Quando falamos de competitividade, as mulheres negras são as que saem mais em desvantagem, sendo a base da pirâmide social, seja como empregada ou empresária.
Iniciativas que reúnam esse perfil para estimular e capacitar mulheres negras, são urgentes.
O Negras Plurais, iniciativa encabeçada pela empresária gaúcha Caroline Moreira, que tem realizado diversas atividades de empoderamento feminino negro no Sul, finalmente chega à cidade de São Paulo no dia 03 de novembro.
Caroline Moreira – Fundadora de Diretora do Negras Plurais
As participantes terão um experiência repleta de afeto e conhecimento, por meio de bate-papo com mulheres negras com destaque na sua área de atuação. Entre elas, Adriana Barbosa, da Feira Preta, maior evento afro-centrado da América Latina, Egnalda Côrtes, que agencia os principais influenciadores negros do momento e eu, Silvia Nascimento, produtora de conteúdo para comunidade negra há 18 anos.
Os ingressos do evento estão a venda, pelo Sympla. O primeiro lote é de 80 reais. Todos os ingressos-passaporte dão direto a foto corporativa, coffee break, Workshop, Networking, Cadastro para o Portal Negras Plurais e Happy Hour com direito acompanhante. Tudo isso no casulo da Insects Shoes, em Pinheiros.
Mais detalhes da programação estão disponíveis na página do evento no Facebook.
O coletivo “Sarau das Pretas” realiza atividades voltadas ao compartilhamento dos saberes e vivências que estruturam o seu trabalho até o dia 27 de outubro, no SESC Avenida Paulista, em São Paulo. As atividades são gratuitas.
A programação “Narrativa Pretas” propõe o diálogo com o público sobre o protagonismo feminino e negro, como também a história de luta e resistência da periferia. Serão bate-papos, oficinas e sarau que resgatam a ancestralidade e produzem reflexões acerca do preconceito e da intolerância.
Confira a programação:
“Escrita Criativa Mjiba: Espalhando Sementes da Literatura Negra Feminina“, com Elizandra Souza. Nesta quarta-feira (24), às 19h30, na Biblioteca, localizada no 15° andar. A entrada é grátis e a classificação é livre.
A palavra Mjiba, originária de Zimbabwe, da língua xona (falada em alguns países africanos), significa Jovem Mulher Revolucionária. Mjibas foram mulheres guerrilheiras que enfrentaram as tropas britânicas e lutaram pela independência do seu país. Este nome foi escolhido por apresentar o protagonismo de jovens mulheres negras, nas mais diversas linguagens artísticas.
O intuito é apresentar escritoras negras femininas periféricas, visibilizar suas produções e exercitar o fazer literário, no intuito de valorização da mulher negra e sua criação artística literária e da cultura afro brasileira, fortemente presente nessa literatura. Fomentar e difundir a produção literária negra feminina é pluralizar suas vozes e considerar que elas assumem um importante papel social e para a cultura negra popular.
“Feminismo, machismo e racismo nas relações de gênero“, com Débora Garcia. Quinta-feira (25), às 19h30, na Biblioteca, localizada no 15° andar. A entrada é grátis e a classificação é livre.
O encontro busca trazer elementos para se discutir essas questões, além de indicar conteúdos para quem desejar se aprofundar nesses temas. Através de dinâmicas de grupos, leitura dirigida, e a partir do conhecimento de cada um, os participantes terão acesso a conceitos sobre o feminismo, machismo e racismo, tendo a possibilidade descontruir e/ou construir paradigmas sobre esses temas.
A proposta é construir um espaço de livre debate, e ao final do encontro, os (as) participantes construirão coletivamente um painel artístico, com colagens e textos sobre o que representou a atividade.
“Ancestralidade no toque e molejo no Jo(N)Go da vida“, com Taissol Ziggy e Thata Alves. Sexta-feira (26) às 19h30, no Térreo. A entrada é grátis e a classificação é livre.
A valorização das danças populares e de matrizes africanas é uma das linhas de atuação do Sarau das Pretas, sendo o jongo a mais expressiva, devido à tradição jongueira da percussionista do grupo.
A oficina será desenvolvida em dois momentos. O primeiro será a parte expositiva de apresentação do conteúdo histórico, social e cultural do jongo. O segundo momento será destinado à vivência com o jongo, aprendendo os toques, os passos e a dinâmica da dança.
Na formação tradicional de uma roda de jongo, reúnem-se um casal e no mínimo dois tambores, chamados de tambu e candongueiro. Assim, os participantes poderão entender fielmente a dinâmica do jongo, além de terem maior respaldo na realização da atividade.
“Dialogos sobre a ancestralidade“, com Ana Koteban, Nega Duda, Dirce Thomaz e mediação de Jô Freitas. Sábado (27) de outubro, às 16h30, na Biblioteca, no 15° andar). A entrada é grátis e a classificação é livre.
Ana Koteban (Integrante da Cia. Ballet Afro Koteban, Cientista Social e Pesquisadora de Cultura Mandingue do Oeste Africano), Débora Garcia (poetisa e gestora cultural com ampla experiência nas áreas do livro e da literatura, é também idealizadora e artista no coletivo Sarau das Pretas, sarau literário da cidade de São Paulo, protagonizado por mulheres negras) e Dirce Thomaz (Atriz, Diretora, Professora de Teatro e Militante dos Direitos Humanos e dos Negros, Fundadora da Cia. Invasores de Teatro Experimental Negro) debatem, com mediação de Jô Freitas, a importância da ancestralidade na literatura negra.
“Nossos passos vêm de longe“, com Sarau das Pretas. Sábado (27) de outubro, às 19h30, na Praça (Térreo). A entrada é grátis e a classificação é livre.
Diante do cenário de empoderamento feminino pela garantia dos direitos das mulheres, jovens escritoras negras atuantes nas periferias da cidade de São Paulo, têm revelado por meio da literatura, de seus tambores e de seus corpos, as realidades de viver o feminino e o feminismo. Neste contexto foi criado o Sarau das Pretas, formado por Débora Garcia, Elizandra Souza, Jô Freitas, Taissol Ziggy e Thata Alves.
“Eu achava que dinheiro e sucesso faziam um casamento ser bem sucedido.” Casais de negros de sucesso são sempre pessoas que gostamos de escutar. Will Smith, veio de uma infância marcada pela violência doméstica, onde ele via de forma cotidiana seu pai socar o rosto de sua mãe. No programa de sua parceira de 20 anos, Jada Pinkett Smith , Red Table Talk, o casal abriu detalhes muito íntimos de seu relacionamento, inclusive sobre a necessidade de manter a imagem de uma família bem sucedida, mesmo quanto tudo desmoronava na vida íntima.
“Eu via que nós não éramos a imagem que o papai expunha da gente na mídia quando eu era pequena”, detalha Willow Smith.
“Houve um tempo que Jada chorou por 45 dias”, disse ele na mesa do programa que ainda tem a participação da sua sogra Adriene Banfield-Jones. “Eu comprei uma casa grande, fiz um lago para ela, mas meu ego me fez levar um tempo para perceber, que eu fiz a casa para mim mesmo. Eu falhei miseravelmente”.
Red Table Talk (Imagem – Reprodução Facebook)
“Eu falava para ele que era tudo grande, que eu não gostava de muitas coisas que ele estava fazendo. Mas ele tinha uma ideia de uma casa grande e perfeita e não me ouvia”, acrescentou Jada, que decidiu deixar de lado o papel de ser mãe exclusivamente e retomou sua carreira aos 40 anos.
O casal ainda fala sobre a importância do diálogo e do pacto de não gritar ou falar palavrões um para o outro.
“Depois de Jada gritar comigo em uma festa, eu a chamei em um canto e disse que havia crescido em um lar com muita agressividade e se ela fosse ter esse tipo de atitude comigo, era melhor acabar com o nosso relacionamento”, descreveu Will.
O casal admitiu ter feito até terapias para melhorar sua comunicação e com 20 anos de casado, eles nunca gritaram um com o outro.
“Eu sinto raiva, mas só vou falar com ele depois que me sentir mais calma, senão não funcionaria. Quando você discute com raiva, não tem como acabar bem” completa Jada.
Essa foi a primeira parte da entrevista da nova temporada do Red Table Talks que passa no Facebook Watch, o “youtube” do Facebook. Eles irão abordar crises e divórcio na segunda parte. Vale muito a pena aprender com um casal com tanta maturidade sobre relacionamentos e sobre si mesmos.
Com o proposito de conversar sobre arquitetura, música, gastronomia, literatura, política, personalidades negras e muito mais, a equipe da Diáspora Black promove um novo passeio pela memória negra de São Paulo, neste sábado (27), às 10h, entre ruas emblemáticas do centro da cidade, com curadoria da Black Bird. O encontro será iniciado na Praça da Liberdade, 238, em São Paulo.
A caminhada começa no Bairro da Liberdade, um reduto negro nos séculos XVIII e XIX e termina no Largo do Arouche. Também são visitados o Largo Sete de Setembro (onde ficava o Pelourinho), o Largo São Francisco, a Ladeira da Memória, a Rua 7 de Abril, a Galeria do Reggae e o Largo do Paissandu. A migração africana atual, a música e movimentos negros modernos também são destacados.
“As histórias negras estão por toda a cidade, no centro e em todas as esquinas (inclusive na Ipiranga com São João, a mais famosa delas), apesar de muitas vezes não serem contadas. Vamos conhecer lugares importantes da história dos negros na cidade, como é o caso da Igreja Nossa Senhora Rosário dos Pretos, a estátua da mãe preta, a Igreja Nossa Senhora dos Enforcados, do antigo Pelourinho e do antigo Morro da Forca, no bairro da Liberdade“, explica a organização do evento, em nota.
Além disso, personagens negros importantes da história, que foram invisibilizados em vários espaços, são destacados, é o caso da escritora Carolina Maria de Jesus, do jornalista, advogado, poeta e patrono da abolição Luiz Gama e o arquiteto Joaquim Pinto de Oliveira, o Tebas.
As histórias são narradas pelo jornalista Guilherme Soares Dias, pela relações públicas Luciana Paulino e também pelo fotógrafo e produtor cultural Heitor Salatiel.
Confira o roteiro:
Igreja Santa Cruz das Almas dos Enforcados
Largo Sete de Setembro (Pelourinho)
Igreja Nossa Senhora da Boa Morte,
Largo São Francisco – Sé, São Paulo
Ladeira da Memória
R. 7 de Abril
Galeria Do Reggae
Largo do Paissandu
Largo do Arouche
Para mais informações, acesse: http://bit.ly/2O0SeTs.
O ator angolano, Miguel António Kalahary, conhecido por “Blood“, decidiu criar um espetáculo a partir dos poemas de António Agostinho Neto. Miguel faz parte de um grupo de pesquisa de poemas de autores brasileiros, entre eles Carlos Drummond de Andrade e Vinícius de Moraes, tomou para si o desafio de trabalhar com poesia angolana. A peça está em cartaz no espaço Terreiro Contemporâneo, na Rua Carlos de Carvalho, n° 53 – Centro, Rio de Janeiro.
Após a seleção dos poemas, convidou o diretor Gatto Larsen, que dirigiu a peça com o proposito de fazer algo diferente de um simples recital de poesias, criando pequenas cenas, todas em preto e branco, algumas estritamente corporais que dialogam com o teatro físico, outras que poderiam ser recortes de sequências de filmes e se utilizando dos parcos recursos que a sala oferece buscando soluções imagéticas onde o foco é a poesia.
No espetáculo, 16 poemas de Agostinho Neto trazem ao público, histórias de amor, exílio, racismo, esperança, superação, guerra, preconceito e lembranças de Infância. Poemas escritos nas décadas dos anos 60 e 70 do século XX, sobre fatos que hoje, 50 anos depois e já no século XXI, tornam se atuais. Os poemas, trazem no seu bojo, ânsias que dividem o homem Agostinho Neto entre a esperança de dias melhores e vontade de desistir por causa dos macetes da política, racismo, lutas e guerra.
Com um roteiro fragmentado que ressalta o amor como base da construção poética do António Agostinho Neto sendo esse amor atravessado pela guerra, pela luta pelos direitos humanos, pelas perseguições, pelas prisões e exílio e principalmente pela descolonização da sua pátria.
Faltam poucos dias para a eleição mais importante da História do Brasil. Isso por que o candidato que está à frente das pesquisas, representa uma ameaça aos direitos de quem ainda luta para fazê-los valer, como negros e comunidade LGBT, além das mulheres.
A música popular, sobretudo o rap juntamente com o Hip-Hop, são instrumentos de manifestação social, trazendo por meio de suas letras, uma realidade que grupos mais privilégiados nem sonhava que existia. Violência policial, pobreza, descaso do Governo, tráfico de drogas, são alguns dos temas trazidos por músicos pretos e periféricos, que sentem que sua vida pessoal e seus negócios podem piorar , caso Haddad não seja o candidato eleito.
Emicida, Mano Brown, Tássia Reis, Rico Dalassam, Dexter, Rincon Sapiência, são alguns da lista dos rappers mais populares do Brasil que participam do vídeo-manifesto contra o candidato à presidência pelo PSL.
“Muitos de vocês não sabem o que não é o direito de se expressar”, alerta Thaíde.
“Devido à rejeição de um partido, votar em branco ou anular voto acaba sendo a opção para algumas pessoas, mas isso é perigoso”, destaca Kamau.
“O amor emanado pelo Hip Hop, deu força para pretos, pobres, mulheres e a comunidade LGBT”, detalha Rico Dalasam no vídeo.
O site, Rap pela Democracia hospeda o vídeo manifesto e um texto que já conta com com quase 2 mil assinaturas ( até o fechamento deste texto).
Lá eles esclarecem os rumores de que todos os músicos se enriquecem com a Lei Rouanet. “Você sabia que entre os maiores beneficiados estão a T4F Entretenimento S.A. e a (16,4 milhões) e a Fundação Roberto Marinho (10,9 milhões)? Por isso, não se deixe enganar com falsas acusações, que têm encontrado um terreno fértil na internet, particularmente aplicativos de mensagem como o Whatsapp?”, detalha o texto.
Confira o histórico manifesto de rappers brasileiros pela democracia na íntegra no site Rap Pela Democracia.
“A última abolição”, filme de Alice Gomes com supervisão de Jeferson De e entrevistas de Luciana Barreto é um dos importantes trabalhos de reflexão sobre os 130 anos da abolição da escravatura no Brasil, completados em maio deste ano.
Com os avanços intelectuais da comunidade, por meio do acesso à universidade, os momentos históricos onde há um grande envolvimento de pessoas negras, estão sendo revistos.
“Os escravos estavam mais protegidos do que nossos jovens negros hoje”. “A princesa Isabel não teve mais destaque do que toda essa população negra que resistiu e que fez a abolição acontecer.” Essas são algumas das reflexões trazidas por meio de entrevistas com militantes e intelectuais, entre eles a filosofa Sueli Carneiro e o advogado Humberto Adami.
Confira o trailer
Onde assistir:
São Paulo Frei Caneca – Espaço Itaú R.Frei Caneca, Consolação Telefone: 41149707
Rio de Janeiro: Espaço Net Rio Espaço Itaú de Cinema
Bahia – Espaço Itaú de Cinema – Glauber Rocha (Salvador)
A Companhia Atores de Laura homenageia o carioca Martins Pena, fundador da comédia de costumes brasileira, no ano em que se comemoram os 200 anos de seu nascimento, com “O Pena Carioca“. Assim como em sua obra, a peça retrata a vida do Rio de Janeiro da primeira metade do século XIX.
O espetáculo estreia na Arena Carioca Jovelina Pérola Negra nesta quinta-feira (18), a partir das 14h. A entrada é franca. São três textos de Martins Pena: “O Judas em Sábado de Aleluia”, “O Caixeiro da Taverna” e “A Família e a Festa na Roça”, que exploram o cotidiano do povo comum da roça e das cidades. É o 22º espetáculo da Companhia Atores de Laura.
Para mais informações, entre em contato através do número 21 2886-3889 ou no e-mail arenajovelina.cultura@gmail.com.
Com realização do Coletivo TáDito, que é composto de produtores culturais e artistas, o EfêmereSP chega pela primeira vez na cidade e une mimetização artística com djs, músicos de cultura popular e Vídeo Mappin com a proposta de conectar espaços e pessoas de São Paulo. As intervenções começam nesta quinta-feira (18) e a entrada é gratuita.
Cerca de 20 artistas, djs, músicos, artistas plásticos, grafiteiras, performances, bandas e artistas digitais que vem preparando e construindo suas performances inéditas em três pontos históricos do centro de São Paulo. “O EfêmereSP pretende revelar, mesmo que por um instante o espaço mostrando que as ruas são palcos e galerias artistas para as conexões de multilinguagem, corporalidade e compartilhamento”, explica Diego Dionísio, produtor cultural e idealizador do evento.
Às 15h, na escadaria do Beco do Pinto, as intervenções começam com a mimetização (camuflagem por meio de pintura corporal e integração com o território) cuja execução será assinada pelo artista plástico Rauricio Barbosa, ao som instrumental e intimista do DuuO.
“Temos por objetivo atingir de forma simples o público de maneira vivencial onde arte não será apenas exposta. Será construída e desconstruída. Tudo ao vivo. O EfêmereSP é uma ressignificação dos possíveis encontros que esta grande megalópole promove todos os dias”, reintera Dionísio.
Já às 18h, novas camuflagens tomam conta da Ladeira da Memória, localizada ao lado do Metro Anhangabaú, com apresentações sonoras e a interação entre djs e músicos de cultura popular. Os grupos Guaíu Sample e o Bando farão uma jam session utilizando computadores, sintetizadores, guitarras, percussões, vozes e loops para a improvisação coletiva mesclando o jazz e ritmos brasileiros como maracatu, jongo, ciranda e roda de coco com a eletrônica.
Guaiú Sample
A corporeidade das danças urbanas se fará presente na representação do coletivo Força Queens aos ritmos do dancehall, reggae e dub e do set preparado por Tasha e Tracie Okereke, dupla de djs, estilistas, produtoras culturais, blogueiras e ativistas periféricas.
De volta da recente turnê europeia, o DJ Rodrigo Bento soma a programação do EfêmereSP com set especial para as intervenções de mimetização feitas simultaneamente com personalidades da cena paulistana e os transeuntes locais, enquanto o Vídeo Mapping será projetado pelo artista visual VJ Foga e o fotógrafo Rafael Berinvinski com criações inéditas.
Diretamente de São João de Meriti, o grupo musical A Gira vem pesquisando e se aprofundando por toda a dimensão da música Afro Brasileira. Recentemente lançaram o EP “Batuque de Lá” e apresentam o repertório desse trabalho na próxima sexta-feira (19), em um show na Arena Carioca Jovelina Pérola Negra, na Pavuna, às 20h30.
Com foco na música autoral composta por seus integrantes, as músicas do grupo passeiam pelo samba, ijexás e afoxés, prestando reverência para a cultura afro e a toda a ancestralidade que os cerca.
Além do repertório autoral, a banda inclui em seu show uma homenagem para nomes históricos da Música Popular Brasileira. A Gira é música de quintal, de terreiro, de roda, de rua. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia), classificação livre. Para mais informações, entre em contato através do número 21 2886-3889 ou no e-mail arenajovelina.cultura@gmail.com.
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