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‘Brasil Pandeiro’ Devassa e Iza lançam releitura de clássico da música brasileira

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Imagem: Divulgação

O filme “Brasil Pandeiro: Mix Tropical”, que lançou neste último domingo (13), celebra toda a criatividade que só o Brasil tem, contando com uma versão exclusiva da música “Brasil Pandeiro” na voz da cantora Iza.

A parceria entre Iza e a devassa vai além deste filme. A cantora participa da nova Campanha da marca e tem o papel de reforçar a valorização da criatividade  brasileira, unindo  as referências da música popular com o que há de mais novo na tropicalidade do Brasil.

Iza, com toda certeza, é uma das 100 personalidades negras mais Influentes do mundo em 2020 e traz uma bagagem de mistura e cultura em suas musicas. Não existe ninguém que retrate melhor  esse novo momento   da   Devassa,   que   valoriza   a   criatividade   e diversidade da cultura e música nacional.

Em  “Brasil  Pandeiro:   Mix   Tropical”   a   cantora   IZA   aparece   ao   lado   de   artistas   e personalidades brasileiras reconhecidos por expressarem suas criações artísticas e criativas: Kadu   dos   Anjos,   referência   de   empoderamento   social   e   cultural   em   Belo   Horizonte;   a criadora   de   conteúdo   de   moda   Luciellen   Assis, entre outras personalidades que formam a cultura desse país sem igual.

“Nesse  filme   tivemos   a chance de explorar  um dos  aspectos  mais essenciais do nosso  povo:  a criatividade. Uma força  mágica   que   transforma   cor,   som,   movimento   e   símbolos   nessa   cultura   tão   única”, explica o diretor Douglas Bernadt

Outras importantes funções também deram destaques para a cultura negra e brasileira no filme, as roupas produzidas   carregam   um   propósito:   oferecer   oportunidade   e visibilidade para pequenos empreendedores da moda sustentável local, sendo muitos deles estilistas negras e negros.

 Studio 64, Rayzes e a própria Dendezeiro, usadas na produção, são marcas de Salvador que utilizam do upcycling para reaproveitar materiais que iriam para o lixo, transformando-os em moda contemporânea. Outra parceria firmada com o figurino do filme  é a marca Dugueto, que reverte  parte do lucro para projetos sociais em sua comunidade: o Nordeste de Amaralina.

Confira o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=mcfoqwo6fNQ

Albinismo: Entenda o que é, cuidados, e mais

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Cena do filme ''Hombre Negro Piel Branca'', 2015

Apesar de ser uma condição rara, o nome ”albinismo” não é uma palavra muito estranha para a maioria das pessoas. Entretanto, tal assunto ainda gera muitas duvidas. Etimologicamente falando, deriva do latim albus, que significa branco. E é essa a principal característica de um albino: a falta de pigmentação na pele, cabelo, pelos e olhos -que pode ser parcial ou completa- causada pela ausência de melanina.

A melanina é a substância presente no nosso organismo que que dá cor e proteção para a pele, os olhos, pelos, e enfim todo o corpo. Quando devido ao albinismo, essa proteção não pode ser produzida, o corpo fica em certas partes vulnerável. Sendo uma doença genética de transmissão hereditária, o albinismo é um fator facilitador para problemas na visão como entre outras coisas o astigmatismo, nistagmo ou fotofobia, que é quando os olhos criam aversão e sensibilidade a luz, pois justamente não tem melanina para ”filtrar” isso.

De acordo com estudos publicados pelo Instituto Nacional de Saúde dos EUA, em média uma a cada 17.000 pessoas é diagnosticada com albinismo no mundo todo, diagnostico esse que costuma ser dado nos primeiros dias de vida. Embora a aparência do bebê seja o que normalmente leva os pais a cogitarem isso, é o exame oftalmológico quem tem um grande peso na confirmação da doença. Atualmente, ainda não existe cura para o albinismo pois não foi descoberto uma maneira de suprir a melanina no corpo. Entretanto, existem alguns cuidados que albinos podem tomar para ter uma vida melhor. É essencial, que se faça acompanhamento médico com profissionais como dermatologistas (ao menos uma vez no ano), geneticistas, clínicos gerais, pediatras (quando crianças) e principalmente oftalmologistas. Quando as visitas ao oftalmologistas são feitas desde muito cedo, é possível encontrar meios adequados para a prevenção de complicações na visão. Esses meios são variados, como: lentes, óculos, tampões, óculos escuros e etc, de acordo com a necessidade de cada paciente.

Mas é importante ressaltar que o cuidado deve ser diário. O recomendado, é não se expor à luz solar especificamente entre ás 10h e 16h, período esse em que o sol já mais forte que o ideal inclusive para pessoas fora do espectro clínico do albinismo. Mesmo fora desse horário, e em dias nublados ou chuvosos, também é super importante que se faça uso do protetor solar (varias vezes ao longo do dia), e sempre se lembrar de que ele deve ser no mínimo FPS 30. Quando possível, usar roupas compridas que protejam o corpo do sol, bonés e chapéus, e óculos de sol com proteção UVA e UVB.

O albinismo é, por si só uma condição rara, e ainda assim existem alguns tipos com características ainda mais específicas e raras, onde podemos citar a Síndrome de Chediak-Higashi e a Síndrome Hermansky-Pudlak. Ao contrário do que algumas pessoas podem pensar, o albinismo não afeta apenas os negros. Porém, é sim mais comum entre a população negra. Na África por exemplo, uma a cada 2.000 pessoas são albinas. No Brasil, esse número já é significativamente menor: Estima-se que vivam entre 10 a 12 mil albinos vivendo no nosso país. Vale ressaltar, que nem todos os albinos são iguais e isso é importante para que quebremos alguns estereótipos acerca de pessoas nesse espectro. Negros albinos por exemplo, podem ter cabelos castanhos, louros ou ruivos e a pele nem sempre é necessariamente branca. Ela pode circular entre alguns tons entre o branco e o marrom, e nem sempre vai ser o mesmo tom durante toda a vida. É comum que ela mude devido a produção gradual de melanina, que ocorre principalmente na infância e adolescência.

Recomendamos: O filme/documentário de 2015 ”Hombre Negro Piel Blanca”, disponível na Netflix, fala sobre a luta da comunidade negra albina na Africa.

Entretanto, entender qual a sua condição e como viver com ela é apenas um dos pontos com os quais os albinos precisam lidar no seu cotidiano. A falta de informação que assola a sociedade a cerca desse assunto, é um problema social tão grande quanto, e que falaremos em breve aqui no Site Mundo Negro.

Série “Atlanta” de Donald Glover volta em 2021 com duas temporadas

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Foto: Reprodução

A série “Atlanta” produzida e estrelada por Donald Glover terá duas temporadas em 2021, as temporadas serão dividas entre ‘parte 1 e parte 2’ e serão lançadas no verão e outono respectivamente.

Devido a pandemia do covid-19 as temporadas da série da FX foram adiadas, e serão lançadas um pouco mais tarde do que previsto. Os episódios estão sendo filmados em sequência tanto em Atlanta quanto fora do país

A notícia foi anunciada no Dia do Investidor da Disney onde foi revelado que Atlanta estará disponível para transmissão no Disney +. Para os fãs da série, podemos aguardar muitas novidades para as próximas temporadas!


“Começando, novas temporadas de Atlanta, American Horror Story, Dave, What We Do in the Shadows, Mayans, Better Things, Snowfall e Archer estão chegando” Postou o perfil da Disney+ no Dia do Investidor Disney

Blue Ivy sofre ataques nas redes sociais e fãs levantam a tag “BLUE IVY MERECE RESPEITO”

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Foto: Reprodução

Minutos pós o portal POPline  anunciar a nomeação da cantora mirim Blue Ivy ao Grammy Awards por sua participação em “Brown Skin Girl” a postagem recebeu diversos comentários de ataque a filha da cantora Beyoncé.

https://twitter.com/Tbeybeboy/status/1337597800574488577

[sic] “Essa menina é f314 pra car*lho”, “Ai vcs forçam tanto essa menina fe14” e outros comentários de cunho ofensivo e até racista.

Lembrando que por muito tempo Beyoncé manteve a filha mais velha longe da mídia, após ataques de jornalista ao cabelo de Blue e petições para que os pais “penteassem” o cabelo da criança, atualmente a cantora divulga poucos momentos em família e preserva a imagem dos seus filhos mais novos, para protege-los do mesmo que aconteceu com a Blue

Blue Ivy é uma criança negra, de 8 anos de idade e se tornou a artista mais jovem do Grammy a ser indicada ao prêmio, tais feitos incomodam muito os racistas, que não aceitam o espaço que pessoas negras estão ocupando.

O portal POPline publicou uma nota de repúdio aos ataques ofensivos e racistas direcionados a filha de Beyoncé

“O que era para ser uma notícia comemorada por fãs de música se tornou palco para ataques racistas e ódio contra uma criança negra. “ publicou o portal

Nas redes sociais fãs levantaram a TAG “Blue Ivy merece respeito” e estão enaltecendo a beleza de Blue.

https://twitter.com/beyonceaccess/status/1337594622764257281?s=20

Na produção de Tyler Perry, Whoopi Goldberg retorna para ‘Mudança de Hábito 3’

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Foto: Divulgação

No Dia do Investidor da Disney+ foi anunciado que a atriz Whoopi Goldberg,  que protagonizou ‘Mudança de Hábito 1 e 2’ retorna para a continuação da franquia.

https://twitter.com/Disney/status/1337186886864031744?s=20

A confirmação chegou após muitas especulações do retorno da atriz e produtora no filme. Quase 30 anos depois Goldberg voltará ao personagem principal, e se vestirá de freira para interpreta Deloris Wilson.

Atualmente Whoopi Goldberg está estrelando na série de Stephen King da CBS,  ‘The Stand’. O autor, diretor, roteirista e produtor Tyler Perry será o produtor do filme, que será lançado no Disney+

Mudança de Hábito:

Quando a cantora Deloris Van Cartier vê seu namorado mafioso Vince LaRocca cometer um homicídio, ela é transferida, para a sua proteção, para um convento na Califórnia. Deloris começa a mudar a vida tranquila das irmãs. Em um esforço para mantê-la longe de problemas, eles colocam Deloris no coro do convento, o que ela logo transforma em um ato vibrante que ganha atenção generalizada.

Pharrell Williams participará da trilha sonora de Rei Leão 2

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O site Collider divulgou na sexta-feira (11) a notícia de que Pharrell Williams foi contratado para participar da trilha sonora de “Rei Leão 2“. A trilha do longa-metragem lançado em 2019 foi composta e produzida por Elton John e Zimmer e contou com a participação de Pharrell e Beyoncé. Na época, Queen B também produziu e fez a curadoria do álbum “The Gift”.

Os compositores Hans Zimmer e Nicholas Britell também irão fornecer músicas para o filme que está em fase inicial de produção e ainda não tem data prevista para a estreia.

O novo projeto será tanto um prelúdio quanto uma sequência do filme lançado no ano passado. Rei Leão 2 utilizará a mesma tecnologia foto-realista do anterior e espera-se que ele avance e retroceda no tempo, no estilo de “Poderoso Chefão 2”, e apresente a história de Mufasa, pai de Simba.

Acontecerá, online, o segundo encontro que fala sobre negritude e o corpo gordo na cena cultural

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Foto: Pedro Gomes

De 14 a 19 de dezembro de 2020 a Agbara inicia os trabalhos de um novo projeto, o 2º Encontro ‘Corpo Gordo na cena cultural’, evento online que traz atividades pautando o feminismo negro e o universo da gordofobia.

O projeto conta com bate-papos com as integrantes da Agbara, além de bate-papos online com personalidades da música e dança, como Jup do Bairro e Bixarte, os laboratórios promoverão potentes encontro de saber e conhecimento das integrantes.

“As pessoas quando falam de corpo, falam de dança, falam somente de osso e de músculo e excluem a gordura que está na maioria dos corpos e não somente os corpos gordos”, considera Gal Martins, coreógrafa, diretora e co-fundadora do Coletivo Zona Agbara.

Os encontros levam temas como “O movimento pelo viés da flacidez e da pele”, “O corpo gordo na cena cultural”, entre outros.

As datas são entre 14 de dezembro e 19 do mesmo mês, na plataforma zoom, com algumas transmissões via facebook.

Inscrições pelos sites:

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfl9mb_nx4eGNvcmGIos25-XOrGLOJmMLk4Cb46XiMGl_awkA/viewform

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLScyJerlnTsmQdPRYKx4fCNFwxcRIlq238EJtwEFrV0B1bXYug/viewform

FKA Twigs revela relacionamento abusivo e processa o ator Shia Labeouf

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O jornal norte americano The New York Times, divulgou hoje, que a cantora FKA Twigs está movendo um processo contra o ator e ex parceiro Shia Labeouf. Labeouf (34 anos), é acusado de abuso sexual, físico e emocional.

O processo também cita que Shia passou para ela, de propósito, uma doença sexualmente transmissível. Em entrevista, FKA Twigs, que venceu o NME Awards na categoria melhor artista britânico solo em 2020, disse que “Gostaria de chamar atenção para táticas que abusadores usam para te controlar e tirar o seu poder”.

Em uma das ações do processo, FKA Twigs relata algumas situações bastante chocantes, quando como acordou sendo enforcada pelo agressor, e quando ele colocou sua vida em risco dirigindo de forma imprudente, removendo seu sinto de segurança e ameaçando causar um acidente de carro caso a cantora não declarasse o seu amor por ele. Nesse mesmo dia, ela foi agredida física e verbalmente.

Em resposta ao The New York Times, o ator falou sobre “Não estou em posição de dizer a ninguém como meu comportamento os fez se sentir”. Ele também citou o seu alcoolismo, dizendo “Não tenho desculpas para o meu alcoolismo ou agressividade, apenas racionalizações”

E esse não é o único caso de relacionamento abusivo envolvendo o ator de Transformers. Ouvida pelo The New York Times a estilista Karolyn Pho, outra ex-namorada do artista, também descreveu momentos de violência por parte dele. Além disso, Shia tem um histórico bastante problemático que inclui inúmeras detenções por envolvimentos em brigas e situações de perturbação da ordem.

O relacionamento do casal durou por praticamente um ano, entre 2018 e 2019.

“Pardo ou preto?” Sexta Black trouxe Pastor Henrique Vieira em debate sobre o que é ser ‘pardo’

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Pastor Henrique Vieira

A “Sexta Black” dessa sexta-feira (11), apresentado pela jornalista e empresária Luana Génot, trouxe um debate com o Pastor Henrique Vieira e Frei David sobre “O que é ser pardo”.

Sexta black é um projeto do GNT com conversas sobre questões de cor, pertencimento, trajetória e raça. Com direção de Shirlene Paixão e Jorge Espírito Santo, o programa vai ao ar todas as sextas às 12h, no YouTube do GNT.

“Eu entendo que essa é uma descoberta na minha vida. Não foi fácil. Os códigos da sociedade não me deram isso. Eu tenho uma mãe branca e um pai negro de pele retinta. Diante do imaginário da sociedade eu sempre – especialmente na minha infância – quis me identificar mais com a minha mãe, fisicamente, do que com meu pai”, comentou o pastor.

“É uma descoberta ser negro. Compreendendo que no Brasil, quanto mais retinta a cor da pele, maior a incidência da violência do racismo. Eu me declaro negro, de pele não retinta. E isso para mim foi uma conquista”, finaliza ele, referindo-se ao nome ‘pardo’.

Já o frei David, em um dos seus complementos sobre o assunto, falou que  “O termo pardo é uma invenção do IBGE. Não é uma invenção da comunidade afrobrasileira. Nós até aceitamos, desde que ao colocar ‘preto’ e ‘pardo’, se conclua em todos os textos dizendo que a soma de ‘pretos’ e ‘pardos’ dá negro”. 

A conversa ficou salva no youtube da GNT com o tema “Pardo ou preto? Colorismo, limbo racial e religião com Pastor Henrique e Luana Génot | Sexta Black”.

‘Um dia com Jerusa’, com Léa Garcia, será o filme de abertura do festival Griot

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Imagens de 'O dia de Jerusa', curta que inspirou o filme

O filme “Um dia com Jerusa”, que é uma adaptação do curta “O dia de Jerusa”, será o filme de abertura do Griot, III Festival de Cinema Negro Contemporâneo. A obra trata do afeto em relação ao tempo, suas nuances e heranças da ancestralidade.

A roteirista e diretora Viviane Ferreira apostou, em seu primeiro longa, mostrar a vivência de duas gerações que se entrelaçam tendo como base o tempo e suas motivações através das costuras ancestrais tecidas pela personagem Jerusa Anunciação.

A equipe de profissionais da obra é composta majoritariamente por mulheres negras, presentes nas funções criativas da produção desde fotografia até a montagem. “Um Dia com Jerusa” apresenta um olhar corajoso em explicitar um texto recheado de camadas reais em conjunto com um elenco vindo do teatro negro brasileiro. Valdineia Soriano, Debora Marçal e Antônio Pitanga atuam em destaque no longa.

O festival de cinema Griot é gratuito e começa no dia 11 de dezembro, indo até o dia 20 do mesmo mês, na plataforma de streaming Todesplay.

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