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Após dancinha da vitória, Vini JR, Neymar e jogadores da Seleção são criticados novamente na Europa: “desrespeitoso”

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Neymar, Vini JR, Richarlison, Raphinha e Paquetá, além dos outros jogadores da seleção que dançaram após marcarem os gols contra a Coreia do Sul nessa segunda-feira (06) foram criticados pelo ex-jogador do Manchester United, Roy Keane.

Atualmente comentarista na TV britânica, o irlandês reclamou até da participação de Tite numa das comemorações, que fez a ‘dança do pombo’ após um gol de Richarlison.

“Eu não consigo acreditar no que vejo. Nunca vi tanta dança. É como assistir ao Strictly [Come Dancing, espécie de Dança dos Famosos]. (…) Eu sei que tem o ponto da cultura, mas acho realmente desrespeitoso com o adversário.” Começou ele, afirmando que “não achava bom”.

Contra a Coreia do Sul, Vinicius Junior marcou seu primeiro gol na Copa do Mundo e fez a coreografia de “Pagodão do Birimbola”, um dos sucessos do TikTok no Brasil, na companhia de Raphinha, Lucas Paquetá e Neymar.

“São quatro (gols) e eles fazem toda vez. A primeira dancinha ou seja lá o que façam, tudo bem. E então o técnico se envolve. Não fico feliz com isso. Não acho isso nada bom – opinou Roy Keane no intervalo da partida.”

Com Ludmilla, Fat Family e diversas atrações, Batekoo Festival acontece em São Paulo neste sábado (10)

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Reprodução/Ludmilla em um show de Sorocaba

Muito comentado por alguns influencers pretos, no próximo sábado (10) acontece em São Paulo o Batekoo Festival. O projeto chega para ser o maior evento de música proposto por e para a comunidade negra, afro-diaspórica e LGBTQIAP+ do Brasil. Entre as atrações, ícones como Ludmilla, Fat Family, Karol Conká, ÀTTØØXXÁ, Kannalha e DJ Cleiton Rasta.

“Essa programação foi pensada para ser uma experiência ancestral tendo como referência as musicalidades periféricas que não necessariamente estão nos topos das paradas, mas que não saem da boca e das rádios de pessoas negras ao redor do país. Nossa curadoria vai para um lugar totalmente diferente dos milhares de festivais que aconteceram esse ano no Brasil, pensando na nossa comunidade como um todo e contemplando as mais diversas particularidades do que é ser negro hoje, resgatando história, identificação, afeto e, de novo, ancestralidade”, comenta Mauricio Sacramento, CEO, fundador e diretor criativo da BATEKOO.

Como um todo, a proposta, quentíssima, promete mais de 20 atrações em aproximadamente 16 horas – o dobro de duração das já famosas festas que acontecem em Salvador, Rio de Janeiro, São Paulo e Santos.

Presente em diferentes cidades como Salvador, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Brasília, Recife e Santos, os produtores já circularam pelo lineup de diferentes festivais a fim de construir um radar cultural atento, com um olhar mais amplo sobre a produção artística negra. Pensando nisso, o BATEKOO Festival vai contemplar diferentes linguagens, para além da música, como as intervenções artísticas de poesia, dança e outras performances.

O objetivo  dos organizadores, a longo prazo, é que a iniciativa se torne itinerante e que esteja presente em diferentes cidades, apesar das dificuldades de captação de recursos para algumas regiões do país. Além disso, um dos principais planos da BATEKOO é tornar o festival uma celebração de culturas afrodiaspóricas a nível global, principalmente por serem uma das primeiras plataformas negras que buscam exportar a música afro-brasileira para o mundo.

“Esse é o nosso maior projeto nesses quase 10 anos de história e vai ser o nosso principal produto para os próximos anos. A nossa expectativa é que essa seja a primeira de muitas edições e que possamos continuar fomentando a produção cultural e artística negra no Brasil e fora”, finaliza Artur Santoro, CEO e head de projetos da BATEKOO.

Serviço:
A venda dos ingressos segue aberta exclusivamente pela plataforma Shotgun, com valores que variam entre R$ 120 e R$ 240.

70% dos professores não contam com autores negros na grade curricular em que lecionam, aponta pesquisa

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Foto: Freepik

Realizada pela Nova Escola, estudo sobre Educação Antirracista revela ainda que 98% dos educadores acreditam ser importante debater a questão, mas apenas 3, em cada 10, reconhecem algum autor preto que está sendo trabalhado na grade curricular

Apenas 2, em cada 10 professores, citaram referências de autores negros usados em sala de aula. Entre os nomes aparecem Machado de Assis Carolina Maria de Jesus, Conceição Evaristo, Milton Santos e Djamila Ribeiro. Somente 10% dos profissionais citaram referências pedagógicas africanas ou afro-brasileiras na sua prática escolar e, dessa vez, surgem nomes como, a norte-americana Bell Hooks, a nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie, o sul-africano Nelson Mandela.

Esses dados foram levantados pela pesquisa realizada no último mês de novembro pela Nova Escola, organização de impacto social. A pesquisa revela que os professores têm pouco contato com autores negros e conteúdos focados em educação afro-brasileira.

Embora a maioria dos entrevistados (85%) alegarem ter conhecimento da existência de uma lei que exige a inclusão do ensino de história e cultura afro-brasileira, 6 em cada 10 não sabem ou afirmam que não há investimento em ações para esse tema nas escolas onde trabalham. O mesmo índice alega que não há referência da pedagogia africana ou afro-brasileira em sua prática escolar.

De acordo com Simone Reis, Gerente de Gente & Gestão e Diversidade da Nova Escola, os autores negros e a história africana e afro-brasileira precisam ser trabalhados nas escolas para reforçar a representatividade e auxiliar no combate ao racismo.

“A escola pode ser um dos piores lugares para as crianças negras, que aprendem sobre história vendo os negros chegando ao Brasil infelizes, como escravos, apenas para servir aos brancos. Mas essa não é a história completa dos povos negros, a representatividade precisa ser contada também de forma positiva para que as crianças se sintam confortáveis com a sua identidade, valorizando as nuances, especificidades e potências dos negros”, completa.

O levantamento conta com respostas de 1.847 educadores de todo o Brasil via formulário online. Dos respondentes, 945 se identificaram como brancos, 608 como pardos, 268 como pretos, 25 como amarelos e 11 como indígenas. 78,37% dos educadores que responderam ao estudo são do sexo feminino; 21,2% masculino. O estudo ouviu, majoritariamente, profissionais da Rede Pública de ensino, que corresponde a mais de 85% dos respondentes. Os outros 20,96% são da rede privada. A maioria são professores/as (71%), em seguida coordenadores/as (11%) e diretores/as (4%).

Will Smith diz que Rihanna adorou ‘Emancipation’: “Ela ficou impressionada com a cinematografia”

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Foto: Matt Baron/BEI/Shutterstock.

O filme ‘Emancipation’ foi aprovado por Rihanna. Em nova entrevista para o site E! News, o ator Will Smith revelou que a artista barbadiana adorou o novo longa. O astro contou como foi a reação da cantora depois que ela compareceu a uma exibição privada do filme com alguns de seus outros amigos em outubro. “Rihanna ficou impressionada com a cinematografia”, disse Smith. “Ela não conseguia superar a aparência do filme e a sensação que ele passava.”

Smith acrescentou que também teve uma boa ideia do que seus outros amigos que compareceram à exibição – incluindo Dave Chappelle, Tyler Perry, A$AP Rocky e Kenya Barris – também pensaram no filme. “O que é ótimo com os negros é que eles conversam com a tela o tempo inteiro, então você não precisa pedir a opinião das pessoas”, brincou ele. “Então, não precisei pedir a opinião de ninguém da sala.”

De acordo com a Apple TV+, ‘Emancipation’ apresenta a seguinte sinopse: “Inspirado na emocionante história real de um homem que faria qualquer coisa por sua família e pela liberdade. Quando Peter, um homem escravizado, arrisca sua vida para escapar e voltar para sua família, ele embarca em uma perigosa jornada de amor e resistência, onde é forçado a despistar caçadores implacáveis e os pântanos impiedosos da Louisiana numa tortuosa jornada em direção ao Norte.”

O filme será lançado nos cinemas dos Estados Unidos no dia 2 de dezembro de 2022 e estará disponível globalmente no Apple TV+ a partir de 9 de dezembro de 2022. Durante a última semana de novembro, Smith chegou a declarar que respeita quem não estiver pronto para assistir o filme, após a polêmica do Oscar 2022 envolvendo Chris Rock.

O que é o sincretismo religioso?

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Crédito: Roque Boa Morte (@roqueboamorte)

Ontem, 4 de dezembro, foi Dia de Santa Bárbara. Na Bahia, dia de festa. Especificamente em Salvador, as ruas repletas de devotos que usam roupas vermelhas. São todos eles católicos? Com toda certeza, não. A maioria, adepto de religião de matriz africana: seja a umbanda, candomblé, omolokô ou batuque.

Crédito: Roque Boa Morte (@roqueboamorte) no Pelourinho, 2022.

A razão da associação? O sincretismo religioso, que por alguns é considerado dispensável nos tempos atuais, mas por conta de seu peso e valor histórico, se tornou um fenômeno da nossa cultura. Muito raramente você vai encontrar uma casa de candomblé ou de umbanda que não carregue fragmentos desse fenômeno. A ancestralidade conectada à memória, possibilita o resgate ancestral de costumes, crenças e culturas que foram vivenciadas por nossos antepassados, compreendendo isso, torna-se indiscutível a importância do sincretismo para compreendermos a história do povo de axé.

Quando os povos africanos foram sequestrados por colonizadores europeus e traficados para as Américas, eram catequizados. O homem branco em sua atuação historicamente asquerosa, não poupou esforços para o apagamento geral da tradição de diversos povos, principalmente de pessoas pretas e indígenas. Enfiava goela abaixo o ensinamento forçado da filosofia cristã, que demonizava toda cultura que se diferenciasse do que na época comandava o mundo: o catolicismo. Como consequência da violência do homem branco, a escravidão fez com que o povo preto se organizasse politicamente pra que suas culturas resistissem ao genocídio do povo preto — que se perdura até os dias atuais. Dentre as várias tecnologias que hoje nos possibilitam o acesso à cosmogonia africana, o sincretismo foi utilizado propositalmente para que fosse possível a prática de uma fé que foi criminalizada até pouco tempo no Brasil.

Pasmem: O culto afro-brasileiro era considerado crime mesmo no Brasil “pós abolicionista”. O primeiro registro de Terreiro de Candomblé no país foi em 1830, na Barroquinha, bairro que fica situado em Salvador, Bahia. Atualmente esse terreiro é conhecido como Terreiro da Casa Branca. É claro que “a macumba” teve seu início bem antes disso, mas ainda assim, entendemos que o registro aconteceu tardiamente se considerarmos que os povos africanos foram trazidos ao Brasil por volta do ano de 1500. A escravidão teoricamente se findou em 1888, no entanto, apenas em 1946 que foi decretada a liberdade de culto religioso no Brasil. Foram mais de 130 anos de luta após o registro do primeiro de terreiro de candomblé para que o Estado descriminalizasse o culto afro-religioso, mas até hoje perduram-se os resquícios desse preconceito enraizado. Ainda que o decreto de 1946 seja para a liberdade e manifestação de diversas religiões e que a sociedade diga que assim como o Candomblé, outras religiões também sofrem preconceito, no ano de 2021, 91% dos ataques contra manifestações religiosas de qualquer natureza foram direcionados à religiões de matriz africana.

Foto: Roque Boa Morte (@roqueboamorte)

Os terreiros de umbanda, candomblé, quimbanda, tambor de mina (…) são quilombos contemporâneos, onde o povo preto se reúne, se reconhece, se acolhe e celebra as suas culturas, mas ainda assim assim tem sido até hoje alvo de intolerantes religiosos. É um fato: religião de branco não é, e nunca foi criminalizada de tal forma. Por conta disso, para driblar as autoridades estatais, o povo negro passou a associar e fazer paralelos dos santos católicos com os orixás. Por exemplo: Santa Bárbara, por ter ligação com o raio, e Iansã por ser a força do próprio raio, tiveram essa correlação. Ogum na Bahia foi atrelado no sincretismo a Santo Antônio, já no Rio de Janeiro, é cultuado como São Jorge. E por aí vai. É importante reiterar que Orixás não são Santos Católicos e vice-versa, mas o sincretismo tem sim sua relevância para que se reverberem os fragmentos históricos de uma cultura que tem como base a oralidade.

O sincretismo religioso é fruto da criminalização que sofreu a cultura africana nas Américas. Mas é também símbolo de resistência e resultado de uma tecnologia utilizada por nossos ancestrais, para lembramos e reverenciarmos toda sabedoria e legado deixado para que hoje tivéssemos uma mínima liberdade.

Foto: reprodução / redes sociais.

Em tempo, na mesma data de ontem (4), a estátua de Mãe Stella de Oxossi, que foi uma das maiores yalorixás do Brasil e símbolo de resistência afro-religiosa, foi criminalmente incendiada e vandalizada por intolerantes religiosos. Não é a primeira vez que esse monumento é atacado pela da sociedade civil, enquanto o Estado não providenciar uma atitude severa e investigar o crime com prioridade, ações como essa não deixarão de ser cometidas.

Infelizmente, ainda somos alvo principal do racismo religioso, temos nossos terreiros e quilombos frequentemente depredados, mas seguimos resistindo e fazendo história, construindo um futuro ainda mais seguro, assim como nossos ancestrais fizeram por nós.

Meta promove imersão no AFROPUNK Bahia e mostra que já é possível experienciar a arte em diferentes realidades 

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(Foto: Reprodução / AFROPUNK Bahia)

Aconteceu em Salvador, durante os dias 26 e 27 de setembro, a 2ª edição do AFROPUNK Bahia. O festival promoveu uma enorme celebração da cultura negra, unindo aspectos de moda, pertencimento e música, amplificando a força do encontro de ritmos e criando uma experiência verdadeiramente épica. 

Junto ao festival, a Meta, empresa proprietária do Facebook,  WhatsApp e Instagram, lançou sua primeira campanha no Brasil, abrindo trabalhos como patrocinadora oficial do AFROPUNK Bahia. A iniciativa criou uma série de experiências audiovisuais que encantaram e surpreenderam os participantes.

Com um stand exclusivo dentro do AFROPUNK, chamado de Meta HitLab, a empresa promoveu uma experiência que convidava o público a transformar seus movimentos e sons em artes para os telões da ativação, tudo por meio de uma tecnologia responsiva e generativa. 

A ativação mostrou ao público a forma como algumas das tecnologias ligadas ao metaverso, como a realidade aumentada (AR), já estão ao alcance da grande maioria dos brasileiros por meio de seus telefones celulares. Dentro do Meta HitLab, quando os visitantes falavam ao microfone ou se movimentavam dentro dos spots, a tela criava um mix de cores, que junto ao movimento das partículas, formava uma arte colaborativa única e imersiva. 

(Criadores de conteúdo e artistas que fizeram parte da experiência do MetaHit Lab, dentro do AFROPUNK Bahia. Foto: Divulgação)

Presente no maior festival de cultura e música preta do mundo, a Meta mostrou ainda que é possível fazer arte em diferentes realidades e plataformas, levando as vozes das pessoas  para outras dimensões. 

Como expansão da ação, nesta última terça-feira (29), a Meta lançou um filtro de realidade aumentada que permite com que as pessoas criem suas próprias músicas e expressão de arte através de um bot e as compartilhem em suas redes sociais. O filtro mistura batidas e harmonias por meio do movimento da cabeça, boca, olho e interação do usuário para criar uma música única. A presença da tecnologia já é uma realidade no processo de criação de diferentes formas artísticas, inclusive na música. 

Formação para criadores de conteúdo negros

Além disso, com o objetivo de fomentar a formação e participação de grupos sub-representados no mercado de tecnologia, a Meta, junto com a Inventivos, plataforma de formação de novos empreendedores, lança a primeira formação com foco em novos negócios e realidade aumentada para criadores de conteúdo negros e periféricos. A formação, que contemplará cinquenta criadores, será realizada em encontros on-line, ao vivo e gravados. As inscrições podem ser realizadas no site do programa até o dia 11/12.

Podem se inscrever no programa criadores de conteúdo autodeclarados negros e periféricos que tratam sobre temas da insdústria criativa, como moda, design, música, arquitetura e muito mais.

Esse é um conteúdo pago por meio de uma parceria entre a Meta e o site Mundo Negro.

Pastor Kleber Lucas regrava música gospel com Caetano Veloso: “Pontes precisam ser construídas”

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Foto: Reprodução/Instagram

O pastor Kleber Lucas regravou sua música “Deus Cuida de Mim“, um dos maiores sucessos na música gospel brasileira, junto com o Caetano Veloso. O louvor foi lançado neste domingo (4).

O encontro entre os dois cantores aconteceu durante as eleições deste ano, em que eles participaram da gravação do jingle “Vou pedir pra você votar”, em campanha para Lula (PT), presidente eleito. Kleber também foi anunciado no sábado (3) como um dos artistas confirmados no show da posse de Lula, no dia 1º de janeiro, em Brasília.

Kleber falou sobre a importância da parceria com Caetano Veloso em entrevista ao Fantástico, na TV Globo, exibido ontem. “Fazemos músicas em setores diferentes, mas temos similaridades. Acho que essa música aponta também para essas pontes que precisam ser construídas, porque algumas foram demolidas, e que mostram que nós juntos podemos construir coisas lindas, belas, maravilhosas e podemos conviver de uma forma pacífica mesmo acreditando em coisas diferentes”.

“Foi uma experiência muito especial. Meu filho estava junto, então é uma sensação de que a música, a nossa música brasileira, a nossa brasilidade, ela é geracional”, diz o pastor sobre coro na música, formado por cinco artistas que começaram a cantar em igrejas evangélicas.

A música original foi lançada em 1999 e é cantada em milhares de igrejas evangélicas no Brasil. A nova versão já tem um clipe publicado, mostrando os bastidores da gravação em estúdio.

Referência na música gospel, Kleber já gravou 14 álbuns, sendo todos discos de ouro. E foi vencedor do Grammy Latino, em 2013, na categoria Melhor Álbum de Música Cristã.

Pelé será homenageado durante o jogo do Brasil contra Coreia do Sul

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Foto: Reprodução/G1

O Movimento Verde Amarelo, torcida da seleção brasileira, promete homenagear Pelé no jogo do Brasil contra a Coreia do Sul, nesta segunda-feira (5), às 16h, pelas oitavas de final da Copa do Mundo do Catar. Os torcedores irão gritar o nome “Pelé” repetidas vezes aos 10 minutos da partida e pretendem fazer isso no primeiro tempo de todos os próximos jogos da seleção brasileira. 

Bandeiras em homenagem ao Pelé também serão exibidas nas arquibancadas. As mesmas que foram vistas no último jogo da seleção brasileira contra Camarões, na sexta-feira (2), em que o Brasil perdeu por 1 a 0.

Após notícias do agravamento do estado de saúde, Pelé tem recebido diversas homenagens. No Catar, o rosto dele tem sido estampado nos prédios, com a mensagem “Get well soon” (Fique bem logo, em português), desejando uma boa recuperação.

O ex-jogador de 82 anos está internado há quase uma semana em São Paulo, no Hospital Albert Einstein. Segundo as filhas dele, Kelly e Flavia, ele foi diagnosticado com Covid-19 há três semanas e agora está internado para tratar uma infecção respiratória.

A Folha de São Paulo chegou a noticiar que Pelé está em estado paliativo, sem responder mais aos tratamento químicos, devido ao câncer de cólon, mas a equipe médica negou a informação e afirma que ele está com a saúde estável, respondendo bem aos tratamentos com antibiótico.

“Estou forte, com muita esperança e sigo meu tratamento como sempre”, afirmou Pelé nas redes sociais, em agradecimentos pelas mensagens recebidas.

O Rei do Futebol teve o câncer identificado em setembro de 2021. No início do ano, a doença alcançou o estágio de metástase, quando se espalha para outros órgãos do corpo humano. Agora, ele passa por uma reavaliação do tratamento de quimioterapia.

Após lesões, Neymar e Danilo voltam em jogo contra a Coreia do Sul na Copa do Mundo

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Chegou a fase de mata mata na Copa do Mundo 2022 e o Brasil vai contar com o jogador Neymar, que volta aos campos após sofrer uma lesão no tornozelo.

Segundo informações da equipe médica da Seleção, Neymar evoluiu bem nos últimos dias, por isso está em condições de jogar, contudo, se o craque sentir-se mal durante o jogo, o treinador tem as opções de Fred ou Rodrygo.

Além dele, quem também tem retorno confirmado é Danilo, que irá ocupar a lateral esquerda com a ausência de Alex Sandro. O lateral também ficou fora dos jogos contra os suíços e os camaroneses por conta de uma torção no tornozelo e teve uma recuperação ainda mais rápida que a de Neymar.

Com 26 jogadores no Catar, vale lembrar que a Seleção já tem duas baixas definitivas para os mata-matas da Copa. O lateral-esquerdo Alex Telles e o atacante Gabriel Jesus foram cortados por conta de lesões e terão de retornar para seus clubes para entrar em recuperação.

Se passar da Coreia do Sul, o Brasil enfrentará o vencedor de Japão x Croácia nas quartas de final da Copa do Mundo.

Renaissance e Break My Soul são considerados ‘o melhor álbum’ e ‘melhor música do ano’ pelo LA Times

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Um dos jornais mais conhecidos dos Estados Unidos, O Los Angeles Times, publicou sua lista anual com os melhores trabalhos do ano em diversas áreas da cultura e do entretenimento.

Na lista que contém uma grande diversidade de artistas, Beyoncé foi um dos destaques da temporada, segundo a publicação. A cantora apareceu no topo do ranking de melhores discos do ano com o “Renaissance” e também liderou a lista de melhores músicas de 2022, com Break My Soul .

Sobre a obra completa da estrela norte-americana, a publicação opinou:

“A superestrela de pensamento mais profundo do pop realmente não lida com nada além de grandes declarações importantes. No entanto, o escopo textural e o rigor intelectual – para não mencionar a emoção e o puro prazer – deste tributo amoroso aos pioneiros negros e queers da dance music ainda é impressionante de se ver. Dê play no clube; na biblioteca; sempre que alguém duvidar que a história está viva” – LA Times sobre o Renaissance.

Além de Beyoncé, o jornal elege “Motomami”, de Rosalía, e “Un Verano Sin Ti“, de Bad Bunny, o segundo e terceiro melhor álbum do ano, respectivamente.

Veja lista completa:

Melhores álbuns do ano pelo LA Times:

  1. Beyoncé, “Renaissance”
  2. Rosalía, “Motomami”
  3. Bad Bunny, “Un Verano Sin Ti”
  4. Taylor Swift, “Midnights”
  5. Alvvays, “Blue Rev”
  6. Angel Olsen, “Big Time”
  7. Lainey Wilson, “Bell Bottom Country”
  8. Barbra Streisand, “Live at the Bon Soir”
  9. Charlie Puth, “Charlie”
  10. Wizkid, “More Love, Less Ego”

Melhores músicas do ano pelo LA Times:

  1. Beyoncé, “Break My Soul”
  2. Bad Bunny, “Titi Me Preguntó”
  3. Ethel Cain, “American Teenager”
  4. Burna Boy, “Last Last”
  5. Steve Lacy , “Bad Habit”
  6. Yahritza Y Su Esencia , “Soy El Unico” A
  7. Doja Cat, “Vegas”
  8. Health e Nine Inch Nails, “Isn’t Everyone”
  9. Taylor Swift, “Anti-Herói”
  10. Rosalía , “Bizcochito”
  11. Sudan Archives, “NBPQ (Topless)”
  12. Fousheé, “Double Standard”
  13. Lizzo, “2 Be Loved (Am I Ready)”
  14. Anitta , “Envolver”
  15. Khruangbin e Leon Bridges, “Mariella”
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