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“Tô com medo”: O pânico de Rízia e o Estresse pós-traumático que atinge pessoas negras

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Foto: Reprodução Instagram

Acorrentar uma pessoa negra, que se sabe negra, ciente dos séculos de assassinatos e encarceramento sistemáticos dos seus semelhantes (que se estendem até o presente) pode ser um gatilho para uma crise de ansiedade ou deflagrar um transtorno de estresse pós traumático (TEP)? Sim.

Por Profa. Dra Jeane Tavares. Coord APC-UFRB
Gerencia a página: Saúde Mental da População Negra 

Num momento de ansiedade extrema experimenta-se uma sensação de desespero, insegurança, de perigo iminente e de que algo terrível pode acontecer a si mesmo ou a pessoas importantes. Acompanham sintomas físicos como taquicardia, falta de ar, movimentação corporal intensa ou dificuldade de se mover, choro, suor excessivo, dor de cabeça, boca seca, mãos e pés ficam frios dentre outros.

No caso do TEPT, se houve situação anterior em que sua vida esteve em risco e o ato de ser acorrentado ou imobilizado de alguma outra forma remeterem a isso, a pessoa pode reviver a situação de perigo com todos as emoções e memórias relacionadas. Se não houve evento anterior, mas estes elementos sempre foram temidos ou têm significados de risco para sua integridade física e mental a situação atual pode dar início a um TEPT.

Lembremos que correntes e cordas, que remetem ao aprisionamento e enforcamento, são instrumentos históricos de tortura e morte de negras e negros. Além do pouco tempo histórico que nos separa do fim da legalidade da escravização, a persistência dos seus efeitos na organização social brasileira não permite que a população negra viva e finalize seus múltiplos lutos ou cuide de sua saúde mental como necessário. Como temos novos casos de humilhação, mortes, pobreza/ miséria, julgamentos e aprisionamentos se renovando cotidianamente, as bases do sofrimento psíquico diretamente relacionadas ao racismo estrutural são mantidas e desenvolvemos a justa percepção de que esse processo de escravização não teve ou terá fim.

Foto: Reprodução Rede Globo

Portanto, embora não saibamos os motivos que levaram a participante do BBB às lagrimas, ela deve ser respeitada e acolhida por todas/os nós. A sua reação de choro, ansiedade e medo, não apenas é compreensível como esperável sendo ela uma militante da causa negra, estando numa situação de confinamento e sendo exposta a ataques raciais constantes junto com seus pares em rede nacional. Ela não precisaria ter sido escravizada para sentir medo ou sofrer com esta situação. Da mesma forma, os espectadores que entendem a persistência dos efeitos da escravização da população negra no Brasil e que estão conscientes de sua negritude também podem ter sido afetados pela cena exibida.

Em post recente em nossa página @saudementalpopnegra, perguntamos “quais medos apenas a população negra pode ter?”. Em síntese as respostas foram:  medo de ser acusado por um crime ou “confundido” e preso (não existe esperança em relação a justiça), medo de ser assassinado (em qualquer lugar, a qualquer momento), medo de ter o filho assassinado (relatado inclusive por mães de bebês).

O medo de ser acorrentado é ancestral na história população negra. Resta-nos reconhecer nossos medos, acolher os nossos semelhantes, lutar politicamente e cuidar de nossa saúde mental. 

 

    

Símbolo da escravidão no BBB19: prova com correntes causa crise de choro em RÍzia

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Foto: Reprodução Rede Globo

Uma mulher negra, escondendo as lágrimas de desespero como as mãos acorrentadas. Parece cena do filme 12 anos de escravidão, mas aconteceu nesse manhã (20), durante 19ª edição do Big Brother Brasil, na Rede Globo. 

Rízia teve uma crise de choro após ser acorrentada à Rodrigo e demais brothers, em uma prova de resistência proposta pelo público, após a saída de Maycon. Veja a cena.

Tem que ter muito controle mental e paz de espírito, o que é difícil quando se está enclausurada, para não sentir raiva ao ser algemada e exposta para o Brasil em uma condição que remete ao tempo de escravidão.

“Eu estou com muito medo, com vontade desistir”, disse a sister enquanto Rodrigo a olhava com muita tristeza. “Saiba que a gente está aqui com você”, respondeu Gabriela. Alan ofereceu um abraço, mas Rízia não quis.

Rodrigo e Gabriela, militantes assumidos, devem estar sentindo por dentro, o que
Rízia externou. Os acorrentados terão que fazer todas as atividades juntos, como dormir e ir ao banheiro, até que se decida o novo líder amanhã (21).

 

 

Glória Maria se derrete na Noruega “Completamente apaixonada”

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Foto: Reprodução Instagram

Gloria Maria é uma das jornalistas brasileiras que mais viaja pelo mundo. Depois das férias, ela retornou as gravações do Globo Repórter e tem usando seu Instagram para mostrar aos seus seguidores suas aventuras na Noruega.

Depois de muitas fotos e vídeos de neve, vento e até um bela escorregada, a diva global surpreendeu todo mundo postando uma foto ao lado de um homem não identificado. A legenda: “Hotel de gelo! Completamente apaixonada! Como explicar a vida? Tempo de trabalhar e ser feliz! Como é bom poder mudar!”, escreveu a jornalista que colocou até um coraçãozinho fofo no final da frase.

Nos comentários pessoal não economizou tempo e perguntou se a paixão era pelo frio ou o moço da foto. E ela respondendo com uma vibe muito alegre: “Os dois”.

 

 

 

 

 

 

 

 

Com um frio -15 C, nada melhor que uma boa companhia para esquentar o clima.

Mulheres representam a comunidade negra no exterior

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Fotos: Instagram

E Angela Davis disse: “Quando a mulher negra se movimenta, toda a estrutura da sociedade se movimenta com ela”. As grandes vozes do movimento negro no Brasil são femininas e têm levado nossas pautas para fora do país com muita competência, mexendo nas estruturas da branquitude que ainda resiste em nos reconhecer intelectualmente.

Como noticiamos anteriormente , a Youtuber Gabi de Oliveira irá palestrar nos EUA em Abril, durante o  Brazil Conference at Harvard & MITevento anual promovido por estudantes brasileiros residentes na Harvard, em Boston e que funciona como um painel de debates com a intelectualidade brasileira em vários setores.

https://www.instagram.com/p/BtgUWc6nzkM/

 

A ativista e representante da ONU Mulheres, Kenia Dias, em breve volta ao Brasil depois de uma longa temporada nos EUA. No último dia 18, ele palestrou na Universidade de Columbia, em Nova York sobre o tema “Afro-Latinx Perspectives: Activism and Transectionality”. O evento aconteceu em função das homenagens à história negra, que, nos Estados Unidos, é celebrada em fevereiro.

https://www.instagram.com/p/BszF4WxFEKt/

Luana Genot, do ID_BR, juntamente com a bailarina Ingrid Silva, falaram sobre igualdade racial no Brazil Found, em Nova York no dia 13 de fevereiro no projeto NY Talks.

Djamila Ribeiro também comemora sua temporada internacional. “Nos dias 21, 22 e 25, faço falas na Universidade de Berkeley, Califórnia. No dia 27, na Duke University, na Carolina do Norte. Em Berkeley, vou encontrar pessoas como Erica Huggins, do Panteras Negras. Serão 10 dias de trocas importantes”, disse a intelectual em sua conta no Instagram. Ele volta ao Brasil para o carnaval e depois irá para França, onde foi a brasileira escolhida como “Personalidade do Amanhã”.

https://www.instagram.com/p/BuCrWxIgpsP/

Conquistas merecidas e fruto de muito trabalho e dedicação. Ficamos na torcida por ela e por outras e outros que almejam falar sobre negritude em outros países.

Terapia preta: Constelação Sistêmica para afrodescendentes a preços populares

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A constelação sistêmica familiar nada mais é que uma técnica terapêutica que visa melhoria em diversas áreas, principalmente no que diz respeito a processos familiares, sejam eles sentimentais ou práticos. Através da análise dos laços construídos no seio familiar, seja através do amor ou do sofrimento, podemos fazer mudanças transformadoras.

Desenvolvida pelo filósofo e psicoterapeuta alemão Bert Hellinger, através da observação das famílias africanas  é uma técnica que nos ajuda a enxergar situações e padrões que geralmente não vemos porque já estamos muito inseridos neles. Através de suas orientações e técnicas, passamos a ver nossas atitudes como se não participássemos delas e assim conseguimos ter um maior discernimento sobre como agir para mudar crenças e padrões repetitivos.

As constelações familiares nos dão a oportunidade de compreender os esquemas em seu nível mais profundo. Elas permitem que nos libertemos, ao mesmo tempo que encontramos a paz , felicidade e prosperidade .

Quando: 23/02/2019
Horário : 9:00 as 12:00
Endereço: R. Dr. Gabriel Piza, 474 – Santana, São Paulo – SP, 02036-011

Tema : Acolhendo os pais 
Valor colaborativo: R$ 40,00

Deposito em conta até do dia 20/02/2019 ( Enviaremos a conta via email)

Vagas limitadas
Inscrição através do Link : https://goo.gl/forms/ymKNphvz4UgtBPKK2

Realização: Ana Minuto
Consultora Empresarial & Carreira- http://anaminuto.com.br/ 
Alice Salgado – Consteladora Sistemica – http://alicesalgado.com.br/

“A carne mais forte do mercado, é a carne negra!” Comunidade protesta em lojas do Extra pedindo justiça

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Foto: Douglas Belchior

O The Guardian está correto ao afirmar que os protestos realizados hoje em algumas cidades do país, depois do assassinato de Pedro Gonzaga dentro do hipermercado Extra no RJ, fortaleceram o movimento #VidasNegrasImportam, aqui no Brasil.

Neste domingo, 17, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba e Campo Grande sediaram um dos maiores protestos contra o genocídio negro dos últimos tempos. Para se ter uma ideia, a execução com 111 tiros dos 5 jovens negros em Costa Barra, mobilizou um pouco mais de 40 pessoas na frente do Palácio do Guanabara no Rio de Janeiro, em 2015. No ato de hoje, só no RJ, houve um número estimado de 500 pessoas, de acordo com o Jornal Folha de S. Paulo.

No Rio de Janeiro, no Hipermercado onde Pedro foi assassinado na Barra da Tijuca,  ativistas, populares, artistas e Youtubers entraram dentro do estabelecimento de forma organizada e pacífica. “Nós não estamos aqui para quebrar o Extra e sim para quebrar a estrutura do racismo”, disse um dos manifestantes.

Muitos gritos de guerra e textos sobre genocídio negros foram lidos coletivamente , e um coro uníssono exigindo justiça e declarando que o tempo da carne negra ser a mais barata do mercado, faz parte do passado.

“Essa revolução que a gente tanto pede só virá através dos negros e negras politizados, intelectuais e sociedade civil consciente. Esses serão os verdadeiros revolucionários. Na mão deles é que está o poder de transformação e mobilização, como foi feito hoje. Hoje unimos centenas de pessoas com o mesmo objetivos, repudiar a morte do povo negro”, destaca o ator e ativista, Érico Brás.

“Nós assistimos pela televisão, não adianta fazer montagem, todo mundo viu o que aconteceu. Temos que estar todos unidos, a negrada inteira!”, disse  a deputada federal Benedita da Silva durante o início dos protestos.

No sexta, um pequeno grupo do Recife fez um ato de simbolismo gigante dentro do Extra da cidade. “Pará você está matando ele!”.

 

Em São Paulo, Extra tentou impedir o acesso

Na capital Paulista, a unidade do Extra na Brigadeiro Luis Antônio foi o local escolhido pelos ativistas para protestar.

A arquiteta e ativista Stephanie Ribeiro nos deu alguns detalhes. “Aconteceu uma pequena confusão entre a organização e um outro grupo. Uns que queriam entrar e outros não. O supermercado fechou as grades, mas conseguimos entrar e ficamos no estacionamento, depois fomos em direção à Paulista”.

Para ela, o ato conseguiu incomodar as pessoas, o Extra os clientes e as pessoas que estavam passando no local no momento do ato. “Conseguimos mostrar que a vida do Pedro não foi em vão”, finalizou Ribeiro.

 

 

“Manda roupinha de criança!”Cris Vianna visita galpão do Vidigal

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Reprodução Instagram Cris Vianna

Um clima de muito amor e esperança paira no galpão que está recebendo doações para as vítimas da tragédia do Morro do Vidigal, onde muitas famílias ainda continuam desabrigadas e passando por necessidades depois da forte tempestade no Rio de Janeiro.

Além do grande número de doações, muitas celebridades e pessoas da comunidade, tem aparecido  no local para apoiar as pessoas envolvidas na organização de roupas e alimentos, sendo uma das coordenadoras a atriz Roberta Rodrigues.

Neste sábado, a atriz Cris Vianna, apareceu no local e usou seu Instagram para mostrar a organização impecável das doações. “Nós viemos aqui para ajudar só um pouquinho”. Roupas de crianças, material de higiene e produto de limpeza são as maiores necessidades.

“Tô amando essa rede do bem”, comemora Roberta Rodrigues.

Quem quiser colaborar pode entrar em contato com o Vidiga na Social (21) 98364-7749 e falar com Fábio.

Soltam a mão sim! AD Junior expõe celebridades com comoção seletiva

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Fotos: Instagram

Concordamos que a democracia racial nunca existiu, certo? Agora temos que ter olhos atentos e deixar o cinismo de lado com algumas lemas que viralizam nas redes sociais, tentando vender uma imagem de unidade e compaixão coletiva, que não correspondem à realidade, como por exemplo, a frase de impacto pós-eleição do Presidente Bolsonaro: Ninguém solta mão de ninguém. 

A cena de terror envolvendo o assassinato de Pedro Gonzaga, nessa última quinta-feira, 14, dentro do Supermercado Extra no Rio de Janeiro, foi um dos assuntos mais falados nas redes sociais, porém a repercussão foi muito menor do que o caso do cão morto no Carrefour em dezembro do ano passado.

Ativista fervoroso e um dos influenciadores negros mais respeitados da Internet, AD Junior, não poupou críticas à comoção seletiva, e usou suas redes sociais para comparar o caso de Pedro com o do cão, ambos mortos dentro de lojas grandes redes de supermercados.

Conversei com ele sobre o assunto. Ele, além de Xuxa e Ana Hickmann, cita Luisa Mel, que defende animais fervorosamente, mas não se posiciona em casos como o de Pedro.

Reprodução Stories AD Junior

“O Brasil sente pena só de um grupo. Veja no caso da boate Kiss que é lembrado até hoje porque eram meninos brancos, universitários vistos como o futuro meritocrático do nosso país. Em momento algum aquela fatalidade, que eu realmente  sinto por aquelas famílias, foi esquecida e o Fantástico ano após ano relembra o caso. Tempos depois, aqueles meninos pretos que levaram 119 tiros em Costa Barros , não tiveram nenhuma homenagem ou reportagem de 10, 15 minutos”, compara AD.

Ele ainda destaca o genocídio negro que acontece à luz do dia, mas o Brasil finge não saber da gravidade. “Quando a gente fala que não não se importa com alguém, significa que essa pessoa não vai fazer falta. Esse é um plano de extermínio que qualquer estrangeiro que chega no Brasil, reconhece automaticamente que tipo de sociedade que estamos vivendo.”

“A gente fala de ordem e progresso e a única coisa que a gente está falando é o seguinte: ordem para pretos e pobres e progresso para os brancos meritocráticos”, finaliza o comunicador.

#VidasNegrasImportam: comunidade negra sai da Internet e irá as ruas neste final de semana

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O assassinato de Pedro Henrique Gonzaga,19,  pelo segurança , Davi Ricardo Moreira Amancio, dentro do supermercado Extra na Barra da Tijuca, na quinta-feira, 14 de fevereiro foi o assunto mais comentado na Internet , nesse sexta.

As atrizes Cris Viana, Camila Pitanga, a cantora Iza, o ator Fabrício Boliveira, foram alguns dos artistas que usaram suas redes sociais para protestar contra o crime brutal registrado por vários ângulos por meio  de diversos celulares, onde o segurança dá uma “gravata” no jovem, que acaba falecendo por asfixia. De acordo com a família, Pedro sofria de distúrbios mentais.

Ativistas organizaram atos de protesto em frente as lojas da Rede Extra nas cidades de São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Confira os locais, dias e horários:

Rio de Janeiro 
Extra da Avenida das Américas 1510 a partir das 13h. Dia 17/02 Domingo

São Paulo 
Extra Brigadeiro Luis Antônio esquina Avenida Paulista a partir das 14h. Dia 17/02 Domingo.

Belo Horizonte 
Extra Avenida Francisco Sales amanhã, sábado às 15h.Link do grande ato:

Link para o evento no Facebook:

https://www.facebook.com/events/966086686910211/

Rico Dalasam protagoniza curta-metragem baseado em uma de suas músicas, “Procure”

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Em agosto de 2017, em parceria com Mahal Pita, Rico lançou o videoclipe da música “Fogo em Mim“, mostrando toda a sua versatilidade e agora retorna como protagonista do curta-metragem e super produção “Procure“, com direção de Gui Tensol e baseado em uma música sua, que leva o mesmo nome.

Com quase 20 minutos, a trama retrata a vida de um trabalhador (Rico) que é traído pelo namorado, Talles (Talles Paz), envolvido com tráfico internacional de drogas e policiais corruptos. As cenas intercalam entre momentos íntimos dos dois e a “ressurreição” do artista. Enquanto Ricardo morre como homem comum, Rico ressurge como super astro do queer rap, é entrevistado e se prepara para um show, onde é aclamado pelo público.

O filme, que para o artista é “feixe e desfecho“, mostra um início de uma nova era em sua vida. “Até aqui, eu só tinha levado as músicas para videoclipe, essa é a primeira vez que levo para o curta. Durante o filme, passei por mudanças, a música passou por mudanças em mim e agora que vamos dividir o filme com o mundo, me encontro em um tempo de despedida de uma era que compreende os últimos quatro anos de trabalho na música […] Agora vamos colocar na água e ver tomar o destino da correnteza“.

Gui apresentou o roteiro para Rico após diversas conversas dos dois em 2017. “Se nas minhas audiovisuais anteriores discuti minha existência dentro de uma adolescência, esse filme traz o papo para o inicio da vida adulta, relações de trabalho, relacionamento afetivo, responsabilidade, tudo a partir do lugar específico da minha existência: bixa preta e chefa“, afirma o rapper.

Assista o curta:

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