O filme ‘Emancipation’ foi aprovado por Rihanna. Em nova entrevista para o site E! News, o ator Will Smith revelou que a artista barbadiana adorou o novo longa. O astro contou como foi a reação da cantora depois que ela compareceu a uma exibição privada do filme com alguns de seus outros amigos em outubro. “Rihanna ficou impressionada com a cinematografia”, disse Smith. “Ela não conseguia superar a aparência do filme e a sensação que ele passava.”
Smith acrescentou que também teve uma boa ideia do que seus outros amigos que compareceram à exibição – incluindo Dave Chappelle, Tyler Perry, A$AP Rocky e Kenya Barris – também pensaram no filme. “O que é ótimo com os negros é que eles conversam com a tela o tempo inteiro, então você não precisa pedir a opinião das pessoas”, brincou ele. “Então, não precisei pedir a opinião de ninguém da sala.”
De acordo com a Apple TV+, ‘Emancipation’ apresenta a seguinte sinopse: “Inspirado na emocionante história real de um homem que faria qualquer coisa por sua família e pela liberdade. Quando Peter, um homem escravizado, arrisca sua vida para escapar e voltar para sua família, ele embarca em uma perigosa jornada de amor e resistência, onde é forçado a despistar caçadores implacáveis e os pântanos impiedosos da Louisiana numa tortuosa jornada em direção ao Norte.”
O filme será lançado nos cinemas dos Estados Unidos no dia 2 de dezembro de 2022 e estará disponível globalmente no Apple TV+ a partir de 9 de dezembro de 2022. Durante a última semana de novembro, Smith chegou a declarar que respeita quem não estiver pronto para assistir o filme, após a polêmica do Oscar 2022 envolvendo Chris Rock.
Ontem, 4 de dezembro, foi Dia de Santa Bárbara. Na Bahia, dia de festa. Especificamente em Salvador, as ruas repletas de devotos que usam roupas vermelhas. São todos eles católicos? Com toda certeza, não. A maioria, adepto de religião de matriz africana: seja a umbanda, candomblé, omolokô ou batuque.
Crédito: Roque Boa Morte (@roqueboamorte) no Pelourinho, 2022.
A razão da associação? O sincretismo religioso, que por alguns é considerado dispensável nos tempos atuais, mas por conta de seu peso e valor histórico, se tornou um fenômeno da nossa cultura. Muito raramente você vai encontrar uma casa de candomblé ou de umbanda que não carregue fragmentos desse fenômeno. A ancestralidade conectada à memória, possibilita o resgate ancestral de costumes, crenças e culturas que foram vivenciadas por nossos antepassados, compreendendo isso, torna-se indiscutível a importância do sincretismo para compreendermos a história do povo de axé.
Quando os povos africanos foram sequestrados por colonizadores europeus e traficados para as Américas, eram catequizados. O homem branco em sua atuação historicamente asquerosa, não poupou esforços para o apagamento geral da tradição de diversos povos, principalmente de pessoas pretas e indígenas. Enfiava goela abaixo o ensinamento forçado da filosofia cristã, que demonizava toda cultura que se diferenciasse do que na época comandava o mundo: o catolicismo. Como consequência da violência do homem branco, a escravidão fez com que o povo preto se organizasse politicamente pra que suas culturas resistissem ao genocídio do povo preto — que se perdura até os dias atuais. Dentre as várias tecnologias que hoje nos possibilitam o acesso à cosmogonia africana, o sincretismo foi utilizado propositalmente para que fosse possível a prática de uma fé que foi criminalizada até pouco tempo no Brasil.
Pasmem: O culto afro-brasileiro era considerado crime mesmo no Brasil “pós abolicionista”. O primeiro registro de Terreiro de Candomblé no país foi em 1830, na Barroquinha, bairro que fica situado em Salvador, Bahia. Atualmente esse terreiro é conhecido como Terreiro da Casa Branca. É claro que “a macumba” teve seu início bem antes disso, mas ainda assim, entendemos que o registro aconteceu tardiamente se considerarmos que os povos africanos foram trazidos ao Brasil por volta do ano de 1500. A escravidão teoricamente se findou em 1888, no entanto, apenas em 1946 que foi decretada a liberdade de culto religioso no Brasil. Foram mais de 130 anos de luta após o registro do primeiro de terreiro de candomblé para que o Estado descriminalizasse o culto afro-religioso, mas até hoje perduram-se os resquícios desse preconceito enraizado. Ainda que o decreto de 1946 seja para a liberdade e manifestação de diversas religiões e que a sociedade diga que assim como o Candomblé, outras religiões também sofrem preconceito, no ano de 2021, 91% dos ataques contra manifestações religiosas de qualquer natureza foram direcionados à religiões de matriz africana.
Foto: Roque Boa Morte (@roqueboamorte)
Os terreiros de umbanda, candomblé, quimbanda, tambor de mina (…) são quilombos contemporâneos, onde o povo preto se reúne, se reconhece, se acolhe e celebra as suas culturas, mas ainda assim assim tem sido até hoje alvo de intolerantes religiosos. É um fato: religião de branco não é, e nunca foi criminalizada de tal forma. Por conta disso, para driblar as autoridades estatais, o povo negro passou a associar e fazer paralelos dos santos católicos com os orixás. Por exemplo: Santa Bárbara, por ter ligação com o raio, e Iansã por ser a força do próprio raio, tiveram essa correlação. Ogum na Bahia foi atrelado no sincretismo a Santo Antônio, já no Rio de Janeiro, é cultuado como São Jorge. E por aí vai. É importante reiterar que Orixás não são Santos Católicos e vice-versa, mas o sincretismo tem sim sua relevância para que se reverberem os fragmentos históricos de uma cultura que tem como base a oralidade.
O sincretismo religioso é fruto da criminalização que sofreu a cultura africana nas Américas. Mas é também símbolo de resistência e resultado de uma tecnologia utilizada por nossos ancestrais, para lembramos e reverenciarmos toda sabedoria e legado deixado para que hoje tivéssemos uma mínima liberdade.
Foto: reprodução / redes sociais.
Em tempo, na mesma data de ontem (4), a estátua de Mãe Stella de Oxossi, que foi uma das maiores yalorixás do Brasil e símbolo de resistência afro-religiosa, foi criminalmente incendiada e vandalizada por intolerantes religiosos. Não é a primeira vez que esse monumento é atacado pela da sociedade civil, enquanto o Estado não providenciar uma atitude severa e investigar o crime com prioridade, ações como essa não deixarão de ser cometidas.
Infelizmente, ainda somos alvo principal do racismo religioso, temos nossos terreiros e quilombos frequentemente depredados, mas seguimos resistindo e fazendo história, construindo um futuro ainda mais seguro, assim como nossos ancestrais fizeram por nós.
Aconteceu em Salvador, durante os dias 26 e 27 de setembro, a 2ª edição do AFROPUNK Bahia. O festival promoveu uma enorme celebração da cultura negra, unindo aspectos de moda, pertencimento e música, amplificando a força do encontro de ritmos e criando uma experiência verdadeiramente épica.
Junto ao festival, a Meta, empresa proprietária do Facebook, WhatsApp e Instagram, lançou sua primeira campanha no Brasil, abrindo trabalhos como patrocinadora oficial do AFROPUNK Bahia. A iniciativa criou uma série de experiências audiovisuais que encantaram e surpreenderam os participantes.
Com um stand exclusivo dentro do AFROPUNK, chamado de Meta HitLab, a empresa promoveu uma experiência que convidava o público a transformar seus movimentos e sons em artes para os telões da ativação, tudo por meio de uma tecnologia responsiva e generativa.
A ativação mostrou ao público a forma como algumas das tecnologias ligadas ao metaverso, como a realidade aumentada (AR), já estão ao alcance da grande maioria dos brasileiros por meio de seus telefones celulares. Dentro do Meta HitLab, quando os visitantes falavam ao microfone ou se movimentavam dentro dos spots, a tela criava um mix de cores, que junto ao movimento das partículas, formava uma arte colaborativa única e imersiva.
(Criadores de conteúdo e artistas que fizeram parte da experiência do MetaHit Lab, dentro do AFROPUNK Bahia. Foto: Divulgação)
Presente no maior festival de cultura e música preta do mundo, a Meta mostrou ainda que é possível fazer arte em diferentes realidades e plataformas, levando as vozes das pessoas para outras dimensões.
Como expansão da ação, nesta última terça-feira (29), a Meta lançou um filtro de realidade aumentada que permite com que as pessoas criem suas próprias músicas e expressão de arte através de um bot e as compartilhem em suas redes sociais. O filtro mistura batidas e harmonias por meio do movimento da cabeça, boca, olho e interação do usuário para criar uma música única. A presença da tecnologia já é uma realidade no processo de criação de diferentes formas artísticas, inclusive na música.
Formação para criadores de conteúdo negros
Além disso, com o objetivo de fomentar a formação e participação de grupos sub-representados no mercado de tecnologia, a Meta, junto com a Inventivos, plataforma de formação de novos empreendedores, lança a primeira formação com foco em novos negócios e realidade aumentada para criadores de conteúdo negros e periféricos. A formação, que contemplará cinquenta criadores, será realizada em encontros on-line, ao vivo e gravados. As inscrições podem ser realizadas no site do programa até o dia 11/12.
Podem se inscrever no programa criadores de conteúdo autodeclarados negros e periféricos que tratam sobre temas da insdústria criativa, como moda, design, música, arquitetura e muito mais.
Esse é um conteúdo pago por meio de uma parceria entre a Meta e o site Mundo Negro.
O pastor Kleber Lucas regravou sua música “Deus Cuida de Mim“, um dos maiores sucessos na música gospel brasileira, junto com o Caetano Veloso. O louvor foi lançado neste domingo (4).
O encontro entre os dois cantores aconteceu durante as eleições deste ano, em que eles participaram da gravação do jingle “Vou pedir pra você votar”, em campanha para Lula (PT), presidente eleito. Kleber também foi anunciado no sábado (3) como um dos artistas confirmados no show da posse de Lula, no dia 1º de janeiro, em Brasília.
Kleber falou sobre a importância da parceria com Caetano Veloso em entrevista ao Fantástico, na TV Globo, exibido ontem. “Fazemos músicas em setores diferentes, mas temos similaridades. Acho que essa música aponta também para essas pontes que precisam ser construídas, porque algumas foram demolidas, e que mostram que nós juntos podemos construir coisas lindas, belas, maravilhosas e podemos conviver de uma forma pacífica mesmo acreditando em coisas diferentes”.
“Foi uma experiência muito especial. Meu filho estava junto, então é uma sensação de que a música, a nossa música brasileira, a nossa brasilidade, ela é geracional”, diz o pastor sobre coro na música, formado por cinco artistas que começaram a cantar em igrejas evangélicas.
A música original foi lançada em 1999 e é cantada em milhares de igrejas evangélicas no Brasil. A nova versão já tem um clipe publicado, mostrando os bastidores da gravação em estúdio.
Referência na música gospel, Kleber já gravou 14 álbuns, sendo todos discos de ouro. E foi vencedor do Grammy Latino, em 2013, na categoria Melhor Álbum de Música Cristã.
O Movimento Verde Amarelo, torcida da seleção brasileira, promete homenagear Pelé no jogo do Brasil contra a Coreia do Sul, nesta segunda-feira (5), às 16h, pelas oitavas de final da Copa do Mundodo Catar. Os torcedores irão gritar o nome “Pelé” repetidas vezes aos 10 minutos da partida e pretendem fazer isso no primeiro tempo de todos os próximos jogos da seleção brasileira.
Bandeiras em homenagem ao Pelé também serão exibidas nas arquibancadas. As mesmas que foram vistas no último jogo da seleção brasileira contra Camarões, na sexta-feira (2), em que o Brasil perdeu por 1 a 0.
Após notícias do agravamento do estado de saúde, Pelé tem recebido diversas homenagens. No Catar, o rosto dele tem sido estampado nos prédios, com a mensagem “Get well soon” (Fique bem logo, em português), desejando uma boa recuperação.
O ex-jogador de 82 anos está internado há quase uma semana em São Paulo, no Hospital Albert Einstein. Segundo as filhas dele, Kelly e Flavia, ele foi diagnosticado com Covid-19 há três semanas e agora está internado para tratar uma infecção respiratória.
A Folha de São Paulo chegou a noticiar que Pelé está em estado paliativo, sem responder mais aos tratamento químicos, devido ao câncer de cólon, mas a equipe médica negou a informação e afirma que ele está com a saúde estável, respondendo bem aos tratamentos com antibiótico.
“Estou forte, com muita esperança e sigo meu tratamento como sempre”, afirmou Pelé nas redes sociais, em agradecimentos pelas mensagens recebidas.
O Rei do Futebol teve o câncer identificado em setembro de 2021. No início do ano, a doença alcançou o estágio de metástase, quando se espalha para outros órgãos do corpo humano. Agora, ele passa por uma reavaliação do tratamento de quimioterapia.
Chegou a fase de mata mata na Copa do Mundo 2022 e o Brasil vai contar com o jogador Neymar, que volta aos campos após sofrer uma lesão no tornozelo.
Segundo informações da equipe médica da Seleção, Neymar evoluiu bem nos últimos dias, por isso está em condições de jogar, contudo, se o craque sentir-se mal durante o jogo, o treinador tem as opções de Fred ou Rodrygo.
Além dele, quem também tem retorno confirmado é Danilo, que irá ocupar a lateral esquerda com a ausência de Alex Sandro. O lateral também ficou fora dos jogos contra os suíços e os camaroneses por conta de uma torção no tornozelo e teve uma recuperação ainda mais rápida que a de Neymar.
Com 26 jogadores no Catar, vale lembrar que a Seleção já tem duas baixas definitivas para os mata-matas da Copa. O lateral-esquerdo Alex Telles e o atacante Gabriel Jesus foram cortados por conta de lesões e terão de retornar para seus clubes para entrar em recuperação.
Se passar da Coreia do Sul, o Brasil enfrentará o vencedor de Japão x Croácia nas quartas de final da Copa do Mundo.
Um dos jornais mais conhecidos dos Estados Unidos, O Los Angeles Times, publicou sua lista anual com os melhores trabalhos do ano em diversas áreas da cultura e do entretenimento.
Na lista que contém uma grande diversidade de artistas, Beyoncé foi um dos destaques da temporada, segundo a publicação. A cantora apareceu no topo do ranking de melhores discos do ano com o “Renaissance” e também liderou a lista de melhores músicas de 2022, com Break My Soul .
Sobre a obra completa da estrela norte-americana, a publicação opinou:
“A superestrela de pensamento mais profundo do pop realmente não lida com nada além de grandes declarações importantes. No entanto, o escopo textural e o rigor intelectual – para não mencionar a emoção e o puro prazer – deste tributo amoroso aos pioneiros negros e queers da dance music ainda é impressionante de se ver. Dê play no clube; na biblioteca; sempre que alguém duvidar que a história está viva” – LA Times sobre o Renaissance.
Além de Beyoncé, o jornal elege “Motomami”, de Rosalía, e “Un Verano Sin Ti“, de Bad Bunny, o segundo e terceiro melhor álbum do ano, respectivamente.
A vida, os recordes e os feitos impressionantes da ex-ginasta Daiane dos Santos serão contados em um filme inédito, ainda em desenvolvimento pela produtora Maria Farinha Filmes. Ambientado nos anos de 1990, o longa mostrará como a atleta foi descoberta ocasionalmente num parquinho e acabou se tornando uma das figuras mais importantes para a história da ginástica brasileira.
Ainda não foi decidido quem interpretará Daiane no filme, mas de acordo com o colunista Lauro Jabor, do jornal O Globo, sabe-se que a obra irá relatar os detalhes do esporte e todas as dificuldades vivenciadas pela ginasta. Ao longo da carreira, Daiane conquistou nove medalhas de ouro em campeonatos mundiais. Ela foi a primeira ginasta brasileira, entre homens e mulheres, a conquistar uma medalha de ouro em uma edição do Campeonato Mundial.
Natural de Porto Alegre, Rio Grande do Sul, Daiane fez história no esporte. Ela possui dois movimentos nomeados em sua homenagem após ser a primeira ginasta no mundo a realizá-los: o duplo twist carpado, ou Dos Santos I, e a evolução deste primeiro: o duplo twist esticado, ou Dos Santos II.
Na corrida pelo Oscar! O filme “Marte Um“, de Gabriel Martins, foi comprado pela distribuidora Array Releasing, deAva DuVernay, segundo a Variety. A obtenção de direitos dará a oportunidade do longa ser exibido em cinemas selecionados nos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia. O público norte-americano também poderá assistir o filme na Netflix, a partir do dia 5 de janeiro.
“Marte Um” está representando o Brasil para conquistar uma vaga no Oscar 2023 e as novidades aproximam o filme ainda mais aos favoritos. A Academia de Artes e Ciências Cinematográficas irá divulgar a pré-lista de filmes concorrentes ao Oscar no dia 21 de dezembro. A premiação está agendada para março de 2023.
“Gabriel Martins criou um drama cheio de emoções em sua primeira estreia solo na direção”, disse Tilane Jones, presidente da Array. “A Array tem o orgulho de distribuir ‘Marte Um, que marca a primeira vez que o Brasil escolhe um filme de um diretor negro brasileiro para representar o país no Oscar de melhor longa internacional”, completou.
O filme lançado em agosto deste ano já está fazendo histórias nas premiações de cinema. Após estreia no Festival de Sundance, nos EUA, “Marte Um” foi aclamado no Festival de Gramado por levar os prêmios de Melhor Filme pelo Júri Popular, Melhor Roteiro, Melhor Trilha Musical e Prêmio Especial do Júri.
Nos EUA, o longa também recebeu troféu de Melhor Filme de Ficção, Melhor Filme Internacional e Melhor Elenco no Out On Film Festival – Atlanta LGBTQ Film Festival e Melhor Longa de Ficção no Nashville Film Festival.
Sinopse
O filme traz o cotidiano de uma família periférica, nos últimos meses de 2018, pouco depois das eleições presidenciais. O garoto Deivid (Cícero Lucas), o caçula da família Martins, sonha em ser astrofísico, e participar de uma missão que em 2030 irá colonizar o planeta vermelho. Morando na periferia de um grande centro urbano, não há muitas chances para isso, mas mesmo assim, ele não desiste. Passa horas assistindo vídeos e palestras sobre astronomia na internet.
O pai, Wellington (Carlos Francisco), é porteiro em um prédio de elite, e há um bom tempo está sem beber, uma informação que compartilha com orgulho em sessões do AA. Tércia (Rejane Faria) é a matriarca que, depois um incidente envolvendo uma pegadinha de televisão, acredita que está sofrendo de uma maldição. Por fim, a filha mais velha é Eunice (Camilla Damião), que pretende se mudar para um apartamento com sua namorada (Ana Hilário), mas não tem coragem de contar aos pais.
Serão dez pilares nas áreas da Empregabilidade, Cultura e Educação
O Instituto Identidades do Brasil (ID_BR) abriu as indicações para o Prêmio Sim à Igualdade Racial 2023. A premiação tem o objetivo de reconhecer os principais nomes de pessoas, empresas, instituições e iniciativas que atuam pela igualdade racial no Brasil. São dez categorias, que estão divididas em três pilares: Empregabilidade, Cultura e Educação. Todas elas receberão indicações do público através do site do ID_BR.
Na etapa seguinte, haverá uma curadoria especializada para escolher quatro finalistas por seção. Os nomes selecionados serão enviados para um júri técnico que vai decidir os premiados. O ID_BR não escolhe os/as vencedores.
Jorge Aragão e Xamã na apresentação na premiação de 2022 (Foto: Divulgação)
Todos os premiados vão ganhar uma estatueta com a obra “Mad World”, do artista plástico Vik Muniz, que retrata um globo terrestre a partir de acontecimentos importantes pelo mundo. Em oito pilares, os vencedores recebem ainda um prêmio de R$3 mil reais.
O pilar de Cultura é dedicado às indicações de cantoras/cantores, produtores culturais, produtores musicais e artistas negros e indígenas que tenham um portfólio com experiência consolidada.
Na Educação, o intuito é premiar iniciativas que buscam promover a igualdade racial criando formas de acesso, narrativas e métodos de aprendizado.
Com a empregabilidade, o objetivo é premiar empresas que valorizem e possuam práticas voltadas à igualdade racial, como programas internos direcionados ao tema, grupos de trabalho e posicionamentos perante o público externo.
Homenagem à Elza Soares no Prêmio Sim à Igualdade Racial deste ano (Foto: Divulgação)
Quem quiser fazer indicações, pode acessar o link Prêmio Sim à Igualdade Racial (simaigualdaderacial.com.br) e sugerir quantos nomes desejar até o dia 08 de dezembro. Na página oficial do ID_BR e no Instagram estão detalhados os critérios específicos para cada um dos três pilares.
Na edição de 2022, os vencedores foram: o diretor Jeferson De, a influenciadora indígena Txai Suruí, Ailton Krenak, a deputada federal Joênia Wapichana, o podcast Mano a Mano, entre outros.