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Coletivo de Música Negra do Grammy comemora “ano histórico” nas nomeações

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Foto: Divulgação

O Coletivo de Música Negra do Grammy enviou uma carta para artistas falando sobre as indicações e elogiou os indicados negros da premiação. Recém-lançado, o coletivo compreende um grupo de proeminentes criadores de música negra e profissionais que compartilham o objetivo comum de amplificar as vozes negras dentro da Recording Academy e da comunidade musical em geral.

“Durante um ano e tempos tão difíceis em nossa sociedade, as nomeações do GRAMMY anunciadas ontem foram um ousado lembrete para o mundo e nossa indústria, mais uma vez, do impacto global inovador, da influência e contribuições da música negra.” inicia a carta enviada.

Na carta, o coletivo também parabenizou todos os indicados a premiação do ano de 2021, que é a premiação com mais indicados negros da história

Carta do Coletivo de Música Negra

[Parabéns] especialmente aos indicados negros que representam uma das listas de indicados mais inclusivas em anos. É um ano histórico, pois dez mulheres negras estão indicadas nas quatro categorias principais e mais de vinte negros indicadas estão representados nas categorias gerais. Além disso, pela primeira vez, todos os seis indicados para Melhor Álbum de Rap são artistas negros independentes. Isto é progresso.

O coletivo reconheceu ainda que “cada ciclo de premiação” pode trazer decepções, mas que a The Recording Academy está procurando se tornar mais inclusiva, e ainda há trabalho a ser feito.

Também houve polêmica após a divulgação dos indicados, o cantor The Weeknd que não foi indicado a nenhuma categoria apontou corrupção na premiação.

“Planejando colaborativamente uma apresentação por semanas para não convidado? Na minha opinião zero nomeações = você não está convidado.” Postou o cantor em suas redes sociais.


Confira a lista completa dos indicados aqui

Coletivo Di Jejê oferece curso gratuito de Psicanálise e Racismo com certificado

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Foto: Divulgação

A instituição fundada por Jaqueline Conceição, doutoranda em antropologia pela UFSC, mestre em educação pela PUC SP, psicanalista e consultora da ONU oferece durante todo o mês de novembro três cursos voltados para profissionais do campo da saúde mental. Além do curso de Psicanálise e Racismo a instituição também conta com cursos focados nos estudos de pensadores contemporâneos como Steve Biko e Lelia Gonzalez

Sobre os cursos gratuitos:

Psicanálise e Racismo: O que é psicanálise? Por que discutir racismo e Psicanálise? Racismo e dominação psíquica em Frantz Fanon; Da dor ao corpo: a violência do racismo; Narcisismo e o ideal do ego Virgínia Bicudo: uma história da psicanálise brasileira; Educação sanitária, estudos de atitudes raciais e psicanálise na trajetória de Virgínia Leone Bicudo; Considerações psicanalíticas sobre preconceito racial: um estudo de caso; racismo como meta enquadre; racismo e psicanálise em produções acadêmicas.

O pensamento de Steve Biko 

Você já ouviu falar sobre consciência negra?

Biko foi o percursor dela. Steve Biko é um dos principais nomes na história internacional do movimento negro e anticolonial. O ativista foi um dos principais nomes na luta contra o Apartheid e foi um mobilizador da juventude negra daquele país. O nome de Steve Biko é recordado e utilizado por organizações sociais em todo o mundo. Em Liverpool, Inglaterra, a Associação Steve Biko para Sem-Teto recebe grupos sociais marginalizados, e na África do Sul há a Fundação Steve Biko, que desenvolve programas de combate às desigualdades raciais.

O pensamento de Lélia Gonzalez:

Lélia Gonzalez, Mulher, negra, intelectual e ativista foi pioneira nas discussões sobre relação entre gênero e raça, ao propor uma visão afro-latino-americana do feminismo. A abrangência de seu pensamento, que atravessa filosofia, psicanálise e candomblé, pode ser vista em uma nova coletânea, a primeira em uma editora comercial.

Os cursos serão realizados pela plataforma online do Coletivo Di Jejê, a plataforma Ionene com foco em estudos psicanalíticos sobre raça e gênero. A plataforma conta com 24 cursos de formação, divididos em 10 meses e seis módulos, focados na discussão sobre psicanálise, racismo e gênero.

Os cursos acontecem virtualmente e os inscritos podem acessar o conteúdo dos encontros que são gravados por até 30 dias. A plataforma conta com apoio bibliográfico e uma equipe de docentes com solida experiência em formação e Psicanalise. Os módulos abordam a formação inicial do psicanalista e as implicações da escuta racial, mulher negra, homem negro, famílias negras e interraciais e o sujeito pardo.

*Programas:*

Módulo I – Pensando os estudos sobre psicanálise, raca e gênero no Brasil – uma introdução.

Módulo II – A formação do analista e a escuta racializada.

Módulo III – Mulher Negra

Módulo IV – Homem Negro

Módulo V – Sujeito/a pardo/a

Módulo VI – Famílias negras/ Famílias inter-raciais

Interessados podem realizar a inscrição aqui

Yuri Marçal recusa fazer publicidade para o Carrefour que criou um comitê de combate ao racismo

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Foto: Divulgação

Após o assassinato de um homem negro em uma de suas redes de supermercado, o Carrefour iniciou campanhas de apoio e inclusão racial em suas redes, e anunciou doações e investimento em campanhas de combate ao racismo.

E agora um novo comitê de “tolerância zero” está sendo criado e algumas personalidades negras, compõem o comitê: Rachel Maia, Ana Karla da Silva Pereira, Adriana Barbosa, Celso Athayde, Silvio Almeida, Maurício Pestana e Mariana Ferreira dos Santos. O comitê também é composto por pessoas não negras como: Renato Meirelles, Ricardo Sales.

Em nota a rede de supermercados informou que “Sua maior motivação é o dever moral de tentar impedir que mais pessoas negras morram, com o objetivo de orientar e embasar um amplo plano de ação de combate ao racismo estrutural no varejo e em toda sociedade”.

Também foi indicado que, em sinal de respeito há 1ª semana da morte de João Alberto Silveira Freitas, nesta quinta-feira (26 de novembro) todas as lojas do Carrefour deverão estar fechadas até as 14h, e será realizado 1 minuto de silêncio em homenagem a João Alberto, e somente após a homenagem, as lojas serão abertas. Além disso, todo resultado de vendas dos dias 26 e 27 será revertido para ações de combate ao racismo orientadas pelo Comitê, valor somado aos R$ 25 milhões que já foram anunciados e ao resultado de vendas do dia 20 de novembro, Dia Nacional da Consciência Negra.

Nesta quarta-feira o humorista Yuri Marçal comentou em suas redes sociais que recebeu uma proposta de publicidade do Carrefour, mas que recusou prontamente.

Mirtes Souza, mãe de Miguel, vai cursar direito para que ‘não sejam injustiçados como eu’

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Foto: Mariana Pekin

A mãe do menino Miguel e ex-empregada doméstica, Mirtes Souza, se preparam para começar a graduação no primeiro semestre de 2021. “Acabei escolhendo o direito porque senti na pele as injustiças e a morosidade do sistema”, disse ela.

Miguel tinha 5 anos quando faleceu ao cair do 9º andar do prédio de luxo em que Mirtes trabalhava como empregada doméstica, no Cais de Santa Rita, Centro do Recife/Pernambuco. O luto pela morte do filho a deu determinação para começar uma nova carreira, além da força para enfrentar os preconceitos diários e ameaças que recebeu na internet.

Para Mirtes, a violência vai ainda além da morte do filho – é uma experiência diária de injustiças. “Hoje mesmo fui atacada no Instagram. Uma pessoa criou uma conta fake e saiu comentando em todas as minhas postagens, ofendeu até as pessoas que estão me seguindo”, contou ela.

A mãe de Miguel é uma das homenageadas do Prêmio Viva, que tem o objetivo de reconhecer aqueles que tentam mudar o cenário da violência que atinge meninas e mulheres no Brasil.

A ex-empregada doméstica, falou, ainda, que tenta buscar alegrias após a morte de seu filho. Mirtes relatou que em alguns dias está bem e outros está mal, mas em todos os dias, continuará com sua luta pensando sempre em seu filho.

A graduação de Mirtes vai ser feita de forma presencial, a partir do primeiro semestre de 2021. Além da torcida de seus familiares e amigos, Mirtes, falou que sente, no coração de mãe, o orgulho do filho pela decisão de se tornar advogada.

Tássia di Carvalho e Karina Souza se unem para alavancar negócios periféricos

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O Periferico.co, braço de Educação e fomento ao Empreendedorismo Periférico da Agência Is está com inscrições abertas para o Curso Arrebentando em 2021 – Gestão e Comunicação para Microempreendedores. Durante três dias ( 2, 3 e 4/12, das 20h às 22h), Tássia di Carvalho e Karina Souza irão ensinar fundamentos primordiais para que pequenos negócios possam dar a volta por cima no ano que vem. As inscrições são limitadas e as aulas serão dadas online e custam a partir de R$ 40, por contribuição solidária (cada um investe com o que puder). O evento ainda fornecerá certificados aos concluintes. No link de inscrição, também é possível doar bolsas para microempreendedores em vulnerabilidade social.

No curso, as especialistas vão ensinar a fazer um planejamento de Comunicação e dar dicas fundamentais para bombar na mídia, o módulo será lecionado pela jornalista e publicitária Tássia di Carvalho, CEO da Agência Is.

Já Karina Souza, CEO da Muzenza Mungongo ensinará sobre os diferentes tipos de Gestão: da Informação, de projetos e de tempo. Segundo ela, Gestão é um braço da ciência humana que  gere a sinergia entre pessoas, estrutura e recursos. Partindo daí a gestão dos trabalhos, serviços e projetos se faz necessária para encontrar o equilíbrio, buscando os melhores resultados.   “Costumo dizer que já nascemos sabendo gerir,  administramos o pouco e sobrevivemos com ele, agora é pensar esse viés no seu empreendimento ou projeto”, aponta Karina.

Serviço:

O Curso Arrebentando em 2021 – Gestão e Comunicação para Microempreendedores acontecerá nos dias 2, 3 e 4/12, das 20h às 22h, online, através do Sympla, e custa a partir de R$ 40. Inscrições e informações pelo link: bit.ly/arrebentandoem2021

Encontro virtual promove debate com tema “História Geral da África e discriminação racial: o que mudou no Brasil?”

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A jornalista Valéria Almeida participará do debate

Promovido pela UNESCO, instituto humanize, fundação Roberto Marinho e canal futura, o debate vai trazer o tema “História Geral da África (HGA) e discriminação racial: o que mudou no Brasil?” nesta quinta-feira (26), às 15h, no YouTube da UNESCO Brasil.

O evento virtual faz parte das comemorações pelo Dia da Consciência Negra no Brasil e marca o lançamento em português da nova edição da Coleção História Geral da África (Coleção HGA), além de discutir temas relacionados ao racismo e à discriminação no país. Para participar da discursão sobre o tema, o webinário contará com a participação da Diretora e Representante da UNESCO no Brasil, Marlova Jovchelovitch Noleto; a diretora executiva do Instituto Humanize, Georgia Pessoa; o coordenador de programação da Fundação Roberto Marinho, Acácio Jacinto; a jornalista da Rede Globo, Valéria Almeida; a cientista política Fernanda Barros; a professora Gina Pontes Vieira; a comunicóloga Katiúcha Watuze; e o ator Orlando Caldeira

Espetáculo “Invisiveis” ganha versão online

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Invisíveis conta a história de três pessoas pretas que trabalham como auxiliar de serviços gerais num mesmo lugar e como se dá a manutenção da invisibilidade desses profissionais.
Esse recorte apresenta o resumo de suas vidas repletas de camadas e também mostra suas trajetórias até chegarem nesse momento.

O texto inédito, escrito por Renata Tavares, que também dirige o espetáculo, aborda como o racismo é fundamental para a base estrutural econômica-política-social no Brasil.É através da perspectiva das histórias que os personagens contam, que se percebe como qualquer outro fator como a conservação desenfreada do capitalismo, a exposição da pessoa como lgbtqi+ e a subjugação de alguém que cumpriu pena, se torna mais um recurso na utilização da depreciação da vida humana preta. 
A cor evidencia essa complexa relação desses trabalhadores com os seus superiores que na grande maioria, nem percebem que eles existem, nem sabem seus nomes, e se aproveitam hierarquicamente por estarem acima para estereotipá-los.
A abordagem realizada pelos atores de forma descontraída e intensa, provoca uma reflexão sobre o racismo, desigualdade social, homofobia, humilhação e demais situações enfrentadas cotidianamente  por esses profissionais invisibilizados  pela sociedade.

Serviço:
Invisíveis  – Exibições Virtuais
Dias: 27 e 28/11
Hora: 20h
Onde comprar e assistir:  Plataforma Sympla
Classificação etária: 16 anos

Evento Mulheres nas Artes oferece oficinas gratuitas e mentoria de projetos

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Formativo Mulheres nas Artes promove, uma série de encontros online pautados no debate de
ideias e no compartilhamento de saberes e experiências de mulheres artistas, pesquisadoras, gestoras e produtoras de
conhecimentos que atuam em diferentes linguagens artísticas e manifestações culturais. Os encontros vão até o dia 4 de dezembro, sempre das 19h30 às 21h30. No final do ciclo, cinco participantes serão selecionadas para receber orientação para a viabilização de seus projetos culturais.

A programação inclui cinco webinários e dez oficinas com atividades práticas que serão transmitidas com acesso livre e gratuito pelo Youtube. Os temas dos webinários são: “Participação e protagonismo das mulheres”, “Mulheres nas Políticas Públicas de Cultura”, “Mulheres na Produção Audiovisual”, “Cultura, Comunicação e Tecnologias” e “Mulheres e a Consciência Negra”.
Já nas oficinas, sobre elaboração, produção, gestão e comunicação cultural, serão desenvolvidas atividades práticas, oferecendo ferramentas para a viabilização de projetos que tenham mulheres como protagonistas e em função de liderança.

 Inscrição e certificado
 As transmissões ocorrerão pelo Youtube e quem deseja receber o certificado de participação dos encontros, deverá fazer a inscrição gratuita pelo Sympla:http://www.sympla.com.br/ciclomulheresnasartes

Confira abaixo a programação completa:
WEBNÁRIOS GRATUITOS
16/11 – Participação e protagonismo das Mulheres
Mediadora: Maria Carolina Vasconcelos Oliveira
Palestrantes: Vulcanica Pokaropa e Baby Amorin
 17/11 – Mulheres nas Políticas Públicas de Cultura
Mediadora: Ana Paula do Val
Palestrantes: Ingrid Soares e Magda Gomes
 
18/11 – Mulheres na Produção Audiovisual
Mediadora: Ceiça Ferreira
Palestrantes: Edileuza Penha e Joice Prado Almeida
19/11 – Cultura, Comunicação e Tecnologias
Mediadora: Helena Martins
Palestrantes:Graciela Natansohn e Daniela Araújo
20/11 – Mulheres e a Consciência Negra
Mediadora:Jaqueline Fernandes
Palestrantes: Nágila Oliveira e Tainá de Paula
 OFICINAS GRATUITAS
 De
23 a 27/11 – Oficinas de desenvolvimento de projetos culturais
 De
30/11 a 4/12 – Oficinas livres
Para mais informações sobre os encontros e as palestrantes acesse:
http://www.instagram.com/ciclomulheresnasartes/
 SERVIÇO
 Evento: CICLO FORMATIVO MULHERES NA ARTES
Gratuito
Quando: de 16/11 a 04/12
Horário: 19h30 às 21h30
Onde: Transmissão ao vivo pelo Canal do Youtube
Inscrições: http://www.sympla.com.br/ciclomulhresnasartes

“Segurava meu primeiro filho, enquanto estava perdendo o segundo” Meghan Markle fala sobre a dor de sofrer um aborto espontâneo

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Foto/reprodução: Google imagens

A duquesa de Sussex, Megan Markle, falou, em artigo emocionante para o jornal ‘The new York times’, sobre a dor de perder seu segundo filho em julho deste ano.

No artigo chamado ‘As perdas que compartilhamos’, a duquesa falou que acordou com um pouco de cólica, mas continuou sua rotina tranquilamente. Pegou seu filho nos braços e deitou com ele tranquilamente para cantar uma canção de ninar, mas sabia, naquele momento, que estava perdendo seu segundo bebê.

“Perder um filho significa carregar uma dor quase insuportável, vivida por muitos, mas falada por poucos. Na dor de nossa perda, meu marido e eu descobrimos que em um quarto com 100 mulheres, 10 a 20 delas sofreram aborto espontâneo. No entanto, apesar da incrível semelhança dessa dor, a conversa permanece um tabu, cheia de vergonha (injustificada) e perpetuando um ciclo de luto solitário.” Completou ela.

Meghan ainda falou que viu o seu marido tentar ajuda-la a sentir menos dor, mesmo estando doendo tanto nele que não conseguia desfaçar o quanto precisava ‘juntar os cacos de seu coração’.

“Horas depois, eu estava deitada em uma cama de hospital, segurando a mão de meu marido. Senti a umidade de sua palma e beijei seus dedos, molhados com nossas lágrimas. Olhando para as paredes brancas e frias, meus olhos ficaram vidrados. Tentei imaginar como nos curaríamos.” Falou, a ex-atriz, que compartilhou sua dor e pediu para que as mães possam compartilhar as suas também.

“Estamos nos ajustando a uma nova normalidade em que os rostos são ocultados por máscaras, mas isso nos força a olhar nos olhos uns dos outros – às vezes cheios de calor, outras vezes de lágrimas. Pela primeira vez, em muito tempo, como seres humanos, estamos realmente nos vendo.

Estamos bem?

Nós seremos.”

Concluiu Meghan, no final de seu artigo, que mostrou, a dor de uma mãe ao perder seu filho antes mesmo de conhecê-lo.

Mercado Black Money realiza encontro para conversa sobre gestão, finanças, cultura e marketing

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Foto: Divulgação

O primeiro encontro do Mercado Black Money — o marketplace dos afroempreendedores — terá conversas sobre gestão, finanças, cultura e marketing e promete ajudar os afroempreendedores a alavancar as vendas.

Será um dia dedicado para as conversas envolvendo diversas áreas de atuação e com palestras mediadas por profissionais e negócios referências de mercado, temas como vendas, novos negócios digitais, afrofuturismo e educação antirracista também serão pautados.    

O evento do ecossistema negro empreendedor contará também com LiveShop nos intervalos para potencializar e dar visibilidade a iniciativas e negócios negros.

Palestrantes:

Alan Soares – Movimento Black Money

Ale Santos – Autor Afrofuturista

Bruno Rico – Umbono Comunicação

Humberto Baltar – HB Consulting e Pais Pretos Presentes

Katiuscia Ribeiro – Ajeum Filosófico

Marinara Andreza e Miguel de Oliveira – Essência Afro

Nina Silva – Movimento Black Money

Renan Souza – CNN Brasil

Samantha Almeida – Twitter Next

Silvia Nascimento – Site Mundo Negro

Talita Peixoto – Clubinho Preto

Nina Silva, uma das fundadoras do projeto convoca afroempreendedores para o evento:

 “Venha saber mais sobre transformação digital e Black Money, provocaremos reflexões sobre o poder que temos em nossas mãos para inovação e desenvolvimento, usando as novas ferramentas digitais para empreender e criar conexões profissionais”.

O Mercado Black Money faz parte da aceleração de comunidades do Facebook e com o evento Experience tem o momento de mostrar o desenvolvimento do marketplace ao longo do ano de 2020, indo contra a crise causada pela pandemia e criando a partir do community building um espaço para mais de 450 lojistas digitalizarem seus produtos e serviços. 

E além disso, o Mercado Black Money foi a única porta aberta de vendas de muitos desses lojistas durante os primeiros meses de pandemia e com a ajuda da comunidade e parceiros dará novos passos em 2021.  

As incrições para o evento são gratuitas e já estão abertas!

Evento: Mercado Black Experience

Data: 05/12/2020

Local: online (fanpage do Movimento Black Money)

Inscrições gratuitas

Link de inscrição: https://bit.ly/mbmexperience

O Mercado Black Money Experience é uma realização do Movimento Black Money, o hub de inovação da comunidade negra no Brasil. Em parceria com Facebook, TD Transformação Digital, Site Mundo Negro, Surfe Digital, entre outros.

Sobre o Mercado Black Money:

O Mercado Black Money é uma plataforma on-line – Marketplace – que permite a conexão entre empreendedores e consumidores negros. Ao longo de nossa jornada percebemos que há muitos brasileiros desejando combater o racismo através do apoio a negócios negros, mas não sabiam como encontrar esses afroempreendedores.

 Através da desigualdade sócio-racial presente neste país, que menospreza a comunidade negra, percebemos um vazio. Não apenas na falta de valorização da vida dos negros, mas também politicamente e, acima de tudo, economicamente. Somos 54% da população, 51% dos proprietários de negócios e movimentamos R$1,7 trilhão no ano, mas não controlamos bancos, grandes mercados ou partidos políticos.

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