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Cantora Ludmilla está internada com inflamação renal “aguda e complicada”

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A cantora Ludmilla está internada com um quadro grave de pielonefrite aguda, um processo inflamatório nos rins. Ela foi hospitalizada  na noite de terça-feira, 12, depois de sentir fortes dores abdominais.

A funkeira está acompanhada da esposa, Brunna Gonçalves, e a mãe, Silvana Oliveira.

Hoje a equipe da artista emitiu uma nota oficial sobre o estado de Ludimilla que tinha uma live marcada para o próximo dia 16 de maio. De acordo com a nota , a cantora não tem previsão de alta.

https://www.instagram.com/p/CAJqR1qAt-8/

 

Lázaro Ramos fala sobre seu filme “Medida Provisória”, na primeira live da Globo Filmes

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Crédito da Foto: Mariana Viana

Por conta da pandemia da Covid-19 o lançamento do primeiro longa dirigido por Lázaro Ramos, Medida Provisória: O Filme, foi adiado. A estreia aconteceria durante o festival SXSW, que ocorre anualmente em Austin, no Texas, Estados Unidos, mas o evento foi cancelado por conta o início do surto do coronavírus, em Março.

A Globo Filmes, produtora do longa, vai retomar a conversa sobre o filme na primeira live do seu perfil no Instagram nessa quinta-feira, 14, às 18h. E é o próprio Lazinho que será o anfitrião da live que ainda terá Tais Araújo e convidados.

“Medida Provisória” é baseado no sucesso teatral brasileiro “Namíbia, Não”, de Aldri Anunciação, que estreou originalmente em 2011, em Salvador. A ficção se passa num Brasil do futuro em que uma medida de reparação social afeta diretamente a vida de uma família, são eles o jovem casal formado pela médica Capitú (Taís Araújo) e pelo advogado Antonio (Alfred Enoch) e o primo, o expansivo jornalista André (Seu Jorge), que, de favor, mora na casa da dupla. Certo dia uma medida de reparação financeira pelos tempos de escravidão no Brasil é proposta, e é respondida com outra. Com esta novidade, o casal acaba separado sem saber se poderão se reencontrar.

 

“A coisa tá preta”: Empresa de concursos usa imagem de filme pornô para vender aulas

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Engrossando a sessão “quando você pensa que já viu de tudo”, temos a escola Estratégia  Concurso que com mais de 1 milhão de seguidores no Instagram usou uma imagem de um filme pornográfico de uma mulher branca com homens negros, além de um texto absurdo para vender aulas de cursos preparatórios para exames para quem quer ser juiz, promotor, delegado, policial ou entrar em entidades de classe que exigem concursos.

O texto que foi apagado depois da repercussão negativa, era ilustrado com a imagem de homens negros semi-nus carregando uma mulher branca e dizia que o concurseiro estuda “com material pouco profundo, sem clareza e não faz questões da banca, ou seja, sem uma retaguarda de conhecimento que aguente a profundidade com que a banca introduz os conteúdos e diversas posições doutrinárias. E aí a situação fica preta”.

No post a mulher aparecia como “concurseiro” e os três homens como “examinadores do Cespe”. O Cespe (Centro de Seleções e de Promoções de Eventos) da Universidade de Brasília.

Foi criado um perfil no Instagram para expor a postagem.

Em entrevista à Ponte Jornalismo, a advogada Dina Alves, coordenadora do departamento de Justiça e Segurança Pública do IBCCrim (Instituto Brasileiro de Ciências Criminais), analisou a publicação a pedido da reportagem.

Para ela, há ocorrência de três crimes: racismo, apologia ao crime de estupro e constrangimento contra as mulheres. “A mulher aparece como objeto sexual e o incentivo à cultura do estupro e a naturalização da violência de gênero” disse a advogado ao site e acrescentou, que  “o racismo explícito na forma como é mostrada a imagem mítica do homem negro como estuprador. Essa imagem e o post devem ser contextualizados com o imaginário que se tem do corpo negro como nato à criminalidade e inapto à cidadania”.

Ebony English lança plataforma de ensino de inglês online com foco em cultura negra

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Antenada com as mudanças que os novos tempos pedem, a Ebony English, escola de inglês com foco na cultura negra, lançou uma plataforma de ensino à distância.

https://ebony-english.myedools.com/ é um conceito “premium” do ensino da língua inglesa onde os cursos, antes oferecidos de forma presencial serão oferecidos por meio de aulas online.

Os cursos online Ebony oferecem video-conferências, palestras, eventos e atividades, promovendo a auto aprendizagem porém mantendo todo o apoio que o aluno precisa para aprender a utilizar o idioma com segurança.

Agora no início a plataforma está disponível para alunos iniciantes, mas em breve será atualizada.

O módulo básico representa a base do inglês, tratando das primeiras estruturas gramaticais e do primeiro contato com o idioma. Quem faz este módulo completo, estuda, faz os testes e principalmente se arrisca a pensar no seu dia-a-dia em inglês, estará hábil para, por exemplo, se apresentar pessoalmente ou ao telefone, falar sobre pessoas, sua rotina, lugares, saberá números, horas, etc. Este é o primeiro estágio da sua comunicação em inglês. Tudo isso vem recheado de cultura negra em nosso material próprio e nos nossos encontros com membros da comunidade negra global.

O valor do curso para alunos iniciantes, o Student Book 1, é de 5x de R$ 76,00, com 5 dias de aulas teste.

Diferenciais 

Todos os professores da Ebony English são negros para garantir uma imersão total no quesito cultura e diáspora negra.

O conteúdo gramatical para o ensino do idioma é referenciado com aspectos relevantes da cultura negra abrangendo questões cotidianas e seus aspectos relevantes na Diáspora Africana.

Você aprender inglês, cultura negra, tudo isso com um professor ou professora parecido com você.

Interessou? Acesso o site para mais informações

https://ebony-english.myedools.com/

Diáspora Black lança cursos on-line sobre história e cultura africana

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A Diáspora Black é uma startup de impacto social focada na valorização da cultura negra e promoção da igualdade racial. Com o coletivo Di Jejê, lançaram nesta semana uma série de atividades on-line que “fortalecem, acolhem e emancipam”.

Os cursos, já disponíveis e vão desde ‘o pensamento de Angela Davis’ a ‘Kukala: Formação para professores e pesquisadores em história e cultura africana e afrobrasileira’. “A cultura negra e o seu legado nos fez existir e resistir. Os saberes de nosso povo e a conexão com nossa ancestralidade são ótimas ferramentas para enfrentarmos esses dias difíceis”.

Confira os cursos disponíveis:
O pensamento de Angela Davis
O pensamento Panafricanista: Abdias, Biko e Malcolm X
Kukala: Formação para professores e pesquisadores em história e cultura africana e afrobrasileira
Nkanda: Feminismo negro e pensamento racial brasileiro
Vamos nos inspirar e aprender com essas referências ancestrais?

Clique aqui e acesse o link para compra e participação nos cursos.

https://www.instagram.com/p/B_lVI2gpMBQ/

“Prático e barato”: Matéria traz penteados tradicionais de regiões da África como “o penteado coronavírus”

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Matéria exibida na terça-feira (12) no programa Hoje em Dia na TV Record, traz penteados tradicionais de regiões da África como “Prático e barato: O ‘penteado coronavírus’ com tranças em forma de antenas que é moda em África”.

A Youtuber Rízia Cerqueira, assistia ao programa no momento em que a reportagem foi ao ar e publicou a seguinte declaração em seu Instagram: “Ontem pela manhã enquanto eu tomava meu café, me deparei com uma matéria do programa Hoje em Dia, da emissora RecordTV, falando que crianças africanas estavam se inspirando no símbolo do novo corona vírus (COVID-19), como penteado. Eu preciso explicar o por quê essa matéria não faz sentido nenhum? E por quê foi uma grande falta de respeito com o povo africano”.

https://www.instagram.com/p/CAIUfY6hlW9/

A matéria foi replicado por alguns sites e nela diz que o “estilo tinha saído de moda nos últimos anos”.

“Fico indignada em ver pessoas que estudaram para informar um população com qualidade e verdade, mas a record tv nunca consegue atingir essa excelência e não é de hoje.
E não digo só a Record, depois dessa matéria, vários lugares repassaram a mesma informação.
Qual a lógica em mandar uma pessoa branca fazer uma matéria sobre cultura preta”, questionou a estilista e diretora criativa Suyane Ynaya.

https://www.instagram.com/p/CAIeWukgf-j/

Essas tranças são chamadas de trança de linha ou trança de cana, na República Democrática do Congo são chamadas de Suki Ya Singa e são muito usadas em dias de eventos africanos específicos. Todos os estilos de tranças e penteados de origem africana exerceram uma importante função no início do século XV, com a escravidão, o cabelo era um condutor de mensagens e parte integrante de um complexo sistema de linguagem.
As divisões e reconhecimentos de cada um era feito devido a seu penteado que continha sempre um mapa para ajudar nas suas longas caminhadas e traçados.

No Brasil, temos o rapper Sabotage usava esse cabelo e em 2018 a rapper Karol Conka reproduziu o mesmo penteado em homenagem ao cantor com uma nova versão da música “cabeça de nego”.

Karol Conka lançará nesta quarta-feira o single "Cabeça de Nego"

Penteados com tranças abrangem um amplo terreno social: religião, parentesco, estado, idade, etnia e outros atributos de identidade, esses penteados não surgiram com a moda e não estão sendo inspirados pelo Coronavírus. O ato de trançar o cabelo transmite valores culturais entre as gerações.

13 de maio: Ainda ouço o som dos grilhões 

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Por Bruno Rico

“Meu filho, se for sair, não esquece o documento, nem que seja para ir ali na padaria”

Essa frase da minha mãe, que ouço desde criança, sempre me mostrou que o tal 13 de maio da “redentora” Isabel sempre foi uma falácia, afinal, como pode um garoto da favela não poder ir na birosca da frente sem documento, de bermuda e chinelo apenas para comprar um doce?

O medo de ser confundido com bandido, de morrer e ser enterrado como indigente fazem com que as mães pretas peçam para seus filhos pretos evitarem certas vestimentas, certos adornos e até mesmo algumas palavras, ainda mais se o CEP for de uma favela, local onde fomos jogados após a tal abolição.

E para quem fala que branco pobre é quase preto, eu trago o relato de vida de uma mãe chamada Fatinha, moradora da Rocinha que conheci nas andanças da minha militância. Fatinha é branca, nordestina, teve um filho branco e outro preto, o filho preto se chamava Hugo, depois de uma passagem pela polícia, decidiu não voltar para o crime e ficava no morro procurando alguns bicos para sobreviver, em uma incursão policial, os policiais foram em cima de Hugo, já sabiam que ele tinha passagem, e um preto com passagem não tem paz, Rafael Braga e tantos outros que o digam, e nesta operação Hugo foi executado em uma viela, sem estar armado ou oferecer perigo, estava apenas de bermuda, chinelo e sem documento, da mesma forma que minha mãe tinha medo que eu morresse.

O mais curioso disso tudo é que nesse mesmo período, o filho branco de Fatinha estava no tráfico local, e quando chegaram para dar a notícia que um filho havia sido assassinado, ela logo associou ao filho branco, até porque toda mãe sabe que a consequência dessa vida é caixão ou cadeia.

Chegando ao local, Fatinha caiu em desespero ao saber que seu filho preto, que não devia mais nada para a justiça e estava tentando ter uma nova vida, sangrava que nem um bicho em um beco e em um evento que participou, essa mãe de fibra fez questão de dizer para o público presente que o filho branco dela, o mesmo que era do crime, nunca havia sequer sido parado pela polícia no morro, nem na época de moleque, os olhos claros e a pele branca garantiam esse direito, que nunca foi dado ao irmão Hugo.

Seguindo este exemplo real, eu vos digo: não! O branco pobre não é quase preto, ele continua sendo branco. Esqueçam esse argumento.

Mas nunca se esqueçam o fato de que a liberdade do dia 13 de maio de 1888 nunca existiu, naquele dia foi decidido que iríamos para outro patamar de escravidão, que perdura até hoje.

O projeto incluía um deslocamento muito bem definido, saímos de senzalas para cortiços e posteriormente favelas, criminalizaram a nossa cultura para que pudessem nos jogar nos presídios, falaram que a capoeira era crime, que o samba era vadiagem, não podíamos fazer nossos cultos, tudo isso era crime. Como se não bastasse, colocaram o projeto de eugenia na nossa Constituição, dizimar o povo preto foi um plano de estado, documentado pelo último país das Américas a “abolir” a escravidão.

Hoje, este mesmo Brasil que a bandeira estampa “Ordem e Progresso”, ainda trabalha para o apagamento da nossa história. Na escola eu não aprendi nada sobre os abolicionistas negros, a heroína da minha falsa liberdade sempre foi a Isabel, e mesmo com uma lei (10.639) que exige o ensino de cultura afro-brasileira nas escolas, nossas crianças pretas seguem sem saber dos nossos verdadeiros heróis e heroínas, e isso interfere diretamente na autoestima destes jovens.

Enquanto a mulher negra for obrigada a ser a mais forte, inclusive recebendo menos anestesia na hora do parto, não podemos falar de abolição plena.

Enquanto o homem negro seguir sem poder errar em nada, e permanecer sendo associado a um processo de animalização, não podemos dizer que a Lei Áurea mudou muito a nossa vida, pois mesmo adulto, eu sigo evitando sair sem documentos, pois as amarras do racismo estrutural ainda permanecem na mente.

 

Bruno Rico – Escritor e publicitário

Arte Online: Cultura e Identidade Negra e Afro indígena

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O Grão, é um projeto de estudantes da CECULT, que visa dar espaço á artistas independentes de Santo Amaro, na Bahia. Desde o começo do projeto eles já fizeram outras quatro mostras e a quinta, que começa em 15 de maio, trata-se da exposição online ‘’Nagò Afroindígena’’. A Exposição faz parte do projeto de conclusão de curso da artista e também estudante do CECULT Laisa Ojulepa.

A Exposição imersiva conta com uma exposição de fotos feitas em cinco perspectivas fotográficas diferentes e está disponibilizada no site do Grão. Para ajudar a entrar em conexão com a mostra, foi criada a playlist ‘’ Grão Nagò’’, no Spotify (e vale muito a pena dar o play).

O projeto trata de forma artística sobre questionamentos, filosofias e ideologias da cultura e da libertação indígena e afro-brasileira, visando nos fazer pensar sobre nossa própria existência em um processo de auto imersão feito através da arte.

Para imergir na exibição do editorial fotográfico de Laisa Ojulepa em parceria com a arte de Lumumba Afroindígena e Mpangi acessórios africanos e indígenas, basta acessar: https://graocultivo.wixsite.com/grao

O Complexo de Branco Salvador nos filmes de Hollywood

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Em linhas gerais, o “salvador branco” é uma pessoa branca que resolve os problemas de um personagem não-branco, problemas estes que não poderiam ser resolvidos pelo personagem por conta própria.  O salvador branco geralmente acaba por fazer uma jornada de autoconhecimento que termina com o mesmo resgatando minorias étnicas de seu cruel destino, este tipo de filme é feito para que pessoas brancas se sintam bem a respeito da forma que encaram minorias marginalizadas. Isso acontece em filmes como “Green Book” e “The Help”

Um exemplo clássico é essa cena do filme “Estrelas Além do Tempo” quando Al Harrison (personagem de Kevin Costner) heroicamente derruba as placas de sinalização que dividia pessoas negras e brancas nos banheiros femininos da NASA.

O personagem de Kevin ainda permite a Katherine que ela acesse a sala de controle para assistir o lançamento do foguete que ela ajudou a criar. O problema? Isso não aconteceu, o personagem é inventado e a verdadeira Katherine Johnson relatou ter assistido o lançamento de sua mesa.

“Green Book” (citado no começo do texto) foi um dos filmes mais criticados pela comunidade negra nos Estados Unidos e por figuras como o cineasta Spike Lee por promover uma visão branca a respeito do racismo. Já no caso de “Histórias Cruzadas”, a própria Viola Davis falou sobre ter se arrependido de ter feito principalmente porque o ponto de vista das empregadas não foi considerado pela produção.

A Narrativa de “White Savior” se tornou muito popular durante a era dos direitos civis onde ativistas negros lutaram contra a segregação racial nos Estados Unidos, os filmes no entanto, atribuíam essa luta a protagonistas brancos. Neste contexto, vale assistir “To Kill a Mockingbird”.

O grande problema é que a mídia acaba por reforçar uma representação das relações raciais onde a bondade, empatia, reflexão, coragem e outras características positivas acabam sendo consideradas inatas a pessoas brancas. Além disso o protagonismo negro (ou não-branco) é apagado, reduzido e quase na maioria das vezes as histórias verdadeiras são distorcidas, colocando como centro da narrativa personagens brancos em detrimento de personagens não-brancos.

É importante que Hollywood propicie outras narrativas e histórias a pessoas não brancas, fugindo desse ciclo de intermináveis estereótipos que limitam possibilidades dentro e fora da tela.

Alguns exemplos de filmes que se enquadram nessa categoria:

Histórias Cruzadas (2011)
Green Book (2019)
Um Sonho Possível (2009)
Duelo de Titãs (2001)
Diamante de Sangue (2006)
To Kill a Mockingbird (1962)
Mentes Perigosas (1965)
The Girl With All The Gifts (2016)

Negras e Rappers: Nicki Minaj, Doja Cat, Beyoncé e Meghan Thee Stalion no topo da Hot 100

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A Versão original de “Say So”, somente com Doja Cat, já era um sucesso. Mas a coisa tornou proporções ainda maiores quando ela decidiu chamar Nicki Minaj para um remix. Apesar de algumas críticas do público que disseram haver certa ‘’desconexão’’ entre as duas artistas, o single foi um sucesso. A prova disso está na nova atualização da Hot 100, a principal parada musical da revista Billboard. Esse é a primeira vez de ambas no tão sonhado 1º lugar.

A Segunda posição, também tem uma história bastante parecida. Desde que lançou ‘’Savage’’, Meghan Thee Stalion veio fazendo bastante barulho, principalmente no app ‘’Tik Tok’’. Mas é claro que uma parceria de peso com Beyoncé elevaria o sucesso a outro nível.

Além delas, o tão cobiçado top 10 do chart é composto por The Weeknd, Drake, Roddy Rich, Playboy Carti, Dababy e Quavo.

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