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Lélia Gonzalez: A mulher que revolucionou o movimento negro

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Imagem: Google fotos

Intelectual e ativista que lutou bravamente denunciando o racismo e o sexismo.

No mês da mulher negra é impossível não se lembrar de Lélia Gonzalez, já que ela foi muito importante na comunidade preta. No dia 1° de fevereiro nascia em Belo Horizonte essa mulher que inspira muitas outras nos dias de hoje.

Em sua historia o que mais chama a atenção é saber que ela assumiu sua condição de mulher e negra, através do candomblé, da psicanálise e da cultura afro. A trajetória é cheia de momentos importantes como a sua participação no Movimento Negro Unificado (MNU), do qual foi uma das fundadoras.

Lélia sempre foi muito engajada nos seus ideais, militou em diversas frentes em organizações como o Coletivo de Mulheres Negras N’Zinga, do qual foi uma das fundadoras e no Instituto de Pesquisas das Culturas Negras (IPCN). Também, teve participação ativa na politica brasileira, em 1982, filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT) e disputou vaga na Câmara Federal.

Vale destacar que essa mulher incrível graduou-se em história e filosofia, e exerceu a função de professora da rede pública.No movimento negro contemporâneo ela exerceu um papel fundamental, ajudou e influenciou muitos jovens pretos em Salvador, Bahia.

Suas reflexões são utilizadas e estudadas até os dias atuais. Aos 59 anos de idade, faleceu vítima de problemas cardíacos no Rio de Janeiro no dia 10 julho de 1994. Julho das pretas é propicio para lembramos dessa mulher forte, potente e necessária.

‘Muito Prazer’: Novo single de Pocah fala sobre liberdade sexual feminina em funk com reggaeton

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Muito Prazer” é o novo single da cantora Pocah e já está disponível em todas as plataformas digitais. Primeira música inédita da cantora gravada após o confinamento no BBB21, a batida mistura reggaeton com o funk e reafirma sua essência ao falar das liberdades femininas e debater a sexualidade. A composição ganhará clipe no dia 30 de julho. “Eu poderia aproveitar este momento de maior interesse e lançar uma música de refrão fácil, mas acredito que esta é a hora de mostrar meu estilo e o que mais gosto”, explica a cantora.

Imagem: Divulgação

A canção fala sobre liberdade feminina, inclusive a sexual, mas não só sobre sexo, como explica ela sobre o trecho que entoa ‘gostou do que eu faço com a raba, imagina o que eu faço com a boca’: “É sobre sexo, sobre sexo oral, mas também é sobre minha boca, minha voz, e o que eu posso fazer, cantar e inspirar. E é, sobretudo, sobre quebrar preconceitos de quem acha que uma funkeira apenas rebola”, diz.

Para Pocah, qualquer mulher, ao ouvir uma música como essa, entende que pode se libertar de qualquer regra, convenção ou machismo. Assim como a mulher pode tomar as rédeas de qualquer relação, como em um de seus trechos favoritos no qual ela indaga “por que tanta pressa para chegar lá?” ao se referir ao orgasmo e prazer feminino. 

Com mais de 10 anos de carreira e um punhado de hits, Pocah é um dos nomes de maior destaque do funk brasileiro contemporâneo.

Lil Nas X: Lucro de “Industry Baby” vai custear fiança de negros encarcerados por infrações leves nos EUA

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Foto: Reprodução.

Clipe alcançou quase 3 milhões de visualizações em sete horas de lançamento

Lil Nas X não está para brincadeira! Seu último lançamento, “Industry Baby”, com clipe lançado na última madrugada, bateu quase três milhões de views em menos de sete horas de lançamento. Mas o comprometimento de Nas X vai além: os lucros da nova música serão doados para o “The Bail Project”, uma organização sem fins lucrativos que luta contra o fim da fiança em dinheiro, considerada um dos fatores que favorecem o encarceramento em massa nos Estados Unidos. Para esta ação, foi criado o Bail X Fund, o fundo específico de doações capitaneado por Nas X.

“A música é a forma como luto pela libertação. É meu ato de resistência. Isso não é apenas teórico para mim. É pessoal. Eu sei a dor que o encarceramento traz para uma família. E eu sei o impacto desproporcional que a fiança em dinheiro tem sobre os negros americanos”, diz Nas X.

A proposta é que outros artistas e também qualquer pessoa possa doar. “Por meio do Bail X Fund, ele espera encorajar outros artistas a se juntarem a ele e ao The Bail Project na luta pelo fim da fiança em dinheiro. Todas as doações vão diretamente para o Fundo Nacional Rotativo de Fiança do Projeto Bail para pagar as fianças das pessoas”, diz o site da campanha.

Até o momento, o The Bail Project já doou mais de 47 milhões de dólares em assistência gratuita em fiança para mais de 17.000 pessoas de baixa renda nos EUA. Eles também fornecem suporte após a saída da prisão, por meio de lembretes judiciais, transporte gratuito e encaminhamentos voluntários para moradia, tratamento de uso de substâncias e outros serviços com base nas necessidades das pessoas.

Veja o clipe:

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“Vá e leve”: Doralyce canta a despedida de um grande amor em novo single

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Foto: Divulgação.

Música está disponível em todas as plataformas digitais

A cantora pernambucana Doralyce apresenta “Vá e leve”, seu novo single. A música, que fala da despedida de um grande amor, vai fazer todo mundo que já teve que dar adeus a um relacionamento se perceber na letra composta pela cantora. Com uma interpretação suave e sensível, a nova música revela um lado mais leve da Miss Beleza Universal. “Todo mundo me conhece como pedreira e agora eu me revelo cachoeira”, resume. A faixa, produzida pela própria artista tem direção musical de Dudu Souto, violões de Renato Piau e piano de Sir Lucas. “Vá e leve” está disponível nas plataformas digitais.

“Com essa música quero encorajar outras pessoas a encararem suas realidades como ciclos e entenderem que a vida está em movimento o tempo inteiro e nós também estamos. A gente precisa se abrir para o novo e para isso, na maioria das vezes é necessário fechar uma porta do passado” explica Doralyce.

Ela acrescenta que a canção aborda uma despedida com leveza, com gratidão e com um amor para além do momento. “É muito especial uma mulher preta falar de sentimentos porque o lugar de falar o que sente sempre nos foi negado por essa sociedade racista e misógina. As dores que atravessam a comunidade preta são parecidas e acho que as mulheres que precisam encerrar um ciclo vão se identificar com ‘Vá e leve’ como uma canção de cura”, acredita. Ouça:

Doralyce tem tocado bastante violão durante a pandemia e foi praticando, dedilhando em busca das notas, que compôs “Vá e leve”. Se inspirou em clássicos de Cássia Eller, Mart’nália, Tim Maia e Luiz Melodia Por isso chamou Piau, que já tocou com todos esses nomes, para trazer o tom certo no violão de aço. 

A artista, ativista e empresária Doralyce é fundadora do selo Colmeia22, voltado para o agenciamento de artistas que fazem parte de minorias sociais. Em seu catálogo constam lançamentos como Bia Ferreira, Tyaro, Bixarte e Júlia Tizumba. Doralyce, com seu trabalho dentro e fora dos palcos, se propôs a fazer parte de uma revolução feminista e usar a música como sua principal arma. Seus shows são um ritual de som, dança, poesia e fé. Sua sonoridade, a da cultura popular brasileira. Entre suas composições estão os hinos “Miss Beleza Universal” e a versão feminista da música “Mulheres”.

Sua obra é pura libertação e emancipação da mulher afrolatina, questionando os padrões de beleza, democracia, o lugar da mulher, e o papel da arte para visibilizar as vozes que foram historicamente silenciadas. Doralyce já se tornou uma referência na construção do legado intelectual negro, sendo interpretada por grandes artistas como Bia Ferreira, Gaby Amarantos, Preta Rara e incontáveis rodas de samba e blocos de carnaval.

“Fiz um resgate de memórias para homenageá-las”: Jéssica Ellen se transforma em artistas negras que a inspiram

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Reprodução/Instagram Jéssica Elllen

Durante o mês de julho, em que é comemorado o mês da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha, a atriz e cantora Jéssica Ellen preparou em seu instagram uma série de homenagens para outras artistas, mulheres que a inspiraram na profissão e fizeram uma carreira icônica com seus talentos.

Com uma série de fotos em homenagem às cantoras brasileiras como Elza Soares, Jovelina Perola Negra, Dona Ivone Lara e mais nomes, Jéssica ainda prepara uma homenagem às cantoras internacionais. As postagens internacionais começam no dia 02 de agosto.

“Eu acho importante a homenagem aos mais velhos que abriram as portas, na vida e como artistas, estudar sobe outras performances e mulheres que vieram antes para abrir novos caminhos. Devemos reverenciá-las.” Falou a atriz, ao dizer que pensou no projeto em casa, como uma forma especial para o mês da mulher negra latino americana e caribenha.

Para o ensaio, Jéssica estudou um pouco sobre a história de cada artista homenageada e procurou referências que a deixasse mais próxima de suas referências.

“Estou muito feliz pela reação das pessoas porque foi uma ideia que eu tive em casa, o que eu poderia fazer para o mês de julho e aí eu convidei meus amigos e é muito bonito ver o quanto essa imagem impacta nas pessoas e eu estou super feliz com isso.”

Jéssica seguirá com as homenagens em sua rede social enquanto se prepara para atuar nas telonas. Depois de brilhar em amor de mãe, atriz está em estudo de personagem para o filme “Os Malês”, de Manuela Dias e Antônio Pitanga.

“Afrolab Moda”: Programa para empreendedores negros, indígenas e afroindígenas na moda abre inscrições

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Imagem: Reprodução

Instituto C&A, braço social da C&A Brasil, e a pretahub, hub de criatividade, inventividade e tendências pretas responsável pela Feira Preta, se unem para lançar a 2ª edição do Afrolab Moda – programa voltado para apoiar e impulsionar as potências empreendedoras negras e indígenas da moda – que, agora, ganha o nome Afrolab Moda by Instituto C&A.

O edital irá selecionar 20 empreendedores que, ao longo de cinco meses, passarão por um intenso processo online de desenvolvimento, capacitação e aprendizagem. As inscrições serão abertas no dia 22 de julho e vão até o dia 3 de agosto por meio de preenchimento de formulário disponível em: https://forms.gle/QFyWBbKverfSK4Fq5

Com uma metodologia multiplataforma, o programa Afrolab Moda by Instituto C&A será dividido em duas fases. Os selecionados tambémterão as suas marcas nos canais de venda da Feira Preta.

A primeira fase, que acontece nos meses de julho e agosto, consiste em uma imersão de sete dias em que serão ofertados conteúdos exclusivos relacionados à autoconhecimento, criatividade, negócios, prototipagem e planificação. Além disso, o programa vai oferecer um módulo sobre Marketing Digital em que os participantes terão a oportunidade de aprimorarem seus conhecimentos em ferramentas como Google ClassroomZoom, LinkedIn, WhatsApp Business, Market Up, Facebook e Instagram Ads.

O edital é voltado para pessoas negras, indígenas e afroindígenas com idades entre 18 e 80 anos, que já possuem um empreendimento de design de roupas, calçados ou acessórios e vivência com o mundo da moda brasileira. Os interessados devem ter conhecimentos técnicos em produção de coleções, ter proximidade com a temática e fazer parte de regiões descentralizadas do Brasil. É necessário ainda ter acesso a internet e a um dispositivo móvel como um laptop, smartphone ou tablet.

“O Instituto C&A entende que o empreendedorismo é uma dentre as muitas possibilidades exploradas por profissionais negros, indígenas e afroindígenas e, por isso nos preocupamos com o desenvolvimento destes profissionais. Sobretudo porque sabemos que a inclusão produtiva para este público é mais desafiadora. O Afrolab Moda by Instituto C&A é a nossa contribuição para tornar negócios de moda afro e indígenas mais resilientes, somando na sua estruturação, adaptação à nova realidade do consumo e geração de renda”, diz Gustavo Narciso, Gerente Executivo do Instituto C&A.

Após a etapa imersiva, as marcas trabalharão na criação do Catálogo Afrolab Moda by Instituto C&A entre agosto e setembro, além de participar de atividades com associados voluntários da C&A Brasil.

“Toda a jornada dos participantes foi inspirada nas dores e delícias dos 20 anos da Feira Preta, em que vivenciamos e compreendemos de perto as realidades e demandas dos mais de mil empreendedores e empreendedoras que já passaram pelo Afrolab”, explica Adriana Barbosa. “O Afrolab é uma resposta que se debruçou cuidadosamente sobre as especificidades dos negócios negros e indígenas e para trazer ferramentas práticas, inspirações e espaço de criação e produção efetiva”, completa.

‘Nope’: Jordan Peele divulga nome e primeiro pôster de seu próximo filme

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O atual cineasta queridinho de Hollywood, Jordan Peele, revelou um pouco mais sobre seu próximo projeto como diretor. Peele, diretor dos excelentes “Get Out” (‘Corra‘) e “Us” (‘Nós’) revelou o nome do longa a ser lançado em 2022, “Nope”, e junto a isso mostrou o primeiro pôster do projeto.

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Imagem: Divulgação

‘Nope’ reúne novamente Peele com o vencedor do Oscar Daniel Kaluuya, que estourou para o mundo com o longa-metragem de estreia do cineasta (‘Corra’). O filme também trará no elenco Keke Palmer, Steven Yeun, Barbie Ferreira e Brandon Perea. 

Não há mais detalhes revelados, mas a expectativa do público e indústria são grandes se considerar que desde sua estreia nos cinemas, o diretor colecionou milhões de dólares em bilheterias ( ‘Corra’ ganhou $ 255,4 milhões e ‘Nós’ arrecadou  $ 255,1 milhões na bilheteria mundial)  e opiniões positivas da crítica especializada.

Com ‘Corra’, de 2017,  Peele levou um Oscar de roteiro original,

Além de Nope, Peele está se preparando para o lançamento de ‘Candyman‘, que ele produziu e co-escreveu e que é dirigido pela cineasta Nia DaCosta

‘Nope’ está programado para chegar aos cinemas em 22 de julho de 2022 pela Universal.

MC Carol lança clipe de ´Mulher do Borogodó’, single de seu novo álbum

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MC Carol está de volta com “Borogodó”, seu novo álbum de estúdio, e hoje lança o clipe do single ´Mulher do Borogodó’, explorando a sua já característica veia cômica e dando o sinal do que é seu atual trabalho, trazendo mais de temas como sexualidade (partindo do referencial feminino), autoestima e quebra de padrões. O clipe é uma animação colorida e divertida e a letra sem pudor vai agradar quem já gostou dos trabalhos anteriores da artista.

’Mulher do Borogodó’ é baseada em fatos reais e acho que no fim eu sou essa personagem. O clipe foi uma surpresa e me diverti muito com esse conto de fadas ao contrário. Tem muitos detalhes escondidos ali da minha carreira e da minha vida, como a fada madrinha que é a minha avó e sua famosa peruca”, conta Carol sobre o vídeo dirigido por Augusto Molinari e Ramon Faria.

Imagem: Divulgação

Em ‘Borogodó’, MC Carol continua usando o funk para expressar suas narrativas., mas estabelecendo diálogo com outros estilos. O álbum tem trap, tem funk melody, pagodão baiano e bregafunk. Eu sou muito eclética, gosto de muitos tipos de música. Acho que o “Borogodó” reflete isso. Estou bem feliz. São muitos gêneros populares, que se conectam com as pessoas.”, diz Carol. “Borogodó é uma atração irresistível. Algo que não tem explicação. Eles caem no meu charme. O meu novo álbum é isso: é estranho, muita gente vai achar uma merda, mas você vai se divertir”, declara a MC

O disco é uma realização da Ubuntu Produções já disponível nas principais plataformas de música. Você pode assistir o clipe de ‘Mulher do Borogodó’ no You Tube.

Bailarina Ingrid Silva cria filtro “Turban & Beauty” para Instagram

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Foto: Divulgação

Com o entretenimento, a bailarina e ativista reforça a importância de respeitar traços e cores naturais de cada um

Em busca de mais representatividade e afirmação individual de cada um com suas características, a bailarina e ativista Ingrid Silva criou o filtro “Turban & Beauty” no Instagram. Fã de turbantes, como acessório e também símbolo de potência, Ingrid apresenta cores e texturas diferentes e para todos os gostos. Outro importante diferencial, o filtro também apresenta alguns retoques de maquiagem, com delineador, blush e cílios discretos, que realçam a beleza e não modificam traços originais e cor de pele. 

“O mais legal desse mundo digital é o fato de podermos sempre criar coisas diferentes. Sempre tive vontade de fazer um filtro. Percebi que não me identificava com os efeitos, com as cores de pele variadas que aparecem geralmente, com as mudanças estéticas. Então pensei nesse formato para também entrar nessa brincadeira e trazer reflexão e verdade junto com ela. Trazer identidade para todos que quiserem usar”, comenta Ingrid.

Criado pelos designers Gabi Moreira (conceito, cores e texturas) e Tarcísio Filho (modelagem 3D), eles ressaltam a preocupação de Ingrid com a representatividade, efeitos naturais e que respeitam a individualidade de cada um. “O Brasil é um dos países com maiores índices de intervenções estéticas provocadas pelos efeitos de filtros nas redes sociais. Juntos pensamos nos mínimos detalhes para que o filtro sirva de ferramenta para ressaltar a beleza individual de cada um, de forma dinâmica. Tivemos o cuidado de não desvalorizar nenhum tom de pele, de respeitar as diversas tonalidades e fazer da maquiagem só mais um elemento que reforçar a força de cada um”, explica Gabi. 

O filtro já está disponível e pode ser encontrado AQUI. Nos efeitos, o usuário pode escolher as cores e texturas de turbantes e também tem a opção de usar apenas a maquiagem.

Shows de Elza Soares, Ludmilla e Salgadinho animam programação de um ano do canal Trace Brazuca

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Foto: Reprodução.

Especial de aniversário tem início dia 24 de julho e se estende durante toda a semana, com transmissão de shows e documentários

Pioneira na valorização da cultura afrourbana, a Trace Brasil, multiplataforma de mídia e entretenimento que chegou ao país em 2019, celebra no dia 25 de Julho um ano do lançamento do canal à cabo Trace Brazuca, com uma programação especial de aniversário. Com início em 24 de julho, a grade especial se estende durante toda a semana com shows de Ludmilla, Elza Soares e Salgadinho, além dos documentários “Tecendo a Liberdade”, “Meninas Black Power” e “Afrobeat: Da Nigéria para o Mundo”

Abrindo a programação de aniversário, no dia 24 de julho às 16h o Trace Brazuca exibe o álbum visual de pagode da cantora Ludmilla, “Numanice”, que conta com participações de Orochi, Bruno Cardoso, Di Propósito, Thiaguinho e Vou Pro Sereno. No dia 25, Dia da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha, quem dá continuidade ao especial é Elza Soares, com a transmissão da turnê “Deus é Mulher”. Também no dia 25, o canal exibe o show “Minha Verdade”, de Salgadinho, ex-vocalista do grupo Katinguelê.

O primeiro documentário a ser transmitido, ainda no dia 25, é “Meninas Black Power”, que destaca a subjetividade das mulheres pretas frente às problemáticas raciais e, consequentemente, a luta pela visibilização destas como uma ferramenta social e de resistência.

Na segunda-feira, 26 de julho às 16h será exibida a série documental da Trace “Afrobeat: da Nigéria para o mundo” que conta como o ritmo nigeriano ganhou o mundo. E no Cine Brasil às 19h30 e às 22h, será exibido o documentário “Tecendo a Liberdade”, produção da Humanitas360 que aborda as contradições do sistema prisional brasileiro sob a perspectiva feminina. O documentário destaca a dura realidade do cárcere sob a ótica de detentas e ex-detentas, de profissionais do sistema carcerário e do judiciário, apontando soluções alternativas, como experiências de cooperativismo e empreendedorismo atrás e além das grades.

Serviço – Especial de Um Ano do canal Trace Brazuca

Show Ludmilla – Numanice Ao Vivo

Data e hora: 24/07 às 16h, 25/07 às 16h e 26/07 às 14h

Show Elza Soares – Deus é Mulher

Data e hora: 25/07 às 11h

Show Salgadinho – Minha Verdade

Data e hora: 25/07 às 19h

Documentário “Meninas Black Power”

Data e hora: 25/07 às 21h e 29/07 às 17h e às 19h

Documentário “Afrobeat: da Nigéria para o mundo”

Data e hora: 26/07 às 16h

Documentário “Tecendo a Liberdade”

Data e hora: 26/07 às 19h30 e às 22h e 30/07 às 19h30

Transmissão: Canal a cabo Trace Brazuca (Claro TV – 624, Vivo TV – 630, Guigo TV – 74 e BluTV – 521) e plataforma digital Trace Play .

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