Harriet, filme de drama lançado em 2019, acaba de chegar ao catálogo da Netflix e está fazendo sucesso entre os assinantes brasileiros da plataforma. Entre os mais curtidos atualmente no serviço, o filme esteve recentemente no TOP10. A produção é uma cinebiografia de Harriet Tubman, grande ícone abolicionista dos EUA, que conseguiu a liberdade e voltou para libertar centenas de escravizados.
Na época da estreia, o filme foi sucesso de público e crítica. Com 73% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme tem como grande destaque a performance de Cynthia Erivo como Harriet Tubman.
Nascida sob a escravidão, Tubman conseguiu escapar e organizou 19 missões para resgatar mais de 300 pessoas escravizadas. Com o tempo, a rede de ativistas anti escravatura organizada por Tubman ficou conhecida como A Ferrovia Subterrânea.
Por sua performance como Harriet Tubman, Cynthia Erivo foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz. O elenco conta também com Janelle Monáe, Leslie Odom Jr., Clarke Peters, Vanessa Bell Calloway e Vondie Curtis-Hall (Demolidor), que interpreta o Reverendo Samuel Green, um abolicionista religioso que também ajuda Harriet a libertar pessoas.
A jornalista Lilian Ribeiro foi a convidada da última quarta-feira (5) do programa Saia Justa, do canal GNT. Diagnosticada há um ano com câncer de mama, a apresentadora da Globo News contou que recebeu o diagnóstico poucos dias após perder uma prima próxima para a doença, e que voltar ao trabalho em meio ao tratamento, foi muito importante para ela.
“A imagem que eu tinha, era de que seria impossível trabalhar fazendo um tratamento de câncer”, dividiu ela. Foram os médicos que apresentaram a Lilian a possibilidade de continuar trabalhando durante o tratamento. “Cada pessoa é uma pessoa, câncer não é tudo igual, mas eu vi que tinha uma forma de continuar trabalhando”. “O dia que entrei na portaria da Globo foi como se tivesse ressuscitado, lembrei de mim, que tinha enfrentado outras coisas para chegar naquele lugar e ocupar aquele espaço”, disse.
“Eu estava vivendo o meu melhor momento profissional, eu era uma das caras da Globo News. Olhei para a portaria que tinha entrado tantas vezes e pensei ‘vou continuar'”, relembrou Lilian.
No Outubro Rosa, @eulilianribeiro se emociona ao falar de como foi lidar com um câncer de mama como figura pública: "quando eu entrei na portaria da Globo, foi como se eu estivesse ressuscitado". #SaiaJustaNoGNTpic.twitter.com/bKxBFwjVlh
Quando percebeu que o cabelo inevitavelmente cairia devido aos tratamentos para combater o câncer, Lilian, resolveu raspar a cabeça. Ela filmou tudo, mas nunca tinha dividido a filmagem com ninguém, e mostrou, pela primeira vez, no programa.
Vídeo inspirador da @eulilianribeiro raspando o cabelo durante o tratamento: "conforme a careca foi aparecendo, o meu marido falou: 'po, amor, tá maneiro, hein!'. A gente foi se transformando junto". #SaiaJustaNoGNTpic.twitter.com/qiFewg1XQa
Alguns dias atrás, nas redes sociais, Lilian comemorou o fato de estar curada um ano após o diagnóstico do câncer de mama. “Um ano depois de ser diagnosticada com um câncer de mama, tô aqui, saudável outra vez, supreendida pelo cuidado e amor de Deus. Doeu. Dói. Mas tô aqui e agradeço a oportunidade de mais um dia”, disse a jornalista.
Luísa Sonza se pronunciou com um pedido de desculpas para a Isabel, que abriu um processo contra a cantora por racismo, e para a comunidade negra, na noite desta quarta-feira (5). Nos stories, ela começou se justificando pela demora deste momento: “Não via sentido de vir aqui pedir desculpas pra vocês só pra me livrar de uma culpa, acho que seria de extrema hipocrisia da minha parte”.
“Depois que comecei a entender tecnicamente essa situação, eu entendi que esse processo não era sobre a indenização, era sobre o direito, o dever e o desespero de ser ouvida. De uma situação que acontece diariamente com as pessoas. E que a gente faz o tempo todo sem nem saber que está fazendo”, continua o vídeo.
A cantora disse que a vítima aceitou o seu convite para conversar direto com ela e publicou um texto feito junto com ela: “Pedi desculpas diretamente para Isabel, pra depois vir falar qualquer coisa aqui. Também resolver judicialmente. Eu fiz o texto com a Isabel, de uma maneira que ela se sentisse confortável, satisfeita com isso. Eu tô feliz que tenha conseguido resolver isso”.
Ela aproveitou a ocasião para também pedir desculpas à comunidade negra “que sofre com o racismo estrutural todos os dias”, afirmou.
E também se desculpou por postagens realizadas por ela e pela equipe jurídica, em 2020. “A gente ficou sabendo disso por uma matéria distorcida, alegando que eu estava sendo processada por um crime racial, por ter dado um tapa numa pessoa preta. Isso não é verdade e estava saindo várias outras fake news. O que só causou mais dor na Isabel”.
Por fim, Luísa falou sobre o que aprendeu neste período que refletia sobre o processo. “Nossa estrutura inteira é racista. A justiça sempre vai estar ao lado do branco. Não é que nós brancos temos culpa do que nossos antepassados fizeram, mas a gente tem a responsabilidade de mudar essa estrutura”. E completa: “Eu fico muito decepcionada comigo mesmo de não ter entendido isso antes. Mas que eu sirva de alerta para as pessoas”.
Leia o texto publicado na íntegra:
Entenda o caso:
Luísa Sonza foi acusada de racismo após “confundir” uma hóspede negra de uma pousada em Fernando de Noronha com uma servidora do local, em 2020. No mês passado, ela emitiu um comunicado informando que acataria o valor pedido pela autora do processo no valor de R$ 10 mil, mas não pediu desculpas no texto e nem reconheceu o racismo.
Na época que a vítima deu início ao processo, ela chegou a postar que tudo era mentira e que a acusação era absurda. Leia aqui!
‘Thriller’, o álbum mais vendido do mundo, ganhará um documentário. De acordo com o site Deadline, a nova produção está em andamento por parte do espólio de Michael Jackson e a Sony Music Entertainment. Sem data de estreia, o longa terá direção assinada por Nelson George, consagrado historiador musical.
Lançado em 30 de novembro de 1982, odisco ‘Thriller’ vendeu 34 milhões de cópias só nos Estados Unidos e cerca de 100 milhões de cópias em todo o mundo. Consagrado e aclamado pela crítica, ganhou oito prêmios Grammy.
Foto: Sony Music Entertainment.
O documentário “levará os fãs de volta no tempo, para a produção do álbum recordista e o lançamento dos curtas-metragens revolucionários que redefiniram o formato de videoclipe e que cativaram o público globalmente”, disse um comunicado emitido pela Sony Music. “‘Billie Jean’ continua sendo a música de Michael Jackson mais transmitida, e ‘Thriller’ é o único videoclipe que foi introduzido na elite National Film Registry da Biblioteca do Congresso“.
Com filmagens nunca antes vistas e entrevistas sinceras, a obra narrará o ponto na carreira de Jackson que lançou o cantor como um fenômeno único da cultura pop. “O lançamento de Thriller redefiniu Michael Jackson, levando-o de estrela adolescente a estrela adulta, que compôs músicas memoráveis e alcançou o mais alto nível de performance no palco”, revelou Nelson George. “O álbum, e os curtas que inspiraram, criaram um novo modelo da música e imagem. Foi um privilégio explorar este álbum extraordinário e revisitar sua magia.”
‘Entergalactic’, a nova minissérie animada da plataforma Netflix está conquistando o público com um enredo cativante sobre o amor de dois jovens artistas negros. Criada pelo rapper Kid Cudi e pelo produtor executivo Kenya Barris, a obra estreou na última sexta-feira (30).
De acordo com a sinopse, ‘Entergalactic’ é uma animação original e imersiva sobre um jovem chamado Jabari (dublado por Mescudi na versão em inglês) que tenta equilibrar o sucesso e a vida amorosa. A fama aproxima Jabari do amor quando ele se muda para um apartamento dos sonhos e conhece a nova vizinha, a fotógrafa Meadow (dublada por Jessica Williams na versão em inglês).
Além de Mescudi e Williams, ‘Entergalatic’ tem um elenco de peso, com Ty Dolla $ign, Laura Harrier, Vanessa Hudgens, Jaden Smith, Teyana Taylor e mais.
A animação serve como acompanhamento visual para o álbum de mesmo nome de Kid Cudi. Um dos diretores do projeto é Fletcher Moules, que citou os álbuns visuais ‘Lemonade’, de Beyoncé e ‘Purple Rain’, de Albert Magnoli, como principais influências na produção de ‘Entergalactic’.
“Esses projetos foram grandes pontos de partida para a Entergalactic”, revelou Moules em entrevista ao site Polygon. “Muitas vezes, em lançamentos de álbuns visuais, você tem a narrativa acompanhando a música. E então estávamos todos muito envolvidos no início de fazer Entergalactic algo onde obviamente era um álbum musical, mas a narrativa e os personagens eram tão fortes quanto qualquer outro show. Analisamos outros lançamentos visuais musicais, mas usamos a televisão como formato para realmente deixar a narrativa conduzir o projeto como um todo.”
No ar em “Pantanal”, Lucas Letovive o personagem Marcelo, filho do vilão Tenório. Na reta final do folhetim, Leto atuou em seu primeiro papel mais maduro na TV depois de interpretar o adolescente Waguinho de “Bom Sucesso”. Durante sua participação no programa Encontro, na manhã da última terça-feira (4), Lucas Leto contou que terminou as gravações de suas cenas na novela há uma semana e revelou que seu personagem terá um final feliz no remake.
Nascido em Salvador, o ator de 23 anos acumula 10 anos de estudos e trabalhos, e tomou gosto pelas artes graças à avó. Para viver o par romântico de Guta (Julia Dalavia) e o mais jovem peão do Pantanal, Leto aprendeu a montar cavalo, estudou Zootecnia e se jogou no Centro-Oeste brasileiro por um mês e meio. O resultado foi o reconhecimento e as novas oportunidades para o ator. Em paralelo, Lucas Leto está na comédia da Netflix, “Vizinhos”, ao lado de Leandro Hassum e em 2023 poderá ser visto também no filme musical “Um ano inesquecível – Outono”, uma produção da Amazon Prime com direção de Lázaro Ramos.
Trabalhar com Lázaro, aliás, é um verdadeiro presente para Leto, que o tem como referência desde os tempos em que integrava o Bando de Teatro Olodum, grupo que fez o sucesso “Ó paí ó”. “Esse filme era um dos meus favoritos, vivia repetindo todas as falas em casa”, revela Lucas. Mas não foi tarefa fácil entrar para o Bando de Teatro Olodum. O ator inscreveu-se numa audição para a oficina do grupo, disputou com 300 artistas e ficou entre os 20 selecionados. Depois da oficina, ficou cinco anos no grupo, com o qual viajou pelo Brasil com espetáculos premiados e teatros lotados.
Ainda em Salvador, Lucas Leto começou a pegar mais intimidade com a câmera, foi protagonista de uma série para a TV Cultura e criou um canal no YouTube com os amigos porque sentia vontade de dirigir seus próprios projetos. “Aí entrei de vez no mundo do audiovisual. Graças ao canal, fui convidado a fazer um personagem youtuber dentro de um projeto da Turma da Mônica e tive de me mudar para São Paulo”, lembra o ator que, na época, fez seu primeiro teste para a TV. Em seguida, foi para o Rio de Janeiro para fazer o musical “Dona Ivone Lara” e, no fim da temporada, recebeu o resultado do teste: havia ganhado o papel de Waguinho na novela “Bom Sucesso”. A novela terminou em 2020, pouco antes da pandemia. E as oportunidades de trabalho sumiram.
No ano seguinte, com a volta de gravações, a carreira ganhou novo impulso com a gravação de “Vizinhos” e, claro, o convite para fazer um teste para o atual sucesso das 21h. “Gravei a selftape com sangue nos olhos e com a certeza de que eu queria fazer um grande trabalho. Minha mãe não sabia do teste, mas sonhou que eu receberia uma boa notícia e não deu outra! Fui aprovado para a novela e, ao mesmo tempo, aprovado para ser protagonista do filme musical de Lázaro. Nesse filme eu canto, danço e atuo, tudo o que eu aprendi no Bando de Teatro Olodum, e ainda fui dirigido por Lázaro, que eu sempre admirei. Já vi algumas cenas do filme e estou ansioso para todo mundo assistir. É uma das melhores coisas que eu já ousei fazer”, empolga-se Leto.
O ator está colhendo os frutos do sucesso de Marcelo e deve sentir falta das rodas de viola com os colegas de elenco. “De ‘Pantanal’, trago as amizades que fiz e até o hábito de conversar com os bichos. Lá, eu conversava com os cavalos. Até com os jacarés eu trocava uma ideia! A conexão com o animal é uma coisa que eu não quero perder”, finaliza o Lucas Leto.
Doja Cat durante a Semana de Moda de Paris. Foto: David Fisher/Shutterstock.
A cantora Doja Cat vem chamando atenção da mídia com looks exuberantes na Semana de Moda de Paris. Num clique recente, a dona do sucesso ‘Say So’ foi vista toda coberta com uma maquiagem dourada. Ela também usava joias e unhas metálicas combinando com o visual. Na internet, alguns usuários não gostaram do estilo e emitiram opiniões ácidas sobre o look da cantora.
Doja Cat durante passagem pela Semana de Moda de Paris. Foto: Julien Hekimian/Getty Images.
“A pintura está deixando ela feia. Quando você faz maquiagem assim, ainda precisa acentuar os traços. Ela parece uma estátua velha e cansada”, escreveu um usuário no Twitter. Doja viu o comentário e rapidamente rebateu a crítica. “Eu não estava tentando parecer sexy ou atraente”, disse ela. “Toda a minha maquiagem tem uma história e há absolutamente 0 regras. Porém, ainda que houvesse regras você não seria a pessoa responsável por elas”.
“Eu nunca gostei de ter cabelo. Não consigo dizer pra vocês, desde o início de minha vida, um dia em que eu pensei ‘isso é legal’. Eu simplesmente não gosto de ter cabelo”, comentou Doja sobre o novo visual. “Não acredito que demorei tanto pra raspar a cabeça, porque primeiro de tudo, eu não saio por aí com meu cabelo natural (…) Era um pesadelo e eu realmente estou gostando agora”.
A atriz Niecy Nash-Betts, 52, que tem sido aclamada pela impecável atuação na série ‘Dahmer: Um Canibal Americano‘, por interpretar a Glenda, vizinha do serial killer, esteve no programa ‘Tamron Hall‘ com a esposa Jessica Betts, 40, nesta terça-feira (4), em um papo descontraído para falar sobre o casamento e sexualidade.
“Eu amo meu nome. Como eu amo isso. Mesmo com minha nova série ‘The Rookie: Feds‘, o pôster diz ‘Niecy Nash-Betts’, e eu postei. Tantas pessoas me ligaram e ficaram tipo ‘Você se chama Betts agora?’ E eu fiquei tipo ‘esse é o meu nome!”, ressalta.
O casal também relembrou como foi o primeiro encontro, já que elas eram amigas antes de começarem a namorar. “Eu estava com tanto medo de perdê-la como amiga. Se isso estragasse tudo, eu nunca teria sido capaz de me perdoar. Porque eu disse ‘se eu não posso ser sua amiga por causa disso, vamos voltar bem rápido e voltar a isso porque eu quero te conhecer para sempre’”, lembra Niecy.
Durante a entrevista, Niecy revelou que a filha, Dia, a deixou confusa ao questionar sobre como ela se identifica nas nomenclaturas LGBTQIA+, ao anunciar o romance com a Jessica, depois de ser casada com Don Nash e Jay Tucker.
“Ela me fez assistir a um programa sobre tudo, todos os rótulos e todos os nomes, e depois que acabou, minha cabeça estava girando”. E completou: “Se eu tiver que cunhar isso no momento, eu diria que sou Jess-sexual. Porque eu não sei, eu nunca olhei para ninguém, homem ou mulher, e os vi do jeito que eu os vejo. Então eu não sei, mas agora eu sei que estou feliz”.
Niecy e Jessica se casaram em 2020 com uma cerimônia reservada e discreta. O público só soube do casamento quando elas postaram as fotos vestidas de noivas nas redes sociais e com alianças trocadas.
Em entrevista para o programa “Conversa com Bial”, na noite da última quinta-feira (4), a atriz e cantora Isabel Fillardis relembrou sua trajetória. A artista, falou sobre os problemas de saúde que passou nos últimos anos, ela se curou de um câncer na língua e de uma doença dermatológica chamada Líquen Plano Pigmentoso, que causa lesões hiperpigmentadas na pele.
A atriz se emocionou ao contar para o jornalista, Pedro Bial, que na época em que descobriu a doença de pele fazia propaganda para marcas internacionais de produtos de beleza e que devido à incidência de luz, sua pele ficava escurecida, o que a impossibilitou de trabalhar e tomar sol. “Passei muito tempo sem poder sair ao sol. A primeira vez que fiz isso foi como se tivesse voltando à vida”, contou Fillardis. “Tirei muitas lições daí. Vi quanto efêmero nós somos, quanto são breves nossos momentos, o quanto a vida é agora, o quanto a beleza é muito pouco para minha alma.”
Isabel Fillardis também revelou que deverá lançar sua biografia, que está em processo de escrita pela filósofa Djamila Ribeiro. “Se eu não tivesse fé, alegria de viver, acreditando que amanhã seria melhor, talvez não estivesse aqui contando minha história”, destacou a cantora que está em turnê com “Refeita”.
Mãe de Analuz, Jamal e Kalel, Isabel Filardis também falou sobre as experiências que viveu depois que o filho do meio, hoje com 19 anos, foi diagnosticado com a Síndrome de West quando ainda era bebê. “Uma das coisas mais fortes que me lembro de começar depois de um ano de passar pela fase mais difícil com ele, de poder apresentá-lo e dizer o que estava acontecendo, porque na primeira infância dele não tinha condições de dividir isso com ninguém. Eram muitas internações”, explicou.
Isabel se tornou referência para muitas mães ao falar sobre a atipicidade do filho. Ela contou que muitas mulheres diziam “Isabel, meu filho também é deficiente”, “Agora estou levando meu filho ao parque”, “Agora eu levo meu filho ao shopping”. Ela também destacou as dificuldades que muitos pais passam para conseguir tratamento adequado para os filhos no Brasil, considerando as altas despesas com medicamentos.
A atriz também refletiu sobre os acontecimentos de sua vida. “Aprendi que as porradas e as dores são para te fazer evoluir. Tudo depende da forma como você vai encará-las, passar por elas”.
Rihanna quebrou o silêncio sobre sua apresentação no Super Bowl. “Estou nervosa, mas animada”, disse a cantora e empresária ao TMZ ao ser abordada enquanto saía de um supermercado em Los Angeles. A papparazzo perguntou a Riri se a participação especial no show poderia ser de A$ap Rocky, ao que Rihanna respondeu: “Talvez, garota”.
No último dia 25, Rihanna foi anunciada como a grande atração do principal evento esportivo dos Estados Unidos, de lá pra cá, algumas especulações rondam o show, como de quem será a participação especial, qual será o repertório e se vem trabalho novo da cantora por aí.
De acordo com o site TMZ, a artista elencou o nome de 50 pessoaspara se unir a ela no espetáculo. O rapper Jay-Z é um dos produtores responsáveis pelo show esportivo. Em nota, ele comentou sobre o anúncio da cantora barbadiana como atração principal do evento. “Rihanna é um talento geracional, uma mulher de origens humildes que superou as expectativas a cada passo”, disse o astro. “Uma pessoa nascida na pequena ilha de Barbados que se tornou um dos artistas mais proeminentes de todos os tempos. Chegou ao sucesso por conta própria nos negócios e entretenimento.”
O último lançamento de Rihanna no mundo da música foi o álbum ANTI, disponibilizado em novembro de 2016,
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