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Vida de Daiane dos Santos vai virar filme

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Foto: Reprodução.

A vida, os recordes e os feitos impressionantes da ex-ginasta Daiane dos Santos serão contados em um filme inédito, ainda em desenvolvimento pela produtora Maria Farinha Filmes. Ambientado nos anos de 1990, o longa mostrará como a atleta foi descoberta ocasionalmente num parquinho e acabou se tornando uma das figuras mais importantes para a história da ginástica brasileira.

Ainda não foi decidido quem interpretará Daiane no filme, mas de acordo com o colunista Lauro Jabor, do jornal O Globo, sabe-se que a obra irá relatar os detalhes do esporte e todas as dificuldades vivenciadas pela ginasta. Ao longo da carreira, Daiane conquistou nove medalhas de ouro em campeonatos mundiais. Ela foi a primeira ginasta brasileira, entre homens e mulheres, a conquistar uma medalha de ouro em uma edição do Campeonato Mundial.

Natural de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Daiane fez história no esporte. Ela possui dois movimentos nomeados em sua homenagem após ser a primeira ginasta no mundo a realizá-los: o duplo twist carpado, ou Dos Santos I, e a evolução deste primeiro: o duplo twist esticado, ou Dos Santos II.

‘Marte Um’ é comprado pela distribuidora de Ava DuVernay e chega em janeiro na Netflix nos Estados Unidos

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Foto: Divulgação

Na corrida pelo Oscar! O filme “Marte Um“, de Gabriel Martins, foi comprado pela distribuidora Array Releasing, de Ava DuVernay, segundo a Variety. A obtenção de direitos dará a oportunidade do longa ser exibido em cinemas selecionados nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia. O público norte-americano também poderá assistir o filme na Netflix, a partir do dia 5 de janeiro.

“Marte Um” está representando o Brasil para conquistar uma vaga no Oscar 2023 e as novidades aproximam o filme ainda mais aos favoritos. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas irá divulgar a pré-lista de filmes concorrentes ao Oscar no dia 21 de dezembro. A premiação está agendada para março de 2023.

“Gabriel Martins criou um drama cheio de emoções em sua primeira estreia solo na direção”, disse Tilane Jones, presidente da Array. “A Array tem o orgulho de distribuir ‘Marte Um, que marca a primeira vez que o Brasil escolhe um filme de um diretor negro brasileiro para representar o país no Oscar de melhor longa internacional”, completou.

O filme lançado em agosto deste ano já está fazendo histórias nas premiações de cinema. Após estreia no Festival de Sundance, nos EUA, “Marte Um” foi aclamado no Festival de Gramado por levar os prêmios de Melhor Filme pelo Júri Popular, Melhor Roteiro, Melhor Trilha Musical e Prêmio Especial do Júri.

Nos EUA, o longa também recebeu troféu de Melhor Filme de Ficção, Melhor Filme Internacional e Melhor Elenco no Out On Film Festival – Atlanta LGBTQ Film Festival e Melhor Longa de Ficção no Nashville Film Festival.

Sinopse

O filme traz o cotidiano de uma família periférica, nos últimos meses de 2018, pouco depois das eleições presidenciais. O garoto Deivid (Cícero Lucas), o caçula da família Martins, sonha em ser astrofísico, e participar de uma missão que em 2030 irá colonizar o planeta vermelho. Morando na periferia de um grande centro urbano, não há muitas chances para isso, mas mesmo assim, ele não desiste. Passa horas assistindo vídeos e palestras sobre astronomia na internet.

O pai, Wellington (Carlos Francisco), é porteiro em um prédio de elite, e há um bom tempo está sem beber, uma informação que compartilha com orgulho em sessões do AA. Tércia (Rejane Faria) é a matriarca que, depois um incidente envolvendo uma pegadinha de televisão, acredita que está sofrendo de uma maldição. Por fim, a filha mais velha é Eunice (Camilla Damião), que pretende se mudar para um apartamento com sua namorada (Ana Hilário), mas não tem coragem de contar aos pais.

ID_BR abre as indicações para o Prêmio Sim à Igualdade Racial 2023; os vencedores recebem um prêmio de R$3 mil

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Foto: Divulgação/Prêmio Sim à Igualdade Racial

Serão dez pilares nas áreas da Empregabilidade, Cultura e Educação 

Instituto Identidades do Brasil (ID_BR) abriu as indicações para o Prêmio Sim à Igualdade Racial 2023. A premiação tem o objetivo de reconhecer os principais nomes de pessoas, empresas, instituições e iniciativas que atuam pela igualdade racial no Brasil. São dez categorias, que estão divididas em três pilares: Empregabilidade, Cultura e Educação. Todas elas receberão indicações do público através do site do ID_BR.  

Na etapa seguinte, haverá uma curadoria especializada para escolher quatro finalistas por seção. Os nomes selecionados serão enviados para um júri técnico que vai decidir os premiados. O ID_BR não escolhe os/as vencedores. 

Jorge Aragão e Xamã na apresentação na premiação de 2022 (Foto: Divulgação)

Todos os premiados vão ganhar uma estatueta com a obra “Mad World”, do artista plástico Vik Muniz, que retrata um globo terrestre a partir de acontecimentos importantes pelo mundo. Em oito pilares, os vencedores recebem ainda um prêmio de R$3 mil reais.  

O pilar de Cultura é dedicado às indicações de cantoras/cantores, produtores culturais, produtores musicais e artistas negros e indígenas que tenham um portfólio com experiência consolidada.  

Na Educação, o intuito é premiar iniciativas que buscam promover a igualdade racial criando formas de acesso, narrativas e métodos de aprendizado. 

Com a empregabilidade, o objetivo é premiar empresas que valorizem e possuam práticas voltadas à igualdade racial, como programas internos direcionados ao tema, grupos de trabalho e posicionamentos perante o público externo.  

Homenagem à Elza Soares no Prêmio Sim à Igualdade Racial deste ano (Foto: Divulgação)

Quem quiser fazer indicações, pode acessar o link Prêmio Sim à Igualdade Racial (simaigualdaderacial.com.br) e sugerir quantos nomes desejar até o dia 08 de dezembro. Na página oficial do ID_BR e no Instagram estão detalhados os critérios específicos para cada um dos três pilares.  

Na edição de 2022, os vencedores foram: o diretor Jeferson De, a influenciadora indígena Txai Suruí, Ailton Krenak, a deputada federal Joênia Wapichana, o podcast Mano a Mano, entre outros.

De Rodrigo França a Basília Rodrigues, conheça as 100 personalidades negras mais influentes da Lusofonia em 2022

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Foto: Amanda Cervantes e Divulgação/CNN

Hora de celebrar os talentos negros africanos e da diáspora. A Power List 100 2022 reúne as 100 Personalidades Negras Mais Influentes de Portugal, Brasil, Cabo Verde, Angola, São Tomé e Príncipe, Guiné-Bissau e Moçambique. Ela é uma iniciativa da BANTUMEN, plataforma online focada na cultura negra da Lusofonia. A lista foi revelada neste sábado, 3. Este ano, a lista acontece com o apoio de sete plataformas de comunicação de seis países lusófonos, incluindo o Site Mundo Negro, representando o Brasil.

Nomes como do cineasta Rodrigo França, a jornalista Basília Rodrigues, o escritor Ale Santos, a colunista do Mundo Negro Sauanne Bispo, e entre vários outros, compõem a lista de 2022 das 100 Personalidades Negras Mais Influentes da Lusofonia.

A lista de homenageados foi apurada através de um sistema de votação que incluiu das plataformas editoriais parceiras, com 74 jornalistas e produtores de conteúdo.

Foram celebradas personalidades de diversas áreas de atuação, desde artistas, acadêmicos, influenciadores digitais, desportistas, empreendedores e muito mais, que criam um impacto positivo e notável na sociedade.

“Na BANTUMEN criamos um espaço onde a cultura urbana afro é celebrada. A Power List 100 surge exatamente neste sentido, tendo como objetivo criar visibilidade e reconhecimento aos esforços incansáveis de quem, muitas vezes, nem sempre alcança o interesse dos meios de comunicação tradicionais”, diz Vanessa Sanches, fundadora da BANTUMEN. 

Lista final de homenageados:

NOMEPROFISSÃOPAÍS
C4 PedroArtista de MúsicaAO
Danilo CastroInfluenciador Digital e AutorAO
Eduardo CamavingaDesportistaAO
Fernanda René SamuelAtivista AmbientalAO
Fly SkuadArtista e EntertainerAO
Gilmário VembaHumoristaAO
Paula NascimentoArquiteta e Curadora ArtísticaAO
PongoArtista de MúsicaAO
Príncipe Ouro NegroArtista de MúsicaAO
ProdígioArtista de MúsicaAO
Renata TorresCineasta e Artista MultidisciplinarAO
Toty Sa’MedArtista de MúsicaAO
Vitor Hugo MendesJornalista, autorAO
Yolanda TatiEmpreendedora e Influenciadora DigitalAO
Ale SantosRoteirista e Autor AfrofuturistaBR
Ana MinutoEmpreendedora e Personal CoachBR
Basília RodriguesJornalistaBR
Bia SantosEmpresária e Empreendedora SocialBR
Ewerton CarvalhoAdvogado e AtivistaBR
Glaucia BatistaEconomista, Ativista e AutoraBR
Jarbas Vargas NascimentoAcadêmicoBR
Juliana SouzaAdvogada, Ativista e AutoraBR
Luiza BrasilJornalista e AutoraBR
Nina da HoraCientista da ComputaçãoBR
Raphaela MartinsPublicitáriaBR
Rodrigo FrançaCineasta, Autor e ArtistaBR
Sauane BispoEmpreendedora e Influenciadora DigitalBR
Carlos Andrade aka ArtolashHumoristaCV
Darlene Barreto (orlando pantera)Artista e EmpreendedoraCV
Dino D’SantiagoArtista de MúsicaCV
DjodjeArtista de MúsicaCV
Dominick DonkEmpreendedorCV
Edy TavaresDesportistaCV
Irlando Ferreiraex-Diretor CNADCV
Kathy MoedaInfluenciadora Digital e Apresentadora de TVCV
Marina CorreiaDesportistaCV
Mayra AndradeArtista de MúsicaCV
Nancy MoreiraDesportistaCV
Soraia RamosArtista de MúsicaCV
Zé Luís MartinsAtivistaCV
Armando CabralModelo e EmpreendedorGB
Babetida SadjoAtrizGB
Carlos LopesEconomistaGB
Ector Diógenes CassamáCoordenador CulturalGB
Isabel ZuaáAtrizGB
Karyna GomesJornalista e Artista de MúsicaGB
Lizidória MendesAtivistaGB
Mama BaldéDesportistaGB
Memu SunhuArtista de MúsicaGB
Patche di RimaArtista de MúsicaGB
Vensam LalaEmpreendedor SocialGB
Welket BunguéCineastaGB
Yasmira DiasDesportistaGB
Alcinda PanguanaDesportistaMOZ
Alcy CaluambaInfluenciador DigitalMOZ
Ell PutoArtista de MúsicaMOZ
Jónia PrezadoEmpreendedoraMOZ
Lizette ChirrimeArtistaMOZ
Marlene de SousaEspecialista em RHMOZ
Marta UetelaEmpreendedoraMOZ
Mel MatsinheArtista e Empreendedora SocialMOZ
Nivaldo ThierryEstilistaMOZ
Paulo ChibangaInvestidor CulturalMOZ
Quito TembeCurador e Promotor CulturalMOZ
Reinildo MandavaDesportistaMOZ
Sebastião CoanaArtistaMOZ
Abdel T CamaráEducador FinanceiroPT
AfroKillerzArtistas de MúsicaPT
Alice Neto SousaPoetaPT
António RochaEmpreendedorPT
Auriol DogmoDesportistaPT
DjeffArtista de MúsicaPT
Eduardo ManuelEmpreendedorPT
Grada KilombaArtistaPT
GsonArtista de MúsicaPT
IvandroArtista de MúsicaPT
Janice SilvaDesportistaPT
Jorge PinaEmpreendedorPT
José Lino NevesVice-Presidente Ass. Batoto Yetu PortugalPT
NunaArtista, Autora e AtivistaPT
Rafael LeãoDesportistaPT
RahizArtista de MúsicaPT
Sandra BaldéInfluenciadora DigitalPT
Sinho BaessaEmpreendedor Social e AtivistaPT
Toy Toy T RexArtista de MúsicaPT
YasminArtista de MúsicaPT
Zia SoaresArtista e EncenadoraPT
Zicky TéDesportistaPT
Mónica de MirandaArtista e Investigadora CulturalPT/AO
Mónica LafayetteDiretora ArtísticaPT/AO
Pany VarelaDesportistaPT/CV
Anastácia CarvalhoArtista de MúsicaSTP
Ângelo TorresAtorSTP
Azomé PintoHumoristaSTP
CalemaArtistas de MúsicaSTP
Carlos PereiraHumoristaSTP
João Carlos SilvaChef e Investidor CulturalSTP
Katya AragãoRealizadoraSTP
Miguel ParaísoYouTuberSTP
Olinda BejaAutoraSTP

Mesclando a cultura hip hop e rap, Bia Ferreira lança novo álbum duplo: “faminta”

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Indo na contramão dos lançamentos de singles, a cantora e compositora Bia Ferreira, estreia seu álbum duplo “Faminta”, que soma 21 faixas. Após lançar a primeira parte deste trabalho “MPSFN”, que explora a estética Love Songs, a cantora agora apresenta uma nova faceta com um discurso mais afiado nesta segunda parte do disco “Evangelho de Libertação da Igreja Lesbiteriana”.

Bia Ferreira traz ao longo das faixas uma mescla da cultura hip hop, passeando pelas várias vertentes do rap, como o Drill, grime, trap, funk, boombap, somado à referência estética da liturgia religiosa como corais, órgãos e oratória. “A ideia é trazer uma sonoridade muito mais dançante. Esse é o trabalho mais diferente que eu já produzi como artista. Esse disco é sobre legado e não sobre mercado”, contou.

O álbum traz a participação de nomes como Kae Guajajara, Luanda, Hiran, Edgar e Bixarte.

“Evangelho de Libertação da Igreja Lesbiteriana”, que conta com a direção musical da própria Bia Ferreira e produção musical do Dj Duh, faz parte do álbum duplo da cantora e grande pregadora da igreja lesbiteriana, “Faminta”, que junto com “MPSFN”, entregam ao público uma obra com 21 músicas. 

“O último disco de 21 faixas lançado no Brasil foi de Charlie Brown nos anos 2000. Sou uma mulher preta com muita coisa para falar, faminta para ser escutada. Eu quero que as pessoas saibam que eu fiz 21 faixas porque eu tenho muita coisa para dizer. E esse disco não é sobre mercado. É sobre legado que eu quero deixar como uma mulher preta intelectual”, contextualizou.

“Faminta” de Bia Ferreira foi selecionado pelo programa Natura Musical, através do Edital 2021, ao lado de nomes como Jup do Bairro, Kaê Guajajara, Elisa Maia e Mostra Pankararu de Música. Ao longo de 17 anos, Natura Musical já ofereceu recursos para mais de 150 projetos no âmbito nacional, como Lia de Itamaracá, Mariana Aydar, Jards Macalé e Elza Soares.

Funcionários do Carrefour, Campo Grande (MS), relatam casos de racismo e assédio moral

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Carrefour/Imagem Reprodução

*Informações do site G1

Funcionários do Carrefour relataram casos de assédio moral e ofensas raciais e contra pessoas com deficiência durante o trabalho em uma loja do hipermercado em Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Informações são do site G1 e os relatos dos colaboradores constam em ação civil pública condenou a empresa a pagar R$ 400 mil em indenização por “assédio moral organizacional”.

Entre os depoimentos das testemunhas que constam na ação, ex-funcionários relataram situações constrangedoras durante o trabalho e a falta de ação por parte dos superiores da empresa.

Com base no que foi colhido pela ação coletiva, gestores e gerentes eram responsáveis pelo ambiente tóxico no hipermercado de Campo Grande.

Sobre a ação publicada nessa quinta-feira (1º), o Carrefour disse que irá recorrer na Justiça. Já sobre os casos de assédio moral e descriminação, a empresa afirmou que “repudia todo e qualquer comportamento indevido por parte de seus colaboradores e reitera que não corrobora com qualquer situação relacionada ao assédio moral e desrespeito”.

“[Uma gerente] começou a gritar com o depoente no meio do depósito; que situações semelhantes ocorreram com outras pessoas; que o tratamento em reuniões era ríspido, sendo que o depoente já foi chamado de ‘otário’ e de ‘besta’ na frente de outros colegas do setor de vendas”, detalha um dos depoentes.

Um outro caso envolvendo uma gerente do mercado apontou uma situação capacitista. Por meio do sistema de inclusão de Pessoas com Deficiência (PCD’s) ao quadro de funcionários do hipermercado, um novo colaborador passou a fazer parte do grupo. Em depoimento, a testemunha relembrou um caso onde a chefia do mercado xingou o funcionário PCD.

“Dizia ao depoente que ele tinha de ‘se virar’; que o tratamento dispensado era grosseiro e o depoente teve vários episódios como o narrado; que havia outro PCD com deficiência na perna e essa pessoa e o depoente já foram chamados de ‘retardado’ e ‘débil mental'”, pontua a fala da testemunha.

Carrefour se pronuncia

“O Grupo Carrefour Brasil repudia todo e qualquer comportamento indevido por parte de seus colaboradores e reitera que não corrobora com qualquer situação relacionada ao assédio moral e desrespeito. Contamos, ainda, com o Conexão Ética – https://conexaoeticacarrefour.com.br/, um canal de denúncias para que qualquer situação que vá contra nossos princípios e valores organizacionais seja reportada. A rede informa, também, que tomou conhecimento da ação do MP e recorrerá da decisão”.

Com câncer, Pelé não responde mais à quimioterapia e está em cuidados paliativos

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Pelé segue internado em um hospital de São Paulo (29). Segundo a Folha de S. Paulo, o ex-atleta Edson Arantes do Nascimento, o Pelé, não responde mais ao tratamento de quimioterapia e está recebendo tratamentos paliativos.

Aos 82 anos, Pelé voltou ao hospital nesta semana com um quadro de anasarca (inchaço generalizado), uma síndrome edemigêmica (edema generalizado) e uma insuficiência cardíaca descompensada.

O atleta estava em tratamento desde 2021 após fazer uma cirurgia para retirada de um câncer de intestino. No início foram diagnosticados metástase no intestino, pulmão e fígado. A infecção está sendo tratada com antibióticos, para um maior conforto do ex-jogador, segundo a nota. Ainda de acordo com o hospital, o ex-jogador continuará internado ao longo dos próximos dias.

Keke Palmer ganha destaque por ‘Não! Não Olhe’ e aparece em alta nesta temporada de premiações

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Foto: Reprodução.

Se você assistiu o filme ‘Não! Não Olhe’, de Jordan Peele, deve ter se surpreendido com a atuação de Keke Palmer. No longa, que foi considerado um dos melhores do ano, ela interpreta a personagem Emerald Haywood. Nesta última tarde de sexta-feira (2) foram revelados os vencedores do New York Film Critics Circle 2022 (NYFCC), premiação tradicional dos Estados Unidos, fundada em 1935, que costuma ‘prever’ os indicados e vencedores do Oscar.

Dentro do NYFCC, Palmer foi a grande vencedora da categoria de ‘Melhor Atriz Coadjuvante’ pelo papel em ‘Não! Não Olhe’. “Emerald existe na vida real. Eu acho que é tão importante mostrar diversas personagens femininas negras“, disse Palmer ao jornal Washington Post. “Na minha vida, também sou o tipo de mulher que oscila tanto na energia masculina quanto na feminina. Eu puxo de ambas as pontas, e acho que a maioria de nós é assim na vida, não importa o gênero que tenhamos. Isso também é muito importante para mostrar no cinema e na televisão. Eu realmente amo ter um personagem que redefine o que as pessoas pensam sobre as mulheres“.

Daniel Kaluuya e Keke Palmer em ‘Não! Não Olhe’. Foto: Reprodução.

Nos Estados Unidos, ‘Não! Não Olhe’ bateu recordes de bilheteria, arrecadou mais de US$ 100 milhões durante as primeiras semanas. A obra chega com grandes possibilidades de indicação e vitória no Oscar 2023. A premiação, que celebra os maiores atos do cinema, acontece em 12 de março. Até lá, uma série de eventos devem esquentar essa temporada de premiações. Ao lado de Keke Palmer, a estrela de ‘Pantera Negra: Wakanda Para Sempre, Angela Basset, também aparece como forte candidata à estatueta.

Por que negros têm mais chances de ter câncer de próstata e morrer da doença?

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Foto: Freepik

A chance de desenvolver o câncer de próstata está diretamente relacionada aos fatores de risco da doença. Entre eles está a questão da raça: homens negros têm uma probabilidade maior de apresentar o tumor e morrer dele. Mas o que faz com que haja essa diferença de cenário? Segundo o urologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Sandro Nassar, a resposta está na genética.

Um estudo publicado na revista científica International Brazilian Journal of Urology reafirmou a prevalência de homens negros apresentarem tumores de alto risco. No trabalho, foram analisados resultados de exames de 9.692 brasileiros com mais de 40 anos da região metropolitana. “Sabemos que o fator genético torna essa população mais suscetível ao câncer de próstata, por isso, é importante ressaltarmos a importância da realização dos exames”, conta o médico.

Nassar lembra que, no Brasil, pessoas que têm próstata e apresentam algum fator de risco, como a questão da raça, devem realizar as avaliações preventivas com idade anterior a quem não tem nenhum fator que eleve o risco de desenvolver o tumor. “Para este grupo, indicamos que os exames preventivos sejam iniciados a partir dos 45 anos, ou seja, cinco anos antes do restante da população”, explica.

Para seguir com o cuidado citado pelo urologista e conquistar o diagnóstico precoce são realizados, anualmente, os exames de PSA e toque. Em casos de dúvidas, entram em cena a ressonância e a biopsia. Nassar explica que, possivelmente, daqui alguns anos, o exame de toque não será mais necessário pela maior precisão oferecida pela ressonância magnética. Mas enquanto isso não é possível, deixa seu conselho: “é preciso que os homens priorizem a saúde.”

“Muito mais que um alerta somente para a prevenção do câncer de próstata, é necessário ressaltarmos a importância desta parcela da população praticar o autocuidado e reduzir os riscos de diversas doenças, como o infarto do miocárdio que, hoje, é a principal causa de morte entre homens de 40 e 50 anos”, alerta.

Manoel Soares compõe canção em parceria com Tunico e faz sua estreia na música

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Créditos: Pino Gomes

O apresentador Manoel Soares mostrou mais um talento no lançamento de um novo trabalho nesta sexta-feira (2) com a participação no single “Pretinho Falador”, música que dá o nome ao novo EP do sambista Tunico. Na parceria especial com o sambista, além da voz, Manoel contribuiu na composição do single.

Com lançamento no Dia Nacional do Samba, celebrado 02 de dezembro, a música estará disponível nos principais streamings de áudio do país.

“Sempre fui apaixonado por cantar, tocar e compor, então, estou muito feliz por ter a minha estreia na música ao lado de um artista que admiro tanto, como o Tunico. Espero que a canção possa inspirar o povo preto a enfrentar a cruz do racismo estrutural, que infelizmente precisamos carregar durante a nossa trajetória. Foi um prazer contribuir na composição da música, citei parte do hino da África do Sul em homenagem aos nossos ancestrais, além de reverenciar os Orixás que me abençoaram e me guiaram para chegar até aqui. Foi um samba composto e produzido com muito carinho e espero que gostem!”, celebra Manoel. 

A canção traz reflexões sobre a realidade da maioria dos pretos e pretas do Brasil que precisam enfrentar diariamente o racismo estrutural enraizado na nossa sociedade, nos versos da canção, Manoel compartilha detalhes sobre sua trajetória, além de citar trechos do hino da África do Sul como forma de homenagear suas origens. 

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