Até o dia 18 de fevereiro estarão abertas as inscrições para a Mostra Cenas Curtas, uma das iniciativas do Festival Frente Feminina (FFF). Criado para estimular, discutir e difundir o protagonismo das mulheres artistas do Distrito Federal (DF), o evento realiza sua segunda edição de forma totalmente virtual e, para a Mostra, busca trabalhos audiovisuais de artistas negras do Distrito Federal. Para a realização desta mostra, o FFF recebeu prêmio do edital Gran Circular da Lei Aldir Blanc do Distrito Federal do ano de 2020.
Podem ser inscritos trabalhos inéditos ou estreados a partir de 2019 com duração entre três e 10 minutos realizados por artistas negras moradoras do DF maiores de 18 anos, cis ou transexuais, binárias ou não binárias. Os quatro vídeos serão selecionados por uma curadoria formada por Ana Luiza Bellacosta, Jaqueline Fernandes e Larissa Mauro – e integrarão a programação on line do II FFF, em março. O prêmio para cada cena selecionada será de R$ 300 (cada). As inscrições deverão ser realizadas no site do evento – www.festivalfrentefeminina.com.br.
Formulada para reconhecer e valorizar o protagonismo das artistas negras nas produções das artes do Distrito Federal, a Mostra Cenas Curtas busca incentivar novas produções artísticas dirigidas e pensadas por mulheres negras do DF, sejam profissionais, universitárias, recém-formadas e/ou que já sejam iniciadas nas linguagens das artes, nas artes vivas e/ou em múltiplas linguagens. O resultado das cenas selecionadas será divulgado no dia 22 de fevereiro no site, Facebook e Instagram do Festival Frente Feminina.
Um perfil destinado a ‘rejeição’ da cantora Karol Conká acumula mais seguidores que sua conta oficial no instagram, após ela protagonizar diversas cenas que não agradaram ao público durante o BBB21.
Enquanto a curitibana possui atualmente cerca de 1,2 milhões seguidores, a página criada, após sua entrada no reality, contabilizou aproximadamente 1,7 milhões, até a publicação dessa matéria.
A artista entrou na casa com, aproximadamente, 1.7 milhões de seguidores em seu instagram e após sua conduta e comentários no BBB, foi tendo os números diminuídos.
Nosso carnaval afro também é resistência. A Casa Mar, novo espaço cultural de Salvador com foco na comunidade negra e LGBTQi+, organizou um evento muito especial para esse final de semana para quem é figurinha carimbada no carnaval baianoou quem sempre quis ir, mas nunca pode: o Circuito Mar. Nos dias 13 e 14, o evento on-line vai trazer para o Youtubealguns dos principais nomes da festa mais tradicional do país: Ilê Aiyê, Filhos de Gandhy e Gerônimo.
“A Casa Mar chega pra ser um espaço de pluralidade e conexão, de soma, de multiplicação de saberes e arte. Eu estou muito feliz em fazer parte desse projeto e ser a apresentadora oficial desse novo circuito”, afirma a jornalista Val Benvindo, apresentadora do circuito, que é um projeto da MAP Brasil em parceria com a Bohemia Puro Malte.
Como guardiã das tradições, a cerveja Bohemia abraça a Casa MAR e apoia o Circuito Mar, por entender a importância do projeto. “A Bohemia Puro Malte mais uma vez valoriza a cultura da Bahia, ao apoiar ícones que representam as raízes do estado. Ao mesmo tempo, renova a tradição, ao incentivar novas vozes que despontam no novo cenário musical baiano”, afirma Felipe Balota, gerente regional de Marketing da Ambev.
A direção do circuito fica a cargo de Mariana Jaspe e Dan Ferreira, ambos soteropolitanos. “Eu cresci vendo o Ilê, o Gandhy e há alguns anos saio nesses blocos. Sempre entendi a exigência deles como uma extensão da existência do povo brasileiro, evidenciando nossa beleza ancestral, estética e cultural. Esse ano não tem Carnaval, e ter dirigido esse projeto ao lado de Mariana Jaspe, parceira com que tive a alegria de trabalhar no cinema e no teatro, me fez além de matar a saudade da festa, reafirmar a importância atemporal desses blocos”, nos conta Dan. “Tenho um carinho especial pelo Circuito Mar, que é meu primeiro projeto como diretora artística e minha estreia na direção de um projeto audiovisual em Salvador, minha terra. Nossa ideia foi realizar um carnaval cheio de afetos e memória, fundamentos da nossa existência e que se atestam ainda mais importantes neste momento complexo que estamos vivendo. Acho que conseguimos”, afirma Jaspe.
O Ilê Aiyê, primeiro bloco afro do Brasil, conhecido por sua tradicional saída no sábado de carnaval, será a primeira atração do Circuito Mar. O bloco leva para a apresentação a mesma energia que emana ao sair da Senzala do Barro Preto, na Liberdade, e convida a BATEKOO, movimento cultural de afirmação da negritude através da música, da dança e moda, para uma participação especial. “Ficamos muito felizes com o convite, principalmente por esta ser a nossa única apresentação durante esse carnaval tão diferente”, afirma Iracema Killiane, vocalista do bloco.
Já no domingo, serão duas atrações: Filhos de Ghandy, com repertório que mescla cânticos de candomblé e clássicos da MPB, e, para finalizar com chave de ouro, o cantor e compositor Gerônimo recebe Nara Couto, grande nome da nova geração da música baiana.
Nara Couro reconhece a dificuldade financeiras dos artistas negros baianos dentro do Estado com mais pessoas negras do país. “Enquanto isso passamos carnavais e carnavais assistindo artistas solos não negros sendo remunerados com caches de 200 mil Enquanto um bloco afro recebe 23 mil por um show”, diz a cantora. Apesar disso ela resiste e somo com iniciativas como da Casa Mar, sobretudo por conta da questão ancestral, bem presente na trajetória da artista. “Diante de todo esse quadro, sigo na missão combinada no Orum (mundo espiritual) para ser realizada no Aiye (mundo material), através do sacerdócio do canto promovendo e compartilhando o afeto, resistência e identidade”, finaliza.
Casa Mar traz inovação sem esquecer da ancestralidade
A Casa Mar é um espaço de pluralidade, conexão, protagonismo negro e LGBTQI+ que chega a Salvador, a partir deste mês de fevereiro e traz o conceito de hub de cultura, influência e tecnologias criativas para um casarão que fica localizado no tradicional Largo de Santana, no bairro do Rio Vermelho em Salvador. O Circuito Casa Mar é a primeiraação do Hub, que é um projeto da MAP Brasil. O projeto é assinado pela Bohemia Puro Malte, primeira cervejaria do Brasil.
As novidades podem ser acompanhadas via Instagram @casamar.art.
SERVIÇO O quê: Circuito MAR Quando: 13 de fevereiro, às 21h –Ilê Aiyê recebe BATEKOO 14 de fevereiro, às 13h – Filhos de Gandhy 14 de fevereiro, às 19h – Gerônimo recebe Nara Couto Onde: Canal da Bohemia Puro Malte no YouTube
Spike Lee será homenageado como cineasta do ano pelo Eddie Awards. O prêmio é concedido pela tradicional American Cinema Editors (ACE), uma associação fundada em 1950 formada por voluntários da comunidade estadunidense de editores de filmes. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (11) pela Variety.
“De ‘She’s Gotta Have It’ (1986) a ‘Destacamento Blood’ (2020), Spike dirigiu um número surpreendente de longas-metragens: 24. Sem mencionar seu trabalho em documentários, televisão, videoclipes e comerciais. Spike é um artista que nos divertiu, nos iluminou e nos desafiou”, declarou o novo presidente da ACE, Kevin Tent.
O presidente continuou dizendo que “ele não é apenas um diretor prolífico. Ele tem sido um amigo, produtor e conselheiro de inúmeros cineastas jovens e emergentes. Sua generosidade é uma inspiração para todos nós. Por essas e outras razões, nós da ACE reconhecemos seu enorme impacto na indústria e temos o orgulho de apresentá-lo com este merecido prêmio”.
“Destacamento Blood”, o filme mais recente de Spike, foi lançado em junho do ano passado e está disponível na Netflix. A trama acompanha quatro veteranos de guerra que retornam ao Vietnã à procura dos restos mortais do antigo comandante e de um tesouro enterrado. O filme recebeu três indicações ao SAG Awards: Melhor Elenco em Filme, Melhor Ator Coadjuvante (Chadwick Boseman) e Melhor Equipe de Dublês em Filme.
A partir do próximo sábado, 20 de fevereiro, o grupo Afrolaje apresenta uma série de atividades para difundir o Jongo, dança afro-brasileira criada por africanos na diáspora. Às 18h, a Oficina Jongo – Toque e Dança pretende passar toques básicos, passos, aprendizado e origem da manifestação cultural afro.
Aberto a todos os públicos, o objetivo do projeto é resgatar, preservar e difundir a diversidade através da dança, música, percussão, apresentações e divulgação junto às escolas e espaços públicos e privados.
Em 2020, por causa da pandemia, o Grupo Afrolaje se adaptou e segue realizando, em suas redes sociais, rodas virtuais e conversas sobre o contexto histórico afro-brasileiro, fomentando a luta antirracista para uma sociedade mais equânime.
Com o auxílio de pesquisas de campo, encontros e debates com mestres das culturas populares de matriz afro, o grupo desenvolve o movimento, a sororidade e traz ferramentas históricas para seus integrantes e consequentemente para a sociedade.
“Este trabalho contribui para a valorização da autoestima das crianças, jovens e adultos, desmistificando a visão sobre o corpo afro-negro e das culturas de matriz africana”, afirma a coreógrafa e atriz Flavia Souza que, junto com o professor Ivan Karu, coordena o Grupo Afrolaje.
Após a oficina Jongo, que ocorrerá no dia 20, aparecerá o Projeto ‘Memória Ancestral’, que recebe, no dia 26, às 19h, o Mestre Nico Thomás do Jong. Encerrando, no dia 28, acontece a vai ter roda mensal, com muita dança e percussão.
As transmissões serão feitasvia Google Meet e as inscrições pelo site: a.c.g.afrolaje@gmail.com ou envio do nome por direct do Instagram do Grupo Afrolaje
Nesta sexta-feira (12), Justin Timberlake publicou um longo texto em seu Instagram. No cantor pede esculpas a Janet Jackson e Britney Spears. A declaração vem na semana de lançamento do documentário Framing Britney Spears nos EUA, que analisa a relação dos dois entre 1999 e 2002, e relembra entrevistas em que o cantor fez piadas com sua ex-parceira além do vídeo de “Cry Me a River”, em que Timberlake escalou uma sósia de Britney.
Os pedidos de desculpas a Janet Jackson são pelo ocorrido no Super Bowl de 2004, em que Timberlake se apresentou ao lado de Janet e foi responsável por um problema de figurino que retirou a proteção de seios da cantora. Enquanto Jackson foi desconvidada do Grammy que aconteceria na semana seguinte e se afastou do palco por anos, Timberlake compareceu à cerimônia e ainda foi convidado a retornar ao show do Super Bowl em 2018.
Confira a declaração de Timberlake na íntegra:
“Eu vi as mensagens, marcações, comentários e preocupações e quero responder. Eu peço desculpas profundas pelas vezes em minha vida em que minhas ações contribuíram ao problema, quando eu falei o que não deveria ou não me pronunciei pelo que era correto. Eu entendo que não agi nestes momentos e em muitos outros eu me beneficiei de um sistema que tolera misoginia e racismo.
Eu especificamente quero pedir desculpas a Britney Spears e Janet Jackson individualmente, porque eu me importo e respeito estas mulheres e sei que falhei.
Também sinto que preciso responder, em parte, porque todos os envolvidos merecem melhor e, mais importantemente, porque isto é parte de uma conversa muito maior que eu quero integralmente fazer parte, e quero crescer com isso.
A indústria é falha. Ela prepara homens, e especialmente homens brancos, para o sucesso. Ela foi desenhada assim. Como um homem na posição privilegiada que estou, sinto que preciso falar sobre isso. Por causa da minha ignorância, eu não reconheci tudo que era, mas não quero nunca mais me beneficiar do colapso dos outros novamente.
Eu não fui perfeito enquanto navegava tudo isso na minha carreira. Sei que este pedido de desculpas é o primeiro passo e não absolve o passado. Eu quero ser responsável por meus erros e ser parte de um mundo que apoia e coloca outros para cima.
Eu me importo profundamente com o bem-estar das pessoas que amo e amei. Eu posso melhorar e vou melhorar”.
Ainda vivendo dias tensos após a saída do reality, o ator Lucas penteado tem participado de alguns programas de TV e cedendo entrevistas sobre sua breve participação na 21º edição do programa.
Um assunto muito comentando após a saída do ator foi o beijão que rolou com o economista Gilberto, no programa. Muitas pessoas shipparam o casal, que não pôde passar muito do 1º beijo, pois a reação da casa em relação ao beijo serviu de estopim para Lucas desistir do reality, mas tanto aqui fora, como lá dentro o beijo e o casal estão sendo muito lembrados.
“Me apaixonei, me lasquei“, disse Gilberto lembrando os momentos com o ator no programa.
Já do lado de fora, Lucas elogiou bastante o economista, e quando questionado sobre o beijo na sua participação no Encontro com Fátima Bernardes, disse: “Entre toda essa violência, esse foi um ator de amor, foi sentimento, foi liberdade.” disse o ator.
Hoje, em entrevista a jornalista Patrícia Kogut, do O Globo, Lucas falou novamente sobre a casa, o jogo, a recepção dos fãs aqui fora e claro… de Gilberto:
“Vou tê-lo no coração para o resto da vida. Tenho carinho muito grande por ele e por toda a família. Quando o Gil sair, quero dar um abraço. Se eu sou livre ou não, quando o Gil sair eu respondo”
Os fãs do casal continuam ‘shippando’ muito e torcendo para esse reencontro.
A peça traz a história de Linda, uma menina de oito anos que não entende o conceito de raça, só de cor e acaba se definindo como marrom durante sua busca para entender a sua real identidade.
Montada com o intuito de quebrar barreiras sociais e culturais, evidenciando sobre até onde são reproduzidos, sem reflexão, discursos que abalam (e magoam) a mágica das diferenças. O mote central da peça é trazer o conceito dos considerados “desencaixados” na sociedade, segundo a autora.
Inspirada na história real de Lorena de Melo Schaefer, Linda, a personagem, é filha de pai branco alemão e mãe negra brasileira. A jovem, então, é a fusão desse encontro entre duas pessoas com referências culturais e familiares distintas. Como não era branca como o pai, nem negra como a mãe, ela se definiu como marrom.
Com uma narrativa divertida, a protagonista enfrenta tudo com muito humor, personalidade e música, para fazer pessoas de todas as idades refletirem sobre a pluralidade cultural que existe ao nosso redor.
Moradora de um condomínio de classe média, seu sentimento de deslocamento aflora quando a professora pede uma redação sobre identidade e para colaborar, o professor de alemão sugere um trabalho sobre contos de fada e sua amiguinha (branca, loira e com olhos azuis) considera que a princesa tem que ser ela e não Linda. Estereotipada pela menina. Linda entra em crise.
Após vivenciar episódios desconcertantes, Linda foge dos seus conflitos, em busca de um mundo onde todos sejam iguais a ela. Como toda fuga, muitas aventuras a aguardam na “Terra do Marrom”.
O espetáculo, que já foi passado no presencial, possui 4 indicações ao 3º Prêmio CBTIJ de Teatro, dentre elas as de Melhor Atriz (Vilma Melo), Melhor Autor (Renata Mizhari), Melhor Atriz Coadjuvante (Maíra Kestenberg); 2 indicações no Prêmio Zilka Sallaberry, em Melhor Texto e Melhor Espetáculo e 2 indicações no 5º Prêmio Botequim Cultural, nas categorias de Melhor Texto(Renata Mizrahi) e Melhor atriz (Maíra Kestenberg).
O processo seletivo da edição 2021 do programa de bolsas de estudo da Fundação Estudar vai oferecer uma mentoria voltada exclusivamente para jovens negros. Os participantes serão selecionados pelo ID_BR (Instituto Identidades do Brasil) e receberão todas as dicas necessárias para concorrerem ao auxílio do Programa ‘Líderes Estudar’.
A ONG parceira da Fundação Estudar tem como compromisso acelerar a promoção da igualdade racial. Juntas, as duas organizações pretendem ampliar as oportunidades educacionais do Programa de Líderes, que oferece cobertura de até 95% dos custos de estudar nas melhores universidades do Brasil e do mundo. A iniciativa também está com inscrições abertas.
Para que os jovens possam participar da seleção da mentoria, é necessário que tenham entre 16 e 34 anos, nacionalidade brasileira e estejam em processo de aceitação, matriculado ou cursando o ensino superior. São elegíveis estudantes de graduação no Brasil, intercâmbio acadêmico de graduação ou duplo diploma no exterior, graduação completa no exterior ou pós no exterior.
“A parceria entre Fundação Estudar e ID_BR existe porque queremos ampliar nosso impacto juntos e dar acesso para cada vez mais jovens negros a oportunidades de estudo, desenvolvimento e carreira. No programa de Líderes Estudar, nosso objetivo é encontrar os talentos negros que se destacam acadêmica e profissionalmente”, explica Anamaíra Spaggiari, diretora-executiva da Fundação Estudar.
As vagas para a mentoria são limitadas e não garantem a conquista da bolsa. Os participantes que forem selecionados para o programa da Fundação também farão parte da rede de bolsistas do programa “Sim à Igualdade Racial”, do ID_BR.
A série dramática retorna com 4º temporada em maio na HBO e na HBO GO. A vencedora do Emmy® Uzo Aduba interpretará a protagonista, Dra. Brooke Taylor, uma terapeuta observadora e empática.
Na quarta temporada, a série é ambientada nos tempos atuais em Los Angeles e apresenta três pacientes diferentes que fazem sessões com a profissional buscando ajuda para lidar com diversos conceitos modernos.
Questões como a pandemia atual e recentes mudanças sociais e culturais são o pano de fundo do trabalho de Brooke – enquanto ela mesma lida com complicações na sua vida pessoal.
Sobre a série:
Em Terapia conta também com Anthony Ramos como Eladio, que trabalha no tratamento domiciliar do filho adulto de uma família rica; Liza Colón-Zayas como Rita, amiga e confidente de longa data que apoia Brooke enquanto ela enfrenta suas questões pessoais após uma perda; John Benjamin Hickey como Colin, um milionário charmoso que se tornou um criminoso do colarinho branco e pensa em como a sua vida mudou após a recente saída da prisão; Quintessa Swindell como Laila, uma paciente adolescente e desconfiada de Brooke, que tenta construir sua identidade independente das expectativas da sua família controladora; e Joel Kinnaman como Adam, ex-namorado de Brooke que reapareceu e complicou ainda mais a vida dela.
Produzida pela HBO Entertainment, tem produção executiva de Stephen Levinson, Mark Wahlberg, Hagai Levi, Jennifer Schuur, Joshua Allen e Melissa Bernstein; Joanne Toll e Noa Tishby são coprodutores executivos. A série ganhou o Emmy®, o Peabody® e o AFI Awards®.