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Joe Biden escolhe a diplomata Linda Thomas-Greenfield para ser a Embaixadora dos EUA na ONU

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Foto/Reprodução: Google imagens

Linda Thomas-Greenfield é o nome da próxima embaixadora do Estados Unidos na ONU. Contudo, o cargo ministral aguarda a aprovação do senado.

A mais nova indicada e integrante do time Biden, sucederá os dois diplomatas americanos anteriores indicados pelo presidente Donald Trump.

Crescendo na segregada Louisiana, Linda Thomas-Greenfield é uma veterana diplomata que já atuou nos quatro continentes, com mais experiência na África e diz que aprendeu a enfrentar a adversidade. 

Após a confirmação da indicação, Linda Thomas escreveu em seu twitter “Minha mãe me ensinou a liderar com o poder da bondade e da compaixão para tornar o mundo um lugar melhor. Levei essa lição comigo ao longo de minha carreira no Serviço de Relações Exteriores – e, se confirmada, farei o mesmo como Embaixadora nas Nações Unidas.”

Michael B. Jordan anuncia que criará conta no OnlyFans

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No site OnlyFans é possível vender publicações e ficou conhecido principalmente pelo conteúdo adulto. O ator, que recentemente foi escolhido o homem mais sexy do mundo pela revista People, contou durante participação no programa americano Jimmy Kimmel Live que criará um perfil na plataforma.

No programa, Michael B. Jordan contou o que tem feito durante a quarentena e disse que deixou a barba crescer, algo que queria fazer há muito tempo. “Eu nunca tive tempo de realmente ficar em um lugar e deixar minha barba crescer, sem precisar me arrumar ou qualquer coisa assim“, explicou. “Então, durante a quarentena, eu só queria ver quanto cabelo eu poderia realmente deixar crescer“.

O apresentador disse que o bigode dele poderia ganhar US$ 250 mil (cerca de R$ 1,343 milhão) por ano na plataforma. O ator não só revelou que tem um apelido para o bigode como soltou a novidade. “O nome dele é Murphy. Nós o chamamos de Murph para abreviar“, disse. “Temos um OnlyFans chegando, por que não?! Vai ter fotos comendo frutas, e todos os tipos de coisas malucas, vai ser selvagem.”

Ele ainda disse que o dinheiro vai ser usado para uma boa causa. “Na verdade, vou começar um [OnlyFans], mas toda a renda quero que vá para uma escola de barbeiro, porque durante a quarentena, você sabe, muitas empresas e escolas fecharam”, disse. “Você realmente vai fazer isso?”, questionou o apresentador. “Sim, é isso”, confirmou.

“O mês de novembro é o único mês que eu consigo fazer dinheiro de cachê”, diz Bia Ferreira ao canal Papo de Música

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Foto: Divulgação

Alguém aí percebeu que no mês de novembro as timelines das redes sociais e os anúncios na TV foram ficando mais pretos? Não é coincidência, o mês de novembro é o único mês em que artistas/influenciadores digitais são prioridades para as marcas, uma forma de algumas empresas levantarem seu selo de antirracista e fazer com que o apagamento de pessoas pretas durante todo o ano passe despercebido.

No programa “Papo de Música” da semana a cantora, compositora e ativista Bia Ferreira do hino “Cota Não é Esmola” falou sobre essa realidade.

 “O mês de novembro é o único mês que eu consigo fazer dinheiro de cachê” diz Bia Ferreira

Ao ser questionada pela apresentadora do programa sobre a sua visão das marcas se intitulando antirracistas e se apropriando de discursos raciais somente no mês de novembro, Bia Ferreira desabafou:

“Eu vejo essa situação como a galera querendo se apropriar de um tema pra ganhar dinheiro, capitalismo o nome disso. Você capitalizar em cima da dor do outro” 

Alguns influenciadores falaram sobre essa temática no mês de novembro, um exemplo foi o do humorista Yuri Marçal que disse que mês de novembro é “bandeira 2” para os pretos, pois o único mês em que pessoas pretas são procurados pelas marcas.

“Eu fico embora chateada com essa situação, com essa apropriação, eu fico vendida, é o único mês que as empresas querem trabalhar com a gente, só que a gente paga conta o ano inteiro” continuou a cantora.

É necessário que as empresas levem a causa para além do mês de novembro e incluam pessoas pretas em suas campanhas, palestras e workshops durante o ano inteiro. Pois, embora exista uma críticaor trás dessa “representatividade” no mês de novembro, poucas pessoas pretas estão em condições de negar trabalhos em forma de protesto.

“As empresas se acomodam num discurso brando e raso sobre a consciência negra e a real necessidade desse debate (…) só para colocar um token” disse a cantora que ainda brincou dizendo “Mas tô aqui precisando pagar as contas de final de ano (…) manda Jobs”

Para assistir à entrevista completa clique aqui

Evento Internacional “Unidas: Mulheres em diálogos” fortalece luta pela igualdade de gêneros

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Foto/Reprodução: Google imagens

De 25 a 28 de novembro, tendo Salvador e Berlim como cidades-sedes, quarenta mulheres, das mais diversas trajetórias, representatividades e origens, participam da programação do evento“UNIDAS: Mulheres em Diálogos”, com o objetivo de fortalecer a luta pela igualdade de gêneros.

Participando de palestras, debates, grupos de trabalho e performances artísticas em quatro blocos temáticos, todas atividades terão transmissão ao vivo no canal de YouTube do Goethe-Instituto Salvador-Bahia, que abrigará as ações.

O grupo pretende fortalecer o envolvimento e a liderança das mulheres na sociedade, na política, na área de negócios e na ciência, além de fomentar um intercâmbio de aprendizado e colaboração mútuos entre estas regiões, onde movimentos pelos direitos das mulheres vêm sendo sistematicamente apoiados.

Realizado pela UNIDAS – Rede de Mulheres entre a Alemanha, América Latina e Caribe, pelo Goethe-Institut e pelo Ministério Alemão das Relações Exteriores, que patrocina o projeto através do seu ministro Heiko Maas, e com apoio da Secretaria de Políticas para as Mulheres do Estado da Bahia (SPM-BA), o encontro se dispõe a dar substância aos propósitos da rede UNIDAS, lançada em abril de 2019.

Entre as mulheres participantes estão: Nomes como Carla Akotirene, Katiúscia Ribeiro, Xenia França, Giovanna Heliodoro, Ana Fontes, Leandrinha Du Art, Keyna Eleison, Livia Sant’Anna Vaz, Carol Barreto e Lourdes Barreto participam em Salvador. Sibel Kekilli,  atriz de Game of Thrones, também estará envolvida na ação.

Adriele do Carmo, relações públicas, poeta e ativista; Ana Antar, desenvolvedora de jogos, produtora e diretora teatral;Ana Fontes, empreendedora social; Ana Paula Freitas, advogada e coordenadora de programas em direitos humanos; Ângela Guimarães, socióloga, professora e presidenta nacional da UNEGRO; Ariene Susui, ativista indígena, jornalista e mestranda em Comunicação; entre outras.

Recepcionista demitida após se recusar a tirar tranças deve ser indenizada em R$30 mil

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Foto: Arquivo Pessoal/Karina Carla

Karina Carla atuava como recepcionista em uma clínica médica há 6 anos, e em abril de 2020 decidiu colocar box braids, para ajudar no processo de transição capilar, mas de acordo com os representantes da clínica em que Karina trabalhava, o visual não “combinava” com o perfil da empresa.

Karina prontamente se recusou a tirar as suas tranças, mas essa decisão pode ter resultado na sua demissão, 6 dias depois da reclamação da empresa. 

“A trança, além de me ajudar na transição capilar, faz parte da minha identidade e cultura.” disse Karina em entrevista a UOL

O caso foi para a justiça que determinou uma indenização de R$30 mil reais a recepcionista por danos morais. A decisão foi divulgada pelo Tribunal Regional do Trabalho, Karina e a clínica entraram com recursos.

Em conversa entre a recepcionista e uma consultora de imagens da clínica, a consultora afirma que as tranças de Karina são muito informais, e não combinam com alguns ambientes de trabalho:

“Não dá para você trabalhar com ele, fica muito informal mesmo, sabe, tem até uns penteados, alguns cortes de cabelo que, de fato, são dress code de empresa muito casual, muito informal, [e] não se enquadra tipo em banco, clínica médica, essas coisas”, disse a consultora.

Posicionamento da clínica:

A clínica médica alega que a demissão de Karina foi devido à pandemia de Covid-19 e que não há nenhuma relação com o seu cabelo, e segundo a UOL a consultora de imagem afirmou que não houve tratamento discriminatório, apenas a solicitação de que fosse feito um penteado formal.

Bradesco Women trará Alexandra Loras falando sobre fortalecimento do papel das mulheres

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Alexandra Loras. Imagem/Reprodução: Google

Alexandra Loras, palestrante, consultora e ex-consulesa da França em São Paulo, será a próxima convidada do programa Bradesco Woman, que irá ao ar nesta quarta-feira (25/11).

O debate será conduzido pela apresentadora Rita Batista e pretende fortalecer e dar voz às mulheres para que estas tenham mais representatividade.  Alexandra mostrará de maneira prática, ferramentas que podem ser utilizadas pelas mulheres para se destacarem nas organizações, aumentando a sua participação em  lideranças.

O programa vai ao ar às 19:00h no youtube do Bradesco e terá tradução em libras e participação aberta ao público para perguntas.

A convidada falou que “As mulheres são mais diplomadas que os homens e ocupam apenas 6% do board executivo das empresas. São 52% de mulheres no Brasil, e o mercado precisa se adaptar”.

O projeto “Bradesco Women” é uma plataforma Bradesco Women engloba as frentes do banco voltadas ao público feminino e já realizou eventos presenciais e lives para mais de 100 mil mulheres de diferentes perfis econômicos, entre lideranças comunitárias, microempreendedoras, grandes empresárias, funcionárias e especialistas em diversas áreas do conhecimento e do empreendedorismo.

Eu sou Caipora: animação 3D procura dubladoras negras para voz original

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O novo filme 3D acerca do folclore nacional está saindo do papel! A animação “Eu Sou Caipora: A Menina e o Poder das Matas” traz a protagonista Luana, uma criança negra, em suas aventuras (leia mais sobre o curta-metragem na nossa outra matéria). E, para dar voz a potência dessa personagem, o estúdio Vivarte procura uma mulher negra para fazer parte deste projeto.

Diferente do processo de dublagem, a captação da voz original acontece antes da finalização da animação. Uma das bandeiras principais do projeto é refletir sobre a importância de representatividade na indústria do entretenimento e levantar questões importantes acerca da cultura brasileira reunindo, assim, artistas diversos a fim de gerar diálogo. 

A equipe aponta questões importantes sobre a seleção:

– Para participar a pessoa precisa ser uma mulher negra, ter mais de 18 anos e residir no Brasil.

– Não é necessário ter formação profissional na área de atuação, dublagem ou voz original.

– Não é necessário possuir um equipamento profissional. Pretendemos fornecer o equipamento e dar todo o suporte necessário para que o trabalho ocorra a distância.

– Não precisa se preocupar com detalhes. Estamos buscando mulheres que se encantem com o projeto e possa ter uma voz que combine com a personagem. Então, iremos avaliar as propostas criativas também.

– As inscrições vão até 10 de janeiro de 2021 para que você possa enviar seu teste com calma.

Confira os demais detalhes para a inscrição neste link: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfOVSLk91wcdlJ8_y2ePHmI67Ks81o2Nh6m3b_V2bwWb2PiRw/viewform  

Precisou um negro ser assassinado, para Carrefour investir milhões em combate ao racismo

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Jovens protestam na frente de uma loja do Carrefour :Foto : @leal.evandro

Assim como o Nubank, o Carrefour só descobriu que precisa se preocupar com questões raciais, após protestos acusando a empresa de racismo.

A rede de hipermercados anunciou um investimento sem precedentes, de 25 milhões de reais em ações internas e externas de combate ao racismo e para “promover ações afirmativas para a inclusão social e econômica de negros e negras”.

A empresa já havia se comprometido em doar todo o resultado das vendas realizadas em todos os hipermercados da rede no país no dia 20 de novembro para entidades.

“Sabemos que não podemos reparar a perda da vida do senhor João Alberto. Este movimento é o primeiro passo da empresa para que o combate ao preconceito e racismo estrutural, que é urgente no Brasil, ganhe ainda mais força e apoio da sociedade. Acreditamos que poderemos evoluir e contribuir para a construção de uma sociedade mais inclusiva e igualitária”, afirma Noël Prioux, CEO do Grupo Carrefour Brasil. 

O Carrefour vem se reunindo com entidades ligadas às questões raciais e anunciará na quarta-feira, 25 de novembro, os compromissos e o plano de ação do trabalho.

Karine Oliveira, CEO da Wakanda Educação Empreendedora, é participante da 5ª temporada do Shark Tank Brasil

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Foto: Reprodução/Sony

No último dia 20 estreou a 5ª temporada do Shark Tank Brasil, reality show de empreendedorismo e negócios do Sony Channel e, entre os participantes, está a empreendedora baiana Karine Oliveira, CEO da Wakanda Educação Empreendedora, negócio de grande impacto social que traduz o empreendedorismo tradicional para uma linguagem informal e regional e já potencializou mais de 600 empreendimentos da periferia, sobretudo as iniciativas que beneficiam as mulheres negras e pela comunidade LGBTQIA.

“Ser representante da Bahia em um programa como esse é um presente, motivo de muito orgulho. Está sendo um momento mágico e importante na minha vida profissional e pessoal também. É uma realização poder ver o meu negócio, que começou em 2018, tomando essa proporção gigantesca e é apenas o começo da jornada. Agradeço a todas as pessoas que incentivaram e estão colaborando nessa fase de crescimento. Pessoas pretas no topo e levando os seus!”, disse Karine.

Em sua apresentação, com muita experiência, autenticidade e baianidade, os destaques ficaram para o “Pitch de Buzu”, a competição criada por Karine com o objetivo de valorizar os trabalhadores informais que ganham a vida vendendo produtos nos transportes públicos, e para o “Deusas do Empreendedorismo”, que ajuda mulheres a potencializar seus negócios com a metodologia desenvolvida pela própria empresa.

Karine foi elogiada por toda equipe de investidores do programa, os chamados Tubarões. A equipe é composta por Caito Maia, João Appolinário, Camila Farani, José Carlos Semenzato, e a estreante Carol Paiffer.

Camila Farani foi a investidora escolhida na “disputa” que envolveu 4 investidores e se tornou a nova sócia da Wakanda Educação Empreendedora, com um investimento de R$200 mil por 15% da empresa. A primeira participação da empreendedora já está disponível na íntegra no canal do YouTube do programa. 

O segundo episódio da temporada vai ao ar na próxima sexta-feira, dia 27, às 22h.

Conferência gratuita traz programação para transformar a inclusão racial no mundo corporativo

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Foto: Christina Wocintechchat

Conferência Juntos 2020, em sua terceira edição, conta com palestras de profissionais negros de destaque no mercado, sessões de treinamento e exposição de empresas engajadas com diversidade racial e inclusão. 

As inscrições para a Conferência Juntos 2020 estão abertas, o evento realizado pela McKinsey & Company em parceria com grandes empresas, como Itaú Unibanco, J.P. Morgan e Bristol Myers Squibb, com foco em diversidade racial e inclusão no mundo corporativo. 

A Conferência começou no sábado, dia 21, mas segue com programação nos dias 25 e 28 de novembro, com duração aproximada de 3 horas por dia. Este ano, pela primeira vez o evento é 100% digital e continua com o propósito de influenciar a formação de uma geração de jovens profissionais negros por meio de ações em três pilares: inspiração, desenvolvimento e conexão. 

Inscrições podem ser feitas através deste conferenciajuntos.com.brlink. 

Confira abaixo alguns destaques dos próximos dias do evento

: Na quarta-feira, dia 25, acontecem as “Salas de Treinamento”

 08h00 – Como ter um Currículo matador 

12h00 – Autoconhecimento e sua importância no desenvolvimento profissional 

19h00 – Você já ouviu falar de Experiência do Usuário (UX)? entre outros treinamentos 

No último dia, sábado 28, a programação trará como destaque uma sala de exposição com diversas empresas oferecendo oportunidades aos jovens, em uma programação das 09h às 12h. 

Na programação do evento estão previstas palestras com profissionais negros de destaque no mercado e lideranças da McKinsey, sessões de treinamento em colaboração com Cia de Talentos e exposição de empresas engajadas na diversidade racial. 

Sobre a Conferência Juntos

Realizada anualmente desde 2018, a Conferência Juntos é destinada principalmente ao público negro composto por estudantes universitários (com graduação prevista para os próximos dois anos) e jovens profissionais com até seis anos de formados, mas todos são bem-vindos para acompanhar a programação. Assim como em edições anteriores, o intuito do evento é apoiar profissionais de diversos cursos e trajetórias em todo o Brasil no início de suas carreiras no ambiente corporativo. 

O Juntos 2020 será um espaço para que jovens negros passam conhecer profissionais com histórias inspiradoras, desenvolver novas habilidades e se conectar com grandes empresas, além de aprender sobre novas oportunidades de carreira. Empresas apoiadoras e que estão comprometidas com inclusão racial poderão se conectar com talentos negros e estarão representadas nas sessões de exposição. Para o público participante, a interação com essas empresas continuará nos dias seguintes ao encerramento, através das soluções oferecidas pelo site do evento para facilitar o contato entre empresas e profissionais.

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