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Youtuber Júlio Cocielo vira réu por racismo

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Foto: Reprodução

Durante a copa do mundo de 2018 uma postagem do youtuber sobre o jogador Mbappé viralizou e gerou diversos debates sobre o racismo presente nela ou não. “Mbappé conseguiria fazer uns arrastão top na praia hein”, publicou Cocielo.

O youtuber tentou se justificar, dizendo que só quis falar sobre a rapidez do jogador francês, mas os internautas questionaram o porquê do youtuber associar a imagem do jogador negro a alguém que faria um arrastão e não a um velocista, por exemplo.

Porém, as tentativas de defesa de Julio Cocielo logo foram anuladas, já que o youtuber desde 2011 fazia publicações extremamente racistas no seu twitter.

“Gritei VAI MACACA pela janela e a vizinha negra bateu no portão de casa pra me dar bronca” publicou o Cocielo em 2013

“Acabou o dia da conciência negra já pode parar de negrisse galera”, em outro tweet de 2013

“Eu queria ter gravado um vídeo da consciência negra, só que aí eu deixei quieto porque na cela não tem wi-fi.” postou em novembro de 2013

Foto: Reprodução/Twitter
Foto: Reprodução/twitter

Após a divulgação desses tweets, cerca de 50 mil outras postagens foram apagadas das redes sociais de Cocielo. Na época, o youtuber após perder muitos patrocínios de marcas como Adidas, Mc Donalds e Itaú Cocielo fez um vídeo pedindo desculpas “Fiz um comentário infeliz, mal explicado, que gerou toda essa confusão e acabou ofendendo algumas pessoas” disse o youtuber.

O ministério Público cobra indenização de 7,5 milhões pelas ofensas racistas ditas por Cocielo e hoje, segundo informações da UOL o youtuber se tornou réu na justiça de São Paulo sob acusação de racismo a Juíza Cecília Pinheiros da Fonseca aceitou a denúncia do MP e caso seja condenado a pena é de 2 a 5 anos de prisão, já que racismo é crime previsto em lei.

Em defesa de Cocielo o advogado declarou que “Contar uma piada sobre negros não transforma um humorista em uma pessoa racista ou propagador do ódio contra negros, da mesma forma que contar uma piada sobre judeus não transforma um humorista em uma pessoa antissemita”.

Além disso, após o ocorrido o youtuber disse ser afrodescendente e que sabe na pele o que significa ser pobre e periférico. Seguindo essa declaração o advogado de Cocielo disse que “É evidente que Cocielo faz piadas com sua própria condição, o que um artifício humorístico usado por comediantes no mundo todo”.

Netflix fará remake animado da série “Good Times”

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De acordo com a Variety, Good Times, sitcom norte-americana dos anos 1970, ganhará um remake pela Netflix. A nova versão é criada e produzida por Carl Jones (“The Boondocks”), e será em desenho animado.

Good Times é uma comédia de televisão americana que foi ao ar por seis temporadas na CBS, de 8 de fevereiro de 1974 a 1 de agosto de 1979. Criada por Eric Monte e Mike Evans, desenvolvida pelo produtor executivo Norman Lear, foi o primeiro seriado com uma família afro-americana.

Ainda não se sabe quando a nova “Good Times” estreia. Mas, o jogador de basquete Steph Curry e Seth McFarlane (“Uma Família da Pesada”) também entram na produção ao lado da Act III, produtora de Norman Lear, o criador da série original.

O programa animado mostrará a família Evans navegando pelo mundo atual e pelas questões sociais contemporâneas, focando na manutenção e proteção do amor familiar.

Um especial ao vivo da sitcom foi gravado em maio e dezembro de 2019, o que resultou a uma indicação ao Emmy tanto ano passado quanto neste ano. Exibido pelo canal ABC, o evento recriou o episódio “The Politicions”, da terceira temporada, e contou com Viola Davis, Andre Braugher, Tiffany Haddish e Jharrel Jerome, entre outros, no elenco.

Capa de duas revistas esse mês, Mary J Blige fala sobre saúde mental, amor próprio e mais

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Crédito: Cultured

A cantora, compositora e atriz de 49 anos de idade e quase 30 de carreira, é a capa das revistas Cultured e Health desse mês.

Para a revista Health, a artista falou sobre como ela gosta de sua própria companhia, e que isso ficou bem claro durante a quarentena. ”Eu sou o meu melhor amigo”, declarou. Mas ela confessa que essa foi a lição mais difícil que aprendeu. ”O amor próprio é a coisa mais difícil de sentir porque vivemos em um mundo onde todos estão sofrendo. Até que você fique satisfeito com quem você é, as outras pessoas nunca ficarão satisfeitas. Esse é o processo de crescimento. Isso é aprender a amar e abraçar a si mesmo e dizer: “Quer saber? Amo você, Mary. Eu te amo linda Eu te amo, lindo. Eu te amo, mulher inteligente. Eu te amo, Mulher Talentosa. ” Essa é uma prática que faço todos os dias. Quando questionada sobre como cuida de sua saúde mental, a dona do hit Family Affair disse que medita e pensa em coisas que são positivas, não nas mentiras ou coisas negativas.

Outro assunto em pauta, foi o Black Lives Matter. Ela disse que o assassinado de George Floyd foi uma atrocidade indescritível, mas que ao mesmo tempo catalisou mudanças, colocando um espelho na frente da população e mostrando que embora mudanças estejam acontecendo, ainda tem um longo caminho pela frente e com muitas coisas que precisam mudar. Mary, disse ter sentido raiva e indignação sobre o caso, assim como todo mundo e que essa foi uma experiência traumatizante.

Já para a Cultured Magazine, Mary J Blige revelou que tem se sentido bastante criativa durante o período de quarentena, e que escreveu muitas coisas em seu celular, desde poesias, cartas, até discursos de formatura. Mas a ganhadora de 9 prêmios Grammy e duas indicações ao Oscar, também falou sobre sua carreira de atriz. No ano passado a T Magazine, citou Mary como uma das principais protagonistas negras, ao lado de nomes como Taraji P Henson, Halle Berry e Angela Basset. Sobre seu processo de desenvolvimento como atriz, Mary faz questão de frisar que não queria que seus persinagens soassem como ela mesmo, mas como outra pessoa. Para isso, sempre levava seus trabalhos muito a serio, e por isso fica feliz com o resultado positivo que obteve.

Ao longo de sua carreira, Mary gravou 13 álbuns e participou de varias produções cinematográficas, sendo o drama ”Mudbund”, de 2017, seu maior sucesso. Interpretar Florence Jackson, a rendeu muitos prêmios e indicações.

Eduarda Vieira lidera “hub de diversidade” da Play 9, de Felipe Neto e sócios

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Eduarda Vieira da Play 9 - Foto: Crédito Play 9

Diversidade racial e inclusão de grupos com baixa representatividade. A Play 9 , empresa de Felipe Neto, João Pedro Paes Leme e Marcus Vinícius Freire têm investido pesado em ações que deem visibilidade às minorias e grupos vítimas de racismo, como a comunidade negra ( que é a maioria), por exemplo.

Um dos novos recursos para essa estratégia foi a criação do Hub de diversidade que que permite a  discussão e inclusão de temas relevantes aos conteúdos criados pela empresa, como é o caso do projeto “Conversas Que Importam”, feito em parceria com o Google e o YouTube Brasil, que tem o objetivo de fomentar diálogos sobre diversidade. Criadores como Felipe Neto, Gabi Oliveira, Ana Paula Xongani, o líder indígena Ailton Krenak e a advogada Gabriela Prioli já participaram dos debates.

O comando do hub é de Eduarda Vieira, ex-diretora do canal da Salon Line Brasil que explica que projeto tem a missão de se unir a criadores que mostrem que é possível ocupar todos os lugares. “Pode sim, ter uma mulher trans falando sobre maquiagem ou um homem negro falando sobre estilo”, explica Duda.  Conversamos com ela para entender mais sobre o novo projeto que busca contratar pessoas negras para o time.

Mundo Negro – Como está sendo a divulgação das vagas para a contratação desses novos profissionais? Existe esse olhar cuidadoso que  entende a realidade que a maioria da população negra ainda tem, com dificuldades para se especializar e estudar inglês, por exemplo?

Eduarda Vieira – Acabamos de passar por um processo grande de recrutamento. Para o hub abrimos duas vagas e elas foram destinadas apenas para pessoas negras, mas estamos tendo esse olhar cuidadoso para todas as vagas.

Infelizmente o número de contratados negros ainda não foi o desejado. Na hora de um recrutamento fica claro o abismo que o racismo causa, fazendo com que a vaga nem chegue nas pessoas. É um exercício nosso tentar minimizar isso. Para isso temos uma plataforma onde as pessoas podem cadastrar seus currículos, vamos fazer algumas postagens nas redes sociais da Play9 sobre o hub, além de estarmos elaborando projetos na área de recursos humanos, a fim de gerar empregabilidade, nos unindo a instituições que já fazem isso.

Esse conteúdo diverso produzir por meio do HUB vai ter como público o perfil do canal IN (dos irmãos Felipe Neto) ou eles ou haverá produtos para outros perfis?

Hoje o hub tem criadores que conversam com o público mais velho. Acredito que, por agora, nosso objetivo seja estar na outra ponta do público do canal IN, mas nada impede que essas pautas se encontrem.

Em novembro temos o mês da Consciência Negra. A Play 9 pensa em alguma ação especial para essa data?

Acho que o hub vem como um grande passo em nome dessa conscientização, acho que é a ação com maior impacto, mas claro que não deixaremos essa data passar e vamos encará-la como um dia especial para exaltar e ratificar o nosso lugar e potência.

A empresa também firmou parceria com Jonathan Azevedo e será responsável por uma reformulação das redes sociais do artista, com criação de estratégias, produção e edição de novos conteúdos. Em suas redes, Jonathan é conhecido por dar vida a personagens engraçados, sempre atrelados a debates sociais, como o sucesso “Kraudinha”, uma empregada doméstica que promove discussões sobre temas atuais em vídeos divertidos.

Grávida de 8 meses , Tia Má é vítima de discurso de ódio no Twitter

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A jornalista Maira Azevedo - Foto: Reprodução Instagram

A fama de rede tóxica do Twitter ganhou mais um reforço nessa segunda-feira. A jornalista Maíra Azevedo, a Tia Má que assumidamente tem opinião sobre tudo, resolveu falar sobre a expressão “passar pano”, muita usada na Internet quando queremos dizer que perdoamos ou toleramos um ato falho de alguém, pode ser também dar uma desculpa, se esquivar..

Para a jornalista, grávida de 8 meses, a expressão deveria ser abolida por ser classista, elitista e racista porque seria associada aos trabalhos domésticos.

Nem todo mundo concordou com a opinião dela, o que é legítimo, o lamentável foi o tom das respostas dirigidas à Maíra. Teve até homem usando a maternidade para atacar a jornalista.

Outro tuiteiro atacou a sanidade mental de Maíra que é uma das jornalistas mais queridas do país.

Tia Má apagou, mas durante a tarde chegou a postar as mensagens privadas que recebeu com muitos xingamentos e ameaças. Ela depois postou um print de uma conversa com o filho dela Aladê, de 12 anos, assustado com o que aconteceu com a sua mãe.

Uma pesquisa da Anistia Internacional detectou que mulheres negras estão 84% mais propensas a receberem tweets de conteúdo tóxico do que mulheres brancas.

Mansão de Um Maluco no Pedaço estará disponível para aluguel

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Em comemoração aos 30 anos de uma das séries mais amadas dos anos 90, a mansão que protagonizou ‘Um Maluco no Pedaço’, localizado em Los Angeles, Estados Unidos, foi colocada para aluguel pelo Airbnb.

O ator Will Smith anunciou em seu instagram que será o anfitrião da mansão, mas não receberá os hóspedes, apenas aparecerá em algumas divulgações.

Serão aceitos apenas dois hóspedes por noite e eles terão acesso ao quarto, sala de jantar – que aparece na série – e à beira da piscina. O aluguel estará disponível apenas para os dias 2,5,8,11 e 14 de outubro. Sendo obrigatório que os hóspedes morem em Los Angeles.

O próprio Will Smith fez a divulgação e anúncios do Airbnb “Se este lugar parece familiar, é porque é tão maneira quanto na primeira vez que rolei pela entrada de carros. Estou de volta. E, desta vez, estou lhe entregando as chaves para que fique com minha ala da mansão só para você — mas minha coleção de tênis está proibida, certo?”, escreveu o ator.

A mansão poderá ser reservada a partir do dia 29 de setembro e custará US$ 30 por noite, que é aproximadamente 160 reais.

No futebol ou na ginástica olímpica, o crime é o mesmo: racismo

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No último domingo (13) mais um caso de racismo no esporte revoltou as pessoas e gerou debates nas redes sociais, dessa vez a repercussão foi imediata e intensa, pois envolvia o atleta Neymar Jr.
Após ser chamado de “macaco” por um jogador branco e ter sido expulso por reagir, Neymar desabafou sobre o assunto nas redes sociais e levantou a #racismoaquinao.

Esse não foi o primeiro caso de racismo que ocorreu dentro de campo ou no esporte. Nesta segunda-feira (14), o Instagram Potencias Negras publicou uma reflexão pertinente sobre racismo no esporte. “Os esportes, embora festejados em lugares de ascensão no imaginário da juventude brasileira, são também espaços perversos pra quem é negro no Brasil”.

Em publicação, eles relembram que seja no futebol ou na ginástica olímpica, o crime é o mesmo: racismo. Pessoas negras continuam sendo o alvo mais fácil de toda ordem de insultos e ofensas.

O racismo que Neymar sofreu também nos faz recuperar a noção de racismo como fenômeno global, que guarda peculiaridades em cada lugar do mundo, mas cuja existência conforme o conhecemos hoje, está intimamente relacionada ao capitalismo. Relativizar o que aconteceu com Neymar, ou naturalizar os episódios envolvendo o goleiro Aranha, e o ginasta Ângelo Assumpção é fortalecer a cultura racista, que nos faz crer que existem alguns corpos que podem ser discriminados.
A forma como a sociedade te trata , está diretamente ligada a quem você é, de onde você vem, e qual a cor da sua pele. Pouco importa sua condição financeira.
Se somos expostos ao racismo diariamente, precisamos nos mover em prol dos nossos que também sofrem com o racismo mas não o reconhecem.

E é importante que haja esse reconhecimento e a informação, para que cada vez mais, as pessoas pretas identifiquem o racismo e não se calem. Sempre questione:
O que te torna uma pessoa negra?
O que nos une?

Em ‘Woke’, acordar para o racismo é como enlouquecer

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Nessa semana, chegou ao serviço de streaming Hulu, a primeira temporada da série de comédia, “Woke”. A comédia acompanha Keef (Morris), um cartunista afro-americano, o qual finalmente está para conquistar o merecido sucesso pelo seu trabalho. Mas um incidente inesperado ocorre, e tudo muda por completo.

“Woke” tem dois elencos, o que você vê e o que você só ouve. Os performers invisíveis têm mais poder de estrela do que o elenco regular, embora você tenha que prestar bastante atenção aos créditos para descobrir isso.

As vozes que aparecem repentinamente dentro da cabeça do jovem cartunista negro, depois que sua vida complacente em São Francisco é tirada do curso por um encontro hostil com a polícia. Ao longo de oito episódios, seu despertar forçado e muitas vezes relutante para as realidades da raça vai custar-lhe um acordo de sindicação e um relacionamento, e levar a uma surra, entre outras coisas.

No elenco da série estão nomes como: Lamorne Morris (New Girl), Blake Anderson (The Big Bang Theory), Lara Goldie (Bull), Elizabeth Bowen (Fargo), Nathan Houle (The Terror), Brandi Alexandrer (Smallville) e Alvina August (The Good Doctor).

Hulu

O Hulu é um famosos concorrente da Netflix — e chamou a atenção com o sucesso dos seus conteúdos originais, como a série The Handmaid’s Tale (O Conto da Aia). Além do streaming, com uma assinatura mais cara, é possível desfrutar de canais como NBC, BBC, ABC, Fox, Viacom, Comcast, MTV, VH1, Discovery… são mais de 60 canais ao vivo e sob demanda.

O Hulu só funciona nos Estados Unidos e no Japão. Portanto, você precisará de VPN e uma forma de pagamento emitida pelos EUA (cartão de crédito local).

Confira o trailer de Woke

“Eles sabem quem nós somos. E como nos ferir!” Ludmilla fala sobre o caso de racismo envolvendo Neymar

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Foto: Reprodução

No último domingo (13) mais um caso de racismo no esporte revoltou as pessoas e gerou debates nas redes sociais, dessa vez a repercussão foi imediata e intensa, pois envolvia o atleta Neymar Jr.

Após ser chamado de “macaco” por um jogador branco e ter sido expulso por reagir, Neymar desabafou sobre o assunto nas redes sociais e levantou a #racismoaquinao.

O assunto se tornou polêmico devido a uma declaração de 10 anos atrás onde Neymar Jr aos 17 anos disse que nunca sofreu racismo em campo “até porque não era preto”. Seguindo essa declaração do jogador muitas pessoas banalizaram o racismo sofrido por Neymar e isso só nos mostra a força da estrutura racista em que vivemos e como afeta pessoas pretas de diversas formas. Sofrer racismo nunca deveria servir como “lição” para as pessoas se entenderem enquanto negras.

A cantora Ludmilla foi uma das artistas que comentaram sobre o assunto “Pra branquitude não adianta se você é o melhor no que faz. Se é bem sucedido. Ainda assim eles olham primeiro para a sua cor” publicou a cantora.

https://twitter.com/ludmilla/status/1305318867720376321?s=21

O caso de racismo sofrido por Neymar levanta justamente a ideia de que independente de posição social ou se é um preto retinto ou mais claro, o racismo sempre alcança pessoas pretas, e embora os pretos demorem a se identificar, um branco sempre sabe quem somos.

Nas redes sociais pela #racismoaquinao Neymar segue compartilhando as postagens de apoio de seus amigos e fãs e cobrando ao VAR (assistente de vídeo) punições severas a quem comete racismo em campo.

Neymar é vítima de racismo e expulso do jogo em clássico no Parc des Princes

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Muitas confusões marcaram o clássico entre PSG e Olympique entre elas um caso de racismo que resultou na expulsão do brasileiro Neymar Jr. O ocorrido gerou muita revolta e mais 4 jogadores terminaram expulsos.

O jogador Álvaro Gonzalez — que fez postagem antirracista no #blackouttuesday — disse “Cala a boca, macaco” para o brasileiro Neymar, segundo relatos Neymar teria denunciado o ocorrido ao juiz e disse inúmeras vezes “Racismo, não.” Porém, nos momentos finais do jogo Neymar deu um leve tapa na cabeça do racista e terminou sendo expulso.

https://twitter.com/doentespfutebol/status/1305257142933483522?s=21

Em suas redes sociais Neymar desabafou sobre o caso e recebeu apoio de milhares de artistas e fãs:

O jogador que cometeu o ato racista permaneceu no jogo e não sofreu punições.

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