O “Doodle” de hoje, ilustrado pela artista convidada Bel Andrade Lima , foi pensando para homenagear a cantora e contadora de histórias Dona Militana que completaria 96 anos nesta data.
Com uma vasta memória de baladas medievais, ela proporcionou um registro único de contos ibéricos e brasileiros de gerações.
Militana Salustino do Nascimento, também conhecida como Dona Militana, nasceu em São Gonçalo do Amarante, no Rio Grande do Norte, neste dia em 1925. Quando criança, trabalhava no campo; plantando safras e tecendo cestos com seu pai, que cantava enquanto trabalhavam. Muitas de suas canções contavam histórias de uma era passada de reis, rainhas, guerreiros e amantes medievais – histórias que Militana nunca esqueceu.
O talento tradicional de Militana permaneceu praticamente desconhecido por décadas, até que ela foi descoberta pelo folclorista Deífilo Gurgel na década de 1990. Foi aí que compartilhou com o mundo sua prodigiosa crônica de canções e histórias – algumas das quais com mais de 700 anos.
A Netflix divulgou nessa semana, o primeiro trailer de “Alma de Cowboy”, seu novo filme que é protagonizado por Idris Elba. Na trama, um homem vive com a memória dos cowboys do passado que foram esquecidos pela história, enquanto precisa conviver com uma companhia inesperada, seu filho.
Inspirado no romance Ghetto Cowboy, de G. Neri, e baseado nos cowboys da “Fletcher Street”, da Filadélfia, o filme acompanha um problemático adolescente (Caleb McLaughlin) se vê dividido entre uma vida de crimes e a vibrante subcultura dos cowboys urbanos da Filadélfia, quando decide passar o verão com seu pai distante (Idris Elba).
Ricky Staub, que escreveu o roteiro com Dan Walser, faz sua estreia na direção de longas-metragens. O filme tem produção de Idris Elba junto com Dan Walser, Lee Daniels, Tucker Tooley, Jeff G. Waxman e Jennifer Madeloff. O resto do elenco inclui Jharrel Jerome, Byron Bowers, Lorraine Toussaint e Clifford “Method Man” Smith.
Alma de Cowboy chega ao catálogo da plataforma de streaming no dia 2 de abril.
Nesta quinta-feira, 18 de março, às 19h, acontece a aula inaugural do “Programa Já É – Educação e Equidade Racial”, promovido pelo Fundo Baobá para Equidade Racial.
O objetivo do projeto é apoiar estudantes negros da periferia da cidade de São Paulo e municípios da Grande São Paulo na superação dos desafios que impede a entrada de negros no ensino superior.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE), de 2018, o percentual de jovens de cor ou raça branca que frequentam ou concluem o ensino superior (36,1%) na faixa de 18 a 24 anos é praticamente o dobro do percentual observado entre jovens negros na mesma faixa etária (18,3%).
Embora em 2019 um outro estudo do IBGE tenha mostrado pela primeira vez, que o índice de alunos pardos e negros matriculados em universidades públicas brasileiras superou a taxa de alunos brancos, alcançando 50,3%, é muito importante pontuar também que pretos e pardos representam 55,8% da população brasileira e, portanto, por mais que sejam maioria nas universidades públicas, ainda estão proporcionalmente sub-representados.
A expectativa do Programa ‘Já É’ era de aulas e atividades presenciais, porém diante do cenário da pandemia da Covid-19, que está em seu pior momento no Brasil, o projeto foi adaptado para o formato virtual para que as e os estudantes não sofressem qualquer tipo de prejuízo.
Os 83 matriculados receberam do Fundo Baobá um computador pessoal e chip para conexão com a internet – algo difícil em alguns
bairros da periferia de São Paulo como em municípios da Grande São Paulo.
O significado da doação desses materiais de estudos é ainda maior pois com a facilidade do acesso a várias outras fontes de informação e conhecimento, o jovem poderá ter outro direcionamento para suas vidas.
Sobre o Já É:
O Já É, que tem o apoio da Citi Foundation, Demarest Advogados e Amadi Technology, é mais que uma bolsa de estudo. Além das aulas de cursinho, alunas, alunos, alunes terão apoio para enfrentamento dos efeitos psicossociais do racismo e para a ampliação das habilidades socioemocionais e vocacionais. Quando as aulas voltarem a ser presenciais, eles ainda terão auxílio alimentação e vale transporte. Com investimento de quase um milhão de reais, o Programa Já É foi lançado em 2020 e recebeu ao todo 245 inscrições. A aula inaugural agendada para esta quinta (18) será um evento fechado com a presença
de estudantes e seus familiares, além de representantes do Fundo Baobá, instituições apoiadoras do Programa Já É: Citi Foundation, Demarest Advogados e Amadi Technology e instituições parceiras como o Instituto Poli Saber/Cursinho da Poli.
Imagem de caráter ilustrativo da fotógrafa McKinsey
A minha pele é um dos meus maiores orgulhos. Mesmo não sendo retinta ela carrega características comuns aos descendentes de africanos e uma delas é a resistência. Aprendi que a oleosidade que me causou tantas espinhas na adolescência é agora o que garante que eu pareça mais jovem quando me comparo com amigas brancas na mesma idade.
Essa sensação de pele sempre jovem me fez viver na ilusão que um hidrante sem óleo e um bom sabonete anti-oleosidade manteriam minha pele jovem por muitos e muitos anos. Que engano. Esses dias ao ver a Tais Araújo falando em uma entrevista que depois dos 40 a cara dela caiu me fez refletir sobre a negação inconsciente de que a minha pele estava sim, começando a envelhecer.
Não é que eu nunca tenha ido ao dermato. Completo 44 anos agora em março e cheguei até fazer algumas aplicações por conta das olheiras profundas, mas nunca segui a risco nem o uso diário do protetor solar.
O efeito da magia de Wakanda na nossa pele não vence Chrono, o deus do tempo e chegou a hora de levar a sério e dar o melhor para minha pele hoje para que só a idade e não a falta de cuidado, seja a fonte dos desgastes cutâneos que acontece com todo mundo.
A consulta ao dermatologista é fundamental, mas eu celebro que a indústria cosmética, aliada aos médicos e farmacêuticos tornem esse processo de encontrar o produto ideal para minha pele de maneira mais fácil e também mais em conta, financeiramente falando, porque sim, quando falando de cuidados especiais para nossa pele, além do hidratante e protetor solar, privamos dessa bolha, muitas das mulheres para quem esse tipo de cuidado é algo fora da realidade de quem tem necessidades mais urgentes.
O Sérum com ácido hialurônico, por exemplo, que sempre foi um produto mais sofisticado dentro da cosmética e que só era encontrado em lojas de marcas de prestígio em valores exorbitantes, agora pode ser encontrado na farmácia do meu bairro.
O ácido hialurônico diminui as linhas de expressão do nosso rosto em poucas semanas, quando aplicados diariamente e por não ter não conter parabenos, corantes, óleo mineral e não ter fragrância caiu na graça das mulheres brasileiras.
A L’oreal Paris trouxe para o Brasil Revitalift Sérum Preenchedor, que unem tudo o que uma pele madura precisa, pode ser encontrado em drogarias, e-commerce e com valor sugerido de R$129,99.
Eu aplico duas gotas pela manhã, mais duas gotas a noite e é isso. O produto tem uma absorção fácil e não deixa a pele com aspecto oleoso.
Foto divulgação: L’oreal Paris
Daqui a para frente agradeço a pele que tenho e incluo na minha rotina cuidados simples, com bons produtos que não machuquem meu bolso, mas que tenham a qualidade de quem nasceu com uma genética aliada da minha beleza.
Essa publicação é resultado de uma parceria entre o site Mundo Negro e L’oreal Paris.
A Fundação Tide Setubal lança nesta quarta-feira, 17 de março, a terceira edição do Edital Elas Periféricas, que visa fortalecer e aprimorar as capacidades de organizações sem fins lucrativos e coletivos liderados por mulheres negras e periféricas de todo o país e assim contribuir para o desenvolvimento das periferias urbanas brasileiras ou contextos periféricos urbanos nos quais elas estão inseridas.
Em parceria com o TikTok, o edital proporcionará investimento financeiro, apoio técnico e mentoria para cerca de 60 organizações e coletivos liderados por mulheres negras, com origem e atuação em territórios ou contextos periféricos, por um período de 12 meses. Para cada selecionada, será repassado o valor de até R$ 20.000,00 (vinte mil reais), totalizando um aporte de até R$ 1,3 milhão, valor que faz do Edital Elas Periféricas o maior do país em investimento direto em mulheres negras da periferia.
“É uma honra poder contribuir, através de nossa campanha, na implementação de uma ação de impacto sobre diversidade e inclusão. Sabemos também da importância e do grande poder transformador que é investir no desenvolvimento de organizações lideradas por mulheres negras das periferias de todo o Brasil (…)”, afirma Handemba Mutana, diretor do TikTok for Good no Brasil.
O valor a ser repassado virá do TikTok e da campanha promovida pelo aplicativo, #SouDona, embalada pela versão repaginada do hit “Dona de Mim”, de IZA, que tem participações das cantoras Marvvila, Urias, Majur, Mariah Nala, Lauana Prado e Negra Li. As artistas doaram o cachê para esta nova edição do Edital Elas Periféricas, cuja gestão ficará a cargo da Fundação Tide Setubal.
As inscrições para o edital podem ser feitas no site e vão até o dia 7 de abril.
As mulheres representantes das organizações beneficiadas pelo edital poderão aprimorar suas ferramentas de estruturação e gestão de projetos, e se capacitar em sustentabilidade financeira e mobilização de recursos, indicadores, monitoramento e avaliação, comunicação estratégica, pitches, tecnologia, desenvolvimento da equipe, marketing digital e uso da plataforma TikTok. A intenção é que, a partir desse fomento financeiro e técnico e das mentorias, essas líderes fortaleçam a atuação que desenvolvem nos territórios periféricos e utilizem o TikTok para contar suas histórias e ampliar o alcance de suas causas.
“Os recursos também podem custear ainda despesas fixas das organizações selecionadas como, por exemplo, internet, água e luz, no período de potencialização das selecionadas, assim como uma ajuda de custo para recursos humanos. Desse modo, esse apoio foge à lógica tradicional de editais em que o investimento se dá apenas nas atividades-fim, sem levar em conta outras necessidades das proponentes como o suporte estruturante fundamental às atividades-meio, promovendo seu desenvolvimento organizacional”, explica Wagner da Silva (Guiné), coordenador Fomento na Fundação Tide Setubal.
Para se inscrever no Edital Elas Periféricas, as organizações e coletivos precisam atender os seguintes requisitos:
– Ter mulheres negras da periferia em seu quadro de lideranças
– Ter origem e atuação em periferias ou contextos periféricos (contextos sociais urbanos que estejam à margem de políticas públicas e oportunidades de produção e circulação de bens materiais e simbólicos)
– Não ter finalidade lucrativa
– Ser uma organização diretamente administrada e executada pelas proponentes.
Ao realizar a inscrição, a candidata deve apresentar um plano para o desenvolvimento de sua organização ou coletivo alinhado aos principais objetivos e desafios de seu contexto.
O processo de seleção durará até o fim de julho e englobará quatro fases seguidas:
1) credenciamento e envio do formulário de inscrição
2) apresentação do plano detalhado de desenvolvimento da organização ou coletivo
3) realização de entrevistas
4) análise do comitê de avaliação, composto por especialistas nas temáticas do edital e por representantes da equipe da Fundação Tide Setubal e do TikTok.
Os critérios de avaliação considerarão: a estruturação e o potencial de gestão; a articulação e o potencial de impacto; a abordagem criativa; e a adequação da proposta. Será realizado ainda um webinário, em 24/3, às 18h, para tirar dúvidas das candidatas.
Livros infantis ilustrados e de ficção, isso que aborda o contrato que Idris assinou com a autora Robyn Charteris, na qual desenvolveu uma parceria.
Charteris já escreveu uma série dramática infantil ganhadora do BAFTA, criou uma das primeiras séries pré-escolares originais de 52 episódios para o lançamento do canal britânico “CBeebies”, e também atuou como consultora criativa para as marcas “Mattel e Lego”, além de ter mestrado em dramaturgia.
“Eu me sinto privilegiado por ter a oportunidade de dar vida às histórias inspiradas em minha filha, juntamente com minha incrível parceira Robyn Charteris, e a equipe poderosa da HarperCollins”, afirmou Idris Elba ao divulgar a novidade.
Os livros infantis devem chegar às prateleiras em 2022, mas foram poucas coisas divulgadas sobre o novo projeto.
A jornalista Maju Coutinho foi muito criticada nas redes sociais por uma fala dita ao apresentar o ‘Jornal Hoje’. Mostrando a crise do Corona Vírus, a apresentadora falou que “Os especialistas são unânimes em dizer que essas são medidas indispensáveis agora para conter a circulação do vírus. O choro é livre, não dá para a gente reclamar, é isso que tem”, após defender isolamento social.
Logo depois, uma chuva de internautas reclamaram da fala “O choro é livre” usado por ela, fazendo com que Maju ficasse entre um dos assuntos mais comentados nas redes sociais.
Na abertura da edição de hoje de Os Donos da Bola, o apresentador José Ferreira Neto rebateu Maju e pediu para que ela respeitasse opinões diferentes das dos cientistas em relação ao corona vírus, pedido muito feito nas redes sociais.
Depois de muita repercussão, a jornalista se desculpou ao vivo no Jornal Hoje “Ontem, para reforçar a necessidade do isolamento social, eu usei no improviso uma expressão infeliz que precisa de um complemento para deixar bem claro o que queria dizer”, afirmou. “Eu reitero hoje aqui esse desejo, me desculpo pela expressão que usei anteontem e vamos nessa, bola pra frente.”
Maju ainda explicou que um dos seus desejos era de reforçar, para aqueles que negam a pandemia, que estamos diante de uma das maiores calamidades de saúde pública do país.
“Eu quis dizer que por mais que sejam amargas as medidas de isolamento, são necessárias para evitar o colapso do sistema de saúde, mas eu também entendo perfeitamente a dor dos pequenos e médios empresários que têm que manter os negócios fechados”, reforçou.
A atriz Viola Davis já foi confirmada na série “The First Lady” e interpretará a Advogada, escritora e ex-primeira-dama dos Estados Unidos, Michelle Obama, que se mostrou bastante honrada ao saber disso.
Em uma entrevista publicada na última quarta-feira (17) pelo Entertainment Tonight, Michelle falou sobre as suas expectativas em relação ao novo trabalho de Viola.
“Eu sinto que não sou digna. Gostaria de poder ser melhor para viver de acordo com a personagem que Viola terá que interpretar, mas é emocionante”, confessou ela, após definir a atriz como “a maior”.
A intenção de “The First Lady” é reformular a ideia que se tem da liderança estadunidense a partir da visão das mulheres no coração da Casa Branca. Susanne Bier, conhecida por “Caixa de Pássaros” (2018), é creditada como diretora da obra, que se trata de uma série antológica.
Michelle Obama não poupou elogios para a atriz e disse está ansiosa com a nova série, que ainda não tem data de estreia marcada.
“Tudo o que ela faz é com paixão e vigor. Sei que ela não fará menos por esse papel”, completou Michelle sobre Viola.
Conversa
Aḇšālôm
@Spavierofficial
"Meu nome é Marconi Eduardo Silva! Eu nasci no Rio de Janeiro! Sou filho da Dona Flávia e do seu Antônio! Meu nome é Marconi!" - Reprodução Globo
Após a cena que finalizou o capitulo da quarta-feira na novela “Amor de Mãe”, uma frase que marcou muitas pessoas foi bastante repercutida na internet “Meu nome é Marconi Eduardo Silva! Eu nasci no Rio de Janeiro! Sou filho da Dona Flávia e do seu Antônio! Meu nome é Marconi!”.
Marconi, jovem negro e traficante, foi interpretado pelo incrível ator Douglas Silva – que representaria bem de um rei a um traficante, papel que lhe é muito dado na televisão – foi executado a tiros por um policial após a sua rendição e mostrou um único desejo, o de não ser esquecido. Ter a dignidade de poder ser enterrado como gente e não como mais um dos milhares de garotos negros que morrem a cada 23 minutos no Brasil.
A cena do ‘traficante negro’ sendo morto já foi muito passada na televisão, mas sempre dói em apenas uma parte da população, a preta. A questão é: O quanto seria necessária fazê-la doer novamente nesse povo? A execução de um homem negro com medo de morrer e não ser reconhecido como “gente” causa transtorno apenas na parte negra do país.
A televisão e os autores nos devem uma representação digna da imagem e da população preta, em lugares que humanizam essas identidades, corpos e trajetórias. A cena foi além de pesada e impactante, foi sufocante, paralisante. Ficou explicito a importância do Marconi dizer seu nome completo, de quem é filho e de onde ele veio, mas não conseguimos entender o seu único destino representado, a execução.
Como o fotografo Roger Cipó pontuou, em pleno ano de 2021, após tantas discussões sérias, produções críticas, denúncias, relatórios e tudo à disposição para um corpo preto não ser rasgado com um fuzil enquanto grita seu nome: “queria ver gente preta existindo com dignidade. Brasil precisa acreditar nisso. Ou, pelo menos, faça denúncia direito. Que fetiche é esse da caneta que só combina corpo preto com tragédia!? A serviço de quê!?”
2021. Antes o homem preto só era fuzilado, na novela. Agora tem texto bradando nome completo, enquanto o fuzil rasga. ???
Não era nem pra gente ser representado assim, mas a dramaturgia ainda cumpre o papel de manter imaginários de desgraças, sobre nós pic.twitter.com/Au1AXmBvam
O Diretor na Fundação Ford Brasil, Átila Roque, também se manifestou sobre o assunto e deixou claro uma opinião bem popular nas redes sociais. A novela “Amor de Mãe” tem uma grande histórias e enredo, mas a cena, para ele, não se fazia necessária.
Em tempo, a cena foi forte. O Marconi afirmando o seu nome, os nomes dos pais, sua história, foi muito comovente. Mas mesmo assim, não precisava. #AmorDeMãe
É válido ressaltar o que está sendo questionado nas redes sociais. O talento de Douglas Silva é imprescindível, ao enredo e atores da novela, também. O que está sendo refletido é a real precisão de, novamente, mostrar a execução do corpo negro, pobre e marginalizado, mesmo que não estejamos apenas nessa posição a muito tempo.
Real Husbands of Hollywood, estrelado por Kevin Hart está na programação que chega ao Brasil
A BET a principal marca de entretenimento com foco na comunidade negra do mundo chega ao Brasil no dia 26 de março pela Pluto TV. O Brasil se junta aos mais de 70 países que já consomem a programação da empresa americana.
Por aqui a audiência poderá assistir gratuitamente programas dublados em português, como Being Mary Jane, estrelado por Gabrielle Union; Real Husbands of Hollywood, estrelado por Kevin Hart (foto); American Soul, criado por Jonathan Prince e Devon Gregory; Boomerang, uma série de comédia das produtoras executivas Lena Waithe e Halle Berry; além dos títulos lendários de Tyler Perry, incluindo Tyler Perry’s Assisted Living, Tyler Perry’s House of Payne, Tyler Perry’s The Oval e Tyler Perry’s Sistas. Mais conteúdos serão adicionados nos próximos meses após o lançamento.
“Estamos extremamente orgulhosos de trazer o BET para o Brasil. É uma marca que muito contribuiu para a mudança dos paradigmas que estamos vivenciando atualmente”, disse Tiago Worcman, Vice-Presidente Sênior de Marcas de Música e Entretenimento da ViacomCBS América Latina
A Pluto TV, uma empresa da ViacomCBS, é o serviço líder de transmissão de televisão gratuita, fornecendo centenas de canais ao vivo e originais e milhares de filmes sob demanda em parceria com as principais redes de TV, estúdios de cinema. O conteúdo pode ser acessado por smartphones e tablets iOS e Android, smart TVs, aparelhos de streaming, além do próprio site pluto.tv .
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