaram importante mudança na sociedade, pois potencializaram a autoestima das pessoas negras e ampliaram o campo de atuação profissional dos marginalizados, socialmente, de forma que não ficassem restritos a atividades de baixo status social. Além do mais, as áreas do conhecimento foram enriquecidas com a diversidade presente nos espaços de construção do conhecimento; são novos olhares fazendo ciência, rompendo com o padrão branco e rico. Hoje, há mulheres negras e homens negros arquitetos, cientistas, engenheiros, médicos, entre outras profissões que, tradicionalmente, eram exercidas por pessoas brancas. É bem verdade que o número de negros com essas formações é ainda pequeno, se compararmos com os brancos, mas o avanço está em construção. Também vemos negros se profissionalizando em cursos técnicos (automação industrial, administração, edificações, química etc.) e cursando o ensino médio − de qualidade reconhecida nacionalmente − nos cursos dos institutos federais. 

Os racistas utilizam argumentos infundados e preconceituosos, muitos até refutados através de pesquisas, como “os cotistas não acompanharão intelectualmente os não-cotistas nas aulas”, “cotas são racismo reverso”, “haverá diminuição da qualidade dos cursos”, “cotas dividem a sociedade e criam ressentimentos”, entre outras. Mas as críticas recorrentes remetem à meritocracia. Eles defendem que  o esforço individual é o suficiente para a ascensão social das pessoas, e que a responsabilidade pelo próprio destino está nas costas de cada um de nós. Em outras palavras, a pobreza e a miséria arruinando a maioria das famílias negras é ausência de esforço delas mesmas. Sob essa ótica, se os negros não têm arcabouço intelectual que possibilite disputar uma vaga na universidade pública com os brancos, é falta de esforço deles. Portanto, essas ideias demonstram que a defesa da meritocracia negligencia as questões históricas, biológicas e sociológicas que atravessam as pessoas individualmente e na relação com a sociedade, ademais, como comentou a doutora em psicologia Cida Bento “não existe meritocracia num país racista”.

Não somos ingênuos, sabemos que a sobrevivência do sistema capitalista depende das desigualdades sociais. Sendo assim, as conquistas dos negros na educação não garantem a inserção no mercado de trabalho, nem o salário igual aos brancos que exercem a mesma atividade profissional. Nesta sociedade o racismo desempenha o papel de arrimo na manutenção da desigualdade; ele consagra a exigência da desigualdade feita pelo capitalismo, diria a investigadora e abolicionista Ruth W. Gilmore. Todavia, com todas as limitações que o sistema produz, o caminho para a emancipação política e econômica dos negros exige, incondicionalmente, a defesa das ações afirmativas. Isto posto, defendamos a Lei de Cotas contra qualquer movimento que cheire a retrocesso.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

BRASIL. Lei nº 12.711, de 29 de agosto de 2012. Dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio e dá outras providências. Disponível em: <http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12711.htm>. Acesso em: 14 ago. 22

Sterling K. Brown está animado com o cabelo grande: “Eu ainda tenho tudo, então vou brincar enquanto posso”

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Foto: Reprodução/Instagram

Em entrevista ao programa Today nesta terça-feira (16), o ator Sterling K. Brown, estrela da série “This is Us“, falou sobre o novo visual, em como está adorando deixar o cabelo grande.

“Olhei em volta e pensei: ‘Tenho 46 anos’ e ‘Nem todo mundo ainda pode fazer isso!'”. E acrescentou: “Tipo, [para] algumas pessoas, [a] linha do cabelo começa a recuar, recua um pouco. Então eu ainda tenho tudo, então vou brincar com isso um pouco enquanto posso”, revelou às apresentadoras Savannah Guthrie e Hoda Kotb.

Sterling também afirmou que os filhos e a esposa e também atriz, Ryan Michelle Bathé, também está curtindo o novo visual. “Ela gosta do cabelo. Agora, o que ela está confusa [e] preocupada é sempre que eu tento fazer algo fora do caminho comum”. O ator também disse que voltará a usar tranças. “Eu já fiz isso antes – isso faz parte do meu passado afro-americano. Mas a ideia de eu fazer algo que não é tão conservador como o que ela está acostumada nos últimos anos a faz parar”.

No perfil do Instagram, ele tem compartilhado conteúdos sobre o seu cabelo no momento “pós-Randall”, explorando penteados e ainda pedindo sugestões. Ele falou sobre o visual “The Finisher”: “Esta é ao Frederick Douglass, aos intelectuais negros do passado, presente. Algo sobre a parte homem, dá um pouco de definição”, explicou.

O ator afirmou que não pretende cortar o cabelo tão cedo: “Ir o mais longe que puder até que alguém me diga que tenho que cortar isso para o meu próximo trabalho”.

Para os fãs do ator, ele vai estrelar a comédia “Honk for Jesus. Save Your Soul“, ao lado da Regina Hall. O filme retrata a primeira dama de uma megaigreja Batista do Sul que carrega uma mega responsabilidade, ainda mais depois do escândalo que envolveu o seu marido, o Pastor Lee-Curtis Childs. Sua igreja, já viveu dias gloriosos, servindo milhares de fiéis, mas agora eles foram forçados a fechar o lugar temporariamente, o que levou a um desbando de seus fiéis. Mas o casal vai fazer de tudo para reerguer sua igreja. O longa estreia no dia 2 de setembro nos Estados Unidos, mas ainda não tem data para estreia no Brasil.

Veja o trailer:

Star+ lança trailer da série “Até Que Se Prove o Contrário” com Kerry Washington como produtora e diretora

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Foto: Divulgação

O Star+ apresenta o teaser da nova série dramática “Até Que Se Prove o Contrário“. Kerry Washington, protagonista de “Scandal e “Little Fires Everywhere“, é a produtora executiva da série e estreia como diretora no primeiro episódio, que chegará em breve à plataforma de streaming.

Apesar de sua interpretação atípica da lei e a ética questionável, Jax Stewart é a advogada de defesa mais brilhante e destemida de Los Angeles, enfrentando o sistema judicial sempre que pode. Mas começa a enfrentar dificuldades no relacionamento com o marido e a se questionar sobre seu trabalho.

Até Que Se Prove o Contrário é estrelada por Emayatzy Corinealdi, McKinley Freeman, Tim Jo, Angela Grovey, Thaddeus J. Mixson, Aderinsola Olabode e Michael Ealy.

Raamla Mohamed é a criadora e roteirista da série, sendo também produtora executiva ao lado de Kerry Washington e Pilar Savone, pela Simpson Street, e Larry Wilmore pela Wilmore Films. Shawn Holley e Jon Leshay são coprodutores executivos, assim como Pete Chatmon e Will McDonald. Tamara Gregory, Roger M. Bobb e JoAnne McCool também são produtores.

A nova série é uma das produções roteirizadas da Onyx Collective, a nova marca de conteúdo com curadoria da Disney para criadores não-brancos e vozes pouco representadas, liderada por Tara Duncan.

Além do atual trabalho como produtora executiva, Kerry Washington também está no elenco do filme “A Escola do Bem e do Mal” da Netflix, baseado no best-seller de Soman Chainani, ao lado da atriz Sofia Wylie, com estreia confirmada para o dia 21 de outubro.

Foto: Divulgação

Idris Elba desistiu de interpretar o primeiro James Bond negro em ‘007’, diz site

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Idris Elba. Foto: Efe EPA Sascha Steinbach.

Um dos atores mais famosos do mundo, Idris Elba desistiu de ser o primeiro intérprete negro do personagem James Bond. De acordo com o site Daily Mail, mesmo sendo o favorito para interpretar o espião da consagrada saga ‘007’, Elba optou por não entrar em outra franquia cinematográfica.

O astro, de 49 anos, era o favorito dos apostadores para substituir Daniel Craig como o super espião. Apesar o afastamento, Elba chegou a elaborar uma lista com indicações de colegas que poderiam interpretar Bond. “Os fãs e a Barbara [Brocooli, produtora de 007] queriam o Idris, mas ele quer desenvolver um projeto pessoal”, disse uma fonte ao tabloide. “Mesmo assim, ele apresentou nomes que podem interpretar o 007. Ele está ‘informalmente’ envolvido no processo de decisão, por estar conversando com os produtores há tanto tempo”.

Apesar das fortes especulações, nenhum representante oficial de Idris Elba ou da franquia ‘007’ confirmou a informação referente à possível escalação do ator. O astro de ‘Bridgerton’, Regé-Jean Page, também começou a ser cotado para viver James Bond no próximo filme da franquia, ainda sem data de lançamento.

Fundo Baobá: edital direciona R$ 2,5 milhões para organizações negras que atuam no setor de educação

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Foto: Freepik

Com inscrições abertas até o dia 6 de setembro, o Fundo Baobá deve selecionar dez organizações, grupos e coletivos negros que receberão, cada um, R$ 175 mil, além de apoio técnico para implementarem os projetos

O Fundo Baobá para Equidade Racial, com apoio da Imaginable Futures e da Fundação Lemann, lançou no dia 03 de agosto um edital para apoiar organizações, grupos e coletivos negros que atuam no combate ao racismo e na promoção da equidade racial no setor da Educação. O apoio financeiro à iniciativa do Baobá vem da Imaginable Futures e da Fundação Lemann. O aporte neste projeto é em torno de R$ 2,5 milhões.

O edital Educação e Identidades Negras: Políticas de Equidade Racial tem caráter nacional e vai selecionar 10 organizações, grupos e coletivos negros que atuam na educação, implementam ou fomentam estratégias de enfrentamento ao racismo em instituições educacionais formais e não formais e buscam fortalecer a liderança e a representação da gente preta em espaços de decisão e poder por meio de programas, ações e políticas públicas.

“Como uma organização de investimento social privado, entendemos nossa responsabilidade em um sistema fundamentado sobre a supremacia de pessoas brancas e sobre outras formas de injustiça. O que chamamos de princípios “JEDI” (Justiça, Equidade, Diversidade e Inclusão) direcionam tudo o que fazemos. Orientam nossas crenças, embasam nossa estratégia e moldam nossa cultura, operações e ações. Apoiar um edital voltado para promoção da equidade racial através da educação é fundamental para nós, na medida em que acreditamos que o acesso equitativo à aprendizagem é fundamental para sociedades saudáveis, justas e prósperas. Cada pessoa deve ter a oportunidade de aprender e tornar o futuro que imagina uma realidade”, diz Fabio Tran, Diretor de Investimentos para o Brasil da Imaginable Futures.

As 10 organizações, grupos e coletivos negros selecionados vão receber, cada um, R$ 175 mil para que, no prazo de 18 meses (1 ano e meio), realizem os projetos que vão apresentar. As inscrições para o edital estão abertas desde o dia 03 de agosto e poderão ser feitas, gratuitamente, até 06 de setembro, no site do Fundo Baobá (baoba.org.br).

Reconhecidamente, a população negra, em sua pluralidade, é a mais impactada quando o tema é o racismo dentro das instituições educacionais, principalmente no que diz respeito à falta de acesso e qualidade do ensino. A promoção da equidade racial, proposta por diferentes organizações atuantes no país, poderá reduzir este impacto negativo e mudar o cenário da educação. Esta é uma oportunidade de fortalecer estratégias do ativismo antirracista, enaltecer e consolidar a busca por direitos, traçar caminhos que levem lideranças atuais e futuras a influenciar, propor e tomar decisões significativas e justas nas políticas educacionais.

“Muitas evidências demonstram o impacto do racismo no Brasil. Há prejuízos para a trajetória da população negra em todas as áreas, mesmo quando a comparação é feita com a população branca de mesmo nível socioeconômico. Na Educação, as desigualdades na aprendizagem são contundentes. Por isso, no nosso plano para a próxima década, a Fundação Lemann colocou o combate às desigualdades raciais como uma prioridade, trazendo-o para o centro de toda nossa atuação. Essa centralidade para equidade racial em nosso plano de longo prazo vem como continuidade a uma série de iniciativas implementadas na Fundação nos últimos anos. Apoiar este edital, que abre oportunidades para projetos que promovam a equidade na educação, é parte desse compromisso”, diz Camila Pereira, diretora de Impacto da Fundação Lemann.

As 10 entidades selecionadas também receberão suporte técnico, irão participar de jornadas formativas promovidas pelo Fundo Baobá e Comunidades de Prática promovidas pela Imaginable Futures e Fundação Lemann. O edital Educação e Identidades Negras: Políticas de Equidade Racial pode se configurar em uma oportunidade de mudança social que se inicia na educação.

“O edital é uma oportunidade para enfrentar o racismo, promover a defesa dos direitos, estimular a liderança, resistência e resiliência de pessoas negras que estão em organizações, grupos e coletivos e atuam no campo da educação. Pretendemos estimular mudanças tanto nos espaços de educação formal – escolas de educação infantil, ensino fundamental, médio, ensino superior-, como em espaços não formais onde também se dão as ações educativas”, afirma Fernanda Lopes, diretora de Programa do Fundo Baobá.

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