O rapper L7nnon lançou o clipe da sua mais nova música “Da Boca” nesta segunda-feira (29). Com uma mega produção, o vídeo foi no YouTube e em todas as plataformas digitais, sendo gravado numa favela do Rio de Janeiro e colocando o cantor para contracenar com os atores Dandara Mariana e Jonathan Azevedo.
A sonoridade sensual da o tom da faixa. L7nnon e Dandara protagonizam uma paixão criminosa, enquanto Jonathan vive seu amigo. O hit tinha lançamento previsto para terça-feira (30/03), contudo, por causa de uma brincadeira na internet, saiu um dia antes.
O cantor colocou em suas redes sociais um desafio de ‘números de comentários’, atingindo o valor pedido em menos de três horas. Além disso, assim que o clipe foi lançado, oram mais de 100 mil views em apenas uma hora de divulgação.
A direção é de Cherry Rocha, mesmo diretor do clipe de “Perdição”, que bateu 100 milhões de reproduções no YouTube. L7nnon já divulgou um teaser da música em seu perfil no Instagram.
O clipe conta história de um amor marginal, inspirado em uma história real que passa no Morro do Vidigal, favela do Rio de Janeiro.
Em comemoração aos seus 10 anos de formação, o apresentador, influencer e jornalista Raoni Oliveira lançou em novembro do ano passado o concurso ‘Raoni é 10’, na qual premiava jovens da periferia a uma bolsa integral de jornalismo.
O resultado saiu e Raoni premiu com bolsas integrais os estudantes que produziram as três melhores matérias audiovisuais que mostraram “o impacto da COVID-19 nas suas comunidades”. Contudo, algo incomodou seus seguidores, dentro dos vencedores, nenhuma mulher foi premiada.
Ouvindo as críticas pelo fato de apenas homens estarem como vencedores das bolsas integrais, Raoni lançou mais uma vez o concurso e agora trazendo um diferencial: Só poderão participar jovens mulheres da periferia.
Em parceria com a UniFTC, o apresentador disse que a educação nesses locais podem mudar vidas e por isso vai premiar duas jovens periféricas que ganharem a ‘disputa’ pela bolsa.
“Acredito que a educação e o acesso a esses espaços podem mudar vidas. Portanto, vamos premiar duas jovens de periferia que tem como sonho se tornarem jornalistas. Assim como eu, mas também Rita Batista, Jéssica Senra, Maíra Azevedo (Tia Má) e Luana Assiz, mulheres que são grandes referências na Bahia e também no cenário nacional”, afirmou Raoni Oliveira.
As inscrições estão abertas e seguem até 31 de março. Para concorrer a jovem precisa ter de 17 a 28 anos, ser moradora de periferia e ter cursado o ensino médio em escolas públicas. Após confirmar estes pré-requisitos, é necessário postar uma vídeo matéria com tema livre, no instagram (IGTV), com as hashtags #RaoniÉ10 e #UniFTC
Na segunda fase do concurso, as juradas Tia Má, Tainá Reis e Luana Assiz irão selecionar os 10 melhores vídeos, estes irão para votação popular, e assim, na terceira e última fase, o público escolherá as duas futuras jornalistas.
A multitalentosa Agnes Nunes é uma verdadeira sereia brasileira, encantando a todos com sua beleza e a sua voz. A jovem de de 18 anos, baiana de Feira de Santana, acaba de integrar o time embaixadoras de L’Oreal Paris. Inclusive, o empoderador slogan “Por que você vale muito”, completa 50 anos.
Agnes conversou com exclusividade com o site Mundo Negro sobre beleza e cuidados pessoais que artista crê fazer diferença no seu dia a dia.
Mundo Negro A sua música e a sua presença tem esse ar goodvibes. Como você define seu humor? O que te deixa feliz e o que te tira do sério?
Agnes Nunes – Hahahah! Eu definiria meu humor como feliz! Eu me considero uma pessoa feliz e tento passar essa felicidade para as pessoas, mas tenho meus momentos de oscilação de humor, sou ser humano também né?
De 0 a 10 qual a importância da boa alimentação na sua vida? Você é o que você come?
A boa alimentação é a base da vida! Eu sempre faço de tudo para me alimentar bem! Estou me esforçando para comer mais folhas e verduras, porque não sou muito fã não. Mas nós somos literalmente o que comemos e afirmo isso porque sempre tive acne, depois que comecei a me alimentar melhor, pude ver melhoras nesse quesito, a minha pele ficou mais saudável, meu corpo também.
Créditos: The Nogueira
Rituais de beleza fazem parte da nossa ancestralidade que sempre soube tirar proveito da natureza para se sentir bem. Pode compartilhar com a gente seu ritual preferido de beleza ou talvez algo mais simples que você faz em nome da sua beleza e te faz sentir bem?
Eu bebo água. Pra mim água é um dos grandes segredos de beleza do povo bonito da pele de bumbum de nenê. Sempre separo um tempo para cuidar da minha pele, fazer meu skincare, tenho muitos produtos para isso porque é uma das coisas que mais gosto de fazer, reservar um tempo pra mim e para o bom aspecto da minha pele.
Qual sua relação com cabelos e química? Já fez alguma transformação mais radical ou tem vontade de fazer?
Meu cabelo passa longe de qualquer química! Nunca quero alisar ele! Só usar perucas mesmo! Eu gosto do meu cabelo assim, do jeitinho que ele é. Talvez eu mudaria a cor bem radicalmente. Quem sabe?
Qual a importância da arte para sua saúde mental. Além da música o que você quando precisa aquietar a mente e o coração?
A arte é tudo pra mim e acredito que para o mundo todo tem sido salvação. Sem a arte não existiria alegria, sentimentos. Quando eu quero aquietar minha mente e coração eu leio, ouço mantras, respiro, vejo filmes e saio um pouco do mundo real!
Foi no Pará, no alto rio Trombetas, que a primeira comunidade remanescente de quilombos recebeu o título coletivo e definitivo de suas terras. É aqui que está a segunda maior concentração de pessoas negras do país. É na região norte que reexiste o maior quilombo do Brasil. Entretanto, a população preta da Amazônia e toda sua produção positiva continuam sendo invisibilizada.
São essas barreiras mercadológicas e geográficas que o cantor Jeff Moraes pretende derrubar através da sua sonoridade Pop AfroAmazônica. Cultura Pop, Afro afeto, Amazônia e Ancestralidade são as palavras chave do novo trabalho musical desse artista que soma dez anos de carreira. O lançamento oficial do videoclipe “Coisa de Pele”, no canal oficial do artista no Youtube, será no próximo sábado (03/03).
“Acho que está mais do que na hora do Brasil reconhecer e ouvir esta Amazônia Preta. Houve muitos avanços nos diálogos da questão racial no país. Entretanto o eixo sul e sudeste ainda não consegue se voltar para a diversidade de pessoas pretas existentes em outros pontos do país”, defende o cantor.
Não é de hoje que Jeff Moraes usa da Amazônia para cantar sua ancestralidade, regionalismo com uma pitada de cultura pop e afroreligiosade em seus trabalhos audiovisuais. Apesar de estar lançando o primeiro cd do artista, “Coisa de Pele” é o terceiro videoclipe da carreira de Jeff.
“Esse clipe é um abre caminhos para esse lançamento que logo logo vai tá ai que é o “Tambor e Beat”. A música Coisa de Pele fala do reconhecimento no olhar de uma outra pessoa preta, o reconhecimento na própria cultura, na ancestralidade, do teu ser. Esse clipe fala muito sobre identidade sobre a minha identidade enquanto homem preto gay. A letra dessa música diz: deixa a maré te levar nos braços de Iemanjá. Iemanjá é um orixá mãe que te carrega no colo, que te agrega, que rege essa imensidão do mar”, finaliza o artista
O produto audiovisual “Coisa de pele” é o ponta pé inicial da divulgação do lançamento do álbum Tambor e Beat, o primeiro da carreira desse artista afro Amazônida. Marcel Barreto é o produtor e diretor musical do CD que tem 8 faixas. Quem assina o clipe é a produtora paraense Treme Filmes. No elenco, atrizes negras reconhecidas no cenário artístico de Belém, Samily Maria e Cassandra Bonifácio.
O videoclipe apresenta ainda a exuberância da natureza amazônica. A praia da Flexeira, da ilha de Cotijuba, e o Combu foram as paisagens escolhidas como pano de fundo. “ Sempre tento utilizar a arte como um ato político para empoderar e valorizar o ser afro-amazônico. Tenho comigo duas atrizes que fazem alusão a duas yabás (orixás em forma feminina ) representando também essa conexão com esse sagrado que tanto me atravessa através da conexão ancestral com as águas que nos banham”, explica o cantor.
Idealizado pelo renomado chef João Diamante, o curso ensina todo o ciclo da gastronomia, desde o plantio até a finalização de um prato. Por causa da pandemia, a nova edição vai acontecer de forma online, através da plataforma Curseria, com técnicas básicas em gastronomia. As inscrições podem ser feitas em: encurtador.com.br/xLORY. Os inscritos vão ter aulas com o chef Felipe Bronze.
“Assim como o mundo, o projeto social Diamantes na Cozinha teve que se adaptar e nesse ano de 2021 não vamos ficar parados. Vamos impactar muitas pessoas. Para que isso posso acontecer, fizemos uma parceria com a Curseria, que tem uma plataforma online com os melhores profissionais do mercado“, destaca Diamante.
A ideia do chef, que é cria da favela Nova Divineia, no Complexo do Andaraí, é oferecer o curso todo mês para uma comunidade diferente. Na primeira edição, as 50 vagas foram destinadas para o Complexo do Alemão em parceria com o Voz da Comunidade, fundado pelo Rene Silva, agora as vagas são destinadas para a comunidade onde o chef foi criado no Complexo do Andaraí em parceria com o Projeto Social Educação para Jovens e Adultos, do fundador diretor-executivo Dr Rubinho da Divineia: “É por acreditar na potência de nossa gente nestes territórios e saber que basta oportunidade para que toda esta potência se torne ato e nosso povo se realize e vença na vida é que firmamos esta parceria para oferecer o conhecimento que liberta e permite voos cada vez mais altos! Inscreva-se e venha aproveitar mais esta oportunidade”.
Independente da sua idade, é bem provável que você já tenha assistido algum episódio de Todo Mundo Odeia o Chris, que conta a história de Chris Rock e sua família. A série é ambientada no Brooklyn, na década de 80, e mostra as situações vividas por um jovem negro no seu dia a dia, com todas as problemáticas, de forma bastante cômica.
Um dos personagens mais icônicos da série é o pai do Chris, o Julius, conhecido por ter dois empregos e ser bastante planejado quando o assunto é finanças. Interpretado pelo ator Terry Crews, Julius tem fama de ser pão duro, contar os centavos de cada compra e pechinchar sempre que possível, porém sempre tem uma graninha quando é preciso. A verdade é que, em diversos episódios, ele compartilha dicas financeiras atemporais, importantes para refletirmos sobre como lidamos com a nossa vida financeira. Toda essa sabedoria foi reunida em 8 grandes aprendizados para que você, querido(a) leitor(a), possa repensar sobre alguns de seus hábitos financeiros.
“Por que eu vou sair para relaxar se posso relaxar em casa, que é grátis?”
Na maioria das vezes, quando pensamos em lazer e relaxamento, logo nos lembramos de atividades externas, que envolvem dinheiro. Busque alternativas de divertimento em casa, afinal, uma economia é sempre bacana, né?! Que tal fazer uma sessão pipoca com a família? E uma noite de jogos de tabuleiro? E aquele almoço de domingo regado a futebol? Assim, você economiza, fica pertinho de quem ama e ainda se diverte (às vezes, até mais)!
2. “Tire esse relógio da tomada, garoto. Você não consegue ver a hora enquanto dorme! São 2 centavos a hora.”
Por menos importantes que pareçam, precisamos valorizar também os pequenos valores. De pouquinho em pouquinho, poupamos muito e conseguimos realizar nossos objetivos. Mais importante do que poupar muito, é poupar sempre. Comece de algum lugar, mesmo que seja guardando os trocos em moedas.
3. “Uma corrente de ouro só serve para prender seu portão de ouro da sua casa de ouro.”
Às vezes, desejamos ter coisas caras só pelo status social. O problema é que nem sempre isso é coerente com a nossa situação financeira ou relevante para nossa vida. Sonhe alto, mas não deixe de se questionar: Eu realmente preciso disso? Posso pagar por isso? Precisa ser agora? Melhor do que parecer ter muitos bens, é conseguir se manter dentro do planejamento financeiro.
4. “Se eu não comprar nada, o desconto é maior.”
Essa é uma das frases mais clássicas do Julius. Pesquisar boas oportunidades de compra é sempre bem-vindo, mas não esqueça que descontinhos mágicos também são uma estratégia de vendas e podem incentivar gastos desnecessários e por impulso. Se você não está precisando ou não está com dinheiro sobrando, o melhor é evitar a compra.
5. “Sabe quantas vezes eu estava certo e tive que pedir perdão? 4.351 vezes!”
É comum associarmos educação financeira com números e planilhas e esquecermos das relações humanas. Você sabia que dinheiro é um dos motivos mais frequentes das brigas familiares? Atitudes como falar com serenidade, buscar o diálogo, ouvir com mais atenção e pedir desculpas podem ajudar nas finanças, afinal, não vivemos (nem gastamos) sozinhos. Planejamento conjunto é tudo! Preste atenção na forma como você se comunica.
6. “Quando eu era garoto, não precisava de roupa especial. Ter roupa já era especial!”
Infelizmente, muitos vivenciam momentos financeiros difíceis durante a infância e adolescência. Será que acabamos exagerando com os gastos ou nos contendo demais por conta das nossas experiências anteriores? O passado influencia o presente, mas você pode (e deve!) construir seu próprio futuro. Invista em seu autoconhecimento e repense o papel do dinheiro em sua vida. Sessões de terapia podem ajudar nesse processo.
7. “Aceita vale-refeição?”
Não tenha vergonha de pagar com vale-refeição, nem com dinheiro trocado ou moedinhas. Menos ainda de pechinchar. O importante é pagar suas contas em dia e manter o controle financeiro. Qualquer forma de pagamento é válida, contanto que esteja dentro do seu orçamento.
8. “Como assim largou o emprego? Largar é para bebida e cigarro!”
Se tem uma coisa que pode nos ajudar a economizar é diminuir ou evitar alguns hábitos, como cigarros, bebidas, jogos, compras sem planejamento e até comida em excesso. Não é para acabar com os momentos de lazer e relaxamento, mas tudo em excesso pode ser ruim para a saúde (física, mental e financeira). Fique de olho no seu bolso!
Depois desses conhecimentos preciosos, você deve estar buscando uma foto do Julius para colar na sua carteira, não é mesmo? Que suas palavras continuem sendo compartilhadas e sirvam de inspiração para mais e mais pessoas. Afinal, é sempre possível dar uma economizada. Obrigada, grande mentor Julius!
O Instituto Identidades do Brasil (ID_BR) completa cinco anos nesta terça-feira, dia 30 de março. Fundado em 2016, ele surgiu através de uma ideia de Luana Génot, hoje sua Diretora-Executiva. Aluna de comunicação social da PUC-Rio, Luana organizou, em 2013, uma exposição na universidade focada nas diversas identidades do Brasil. O projeto incentivava as pessoas a discutirem sobre a questão da igualdade racial e acabou estimulando a então estudante de publicidade a pensar em como essa conversa poderia ser trazida para o dia a dia e de forma sustentável.
Depois de uma participação na Conferência Mundial da Juventude da ONU, no Sri Lanka, Luana teve certeza que gostaria de criar um modelo de negócio que estimulasse a diversidade étnico-racial no mundo corporativo. O ID_BR nasce com a missão de promover a aceleração da igualdade no país, com foco no mercado de trabalho.
“Segundo uma pesquisa do Instituto Ethos, o Brasil demoraria cerca de 150 anos para zerar a desigualdade racial no mercado de trabalho. O nosso propósito, desde o primeiro dia, foi criar ações e promover práticas antirracistas para acelerar esse processo. Não podemos esperar 150 anos”, declarou Luana Génot, Fundadora e Diretora-Executiva do Instituto.
Hoje, o ID_BR é dividido em três pilares de atuação: empregabilidade, educação e engajamento. E todos atuam juntos como um ecossistema para criar culturas corporativas antirracistas que tenham planos de ação com prazo e investimento para este fim, além de estimular o diálogo e engajar as pessoas de modo geral com a pauta.
Empregabilidade
Pilar dedicado a prestar consultorias e treinamentos de diversidade e inclusão para acelerar a igualdade racial dentro das empresas. Como parte dele, o Instituto criou o Selo “Sim à Igualdade Racial”, jornada antirracista que mensura o nível de proximidade das empresas com a pauta e dá suporte no desenvolvimento das atividades. Ao longo dos últimos cinco anos, mais de 100 mil pessoas já foram impactadas por atividades relacionadas ao Selo. Em 2021, o Instituto alcançou a marca inédita de 30 empresas com o Selo.
Dentro do trabalho com as empresas, o ID_BR pretende causar uma mudança dentro do mercado de trabalho, mostrando que empresas devem investir na igualdade racial de modo mais intencional e o quanto isso significa, a médio e longo prazo, inovação, reputação e lucro.
Educação
Dentro deste pilar, o Instituto oferece programas de capacitação para pessoas negras e indígenas, bolsas de estudos em áreas estratégicas do mercado, além de letramento racial para todos que estejam dispostos a aprender mais sobre a pauta.
Engajamento
O pilar de engajamento está focado em promover e organizar eventos e produtos como forma de conscientizar e engajar organizações e sociedade civil na causa. Entre os principais eventos estão o “Prêmio Sim à Igualdade Racial” e o “Fórum Sim à Igualdade Racial”. A premiação homenageia e reconhece pessoas e iniciativas que atuam pela igualdade racial, enquanto o fórum conecta jovens profissionais negros e indígenas com grandes empresas. Juntos, os dois eventos já atingiram mais de 30 milhões de pessoas ao longo das últimas edições. A premiação desde o ano passado acontece em parceria com o canal Multishow do grupo Globo.
“Durante os últimos cinco anos, criamos no mercado, junto dos nossos parceiros, um espaço de aprendizado constante e discussões profundas sobre temas muitas vezes esquecidos ou ignorados. Parte do nosso papel é dar luz a esses assuntos e discuti-los de modo propositivo e objetivo, com a naturalidade que deveria ser comum. Fizemos escolhas ousadas, concretas e fora do comum, e isso se faz necessário todos os dias. Estamos aqui para acelerar a promoção da igualdade racial e não vamos parar”, afirma Tom Mendes, Diretor Financeiro e Administrativo do Instituto.
O Instituto Identidades do Brasil é uma organização sem fins lucrativos, pioneira no Brasil e 100% comprometida com a aceleração da promoção da igualdade racial. A partir da campanha “Sim à Igualdade Racial”, o ID_BR desenvolve ações em diferentes formatos para conscientizar e engajar organizações e a sociedade, buscando reduzir a desigualdade racial no mercado de trabalho, como indica o objetivo dez da agenda 2030, da ONU, que reúne as 17 metas de Desenvolvimento Sustentável para erradicar a pobreza e promover vida digna a todos.
A comédia “Eu, a Patroa e as Crianças” estreou no canal norte-americano ABC em 28 de março de 2001 e até hoje é um sucesso com os pretinhos de diversos locais.
Levanta a mão quem está vendo a velhice bater com essa notícia?
Os atores que faziam essa família incrível nunca mais se juntaram para matar nossa saudade e nós apuramos o que eles estão fazendo: O Damon Wayans (Michael Kyle) completou 60 anos ano passado e está dedicando-se nas comédias por trás das câmeras, Tisha Campbell-Martin (Jay Kyle) continua fazendo TUDO, sendo comediante, dubladora, produtora e diretora.
George O. Gore (Kyle Jr.) largou a atuação para se dedicar a vida acadêmica, a nossa fofíssima Kady, interpretada pela Parker McKenna Pose, segue atuando e está belíssima nas redes.
Jazz Raycole (Claire Kyle, 1ª temporada) Não seria uma sitcom clássica sem uma troca de atriz no elenco principal, né? Jazz Raycole interpretou a filha dos Kyle, Claire, só durante a primeira temporada de “Eu, a Patroa e as Crianças”. Hoje aos 33 anos, ela continua atuando e apareceu recentemente nas séries “Council of Dads” e “The Quad”.
Jennifer Freeman (Claire Kyle, 2ª a 5ª temporada) está com 35 anos e também continua na ativa, assim como sua irmãnzinha da ficção, e até contracenou com Tisha Campbell, sua antiga mãe televisiva, na série “Be Someone”.
Outro ator que impressionou foi o Noah Gray-Cabey (O namorado de Kady), agora o ator está muito musculoso e exibe isso em suas redes, já na TV: ele foi o Micah de “Heroes” (2006-2009), um garoto com o poder de manipular máquinas. Hoje aos 25 anos, o ator apareceu em “As Perfeccionistas” (o malfadado spin-off de “Pretty Little Liars”) e “All American”.
Escrito e dirigido por Rodrigo França, espetáculo busca “desdemonizar” as divindades das sociedades e/ou grupos não cristãos através da tolerância e do respeito entre as diferenças religiosas e humanas e assim, contribuir para a construção de um mundo com mais equidade social.
A história da civilização humana é permeada de perseguições de cunho religioso, com suas máximas expressões de intolerância em nome de Alá, Jesus, Maomé…Deus. Inveja, ódio, mortes, injúrias, calúnias, perseguições e torturas são algumas das palavras que passaram a ser usadas no lugar de tolerância, amor e respeito na construção mútua da civilidade humana. Por trás desse contexto, temos a figura do Demônio que, determinadas culturas religiosas, para angariar adeptos, demonizam divindades de determinadas sociedades e/ou grupos com a existência de algo perverso. A peça fará apresentação única dia 29 de março, às 21, no instagram da Diverso Arte e Cultura.
O espetáculo explicita as apropriações religiosas ao longo do tempo que determinava que alguns deuses eram personificações do mal. Algumas sociedades foram destruídas por essa estrutura dominadora. Não falamos sobre religião. Falamos sobre o homem que mata, exclui, escraviza, gera miséria em nome da sua fé, dinheiro e poder. – Explica Rodrigo França, autor da peça.
Ao falarmos sobre o século XXI, muitos, logo apontam essa como a era da tecnologia, da razão e da ampla circulação do conhecimento. Sob tal quadro, fica difícil imaginar que a figura mítica do demônio tenha espaço na explicação do mundo ou no próprio imaginário das pessoas. De fato, desde que o mundo é mundo, pode-se observar que as culturas ocidentais e orientais elaboram formas de explicar as mazelas que nos afligem. Nesse esforço, a construção de uma figura maligna, acaba assumindo os valores morais e comportamentos de menor prestigio em nossa cultura. Nas religiões cristãs, judaica e islâmica, o mal encarna a figura de um indivíduo que se opõe a Deus e busca atormentar a vida de todos os seguidores de tais religiões.
Atualmente, a descrença no diabo acaba alimentando um interessante debate entre os pensadores da cultura. Para alguns destes, acreditar no diabo é algo fundamental para que a sociedade reforce os seus limites éticos e morais. Desconstruir uma imagem do mal pode levar às pessoas a simplesmente ignorarem os comportamentos hediondos. No fim das contas, acreditar nas forças malignas não deixa de ser uma forma de reforço às qualidades positivas do indivíduo. O desenvolvimento da figura diabólica é fruto das várias dualidades que permeiam o cotidiano do homem. O belo e o feio, a sorte e o azar, o certo e o errado, a vida e a morte compõem jogos em que um lado assume significação positiva e o outro, necessariamente, uma posição completamente negativa. Dessa forma, não se enganem aqueles que acreditam que o universo demoníaco seja somente um traço singular às três religiões anteriormente citadas.
Precisamos falar sobre essa tendência do ser humano em terceirizar a maldade que faz. Acredito que a humanidade não errou. Quem faz as maiores atrocidades por conta do poder econômico, financeiro e político tem raça, gênero, faixa etária, orientação sexual e classe. Então, Capiroto também fala com essa ponta da pirâmide social. De diabo para diabos. Complementa, Rodrigo.
SERVIÇOS:
Apresentações online dia 29 de março – segunda às 21h
Em parceria com a Central Única das Favelas (CUFA), a marca de iogurte infantil, “Danoninho”, lançou uma campanha extremamente fofa em suas redes sociais.
Promovendo uma cesta básica para cada desenho infantil que seja postado e a marca esteja citada, a nova propaganda traz personagens animados infantis brincando com seu imaginário e contextualiza sobre eles serem ‘gigantes’. Entre os personagens, um dos gigantes que compõe o roteiro é dublado por ninguém mais, ninguém menos, que a querida Chissomo.
Chissomo, ou apenas Títi, é a filha mais velha do casal Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso e emprestou sua voz para estrear no mundo da publicidade. A animação conta a história de um menino de 3 anos e uma descoberta: uma sombra enorme e muito divertida que aparece em sua casa. Ele começa então a seguir a sombra por todos os locais e vai aprendendo com ela a ser um pequeno gigante.
Ao longo de toda a história a sombra vai o ensinando a crescer por dentro, praticando boas ações como plantar uma árvore, cuidar de um passarinho machucado, alimentar os animaizinhos da rua e separar roupas para doação.
O filme é assinado por Gabriela Rodrigues, Líder de Creative Data na agência Soko e Ricardo Souza, Diretor pela Santa Transmedia. A campanha completa foi uma realização da Soko em parceria com as agências Oliver e Young.