No ano passado, a atriz Janet Hubert, que deu vida à Tia Viv de Um Maluco no Pedaço, e o ator Will Smith se reuniram para falar sobre a briga dos dois após a saída da atriz da série dos anos 90.
Janet disse à revista People que sentiu uma grande paz desde que eles sentaram para resolver suas diferenças, quase 30 anos depois. “Se houver raízes de árvores no ralo, a água não flui. O ralo foi furado”, disse Hubert. O encontro aconteceu durante um especial da HBO Max, feito para celebrar os 30 anos de estreia da série.
Para ela, hoje, a rivalidade entre ela e Smith é como uma cicatriz que foi curada, mas um passado que ela nunca vai esquecer. “Agora parece muito tranquilo.”
Smith e Hubert permanecem em contato após a reconciliação em frente às câmeras. “Enviamos mensagens de texto um para o outro o tempo todo”, explica Hubert. “Na verdade, temos um relacionamento muito bom. Fui sincera de todo o coração quando o abracei, porque vi aquele aquele garotinho de 21 anos”.
Ela acrescenta: “Nós dois estávamos em um lugar ruim. Quando vocês dois estão em um lugar ruim e não há comunicação, você tem que falar. Então tem sido maravilhoso, é foi adorável tê-lo de volta em minha esfera”.
A briga
Em 1993, durante a terceira temporada de Um Maluco no Pedaço, após uma sequência de desentendimentos dos dois nos set, Will teria falado de Janet como uma “mulher difícil” nos bastidores, o que teria causado sérios danos à sua carreira.
Você tirou tudo aquilo de mim com as suas palavras. Palavras podem matar. Eu perdi tudo. Reputação. Tudo mesmo. Eu entendo que você conseguiu seguir em frente. Você conhece aquelas palavras – chamar uma mulher negra de ‘difícil’ em Hollywood é o ‘beijo da morte’. Já é difícil o suficiente ser uma mulher negra retinta nessa indústria. Eu senti que era necessário que nós finalmente seguíssemos em frente. E me desculpe por ter te detonado”, disse Janet durante o reencontro promovido pela HBO Max.
“Durante aquele tempo da gravidez dela, eu não fui sensível, não fui perspectivo. Agora que eu tenho três filhos, aprendi algumas coisas que eu não sabia na época. Eu faria as coisas muito diferentes. Posso ver como eu fiz o set muito difícil para Janet”, admitiu Will.
Com o objetivo de acelerar a promoção da igualdade racial no país e diminuir a desigualdade no mercado de trabalho, o ID_BR (Instituto Identidades do Brasil), abre inscrições para o Programa de Desenvolvimento de Lideranças Negras e Indígenas – Sim à Igualdade Racial 2022.
O projeto, que entra em sua segunda edição, será oferecido para profissionais entre 25 e 60 anos que tenham graduação completa, empreendedores e estudantes de mestrado e/ou doutorado que buscam ser líderes em seu campo de atuação.
A novidade deste ano é que o instituto também passa a incluir a população indígena. “Essa inclusão foi pensada a partir de pesquisas e observações do nosso time. Segundo um levantamento do Instituto Ethos, realizado em 2016, não havia representantes indígenas nos cargos executivos e de alta liderança nas 500 maiores empresas do Brasil”, complementa Anny, líder em educação do ID_BR.
Os profissionais selecionados participarão de mentorias, oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional e encontro de lideranças negras reconhecidas. O programa tem duração de 12 meses e todas as atividades serão online.
Podem se candidatar pessoas autodeclaradas negras e indígenas de todo o Brasil. Para participar, os interessados devem se inscrever até o dia 07 de novembro por meio do link.
A cantora e atriz Jéssica Ellen usou suas redes sociais para desabafar sobre o aumento de trabalhos que aparecem em novembro, Mês da Consciência Negra.
“Eu amo trabalhar? AMO trabalhar. Mas novembro é puxado pra gente que tem melanina acentuada! Né?”, disse Ellen no post. “Dia 20 é Dia da Consciência Negra, mas a verdade é que eu sou preta o ano todo”, prosseguiu. A foto do post mostra a agenda da artista, com compromissos em praticamente todos os dias do mês.
“Então, mandem jobs de janeiro a dezembro também!”, concluiu Jéssica.
Outros artistas, jornalistas e influenciadores usaram suas vozes nas redes sociais para criticar o aparecimento de trabalhos especificamente no mês de novembro.
O ator Érico Brás inaugura nesta sexta-feira (5), seu novo empreendimento: o restaurante Ó Paí, Ó, no Pelourinho, em Salvador. Para marcar o final de semana da inauguração, Érico vai oferecer uma feijoada gratuita no domingo (7).
“Não sou chefe de cozinha mas gosto de boa comida, gente sorrindo, bons drinks, lugar aconchegante, atendimento de primeira… E o que eu gosto é o que eu ofereço para vocês que estiverem por Salvador ou até mesmo mora na cidade”, disse o ator.
O nome do estabelecimento é uma referência ao filme no qual Brás interpretava Reginaldo, um motorista de táxi que o tornou nacionalmente conhecido.
Neste domingo, a programação conta com um samba de roda, com couvert artístico a R$10 e feijoada por conta da casa.
No cardápio, pratos da culinária afro-brasileira, como feijoada, sarapatel e outros, sob o comando de Érico. Ó Paí, Ó Restaurante fica no Terreiro de Jesus, em Salvador, Bahia.
Taís Araújo e Lázaro Ramos são os convidados da semana do podcast Mano a Mano, comandado por Mano Brown. A conversa entre eles passou sobre carreiras, infância, vida familiar, e muito mais. Um dos pontos altos da conversa foi a presença e o protagonismo de pessoas negras no teatro e no audiovisual brasileiro.
Lázaro revelou, inclusive, que sua mudança profissional para o Amazon Prime envolve também ter a possibilidade de decisão, que fazia falta em sua carreira. “Eu estou nesse novo emprego justamente por isso. Depois de tantos anos trabalhando como ator e como diretor de forma próspera, o meu desejo, o meu ativismo, a minha ambição era ter o poder da caneta do contrato, de contratar. Foi por isso que eu mudei de vida. O projeto é esse, reabrir esses espaços, para falar de uma coisa que já deveria ser contada há muito tempo. Cansei de pedir, agora vou me apropriar”, disse Lazinho.
Sobre a presença de narrativas negras no audiovisual, Taís ressaltou a necessidade de que diretores e roteiristas brancos não pensem que têm a capacidade de falar sozinhos, sobre as histórias do povo negro no Brasil. “Se você vai fazer uma novela sobre os judeus, você procura um rabino. Se você vai falar sobre a comunidade cigana, você procura um cigano. Agora quando vão falar sobre a comunidade negra, a população branca acha que sabe tudo da gente!”, disse a atriz.
Relembrando histórias da infância, Taís relembrou como “negou” parte de sua cultura negra durante parte da adolescência para ser aceita em alguns momentos entre os amigos. “Gostar de pagode na Barra da Tijuca naquela época, era ‘coisa de preto’, como eles falavam, uma coisa menor. Para ser considerada a menina para pertencer naquele universo absolutamente branco, eu tinha que gostar de pop americano. Durante muito tempo eu neguei toda a minha cultura negra, da minha família que vinha da Zona Norte, para poder pertencer”, relatou Taís.
Os dois ainda falaram sobre as diferenças na forma de atuar de cada um e sobre a capacidade de Taís de “se entregar” aos personagens. “Durante a novela ‘Amor de Mãe’ chegou um certo momento que eu disse pro Lázaro ‘estou saindo dessa casa'”, relembrou Taís, que precisou passar dois dias em um hotel durante um momento bem intenso da trama vencedora do Emmy.
Lázaro ressaltou que é fã da maneira como Taís se entrega ao trabalho e deixou no ar que o filme “Medida Provisória”, previsto para estrear em janeiro de 2022, traz cenas de Taís que vão marcar a história do cinema.
Prestes a completar dois anos da morte do astro do basquete Kobe Bryant, a família do ex-jogador, que faleceu em um acidente de helicóptero na Califórnia em janeiro de 2020 decidiu vender a marca de bebidas do astro, chamas Body Armor.
A marca de bebida que pertencia ao ex-jogador foi comprada em 2014 por ele por por aproximadamente 6 milhões de dólares (R$ 31,5 milhões) e será vendida para a empresa Coca Cola por 400 milhões de dólares, equivalente a 2,25 bilhões de reais.
O anúncio da compra da marca foi feito pela Coca-Cola, na última segunda-feira (1/11), exatamente às 8h24, em homenagem às camisas usadas pela lenda do basquete.
O astro morreu em 26 de janeiro de 2020 junto de sua filha, Gianna Bryant, em um acidente de helicóptero.
Shonda Rhimes deu uma entrevista para a revista Variety e falou um pouco sobre seus projetos e expectativas das novas séries e expectativas das histórias que vem conduzindo. No editorial, a autora falou sobre a decisão do astro de Bridgerton Regé-Jean Page em sair da série.
“Com razão, ele disse: ‘eu assinei para fazer uma história adorável, um enredo fechado. Estou bem com isso’. E eu não o culpo por isso. Acho que ele foi muito inteligente ao deixar a perfeição como a perfeição”, opina Shonda, explicando que fechou com a Netflix para oito temporadas da série, uma sobre cada livro de Júlia Quinn, mas que se ver ‘obcecada’ pela Rainha Charlotte, fazendo-a ganhar um spin-off.
Com o acordo fechado na plataforma, o editorial revelou que Rhimes fechou um contrato de 200 MILHÕES de dólares com a Netflix e se tornou a ‘showrunner’ com valor mais alto dos Estados Unido.
Rhimes construiu um lar para si mesma na Netflix, tendo obtido sucesso onde alguns de seus colegas poderosos se debateram. Com um contrato de quatro anos renovado recentemente, no qual ela ganhará $150 milhões com um bônus que pode valer mais $200 milhões, ela é uma das criadoras mais influentes que já trabalhou no meio.
“Inventing Anna”, sua série limitada sobre a vigarista Anna Delvey, e o primeiro programa que ela mesma escreveu para o streamer, estreará em fevereiro, revelou a Variety.
Quando questionada sobre o que ela vê como sua próxima fronteira, Rhimes casualmente menciona que ela está aprendendo a tocar violoncelo.
“O violoncelo? É uma longa história de Yo-Yo Ma”, diz ela com um sorriso, “e não vou contá-la”. A autora afirmou que estava tentando ‘algo diferente’, mas que preferia manter em segredo.
“Estou construindo a empresa”, diz ela, soando instrutiva e clara, como uma de suas criações ficcionais – talvez Olivia Pope de “Scandal” ou Cristina Yang de “Grey’s Anatomy”. “A Netflix tem sido um lugar muito feliz para mim. Criativamente, me sinto muito realizado de uma forma que não me sentia realizado há muito tempo. ”
Pensando em uma programação especial para novembro, o Trace Brazuca traz o Afrikaliente, um programa inédito no país, com protagonismo de pessoas negras da diáspora, no comando de Salomão Gaieta Fonseca, conhecido como Dj Salu, de Angola, e Larissa Edy, da Costa do Marfim.
A nova atração, que chega à programação do canal dia 4 de novembro, às 12h, é a segunda revista eletrônica da multiplataforma, uma versão africana do ‘Trace Trends’.
O programa tem inspiração no movimento cultural que existe no nosso país e tem o objetivo de estabelecer uma conexão mais próxima entre a cultura brasileira e o continente africano, trazendo novidades de vários segmentos tanto aqui como lá. A produção original da Trace Brasil reforça o compromisso da multiplataforma de cultura afrourbana de ampliar as vozes da comunidade negra, em especial, de imigrantes e refugiados, com leveza, informação e muito entretenimento.
“O Afrikaliente surge com o objetivo de atuar educacionalmente, trazendo uma nova narrativa e abordagem nos diálogos entre os povos da diáspora africana, explorando principalmente aspetos que ajudam a desconstruir qualquer estereótipo sobre o continente berço”, salienta Dj Salu.
Com um episódio inédito por semana, Afrikaliente terá exibição também na TVE, segunda maior cobertura em sinal digital de TV da Bahia, com um público de 10 milhões de telespectadores, cuja parceria com a Trace Brasil completa um ano também em outubro.
Serviço
AFRIKALIENTE
Data e horário: Todas as quintas-feirasa partir de 04/11, às 12h e às 17h
Transmissão: Canal a cabo Trace Brazuca (Claro TV – 624, Vivo TV – 630, Guigo TV – 74 e BluTV – 521), plataforma digital Trace Play e TVE
A cidade de Nova York vai ser comadada pelo ex-policial Eric Adams, do Partido Democrata, pelos próximos anos. Adams tem 61 anos, é vegano e é o segundo homem negro a comandar a cidade. O primeiro foi David Norman Dinkins, em 1990. Eric venceu o republicano Curtis Sliwa, com cerca de 66,5% dos votos e vai assumir o posto de prefeito em 1º de janeiro de 2022.
“Por eu estar aqui, os nova-iorquinos comuns compreenderão que também merecem estar nesta cidade”, disse o prefeito eleito que foi criado no Brooklyn e teve uma infância pobre.
A segurança pública foi um dos grandes pontos da campanha do ex-policial, que decidiu entrar para a corporação após ser espancado pela polícia aos 15 anos de idade, incentivado por um pastor local. Na época, Adams era um adolescente infrator e foi detido acusado de roubar dinheiro e uma televisão. Ao longo de 22 anos na Polícia, combateu as práticas discriminatórias da corporação.
Em 2006 ele deixou a farda para entrar na carreira política, e foi eleito para o senado estadual de Nova York e em 2013 se tornou administrador do Brooklyn.
Tássia Reis, Lhommestatue e Deize Tigrona fazem parte da programação. Foto: Reprodução.
A partir do Mês da Consciência Negra, ações que se estenderão pelos próximos meses mostram a pluralidade na plataforma, com shows, debates, conteúdos de humor, dicas de séries, beleza e muito mais
Para comemorar o Dia da Consciência Negra no Brasil, o TikTok promove a campanha #NaMinhaPelePreta, criada em parceria com a agência criativa MOOC, com o objetivo de promover uma reflexão sobre a importância da comunidade negra para a cultura brasileira.
“A busca por equidade, inclusão e diversidade é um dos nossos principais compromissos no Brasil e é algo que orienta nossas ações dentro e fora da plataforma durante o ano todo. Por isso, estamos felizes em promover essa campanha, em parceria com a MOOC, que abraça a importância da pluralidade e da história da comunidade negra e pretende inspirar criadores negros de todo o Brasil, para que possam se expressar, tenham voz e tragam à tona qualquer assunto que julguem relevante, pois sabemos que diferentes perspectivas enriquecem a sociedade”, explica Handemba Mutana, diretor do TikTok for Good no Brasil.
#NaMinhaPelePreta dará início a uma série de iniciativas, que se estenderão pelos próximos meses e reafirmam o potencial dos criadores pretos da plataforma, destacando a pluralidade de conteúdo dos criadores, mostrando os diferentes interesses e contextos desta comunidade no TikTok. A hashtag faz referência à diversidade de formas de ser e se expressar como pessoa negra no Brasil, respeitando identidades e afirmando raízes e ancestralidades. As iniciativas incluem criação de conteúdos a partir da hashtag #NaMinhaPelePreta, parcerias e ações que envolverão diferentes vertentes da plataforma, como música, esportes, gaming, beleza, comédia, livros, entretenimento e educação.
#NaMinhaPelePreta na música
Na música, no dia 8 de novembro, MC Dricka e Deize Tigrona vão conversar sobre a representatividade no funk, às 18h, nos perfis das duas artistas ( @mcdricka e @deizetigrona ). No dia 10, às 18h, é a vez do mestre Martinho da Vila participar de um bate-papo animado sobre samba em seu perfil @martinhodavilaoficial. Para quem gosta de hip-hop, a rapper Tássia Reis vai falar sobre a importância do gênero no dia 17, às 19h, no perfil @tassiareis_ . Já no Dia Nacional da Consciência Negra, 20 de novembro, às 17h, o francês Lhommestatue vai apresentar em seu perfil, em primeira mão, algumas músicas do seu novo álbum, “SER”.
Para encerrar a programação, no dia 30, os músicos que participam da segunda turma do projeto Generation NXT – Marvvila , Ébony, Lukinhas e Jotta A – vão fazer um pocket show apresentando seus maiores hits, em seus perfis no TikTok e também no perfil @TikTokMusica , simultaneamente. Veja a agenda completa abaixo e na página especial da campanha no aplicativo, que contará também com uma playlist especial, com músicas de todos os artistas participantes do projeto.
Também como parte da campanha, o TikTok irá apresentar no perfil @TikTokMusica uma mini-websérie com a história dos gêneros musicais que estarão nos shows de #NaMinhaPelePreta. Serão quatro capítulos, em que um artista convidado falará do contexto histórico de um gênero.
Para difundir ainda mais a cultura preta e exaltar diferentes identidades, o TikTok convida e estimula criadores negros comediantes, rappers, de beleza, poetas, booktokers a postarem conteúdos voltados ao universo cultural negro, usando a hashtag #NaMinhaPelePreta.
Diversidade, Equidade e inclusão no TikTok
O TikTok busca ser uma referência em criatividade e inclusão, acolhendo a autenticidade e buscando garantir a diversidade na plataforma. Por isso, realiza ações dentro e fora do aplicativo, o ano inteiro, buscando investir em causas que refletem os valores e propósitos da plataforma e dialoguem com os desafios da sociedade. No Dia da Mulher Negra Latino-Americana deste ano, a plataforma assumiu um compromisso com a comunidade de atuar em diferentes frentes para buscar cada vez mais diversidade e equidade dentro da empresa, do aplicativo e na sociedade.
No ano passado, a campanha #MinhaVozImporta reuniu transmissões, desafios e lives durante o Mês da Consciência Negra. A plataforma também fechou parceria com instituições como Feira Preta e Digital Favela para conectar marcas a microinfluenciadores de comunidades em todo o país. Já a partir da campanha #SouDona , em parceria com a Fundação Tide Setubal, o Tiktok está apoiando 60 organizações lideradas por mulheres negras de periferias e a parceria com a BlackRocks Startups (BRS) foi direcionada ao programa de aceleração Grow Startup – Cresça seu negócio para apoiar startups lideradas por negros.