Jesse Williams vai retornar ao elenco de Grey’s Anatomy para uma participação epsecial na 19ª temporada. A informação foi dada pelo site Deadline. Além da participação, Williams também vai dirigir o quinto episódio da temporada, que vai trazer de volta o Dr. Jackson Avery.
Será o quarto episódio do programa dirigido pelo ator. O episódio se chamará “When I Get To The Border” e irá ao ar no dia 3 de novembro nos Estados Unidos.Jesse Williams participou de 12 temporadas da série, e deixou o elenco fixo de Grey’s Anatomy na 17ª temporada.
Ele também atuou como diretor na série Rebel, da showrunner e produtora executiva de Grey’s, Krista Vernoff . Ativista e empresário de tecnologia, ele também foi produtor executivo do filme vencedor do Oscar de 2021, Dois Estanhos.
Ele também está reotnando à Broadway com a peça Take Me Out , com tema de beisebol , pelo qual foi indicado ao Tony. Ele recentemente estrelou ao lado de Owen Wilson em Secret Headquarters da Paramount+ e será visto em Your Place or Mine da Netflix com Reese Witherspoon.
Depois do sucesso na segunda temporada da série “ Pico da Neblina”, da HBO, o ator vive um coach e gerenciador de crises na novela do GloboPlay.
Uma fase de expansão e amadurecimento. Este pode ser o resumo sobre a vida profissional do ator, roteirista, apresentador e empresário Luis Navarro neste momento. Depois de interpretar o protagonista Biriba de “Pico da Neblina” (HBO / HBO MAX), o ator se prepara para dar vida ao personagem Mark, em “Todas as Flores”, história de João Emanuel Carneiro que estreia nesta quarta-feira no GloboPlay.
“O Mark é considerado um gerenciador de crises. Ele é coach, empresário artístico e uma espécie de estrategista da Rhodes, a loja de roupas e perfumes que é um dos cenários da trama. Meu principal companheiro de cena é o Douglas Silva e, apesar de não sermos comediantes, podem esperar que muitas cenas serão cômicas”, adianta o ator, celebrando 16 anos de carreira. O começo no teatro foi marcado pela adaptação de Alexandre Toller para “Capitães de Areia”, de Jorge Amado. A versão de Moisés Miastkwosky para “Morte e Vida Severina” também é um destaque de Luis nos palcos.
Aos 32 anos, o ator, que é natural da zona leste de São Paulo, celebra a boa safra de trabalho, iniciado no teatro. “É muito gratificante, sou grato pela oportunidade de poder espelhar jovens negros a não terem medo de sonhar! Sempre me imaginei nesse lugar, sempre foquei em estar onde estou e, apesar de ter pensado algumas vezes, nunca desisti. O mercado do streaming está dando mais oportunidade à diversidade. Acredito que está tudo caminhando, a luta é normalizar o pretagonismo tanto dentro, quanto fora de quadro”, vibra Luis. Apesar de toda diferença de perfil e contexto, com o personagem da badalada série da HBO o ator vê alguma semelhança.
“Somos negros sonhadores e ambiciosos – eu um pouco menos ambicioso que o Biriba. Mas algo muito semelhante é que valorizamos a nossa família em primeiro lugar. Além disso, o Biriba é extremamente articulado, perfeccionista e objetivo. Ele é o elo que une o núcleo periférico e o elitista”, observa o multiartista, casado com a influencer Ivi Pizzott e pai de Kali e Zuri, que nasceu recentemente.
A estreia de Luis na TV aberta aconteceu em 2014, na novela “Boogie Oogie”. Na sequência, integrou o elenco de “Pega-Pega” em 2017, ambas na TV Globo. “Mas considero este um novo ciclo, após ter feito alguns outros trabalhos nesse intervalo. Estou feliz em poder voltar à Globo com mais experiência e confesso estar ansioso para começar a gravar e mostrar um trabalho mais desafiador para o grande público”, anima-se Navarro, que volta ao formato como Mark.
“Já fui professor de teatro, atuei em coletivo negro (Os Crespos), trabalhei em teatro musical, teatro de rua, comerciais de televisão e fiz muita festa infantil ao longo desses anos. Devo muito a esses trabalhos”, destaca Navarro que, em paralelo, vem mergulhando aos poucos na carreira musical. Atualmente o ator ainda pode ser visto no Telecine na comédia “A sogra perfeita” (Cris D’Amato), que protagoniza com Cacau Protásio; na série “Chuteira Preta”, no Amazon Prime e Prime Box Brazil; e no longa-metragem “O segundo Homem” (Thiago Luciano), em cartaz na Star +.
Celebrando as alegrias do presente, Luís Navarro se prepara para os passos futuros no trabalho sem esquecer de nada nem de ninguém. “Sou um homem negro sonhador, sou marido, pai e filho. Amo a minha família e espero eternizar a minha arte o máximo que eu puder”, finaliza.
O cantor e ator Seu Jorge publicou um vídeo em suas redes sociais onde comenta os ataques racistas sofridos por ele durante apresentação no clube Grêmio Náutico União. Com a bandeira do Rio Grande do Sul ao fundo, ele começou a descrever sua relação com o estado, e um pouco do que foi sua apresentação na última sexta-feira (14).
“A verdade é que eu estava bastante empolgado porque já fazia um certo tempo que não me apresentava em Porto Alegre com a minha banda”, disse o cantor no vídeo. O artista e sua banda foram contratados para realizar um show no jantar de comemoração à reinauguração de um salão do Grêmio Náutico União.
Seu Jorge contou que, do fundo do palco, ao ouvir as vaias e xingamentos, decidiu retornar, agradecer o público presente e encerrar o show, sem realizar o famoso “bis”. “Não reconheci a cidade que aprendi a amar e respeitar. Não era a cidade que eu conhecia, dos inúmeros shows com as bandas amigas. Na verdade, o que eu presenciei foi muito ódio gratuito e muita grosseria racista”, afirmou.
Seu Jorge aproveitou o vídeo para reafirmar sua relação com as pessoas do Rio Grande do Sul. “Quero aqui agradecer imensamente o carinho e suporte que recebi de toda a gente de Porto Alegre que se sensibilizou com o que aconteceu e me mandou mensagens de apoio a mim e de repúdio ao comportamento de alguns no clube”, comentou. “Agora estaremos bem mais fortes e unidos cada vez mais na luta intensa contra o racismo e toda forma de preconceito e toda forma de discriminação”, concluiu.
A Polícia Civil do Rio Grande do Sul abriu inquérito para investigar o caso de racismo. Segundo a delegada Andrea Mattos, os investigadores tiveram acesso a um vídeo em que é possível ouvir ofensas racistas contra o músico. “Eu recebi um vídeo, em que ele teria sido chamado de macaco. (….) Nós recebemos diversas denúncias, de diversas pessoas, além, claro, de tudo que tem nas redes sociais”, relata. O material já está sendo analisado por profissionais da Delegacia de Combate à Intolerância”, disse ela à CNN.
De acordo com a delegada, Seu Jorge não registrou ocorrência pelo crime, mas isso não é necessário em casos de racismo. “Racismo independe da representação da vítima. Ele atinge não só a pessoa, a vítima direta, mas irradia efeito sobre toda coletividade”.
Vera Lúcia (PSTU), única mulher negra ex-candidata à Presidência da República na eleição deste ano, declarou apoio a Lula (PT) no segundo turno na noite desta segunda-feira (17). “1.350 mulheres morreram por ano no governo Bolsonaro. A cada 4 horas, uma morte materna foi registrada. Os crimes violentos contra as LGBTIs cresceram 33% só em 2021. Essa tragédia é resultado das ações do governo Bolsonaro, que pretende ampliar seu projeto reacionário com essa nova bancada de extrema direita no congresso”, inicia o discurso no vídeo publicado nas redes sociais.
Apesar das duras críticas e preocupações com o governo do Jair Bolsonaro (PL), candidato à reeleição da presidência, Vera destacou que o apoio a Lula também vem com muitas críticas por não concordarem com o “projeto político de governar com a burguesia”. “Nossas reivindicações não podem ser moeda de troca eleitoral. Violência, feminicídios e aborto estão sendo tratados como simples pautas de costumes, e não deveria ser assim. São as nossas vidas e o nosso direito de decidir que estão em jogo!”, ressalta.
Além da preocupação com as mulheres, a ex-candidata também manifestou preocupação com a carta aos evangélicos que Lula pretende divulgar nos próximos dias. A carta é uma estratégia da campanha do candidato para combater as fake news propagadas pelos apoiadores do Bolsonaro.
“Nós respeitamos as religiões, mas somos contra qualquer interferência da igreja no Estado. Não concordamos em abrir mão de nossas reivindicações históricas para conquistar apoio de pastores conservadores. A Carta ao Povo de Deus, feita por Dilma em 2010, mostrou que ela só serviu para fortalecer esses setores”. E completa: “Respeitamos a fé das pessoas, mas a carta aos evangélicos não é sobre isso, é sobre fazer concessões aos conservadores. E nossos direitos não são negociáveis”.
Para encerrar, Vera Lúcia fala sobre a importância das mulheres brasileiras se organizarem para garantir os direitos. “Devemos seguir o exemplo das mulheres na Argentina e na Colômbia, que conseguiram o direito ao aborto na luta, assim como as mulheres iranianas que se levantam hoje contra um regime opressor, lutando por suas vidas e liberdade”.
A NBA (National Basketball Association) e a Amazon anunciaram nesta segunda-feira (17), com um vídeo do Luva de Pedreiro nas redes sociais, que o Prime Video Brasil transmitirá ao vivo até 87 jogos da temporada regular no país durante a temporada 2022-2023. “A maior liga de basquete no mundo está de casa nova, está no Prime Video”, diz o influenciador.
A estreia da liga é amanhã, com o enfrentamento de Boston Celtics X Philadelphia 76ers, às 20h30min, no horário de Brasília e o Los Angeles Lakers x Golden State Warriors, atual campeão da NBA, às 23h.
O Prime transmitirá até quatro jogos exclusivos da NBA por semana, às terças e quintas-feiras durante a temporada, além de até 24 jogos de Playoffs e uma ampla variedade de conteúdo original da NBA ao longo da temporada, incluindo pré e pós – programas de jogos, programas semanais com destaques, análises e notícias, jogos clássicos e outras programações apresentadas por celebridades e influenciadores locais.
Com comentários ao vivo em português de locutores locais e talentos no ar, os jogos ao vivo e a programação da NBA estarão disponíveis como parte de uma assinatura do streaming.
Com estratégia de lançamento desenvolvida pela agência criativa SILVA, dos sócios Clariza Rosa, Helena Gusmão, Alan Ferreiras e Renan Kvacek, o projeto “Estamos Prontas”, coalizão entre o Instituto Marielle Franco e o movimento Mulheres Negras que Decidem colaborou para que 27 candidatas conquistassem 230 mil votos nas últimas eleições.
A iniciativa fomenta por meio da mobilização, comunicação e articulação o desenvolvendo habilidades específicas para construção de campanhas e a consolidação de uma agenda política antirracista, feminista, antilgbtfóbica e popular no debate público.
A SILVA criou a estratégia de comunicação, além da identidade visual, que tem o objetivo de viabilizar a presença de mulheres negras, periféricas e da comunidade LGBTQIA+ nas eleições de 2022 contribuindo com uma história justa e relevante para o nosso país.
Pela primeira vez na história das eleições, o número de candidatos negros ultrapassou as candidaturas brancas. Segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), 9.794 mulheres se candidataram aos cargos disponíveis para posições suplentes e 302 foram eleitas. O levantamento também mostra que, ao todo, foram eleitas 39 mulheres pretas, 5 indígenas, 71 pardas e 184 brancas, de acordo com a autodeclaração de cada uma.
“Ficamos muito felizes de poder desenvolver esse projeto que tem uma potência gigantesca! Nosso principal objetivo foi mostrar onde e como as mulheres negras que já movem o Brasil podem fazer quando entram em cargos na política. A maioria das candidaturas não têm investimentos partidários e essas mulheres ocupam lugares importantes na base da pirâmide social. Precisamos ampliar as vozes para que possam chegar a todos”, enfatiza Clariza Rosa, co-fundadora da SILVA.
A SILVA desenvolveu uma campanha de comunicação, dando uma cara nova para o projeto com muito significado e semiótica criando um posicionamento estratégico a partir da construção do arquétipo da heroína para ampliar e fortalecer a representação de candidaturas de mulheres negras, cis, trans e periféricas que já atuam como lideranças coletivas, e em especial defensoras dos diretos humanos.
As 27 candidatas do projeto conquistaram ao todo 230 mil votos. No Rio Grande do Sul, Laura Sito elegeu deputada estadual, junto a uma bancada negra, formada por Matheus Gomes e Bruna Rodrigues, Camila Valadão eleita deputada estadual pelo Espírito Santo, sendo a primeira mulher negra mais bem votada da história do estado e Elaine Cristina que assumirá o cargo de vereadora pelo mandato Pretas Juntas na Câmara Municipal de Recife.
Por meio de edital, o Estamos Prontas selecionou 27 mulheres negras de cada estado brasileiro para integrar um grupo de lideranças negras comunitárias para fazer parte do Estamos Prontas.
Todo o trabalho desenvolvido pela SILVA, foi realizado por um time 100% feminino. As peças desenvolvidas para o projeto são de autoria da designer da SILVA, Isadora Duarte, que focou em mostrar a pluralidade das candidatas. “O meu principal objetivo foi mostrar o que mulheres negras possuem pautas diversas e sim, mulheres negras podem falar sobre religião, educação, pautas ambientais, etc, do Sul ao Norte do país do centro ao interior”.
As peças criadas para o projeto podem ser vistas nas redes sociais e materiais de campanha de Tainá de Paula, Vivi Reis, Ana Lucia Martins, Giovanna Xavier, Camilla Valadão, entre outras, candidatas ao cargo de Deputada Estadual em todo o país.
Lançada no dia 15 de outubro, a série “SETA: Caminhos Possíveis”, transmitida pelo canal Futura, traz quatro episódios em que pessoas indígenas, quilombolas, negras de regiões urbanas periféricas e especialistas em educação antirracista questionam os conteúdos que aprenderam na escola.
Ao longo da série, produzida pela ActionAid Brasil, são apresentados depoimentos de adolescentes e adultos negros, quilombolas e indígenas, que contam como é estar em um espaço escolar que não respeita ou reconhece suas culturas e histórias – às vezes, nem mesmo suas humanidades.
Para Ana Paula Brandão, diretora programática da ActionAid Brasil, “a comunicação e o audiovisual, em especial, são importantes ferramentas no processo de transformação social. A série “SETA: caminhos possíveis” ganha ainda mais importância porque conta histórias verdadeiras, de pessoas comuns, de territórios diferentes em que a educação antirracista foi ou será transformadora”.
A cada episódio, o Brasil é colocado na tela a partir de vários territórios: a favela da Maré, no Rio de Janeiro, o Quilombo Rio dos Macacos, na Bahia, e o Parque das Tribos, no Amazonas. Além desses espaços, temos a escola como cenário essencial nesse debate.
Segundo o Hits Daily Double, Rihanna gravou duas músicas para a trilha sonora do filme ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre‘, que chegará nos cinemas brasileiros no dia 12 de novembro.
A página do fã clube da cantora “Rihanna Navy Brasil“, disse que os “rumores já tinham saído em 2020/2021 quando Rihanna misteriosamente apareceu no cast do filme em alguns sites”. Esses rumores na época, levaram o público a acreditar que ela havia sido escalada para o elenco.
A estrela também já está confirmada para se apresentar no show do intervalo do Super Bowl, em janeiro de 2023. Mas o grande retorno no espaço da música pode ocorrer na trilha do filme mais esperado deste ano, após o lançamento do álbum ‘Anti’ de 2016.
A marca Fenty Beauty da Rihanna foi lançada em 2017 e já se tornou um império bilionário, que levou a cantora à Forbes como a artista mais rica dos Estados Unidos com um patrimônio de U$ 1,4 bilhão e a única com menos de 40 anos, atualmente com 34. Já os rumores que a Fenty será aberta em Wakanda ainda não foram confirmados.
Em entrevista para a revista Essence, o ator Kevin Hart falou sobre como seu esforço pelo trabalho é inspirado na vontade e no desejo de sucesso que ele vê nas mulheres negras.
“Há uma conversa em andamento sobre igualdade – com razão – como anexado ao crescimento no mundo corporativo, as oportunidades que as mulheres negras merecem. Então eu acho que o que eu mais amo [nas mulheres negras] é a luta. Você está olhando para algumas das pessoas, se não as mais fortes do planeta”, explicou Hart.
Um dos grandes nomes na indústria do entretenimento nos Estados Unidos, o comediante de 43 anos contou que observar sua mãe o motivou a trabalhar ainda mais. “Posso dizer que como um homem negro que foi criado por uma mulher negra, ver seus objetivos em primeira mão e verificar esses objetivos em sua lista não fez nada além de me motivar a ser o homem que sou hoje. Então esse nível de inspiração, motivação e foco… veio de algo que foi incorporado em mim. E minha mãe é definitivamente uma das representações mais perfeitas de uma mulher negra”, declarou Kevin Hart.
Nancy Hart, mãe do ator, faleceu em 2007, aos 57 anos, depois de uma batalha contra o câncer de ovário. Na época, o ator falou sobre como a mãe mantinha a família unida e como isso deixou um legado para ele, o pai e o irmão. “Mamãe faleceu. Foi muito difícil. A família que eu tinha, éramos meio próximos, mas era tudo por causa da minha mãe. Ela sempre dizia: ‘Ei, vamos nos reunir para jantares de Natal, jantares em família.’ Ela foi a ligação para isso, então quando eu perdi esses pedaços de tecido, o pedaço principal foi para meu pai e meu irmão. Esta é nossa pequena família. Esse sobrenome Hart, bem aqui. Se não tentarmos fazer esse sobrenome significar alguma coisa, então não temos nada que vai viver. Meu sobrenome significa algo agora, mas é porque fizemos isso significar alguma coisa.
A cantora e atriz Linn da Quebrada falou, em entrevista à Quem, sobre a dificuldade que ainda tem de se perceber como alguém que pode ter grandes sonhos. Com uma carreira artística sólida e tendo uma passagem memorável pelo BBB 22, a artista ainda carrega as marcas da defesa contra as frustrações.
“Digo com certo pesar, mas não aprendi a sonhar, e acho que fiz isso inconscientemente para não me frustrar durante a vida. As coisas que foram se realizando antes mesmo que eu sonhasse. Até hoje não aprendi a sonhar muito grande, alto. Não sei o tamanho do que posso querer, mesmo estando nesses espaços em que estou me instaurando”, disse a multiartista.
Prestes a apresentar o Prêmio Multishow, a artista avalia que é um privilégio viver este tempo de transformações. “Não via isso acontecer, ao mesmo tempo que eu projetava. Não necessariamente ser apresentadora da premiação, mas estar num lugar em que agora chego e digo ‘finalmente, que justo’. Que privilégio estar vivendo isso, mas não por mim, pelo público, porque deve estar sendo maravilhoso ver todas essas transformações acontecendo”, avalia.
Longe de querer cair nas armadilhas da representatividade, a artista pontuou, em coletiva de imprensa, que é um erro achar que uma pessoa, sozinha, pode representar toda a comunidade LGBTQIAP+. “Não é meu objetivo representar, mas se a gente olhar para esse olhar essa função de apresentadora, tendo como objetivo de representar uma comunidade, ela é falha por si só”, avalia.
Linn conquistou o Brasil durante sua participação no BBB 22 e teve a oportunidade de apresentar seu trabalho para uma grande parcela da população que ainda não a conhecia. Como ela já pontuou em outras ocasiões, ter saído do programa como uma travesti amada pelo público foi incrível.
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