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Fundadora da Feira Preta, Adriana Barbosa ganha destaque na TIME: “Ela está construindo mercados para empreendedores negros”

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Foto: Evensen Fotografia.

Idealizadora da Feira Preta e CEO da PretaHub, Adriana Barbosa se tornou referência no empreendedorismo negro no Brasil e na América Látina. Nesta quinta-feira (1), a brasileira ganhou destaque na revista TIME, uma das publicações mais influentes do mundo. A Feira é realizada anualmente, com o forte objetivo de difundir costumes e tradições da cultura negra e fomentar negócios de empreendedores da comunidade negra.

O editorial destacou o trabalho de 18 emprenhadores globais que estão promovendo mudanças para dar fim à disparidade racial no mercado de trabalho. “Aos 20 anos, Barbosa criou o Festival Feira Preta, tanto para ajudar a pagar as contas quanto para celebrar a cultura negra. O primeiro evento apresentou música, peças teatrais e literatura – e atraiu mais de 5.000 visitantes. Também proporcionou um local para Barbosa e outros empresários venderem seus produtos”, destacou a TIME ao relatar a trajetória de sucesso da empresária.

A publicação também destacou a Feira Preta como um dos maiores eventos de cultura negra da América Latina. “Ela transformou o Festival Feira Preta em uma iniciativa maior, a plataforma PretaHub, que está focada na construção de um mercado mais equitativo para os empreendedores da Diáspora Afro. Financiada por doações de empresas privadas brasileiras, agências de desenvolvimento internacional e programas brasileiros de financiamento público, a PretaHub investiu mais de US$ 11 milhões de reais (US$ 2,2 milhões) para ajudar empreendedores até agora, ajudando-os a expandir e digitalizar suas operações”.

Donald Glover diz que os filhos o ensinaram sobre a necessidade de descansar: “Outra percepção sobre a vida”

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Foto: Getty Images / LACMA.

O ator e cantor Donald Glover revelou em recente entrevista para revista People que a paternidade mudou completamente sua maneira de enxergar sua relação com o trabalho. “Preciso descansar. Eles ensinam muito sobre: ​​’Ah, preciso fazer uma pausa’. E o mundo é novo para eles, o que também lhes dá uma grande alegria de outra forma“, diz o astro, que é pai de três filhos – Legend, Drake e Donald Glover III – frutos do relacionamento com a esposa Michelle White.

Foto: Fanny Latour-Lambert /GQ Magazine.

O ator conta que também passou a enxergar o mundo de outra forma, cada vez mais preocupado com os problemas estruturais e sobre como isso influencia a nova geração de pessoas negras.

“Sabe, eu tive [um filho] durante o coronavírus, foi uma loucura. Eu estava na cama do hospital. Meu filho tinha acabado de nascer, tipo, uma hora antes e eu estava assistindo ao vídeo de George Floyd. Foi um momento tão estranho“, relatou. “Foi um momento tão intenso e estranho, porque estou assistindo aquele vídeo [George Floyd] e tem uns oito minutos de duração, então você está sentado aí e eu tinha acabado de ter um momento incrível, alegre e de expansão, além do meu pai ter falecido recentemente , então [meu filho]  recebeu o nome do meu pai. Eu nem sei qual é realmente a palavra para descrever isso. Estava apenas se expandindo: a empatia e a compaixão e o terror e a alegria disso“.

“Minha esposa me apoia muito. Mas isso [a paternidade] definitivamente me deu outra percepção sobre o que é a vida. Isso me dá muito contexto”, disse ele, que estrela a nova série Sr. e Sra Smith. Inspirada no filme homônimo, a obra conta a história de um casal que é contratado por uma misteriosa agência de espionagem. Os personagens se aventuram em diversos acontecimentos, mistérios e muita aventura. A criação da série foi anunciada para a imprensa em 2021.

Bloco ‘Domingo Ela Não Vai’ cancela desfile no carnaval de SP por falta de patrocínio; Ao todo 118 desfiles foram cancelados na capital

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Foto: Reprodução/Bloco Domingo Ela Não Vai

O Carnaval de rua de São Paulo ganhou popularidade nos últimos anos com a grande quantidade de blocos que vinham tomando as ruas da cidade. Mas neste ano, o cenário parece ter ganhado contornos negativos com o cancelamento de desfiles como o do conhecido ‘Domingo Ela Não vai’, que tem entre seus fundadores o jornalista Alberto Pereira Júnior. Além disso, 118 desfiles foram cancelados na capital paulista.

Em uma publicação nas redes sociais, os representantes do tradicional bloco de rua paulistano informaram aos foliões que seu desfile deste ano, que aconteceria no domingo, 11 de fevereiro, no Centro de São Paulo. No comunicado, o bloco comunica que apesar dos esforços para custear o desfile, realizando festas fechadas, apresentação em shows e eventos e mesmo contando com apoio de marcas, não será possível realizar o desfile: “Lutamos muito para reunir os recursos necessários para o nosso desfile. Apesar de todos os nossos esforços, não conseguimos, e, por isso, cancelamos nossa participação no carnaval 2024”.

Eles também lembraram que outros blocos também cancelaram seus desfiles na capital paulista, como os também tradicionais ‘Chá da Alice’ e ‘Meu Santo É Pop’. Muitos deles alegam falta de diálogo com a gestão do município e a dificuldade em captar patrocínio para promover os desfiles. A capital recebeu inscrições de 590 blocos em 2024, que teriam que se adaptar às mudanças impostas pela prefeitura da cidade e tiveram que restringir o número de desfiles a apenas um dia, de acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo.

“Fica o convite a uma reflexão mais ampla para as marcas e o poder público, sobre o trato e a necessidade de investimento em quem de fato faz o carnaval de São Paulo ser tão grande e plural: os blocos”, reforçaram Alberto Pereira Júnior e Rodrigoh Bueno ao lembrar que outros blocos também optaram por cancelar os desfiles.

Histórias de cientistas negras são destaques em “Ciência, Substantivo Feminino”, nova série do GNT

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Fotos: Reprodução ; IMPA

As cientistas negras Marcelle Soares-Santos, astrofísica brasileira que pesquisa a energia escura na Universidade de Michigan e Sonia Guimarães, primeira mulher negra a se tornar doutora em Física e a dar aulas no Instituto Tecnológico de Aeronáutica serão destaques da nova série “Ciência, Substantivo Feminino”, do GNT.

A nova produção vai presentar as contribuições fundamentais de mulheres brasileiras à ciência. A temporada, que começa no dia 4 de fevereiro, conta com cinco programas, de 26 minutos cada, exibidos aos domingos, às 23h no canal. Com apresentação e narração da divulgadora científica Kananda Eller (@deusacientista nas redes sociais), a série tem direção de Kenya Zanatta e roteiro de Juliana Borges, a partir de uma ideia original de Juliana Borges e Pedro Gorski.

“A ciência no Brasil sempre foi um lugar masculino e branco. Essa série é um convite para conhecermos a trajetória de cientistas brasileiras de diferentes tempos, origens e áreas de conhecimento”, diz Kananda no primeiro teaser da série.

Além de mostrar as trajetórias ainda pouco conhecidas de cientistas excepcionais, a produção também vai discutir diversos temas que fazem parte do cotidiano das profissionais, como o avanço das mulheres na carreira científica e como a presença de cientistas mulheres e mães em cargos de liderança pode garantir uma ciência mais inclusiva.

Kerry Washington surge caracterizada para filme de Tyler Perry sobre único batalhão de mulheres negras a servir na 2ª Guerra Mundial

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Foto: Instagram/Kerry Washington

A artiz Kerry Washington, 47, divulgou na tarde desta quinta, 1, as primeiras imagens vestida como sua personagem para o filme ‘Six Triple Eight’, drama de guerra, dirigido por Tyler Perry, 54, e baseado em fatos reais, que contará a história do único batalhão formado por mulheres negras que serviu durante a 2ª Guerra Mundial.

Six Triple Eight conta a inspiradora história real das corajosas integrantes de um batalhão da Segunda Guerra Mundial formado apenas por mulheres negras. Essas 855 mulheres concordaram em ajudar seu país sem saber ao certo o que fariam, mas logo receberam uma missão muito importante: separar e enviar correspondências acumuladas ao longo de três anos. Uma tarefa árdua e aparentemente impossível, mas que elas conseguiram concluir na metade do tempo previsto. Mesmo enfrentando preconceito e um lugar desconhecido e devastado pela guerra, a unidade separou mais de 17 milhões de cartas, criando uma ponte entre os soldados americanos e seus entes queridos. O lema que as mantinha trabalhando todos os dias era “Sem correio, sem ânimo” e, assim, as mulheres do 6888º batalhão não enviavam apenas correspondências, mas também esperança.

A história do 6888º Batalhão do Diretório Postal Central não foi contada nos livros de história, sendo trazida à luz depois de quase 75 anos. Em 14 de março de 2022, o presidente Joe Biden assinou um projeto de lei para que as integrantes fossem condecoradas com a Medalha de Ouro do Congresso, a mais alta honraria do órgão legislativo dos EUA.

O longa, que está em fase de gravação, tem produção executiva da atriz e também será protagonizado pela apresentadora Oprah Winfrey, 70.

Eles não precisam mais de nós: diversidade perde investimento e relevância nas empresas

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Foto: Reprodução

A única renascença negra plena nos últimos meses foi a da Beyoncé. O pessimismo e o medo voltaram a rondar a comunidade negra de forma global em um último semestre com demissões de pessoas negras e com o desmantelamento de áreas de Diversidade e Inclusão (D&I). 

A esperança de um reconhecimento sincero e significativo do impacto do racismo estrutural e implementação de ações em em prol de um mundo menos desigual em termos raciais durou menos de dois anos. Se um caso similar ao de George Floyd acontecesse hoje, dificilmente o mundo pararia como aconteceu em maio de 2020.

Um artigo do Financial Times, assinado por Rana Foroohar, editora de Nova York, faz críticas severas a forma como a D&I foi implementada em algumas empresas e traz exemplos de como os cortes em diversidade em empresas americanas estão chegando até em grandes organizações, como a PwC, que anunciou que os critérios baseados na raça não serão mais usados na concessão de bolsas de estudo ou vagas em programas de estágio. 

O texto ainda ressalta o impacto da reversão das ações afirmativas, mais especificamente as cotas raciais, fruto de uma decisão da Suprema Corte americana, o que estaria, de acordo com o artigo, fazendo as empresas reverem suas estratégias de diversidade racial. 

E o fantasma da “todas as vidas importam” também chegou a Hollywood. A atriz e produtora Issa Rae declarou que está preocupada com o futuro das produções negras em Hollywood. Em entrevista para a revista Net-A-Porter, a estrela contou que está observando um cenário bem diferente de anos atrás, com a indústria mudando de forma drástica. “Menos histórias negras estão sendo aprovadas e isso já está acontecendo”, disse ela.

“Estamos vendo tantos programas negros serem cancelados, tantos executivos – especialmente do lado de diversidade, equidade e inclusão serem demitidos. Estamos vendo muito claramente agora que nossas histórias são menos prioritárias”, pontuou Issa.

O pessimismo de Issa vem de notícias, como a demissão de Latondra Newton, veterana de seis anos da Disney e diretora de diversidade, que saiu da Disney em junho de 2023. No mesmo mês, a Discovery demitiu sua vice-presidente sênior de diversidade, equidade e inclusão, Karen Horne.

Vernā Myers, primeira chefe de estratégia de inclusão da Netflix, ocupou o cargo por cinco anos até sua saída, em setembro de 2023.

E NO BRASIL, DE MAIORIA NEGRA…

Em 2020, três meses após o assassinato de George Floyd, ofertas de emprego D&I subiram 123%, de acordo com dados do site de empregos Indeed . Esses foram alguns dados trazidos pela colunista do Mundo Negro, Kelly Baptista, atualmente Diretora Executiva da Fundação 1Bi e Top Voices no Linkedin. 

Para ela, dois fatores principais levaram aos layoffs no Brasil: “a situação econômica e uma transformação estrutural nas companhias que enxergaram os departamentos de D&I, artigo de luxo”. 

“Não é segredo que a soma de D&I faz com que o ambiente e ganhos das corporações se ampliem e performem acima da média, porém nos últimos anos percebemos que estas ações foram deixadas de lado e o número de demissões são aparentes”. A executiva, disse ver de forma “nítida a inclinação para pautas ambientais tanto do poder público quanto do poder privado”.

Uma outra justificativa para cortes na área de D&I foi a falta de retorno financeiro das ações, como se o lucro esperado por esse investimento voltasse ao caixa de forma quase instantânea (isso em um mundo pós-Covid, com duas guerras e indecisões sobre os rumos da IA). 

A Diretora Executiva do (Movimento pela Equidade Racial) Mover, Natália Paiva destaca que o resultado importa sim, mas que diversidade não pode ser vista como algo performático. “É importante cada vez mais a gente deixar claro que diversidade, equidade e inclusão não devem ser uma estratégia de marca. Não deve ser uma atitude performática de nenhuma empresa, pelo contrário, ela tem que partir de um entendimento de quão benéfico isso é para a empresa”. 

“O Mover acredita que toda a iniciativa, tática, programa de diversidade, equidade e inclusão têm que ter foco em resultados, sim, e ter um impacto positivo na performance da empresa. E a gente acredita que sim, times diversos, empresas que têm uma cultura organizacional inclusiva são mais bem-sucedidas, isso no médio prazo, mas também no longo prazo. Não tem como a gente continuar com uma ideia de prosperidade e de futuro que continue restringindo os talentos que têm a possibilidade de causar impacto”, complementa. 

Manter a relevância da pauta de diversidade também passa pela comunicação e treinamentos internos para que se tragam dados, mas principalmente conscientização e conhecimento. “No âmbito do nosso programa de treinamento, sublinhamos que uma visão superficial da diversidade pode precipitar crises internas, impactando os colaboradores, o mercado e os stakeholders estratégicos. Enfatizamos que a diversidade não é uma mera tendência, mas uma estratégia de negócios crucial, demandando investimento contínuo”, destaca Juliana Oliveira, sócia-fundadora da Oliver Press, que defende que “a mensuração de resultados vista a médio e longo prazo é essencial, evitando crises de imagem e, simultaneamente, atraindo investidores autênticos”. 

Se é uma ameaça ou algo definitivo, vale a reflexão do aproveitamento de talentos negros para outras áreas da empresa para além da área de D&I e um olhar inclusivo mesmo quando as vagas não tenham recorte racial. O racismo é um problema estrutural longe de acabar e em um país negro como o Brasil, deixamos de avançar mantendo sempre os mesmos rostos e corpos em espaços de decisão.

Mês da História Afro-Americana: filmes e séries sobre personalidades que marcaram a comunidade negra

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Foto: Lizzie Himmel/ Brooklyn Museum

O Mês da História Afro-Americana começa a ser comemorado hoje, neste dia primeiro. Em 2024, a Associação para o Estudo da Vida e História Afro-Americana definiu o tema: “Afro-americanos e as artes“, para celebrar as contribuições da comunidade negra nas artes visuais, música, movimentos culturais, e muito mais.

“A arte afro-americana está repleta de experiências vividas por africanos, caribenhos e negros americanos”, escreve a associação. “Nos campos das artes visuais e performáticas, literatura, moda, folclore, língua, cinema, música, arquitetura, culinária e outras formas de expressão cultural, a influência afro-americana tem sido fundamental.”

Para entrar no clima do tema das comemorações, o Mundo Negro selecionou filmes e séries que retratem a história de grandes personalidades que são importantes na história comunidade afro-americana através da sua expressão da música, da arte, do cinema ou da moda.

Veja a lista abaixo:

Abstract: The Art of Design

A série documental fala sobre designers de diferentes áreas e como eles impactam a indústria. O terceiro episódio da segunda temporada foca na Ruth E. Carter, designer de figurinos afrofuturistas que venceu um Oscar por seu trabalho em Pantera Negra e foi uma grande colaboradora de Spike Lee. Ela explica como conta histórias através das roupas e dá uma perspectiva muito interessante da moda dentro do cinema.

Estados Unidos Vs Billie Holiday

A famosa cantora de jazz Billie Holiday se torna alvo do Departamento Federal de Narcóticos com uma operação secreta liderada pelo Agente Federal Jimmy Fletcher, com quem ela teve um caso tumultuado no passado. No entanto, a peseguição contra a artista é movida pelo desejo de impedir que ela cante músicas de protestos pelos direitos dos afro-americanos. Disponível no Prime Video.

I Wanna Dance With Somebody – Whitney Houston

Descoberta pelo executivo da gravadora Clive Davis, Whitney Houston alcançou a fama na década de 1980 e se tornou uma das maiores cantoras de sua geração. A cinebiografia acompanha a trajetória da grande artistas e as dores de ser uma mulher negra nos Estados Unidos. Disponível na HBO Max.

Jean Michel Basquiat: A Criança Radiante

O documentário aborda a vida do artista Jean-Michel Basquiat, considerado um dos mais importantes pintores afrodescendentes do século 20. Após sua morte inesperada aos 27 anos e o talento alcançando no mundo inteiro, o transformaram em um ícone cultural. Disponível no Prime Video.

ReMastered: As Duas Mortes de Sam Cooke

A voz de Sam Cooke o tornou uma estrela do soul, mas seu posicionamento público sobre os direitos civis podem ter contribuído para sua morte aos 33 anos. Disponível na Netflix.

Ferrari está prestes a fechar contrato com Hamilton para a temporada de 2025 da Fórmula 1, afirma fonte

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Foto: AFP/ALFREDO ESTRELLA

O universo da Fórmula 1 pode sofrer uma reviravolta se rumores de que Lewis Hamilton está prestes a deixar a equipe Mercedes e se juntar à Ferrari para a temporada de 2025 se confirmarem. Segundo informações do site “Motorsport”, as negociações entre Hamilton e a Ferrari estão avançadas, e espera-se que o acordo seja finalizado até o final desta semana.

A notícia surpreende, considerando que Hamilton renovou seu contrato por mais duas temporadas com a Mercedes em agosto do ano passado, o que teoricamente o manteria na equipe até o fim de 2025. Na época da renovação, já circulavam rumores sobre o interesse da Ferrari no piloto.

Se assinar com a Ferrari, Hamilton abrirá mão da opção de permanecer na Mercedes, onde construiu sua carreira desde 2013. A Sky Sports relata que os funcionários da equipe da Mercedes em Brackley devem ser informados da mudança nesta quinta-feira, 1, antecipando um anúncio oficial da transferência.

Na Ferrari, Hamilton deve ocupar o lugar do espanhol Carlos Sainz, que estava em negociações para renovar seu contrato desde o final de 2023, mas as conversas foram recentemente interrompidas. Enquanto isso, Charles Leclerc renovou com a escuderia italiana.

A próxima temporada de Fórmula 1 está marcada para começar em 2 de março de 2024, com o GP do Bahrein, no oriente Médio, que será a primeira de 24 etapas, tornando-se a maior temporada da história da categoria.

Advogada Sheila de Carvalho é nomeada como secretária de Acesso à Justiça do Ministério da Justiça

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Foto: Reprodução/Instagram

Recém nomeado Ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski vai promover a advogada Sheila de Carvalho para o cargo de secretária de Acesso à Justiça da pasta comandada por ele, substituindo Marivaldo Pereira, integrante do PSOL. Lewandowski assume o cargo  oficialmente nesta quinta-feira, 1, e deve anunciar outros novos nomes para sua equipe nos próximos dias.

Atualmente, a Sheila de Carvalho é integrante do Comitê Nacional dos Refugiados, além de ter ligada ao Grupo de Prerrogativas, um conjunto de advogados progressistas e antilavajatista, além de ser uma das lideranças pertencentes à Coalizão Negra por Direitos.

A advogada já trabalha para o Ministério da Justiça como assessora especial, a advogada foi selecionada para ocupar o cargo por Flávio Dino, que assumirá uma vaga como ministro do Supremo Tribunal Federal.

Além de Carvalho, outras duas mulheres estarão no primeiro escalão do Ministério da Justiça. Estela Aranha continua a ser chefe da Secretaria de Direitos Digitais e Marta Machado permanecerá à frente da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas e Gestão de Ativos.

No mês de dezembro, ao anunciar que escolheria Lewandowski para ocupar a chefia do Ministério da Justiça, o presidente Lula afirmou que ele e a primeira-dama, Janja, tinham expectativas de que o ministro escolhesse mais mulheres para a pasta.

Doodle do Google homenageia escritor e ativista James Baldwin em comemoração ao Mês da História Negra dos EUA

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Foto: Reprodução

Durante todo o mês de fevereiro, os Estados Unidos celebram o Mês da História Negra, período que rememora a contribuição da população negra para a política e cultura do país. Em celebração à data, o Google está homenageando o escritor e ativista pelos direitos civis, James Baldwin, que também contribuiu para a luta LGBTQ+, em um Doodle comemorativo.

A ilustração feita pelo artista e designer norte-americano Jon Key relembra Baldwin da maneira como ele ficou mais conhecido, pela escrita. James Baldwin nasceu no dia 2 de agosto de 1924, em Nova York, nos EUA. Ele cresceu no Harlem, ajudou a criar seus oito irmãos e desde a infância e adolescência já publicava poemas e contos na revista do colégio, além de escrever peças de teatro.

Após enfrentar desafios financeiros na adolescência, recebeu uma bolsa de estudos em 1944 devido ao seu potencial como escritor. Seu primeiro romance, “Go Tell It on the Mountain”, uma história semiautobiográfica, foi concluído em 12 anos e é considerado um dos melhores do século XX. Aos 24 anos, Baldwin mudou-se para Paris, onde escreveu ensaios notáveis, como “Notas de um Filho Nativo”, “Ninguém Sabe Meu Nome” e “O Fogo da Próxima Vez”. Seu segundo romance, “Giovanni’s Room” (1956), abordou a homossexualidade de maneira inovadora.

Baldwin continuou a abordar tensões raciais nos EUA em ensaios e romances, incluindo “If Beale Street Could Talk” ou “Se a Rua Beale Falasse” (1974), adaptado para um filme vencedor do Oscar em 2018. Em 1986, ele recebeu a mais alta ordem de mérito francesa. Sua influência vai além dos prêmios, pois suas obras deram voz a histórias negligenciadas e inspiraram líderes dos direitos civis, impactando gerações.

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