Pela primeira vez, a música africana terá uma categoria própria no Grammy. A Academia de Gravação este ano o nicho de ‘Melhor Performance Musical Africana’, com algumas das estrelas globais do afrobeats.
“Ao introduzir essa categoria, podemos reconhecer e apreciar uma gama mais ampla de artistas”, disse o CEO Academia de Gravação, Harvey Mason Jr., em um comunicado à imprensa no ano passado. “Estamos entusiasmados em homenagear e celebrar os criadores e gravações nessas categorias, ao mesmo tempo em que expomos uma gama mais ampla de músicas para fãs em todo o mundo.”
A adição da categoria de Melhor Performance Musical Africana segue-se a um aumento meteórico na popularidade global dos Afrobeats. Somente no Spotify, os streams de Afrobeats cresceram mais de 550% desde 2017, de acordo com a plataforma de streaming, tornando-o um dos “ gêneros que mais crescem ”.
Abaixo, você confere os indicados à categoria de ‘Melhor Performance Musical Africana’ no Grammy 2024:
O mês de fevereiro é marcado nos Estados Unidos pela celebração da história negra. Nessa lista, celebramos algumas conquistas extraordinárias dos artistas negros norte-americanos, que não apenas deixaram uma marca indelével na cultura, mas também alcançaram um notável sucesso financeiro, ascendendo à categoria de bilionários. Nomes como Rihanna, Oprah e Jay-Z integram a lista de cifras altíssimas.
Empresários negros lideram a lista dos bilionários negros nos EUA, superando artistas e atletas. Robert F. Smith, CEO da Vista Equity Partners, e David Steward, co-fundador e presidente da World Wide Technology, Inc. (WWT), estão no topo da lista de fortunas negras nos EUA. O que os une a outros nesta lista, como Rihanna e LeBron James, é o compromisso de investir parte de sua fortuna em projetos comunitários com foco na comunidade negra.
A rapper Azealia Banks utilizou suas redes sociais neste sábado (3) para responder algumas declarações políticas de Elon Musk. O bilionário criticou a política de imigração proposta pelo presidente dos Estados Unidos, Joe Biden. Musk, afirmou que o chefe de estado dos EUA está tentando “obter o maior número possível de imigrantes ilegais no país”, a fim de conquistar mais votos nas eleições, estabelecendo um “estado de partido único”. O dono da Tesla se mostrou contra a entrada de imigrantes no país.
Azealia Banks se posicionou após Elon Musk fazer comentários sobre a administração do presidente dos Estados Unidos.
De uma forma bem delicada, Azealia fez alguns comentários, leia se tiver coragem. pic.twitter.com/oqDwxXZxuJ
Banks criticou Musk e declarou que o ‘bilionário está destruindo o Congo’. “A América branca acha que você é um tolo. Hollywood te odeia. Por favor, vá embora, imploramos a você. Alguém o deporte. Eu não posso ser submetida aos delírios flácidos desse inteligentão com aparência de sapo albino. Chega”, disparou a rapper. “Os americanos não estão nem aí para o que sai da sua boca. Você está realmente destuindo o Congo apenas para fazer tablets e colocar em carros elétricos”.
A rapper fez referência ao processo movido pela organização International Rights Advocates. Segundo a entidade, empresas como a Tesla, de Musk, lucraram bilhões com trabalho infantil no Congo. A Unicef estima que existam aproximadamente 40 mil crianças realizam trabalhos em minas de cobalto no sul da República Democrática do Congo. O cobalto é um componente essencial das baterias de íon-lítio que alimentam dispositivos eletrônicos, como computadores e carros elétricos.
OGrammy Awards 2024, a maior premiação da indústria da música norte-americana, será realizado neste domingo (4), em Los Angeles, Estados Unidos, e os fãs deVictoria Monét não poderiam estar animados por este momento incrível da cantora, que recebeu sete indicações, incluindo as categorias Artista Revelação e Melhor Álbum de R&B.
Monét ganhou muito destaque com o lançamento do seu álbum de estreia, ‘Jaguar II‘, em 2023, e alcançou o topo das paradas da Billboard Hot 100 com o hino ‘On My Mama‘. Além disso, sua filha de 2 anos, Hazel Monét, se tornou a mais jovem indicada ao Grammy de todos os tempos, pela suas graciosas risadas na faixa ‘Hollywood‘.
Apesar de seu sucesso inegável, no ano passado, a artista relatou que a MTV recusou dar espaço para ela se apresentar no VMA 2023, alegando que era “muito cedo sua história” para essa oportunidade.
Foto: Chrisean Rose/Cosmopolitan
“Alguém que não tenha o alcance completo desta história pode pensar: é muito cedo. Mas quem conhece conhece as composições. Eles conhecem o grupo feminino em que eu participei em 2009. Eles sabem que eu era uma artista independente, me sustentando financeiramente em turnês. Tive que esperar por esse grande momento, e quando digo ‘espere’, não me refiro a ficar sentada de braços cruzados – tive que subir uma colina por muito tempo. É o Monte Everest”, disse Monét em entrevista ao Cosmopolitan, capa da última edição publicada nesta quinta-feira (1º).
A cantora também explicou como foi o processo de escrita da música ‘On My Mama’, o seu maior sucesso. “Eu estava apenas tentando transformar meus pensamentos”, diz a cantora, que teve depressão pós-parto após dar à luz Hazel em 2021. “É uma justaposição maluca: você deveria estar em um dos momentos mais felizes da sua vida, mas você está triste e não consegue explicar ou fingir”, completa. A letra da música diz: “Quando eles dizem: puxou a mãe / eu vou dizer: ‘Você está certo’”, e ela explica: “Parece uma música de afirmação positiva para mim. Eu quero isso inconscientemente com muitas das minhas músicas”, conta.
Um ícone queer para a comunidade negra norte-americana, nesta semana, Victoria Monét também deu entrevisa para o CBS Mornigns e falou o preconceito que sofre sendo uma mulher bissexual assumida publicamente desde 2018, porém, estando em um relacionamento com um homem. “Eu recebo muito esse tipo de pergunta: ‘já que você está em um relacionamento com um homem, você ainda gosta de garotas?’ Sim. Isso não tira a atração por outras pessoas. Isso é uma escolha. Se você está dentro, seja fiel nesse relacionamento”.
No coração da Vila Madalena, em São Paulo, Ligia Aleixo, tem proporcionado experiências únicas para os clientes na sua casa de vinho e destilados, Les Vignobles De Demain, uma das pioneiras na capital paulista. “As pessoas estão se permitindo cada vez mais. Diariamente eu desbravo essa relação com o vinho. As pessoas vem muito fechadas, por conta desse padrão que o vinho foi colocado de forma errada”, disse em entrevista ao Mundo Negro e Guia Black Chefs.
Ligia não conhece nenhuma outra mulher negra que atue nesta área, e apenas um homem negro, apesar de ser um ramo em ascensão no mercado. Para ela isso demonstra a “falta de informação, cultura e acesso financeiro, andam bem muito coladinhos ali um no outro”.
Além da venda de vinho, a casa também é dedicada a proporcionar experiências com a bebida em meio a eventos e degustações que ocorrem no local. “Quando as pessoas não conhecem de vinho, automaticamente vão para os vinhos rotulados. Na Europa – o berço do vinho, onde tem as marcas mais fortes no mercado, eles não querem saber dos rotulados no dia a dia, eles consomem dos pequenos produtores. Meu esforço é trazer esse olhar. Aqui a gente trabalha com pequenos produtores. Eles têm na maioria o mesmo poder de qualidade que os outros oferecem”, explica a sommelier.
Foto: Joao Citounadin/Guia Black Chefs
E completa: “Eu vou estimulando a pessoa a entender que, o que ela consumiu, na verdade foi a uva, da região X, e não a marca. A uva que te despertou uma sensação no momento x, quando você tava com tais pessoas. O vinho desperta isso através do que tá oferecendo como uva e não como rótulo”.
Na casa Les Vignobles De Demain, os vinhos oferecidos são de diversos países. “Eu tenho um único rótulo brasileiro. Todos os demais são de clássicos de Itália, França, Portugal, até os não muito clássicos, Kosovo, Bulgária, Moldávia, Sérvia, Áustria, Estados Unidos, sem limites”, conta Ligia.
Para enriquecer a experiência com o vinho, Ligia sempre propõe degustações e já tem ideia para a próxima uva que será destaque. “Tô pretendendo fazer uma degustação do Sauvignon Blanc, que várias pessoas falam que detestam. Mas é que cada produtor, e às vezes no mesmo país, na mesma região, vai trazer uma característica diferente para a mesma uva”.
Foto: Joao Citounadin/Guia Black Chefs
O estabelecimento proporciona um ambiente com o conceito de “maison”. Na França, isso é atribuído a um espaço pequeno e intimista, com uma diversidade de vinhos e bebidas espirituosas, chocolates, castanhas e pães de pequenos produtores, além de pratos especiais. Tudo para tornar o momento inesquecível.
Além das degustações com convidados, Les Vignobles De Demain também oferece jantares para grupos fechados e confrades, aniversários e eventos corporativos.
Serviço
Les Vignobles De Demain
Endereço: Rua Harmonia, 506 Vila Madalena – São Paulo
Horário de funcionamento: Terça/Quarta/Quinta/Domingo: 12h às 22h – Sexta/ Sábado: 12h às 23h
A aproximação do início do ano letivo provavelmente causa certa preocupação em mães, pais, avôs, avós e responsáveis por crianças. Quando essas são crianças negras as tensões são ainda mais intensas. As dúvidas, incertezas, medos e desconfortos são algumas das sensações que virão. Elas têm razão de existirem. Já que possivelmente a escola será o primeiro lugar em que a criança negra irá sofrer racismo.
Para termos ideia do tamanho do problema trago um dado importante. O ambiente escolar é o principal local onde os brasileiros sofrem racismo, conforme mostrou uma pesquisa recente. A investigação concluída em julho de 2023, foi realizada pela Inteligência em Pesquisa e Consultoria Estratégica (IPEC), contratada pelo Projeto SETA e pelo Instituto de Referência Negra Peregum. De acordo com os resultados, a cada 10 pessoas que afirmaram ter sido vítimas de racismo no Brasil, 3,8 sofreram num espaço como escola, faculdade ou universidade.
Não precisamos ter receio de afirmar que a escola é racista. Ela é uma instituição (uma das mais importantes) da nossa sociedade e essa mesma sociedade se estrutura no racismo. A discriminação racial no ambiente de educação formal tem várias caras, pode aparecer como agressão (verbal ou física), exclusão, tratamento distinto, racismo religioso, negação da história de um grupo, entre outros. A pesquisadora Eliane Cavalleiro no seu livro ‘Do silêncio do lar ao silêncio escolar‘ apresenta dados de uma análise centrada na socialização de crianças na pré-escola e no ambiente familiar quando o tema são as relações étnico-raciais. Sua pesquisa, que já tem quase vinte anos, ainda é muito atual, pois questiona os não ditos acerca do pertencimento das identidades raciais das crianças.
Pode parecer repetitivo falar, mas vale lembrar que discriminação racial e racismo são diferentes. Então, uma escola pode nunca ter apresentado um caso de agressão verbal a um sujeito negro, ou seja, não ocorreu uma discriminação racial na sua faceta de violência verbal. Mas dizer que essa escola não é racista, não podemos. Visto que ela faz parte de uma sociedade racista.
Nessa volta às aulas, estejamos atentos e atentas e vamos cobrar que as escolas cumpram a lei nacional 10.639, de 2003 que torna obrigatório o ensino sobre História e Cultura Africana e Afro-Brasileira em todas as escolas, tanto no ensino fundamental, quanto no médio. Que os livros apresentem indivíduos negros e negras como Luiza Mahin, Luiz Gama, André Rebouças e Maria Felipa para que nossas crianças negras se vejam como heróis e heroínas de sua própria trajetória e da trajetória do nosso povo.
Após um longo período afastada da mídia, a apresentadora norte-americana Wendy Williams surpreendeu a internet ao aparecer em um novo documentário sobre sua vida. Através de um trailer, as novas imagens revelaram os diversos problemas de saúde da estrela de 59 anos.
O documentário, ainda sem data de estreia no Brasil, segue Williams desde os bastidores do ‘The Wendy Williams Show’, consagrado programa da TV norte-americana, até os dias atuais, mostrando uma realidade muito diferente para a estrela. Em uma cena, Williams confusa parece perdida dirigindo pela cidade.
“Isso não parece nada familiar“, diz ela. Esse momento é justaposto a um membro de sua equipe afirmando: “Acho que ela está perdendo a memória, vocês notaram isso?Qualquer um pode olhar para ela e dizer que isso não é apenas álcool, há algo mais acontecendo”.
Além dos problemas de saúde mental da apresentadora, o documentário, chamado de ‘Where is Wendy Williams?’, mostra também os desafios de Wendy com o álcool. O novo projeto revela que ela foi colocada sob tutela financeira por um juiz. A estrela aparece nas imagens relatando que todos ao seu redor querem ‘roubar seu dinheiro’. “Não tenho dinheiro. E vou te contar uma coisa: se isso aconteceu comigo, pode acontecer com você”, diz ela.
No próximo domingo, 4, acontece a cerimônia oficial do Grammy Awards 2024, que todos os anos reconhece o trabalho dos profissionais da indústria musical. Para este ano, a expectativa era de que durante a cerimônia, a cantora Beyoncé fizesse uma performance em homenagem à Tina Turner, mas o The Hollywood Reporter publicou com exclusividade na tarde desta sexta, 2, que a cantora não irá se apresentar.
Em janeiro, o site Hits Daily Double publicou a informação de que a diva pop poderia realizar uma performance em homenagem à Tina Turner, falecida em maio de 2023 e de quem ela era assumidamente fã.
Mais cedo, Jay-Z, marido da diva, e a produtora Rocnation, cancelaram o brunch pré-Grammy realizado anualmente e que reúne artistas e executivos da indústria musical.
Em entrevista para o The Hollywood Reporter, o executivo musical, Clive Davis, que realiza uma tradicional festa de gala pré-Grammy no Beverly Hilton Hote repleta de celebridades um dia antes da cerimônia do Grammy Awards, afirmou que Beyoncé e Jay-Z vão participar de seu evento: “Eles estarão lá no sábado, sim, estarão na plateia”, afirmou Clives.
Já SZA, que lidera a lista de indicações, confirmou que se apresentará no palco da 66ª edição da premiação. A notícia sobre a apresentação de SZA no Grammy foi confirmada pela própria Academia de Gravação. A cantora, dona do álbum “SOS” concorre nas categorias, ‘Álbum do Ano’ e ‘Música do Ano’ e em mais outras sete.
Agora é oficial, a Mercedes oficializou na última quinta-feira, 1, a saída do piloto Lewis Hamilton após os rumores sobre sua ida para a Ferrari se espalharem na imprensa. Segundo o jornal MailSport, Hamilton terá um salário anual de 40 milhões de euros, equivalente a R$ 250 milhões.
O jornal afirma que o salário que o piloto deve receber, é o mesmo oferecido a Charles Leclerc quando o monegasco renovou seu contrato com a Ferrari. Hamilton deve assumir como titular em 2025 e terá um contrato plurianual, o que significa que deve ficar na equipe da escuderia italiana até, pelo menos, 2026.
Ainda na quinta-feira, a Fórmula 1 compartilhou no Instagram uma imagem de Hamilton e Leclerc com as cores da Ferrari e a frase: “Sua escalação para 2025 na Scuderia Ferrari!”. A publicação já acumula quase 4 milhões de curtidas. Após o anúncio sobre a chegada de Lewis Hamilton a Ferrari, o piloto Carlos Sainz confirmou que estava saindo da equipe italiana.
Hamilton conquistou seu primeiro Grande Prêmio de Fórmula 1 quando corria pela McLaren, os outros seis títulos foram alcançados quando o piloto estava na Mercedes.
A próxima temporada de Fórmula 1 está marcada para começar em 2 de março de 2024, com o GP do Bahrein, no oriente Médio, que será a primeira de 24 etapas, tornando-se a maior temporada da história da categoria.
O dia 2 de fevereiro de 2024 marca um ano desde a partida da jornalista Glória Maria, que faleceu após enfrentar metástases de um tumor cerebral, diagnosticado em 2019. Como parte das homenagens em sua memória, uma missa deve ser realizada na próxima segunda-feira (5), na Capela São José, sede da Organização de Auxílio Fraterno – OAF, em Salvador.
A OAF foi o local onde Glória Maria conheceu suas filhas, Laura e Maria, durante o processo de adoção. Nas redes sociais, a instituição revelou detalhes sobre o engajamento da jornalista durante o processo de adoção. Segundo a organização, “durante o processo de adaptação, que é quando o adotante convive com a criança, a jornalista frequentou e até realizou serviços voluntários na instituição”.
Um ano repleto de homenagens
Gloria Maria foi homenageada pelo New York Times 20 dias após sua morte. O jornal falou sobre o legado da profissional na TV brasileira e lembrou de sua importância na profissão: “Considerada a primeira telejornalista negra do Brasil, derrubou barreiras para as mulheres negras na televisão em uma época em que as cadeiras de âncora do país eram ocupadas principalmente por homens brancos”, diz um dos trechos.
No mês de julho, a Câmara de Vereadores do Rio de Janeiro aprovou por unanimidade a alteração do nome do Museu do Amanhã, na Praça Mauá, para Museu Jornalista Glória Maria. A iniciativa, proposta pelos vereadores Rosa Fernandes, Luciano Medeiros e Alexandre Beça, é um reconhecimento ao trabalho pioneiro de Glória, jornalista à frente de seu tempo.
Em outubro, a Câmara dos Deputados aprovou a criação do Prêmio de Jornalismo Glória Maria, em homenagem à renomada jornalista e apresentadora, que faleceu em fevereiro deste ano. Através de uma medalha, o prêmio será concedido anualmente e tem como finalidade reconhecer profissionais cujos trabalhos ou ações se destacam de maneira especial no cenário do jornalismo brasileiro.
No mesmo mês, ela também foi homenageada na 45ª edição do Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos. O evento aconteceu no Tucarena, em São Paulo.
No Dia da Consciência Negra, Glória Maria foi homenageada no Troféu Raça Negra, em São Paulo. O evento que celebra aqueles que lutam contra o racismo e contribuem para a inclusão social contou com a presença das filhas da jornalista, Laura e Maria, que receberam as honras..
Em dezembro, a Prefeitura de São Paulo celebrou a inauguração do Centro de Educação Infantil (CEI) Glória Maria, uma creche projetada para acolher até 200 crianças, com idades entre 0 e 3 anos.
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