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COP28: Rede “Vozes Negras pelo Clima” traz recortes raciais para evento em Dubai

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Luciana de Oliveira, uma das 11 lideranças da Rede Vozes Negras pelo Clima e o governador do ES Renato Casagrande ( Foto: Divulgação)

A Rede Vozes Negras pelo Clima, fruto do projeto “Mulheres Negras e Justiça Climática” da Anistia Internacional Brasil reúne líderes femininas de oito estados brasileiros, representando diversos biomas. Sua missão transcende fronteiras, buscando promover direitos humanos, justiça socioambiental e combate ao racismo climático em escalas territorial, regional, nacional e internacional.

Atualmente, durante a COP28 em Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, essas mulheres estão ativamente presentes, contribuindo para os debates sobre mudanças climáticas. A COP, uma iniciativa anual da ONU, visa prevenir intervenções humanas prejudiciais ao sistema climático mundial. A participação da Rede Vozes Negras na COP28 destaca-se, ampliando o diálogo e fortalecendo vozes historicamente marginalizadas em nível global. O evento acontece de 30 de novembro a 13 de dezembro.

Essas líderes negras, envolvidas em ações locais e regionais, expandem sua influência para a esfera internacional, potencializando a ação de mulheres negras no enfrentamento do racismo ambiental. “Dependendo do local, a repercussão dos desastres climáticos é diferente e sabemos que em nossos territórios é tudo ainda mais cruel e difícil. Temos que chegar nesse lugar de decisão, pois nós como mulheres negras vamos trazer para o chão a realidade que não é olhada”, Maria José Pacheco membro do coletivo em um documento de apresentação do projeto.

Durante a conferência, a Rede busca potencializar e dar visibilidade às ações já desenvolvidas por suas integrantes, conectando-as a esforços mais amplos de incidência política em nível nacional e internacional. Além disso, a formação e empoderamento das mulheres da rede nas temáticas das mudanças climáticas e do racismo ambiental são objetivos específicos, visando o acesso aos mecanismos nacionais e internacionais de denúncias e garantia de direitos.

A incidência política e advocacy nos territórios, espaços e organismos nacionais e internacionais são pilares fundamentais da atuação da Rede, buscando alcançar ações de mitigação, reparação, adaptação e resolução de conflitos. Essas mulheres não apenas levam suas vozes aos corredores do poder, mas moldam as conversas, influenciando políticas e práticas para criar um futuro mais justo e sustentável para todos.

MLB anuncia nova edição do ‘Natal Sem Fome e Sem Miséria’, projeto que de enfrentamento à fome no Brasil

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Foto; Reprodução / Stock Adobe.

Todos os anos o Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB), organiza uma grande campanha chamada ‘Natal Sem Fome e Sem Miséria’, para denunciar as altas nos preços dos alimentos e denunciar a fome que atinge milhões de brasileiros. Atualmente, são mais de 32 milhões de crianças enfrentando a pobreza, e mais de 70 milhões de pessoas vivendo na chamada “insegurança alimentar”.

É nesse sentido que o MLB organiza há mais de 17 anos, a campanha ‘Natal Sem Fome e Sem Miséria’, com o intuito de arrecadar recursos, alimentos e brinquedos, a fim de atender diversas famílias das ocupações urbanas e das periferias do Brasil.

Como parte dessa campanha, neste sábado(02), às 16h, o MLB realizará uma live que contará com a participação de diversos artistas como Don L, FBC, Baiana System, Alice Carvalho, Leoni, Peres Kenji, Luiz Villaça, Mago de Tarso, e inúmeras lideranças de movimentos sociais e das frentes de lutas populares como Silvia Nascimento, Isuperio, Deputado Glauber Braga, Chavoso da USP, Maria Lúcia Fattorelli, Eduardo Moreira, Heloísa Villela e muito mais.

A live será transmitida pelo canal do Jornal A Verdade no Youtube.

Jornalista Isadora Santos lança projeto que reflete sobre a maternidade como trabalho não remunerado

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Foto: Leandro de Assis

Mãe de um bebê que acaba de completar um ano de vida, a jornalista Isadora Santos, lançou nesta sexta-feira, 1, o projeto “Notícias de Mãe”, que reflete a maternidade como um trabalho não remunerado.

Imagem: Reprodução

“Com a chegada do meu filho, as novas demandas do bebê e a mudança na rotina, entendi que teria que ampliar minha jornada de trabalho, não só adicionando novos horários, mas oficializando esse novo emprego para uma jornada de período integral, um trabalho 360 graus, 24 horas por dia, sete dias por semana, praticamente sem descanso”, refletiu a jornalista que também integra o time de editores do site Mundo Negro.

Através de uma newsletter que será publicada quinzenalmente no perfil da jornalista no LinkedIn, ela compartilhará reflexões pessoais e a opinião de profissionais sobre o trabalho materno: “Ao celebrar um ano desse emprego em tempo integral que planejei, organizei e que consegui sem mesmo ter um currículo, a não ser aquele preparado estrategicamente para quem vive em uma sociedade patriarcal que nos treina a cuidar logo cedo ‘brincando de casinha’, começo a compartilhar aqui as habilidades que adquiri e como a rotina da maternidade tem acontecido para mim, além de entender como criar uma criança tem sido para outras mulheres”, afirmou.

Em 2022, 61,7% dos óbitos por HIV/aids foram entre pessoas negras, revela boletim

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Foto: Freepik

Dezembro Vermelho | Dado a relevância do Dia Mundial de Luta Contra Aids, neste 1º de dezembro, o Ministério da Saúde divulgou um novo Boletim Epidemiológico sobre HIV/aids, nesta quinta-feira (30). Segundo o levantamento apresentado, 61,7% dos óbitos foram entre pessoas negras (47% em pardos e 14,7% em pretos) e 35,6% entre brancos. Apesar de registrar uma queda de 25,5% de mortalidade por aids nos últimos dez anos, só em 2022, morreram cerca de 30 pessoas por dia, um total de 10.994.

Os dados reforçam a necessidade de considerar os determinantes sociais para respostas efetivas à infecção e à doença, além de incluir populações chave e prioritárias esquecidas pelas políticas públicas nos últimos anos. Nesta quinta-feira (30), a pasta também lançou na TV aberta, nas redes sociais e em locais de grande circulação de pessoas em todo país a campanha de conscientização com o tema “Existem vários jeitos de amar e vários de se proteger do HIV”, reiterando a importância do cuidado.

Ainda segundo o boletim, na análise da variável raça/cor, observou-se que, até 2013, a cor de pele branca representava a maior parte dos casos de infecção pelo HIV. Nos anos subsequentes, houve um aumento de casos notificados entre pretos e, principalmente, em pardos, representando mais da metade das ocorrências desde 2015.

Estima-se que, atualmente, um milhão de pessoas vivam com HIV no Brasil. Desse total, 650 mil são do sexo masculino e 350 mil do sexo feminino. De acordo com o Relatório de Monitoramento Clínico do HIV, na análise considerando o sexo atribuído no nascimento, as mulheres apresentam piores desfechos em todas as etapas do cuidado. Enquanto 92% dos homens estão diagnosticados, apenas 86% das mulheres possuem diagnóstico; 82% dos homens recebem tratamento antirretroviral, mas 79% das mulheres estão em tratamento; e 96% dos homens estão com a carga viral suprimida – quando o risco de transmitir o vírus é igual a zero – mas o número fica em 94% entre as mulheres.

Para acabar com a aids como problema de saúde pública, a Organização das Nações Unidas (ONU) definiu metas globais: ter 95% das pessoas vivendo com HIV diagnosticadas; ter 95% dessas pessoas em tratamento antirretroviral; e, dessas em tratamento, ter 95% com carga viral controlada. Hoje, em números gerais, o Brasil possui, respectivamente, 90%, 81% e 95% de alcance. O Ministério da Saúde reafirma que possui os insumos necessários e já aumentou, neste ano, 5% a quantidade total de pessoas em tratamento antirretroviral em relação a 2022, totalizando 770 mil pessoas.

Em 2022, entre os casos de infecção pelo HIV notificados no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), 29,9% ocorreram entre brancos e 62,8% entre negros (13% de pretos e 49,8% de pardos). No mesmo ano, entre os homens, 30,4% dos casos notificados ocorreram em brancos e 62,4% em negros (12,8% de pretos e 49,6% de pardos); entre as mulheres, 28,7% dos casos se verificaram em brancas e 64,1% em negras (13,8% de pretas e 50,3% de pardas). Para os casos notificados de aids, o cenário também preocupa: dos 36.753 diagnosticados, 60,1% estão entre a população negra.

Para aprimorar os indicadores de saúde e guiar políticas públicas de combate ao racismo, redução das desigualdades e promoção da saúde ao longo dos próximos anos, o Ministério da Saúde tornou obrigatório o preenchimento do campo raça/cor no Cartão Nacional de Saúde, o cadastro do cidadão no SUS. A partir de 2023, os sistemas não permitem mais o registro ‘sem informação’.

Recorte raça/cor também preocupa entre as gestantes

Em 2022, houve um predomínio de casos de gestantes com infecção pelo HIV entre pardas (52,1%), seguidas de brancas (28,5%). As gestantes pretas corresponderam a 14% nesse mesmo ano. O diagnóstico do HIV em gestantes é muito importante para que as medidas de prevenção possam ser aplicadas de forma eficaz e consigam evitar a transmissão vertical do vírus. A maior parte das gestantes notificadas já é sabidamente HIV positiva antes do pré-natal e, em 2022, essas mulheres representaram quase 60% dos casos. É importante que essas gestantes estejam em uso regular de terapia antirretroviral (Tarv) e tenham suas cargas virais indetectáveis no momento do parto.

O percentual de realização de pré-natal é elevado entre as gestantes/parturientes/puérperas com HIV e tem se mantido em torno de 90% em todo o período analisado. No entanto, em 2022, o uso de Tarv durante o pré-natal foi relatado em apenas 66,8% dos casos. Essa informação é importante e necessária para a certificação de eliminação da transmissão vertical do HIV, cuja meta é atingir cobertura de Tarv igual ou superior a 95%. O percentual de gestantes/parturientes/puérperas sem uso de Tarv foi de 13,5%, e em 19,7% a informação sobre o uso da terapia era ignorada em 2022, segundo dados do Sinan.

Fonte: Agência Gov

Com palestras de Silvio Almeida e Margareth Menezes, edição nacional do Expo Favela começa nesta sexta-feira

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Foto: Divulgação

A primeira edição nacional do Expo Favela Innovation Brasil 2023 começou hoje, marcando a abertura do evento de inovação e empreendedorismo que acontece em São Paulo, no Expo Center Norte, nos dias 1, 2 e 3 de dezembro. 

A edição nacional do Expo Favela vai receber 220 empreendedores de favelas vindos de diversas regiões do Brasil, selecionados como os 10 melhores de cada edição estadual, juntamente com outros empreendedores escolhidos para uma repescagem, garantindo uma representação de projetos inovadores em todo o país.

Um dos destaques são os palestrantes deste ano, que incluem personalidades conhecidas da política, televisão e artes e comunicação como o Ministro dos Direitos Humanos e Cidadania, Silvio Almeida, a Ministra da Cultura, Margareth Menezes, além de Natuza Nery, MV Bill, Luciano Huck, Thelminha, Adriana Barbosa, Aline Torres, Paula Lima, Salgadinho, Igor 3K, Kleber Lucas, Xande de Pilares, AD Junior e outros compartilham suas experiências e visões.

Uma das novidades do evento, organizado pelo Grupo Favela Holding, é o espaço dedicado a empreendedores africanos residentes no Brasil. Com a participação de 50 empreendedores de países como Angola, Senegal, Moçambique, Togo, Camarões e República Democrática do Congo, o objetivo é destacar como o empreendedorismo africano influenciou positivamente os negócios e a inovação nas comunidades de favelas brasileiras.

A programação dos três dias inclui trilhas temáticas com temas de educação, saúde, sustentabilidade, cultura, economia criativa, diversidade, mobilidade, logística, gastronomia, comunicação, redes, moda, beleza e muito mais. Além das sessões de palestras e workshops, os intervalos permitirão que os participantes visitem as barracas dos expositores da favela.

Confira a programação:

Sexta-feira – dia 01/120

9h – Abertura do evento;

10h20 – Apresentação Pesquisa Data Favela, mostrando as oportunidades do mercado dasfavelas, com Renato Meirelles.
Plenária Sol – Sexta-feira – dia 01/12

11h – Como o primeiro setor, o segundo setor e o terceiro setor podem se unir para o desenvolvimento do empreendedorismo na base da pirâmide, com: Preto Zezé (Conselheiro da CUFA), Paulo Kakinoff (membro do Conselho de Governança e do Conselho de Administração das organizações sem fins lucrativos Todos pela Educação, MBC (Movimento Brasil Competitivo), Bemtevi (Negócios Sociais) e é Presidente do Pacto pelo Esporte.) Celso Ferrer (Diretor Presidente da Gol), Marília Marton (Secretária da Cultura, Economia e Indústria Criativas do Estado de São Paulo) e Kalyne Lima (Presidente nacional da CUFA);
12h – Superação e Liderança, com: Cafu (Capitão do pentacampeonato da Seleção Brasileira) e Mariah Morais (jornalista, escritora, ativista humanitária. Primeira mulher a comentar partidas de futebol na TV brasileira);
13h30 – Movimentos sociais e as suas mais diversas formas de expressão com: Eliane Trindade (Editora do Prêmio Empreendedor Social e da plataforma Folha Social, na Folha de S.Paulo.) (Alexandre Loures (Sócio do Grupo FSB e Fundador da Loures), Neca Setubal (Presidente do Conselho Curador da Fundação Tide Setubal), João Paulo (assentado de Reforma Agrária, agricultor é formado em Ciências Sociais, atualmente faz parte do (MST) Direção Nacional dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) e Marcio Lima (Vice Presidente da Central Única das Favelas– CUFA-Brasil);
14h30 – O papel da cultura, das grandes mídias e dos grandes eventos no desenvolvimento das narrativas periféricas, com Zé Ricardo (cantor, compositor, instrumentista, produtor musical, diretor artístico e hoje é o vice-presidente artístico da Rock World), Amauri Soares (Head do Canal TV Globo e dos Estúdios Globo), Aline Torres (Secretária de Cultura da Cidade de São Paulo) e Margareth Menezes (cantora, compositora, atriz, gestora cultural, empresária e atual ministra da Cultura do Brasil);
15h30 – Pretos no topo: Um bate-papo entre MV Bill e Luciana Barreto sobre os desafios enfrentados ao longo da carreira, com Luciana Barreto (Âncora da CNN Brasil) e MV Bill (rapper, escritor, ator, cineasta e ativista brasileiro);
16h30 – Negritudes Globo – As narrativas de transformação com:Vinicius Barrozo (analista de Valor Social na Globo com foco nas agendas LGBTQIA+, negritudes e cultura de doação), Renata Martins (Autora e roteirista) e Salgadinho (cantor e compositor brasileiro);
17h30 – O Som do Brasil: Uma troca de figurinhas sobre a diversidade musical brasileira e como as favelas potencializam essa mistura, com Thiago Crespo (Jornalista), Xande de Pilares (Cantor e compositor) e Otto Maximiliano (Cantor e compositor);
18h30 – Cultura Urbana: Como a música urbana tem influenciado no comportamento dos jovens das periferias, com Rodrigo GR6 (Empresário, Presidente GR6), Felipe Poeta (Produtor Musical), MC Hariel (Músico) e MC Dricka (Músico);
Plenária Lua – Sexta – feira – dia 01/12
12h – Egressos do sistema prisional: Antes e Depois do cárcere, com Ângelo Canuto (Empresário), Orlando Silva (Coordenador da Cufa Santo Antônio e coordenador do Centro de distribuição da Cufa), Pablina Veloso (Empreendedora e educadora), Marcivan Barreto (Presidente da Cufa SP) e Karine Vieira (Assistente social);
14h – Aliança Empreendedora: Deu Ruim na Digitalização, com Alexandra Meira (Empreendedora da Operativ Consultori) e Aline Pedroso (Líder de Negócios na Aliança Empreendedora);
15h – Mulheres da CUFA: Saberes, tecnologias sociais e transformação nas favelas brasileiras, com Drika Martim (Executiva Social, Presidenta Cufa Sorocaba e Diretora institucional Mulheres da Cufa), Lua Gomes (Ativista social, gestora do Instituto Conexões Londrin, coordenadora regional da cufa PR), Alzira Nogueira (Assistente social, mestre em sociologia, presente da Cufa Amapá e ativista pela promoção dos Direitos Humanos dos povos que vivem nas favelas) e Verônica Paiva (pedagoga, empreendedora social e presidente da Central Única das Favelas de Sergipe);
16h – Hereditariedade do que não se conhece: Falciforme o mito da exclusividade dos menos favorecidos, com Dra. Mirimilla Pita (Pediátrica e fundadora do comitê de pediatria da ABHH) e convidados;
17h – Tecnologia: Informação em tempo real, inovação para impulsionar seu negócio na quebrada, com Eridan Lengruber (Mentora dos programas NASA Space Apps Challenge e AWE 3.0 da Embaixada dos EUA), Douglas Almeida (co-founder & CEO da Stayfilm), Samir Ramos (Empreendedor, Cofundador e Chief Product Officer do smarters) e Tiago Trindade (CCO da Digital Favela);

Plenária Sol – Sábado – dia 02/12

10h – Empreendedorismo de Favela e sua representatividade, com Marcelo Tas(Comunicador e Educador), Geovana Borges (VP de Relações CorporativasInstitucionais da CUFA), Rene Silva (Empresário, Comunicador e Ativista), LucasLima (Program Leader no Sebrae) e Karina Tavares (Diretora CUFA Global);

11h – Educação como o único caminho para o avanço das favelas, com Sergio Gordilho (Co-presidente e CCO da Agência África), Marlova Noleto (Diretora e Representante da UNESCO), Kleber Lucas (Pastor, Cantor, Acadêmico), Nathalia dos Santos (Senior Program Officer The Rockefeller Foundation) e Anna Karla (Chefe da Assessoria de participação social e diversidade do Ministério de Direitos Humanos e Cidadania);

12h– Favela Conectada: A importância do acesso às redes no fortalecimento dacomunicação na favela, com Grazi Mendes (Diretora LATAM de Diversidade, Equidade e Inclusão na Thoughtworks), Hélio de La Peña (Ator e Humorista), Theo Rocha (Diretor para América Latina do Creative Shop da Meta) e Maren Lau (Vice-presidente regional da META para a América Latina);

13h – A importância da produção local: Uma reflexão sobre como os veículos podem democratizar e como os espectadores podem ter mais acesso a conteúdos que representem o seu universo, com Samantha Almeida (Diretora de Diversidade e Inovação em Conteúdo nos Estúdios Globo), KondZilla (Produtor, empresário e apresentador de tv) e Erick Bretas (Diretor de produtos digitais e canais pagos da Globo);

15h – Comunicação, Direitos Humanos e Feminismo: Como construir uma narrativa que não permita o desvio dessas agendas, com Natuza Nery (Jornalista, palestrante e podcaster), Silvio Almeida (Ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania) e Ana Fontes (Empreendedora Social e fundadora da Rede Mulher Empreendedora);

16h – Acelerando os corre. Como a comunicação certa encurta caminhos, com Manoel Soares (Apresentador, escritor e jornalista), Rodrigo Faro (Apresentador) e Allan Barros (Empresário);

17h – Preto Zezé entrevista Luciano Huck: Uma reflexão sobre a interação entre negócios das favelas e do asfalto, com Preto Zezé (empreendedor, produtor artístico e musical, escritor, ativista brasileiro e Conselheiro da CUFA) e Luciano Huck (Apresentador);

Plenária Lua – Sábado – 02/12

11h – Potencialização: A importância do pertencimento em grandes organizações, com Claudio Paim (Diretor de produtos publicitários da Globo), Camila Santos (Head de negócios e projetos na B4People), Luca Lopes (Jornalista), Haynabian Amarante (sócia e COO da Hustlers.br), Fernando Guinato (Diretor Geral na WTC Events Center e Sheraton São Paulo WTC Hotel);

13h – Diversidade e inclusão: A importância da desconstrução de estereótipos na criação de novos modelos de beleza, com Márcia Silveira (Head de Diversidade, Equidade e Inclusão na L’Oréal Brasil), Marcela de Masi (Planejamento estratégico para a O Boticário) e Rosana Martins (Empresária);

14h – Comunicação e favela: Como a favela pode avançar na sua comunicação para alcançar seus objetivos, com Hugo Rodrigues (Presidente do conselho do McCann Worldgroup para WMcCann, Craft e Aldeiah), Carolina Rodrigues (Consultora de carreira, palestrante e entusiasta da pauta racial), Victor Garcez (Fundador da Vision03 Games e criador do jogo A Cura), Ariane Santos (fundadora da Badu Design) e Mateus Lima (CEO do Todas Por Uma);

15h – Educação e leitura: Como tornar a leitura um hábito não obrigatório na quebrada. Da obrigação para lazer, com Diogo Santana (Escritor), Bhetty Brazil (Escritora), Carlos Arcanjo (Conselho Estadual da Criança e do Adolescente) e Aisha Candido(Educadora social e responsável pelo projeto O Jaca é mídia);

16h – Mulheres empreendedoras de favela: A potência feminina nos negócios dequebrada, com Sara Mara (Trancista, comunicadora, influenciadora e empresária), Fabíola Silva (Líder da rede Gerando Falcões e influencer social), Daysi Lee (Nail Designer), Camila Fusco (Diretora de empreendedorismo do Facebook) e Viviane Almeida (Empreendedora);

17h– Samba, funk e rap: É som de preto, de favelado e quando toca ninguém fica parado, com Humberto Miranda (Produtor musical) Silmara Gonçalves (Educadora Social e Compositora) e Caroline Félix (Cantora e compositora de Funk cria da Favela da Cidade Alta);

Plenária Sol – Domingo – dia 03/12

11h – Arte, Favela e Sucesso – Como ter visibilidade e reconhecimento sem perder a favela de vista, com Helena Berthô (Diretora Global de Diversidade e Inclusão no NuBank), Jonathan Azevedo (Ator) e Serjão Loroza (Ator, Cantor);

12h – Gestão de Redes: Periferia e Influência, com AD Júnior (Empresário, consultor e comunicador) e Thelminha (Apresentadora e médica);

13h- Inteligência de negócios: Acelerando os negócios da base até o topo da pirâmide, com Joyce Santos (Gestora do Sebrae Comunidades), Adriana Barbosa (CEO PretaHub) e Murilo Duarte (Favelado Investidor);

14h – Uma conversa entre Paula Lima e Jonathan Haagensen sobre carreira e asmúltiplas formas de arte que um jovem de favela pode ter, com Paula Lima (Cantora, Atriz) e Jonathan Haagensen (Ator, diretor e produtor);

15h– Aprendendo com a África. Entender como a África cresce nos ajuda a crescer, porque somos África também, com Manoel Soares (Apresentador, escritor e jornalista), Tiniyko Kumalo (Consulesa Geral da África do Sul), Carolina Morais (Co-fundadora The African Pride) e Abena Busia (Embaixadora de Gana);

16h – A importância do podcast na democratização do acesso da favela à comunicação, com Igor 3K (Podcaster e criador do Flow Podcast);

18h – Diversidade Musical na Favela: A força e influência de outros estilos musicais dentro das periferias, com Tico Santa Cruz (Cantor, Compositor e Escritor) e Ezeq Souza (Educador Musical);

19h – Cadeia produtiva da música – Como as favelas podem ser protagonistas no mercado, com Thiago Simpatia (Apresentador, Repórter, Produtor) e Daniela Mercury (Cantora e compositora);

Plenária Lua – Domingo – 03/12

11h- A influência do esporte na promoção de saúde e bem estar da sociedade, com Luana Galdino (Fisioterapeuta, especialista em Neurociências e Comportamento, influenciadora digital), Fábio Casita (Professor) e Ellen Valias (Influenciadora digital);

12h– Do sonho ao sucesso: Gestão de negócios na quebrada, com Jean Carlos(empreendedor e proprietário da Box Marcenaria), Gilsane Mutuku (Fundadora da ANNERI), e Leona Moreno (Escritora e comunicadora);

14h – Conquistas dos movimentos de luta PCS, com Pedro Avelar (Especialista em Diversidade, Desenvolvimento Humano) e Marcos Pelegrini (Especialista emtecnologia assistiva e Consultor);

15h – Democratização do acesso à cultura: Do que estamos falando, com Sandra Sergio (Diretora executiva do Museu de Arte do Rio) e Patrícia Marys (Gerente de Educação e da Escola do Olhar no Museu de Arte do Rio);

16h – Economia Criativa: Como potencializar a participação das juventudes, comLeonardo Barchini (Diretor e Chefe da Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura no Brasil (OEI)) e Deca Farroco (Deca Farroco – Gerente de Produção e Projetos Especiais na Fundação Roberto Marinho);

17h – A influência africana no Brasil e seus aspectos em comum a nossa cultura:Culinária, música, dança e religião, com Gislaine Antônio (Conselheira no Conselho de Participação e Desenvolvimento da Comunidade negra de Campinas/SP e Conselheira no Comitê Antirracista da Associação Atlética Ponte Preta) e Solange Ferreira (Coreógrafa e Diretora da Cia. Tribo).

Rio de Janeiro promulga lei que proíbe monumentos em homenagens a escravocratas

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Foto: Wikimedia Commons

Na quarta-feira, 29, a Câmara Municipal do Rio de Janeiro promulgou a Lei nº 8.2025/2023, que proíbe a manutenção ou instalação de monumentos, estátuas, placas e quaisquer homenagens que façam menções positivas e/ou elogiosas a escravocratas, eugenistas e pessoas que tenham perpetrado atos lesivos aos direitos humanos, aos valores democráticos, ao respeito à liberdade religiosa e que tenham praticado atos de natureza racista.

A nova lei prevê que homenagens que já estejam instaladas em espaços públicos sejam transferidas para ambientes que tenham perfil museológico, fechado ou aberto, acompanhadas de informações que deem contexto e informem sobre a obra e o personagem ali instalado.

O projeto de lei já havia sido aprovado em outubro deste ano, mas não teve nem a sanção e nem o veto do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD). Carlos Caiado (PSD), presidente da Câmara, promulgou a lei depois que o prazo de 15 dias úteis para o prefeito sancionar a lei expirou.

Co autora do projeto, a vereadora Mônica Benício (PSOL), fez uma lista prévia que inclui as estátuas e homenagens a pessoas que feriram os direitos humanos como o marechal Castelo branco, Duque de Caxias e o Padre Antônio Vieira.

Uma demanda dos movimentos negros

Em 2019, a então deputada federal Talíria Petrone havia apresentado o projeto “Teu nome é Dandara”, que proibia homenagens relacionadas à escravidão ou a figuras escravagistas por empresas privadas ou órgãos públicos. A PL previa multa proporcional ao faturamento da empresa privada que descumprisse a lei para retirada do nome. O valor seria destinado a políticas públicas e projetos voltados à paridade racial. Em 2020, a parlamentar ainda pedia para que o projeto fosse aprovado.

Já em São Paulo, a então depuatada estadual, Érica Malunguinho também havia protocolado um projeto de lei para que fossem retirados monumentos que homenageiam figuras históricas escravocratas do país. A proposta previa que ‘prestem homenagem a escravocratas ou eventos históricos ligados à prática escravagista devem ser retirados de vias públicas e armazenados nos Museus Estaduais, para fins de preservação do patrimônio histórico’.

Em Uganda, idosa de 70 anos dá à luz gêmeos após Fertilização in Vitro

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Foto: Divulgação/WHI&FC

Uma mulher de 70 anos deu à luz gêmeos após realizar Fertilização in Vitro, informou o hospital de Uganda, nesta quinta-feira (30). “Alcançamos o extraordinário: a mãe mais velha da África a dar à luz gêmeos, com 70 anos!”, publicou o Facebook do Women’s Hospital International and Fertility Center (WHI&FC), localizado na capital Kampala.

Safina Namukwaya deu à luz um menino e uma menina por cesariana, na quarta-feira (29). Moradora do distrito de Masaka, ela relata que foi muito criticada ao longo da vida por não ter filhos. “Eu cuidava dos filhos das pessoas e os via crescer e me deixarem sozinha. Eu me perguntava quem cuidaria de mim quando eu envelhecesse”, disse ao Daily Monitor de Uganda.

A idosa também relatou que o parceiro e pai dos gêmeos a abandonou. “Os homens não gostam que você diga que está grávida de mais de um filho. Desde que fui internada aqui, meu homem nunca mais apareceu”, disse.

O médico Edward Sali é o responsável pelo sucesso do tratamento de Safiina. “Eu disse, olha, você é mais jovem que Sarah da Bíblia [que deu à luz com 90 anos], então é possível”, brincou o especialista em fertilidade. Ela teve a primeira filha em 2020, logo quando iniciou a Fertilização in Vitro.

Em 2019, uma mulher indiana de 73 anos também se tornou destaque nos jornais por dar à luz gêmeos após Fertilização in Vitro.

Beyoncé surpreende fãs com o lançamento de “My House” durante a estreia de seu documentário “Renaissance”

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Foto: Beyonce.com

Os fãs de Beyoncé ganharam mais uma surpresa nesta sexta-feira (1). A cantora norte-americana lançou “My House”, sua mais nova música, durante a exibição do filme de sua turnê, intitulado “Renaissance: A Film By Beyoncé”. Na première do documentário ocorreu ontem (30), o single, que foi reproduzido nos créditos finais da produção cinematográfica, foi disponibilizado nas plataformas digitais durante a madrugada.

A notícia do lançamento inesperado pegou os beyhives de surpresa. “My House” é uma produção de The-Dream, que já trabalhou com Beyoncé no início da carreira da diva pop, inclusive no álbum “RENAISSANCE”. Além disso, o brasileiro Matheus Braz é creditado como engenheiro de produção assistente da faixa, ele também trabalhou em outras músicas do álbum que serviram de inspiração para o filme.

O filme “Renaissance: A Film By Beyoncé” teve sua estreia nos Estados Unidos nesta sexta-feira (1), após uma grande estreia e uma after party que aconteceu na noite de quinta, 30. No entanto, no Brasil, os fãs terão que aguardar até o dia 21 de dezembro para assistir ao documentário.

Até o momento, o filme alcançou nota máxima no Rotten Tomatoes, com seis análises já publicadas. As perspectivas apontam para uma arrecadação entre US$ 30 e US$ 40 milhões neste primeiro fim de semana. Se atingir esses números, Beyoncé poderá ter o filme de maior bilheteria em dezembro na história do cinema.

‘A Batalha de Natal’: comédia com Eddie Murphy e Tracee Ellis Ross estreia no Prime Video

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Foto: Divulgação

Está aberta a temporada para assistir os filmes natalinos! Para celebrar esse período especial, o Prime Video lançou hoje, 1º de dezembro, o filme ‘A Batalha de Natal‘, estrelado por Eddie Murphy (Um Príncipe em Nova York) e Tracee Ellis Ross (Black-ish).

Na comédia, Eddie Murphy interpreta Chris, um pai que entra em uma missão de vencer o concurso anual de decoração de Natal de seu bairro. Atrás de uma árvore de Natal especial numa loja obscura, ele fez um acordo com uma elfa travessa chamada Pepper (Jillian Bell) para aumentar suas chances de vitória. Mas sem saber, ele assina um contrato para se tornar uma das miniaturas que decoram a árvore.

Correndo o risco de arruinar as férias de sua família, Chris, sua esposa Carol (Tracee) e seus três filhos devem correr contra o relógio para quebrar o feitiço de Pepper, lutar contra personagens mágicos e salvar o Natal para todos.

Foto: Divulgação

O longa marca um reencontro entre Eddie Murphy e o diretor Reginald Hudlin, 30 anos após trabalharem juntos em ‘O Príncipe das Mulheres‘. Em entrevista à revista People, Hudlin afirma que ‘A Batalha de Natal’ é bem diferente dos filmes natalinos que o público está acostumado. “Posso dizer com segurança que você nunca viu um filme de férias como este! Temos sustos, perseguições de carros e lutas de kung-fu, além de todo o sentimento do feriado”, revelou. “Durante toda a minha vida eu quis fazer um filme de Natal, mas queria entregar algo novo e surpreendente”.

Este também é o segundo filme de Murphy Original Prime Video. Com o sucesso de ‘Um Príncipe em Nova York 2‘, o comediante fechou um contrato para estrelar mais três longas.

Veja o trailer:

Flávia Oliveira defende Paulinho de novos ataques por racismo religioso: “Somos de axé, com muito orgulho”

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Fotos: Globo/Manoela Mello e Pedro Souza/Atlético

Mais uma vez, o jogador Paulinho foi alvo de ataques de racistas religiosos nas redes sociais, após marcar um gol pelo Atlético-MG contra o Flamengo, no Brasileirão 2023, na noite desta quarta-feira (29). A torcida do time carioca não gostou quando o Camisa 10 fez um gesto pedindo silêncio para comemorar o seu gol e logo começaram a incitar diversos comentários preconceituosos contra o atleta. O Galo venceu a partida por 3 a 0. 

Familiares por consideração, a jornalista da GloboNews, Flávia Oliveira saiu em defesa do sobrinho em um post nas redes sociais. “Somos uma família unida por todos os laços que se podem unir: criação, afeto, fé. Somos de axé, com muito orgulho. Crescemos nos terreiros cariocas, seguimos com obediência os preceitos do candomblé, exibimos gratidão aos orixás. Paulinho tem o amor da família, o apoio do clube, a proteção de nossas divindades”, diz.

“Chamar Paulinho – ou qualquer um de nós de macumbeiro – não nos ofende. É o que somos, escolhidos por orixás. Não desmerecemos a fé de ninguém. Exigimos respeito”, afirma a comentarista.

Flávia iniciou a publicação lembrando de seu sobrinho, quando ainda era apenas um menino no subúrbio do Rio de Janeiro, sonhando apenas em ser jogador de futebol. “Passou pelo Madureira, formou-se no Vasco. Esteve por quatro anos no Bayer Leverkusen, na Alemanha. Chegou ao Galo neste 2023, determinado a se destacar no futebol brasileiro. Brilhou na Libertadores. Está brilhando no Brasileirão. É artilheiro isolado do campeonato a duas rodadas do fim. Até aqui, 18 gols. Faz a alegria da torcida do Atlético Mineiro, amedronta e encanta adversários. Faz parte”, conta a tia.

E continua: “O que não faz parte – ou não devia fazer – é a onda de racismo religioso que emerge a cada atuação de Paulinho. A intolerância sempre existiu, desde o momento em que, digno, corajoso e orgulhoso de nossa fé, ele assumiu publicamente ser filho de Oxóssi, protegido por Exu. Por seus talento e atitude, foi agraciado com as medalhas Pedro Ernesto e Tiradentes, maiores condecorações do município e do estado do Rio de Janeiro. As mensagens com ofensas se multiplicam. Felizmente, também é imensa a corrente de solidariedade e repúdio ao racismo religioso, crime previsto na Lei 14.532/2023”, destaca a jornalista.

Na publicação, o jogador Paulinho agradeceu o apoio prestado pelos comentários: Te amo, tia!. Outros famosos também comentaram em solidariedade ao atleta, incluindo o ator e humorista Yuri Marçal, um dos maiores torcedores do Galo na web e também pertencente aos povos de terreiro: “Tinha que ser esse macumbeiro”, diz com um coração representando o orgulho do torcedor.

Até o momento, Paulinho tem compartilhado o apoio que tem recebido, mas não se pronunciou diretamente com as suas palavras. Durante a madrugada, logo após o jogo de ontem, o clube Atlético – MG também prestou o apoio ao jogador nas redes sociais e afirmou que “se coloca à disposição do atleta para tomar as medidas cabíveis contra os responsáveis pelos insultos”.

Veja alguns comentários registrados:

Foto: Reprodução
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