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Iza não é mais rainha de bateria da Imperatriz Leopoldinense

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Foto: Alex Santana

A cantora Iza não será a rainha de bateria da escola de samba Imperatriz Leopoldinense no carnaval do ano que vem. A informação foi diviulgada em comunicado oficial da própria escola na noite desta quinta-feira (18). De acordo com o informe, a decisão foi tomada pelas duas partes, conta da falta de compatibilidade de horários da artista com as agendas da escola.

No comunicado, a agremiação também ressaltou que tanto Iza quanto a própria Imperatriz Leopoldinense entendem que a participação de uma das maiores representações femininas da escola precisa de uma conexão mais forte com a instituição e com a comunidade, o que não estava acontecendo por choques de agendas.

“O G.R.E.S. Imperatriz Leopoldinense e a Iza informam que a cantora não seguirá como Rainha de Bateria da escola para o Carnaval de 2023. A decisão foi tomada devido a incompatibilidade de agenda da Iza com os compromissos da escola.

Ambas entendem que a relação de uma das principais representatividades femininas da agremiação carece de uma conexão ainda mais forte com a instituição, os ritmistas e, principalmente, a comunidade, a mais importante força motriz de uma escola de samba e infelizmente, os outros compromissos da cantora no momento não permitem que isso aconteça agora. A Imperatriz e Iza agradecem a parceria firmada desde 2020 e desejam sucesso mútuo”, encerra a nota.

Festival do Clube de Criação: Evento terá “pessoas negras que não discutam apenas diversidade”, diz presidente da entidade

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Joana Mendes, presidente do Clube de Criação (Foto: Reprodução/Clube de Criação)

Festival do Clube de Criação chega a sua 10ª edição e acontecerá nos dias 22 e 23 de outubro no Memorial da América Latina, em São Paulo. Durante os dois dias, haverá palestras e mesas de debates, bem como shows, exposições interativas, revisão de portfólios e ativações de marcas. O aguardado evento volta a ser presencial e ocupará o mesmo espaço onde aconteceram as duas primeiras edições, em 2012 e 2013.

Com curadoria da jornalista Laís Prado, o Festival do Clube receberá profissionais do mercado publicitário brasileiro e internacional, além de nomes ligados a temas como equidade racial, diversidade, sustentabilidade, música, cinema, televisão e outras áreas que integram a chamada economia criativa. A programação envolve mais de 100 convidados em 60 painéis, distribuídos em três salas de conteúdo que rodarão simultaneamente. 

O evento será aberto por Joana Mendes, presidente do Clube de Criação e líder da Chapa Preta, eleita para comandar a entidade em outubro do ano passado.

“Eu espero que seja um momento de reencontro e retomada. O Festival do Clube faz 10 anos e sempre foi aquele lugar pra gente ver de perto nossas maiores referências, reencontrar amigos de longa data e compartilhar visões de futuro. Pela primeira vez na história, o Clube tem à sua frente pessoas negras como diretoras, vice-presidente e presidente. A nossa ideia é que também consigamos trazer diversidade além das caixas que são impostas e que pessoas negras e de outros grupos minorizados não discutam apenas diversidade, mas uma gama diversa de assuntos”, diz a presidente do Clube.

O público poderá comprar ingressos para assistir ao evento on-line ou presencial, com valores a partir de R$99,50. Veja programação aqui.

A ‘Chapa Preta’ é 100% formada por pessoas negras na diretoria do Clube de Criação (Foto: Reprodução)

Confira os convidados:

Do mercado internacional, estão confirmados Vann Graves, reitor da Cannes Creative Academy e diretor executivo do VCU Brandcenter (Universidade da Pensilvânia), Craig Barron, diretor de criação da Magnopus, de Los Angeles, e ganhador do Oscar de Efeitos Especiais pelo longa-metragem O Curioso Caso de Benjamin Button, o criativo argentino Pablo del Campo, da Del Campo Global, entre outros.

Entre os nomes brasileiros, estão Paulo Vieira, Maah Lopez, Mafoane Odara, KondZilla, Edivan Fulni-ô, Rene Silva, Renata Tupinambá, Bruna Braga, Renata Hilário, Adriana Barbosa, Ricardo Silvestre, Maria Galmuitos outros.

O humorista Paulo Vieira vai conduzir o bate-papo “Meninas Super Poderosas x Menino Super Poderoso”, que contará com participações das comediantes Ane Freitas, Arianna Nutt, Bruna Braga e Nathália Cruz

Em “Necropolítica e biopoder: os mecanismos de controle sustentado s na diferença racial”, o jornalista Rosenildo Ferreira (Papo Reto) comandará um debate com Bruno Paes Manso (jornalista, pesquisador do Núcleo de Estudos da Violência da USP e autor de A República das Milícias, A Ascensão do PCC, O Mundo do Crime no Brasil), Cleifson Dias Pereira (professor de direito e pesquisador da UFBA), Nathália Oliveira da Silva (cofundadora do Instituto Nova Política sobre Drogas) e Rene Silva (editor-chefe da Voz das Comunidades).

“Povos originários: desconstruindo a invisibilidade”: Edivan Fulni-ô (cantor e compositor), Katú Mirim (rapper, ativista, atriz e criadora de conteúdo) e Mateus Werá (ativista guarani, fotógrafo e comunicador do Coletivo Mídia Índia). A mediação será conduzida pela jornalista Renata Tupinambá.

Da conversa sobre diversidade, cujo título é “Expressão reconhecimento, visibilidade”, participarão Ana Hikari (atriz), Gabe Maruyama (diretora de cena do Angry Duo), Milena Satyro (CEO da Única Design e fundadora do projeto Uma Questão de Pele), Nico Mascarenhas (diretor de cena da Iconoclast) e Raquel Virginia (fundadora da consultoria Nhaí). O mediador será Ricardo Silvestre (CEO e fundador da Black Influence).

Konrad Dantas, conhecido artisticamente como KondZilla, fundador e diretor de criação da KondZilla Filmes, será entrevistado por Tatiana Tsukamoto, diretora de criação da Creative Works/Google Brasil.

Entre as atrações com foco em tecnologia está a mesa “Inteligência artificial: é preciso quebrar o algoritmo”, que reunirá um time poderoso: Amanda Graciano (sócia e head de corporate relation da Fisher Venture Builder), Caio Gomes (chief data & analytics officer do Yape), Celso Oliveira (professor e diretor executivo do Aqualtune Lab) e Mariana Gomes (idealizadora e cofundadora da Conexão Malunga), com mediação de Ian Black (co-CEO e partner da New Vegas).  

“Letramento racial: desconstruindo comportamentos naturalizados” é o tema de outro painel que não dá para perder, mediado por Regina Augusto, diretora executiva do Cenp, que contará com as participações de Cíntia Pessoa (diretora de RH da Publicis Brasil), Maria Gal (atriz e apresentadora do programa Preto no Branco), Tânia Regina Pinto (editora do site Primeiros Negros) e Viviane Pepe (diretora de comunicação da Avon/Projeto Divas).

Caio Franchi, executive creative director do Google; Fabio Mozelli (diretor de criação da DPZ), Fernanda Grams (diretora de conteúdo e estratégia da Africa) e Luciana Bazanella (cofundadora da White Rabbit) estarão no painel “Slow content, porque é hora de desacelerar”.

Desafio dos profissionais negros no mercado financeiro é tema de encontro na XP Inc.

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Foto: Divulgação

Os líderes do Blacks, grupo de afinidade de pessoas autodeclaradas pardas e pretas da XP Inc., se reuniram na tarde da última segunda-feira (18) com convidados externos na sede da XP em São Paulo para debater desafios e oportunidades de carreira para pessoas negras no mercado financeiro.

“Esse foi o primeiro de muitos! É superimportante manter ativo o diálogo sobre diversidade e inclusão e trazer pessoas com expertise no tema para dentro de nossa empresa. Saio desse encontro com alguns aprendizados e o primordial é: escolha o lugar que você quer ocupar e faça isso com excelência”, declara Ana K Melo, head de Diversidade e Inclusão da XP inc.

Os convidados participaram de uma programação composta por encontro com a Rachel Maia, fundadora e CEO da RM Consulting – consultoria especializada em diversidade e inclusão em um papo sobre seu caminho até a cadeira nº 1 em uma conversa inspiracional com dicas valiosas.

Além disso, também puderam escutar sócios negros da XP Inc. falando sobre carreira, bem como, receber dicas de marca pessoal nas mídias sociais com especialistas do LinkedIn. O evento, transmitido virtualmente, contou com a presença de candidatas da segunda turma do Vem Transformar, programa de desenvolvimento para a carreira em Assessoria de Investimentos, exclusivo para mulheres negras.

Tati Quebra Barraco celebra estreia como atriz em ‘Travessia’: “Estou muito feliz”

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Foto: Reprodução / Redes Sociais.

A cantora Tati Quebra Barraco fará sua estreia como atriz na novela ‘Travessia’, da TV Globo. Numa participação especial, durante capítulo que vai ao ar nesta terça-feira (18), a funkeira irá interpretar uma presidiária e contracenará com a personagem principal, Brisa (Lucy Alves). “Muito obrigada a todos envolvidos, minha parceria Lucy Alves e também ao meu Deus. Estou muito feliz com essa passagem”, disse Tati através das redes sociais.

A personagem de Tati será responsável por dar suporte à Brisa, que dentro do enredo da novela, foi presa por um crime que não cometeu. “Nunca foi falta de capacidade, e sim falta de oportunidades. Somente agradecer”, celebrou a funkeira através do Twitter. “Tem muita coisa ainda por vir”.

Especula-se que a participação de Tati Quebra Barraco seja estendida durante alguns episódios. O convite para participação na novela foi feita pela própria autora do folhetim, Gloria Perez. ‘Travessia’ aborda o crime relacionado à deepfake, um método capaz de trocar o rosto de pessoas em vídeos, sincronizar movimentos labiais, expressões e outros detalhes.

“Muito legal ver uma protagonista nordestina no horário nobre, falando de suas culturas, dos seus problemas e trazendo curiosidades que a gente não conhece desse Brasil gigante que temos”, disse Lucy Alves, protagonista da trama, em entrevista para a Globo.

Professor universitário é demitido após denunciar ter sofrido racismo

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Foto: Reprodução/Instagram

O professor de gastronomia, Gustavo Corrêa Pinto, de 49 anos, entrou com uma denúncia no Ministério Público do Trabalho do Rio Grande do Sul contra a Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) alegando “discriminação por motivo de raça e assédio moral” depois de ser demitido pela instituição após uma denúncia de racismo.

Gustavo relatou o ocorrido em suas redes sociais. De acordo com o professor, ele participava de um projeto quando foi excluído da apresentação oficial, feita em maio deste ano, sob a alegação de que sua foto era “escura demais”: “Após formular diversas etapas de um projeto com outros dois colegas (brancos), fui excluído da apresentação oficial, com a justificativa de que a minha foto era inadequada, “escura demais”. No entanto, a mesma foto era a minha apresentação no currículo Lattes e na própria Unisinos. Justamente a foto que tirei quando fui fazer um jantar na França representando o Brasil em 2016″, contou.

O profissional afirma que denunciou o caso para a coordenação do curso e que a responsável assegurou que iria checar o que aconteceu, mas colocou em dúvida a alegação de discriminação racial feita por Pinto. “Denunciei o fato como discriminação racial. Após um acolhimento inicial da coordenação do curso, a denúncia começou a ser posta em xeque por pessoas brancas que queriam determinar o que seria ou não racismo. Não tive outra alternativa a não ser me desligar do projeto, o que foi aceito pela coordenação do curso em reconhecimento do fato racista. Contudo, numa atitude que só poder ser definida como assédio moral, este corpo dirigente insistiu que eu realizasse tarefas no mesmo espaço e horário de funcionamento do projeto, o que me neguei a fazer, já que existiam outras alternativas”, descreve.

Gustavo Corrêa Pinto alega que após se recusar a trabalhar próximo ao projeto do qual havia se retirado passou a sofrer assédio moral até ser demitido sem explicação pela universidade. “A partir de então, o tratamento que recebi por parte da coordenação do curso mudou totalmente e, em menos de dois meses, fui despedido. Busquei recorrer internamente da decisão e a Unisinos negou ter havido motivação racista, mas reconheceu expressamente a incorreta condução da questão pela coordenação”, disse.

Em nota ao Mundo Negro, a Unisinos afirma que já instaurou a apuração da denúncia e que a demissão do professor fez parte de um processo recorrente de reestruturação a partir das demandas dos cursos”. Confira a nota na íntegra:

A Unisinos tem forte compromisso com a diversidade étnico-racial e a inclusão de todas as pessoas, sempre em linha com os valores e os ideais jesuítas, fundamentados no respeito à dignidade da pessoa humana e nos princípios cristãos e democráticos. Para fortalecer o combate ao racismo em todas as instâncias, a instituição criou, há mais de 10 anos, o Núcleo de Estudos Afro-brasileiros e Indígenas (Neabi Unisinos), cuja atuação é reconhecida no estado Rio Grande do Sul e nacionalmente.

A Universidade não compactua com qualquer ato racista. Informa ainda que já foi instaurada apuração sobre a denúncia do ex-professor do curso de Gastronomia Gustavo Corrêa Pinto.

A Unisinos informa que o desligamento do professor Gustavo Correa Pinto não guarda qualquer relação com o episódio em apuração. A saída do docente fez parte de um processo recorrente de reestruturação a partir das demandas dos cursos, que resultou no desligamento de outros professores no mesmo período.

A Universidade reforçará o compromisso em combater todas as formas de racismo e preconceito e revisará as suas medidas internas.”

Dia do Médico: Hoje embranquecida e elitizada, a Medicina nasceu no continente africano

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Imagem: Beacon Healthy Sistem

No dia 18 de outubro é lembrado o Dia do Médico, uma das profissões de maior status social e considerada da mais nobre em diversas sociedades, no Brasil, carrega a marca do racismo, ainda contando com uma baixa presença de pessoas negras na profissão.
Apesar de o grego Hipócrates ser referido como o “Pai da Medicina”, esta ciência na verdade nasceu muito antes dele, no Kemet, o Antigo Egito. Hipócrates faleceu no ano 377 Antes da Era Comum (AEC). Os primeiros papiros médicos do Kemet, datam de 2000 AEC.
Um exemplo disto, é o Papiro de Ebers, de 1500 AEC, que fala sobre diagnósticos de doenças cardíacas, depressão, diabetes, controle de natalidade, problemas digestivos e infecções do trato urinário.
É o mais longo e completo papiro médico encontrado até hoje, contendo mais de 700 prescrições médicas e mágicas. Além disso, outros escritos egípcios versavam sobre cirurgias, como o papiro Edwin Smith, considerado o mais antigo a falar sobre procedimentos cirúrgicos e práticas para aliviar a dor e tratar ossos partidos.

Os apagamentos históricos e a dominação branca para temas fundamentais para a humanidade se perpetuam diariamente, na tentativa de desestimular que pessoas negras se enxerguem como capazes e como herdeiras de ancestrais poderosos que construíram e pensaram os pilares do que se convencionou chamar civilização e que tem sobrevivido a processos de interrupção desde o encontro com os povos europeus.
Portanto, pensar a Medicina como herança e criação do povo negro é entender que enxergar homens e mulheres negras exercendo a medicina é reintegração de posse. É sinalizar que não abriremos mão do que é nosso desde o nascimento.

Prêmio Multishow acontece hoje com shows de Iza e Ludmilla

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Foto: Divulgação

Acontece hoje, às 21h15, a apresentação do Prêmio Multishow 2022, que traz ao palco apresentações das cantoras Iza e Ludmilla, que está entre os grandes destaques da noite com 6 indicações em categorias populares. O evento também terá como mestres de cerimônia a cantora Linn da Quebrada, o apresentador Marcos Mion e a cantora Glória Groove.

Lud concorre como Artista do Ano, Música do Ano e Hit do Ano, com a canção Maldivas, Álbum do Ano, com Numanice #2, Voz do Ano e Show do Ano. Já Iza também figura as categorias Voz do Ano, Música do Ano e Clipe TVZ do Ano com Fé.

Neste ano, o prêmio sofreu algumas mudanças depois de ter recebido críticas em 2021 pela falta de diversidade e de reconhecimento de artistas como Ludmilla, que afirmou na época que o prêmio deixava de lado artistas pretos de sucesso. Na época, a cantora cancelou sua participação no evento, ela estava entre os artistas que deveriam se apresentar, mas desistiu depois de não ter sido indicada em nenhuma categoria.

Outra grande mudança na estrutura do Prêmio Multishow acontece nas categorias Cantor e Cantora do Ano, que foram unificadas para categoria Artista do Ano, além do acréscimo da categoria Voz do Ano, com uma mudança no número de indicados de cinco para oito artistas. A premiação agora conta com um comitê de diversidade.

O Prêmio Multishow também terá apresentações dos cantores Thiaguinho, L7NNON, Larissa Luz, Linn da Quebrada, Criolo, Liniker, Dona Odete e outros artistas.

 

Família de George Floyd processa Kanye West em US$ 250 milhões

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Foto: Reprodução / Redes Sociais.

Os familiares de George Floyd entraram com uma ação de US$ 250 milhões contra Kanye West após comentários públicos do rapper sobre a morte do homem norte-americano.

Na recente aparição de West no podcast Drink Champs, o artista fez declarações controversas sobre a morte de Floyd, dizendo que ele morreu por conta do uso de fentanil. “Eu assisti ao documentário de George Floyd que Candace Owens lançou. Uma das coisas que seus dois colegas de quarto disseram foi que eles queriam um cara alto como eu e, no dia em que ele morreu, ele fez uma oração por oito minutos”, disse West. “Eles bateram nele com o fentanil. Se você olhar, o joelho do cara nem estava no pescoço dele assim.”

George Floyd. Foto: Reprodução / Redes Sociais

O médico legista do condado de Hennepin, Dr. Andrew Baker, responsável pelo caso, disse durante a investigação do crime que, embora a doença cardíaca de Floyd e o uso de fentanil tenham contribuído para sua morte, eles não foram a causa direta.

No comunicado à imprensa da família Floyd, os advogados disseram que West fez “falsas declarações sobre a morte de George Floyd para promover suas marcas e aumentar o valor e a receita de marketing para si mesmo, seus parceiros de negócios e associados”. Além disso, a nota também informou que West declarou “falsidades maliciosas” para lucrar com sua morte e o trauma da família.

Em junho de 2021, Derek Chauvin, o ex-policial condenado pelo assassinato de George Floyd, foi sentenciado a 22 anos e meio de prisão.

Dirigido e estrelado por Michael B. Jordan, ‘Creed III’ ganha trailer com destaque para Jonathan Majors

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Foto: Divulgação / MGM.

Nesta terça-feira (18), a MGM apresentou o primeiro trailer de ‘Creed III’, novo filme da franquia ‘Rocky’. O longa marca a estreia de Michael B. Jordan como diretor de cinema. O ator também retorna como o personagem Adonis Creed na produção, juntamente com Tessa Thompson, Phylicia Rashad e Jonathan Majors, que neste primeiro trailer, ganhou destaque interpretando o antagonista Damian Anderson, um ‘lutador que não tem nada a perder’.

Foto: Divulgação / MGM.

Em conversa com a imprensa, Michael B. Jordan revelou que depois de trabalhar com Ryan Coogler e Steven Caple Jr. nos dois primeiros filmes da franquia, ele se sentiu pronto para estrear como diretor em ‘Creed III’. “Finalmente cheguei a este ponto da minha carreira onde realmente queria contar uma história, sabe, e não apenas estar na frente da câmera, não apenas executar a visão de outra pessoa”, disse ele. “E tendo um personagem que eu interpretei duas vezes antes, foram 7, 8 anos vivendo com esse cara, para poder contar uma história de onde eu acredito que Adonis está”.

“Além disso, aos 35 anos, eu tinha muito a dizer como jovem, como jovem negro, apenas minhas experiências de vida e como eu poderia realmente compartilhar isso, compartilhar um pedaço de mim com o mundo através desses personagens e através essa história“, destacou B. Jordan.

‘Creed III’ estreia dia 3 de março de 2023.

“Não sei se é normal”: Em conversa com Jada Pinkett, Nicki Minaj confessa ansiedade quando se separa do filho

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Foto: E! Online

Nicki Minaj foi a convidada especial em uma entrevista com a Jada Pinkett Smith desta semana em ‘Pink Table Talk‘. Uma fã declarada da Nicki, como rapper, mãe e empresária, Jada afirmou que estava ansiosa para conversar com ela desde que soube da gravidez e parabenizou pelo sucesso de ‘Super Freak Girl‘ no topo das paradas.

“Tudo aconteceu tão rápido, como a gravidez e o Covid. Eu não tinha certeza de como estava me sentindo por ter que lançar um álbum este ano, mas aquela música acontecendo e as pessoas gostando, isso me deixou feliz. As pessoas passaram por tanta coisa recentemente que querem se divertir”, disse Nicki.

Questionada sobre como tem sido a experiência da maternidade, a rapper afirma que nunca lhe perguntaram sobre isso antes. “Eu me vejo como um bebê no meu filho e por causa disso, isso me lembra de momentos que eu provavelmente esqueci com o tempo, apenas de eu ser uma criança em Trinidad”, fala.

A estrela disse que ser mãe é a maior benção do planeta Terra. “Estou tão feliz que Deus me permitiu experimentar isso. Eu sempre amei crianças e sempre fui ótima com crianças, mas nos últimos anos comecei a pensar, sei que vai ser uma grande mudança para mim porque estou acostumada a ir onde quiser, quando quiser, e eu sabia que ter um bebê mudaria tudo isso. Mas eu absolutamente amo isso. Eu amo tanto meu filho que não sei se é normal, mas parece insalubre porque eu demorei muito para começar a trabalhar e deixá-lo para ser vigiado por qualquer pessoa, então agora eu tenho essa ansiedade de separação muito ruim. Então isso não é bom”, diz.

Foto: Interview Magazine

Apesar da cantora se envolver na polêmica por ser contra a vacinação contra Covid-19 e ter a conta do Twitter suspensa no ano passado, por compartilhar fake news sobre os efeitos colaterais da vacina, ela falou sobre o medo da pandemia e o impacto na criação do filho.

“Se não fosse durante o Covid, teria sido diferente, mas eu tinha medo de trazer as pessoas ao redor dele quando ele era um bebezinho – babás que estão voltando para casa e outras coisas”.

Nicki também falou que se sente apenas como uma mulher pateta e excêntrica. “Eu nunca tentei ser sexy, eu sempre estava rindo. Eu acho que posso parecer sexy, mas não me vejo como uma pessoa que é – você sabe como algumas mulheres entram na sala e ficam tipo “Ooh”. Eu não sou assim”.

Mas por ser vista desta forma, começou a se incomodar com algumas rappers femininas que só mandavam músicas com conotações sexuais. “Eu não acho que as novas rappers realmente entendem quem eu sou […] E o que estou vendo agora é que tantos novos artistas estão tentando se tornar a pessoa que eles admiravam em vez de nos dar um novo sabor!”.

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