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Curso gratuito de educação financeira abre vagas com foco em mulheres negras

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O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) está promovendo, com o apoio da União Europeia e GTSC-2030 uma formação online gratuita sobre educação financeira para mulheres preferencialmente não brancas, lésbicas, bissexuais, transexuais de baixa renda.

As aulas serão ministradas pela Bia Santos, CEO da Barkus Educacional (empresa de educação financeira). O curso estará gravado e haverá, também, mentoria por meio do aplicativo WhatsApp. 

A inscrição é limitada a 150 pessoas e pode ser feita até o dia 13 de janeiro, por meio de um formulário clique aqui para acessar.

Curso gratuito terá foco em mulheres negras / Imagem: Reprodução

 

Jessica Córes e Wesley Guimarães estão em série da Netflix que aborda o folclore brasileiro

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Wesley Guimarães e Jessica Córes - Foto: Arquivo pessoal

Atormentado com a morte da esposa durante um incêndio , um policial ambiental se vê em uma trama que mistura mundo real, com o misticismo do folclore brasileiro quando um boto rosa aparece em uma praia carioca.

Cidade Invisível é a nova séria nacional da Netflix que estreia dia 5 de fevereiro e o Mundo Negro foi conversar com dois atores que participam do projeto em papeis muito especiais.

Isac é o personagem do ator baiano Wesley Guimarães que explicou um pouco para gente sobre seu personagem que pelo trailer chutamos ser uma versão do Saci Pererê.  “É como se ele fosse mais evoluído e mais parecido com os seres humanos. É um moleque que você normalmente veria na rua.  Não é aquele menino de calça e gorro vermelho e um charuto na boca”, explica Guimarães que também participou da série Irmandade, na Netflix.

Jessica Córes, que pode ser vista na série Casa Da Vó, representa uma das entidades do folclore brasileiro, que reina no mar, porém na série, seu nome é Camila.  “Para esta personagem eu tive que fazer uma preparação especial, fiz natação e dança oriental. E é um sonho fazer uma história de fantasia, ainda mais representar está figura feminina que se traduz em várias dependendo da cultura”, detalha a atriz.

Cidade Invisível é dirigido por Carlos Saldanha (Era do Gelo) e tem como protagonistas Marco Pigossi e Alessandra Negrini.

“Orçamento sem falhas”: Nath Finanças lança seu primeiro livro

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Imagem: Google fotos

Chegou nas bancas o primeiro livro da administradora e youtuber, Nath Finanças. O livro, que foi lançado na sexta-feira (08), fala em tom descontraído e didático “as principais questões que assolam o nosso bolso ― nossa relação com cartão de crédito, taxa de juros, lista de compras, planejamento, metas, a diferença entre desejo e necessidade, entre outras ―, para ajudar de uma vez por todas quem se enrolou nas dívidas ou só vive para pagar boleto”.

Segundo informações a editora intrínseca, o livro conta com um projeto gráfico moderno e colorido, repleto de ferramentas práticas para ajudar o leitor, como tabelas, listas e glossário. Para completar, a autora ganha o reforço do ilustrador Ric Sales, que traz para as páginas do livro charges divertidas sobre nossa relação com o dinheiro no dia a dia.

Para quem já tem familiaridade com o mercado financeiro, é uma boa alternativa por abordar uma nova perspectiva do assunto e, para os que querem começar a se aventurar no universo, é a porta de entrada perfeita.

“Um negro lindo não precisa ter traços finos”, cirurgiã plástica fala sobre racismo e procedimentos estéticos”

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Foto: Instagram

Em uma entrevista para o Portal Metrópoles, a médica Tatiana Novais falou sobre racismo na área da saúde, procedimentos estéticos e autoestima de pessoas pretas.

Quando era apenas uma criança Tatiana já sonhava em ser médica e já sofria com a ausência de representatividade na profissão. Aos 16 anos, Tatiana passou para medicina, sendo a primeira pessoa da família a ingressar no ensino superior.

Enfrentando muitos desafios por ser uma das poucas mulheres, Tatiana não enxergava os preconceitos que sofria na universidade por ser uma mulher, negra e não pertecente a elite.

Atualmente, com 3 décadas de atuação na área de cirurgia plástica, Tatiana já é mais engajada na causa, e trabalha promovendo a autoestima de pessoas pretas que cruzam seu caminho. Nas redes sociais, Tatiana se apresenta como a primeira cirurgiã plástica negra do Brasil, e divulga o seu trabalho que contempla pessoas pretas.

Com uma trajetória longa na área, Tatiana atualmente se dedica a enaltecer a beleza de pessoas pretas e ressalta a importância dos debates raciais na área, já que muitas pessoas chegam até sua sala de atendimento por conta de traumas causados pelo racismo. Tatiana contou que muitos de seus clientes a procuravam para realizar procedimentos que os deixassem com traços de pessoas brancas.

Tatiana lembrou que até mesmo os estudos e os conceitos podem ser excludentes para pessoas pretas, há um conceito de cinco séculos atrás que ainda são usados para harmonização facial, de que  “O limite da largura nasal seria o canto interno dos olhos”. E esse conceito coloca 90% dos negros fora do padrão” 

A médica comentou ainda sobre a influência das redes sociais nas decisões de pessoas pretas em realizar procedimentos estéticos.

“A mídia tem uma influência muito grande nisso. Não se reflete sobre o peso que os filtros das redes sociais e as maquiagens têm”, disse.

Tatiana tem orgulho de suas origens e tenta levar a mesma reflexão de autoconhecimento e autoestima para seus clientes. Crianças, jovens e adultos já chegaram até a doutora para contar suas insatisfações com seus traços partindo de um ponto de vista racista e embranquecido que nos foi imposto.

“Se você avaliar a face de uma pessoa negra pelos padrões brancos, sempre haverá algo de errado nela. Já atendi uma menina que queria se matar por causa do nariz” lembrou a cirurgiã

Muitas crianças crescem se odiando pelo simples fato de não se sentirem representadas, enquanto somente pessoas brancas estiverem ocupando grandes espaços na tv e internet, crianças pretas não vão reconhecer sua beleza.

“Um negro lindo não precisa ter traços finos. Vende-se uma falsa ilusão para uma geração de meninas, principalmente as mais jovens, de que só assim elas são bonitas e isso é cruel.”

Atualmente Tatiana organiza eventos com profissionais relacionados à saúde e à beleza negra. E em 2021 pretende fazer um congresso para falar sobre esse assunto com os maiores especialistas. “O volume financeiro que os negros mobilizam é enorme. É preciso ouvir as demandas estéticas dessas pessoas. Você, branco, não pode considerar só a sua estética como única e superior.” completou

Filme estrelado por Zendaya e John Washington ganha trailer e data de estreia na Netflix

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A Netflix liberou o primeiro trailer do aguardado longa Malcolm & Marie estrelado pelos atores Zendaya e John David Washington. Com direção de Sam Levinson, o longa acompanha Malcolm (Washington) um cineasta que volta para casa com sua namorada Marie (Zendaya) após a estreia de um filme de sucesso, enquanto aguarda para confirmar se o longa será mesmo um sucesso de bilheteira e de crítica. A noite muda repentinamente quando revelações sobre seus relacionamentos começam a vir à tona, testando a força do amor desse casal.

O filme de rara originalidade foi gravado durante a pandemia e tem a estética P&B (preto e branco). Com o início do período de quarentena, ficou impossível de continuar as gravações da segunda temporada de Euphoria, então a atriz Zendaya deu a ideia do projeto a Sam Levinson que aceitou e iniciou a busca pelos atores, John David Washington chamou atenção devido a sua atuação em “Infiltrado na Klan”.

O filme deve estrear na netflix no dia 5 de fevereiro; Assista ao trailer:

Mulher que acusou falsamente jovem negro de roubar seu celular, é presa nos EUA

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Miya Ponsetto foi presa por agressão no dia 7 de janeiro - Foto: Reprodução Twitter

Imagine a cena onde um pai está com seu filho adolescente, ambos negros, estão dentro de um hotel e do nada, uma mulher branca grita, corre e pula em cima do jovem o acusando de ter roubado seu celular sem nenhuma prova.

O caso aconteceu no final de dezembro nos EUA. Miya Ponsetto, de 22 anos, sentiu falta do seu telefone ao sair do banheiro e atacou Keyon Harrold Jr., de 14 anos, filho do jazzista e vencedor do Grammy Keyon Harrold, o acusando de ter roubado seu celular. A agressão que aconteceu em Nova York, foi registrada em vídeo e viralizou nas redes sociais.

O telefone da agressora foi encontrado dentro de um carro do Uber que ela havia usado antes de ir ao hotel e devolvido a ela, que logo em seguida retornou para sua residência na California, crente que não teria que lidar com as consequências.

Nessa última quinta-feira, 7 de janeiro, Policiais do condado de Ventura coordenaram com o Departamento de Polícia de Nova York uma ação para prender Miya, por agressão, em frente à sua casa em Piru, Califórnia. Ela se recusou a ser detida e teve que ser retirada à força do seu carro.

A advogado da agressora Sharen Ghatan, disse que o caso não tem nada a ver com raça e que a sua cliente sofre de crises de ansiedade.

Em uma entrevista ao “Good Morning America” ​​em 29 de dezembro, Harrold Jr. disse que seu filho ficou “em estado de choque” com o incidente.

Com colaboração de Thais Prado.

Inscrições abertas para oficina gratuita de Maracatu, preparação vocal e percussão

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Imagem: Divulgação

O projeto “Tu Maracá! – Brincantes Online” promove durante o mês de janeiro três oficinas inseridas no universo do Maracatu, manifestação popular da cultura pernambucana. As aulas serão realizadas em ambiente virtual e conduzidas por três artistas: Nefertiti Coutinho (PE) ministra a Oficina de Dança do Maracatu de Baque Virado; Natielly Santos (BA) será responsável pelas aulas de Preparação Vocal e Ricardo Costa (BA) por conduzir as aulas de percussão.

O projeto tem apoio financeiro do Estado da Bahia através da Secretaria de Cultura e da Fundação Cultural do Estado da Bahia (Programa Aldir Blanc Bahia) via Lei Aldir Blanc, direcionada pela Secretaria Especial da Cultural do Ministério do Turismo, Governo Federal.

O projeto tem direção geral do coreógrafo baiano Ícaro Ramos, que fala sobre o papel das oficinas na construção da obra coletiva que será apresentada em março.

“As oficinas online Tu Maracá surgem a partir da necessidade de termos mais ferramentas para o nosso processo de criação. Elas vão servir como um dos pontos iniciais para criar a nossa obra. A partir disso, se torna importante que a gente aprofunde mais ainda nossos conhecimentos sobre as danças de Maracatu, sobre preparar a voz e entender mais sobre a percussão desses Maracatus”, explica o diretor.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas até às 23 horas do dia 11 de janeiro. O resultado da seleção será divulgado no Instagram do projeto (@tu_maraca). As aulas acontecem no turno da tarde, a partir do dia 12 de janeiro, com dois encontros.

Dança de Maracatu de Baque Virado: 12 e 19 de janeiro (terças), de 14:30 às 15:30;

Preparação Vocal: 14 e 21 de janeiro (quintas), de 14:30 às 15:30;

Percussão: 16 e 23 de janeiro (sábados), de 13 às 14h.

Inscrições: até 11 de janeiro, através do link http://bit.ly/3s6dVqr

‘Queen & Slim’, que discute o racismo nos EUA, estreia no Telecine Premium

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O tão comentado filme ‘Queen & Slim‘ de Melina Matsoukas teve sua estreia nos cinemas brasileiros cancelada por causa da pandemia. Com Daniel Kaluuya, indicado ao Oscar por “Corra!”, e a novata Jodie Turner-Smith, no filme, os dois jovens negros se conhecem por um aplicativo e saem juntos.

Mas o que era para ser uma noite agradável se transforma numa fuga desesperada depois que o casal é abordado por um policial racista. Infelizmente longe de ser a exceção em encontros do tipo, seja nos Estados Unidos, seja no Brasil, e a noite acaba com abuso, tiros e uma morte. Sem saber como agir, o par sai da cidade, sem a menor ideia de para onde ir e o que fazer.

Daí em diante, a história toma um rumo cheio de suspense e drama. Os dois decidem cruzar os Estados Unidos por estradas vicinais a cada cidade por que passam, aumenta a perseguição policial, que aumenta a ajuda recebida por eles pelas comunidades negras locais e insufla os protestos antirracistas e o processo de transformar os dois em heróis marginais.

O filme estreia nesta sexta no Telecine Premium às 22 horas.

Desaparecimento dos meninos em Belford Roxo completa 12 dias

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Familiares fazem protesto no domingo (03) em busca dos meninos

Após 12 dias desde o desaparecimento de três meninos em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, as famílias continuam sem respostas e a polícia civil responsável sobre o caso sem dar nenhuma explicação do paradeiro de três crianças desaparecidas.

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF), informou que policiais já analisaram imagens de mais de mais de 40 câmeras de segurança que poderiam ter registrado o trio, mas nenhuma delas flagrou Lucas Matheus, de 8 anos, Alexandre da Silva, de 10, e Fernando Henrique, de 11, que estão desaparecidos desde o dia 27/12/2020.

Os meninos saíram para brincar em um campo de futebol perto de casa e não voltaram mais. Na manhã desta quinta-feira, policiais da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) e da DHBF realizam uma operação no bairro Castelar em busca de informações.

Os familiares dos meninos também estão reclamando da demora na investigação, e dizem que ainda não receberam qualquer atualização relevante por parte da polícia. No domingo, parentes das crianças fizeram um protesto pedindo solução para o caso. Ontem, as mães foram ouvidas na Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) e o delegado responsável pelo caso afirmou que “não descarta nenhuma hipótese”.

Pistas falsas levaram os familiares das crianças a diferentes locais, como Campo Grande, Santa Cruz, Central do Brasil e Flamengo, todos no Rio. Não bastasse isso, a mãe de um dos garotos contou que foi vítima de uma tentativa de extorsão.

“Na última terça-feira (05), dois amigos dos garotos prestaram depoimento e buscas foram realizadas em uma área de mata apontada como local para onde eles teriam ido. As investigações continuam”, informou a corporação através de nota.

Denúncias sobre o desaparecimento de Lucas, Alexandre e Fernando podem ser repassadas ao Disque Denúncia, através do telefone: 2253-1177 ou entrar em contato com a Fundação da Infância e Adolescência pelos telefones 2286-8337 ou 98596-5296.

Rafaela Lohana encontrou na mentoria para mulheres negras, a possibilidade de planejar seus sonhos

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A estudante de jornalismo e produtora cultura Rafaela Lohana - Foto: Divulgação

“Desde pequena eu sempre tive planejamentos e objetivos muito claros do que eu queria fazer da minha vida”.  A produtora cultural e estudante de jornalismo, de 23 anos, Rafaela Lohana faz parte dessa nova geração de mulheres negras que reconhecem os sacrifícios dos que vieram antes dela para que ela tivesse mais oportunidades na vida.

A jovem da baixada fluminense, descende de uma família onde quase todas as mulheres trabalham como doméstica. “Eu falo por mim, estar viva é resistência. A minha família poder me apoiar a estar em lugares onde não tenha rostos como o meu, é resistência. Todas as minhas conquistas , não são só minhas, são de um avanço do que é ser preto e da minha história”, reflete Rafaela que participou de um programa de mentoria voltado para mulheres negras promovido pela Seda em parceria com os Institutos  ID_Br e Plano de Menina.

“Eu planejei fazer faculdade , era um dos meus objetivos e para chegar até aqui eu tive que passar por muitas etapas pensadas antes da mentoria onde eu aprendi uma forma de organizar melhor esses planejamentos para os meus sonhos futuros” explica a estudante.

 Ainda sobre a experiência de mentoria, feita por meio de um grupo no WhastApp,  Rafaela conta que as conversas e exercícios, a ajudaram a tirar seus projetos do plano abstrato.  “A gente olha para o que a gente quer, de uma forma fora da caixinha e pensa nas melhores estratégias dentro da nossa realidade que podem ser feitas para conseguir esse objetivo.  Pessoas com o meu perfil, mulher , jovem negra, que moram na periferia do Rio de Janeiro que trabalham e estudam ao mesmo tempo, têm irmãos, família, uma casa para sustentar, bom é, importante a gente sonhar fora de uma realidade tão dura como a que a gente tem no dia a dia, mas também é importante para gente, planejar o que a gente quer de verdade, para tentar sair da inércia”.  

Sobre síndrome do impostor, muito comum em mulheres negras que ocupam espaços com pouca diversidade, Rafaela reflete sobre a necessidade de celebrar nossas conquistas. “As pessoas sempre postam a chegada, mas ninguém posta a corrida, o processo, como foi, o que você perdeu e o que tem atrás da vitória. É importante a gente passar e pensar no processo. Eu quero saber como posso aprender até nas decisões erradas que eu tomei. Falando de mim mesma, muitas vezes eu esqueço das pequenas coisas que eu conquistei na vida. Da medalha que consegui como melhor aluna do 9º ano à ter conseguido um diploma de produtora de eventos e conseguido passar no vestibular. Todas as minhas tias são empregadas domésticas. Você planejar a sua vida e se sentir merecedora de onde você está, mesmo que com pouco, é muito importante. Eu sou muito grata e me sinto merecedora de conquistar tudo o que eu conquistei hoje”, finaliza a estudante.

As inscrições para o programa de Mentoria da Seda vão até o próximo domingo, 10 de janeiro .

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