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Tá chegando!! Fórum Sim à Igualdade Racial acontece nesse sábado de forma online e gratuita

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Foto: Ari Kaye (@arikaye).

Discutir a presença, mas principalmente a ausência de pessoas pretas e indígenas no mercado de trabalho por meio de conversas com nomes de relevância no mercado são alguns dos objetivos do Fórum Sim à Igualdade Racial, que acontece nesse sábado, 23 de outubro. De forma online e gratuita o evento promovido pelo ID_BR (Instituto Identidades do Brasil) e o MOVER (Movimento pela Equidade Racial), que reúne 48 empresas associadas, será transmitido pelo Youtube a partir do meio-dia. Ao todo serão 6h de programação.

“O Fórum é uma oportunidade de discutirmos com mais profundidade as questões raciais dentro do mercado com o objetivo de criar networking e conectar profissionais a empresas que intencionalmente querem atrair este público por entender que sem ele não conseguirão avançar em um país de maioria negra. A igualdade racial é a nossa causa e precisa ser a causa de todo o país”, diz Luana Génot, fundadora e diretora executiva do ID_BR. 

Com apresentação dos atores Fabrício Boliveira e Juliana Alves e dos influenciadores Tukumã Pataxó e Bielo Pereira e direção artística de Shirlene Paixão, o Fórum terá 6 horas de transmissão e os participantes poderão acompanhar painéis com lideranças potentes e consolidadas no mercado de trabalho, oráculos, que contam com narrativas inspiradoras de personalidades de cunho pessoal e/ou profissional, pílula do conhecimento e, para garantir o entretenimento, pocket shows com Jota Pê, Lellê, Edivan Fulni-ô, Pocah, Péricles, entre outros grandes nomes do cenário musical brasileiro. 

Além disso, durante a programação também haverá o Trampa Comigo, ação em parceria com a 99Jobs, em que empresas parceiras e patrocinadores mostram para profissionais negros e indígenas os benefícios de se trabalhar nestas organizações. No Fórum, quem define onde quer trabalhar é o candidato e os interessados poderão se inscrever para as vagas através do QR Code exibido durante o evento. 

PROGRAMAÇÃO 

BLOCO 1: QUAL FUTURO DESEJAMOS? 

Painel: “ESG e a Pauta Racial”, com: 

– Luana Génot – fundadora e diretora executiva do ID_BR 

– Thereza Moreno – Vice-presidente Financeira & CFO da Prudential do Brasil 

– Claudio Vinicius – Fundador da Bee Jobs 

Pocket Show: Jota Pê 

Painel: “Tecnologia Exponencial”, com:  

– Kizzy Terra com Nana Bafour – CEO, Chairman & Chief Culture Officer da Qintess 

– Juliana Azevedo – Presidente da P&G Brasil 

– Ian Nanjara – Especialista de Inclusão e Diversidade no Nubank 

Oráculo: “PL 490 e o impacto para os povos originários e como isso afeta toda a sociedade”, com Daniel Mundukuru, escritor e professor 

Painel: “Empreendedorismo por oportunidade: Da ideia ao investimento”, com: 

– Laura Queiroga – Comunicação do ID_BR  

– We’e’ena Tikuna – Artista plástica, estilista e influenciadora  

– Mauricio Delfino – Fundador da DaMinhaCor

Pocket Show: Lellê 

BLOCO 2: QUAIS PROBLEMAS PRECISAMOS RESOLVER? 

Painel: “Cenário político e ameaça à democracia”, com:  

– Tom Mendes – Diretor Financeiro do ID_BR 

– Joyce Trindade – Secretária de Políticas e Promoção da Mulher na Prefeitura do Rio de Janeiro 

– Marcos Luca Valentim – Repórter e líder do coletivo étnico-racial da Globo 

Pocket Show: Edivan Fulni-ô 

Painel: “Meritocracia e ações afirmativas corporativas”, com:  

– Marina Peixoto – Líder Executiva do MOVER 

– Liel Miranda – Presidente Mondelez Brasil 

– Debora Oliveira – Gerente de Operações Clínicas na Bristol Myers Squibb 

Oráculo: “A solidão do mercado corporativo: Depressão e ansiedade em tempos de pandemia”, com Debora Mattos, chief of Staff to President – Latin America na The Coca-Cola Company 

Painel: “Antirracismo Global é possível?”, com:  

– Luana Génot – Fundadora e diretora executiva do ID_BR 

– José Antonio Aguilar – Director & Founder of RacismoMX 

– Karla Kirchman Ricketts – Master’s in project management and Total Rewards Administration Manager at The Coca-Cola Company 

Pocket Show: Pocah 

BLOCO 3: “VIVOS EM DIREÇÃO AO FUTURO!”  

Painel: “Longevidade”, com: 

– Aline Nascimento – Líder do Pilar de empregabilidade do ID_BR 

– Niara do Sol – Líder da Horta comunitária Dja Guata Porã  

– Adilson Moreira – Especialista em direito antidiscriminatório 

Pocket Show: Bia Ferreira 

Painel: “Saúde mental da população negra e indígena”, com:  

– Felipe Oliveira – Líder do pilar de Relacionamentos do ID_BR 

– Ailton Krenak – Ambientalista, filósofo, poeta e escritor 

– Wendy Lady Loha – Cantora e compositora  

– Dr. Osei Akamoa Jr. – Médico Urologista e cirurgião Robótico 

– Geni Núñez – Mestre em Psicologia Social 

Amazon confirma a segunda temporada de Manhãs de Setembro, estrelada por Liniker

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Foto: Divulgação

Uma ótima notícia para quem prestigia a produção audiovisual brasileira. O Amazon Prime Video confirmou o início da produção da segunda temporada da série Manhãs de Setembro protagonizada pela cantora e compositora Liniker. A nova temporada aborda os desdobramentos da vida de Cassandra ( Liniker) que viu sua vida mudar com a chegada de Gersinho, seu filho, acontecimento que comprometeu sua vida amorosa, financeira e profissional.  

Além de Liniker, o elenco da segunda temporada de Manhãs de Setembro conta novamente com Thomas Aquino, Karine Teles, Gustavo Coelho, Gero Camilo, Paulo Miklos, Clodd Dias, Isabela Ordoñez, Clébia Souza, Inara Cristina, Elisa Lucinda, Linn da Quebrada, Divina Nubia e Danna Lisboa. Assim como na primeira temporada, o roteiro é de Josefina Trotta, Alice Marcone e Marcelo Montenegro, com direção de Luis Pinheiro e Dainara Toffoli.

Nova temporada é produzida novamente pela O2 Filmes, com roteiro de Josefina Trotta, Alice Marcone e Marcelo Montenegro; Luis Pinheiro e Dainara Toffoli voltam a dirigir os episódios.

Será que se casam? Carolina e Hudson representam o amor preto no “Casamento às Cegas Brasil”

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Imagem: Alisson Louback/NETFLIX

Brasileiro ama um reality show e o Casamento às Cegas, que estreou dia 6 de Outubro na Netflix é sobre romance, amor e a pergunta que ainda não tem resposta: o amor é cego?

Dos 16 casais participantes, só 10 saem noivos do experimento e mesmo sem nunca terem se visto antes do pedido de casamento, um casal negro se formou: a advogada Carolina Novaes e o empresário Hudson Mendes. Os dois são paulistas, ela tem 30 e ele 27.

Ainda nas cabines, fase inicial do experimento em que os casais conversam tendo entre eles uma parede, que impossibilita que eles se vejam, era possível ver a sintonia entre Carol e Hudson que tem em comum o amor pela família.

Foto: Reprodução

Enquanto o empresário vem de um lar com pai e mãe presentes, a advogada tem um relacionamento complicado com pai e foi criada pela mãe. “Se ele nunca foi nos meus aniversários, nas formaturas, porque vou chamá-lo para o meu casamento?”, argumentou Carol em um momento no reality. Para o seu noivo, o distanciamento de sua escolhida de seu pai seria uma pedra no sapato, o que não faz muito sentido.

Em uma parte do experimento, quando o casal fica uma semana em um resort para se conhecer melhor, algumas diferenças começaram a aparecer. Carol é assumidamente uma ativista do movimento negro e feminista. E mesmo sendo a única mulher negra “finalista” do programa, a advogada é firme em suas convicções como quando, por exemplo, ela questionou o garçom e perguntando por que servem o champanhe primeiro aos homens e não as mulheres.

“Ela fala muita coisa que eu não sabia”, disse Hudson mais de uma vez sobre os posicionamentos de sua noiva sobre as questões raciais. Já no ponto de vista do feminismo, os questionamentos de Carol não são vistos de forma tão amistosa.

Foto: Reprodução

Outra diferença entre o casal é o momento de suas carreiras. Enquanto Hudson parece ainda estar se encontrando, Carol atua em sua área, o Direito, e é presidente da Comissão da Igualdade Racial da Ordem dos Advogados do Brasil, em Pinheiros. Nesta quarta-feira,19, o programa termina exibindo os episódios finais onde saberemos se a Carol e Hudson se casam poucas semanas depois do primeiro encontro.  Ficando juntos ou não a verdade é que, individualmente os dois representaram bem a comunidade negra, mostrando consciência racial, respeito à família e suas origens e claro, esbanjando beleza e estilo.

“Acho que não é pra mim”, diz Jamie Foxx sobre casamento

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Foto: Getty Images.

Um dos solteiros mais cobiçados de Hollywood, Jamie Foxx, de 53 anos acha que casamento não é pra ele e não é algo que esteja realmente em seus planos. Pai de duas filhas, ele acha que “a família tradicional, crianças, van e casa de campo, acho que não é para mim”.

O ator é pai de duas filhas: Corrine, de 27 anos, e Annalise, de 12. Durante entrevista concedida ao E! News, ele disse que acredita que essa decisão, inclusive, é a melhor para seu relacionamento com elas. “Muitos casamentos acabam não dando certo quando os filhos crescem, e já vimos crianças sendo separadas de suas famílias”, pontuou Foxx se referindo a casamentos de amigos.

Sobre a relação dele com as filhas, ele foi categórico: “Nós, na verdade, ficamos mais juntos. Não sei o que é, só sei que é diferente, mas é muito amor”. O ator também revelou que faz questão de ter sua família expandida sempre por perto.

“Foi planejado ter toda a minha família morando comigo, porque não quero que vivam longe da minha situação”, explicou Foxx. “Eu quero que eles vejam e compartilhem as coisas pelas quais eu passo. Há muito trabalho duro, há muita decepção, mas há muitas coisas para comemorar.”

Jamie Foxx foi a inspiração para a série Netflix de Corrine, Meu pai e outros vexames e acaba de lançar o livro Act Like You Got Some Sense, “Aja como se você tivesse noção”, em tradução livre.

“Infelizmente essa é a forma que o sistema te boicota”: Ludmilla cancela sua participação no Prêmio Multishow depois do anúncio dos indicados

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Foto: Reprodução.

A cantora Ludmilla cancelou sua participação no Prêmio Multishow deste ano e desabafou nas redes sociais sobre a realidade das indicações de artistas negros e LGBT às principais categorias de prêmios no Brasil. Reação da cantora vem após o anúncio dos indicados das categorias principais do Prêmio. Na postagem, Ludmilla apresentou uma série de números e dados que embasam seu posicionamento enquanto uma das cantoras brasileiras mais relevantes no cenário atual.

“Sou a primeira cantora negra da América Latina a acumular 1 bilhão de streams só no Spotify, hoje são mais de 1.5 bilhão de plays nas plataformas. Meus clipes somam 2.5 bilhões de views, Rainha da Favela ficou meses entre as músicas mais tocadas. São os números que falam!”, começou a cantora.

Lud continuou enumerando os feitos de sua carreira e citando o “Numanice”, seu projeto de pagode lançado durante a pandemia e que, nas palavras da funkeira, “impactou a cultura brasileira e revolucionou o mercado do pagode de um jeito jamais visto, por ser uma mulher a frente do projeto, que garantiu o vídeo musical solo mais visto de 2021 por uma cantora pop brasileira”.

Ludmilla ainda relembrou o impacto que causou quando foi premiada em 2019. “Desde quando ganhei a primeira vez e impactei todo o sistema por ser a primeira cantora negra a ser indicada e a vencer essa categoria em 26 anos de prêmio, uma representante das minorias, uma cantora negra, bissexual, funkeira, periférica, nunca mais fui indicada na categoria “Cantora do Ano”. Infelizmente essa é a forma que o sistema te boicota!”, prosseguiu.

Por fim, a cantora cancelou sua participação na Premiação. “Venho por meio desse tweet avisar a todos e ao @multishow que não me apresentarei mais no prêmio esse ano. Obrigada pelo convite, mas onde não sou bem vinda prefiro não estar só por educação”, concluiu.

Rebeca Andrade tem 100% de aproveitamento e se classifica para as finais dos três aparelhos em que competiu

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Foto: Fernando Frazão/ Agência Brasil.

Na madrugada de terça-feira (19), Rebeca Andrade fez história mais uma vez e se classificou para as finais do Mundial de ginástica artística em Kitakyushu, no Japão. A atleta competiu em três aparelhos e se classificou em todos eles.

No salto sobre a mesa, Rebeca recebeu notas de 14.900 e 14.700. Garantiu a média de 14.800 e ficou em primeiro lugar na tabela. Ela também ficou em primeiro lugar nas barras assimétricas, com 15.100 pontos.

https://twitter.com/cbginastica/status/1450289490669576200

“Meu salto foi melhor que no treino de pódio. Eu estava me sentindo melhor mesmo. Com um pouco mais de tempo, acho que consegui sentir melhor o aparelho e ter um controle melhor na hora. Consegui sentir o meu corpo. Foi muito bom”, avaliou a campeã olímpica.

Na trave Rebeca também garantiu uma vaga na final. Ela terminou com nota de 13.400 empatada com a japonesa Mai Murakami em 8º lugar.

No sábado, às 4h45 (horário de Brasília), a campeã olímpica vai buscar a sua primeira medalha em um Mundial, no salto, e depois disputa a final das barras. No domingo, tenta um pódio na trave.

Investe Favela abre edital para investir R$ 1 milhão em empresas de periferia

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Foto: CreateHerStock

Edital Morro Acima vai ter votação popular para escolher nove empreendedores; vencedores vão ganhar mentorias personalizadas para desenvolverem seus negócios


Desenvolver empreendedores que vieram das “quebradas” brasileiras, gerar impacto nas periferias e distribuir conhecimento através de uma metodologia de educação que recupera déficits do Ensino Básico. Tudo isso em uma mesma ação e com investimento em dinheiro. Pensando nisso, o Investe Favela, com apoio do Alicerce Educação acaba de abrir, para todo o território brasileiro as inscrições do edital “Asfalto Morro Acima”. Os interessados têm até o dia 26 de novembro para preencherem o formulário de inscrições.

A ação vai oferecer até R$ 120 mil para as nove melhores práticas empresariais nas periferias brasileiras, desde que atendam três critérios: empreendedorismo e desenvolvimento econômico, impacto socioambiental do negócio e referência/protagonismo na periferia ou bairro. Após todas as fases de seleção, os vencedores serão eleitos através de voto popular.

Um dos objetivos da parceria conjunta é usar as unidades de reforço escolar de todo o Brasil para que as inscrições do edital atinjam todas as regiões brasileiras. “É uma experiência com toda a rede de parceiros, que nos ajuda a viabilizar esse tipo de ação. Um dos elementos mais importantes é a troca de experiência. Queremos que grandes marcas saibam os tipos de soluções de negócios que existem dentro das favelas brasileiras”, explica Liza Simões, presidente executiva do Investe Favela.

“Atualmente o Alicerce tem mais de 107 unidades distribuídas no Brasil para ajudar também jovens adultos a recuperarem o déficit escolar no Ensino Básico. Essa nossa presença é fundamental para o edital, já que nossos líderes e colaboradores estão no dia a dia das periferias brasileiras. O time conhece as necessidades do empreendedorismo pujante dessas regiões”, afirma Paulo Batista, CEO do Alicerce Educação.

Os vencedores do edital terão acesso a organizações estratégicas para alavancar os negócios das periferias brasileiras. Além do Alicerce Educação, o Investe Favela coloca os empreendedores em contato com o Sebrae, a consultoria Alvarez & Marsal, a UNISUAM – Pólen, Endeavor, entre outros grandes parceiros e investidores.

Etapas
O processo seletivo será dividido em quatro fases, o que inclui as inscrições no edital, entrevistas com a equipe do Investe Favela, um pitch com a bancada de avaliadores e votação popular.

Os nove empreendedores selecionados ganharão o valor dividido em quatro cheques de R$ 30 mil, investidos de acordo com o alcance de metas previamente compactuadas. Além disso, o Investe Favela se torna sócio minoritário das empresas, garantindo presença no dia a dia dos negócios por meio de suporte e mentoria para o crescimento do empreendimento.

Em parceria com o PretaHub, C&A irá vender marcas de empreendedores negros em sua loja online

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Marca @wmayden_brand

A Pretahub,  aceleradora de empreendedorismo negro, fez uma parceria com o Instituto C&A para que as marcas de seis empreendedores negros sejam comercializadas no marketplace da varejista, a Galeria C&A.

A partir de 20 de outubro, as grifes Santa Resistência, Kioo Moda, Wmayden_brand, Mapa Lingerie, Vista Nove e Jazzngz estarão disponíveis na plataforma on-line com peças exclusivas

“É uma ação inédita dentro desse mercado em que estamos inseridos e muito importante e significativa para os empreendedores e, também, para o Instituto C&A”, diz Gustavo Narciso, gerente executivo do instituto. “A importância dessa parceria possibilita que os empreendedores atuem em rede, desenvolvam um senso de comunidade e acessem uma rede potente de networking”, diz Adriana Barbosa, presidente da PretaHub e fundadora da Feira Preta.

Os empreendimentos selecionados participaram do Afrolab Moda by Instituto C&A, mentoria de profissionais da C&A e que ofereceu workshops com nomes do mundo fashion, como o estilista Isaac Silva.

“Vai ser um divisor na história da nossa marca”, diz Glauber Marques, que fundou a Kioo Moda com a esposa, Izabela Matias. O negócio surgiu depois que o casal buscou na loja de roupa infantil um pijama de herói que se parecesse com o filho Murilo. E não existia. “Todas as representações eram de pessoas brancas. Foi assim que surgiu a ideia de criar a marca para crianças KIOO, cujo nome tem origem na língua banto Suaíli e significa espelho”.

Os produtos estarão reunidos dentro da plataforma em um espaço batizado de “Nosso Encontro”, que reune marcas e empreendedores ligados a diversas causas sociais, explica Narciso.

Manter ou não o nome do ex? Torrei Hart, ex de Kevin Hart trouxe de volta essa discussão

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Torrei e Kevin Kart - Foto: Reprodução

Torrei Hart, a ex-esposa do comediante Kevin Hart manterá o sobrenome do famoso ex e a justificativa dela é bem objetiva: “para começar, o nome é meu”.

Em uma entrevista na semana passada, a atriz foi questionada por que ela ainda usa o sobrenome do ex-marido, apesar do divórcio ter acontecido há uma década.“Em segundo lugar, porque Kevin nunca pediu de volta – ele não quer que [eu] devolva”, ela continuou. “E em terceiro lugar, meus filhos não querem que eu mude meu nome.”

Assim como Kevin, Torrei também é humorista. O casal se casou em 2003 e anunciou que se separaria em fevereiro de 2010.“Meu ex-marido usou meu nome várias vezes nos seus shows de stand-up e eu tive que aceitar”. 

Os dois tiveram dois filhos juntos: Heaven, de 16 anos, e Hendrix, de 14 anos.

Kevin é casado com a atriz e modelo Eniko Hart  com quem hoje tem dois filhos, Kenzo de 3 anos e Kaori de 2 meses. Na época, Torrei disse em alguns entrevistas que Kevin estava sendo infiel e saindo com Eniko enquanto ele ainda era casado.

Ainda sobre o nome, Torrei disse que seu sobrenome famoso nunca trouxe trabalhos para ela que teve que dar um tempo na carreira para cuidar dos filhos ao mesmo tempo que carreira de Kevin progredia.

“Eu carrego o nome dele dia e noite, mas se eu ficar parada, sem fazer nada, ninguém vai me oferecer trabalho. Eu tenho que sair, estudar e me preparar para as coisas acontecerem”, explica a comediante.

Hoje os dois mantém um relacionamento saudável e amigável.

Dona Ruth: Festival de Teatro Negro de São Paulo celebra cem anos de Ruth de Souza com programação artística e oficinas

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Foto: Divulgação.

Para celebrar o centenário de Ruth de Souza, Elisa Lucinda apresenta experimentação cênica audiovisual inédita

A Oficina Cultural Oswald de Andrade recebe atividades da 3ª edição do Dona Ruth: Festival de Teatro Negro de São Paulo entre os dias 23 e 31 de outubro. O espaço localizado no Bom Retiro, centro de São Paulo, faz parte das Oficinas Culturais, programa da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado de São Paulo e gerenciado pela Poiesis, que realiza programação totalmente gratuita para a fruição e formação artística.

Neste ano, o Dona Ruth: Festival de Teatro Negro de São Paulo ocupa a Oficina Cultural Oswald de Andrade com debates relacionados à crítica e criação teatral, metodologias de pesquisa e uma apresentação inédita para celebrar os 100 anos que a atriz Ruth de Souza (1921-2019) completaria, como um resgate da sua vasta contribuição nas artes cênicas.

Além da Oficina Cultural Oswald de Andrade, a 3ª edição do Dona Ruth: Festival de Teatro Negro de São Paulo contará com atividades on-line e presenciais do Itaú Cultural, SESC SP (Sesc Interlagos, Sesc Santo Amaro, Sesc Ipiranga); da Secretaria Municipal de Cultura (Teatro João Caetano e Teatro Cacilda Becker); e do Museu Afro Brasil. Saiba mais sobre todas as atrações no site do festival (clique aqui ).

Confira a programação que a Oficina Cultural Oswald de Andrade recebe:

A atividade formativa Quilombo artístico-pedagógico – A crítica como pensamento e criação, nos dias 23 e 24, 30 e 31 de outubro, sábados e domingos, das 10h às 13h, busca incentivar a reflexão dos participantes sobre a crítica teatral como lugar de pluralidade das estéticas negras, a partir da análise de suas peças teatrais e performances contemporâneas. Também propõe a crítica como um espaço para colaborar com mais histórias e teorias do teatro brasileiro, questionando a ideia de Brasil e redistribuindo imaginários estéticos, éticos, políticos, dentre outros olhares. Com mediação da atriz e crítica de teatro Soraya Martins e pelo Zoom, as inscrições ficam abertas neste link .

Foto: Divulgação.

O ato artístico Eu, Ruth de Souza será apresentado por Elisa Lucinda, atriz, poeta, escritora, jornalista e cantora, no dia 25 de outubro, segunda-feira, a partir das 20h, no YouTube das Oficinas Culturais. Não é necessária inscrição para assistir e interagir. Eu, Ruth de Souza é uma síntese da carreira dessa dama do teatro. Primeira atriz negra brasileira a pisar no palco do Theatro Municipal do Rio de Janeiro. A atriz Elisa Lucinda recolheu alguns aspectos e fatos da carreira da artista e as incorporou para viver um pouco a nossa Ruth e trazê-la com suas histórias para nós. A edição 2021 do festival destaca o encanto, sonho e permanência como geradores da trajetória de Ruth de Souza e o ato de narrar sua trajetória traz forças contra narrativas em um país afundado, desde a sua fundação, na violência de raça e de gênero.

Entre os dias 26 e 28 de outubro, terça a quinta-feira, das 18h às 20h, será a vez do Quilombo artístico-pedagógico — narrativas de si: metodologias de pesquisa biográfica de Ruth de Souza. Como estudar as relevantes trajetórias de estrelas negras das artes cênicas brasileiras? Por que a livre escolha de um ofício ganha dimensão política e histórica? Essas e outras questões serão pensadas na atividade coordenada por Julio Claudio da Silva, historiador e doutor em História Social pela Universidade Federal Fluminense, biógrafo de Ruth de Souza é o escritor da obra Uma Estrela Negra no Teatro Brasileiro (2017), e por Sandra Almada, jornalista, professora universitária, escritora, Mestre em Comunicação e Cultura pela Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (ECO/UFRJ). Autora de “Damas Negras”, com as trajetórias de vida e profissional das atrizes Ruth de Souza, Zezé Motta, Léa Garcia e Chica Xavier. As inscrições estão abertas aqui .

Os estudos das biografias têm despertado interesse entre diversos profissionais, de historiadores a antropólogos e ao público em geral. As memórias e biografias das personagens negras tem se destacado neste segmento, ainda mais pelas demandas dos movimentos negros e da aplicação da Lei 10.639/03. Assim, o objetivo desta atividade é discutir algumas possibilidades de pesquisa de cunho biográfico e socializar experiências de investigação sobre a trajetória da artista Ruth de Souza, a partir das narrativas de si e de outras pessoas, presentes em fontes orais, e ainda em acervos privados e públicos com registros de suas trajetórias.

Dona Ruth: Festival de Teatro Negro de São Paulo é considerado o primeiro festival dedicado à produção e pesquisa teatral feita por artistas negros na região paulistana, agindo como um território de expressão, encontros, reflexões, diálogos e fruição entre o público, artistas, coletivos e companhias. Ruth de Souza foi a primeira atriz negra a se apresentar no Theatro Municipal do Rio de Janeiro com o Teatro Experimental do Negro (TEN), a primeira brasileira indicada como melhor atriz no Festival de Veneza de 1954 pela atuação em Sinhá Moça e tem mais de 80 trabalhos distribuídos no teatro, no cinema e na televisão.

Serviço:

Dona Ruth: Festival de Teatro Negro de São Paulo na Oficina Cultural Oswald de Andrade

Quilombo artístico-pedagógico – A crítica como pensamento e criação
Com Soraya Martins
23 a 31/10 – sábados e domingos – 10h às 13h
Classificação indicativa: maiores de 18 anos

Inscrições: Até 20/10 – aqui
Plataforma: Zoom | Vagas:15 | Seleção: Análise da ficha de inscrição.

Eu, Ruth de Souza
Com Elisa Lucinda
25/10 – segunda-feira – 20h às 20h30
Classificação: livre
Plataforma: YouTube Oficinas Culturais.
Sem necessidade de inscrição.

Quilombo artístico-pedagógico — narrativas de si: metodologias de pesquisa biográfica de Ruth de Souza

Com Julio Claudio da Silva e Sandra Almada.
26/10 a 28/10 – terça a quinta-feira – 18h às 20h
Classificação indicativa: maiores de 18 anos
Inscrições: Até 22/10 – aqui

Plataforma: Zoom | Vagas: 30 | Seleção: Por ordem de inscrição | Análise da ficha de inscrição

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