Os líderes do Blacks, grupo de afinidade de pessoas autodeclaradas pardas e pretas daXP Inc., se reuniram na tarde da última segunda-feira (18) com convidados externos na sede da XP em São Paulo para debater desafios e oportunidades de carreira para pessoas negras no mercado financeiro.
“Esse foi o primeiro de muitos! É superimportante manter ativo o diálogo sobre diversidade e inclusão e trazer pessoas com expertise no tema para dentro de nossa empresa. Saio desse encontro com alguns aprendizados e o primordial é: escolha o lugar que você quer ocupar e faça isso com excelência”, declaraAna K Melo, head de Diversidade e Inclusão da XP inc.
Os convidados participaram de uma programação composta por encontro com a Rachel Maia, fundadora e CEO da RM Consulting – consultoria especializada em diversidade e inclusão em um papo sobre seu caminho até a cadeira nº 1 em uma conversa inspiracional com dicas valiosas.
Além disso, também puderam escutar sócios negros da XP Inc. falando sobre carreira, bem como, receber dicas de marca pessoal nas mídias sociais com especialistas do LinkedIn. O evento, transmitido virtualmente, contou com a presença de candidatas da segunda turma do Vem Transformar, programa de desenvolvimento para a carreira em Assessoria de Investimentos, exclusivo para mulheres negras.
A cantora Tati Quebra Barraco fará sua estreia como atriz na novela ‘Travessia’, da TV Globo. Numa participação especial, durante capítulo que vai ao ar nesta terça-feira (18), a funkeira irá interpretar uma presidiária e contracenará com a personagem principal, Brisa (Lucy Alves). “Muito obrigada a todos envolvidos, minha parceria Lucy Alves e também ao meu Deus. Estou muito feliz com essa passagem”, disse Tati através das redes sociais.
A personagem de Tati será responsável por dar suporte à Brisa, que dentro do enredo da novela, foi presa por um crime que não cometeu. “Nunca foi falta de capacidade, e sim falta de oportunidades. Somente agradecer”, celebrou a funkeira através do Twitter. “Tem muita coisa ainda por vir”.
Especula-se que a participação de Tati Quebra Barraco seja estendida durante alguns episódios. O convite para participação na novela foi feita pela própria autora do folhetim, Gloria Perez. ‘Travessia’ aborda o crime relacionado à deepfake, um método capaz de trocar o rosto de pessoas em vídeos, sincronizar movimentos labiais, expressões e outros detalhes.
“Muito legal ver uma protagonista nordestina no horário nobre, falando de suas culturas, dos seus problemas e trazendo curiosidades que a gente não conhece desse Brasil gigante que temos”, disse Lucy Alves, protagonista da trama, em entrevista para a Globo.
O professor de gastronomia, Gustavo Corrêa Pinto, de 49 anos, entrou com uma denúncia no Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Sul contra a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) alegando “discriminação por motivo de raça e assédio moral” depois de ser demitido pela instituição após uma denúncia de racismo.
Gustavo relatou o ocorrido em suas redes sociais. De acordo com o professor, ele participava de um projeto quando foi excluído da apresentação oficial, feita em maio deste ano, sob a alegação de que sua foto era “escura demais”: “Após formular diversas etapas de um projeto com outros dois colegas (brancos), fui excluído da apresentação oficial, com a justificativa de que a minha foto era inadequada, “escura demais”. No entanto, a mesma foto era a minha apresentação no currículo Lattes e na própria Unisinos. Justamente a foto que tirei quando fui fazer um jantar na França representando o Brasil em 2016″, contou.
O profissional afirma que denunciou o caso para a coordenação do curso e que a responsável assegurou que iria checar o que aconteceu, mas colocou em dúvida a alegação de discriminação racial feita por Pinto. “Denunciei o fato como discriminação racial. Após um acolhimento inicial da coordenação do curso, a denúncia começou a ser posta em xeque por pessoas brancas que queriam determinar o que seria ou não racismo. Não tive outra alternativa a não ser me desligar do projeto, o que foi aceito pela coordenação do curso em reconhecimento do fato racista. Contudo, numa atitude que só poder ser definida como assédio moral, este corpo dirigente insistiu que eu realizasse tarefas no mesmo espaço e horário de funcionamento do projeto, o que me neguei a fazer, já que existiam outras alternativas”, descreve.
Gustavo Corrêa Pinto alega que após se recusar a trabalhar próximo ao projeto do qual havia se retirado passou a sofrer assédio moral até ser demitido sem explicação pela universidade. “A partir de então, o tratamento que recebi por parte da coordenação do curso mudou totalmente e, em menos de dois meses, fui despedido. Busquei recorrer internamente da decisão e a Unisinos negou ter havido motivação racista, mas reconheceu expressamente a incorreta condução da questão pela coordenação”, disse.
Em nota ao Mundo Negro, a Unisinos afirma que já instaurou a apuração da denúncia e que a demissão do professor fez parte de um processo recorrente de reestruturação a partir das demandas dos cursos”. Confira a nota na íntegra:
“A Unisinos tem forte compromisso com a diversidade étnico-racial e a inclusão de todas as pessoas, sempre em linha com os valores e os ideais jesuítas, fundamentados no respeito à dignidade da pessoa humana e nos princípios cristãos e democráticos. Para fortalecer o combate ao racismo em todas as instâncias, a instituição criou, há mais de 10 anos, o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neabi Unisinos), cuja atuação é reconhecida no estado Rio Grande do Sul e nacionalmente.
A Universidade não compactua com qualquer ato racista. Informa ainda que já foi instaurada apuração sobre a denúncia do ex-professor do curso de Gastronomia Gustavo Corrêa Pinto.
A Unisinos informa que o desligamento do professor Gustavo Correa Pinto não guarda qualquer relação com o episódio em apuração. A saída do docente fez parte de um processo recorrente de reestruturação a partir das demandas dos cursos, que resultou no desligamento de outros professores no mesmo período.
A Universidade reforçará o compromisso em combater todas as formas de racismo e preconceito e revisará as suas medidas internas.”
No dia 18 de outubro é lembrado o Dia do Médico, uma das profissões de maior status social e considerada da mais nobre em diversas sociedades, no Brasil, carrega a marca do racismo, ainda contando com uma baixa presença de pessoas negras na profissão. Apesar de o grego Hipócrates ser referido como o “Pai da Medicina”, esta ciência na verdade nasceu muito antes dele, no Kemet, o Antigo Egito. Hipócrates faleceu no ano 377 Antes da Era Comum (AEC). Os primeiros papiros médicos do Kemet, datam de 2000 AEC. Um exemplo disto, é o Papiro de Ebers, de 1500 AEC, que fala sobre diagnósticos de doenças cardíacas, depressão, diabetes, controle de natalidade, problemas digestivos e infecções do trato urinário. É o mais longo e completo papiro médico encontrado até hoje, contendo mais de 700 prescrições médicas e mágicas. Além disso, outros escritos egípcios versavam sobre cirurgias, como o papiro Edwin Smith, considerado o mais antigo a falar sobre procedimentos cirúrgicos e práticas para aliviar a dor e tratar ossos partidos.
Os apagamentos históricos e a dominação branca para temas fundamentais para a humanidade se perpetuam diariamente, na tentativa de desestimular que pessoas negras se enxerguem como capazes e como herdeiras de ancestrais poderosos que construíram e pensaram os pilares do que se convencionou chamar civilização e que tem sobrevivido a processos de interrupção desde o encontro com os povos europeus. Portanto, pensar a Medicina como herança e criação do povo negro é entender que enxergar homens e mulheres negras exercendo a medicina é reintegração de posse. É sinalizar que não abriremos mão do que é nosso desde o nascimento.
Acontece hoje, às 21h15, a apresentação do Prêmio Multishow 2022, que traz ao palco apresentações das cantoras Iza e Ludmilla, que está entre os grandes destaques da noite com 6 indicações em categorias populares. O evento também terá como mestres de cerimônia a cantora Linn da Quebrada, o apresentador Marcos Mion e a cantora Glória Groove.
Lud concorre como Artista do Ano, Música do Ano e Hit do Ano, com a canção Maldivas, Álbum do Ano, com Numanice #2, Voz do Ano e Show do Ano. Já Iza também figura as categorias Voz do Ano, Música do Ano e Clipe TVZ do Ano com Fé.
Neste ano, o prêmio sofreu algumas mudanças depois de ter recebido críticas em 2021 pela falta de diversidade e de reconhecimento de artistas como Ludmilla, que afirmou na época que o prêmio deixava de lado artistas pretos de sucesso. Na época, a cantora cancelou sua participação no evento, ela estava entre os artistas que deveriam se apresentar, mas desistiu depois de não ter sido indicada em nenhuma categoria.
Outra grande mudança na estrutura do Prêmio Multishow acontece nas categorias Cantor e Cantora do Ano, que foram unificadas para categoria Artista do Ano, além do acréscimo da categoria Voz do Ano, com uma mudança no número de indicados de cinco para oito artistas. A premiação agora conta com um comitê de diversidade.
O Prêmio Multishow também terá apresentações dos cantores Thiaguinho, L7NNON, Larissa Luz, Linn da Quebrada, Criolo, Liniker, Dona Odete e outros artistas.
Os familiares de George Floydentraram com uma ação de US$ 250 milhões contra Kanye West após comentários públicos do rapper sobre a morte do homem norte-americano.
Na recente aparição de West no podcast Drink Champs, o artista fez declarações controversas sobre a morte de Floyd, dizendo que ele morreu por conta do uso de fentanil. “Eu assisti ao documentário de George Floyd que Candace Owens lançou. Uma das coisas que seus dois colegas de quarto disseram foi que eles queriam um cara alto como eu e, no dia em que ele morreu, ele fez uma oração por oito minutos”, disse West. “Eles bateram nele com o fentanil. Se você olhar, o joelho do cara nem estava no pescoço dele assim.”
George Floyd. Foto: Reprodução / Redes Sociais
O médico legista do condado de Hennepin, Dr. Andrew Baker, responsável pelo caso, disse durante a investigação do crime que, embora a doença cardíaca de Floyd e o uso de fentanil tenham contribuído para sua morte, eles não foram a causa direta.
No comunicado à imprensa da família Floyd, os advogados disseram que West fez “falsas declarações sobre a morte de George Floyd para promover suas marcas e aumentar o valor e a receita de marketing para si mesmo, seus parceiros de negócios e associados”. Além disso, a nota também informou que West declarou “falsidades maliciosas” para lucrar com sua morte e o trauma da família.
Nesta terça-feira (18), a MGM apresentou o primeiro trailer de ‘Creed III’, novo filme da franquia ‘Rocky’. O longa marca a estreia de Michael B. Jordan como diretor de cinema. O ator também retorna como o personagem Adonis Creed na produção, juntamente com Tessa Thompson, Phylicia Rashad e Jonathan Majors, que neste primeiro trailer, ganhou destaque interpretando o antagonista Damian Anderson, um ‘lutador que não tem nada a perder’.
Foto: Divulgação / MGM.
Em conversa com a imprensa, Michael B. Jordan revelou que depois de trabalhar comRyan Cooglere Steven Caple Jr. nos dois primeiros filmes da franquia, ele se sentiu pronto para estrear como diretor em ‘Creed III’. “Finalmente cheguei a este ponto da minha carreira onde realmente queria contar uma história, sabe, e não apenas estar na frente da câmera, não apenas executar a visão de outra pessoa”, disse ele. “E tendo um personagem que eu interpretei duas vezes antes, foram 7, 8 anos vivendo com esse cara, para poder contar uma história de onde eu acredito que Adonis está”.
“Além disso, aos 35 anos, eu tinha muito a dizer como jovem, como jovem negro, apenas minhas experiências de vida e como eu poderia realmente compartilhar isso, compartilhar um pedaço de mim com o mundo através desses personagens e através essa história“, destacou B. Jordan.
Nicki Minaj foi a convidada especial em uma entrevista com a Jada Pinkett Smithdesta semana em ‘Pink Table Talk‘. Uma fã declarada da Nicki, como rapper, mãe e empresária, Jada afirmou que estava ansiosa para conversar com ela desde que soube da gravidez e parabenizou pelo sucesso de ‘Super Freak Girl‘ no topo das paradas.
“Tudo aconteceu tão rápido, como a gravidez e o Covid. Eu não tinha certeza de como estava me sentindo por ter que lançar um álbum este ano, mas aquela música acontecendo e as pessoas gostando, isso me deixou feliz. As pessoas passaram por tanta coisa recentemente que querem se divertir”, disse Nicki.
Questionada sobre como tem sido a experiência da maternidade, a rapper afirma que nunca lhe perguntaram sobre isso antes. “Eu me vejo como um bebê no meu filho e por causa disso, isso me lembra de momentos que eu provavelmente esqueci com o tempo, apenas de eu ser uma criança em Trinidad”, fala.
A estrela disse que ser mãe é a maior benção do planeta Terra. “Estou tão feliz que Deus me permitiu experimentar isso. Eu sempre amei crianças e sempre fui ótima com crianças, mas nos últimos anos comecei a pensar, sei que vai ser uma grande mudança para mim porque estou acostumada a ir onde quiser, quando quiser, e eu sabia que ter um bebê mudaria tudo isso. Mas eu absolutamente amo isso. Eu amo tanto meu filho que não sei se é normal, mas parece insalubre porque eu demorei muito para começar a trabalhar e deixá-lo para ser vigiado por qualquer pessoa, então agora eu tenho essa ansiedade de separação muito ruim. Então isso não é bom”, diz.
Foto: Interview Magazine
Apesar da cantora se envolver na polêmica por ser contra a vacinação contra Covid-19 e ter a conta do Twitter suspensa no ano passado, por compartilhar fake news sobre os efeitos colaterais da vacina, ela falou sobre o medo da pandemia e o impacto na criação do filho.
“Se não fosse durante o Covid, teria sido diferente, mas eu tinha medo de trazer as pessoas ao redor dele quando ele era um bebezinho – babás que estão voltando para casa e outras coisas”.
Nicki também falou que se sente apenas como uma mulher pateta e excêntrica. “Eu nunca tentei ser sexy, eu sempre estava rindo. Eu acho que posso parecer sexy, mas não me vejo como uma pessoa que é – você sabe como algumas mulheres entram na sala e ficam tipo “Ooh”. Eu não sou assim”.
Mas por ser vista desta forma, começou a se incomodar com algumas rappers femininas que só mandavam músicas com conotações sexuais. “Eu não acho que as novas rappers realmente entendem quem eu sou […] E o que estou vendo agora é que tantos novos artistas estão tentando se tornar a pessoa que eles admiravam em vez de nos dar um novo sabor!”.
O longa será lançado no dia 19, em Salvador e dia 21, no Rio de Janeiro
O documentário IJÓ DUDU – Memórias da dança negra na Bahia, é “uma denúncia poética”, segundo o diretor e coreógrafo José Carlos Arandiba, o Zebrinha, será lançado nesta quarta-feira (19). “O filme foi construído a partir da memória viva contada através das vivências e saberes das mestras e mestres pioneiros e protagonistas da dança negra na Bahia”, explica.
O lançamento do filme será em uma sessão para convidados na Sala do Coro do Teatro Castro Alves, em Salvador. Logo depois, o filme também será exibido no Rio de Janeiro, dia 21 de outubro, dentro do Encontro de Cinema Zózimo Bulbul.
“Esse filme é uma estrofe de uma canção que eu comecei a escrever, mas que não terminarei, porém guardo a certeza que meus alunos a terminarão“, destaca Zebrinha, que atualmente, compõe o júri técnico do quadro Dança dos Famosos, do Domingão com Huck, na TV Globo.
Entre os depoimentos recolhidos para uma rica pesquisa de acervo histórico estão: Altair Amazonas e Silva (Amazonas), Clyde Morgan, Edeise Gomes, Edileuza Santos, Elísio Pitta, Eurico de Jesus, Eusébio Lobo, Inaicyra Falcão, Ivete Ramos, Jorge Silva, Lindete Souza, Luiz Bokanha, Luiza Meireles, Macalé, Nadir Nóbrega, Nildinha Fonsêca, Reginaldo Daniel Flores (Conga), Renivaldo Nascimento (Flexinha) e Vânia Oliveira. In memoriam: Augusto Omolú, Raimundo Bispo dos Santos (Mestre King) e Raimundo Senzala.
“Eles fizeram de seus corpos as ferramentas principais para se afirmar na luta política, mas sobretudo se afirmar enquanto mulheres e homens, negras e negros”, comentou o diretor geral da Fundação Pedro Calmon/ SecultBA, Zulu Araújo. Ele ainda comentou que “o filme é uma memória de corpos, mentes e ideias ousadas e corajosas de pelo menos duas gerações de mulheres e homens negros”.
SERVIÇO
Documentário IJÓ DUDU – Memórias da dança negra na Bahia (84min)
LANÇAMENTO EM SALVADOR
Quarta-feira, 19 de outubro, às 19h – Sala do Coro do TCA (para convidados)
LANÇAMENTO NO RIO DE JANEIRO
Sexta-feira, 21 de outubro às 18h – Cine Odeon
Programação do Encontro de Cinema Zózimo Bulbul, gratuito, ingressos no local 1h antes.
SINOPSE
IJÓ DUDU, MEMÓRIAS DA DANÇA NEGRA NA BAHIA é um filme documentário construído a partir da Memória Viva. Uma DENÚNCIA POÉTICA, contada através das vivências e saberes das Mestras e Mestres pioneiros e protagonistas da Dança Negra na Bahia.
Uma memória de corpos, mentes, ideias ousadas e corajosas de pelo menos duas gerações de mulheres e homens negros que fizeram de seus corpos as ferramentas principais para se afirmar na luta política, mas sobretudo se afirmar enquanto mulheres e homens, negras e negros. A Memória da Dança Negra na Bahia é também a memória da resistência negra na Bahia, memória da história da Bahia e memória da resiliência democrática da Bahia.
O documentário é idealizado e dirigido por José Carlos Arandiba “Zebrinha”. Produzido pela Modupé Produtora em Cooperação com a Fundação Pedro Calmon/SecultBA.
‘A Mulher Rei‘, longa estrelado por Viola Davis, atingiu a marca de mais de um milhão de telespectadores no Brasil, de acordo com a Sony Pictures. O país é responsável pela maior bilheteria do filme, que estreou no dia 22 de setembro, fora dos Estados Unidos.
O filme que conta a história das guerreiras do Reino de Daomé foi amplamente divulgado no Brasil e na época do lançamento já liderava as bilheterias no país. Pouco antes da estreia, Viola Davis esteve no Brasil e se reuniu com celebridades e personalidades negras.
De acordo com o portal Popline, nos Estados Unidos, ‘A Mulher Rei’ passou de 59 milhões de dólares arrecadados em bilheteria. No Brasil, o filme já faturou 2 milhões de dólares em bilheteria.
Lashana Lynch, Viola Davis,Shelia Atim,
Sisipho Mbopa , Lone Motsomi ,Chioma Umeala em ação no “A Mulher Rei” – Foto: Sony Pictures
‘A Mulher Rei’ é um filme baseado na história das agojie, um exército de guerreiras formado só por mulheres, que possuem habilidades únicas e que protegeram o reino africano de Daomé nos anos 1800. Inspirado em eventos reais, o filme acompanha a emocionante jornada épica da General Nanisca (Viola Davis) enquanto ela treina uma nova geração de recrutas e as prepara para a batalha contra um inimigo determinado a destruir o modo de vida delas. Algumas coisas valem a luta.
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