Home Blog Page 1364

Exposição em NY tem mulher negra brasileira e acadêmica como protagonista

0
Amanda Martins estudante de direito que será uma das homenageadas por Sandra em NY.

Sandra Regina Barbosa Soares Coleman, mais conhecida como Sandra Coleman, é uma mulher negra, brasileira e mestranda na Universidade de New York, New Paltz. Filha de lavadeira, ela trabalha desde os 8 anos para ajudar em casa. Hoje Sandra não só vibra com suas conquistas, como com as de muitas negras brasileiras que estão estudando, se formando e fazendo parte da produção de conhecimento.

Para exaltar essas mulheres negras, brasileiras e acadêmicas, mostrar que elas existem, Sandra criou a exposição “Black Brazilian Women: Presence and Power” (Mulher Negra Brasileira: Presença e Poder). A ideia e expor , na Universidade New Paltz, biografias de 52 mulheres negras brasileiras de diversas áreas de atuação, evidenciando sua inteligência, lutas e vitórias.

Entre as 52 mulheres que compõe a exposição está Amanda Martins, mulher negra, periférica, nascida em São João de Meriti na Baixada Fluminense. Hoje Amanda é graduanda em direito, além de atuar como escritora, produtora de conteúdo e pesquisadora.

Para a futura advogada, essa oportunidade é muito especial, e ela explica porque: “Ter minha biografia em uma exposição internacional, minhas origens e feitos mostrados ao mundo, sendo reconhecida pelo meu intelecto, me deixa honrada e feliz. Além disto, é uma oportunidade de poder compartilhar essa experiência com outras mulheres ao voltar.”

Neste momento Amanda corre contra o tempo para conseguir os recursos necessários para estar em New York. As despesas incluem o passaporte, visto, passagem e hospedagem. “Black Brazilian Women: Presence and Power” acontece em dezembro, por isso a data limite fixada para ajudar financeiramente é o dia 15 de novembro.

Dados para a colaboração: Banco Itaú / Agência: 8097/Conta corrente: 12998-8 – Amanda Martins Cruz de Mattos. Saiba mais clicando AQUI.

Quem vai chorar pela Somália?

0

São mais de 300 mortos e outros milhares de feridos… São hospitais abarrotados de gente, muitas sem atendimento adequado. Tudo isso em 2017, consequência de um ataque terrorista – um dos maiores medos modernos da humanidade. Este atentado só não é maior  e mais devastador que o ocorrido nos EUA, no fatídico dia 11 de setembro de 2001.

atentado nos EUA – 11 de Setembro de 2001

Você se lembra do “11 de setembro”? Eu lembro! Eu tinha 8 anos e consigo me lembrar bem daquela sensação de medo e revolta que tomou a todos. Só se falava disso nos telejornais, nos programas de variedades, revistas, no rádio, até no horário dedicado a publicidade. Nada nos deixava esquecer!

Mais recentemente, em 2015, tivemos o atentado à sede do jornal Charlie Hebdo, em Paris. Foram 12 mortos e 11 feridos. O ícone do YouTube mudou em solidariedade, no twitter a hastag que dava conta do atentado estava em alta. Nos telejornais, nos portais, não se falava de outra coisa.

Agora voltamos para este atentado, em pleno 2017, que deixou mais de 300 mortos. Você viu alguma comoção que se compare ao 11 de setembro, ou até mesmo ao atentado em Paris? Eu não vi! Eu gostaria muito de dizer que estou surpresa com isso, mas não estou!

Estamos tratando da Somália, país africano que vive em guerra civil por mais de 20 anos. Estamos falando de um país fora da Europa, fora da América do Norte, onde as vítimas são pretas! Então quem se importa? Porque os executivos do YouTube ou de qualquer outro grande site/rede social, se preocupariam em manifestar apoio à Somália? Porque os portais, os telejornais, os programas de variedades e todos os outros, perderiam tempo por essas vidas perdidas?

Imagem da Somália logo após o atentado

“A carne mais barata do mercado é a carne negra” – infelizmente, isso faz tanto sentido, que dói! Pessoas brancas, vítimas de violência, mortas por atentados em qualquer lugar do mundo, comovem porque todos sentem que elas estão fora de lugar, que essas pessoas não mereciam isso, não viveram pra isso!

Pessoas negras nas mesmas condições, não comovem, porque a violência, a morte, a dor infligida à pessoas pretas é naturalizada. E como se tivéssemos nascido pra isso, pra viver sob a guerra, sob a violência, sob a dor. E esse silêncio, essa naturalização, também nos fere, e também nos mata, não só na Somália, mas no mundo todo.

Imagem da Somália logo após o atentado

No Brasil mais de 70% dos jovens assassinados, são negros. A violência nos mata e ninguém se importa! Quanto potencial se perde com tanta morte de pessoas negras? Quantas famílias despedaçadas, quantos sonhos interrompidos?

Penso em tudo isso e um grito fica preso em minha garganta: NOSSAS VIDAS IMPORTAM! Nós não nascemos para a dor, para a violência! Não é normal, muito menos natural, ver pessoas negras sendo dizimadas, seja em um atentado terrorista, seja pela violência urbana. A Somália importa! Cada vida negra importa!

“Afro Fashion Day” – Evento valoriza cultura e moda afro-brasileira

0

O “Afro Fashion Day” é um evento realizado pela professora Verônica Black – coordenadora da escola técnica SENAI/CETIQT – juntamente com os alunos de Produção de Moda – Unidade Riachuelo, Rio de Janeiro. O principal objetivo do encontro é promover a consciência e a cultura e negra aos visitantes e alunos.

A programação conta com palestras, oficinas de turbantes , feira black, oficina de cabelo afro, comidas típicas afro-brasileiras e, é claro, um desfile inspirado nas cores da África, feito pelos alunos de Produção de Moda.

As atividades, que serão gratuitas, acontecem no dia 26 de outubro, à partir das 9h da manhã e vão até às 19h, na escola técnica SENAI/CETIQT – Rua Magalhães Castro – Riachuelo – Rio de Janeiro (RJ).

Para saber mais, conferir toda a programação e confirmar sua presença, acesse o evento do “Afro Fashion Day” criado no Facebook clicando AQUI.

Nana Preta quer construir uma rede de mães negras pela Internet

0

(Texto: Divulgação )

Muitos são os estereótipos atribuídos às mulheres negras quando elas se tornam mãe. “Estereótipos” são formas de generalizar um grupo todo, não respeitando as pluralidades e vivências de cada ser.

E são estes estereótipos que taxam mulheres negras como “fortes”, “excelentes parideiras”, “boas de leite” e dão início assim, ao exercício de uma maternidade carregada de racismo e muitas vezes solitária.

Mulheres negras são as que mais sofrem com violência obstétrica no Brasil. O racismo institucionalizado aparece durante a gravidez (desde o pré-natal ao parto) e irá seguir com a vida desta criança e desta mãe (nas consultas médicas, na vida escolar) e muitas vezes falta acesso a informações que contemple mães e famílias negras.

O que se vivencia no mundo real é facilmente percebido no mundo virtual. Grupos de mães, maternidade, maternagem e afins são sempre ocupados por mulheres brancas. E muitas das informações compartilhadas são para crianças Brancas. É como se as pautas, vivências e experiências de mulheres negras e crianças negras não existisse.

E diante desta realidade, muitas iniciativas individuais vêm surgindo e ganhando espaço. São mães que compartilham suas vivências e realidades diante desta sociedade racista, para fortalecer outras mães negras e para se fortalecerem.

E esta semana, nasceu a primeira iniciativa de Blogagem coletiva voltada ao universo da Maternidade Negra. Trata-se da NANA MATERNIDADE PRETA, um conjunto de depoimentos, fotos, artigos e textos feitos “de mães pretas para Mães pretas” como descreve Carla Cavallieri, uma das muitas mães por trás desta iniciativa.

O projeto é uma iniciativa inédita e conta com várias colaboradoras. São mães de diferentes Estados, profissões, formações familiares e muitas histórias para compartilhar, muitas coisas para passar e para aprender.

O Nana está presente em diversas redes sociais (Blog, Facebook, Instagram), exatamente para contemplar a pluralidade e atingir o máximo de mães possíveis. É mais que dar voz, é construir uma rede que possa compartilhar e criar mais e mais processos saudáveis as vivências de mães negras, criando vínculos e fortalecendo os nossos processos nesta sociedade.

Primeira conta digital para negros facilitará o financiamento para afroempreendedores

0

É mais difícil  conseguir crédito quando é negro. Apesar das diversas iniciativas de orientar o afroempreendedor, por meio de eventos com foco em capacitação, muito já se encontram em um nível avançado em termos de desenvolvimento do seu negócio, mas falta dinheiro para crescer.

Sabendo do racismo estrutural latente no Brasil, não precisamos adivinhar o que acontece quando um empresário negro senta à mesa de um gerente de banco para pedir crédito. Se o negócio tiver foco para comunidade negra então, é quase uma missão impossível conseguir algum dinheiro para aumentar o seu capital de giro ou financiar a compra de novos equipamentos.

A Conta Black, que será lançada oficialmente no dia 31 de outubro, durante o evento Black Summit: Precisamos falar sobre “Black Money” , é um conta digital focada não só em afroempreendedores, mas  em pessoas da comunidade negra em geral, que de acordo com pesquisas, são as que mais têm dificuldade ao acesso à bancos.

“Não da mais para aceitarmos a exclusão bancária sem tentarmos uma solução. Segundo o último estudo do IBGE, sobre o assunto, por volta dos 60 milhões de pessoas no Brasil não possuem acesso a serviços bancários básicos. Se a população negra corresponde a mais da metade da população, já sabemos numericamente falando, o perfil étnico dos desbancarizados”, explica Sérgio All, CEO da Afrobusiness, associação de promoção e integração de profissionais e empreendedores negros e Fundador da Conta Black.

Nos EUA onde o afroempreendorismo está anos luz de desenvolvimento comparado ao Brasil, organizações financeiras com foco nos empresários negros foram fundamentais. Um exemplo é o One United.  Certa de 100 milhões de dólares foram investidos pelo, sobretudo em pequenos negócios, após uma avaliação criteriosa.

Fazer o cliente se sentir especial e motivado faz parte do projeto da Conta Digital, considerando que o racismo se manifesta em forma de negação de crédito e mal atendimento.

“O empreendedor negro tem crédito negado três vezes mais do que o branco, com as mesmas condições aqui no Brasil. Ou seja, temos uma parcela da população em sua maioria negra, que não é atendida de forma digna e a Conta Black como uma Fintech (banco digital), se propõe ajudar na resolução desse problema. Nossa atuação se dará de forma gradativa e dividida por fases. Os usuários terão uma importante participação na condução do feedback de cada uma das etapas”, esclarece o CEO da Afrobusiness.

Divisor de águas 

Sérgio All vê com otimismo os negócios de nicho focado para comunidade negra. “Acredito que o afroempreendedorismo teve uma grande visibilidade no ano de 2017. O conceito tem se difundido cada vez mais, de modo que os empreendedores tem mais oportunidades para se capacitar e alavancar a sua performance. Acredito que nos próximos anos certamente os empreendedores do nicho afro que se prepararam, surfarão nessa onda”.

O evento da Afrobusiness no dia 31 de Outubro reunirá nomes influentes da comunidade negra para falar afroconsumo, black money e até negócios bilionários. O evento acontece no charmoso Sheraton WTC Hotel, em São Paulo. Mais detalhes  clique aqui.

 

Peça traz discussão subjetiva sobre raça

0

A peça “Race” faz parte da dramaturgia do autor, norte-americano, David Alan Mamet. No espetáculo, o espectador observa os bastidores da construção da defesa de um homem branco, acusado de estuprar uma jovem negra.

Este homem é culpado ou inocente? Esta e outras perguntas se mantêm em aberto ao longo do espetáculo. O texto tem como objetivo colocar o público como protagonista, uma vez que quem assiste interpreta e, de acordo com seu julgamento, decide quem tem ou não razão.

A montagem é da companhia carioca “Cia Teatro EPIGENIA”, que completa 17 anos de atividade em 2017. “Race” foi indicado ao prêmio Shell no Rio de Janeiro e está indicado ao Prêmio APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte) em São Paulo por melhor espetáculo, melhor direção e melhor ator para Gustavo Falcão.

A peça, que ficou 4 meses em cartaz anteriormente, devido a sucesso de público e crítica, está de volta. A temporada vai do dia 14 ao dia 29 de outubro, sempre aos sábados e domingos, às 20h no Teatro Municipal Ziembinski – Rua Heitor Beltrão, s/n˚ – Tijuca – Rio de Janeiro (RJ).

Para saber mais sobre a peça e como garantir seu ingresso, confirme sua presença no evento criado para “Race” no Facebook, clicando AQUI.

Não me vejo, não compro: Plataforma quer mostrar o poder do consumidor negro

0
Foto: Tolu Bamwo

“Por ser publicitário e trabalhar dentro de agências eu tinha várias inquietações e uma delas era a lenda de que não somos organizados e sobre o quanto movimentamos no mercado. Uma hora a gente cansa”. A reflexão é de Fábio Amarante da agência Zaion Criações e fundador da plataforma Compro ou Não Compro, primeiro site voltado para análise de consumo da comunidade negra no Brasil.

De forma interativa, quem acessa por enviar ou analisar informações de empresas que praticam ou não a diversidade e as campanhas publicitárias que incluem pessoas negras e partir daí pautar suas decisões de compra em cima dos resultados.

Recentemente o Mundo Negro publicou uma reportagem que mostra que a comunidade negra movimentará mais de 1 trilhão de reais até o final de 2017. Iniciativas como essa contribuem para que o black money vá para empresas que reconhecem o potencial desse público.

“Quero mostrar nosso poder de decisão e intenção de compra. A plataforma tem o objetivo de organizar nossas demandas e tem três áreas, que são a propaganda, equidade dentro das empresas no quadros executivos e mensuração do conteúdo nos canais de TV”, detalha Amarantes.

“Queremos expandir para mostrar nosso nível de satisfação com tudo os que no impacta. Precisamos trocar experiências sobre nosso poder de consumo e consumir de forma mais consciente e também ensinar as empresas da comunidade que eles têm que ter um espaço bacana. Precisamos rodar todo esse volume monetário que movimentamos anualmente”, finaliza o publicitário.

Mais informações sobre a plataforma Compro ou Não Compro estão no site: www.comproounaocompro.com.br 

Black Money: Em 2017 negros movimentarão mais de R$ 1 trilhão, diz pesquisa

0

“As empresas preferem ser racistas do que capitalistas”. Esta fala de Raphaella Martins, Gerentes de Contas da agência da J. Walter Thompson, durante o II Fórum Sim a Igualdade Racial, realizado no última dia 5 de outubro, em São Paulo, parece ser uma explicação acima do razoável para explicar a falta de representatividade dos negros na publicidade brasileira.

A premissa de que negro não compra é facilmente desmentida por números. De acordo com o Instituto Locomotiva de Ricardo Meirelles, que também estava no evento promovido pelo ID_BR, até o final de 2017, a comunidade negra brasileira terá movimentado aproximadamente R$ 1,62 trilhões de reais.

“O Brasil negro seria o 11º pais do mundo em população e o 17º em consumo”, explica Mereilles que na época do DataPopular foi pioneiro em vários estudos sobre consumo de Classe C. “Se os negros formassem um país estariam no G20 do consumo mundial”, completa o pesquisador.

Outros dados da pesquisa mostram que os negros representam um grupo de 20 milhões de pessoas com intenção de comprar móveis para casa, 12 milhões com intenção de comprar uma TV e 10 milhões planejando comprar um Smartphone nos próximos 12 meses.

Tem muito empresário perdendo oportunidade de negócios ao não pensar em estratégias que dialoguem com a comunidade negra. E isso vai além do rosto negro na propaganda. Propósitos honestos abraçam seu público também com ações sociais, como vemos grandes marcas dando suporte a projetos destinados a mulheres.

A visão dos negros publicitários 

Vagner Soares,  Assistente de arte na agência Artplan e sua colega de agência, a analista de mídia Letícia Pereira, falaram durante o evento sobre sua experiências profissionais onde eram sempre os únicos negros nas agências.

Painel sobre diversidade na publicidade: Crédito: Mônica Silva Fotografia

“Eu sinto agora que as mudanças estão acontecendo, elas são pequenas, mas muito significativas”, comentou Letícia.

Ela e Vagner fizeram um “manifesto” chamado Dear Artplan People para conscientizar seus colegas de trabalho sobre o racismo e suas nuances de forma didática, levando-se em conta que a maioria é branca e provavelmente nunca refletiu atitudes racistas que cometem no cotidiano sem notar.

“As pessoas brancas não ficam pensando em fazer mal pra gente, a grande maioria desconhece as questões sociais do país mesmo”,  ponderou Raphaella da JWT, uma das responsáveis pela implementação do Programa 20/20 que selecionou um grupo de 20 estagiários negros na agência.

Consenso durante o debate, que contou ainda com a assessora de Youtubers Egnalda Côrtes, foi o fato que a presença de negros em cargo de poder faz toda a diferença.

Campanhas racistas, como a do caso da campanha da Dove nos EUA , são indícios de que nem sempre a negra no casting mostra uma preocupação real com a diversidade.

Festival de arte celebra o protagonismo da mulher negra na cultura

0

Este ano acontece a 9ª edição do “Festival de Arte Negra” – FAN. O objetivo do Festival é reunir várias ações artísticas e culturais, de modo a destacar o empoderamento da mulher negra em várias partes do mundo, com foco no continente africano, no Brasil e em Belo Horizonte – onde o evento acontece.

O público poderá conferir aproximadamente 100 atrações, incluindo mesa de conversa, mostra de cinema, concertos de música e exposição de arte. Entre as convidadas estão artistas e personalidades negras renomadas como: Ellen Oléria, Alexandra Loras, Eliane Dias e Zezé Motta.

A abertura do “Festival da Arte Negra” acontece no dia 15 de outubro (domingo), às 9h30, com homenagem a Joaquina Maria da Conceição da Lapinha, a primeira cantora lírica negra brasileira. O concerto acontece no Parque Municipal Américo Renné Giannetti – Av. Afonso Pena, 1377, Centro – Belo Horizonte (MG).

O evento, que é realizado pela Prefeitura de BH, junto da Fundação Municipal de Cultura, vai do dia 15 ao dia 22 de outubro com entrada é gratuita para toda a programação oficial, porém, podendo haver cobrança de ingressos na programação associada. Para saber mais sobre o e FAN e conferir a programação completa, acesse o site oficial, clicando AQUI.

Evento no Capão Redondo abre espaço para promover o protagonismo da mulher no Brasil

0

No dia 11 de outubro é celebrado o “Dia Internacional da Menina”, data instituída pela ONU para evidenciar a desigualdade de gênero que coloca meninas e mulheres em desvantagem na sociedade. Pensando nisso, a Plan International Brasil – organização não-governamental, não-religiosa e apartidária que defende os direitos das crianças, adolescentes e jovens, com foco na igualdade de gênero – organizou o “Gril’s Talk”.

Este é um evento voltado para meninas e mulheres, com o objetivo de criar um espaço de protagonismo, diálogo e destaque para meninas e mulheres que estão mudando o mundo. O “Girl’s Talk” contará com palestras de diversas mulheres que, em diferentes áreas, dão uma demonstração expressiva do potencial e dos brilhantes caminhos que as meninas e mulheres podem e devem trilhar.

Entre as palestrantes estão: Eliane Dias, advogada, empresária e coordenadora do SOS Racismo na Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP). Fundadora da produtora Boogie Naipe, com o companheiro Mano Brown, e, atualmente, responsável pela carreira dos Racionais MC’s; Gabi Oliveira, criadora do canal DePretas no YouTube, e uma das youtubers negras mais influentes do Brasil. Com mais de 100 mil inscritos ela aborda assuntos que vão de racismo e feminismo até maquiagem e cuidados para cabelos crespos; Mel Duarte, poeta e produtora cultural. Uma das organizadoras da batalha de poesias “Slam das Minas SP”. Em 2016 ela foi destaque no sarau da Feira Literária Internacional de Paraty e a primeira mulher a vencer o Rio Poetry Slam. Publicou os livros “Fragmentos Dispersos”, em 2013 e “Negra Nua Crua”, em 2016.

Ao todo serão 10 palestrantes, todas mulheres, que dividirão com as espectadoras suas vivências. O “Gril’s Talk” acontece no dia 10 de outubro, com programação pela manhã – de 9h30 às 12h30, e a tarde – 14h às 16h30, no Teatro da Praça CEU do Capão Redondo – Rua Daniel Gran, s/ – Capão Redondo, São Paulo – SP. As inscrições são gratuitas, para fazer a sua clique  AQUI. Saiba mais do evento e veja a programação completa acessando o site oficial do “Girl’s Talk”.

error: Content is protected !!