Home Blog Page 963

”Eu não estou vendendo sexo, estou vendendo confiança”: Conheça a nova modelo PCD da Savage x Fenty

0
Foto: @ahutodsky

Quem acompanha a Savage x Fenty, já está acostumado a ver a marca, assinada por Rihanna, trabalhando com modelos considerados ”fora dos padrões” impostos pela sociedade. Desde a fundação da marca em 2018, vemos diferentes tipos de corpos usando as lingeries da grife. E recentemente, a modelo Lyric Mariah Heard entrou para esse time.

Lyric, tem ”limbs difference” (diferença de membros), condição rara que faz com que seus dedos e um de seus pés tenham uma má formação. Antes de modelar para a Savage x Fenty, a modelo californiana já trabalhou com marcas como a Tommy Hilfiger, Skims, Dolls Kill, entre outras. Em suas entrevistas, Lyric frisa que não quer ser tratada diferente de suas colegas por ser PCD. ”Garotas loiras não saem por aí dizendo que são loiras. Se você tem dedos curtos, não precisa explicar qual o motivo, mas se você quiser pode escrever sobre isso. É a sua vida, é o seu corpo”.

Além disso, em depoimento a Dazed Magazine, a modelo contou sobre o poder inerente de estrelar uma campanha de lingerie. ”Isso faz eu me sentir em um novo nível de confiança, e mostrar meu corpo completamente. Marcas de estrias, cicatrizes de cirurgias, celulites. Elas estão aqui. Eu amo tudo isso e estou tentando colocar essa força nas minhas fotos. Eu não estou vendendo sexo, estou vendendo confiança”

Durante a gestação de Lyric, houve uma síndrome com o líquido amniótico, que protege os membros e os órgãos dos fetos. De acordo com a Organização Nacional de Condições Raras do EUA, esse problema pode afetar o crescimento dos membros. Em entrevista para a Health, a mais nova estrela da Savage x Fenty disse que sente percebeu o quão abençoada se sente, pois essa condição poderia ter afetado seus olhos, coração ou pescoço. ”Eu perdi alguns dedos e um pé, mas tem bebês que morreram por isso”, completou.

Após muitos anos sofrendo bullying na escola, Lyric diz lembrar de um momento marcante onde decidiu mudar o rumo de sua vida. Aos 15 anos, na igreja, ela conta que caminhou até o altar, se ajoelhou e pediu à Deus: ”Eu não quero me odiar mais. Eu não quero mais me olhar no espelho e me sentir um lixo” Após dizer isso, Lyric diz que deixou o altar se sentindo mais leve e nunca mais se sentiu ruim consigo mesma e foi gradativamente melhorando sua auto-estima. Um ponto que ajudou isso, foi ter o suporte de sua mãe. ”Minha mãe sempre me tratou normalmente. Nunca me infantilizou ou me tratou como seu eu fosse mais frágil”, lembra a modelo que se inspira em nomes como Naomi Campbell e Halle Berry.

Vale lembrar que essa não é a primeira vez que Rihanna colabora com uma modelo PCD. No ano passado por exemplo, a cantora Kierra Marshall, que perdeu sua perna após um acidente de carro, modelou para a famosa linha de lingeries da musa caribenha.

Show histórico de Emicida chega à Netflix trazendo o ápice do projeto ‘AmarElo’

0

Chegou hoje na Netflix hoje o registro completo do show histórico que o rapper, escritor e produtor Emicida realizou no Theatro Municipal de São Paulo em 2019. A produção, com 1h40 de duração, mostra, na íntegra, o concerto do projeto ‘AmarElo’. A realização é da Laboratório Fantasma (LabFantasma), com direção de Emicida e Fred Ouro Preto e produção de  Fióti.

Imagem: Divulgação/Netflix

Emicida celebrou a chegada do espetáculo ao streaming com um texto especial no blog da Netflix. Confira o texto completo abaixo:

Em outros tempos, em dias que nem vão muito longe, nossas turnês passavam por lugares específicos, casas de shows em algumas cidades do mundo, e as pessoas deslocavam-se de suas próprias casas para poder prestigiar os nossos concertos. A nossa forma de oferecer um imenso abraço coletivo sempre foi através da partilha do que fazemos de melhor, que é o nosso som.

Mas, de repente, o mundo estava de cabeça para baixo e, no lugar de nossos encontros, ficou uma saudade imensa. Enquanto inventávamos novas formas de sobreviver nesse novo contexto, nos perguntávamos a respeito de quais janelas iríamos trocar olhares com os nossos fãs, as pessoas que nos trouxeram até aqui desde o início e que, nesse momento, precisam desse nosso abraço mais do que nunca.

Nesse sentido, “AmarElo – É Tudo Pra Ontem” foi mais do que um filme para nós na Laboratório Fantasma. Foi como se arrancássemos nosso coração do peito e oferecêssemos a cada fã que precisava sentir aquele batimento em um passado recente, que, infelizmente, insiste em não passar. Era nosso presente para o mundo, e a Netflix foi a melhor janela por onde aquele raio de sol poderia entrar.

Sem nenhuma conversa fiada, mesmo em tempos “normais”, não são todas as cidades que têm condições de receber um espetáculo daquela magnitude, mas, graças a parceria com o pessoal do “Tudum”, de repente, meus amigos e eu estávamos na sala da sua casa, cantando e contando uma história que é de todos nós.

Bem, esse passado que insiste em não passar ainda nos mantém cuidadosos numa rotina de distanciamento, máscaras, higienização constante e cuidado, mas é impossível não comemorar a oportunidade de, neste momento, retornar à sala da casa de todo mundo (e no mundo todo) com a turnê que o covid-19 nos roubou.

Já podemos ver uma luz no fim do túnel, as vacinas hão de chegar para todos, mas a precaução ainda se faz necessária e esse segundo abraço também. Um abraço que diz que foi difícil, um abraço que lembra que ninguém está sozinho, um abraço onde você sente o nosso coração bater junto com o seu novamente e é como dizem: “enquanto há vida, haverá esperança”. Que possamos com essa nova “invasão” oferecer um pouco da luz da esperança que acende nossos olhos todas as manhãs. A turnê “AmarElo” está chegando na sua cidade, mas, dessa vez, não na casa de shows, nada disso, nosso encontro vai ser na sua casa. Oferecendo ao mundo histórias de um Brasil teimoso, de vida e de sonhos, que é grande demais pra ser engolido por qualquer momento de tristeza.

Continuemos teimosos e vivos!

Emicida.

Para quiser completar a nova experiência audiovisual, também segue disponível no catálogo da Netflix o documentário ‘AmarElo – É Tudo pra Ontem‘, que mostra bastidores deste mesmo show, amarrando o evento com a linha do tempo da história da cultura brasileira, evidenciando acontecimentos, movimentos e personagens negros.

Homens pretos precisam responsabilizar outros homens e assim proteger mulheres pretas

0

Muitos anos atrás eu estava sentado em uma lanchonete perto da faculdade e um rapaz, aparentando 23 ou 24 anos gritava com uma garota. Eu e todos os outros homens do lugar ficamos olhando. A garota saiu chorando e o rapaz entrou na lanchonete e sentou em uma mesa onde havia outros homens esperando. A conversa iniciou e prosseguiu animada como se nada errado tivesse acontecido.

Imagem: Getty Image

Esse é o exemplo mais brando que posso dar sem criar um gatilho em mulheres que sofreram abuso. Mas sobre como as mulheres tem lutado para acabar com o ciclo de violência que machuca e dilacera geração após geração, minhas colegas podem dissertar com muito mais propriedade e primor. Quero falar sobre a necessidade dos homens começarem a responsabilizar outros homens.

O mundo masculino tem como uma das bases um corporativismo tóxico que acena condescendente para a violência que permeia a existência do homem na sociedade. Toda vez que uma mulher é agredida e estuprada, muito se vê de promessas sobre como se reagiria se estivesse presente, mas entre amigos os abusos sutis viram graça e são perdoados como brincadeiras inocentes que não fazem parte de uma dinâmica perversa que coloca as mulheres como subalternas nas relações.

Homens precisam censurar outros homens. Precisam dizer que virar o pescoço para olhar a bunda de uma moça que passa é escroto, precisam pedir aos amigos que não comentem assoviem mais para garotas em pontos de ônibus, portas de escola. Não cabe mais deixar a educação anti-machista para mulheres. Elas já se desgastam mais tentando se defender e ainda precisam ensinar constantemente algo que já deveria ser óbvio. É como pedir para os brancos não serem racistas enquanto eles chutam a cara de pessoas pretas.

A necessidade de pertencer a uma tribo faz com que muitos de nós, homens, não tomem atitudes enérgicas diante de outro homem praticando assédio. Ainda que não se ache um assediador, concorda de forma silenciosa com o abuso dos seus. O medo de ser censurado ou de ser acusado por ações passadas fala mais alto que um princípio moral que deveria ser primário: o direito da mulher não ser violentada psicológica e fisicamente.

Esse pacto silencioso é tão enraizado que ao assediar a mulher e descobrir que essa tem um relacionamento, os homens dirigem suas desculpas para o parceiro e não para a agredida. Oras, você tem que pedir desculpa para quem feriu. Se acontecer contigo, homem, não aceite as desculpas. Peça para pedirem desculpas diretamente à sua parceira.

Apesar da homofobia latente entre em nossa sociedade, grupos de homens mantêm relações estritamente homoafetivas, ainda que não percebam. Eles têm homens como ídolos e referência em todas as áreas. Eles se escutam e se respeitam e dirigem amor aos grupos aos quais pertencem e isso tem de começar a ser usado como fonte de educação e (por que não?) constrangimento.

Se alguém questionar o abraço sem intenções sexuais em uma querida amiga, é preciso dizer “eu admiro essa mulher e ela é apenas minha amiga”. Nada de aproveitar a oportunidade para respostas evasivas que deixem no ar que algo que não está acontecendo esteja acontecendo.

Fazendo um recorte racial necessário, os homens negros necessitam ainda mais desfazer noções de masculinidade criados e construídos por um patriarcado branco que joga mulheres pretas para a última camada da pirâmide social, onde são tratadas como objetos descartáveis por homens brancos e também por homens pretos. A forma como os negros encaram a própria masculinidade precisa se dissociar da construção social histórica feita pelos brancos. Na condição de homem preto, o indivíduo precisa olhar com empatia a mulher preta, enxergar o sofrimento comum que é o racismo estrutural e a segunda dor, do machismo potencializado contra elas e que, ainda que não pareça, também atinge o homem negro.

Esse contrato torto de se manter em silêncio diante de situações violentas sai do cotidiano das conversas de bar e chega no atendimento precário que policiais dão para mulheres que chegam às delegacias para denunciar agressões. Chegam nas cortes, na decisão de juízes que não protegem as vítimas. A conivência masculina com o abuso de seus pares reverbera na morte de milhares de mulheres, na sensação de abandono que elas têm diante de leis defendidas por uma maioria de homens.Você confiaria em instituições formadas por pessoas que se calam diante da má conduta de amigos?

Homens precisam responsabilizar outros homens abertamente. Sem medo, sem autocensura, sem se isentar de responsabilidade. E isso deve se estender para além do desrespeito apenas com mulheres do seu círculo familiar. 

Responsabilizar e aceitar quando responsabilizados, aprender e mudar.

Vereadora Erika Hilton cria Prêmio Carolina Maria de Jesus para mulheres negras da cultura e direitos humanos

0

A vereadora Erika Hilton anunciou em suas redes sociais a criação do Prêmio Carolina Maria de Jesus,  que será entregue anualmente, na semana do dia 14 de março, data de nascimento da escritora. O prêmio visa reconhecer publicamente o talento de mulheres negras que se destacaram em trabalhos no campo das artes e da defesa dos direitos humanos, combate à fome e à miséria.

Imagem: Instagram

Segundo nota divulgada por Hilton, as seguintes categorias estão incluídas: Escrita literária (prosa e poesia)Música (canto e composição)Arte de rua; Educação e  luta contra a fome e a miséria, honraria a ser concedida a mulheres catadoras de materiais recicláveis.

O projeto também prevê a divulgação, por todos os meios disponíveis, dos trabalhos desenvolvidos pelos premiados e um diploma de reconhecimento. “A escolha dos premiados será feita por Comissão Julgadora, composta por cinco pessoas com notório saber sobre as cinco categorias contempladas pelo Prêmio “Carolina Maria de Jesus”, indicadas pela Comissão Extraordinária de Direitos Humanos e Cidadania, da Câmara Municipal de São Paulo”, diz a nota.

Negros são 79% dos mortos pela polícia, diz Anuário da Segurança Pública

0
Foto: Tércio Teixeira/Folhapress

Enquanto entre brancos a taxa de mortalidade é de 1,5 por 100 mil habitantes brancos, entre negros é de 4,2 por 100 mil negros.

Números do Anuário da Segurança Pública mostram que 6.416 pessoas foram assassinadas com armas de fogo pelas forças policiais em 2020. Deste total, 79% eram pessoas negras. Durante o período mais intenso de isolamento social para contenção da pandemia de covid-19 no primeiro semestre de 2020, a taxa de mortes causadas pela polícia subiu 6% e fez 3181 vítimas.

PERFIL — Os homens foram 99,2% das vítimas mortas pela polícia em 2020, e 74,3% eram jovens de até 29 anos. De acordo com o anuário, o percentual é superior à média dos demais homicídios, nos quais jovens são 51,6% das vítimas. Do lado da polícia, os negros também são maioria entre os mortos: 65,1% dos agentes de segurança assassinados no último ano eram pretos e pardos.

O estudo traz, ainda, a comparação da quantidade de mortos em operações policiais dentro e fora das favelas, analisando a ocorrência de mortes entre pretos e brancos nos dois contextos, para compreender se o fator raça é mais prevalente do que o fator socioeconômico para determinar a mortalidade de pretos e pardos. Enquanto entre brancos a taxa de mortalidade é de 1,5 por 100 mil habitantes brancos, entre negros é de 4,2 por 100 mil negros.

“O resultado comprovou a hipótese de viés racial, indicando que, embora a probabilidade de ser vítima de uma intervenção policial com resultado morte fosse maior na favela, também fora desses territórios as chances de pretos e pardos serem vitimados eram maior em comparação com os brancos”, diz o relatório.

CONTROLE SOCIAL — A visibilidade trazida pelos registros de ações truculentas da polícia como no caso do assassinato de George Floyd nos Estados Unidos, e na chacina do Jacarezinho no Rio de Janeiro, por exemplo, evidenciam a importância que pessoas,
movimentos e redes sociais têm feito na responsabilização de agentes e instituições policiais. “Esse controle “social” da atividade policial tem oferecido importantes oportunidades de reflexão e revisão sobre os sentidos da atuação policial contemporânea quando esta resulta em insegurança e desigualdade”, conclui o relatório.

Jéssica Ellen: “Ser macumbeira é ter consciência de que a gente faz parte de um todo muito maior que nós”

0

‘Macumbeira’ é o nome do EP da cantora, que escolheu o nome para ressiginificar o uso pejorativo da palavra contra as religiões de matriz africana

A atriz, cantora e compositora Jéssica Ellen, a Camila de ‘Amor de Mãe’ da TV Globo, ganhou destaque na televisão em sua estreia em uma novela das nove. Em entrevista a Alberto Pereira Jr. do Trace Trends, que já está disponível no Globoplay e vai ao ar sexta (16), às 17h, no Multishow, a carioca conta como a personagem foi uma virada de chave na sua carreira, o impacto da pandemia em sua vida e seu mais recente trabalho, o EP Macumbeira.

Jéssica comenta sobre a escolha do nome do EP e a ressignificação do termo. “Macumbeira é uma palavra que desde criança a gente ouve como algo pejorativo. ‘Ah, chuta que é macumba’. Como assim ‘chuta que é macumba’? Ninguém vai falar assim com o bacalhau da Páscoa, não tem isso. Então foi uma escolha consciente do nome, justamente para ressignificar esse xingamento”, dispara. “Ser macumbeira é ter esse respeito pelos mais velhos, pela nossa ancestralidade, com a natureza. A natureza é algo essencial para a nossa vida. Tem gente que fala que não gosta muito, mas não é questão de não gostar, você precisa da natureza para respirar, para comer. Você está negando algo que é essencial na sua vida. Para mim, ser macumbeira é ter toda essa consciência de que a gente faz parte de um todo que é muito maior do que nós”, completa.

A artista fala ainda sobre seu trabalho como atriz e cantora, e como ambos se complementam, além de suas inspirações, novos projetos e a potência que ‘Camila’ trouxe para sua carreira. O programa desta semana traz também conselhos e dicas de Babu Santana, adendos de Ad Júnior sobre ativismo e juventude, entrevista com o primeiro grupo de rap indígena do Brasil, o Brô MC’s, bate-papo com os jovens ativistas do Engajamundo, comprometidos com o futuro do planeta, lista com vozes indígenas em destaque e muitos Bafros musicais!

Com apresentação de Alberto Pereira Jr., Xan Ravelli, Ad Júnior, João Luiz Pedrosa e Babu Santana, a nova temporada do Trace Trends tem, a cada semana, um episódio inédito exibido às quartas-feiras no Globoplay e às sextas-feiras, às 17h, no Multishow.

Leia também:

Madalena Gordiano é indenizada com imóvel onde foi escravizada por 38 anos

0
Foto: Reprodução Instagram

Madalena ainda terá que arcar com parcelas do financiamento do imóvel, que tem saldo devedor de R$ 180 mil.

A empregada doméstica Madalena Gordiano, mantida em condição de escravidão por 38 anos por Dalton e Valdirene Rigueira, vai ser indenizada pela família com o apartamento onde foi explorada sem remuneração. Além disso, um veículo Hyundai IX35, ano 2014/2015, também será repassado para a vítima. Os bens são avaliados em R$ 690 mil. O apartamento, no entanto, ainda não está quitado e a Madalena ficará responsável pelo pagamento das parcelas do financiamento, que tem saldo devedor de R$ 180 mil.

Inicialmente, a ação impetrada por Madalena cobrava o pagamento de R$ 2 milhões em direitos trabalhistas, mas em audiência no Tribunal Regional do Trabalho na última terça-feira (13), ela aceitou a proposta de R$ 690 mil. O acordo foi firmado pela juíza Maíla Vanessa de Oliveira Costa.

Os escravizadores de Madalena deverão apresentar, em até dez dias, os comprovantes do pagamento das dívidas de IPTU, IPVA, parcelas do financiamento do imóvel já vencidas e do condomínio do apartamento. “A partir do mês de julho de 2021, a empregada fica responsável pelo pagamento das parcelas faltantes do financiamento imobiliário e, relativamente ao condomínio, a responsabilidade dela inicia-se no mês de agosto de 2021”, informou o TRT, em nota.

A decisão na corte trabalhista não impede que os algozes de Madalena sejam responsabilizados também criminalmente.

Sonhos realizados: Erika Januza mostra sua 1º casa própria e Gabi Oliveira presenteia a mãe com novo lar

0
Reprodução: Instagram

A youtuber Gabi Oliveira vem prendendo seus seguidores nas redes sociais a muito tempo e essa semana, a palestrante emocionou a internet por fazer um click super interessante e fofa nas suas redes sociais. A influencer compartilhou a imagem de um presente dado a sua mãe, Gabi a presenteou com uma casa própria e disse estar muito feliz com isso.

“a alegria de dar uma casa própria em um lugar seguro pra minha mãezinha que sempre fez tudo por mim”

https://twitter.com/depretas/status/1415359200201515008

Já atriz Erika Januza mostrou, em forma de igtv, a compra de primeira casa própria e falou que levaria sua mãe para morar com ela, algo que sempre sonhou, mas esperava ter maior estrutura.

O imóvel fica localizado na Zona Oeste do Rio e Érika já tem mais planos: “Vou trazer a minha mãe para morar comigo, sempre quis isso, mas esperava para oferecer um lugar com mais estrutura”.

https://www.instagram.com/p/CRNOUdvn6OI/

“Nesses últimos anos, já aluguei quarto na casa de amigos, vivi em apartamento vazio com lata de tinta como rack da TV e colchão como cama… Sonhava com uma casa com jardim e consegui um pouco mais: jardim e piscina.”

“Casei de rosa por causa desse filme”, diz Iza sobre Lisa de “Um príncipe em NY”

0
Representatividade no casamento: Iza se inspirou no vestido rosa da Lisa de "Um príncipe em NY) : Foto: Reprodução

A  L’OréaAfro Rede de Igualdade Racial da L’Oreal , promoveu um papo com a cantora Iza em comemoração ao Julho das Pretas nessa última terça (13). Dia 25 de Julho se comemora o Dia da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha.

Uma parte da conversa foi dedicada a falar sobre a importância de nós, mulheres pretas, termos referencias parecidas com a gente desde cedo. Além de Iza , que é embaixadora da Garnier Brasil, participaram da live as  co-líderes da L’OréaAfro, Luciana Machado e Livia Ferreira e Helena Bertho, Head de Comunicação, Diversidade e Sustentabilidade da L’Oréal Grande Público.

“A gente não estava acostumada a se ver em muitos lugares. Eu sempre ficava vendo a televisão e procurando mulheres que se pareciam comigo. Essas mulheres eram a Isabel Fillardis e a Taís Araújo. A gente entende como é importante a gente se enxergar nos lugares. Entre os momentos que eu mais me sentia bonita na TV com certeza eram quando elas apareciam na TV”, disse Iza.  

“Quando você não se vê nesses lugares, as sua referencias crescem distorcidas ou ainda são um lugar muito distante de você, aí você passa a não gostar do que você é, porque você não se vê possível e bela”, explica Helena Bertho que citou o  desenho “Os Meninos da Caverna do Dragão” o filme “Um príncipe em NY” como suas referencias.

Ainda sobre esse filme, Iza comentou, que o vestido usado pela noiva Lisa McDowell (Shari Headley) no dia do casamento com o Principe Rakeem (Eddie Murphy) foi a inspiração para o vestido de casamento da cantora com Sérgio Santos. “Esse filme é muito importante para mim e eu me casei de rosa por causa desse filme. Essa noiva é muito referência para mim”.

Luciana Machado explicou que as referencias dela vem das mulheres negras do samba do Rio de Janeiro. “Elas eram as inspirações negras dentro do contexto que eu vivia, elas foram as minhas primeiras referencias de beleza”, detalhou a engenheira que mencionou a Globeleza entre as suas musas.

A Helena, de Taís Araújo, na novela “Viver a Vida” foi uma grande inspiração para Livia Ferreira. “Na época que eu cresci era uma dificuldade muito maior em se sentir bonita, aceita e valorizada. Eu cresci quando a Taís estava ganhando mais espaço e aí eu lembro dela como Helena e um cabelo bem cacheado. Eu ainda estava com meu relaxamento e as pessoas começaram a dizer que eu parecia com a Tais”, disse a química que a partir dessa referência começou a enxergar a sua própria beleza.

Confira a conversa inteira clicando aqui.

Trombonista Joabe Reis lança novo clipe com participação do rapper Neto, do Síntese

0

O trombonista, arranjador e produtor musical Joabe Reis apresenta seu mais novo clipe no formato de curta-metragem, I Just Wanna Breathe“, que une as duas faixas de seu recém-lançado EP, de mesmo nome, lançado no início de junho. A gravação tem a participação especial de músicos convidados e do rapper Neto (Síntese), que dá a voz e letra para a segunda composição. 

Neto e Joabe Reis (Imagem: Carlos Franco)

Dirigido por Carlos Franco, o clipe-curta tem 10  minutos de duração com cenas dos artistas tocando à noite pelas ruas de São Paulo, evidenciando a conexão entre o jazz urbano e o hip-hop, característica marcante da obra de Joabe. “É um clipe nada convencional, que foge totalmente do que é esperado da música instrumental. E essa é a ideia”, comenta Joabe. “A inspiração para o curta veio desse som urbano e não faria sentido ter os protagonistas (músicos) em outro lugar que não fosse a rua, com essa música que preza muito pelo improviso, pelo inesperado”, explica o cineasta e fotógrafo Carlos Franco. Participam do clipe os músicos: Josué Lopez (sax tenor), Sidmar Vieira (trompete), Cleverson Silva (bateria), Ricardo braga (percussão), Agenor de Lorenzi (teclado) e Felipe Pizzutiello (baixo).

Joabe constrói sua carreira sob influência da Neo Soul e do R&B, ao mesmo tempo que une o jazz e hip hop, movimento que tem seu ponto central em Los Angeles, pelas produções de músicos como Robert Glasper, Christian Scott e Terrace Martin. Além dos citados, o trombonista também diz ter influências do produtor e rapper Kanye West.

As duas faixas, que ao mesmo tempo formam uma só música, fazem uma forte crítica sobre o atual momento da arte no Brasil e no mundo. “Esse EP levanta várias reflexões, mas a principal delas é o quanto a arte tem sido sufocada nesses tempos de pandemia, ainda assim, tem conseguido atuar como válvula de escape para a população em vários momentos”, explica o músico. 

O capixaba, de 30 anos de idade, já trabalhou como arranjador e trombonista com nomes consagrados como Hermeto Pascoal, Ivan Lins, Hamilton de Holanda, passando por nomes do pop e da MPB como Ed Motta, Jorge Vercillo, Roberto Menescal, As Bahias e a Cozinha Mineira, Xênia França, Tássia Reis, Paula Lima, Iza, Alcione, Emicida, Glória Groove, Rashid, Silva, Anitta, Tiago Iorc, entre outros.

O clipe já está disponível no canal de Joabe Reis.

error: Content is protected !!