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‘Casamento às Cegas: Depois do Altar’ estreia na Netflix com reencontro dos participantes das três temporadas

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Fotos: Divulgação/Netflix

Casamento às Cegas: Depois do Altar’, um episódio especial do reality show da Netflix, estreou nesta quarta-feira (20) na plataforma, com a presença dos participantes das três temporadas, para falarem sobre suas após o experimento, além de reviverem momentos emblemáticos durante e posterior ao programa.

Entre os participantes confirmados, estão Ágata Moura e Renan Justino, que se casaram novamente após completar um ano do casamento pelo reality show; Amanda Souza, que foi vítima de gordofobia ao conhecer o parceiro; e Will Domiêncio, que desistiu de casar com Verônica Brito, após pedido de sua mãe.

No trailer, o reality também revela o reencontro dos ex-casais Thamara e Alisson, que tiveram um divórcio polêmico após suposta traição por parte do gaúcho, e Carol Novaes, com uma separação polêmica com Hudson Mendes, com acusações de ambos os lados.

A Netflix já confirmou a quarta temporada para 2024. Desta vez, o elenco será formado por um grupo de pessoas divorciadas, separadas ou que viveram um noivado que não se oficializou. Será uma segunda chance para os participantes de edições anteriores.

Veja o trailer:

Emicida é homenageado na com Colar de Honra ao Mérito Legislativo, na Assembleia Legislativa de São Paulo

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Foto: Larissa Navarro

Em cerimônia solene realizada na última segunda-feira, 18, na Assembleia Legislativa do estado de São Paulo, Emicida foi homenageado com a maior honraria do legislativo paulista. Ao receber o Colar de Honra ao Mérito Legislativo, o rapper fez um discurso agradecendo a cultura Hip Hop e destacou a importância de manter nossa humanidade: “A gente precisa criar não só uma cidade, mas um Estado onde as pessoas sintam que elas são gente e parte dessa grandiosidade”, disse.

Durante a sessão solene realizada na segunda-feira, Emicida recebeu o Colar de Honra ao Mérito Legislativo pelo trabalho cultural e social desenvolvido em prol do Estado ao longo de quase 20 anos de carreira. A homenagem foi proposta pela deputada Paula da Bancada Feminista (Psol), que junto às outras quatro deputadas que formam a bancada.

Foto: Larissa Navarro

No discurso de agradecimento, o rapper detalhou como a cultura Hip Hop foi importante em sua vida: “A cultura Hip Hop é uma cultura maravilhosa. Eu devo a ela tudo o que eu tenho. Eu devo a ela minha capacidade de sonhar, porque eu sempre fui um jovem muito tímido e descrente da minha capacidade. Mas foi no momento que eu escutei disco de rap que eu senti que eu tinha um lugar no mundo, foi o momento que eu, depois de viver várias das coisas desagradáveis que eu tinha vivido, senti que minha pele era bonita, que meu cabelo era bonito, que eu descendia de um povo importante, que pessoas parecidas comigo tinham construído a grandiosidade desse país, embora apagadas. No momento em que eu percebi isso, eu me senti gigante. Quando eu pego minha caneta, quando eu pego o microfone, quando eu subo no palco é só uma tentativa de agradecer tudo que essa cultura fez comigo”, disse ele.

O rapper pontuou a necessidade de São Paulo priorizar o cuidado com as pessoas: “São Paulo não pode ser sequestrada por essa noção equivocada de progresso. Muito Pelo contrário, nossa capacidade de fazer coisas grandiosas precisa abrir espaço para que nossa humanidade seja sempre maior do que as pontes que a gente tem, do que os viadutos que a gente tem, do que os prédios que a gente tem e do que os bancos que esse estado ostentam. A gente precisa criar não só uma cidade, mas um Estado onde as pessoas sintam que elas são gente e são parte dessa grandiosidade”.

Nascido em São Paulo, Leandro Roque de Oliveira, mais conhecido como Emicida, é uma das maiores referências do hip-hop nacional e internacional. O rapper começou nas batalhas de MCs paulistas e em 2009, lançou mixtape “Pra quem já Mordeu um Cachorro por Comida, até que eu Cheguei Longe…”.

“Às vezes nosso trabalho é muito solitário e a gente não tem a percepção do quão grande são as coisas que nós estamos fazendo, mas isso muda a vida das pessoas de uma maneira muito poderosa”, lembrou Emicida.

Rashid, amigo de Emicida, lembrou a origem humilde e as dificuldades enfrentadas pelo rapper no início da carreira: “Conheci o Emicida há 20 anos atrás e da forma mais hip-hop possível, na Batalha do Santa Cruz. Eu vi de onde esse cara veio […] e se tornou uma das maiores figuras da nossa cultura”.

Como homenagem à cultura das batalhas de rima, a Batalha da Matrix, de São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, esteve presente no evento.

Retiro para mulheres negras, em janeiro, fará imersão nos saberes afrocentrados no Quilombo da Fazenda, em Ubatuba (SP)

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Foto: Instagram/Plana Vivências

Nos dias 20 e 21 de janeiro de 2024, será realizado um evento especial voltado para mulheres negras em busca de reconexão com suas raízes ancestrais. Idealizado pela Paula Batista, criadora do perfil @pretaancestralidade, em parceria com a agência de turismo responsável, Plana Vivências, a “Vivência de Conexão Ancestral” promete dois dias imersos em saberes afrocentrados no Quilombo da Fazenda, localizado em Ubatuba, litoral de São Paulo. As pessoas interessadas em participar desta imersão devem entrar no grupo do WhatsApp para saber mais informações: (CLIQUE AQUI).

Durante dois dias, as participantes terão a oportunidade de vivenciar os saberes ancestrais preservados pela comunidade quilombola. A programação inclui hospedagem coletiva na própria comunidade, refeições completas, atividades orientadas por monitores locais, suporte da equipe da Plana Vivências, e vivências conduzidas por Paula Batista, proporcionando um mergulho profundo na riqueza cultural e histórica desse espaço.

A proposta nasceu das experiências vividas por Paula Batista durante a elaboração de sua dissertação de mestrado, intitulada “Comunicar para (r)existir a voz que vem dos quilombos”. Ao explorar os territórios de afeto, espaços onde pessoas negras encontram liberdade para se conectar com suas raízes culturais, Paula teve um encontro transformador ao visitar uma comunidade quilombola. Esse momento foi crucial para despertar o desejo de compartilhar essa jornada de reconexão com outras mulheres negras desde 2020.

“Serão dois dias aquilombadas, vivendo em uma comunidade que preserva até hoje saberes ancestrais negros. Não é um retiro religioso ou espiritual, mas sim de profunda conexão com saberes que são nossos e que, por conta do racismo, nos foram tirados, mas lá, nos reconectaremos a eles para que cada mulher que participe retorne para a sua realidade fortalecida e munida desses saberes para trilhar o ano de 2024 com mais potência, prosperidade e felicidade”, afirma Paula Batista.

A parceria entre a Plana Vivências, que trabalha com turismo responsável em parceria com comunidades tradicionais para impulsionar o desenvolvimento do turismo de base comunitária desde 2017, e Paula Batista surge como um convite para uma experiência única. O Quilombo da Fazenda, reconhecido pela Fundação Palmares desde 2005 e localizado no Parque Estadual da Serra do Mar, será o cenário desse encontro de resgate e celebração da cultura afro-brasileira.

UX para Minas Pretas capacita de forma gratuita Mulheres Negras da periferia de SP na área do UX Design

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Um estudo realizado pelo Google mostrou que o Brasil terá um déficit de 530 mil profissionais de tecnologia da informação (TI) até 2025. A escassez vem em meio à crescente demanda e à ausência de perfis com mais experiência, entre outros fatores.

O relatório do Google foi produzido em parceria com a Associação Brasileira de Startup (Abstartups) e indicou que, todos os anos, cerca de 53 mil profissionais de áreas de tecnologia da informação se formarão entre 2021 e 2025.

O mercado de tecnologia segue aquecido. Só em 2022, o setor de TI cresceu 22,9% no Brasil comparado a 2021, que já vinha de um crescimento de 23% sobre 2020. Pesquisa trimestral feita pela Advance Consulting mostrou que o mercado de TI fechou o primeiro trimestre de 2023 com 20% de crescimento, bem acima das expectativas para o período. A previsão é fechar o ano com 23,8% de crescimento sobre 2022.

Embora representem quase 30% da população, as mulheres pretas ainda são minoria nas empresas de tecnologia do Brasil e ocupam apenas 11% dos cargos no setor. Os dados estão compilados em pesquisa divulgada pela Iniciativa PretaLab, que aponta questões estruturais na base do problema.

UX para Minas Pretas, uma Edtech pioneira dedicada a fortalecer a presença de mulheres negras no mercado digital, anuncia com entusiasmo o lançamento do curso PretaON 2024. Com o objetivo de se tornar uma referência em Edtech, oferece um programa gratuito e inclusivo em UX Design exclusivamente para mulheres negras das periferias de São Paulo.

O PretaON é um curso revolucionário destinado a capacitar mulheres negras na área de UX Design. O programa fornece habilidades essenciais para navegar e se destacar no cenário digital contemporâneo. Reconhecendo a demanda do mercado por talentos em UX, a UXMP se compromete a enriquecer o setor com perspectivas únicas e diversificadas, valorizando as vozes e visões das mulheres negras no desenvolvimento de produtos inclusivos.

Com a crescente procura por especialistas em UX, as participantes do curso estarão não só qualificadas, mas também possuirão um diferencial valioso: a representatividade e diversidade. O curso oferece uma base robusta para carreiras com posições de destaque e salários competitivos, em linha com a remuneração média dos designers de UX no Brasil.

O PretaON, dedicado a mulheres negras das periferias de São Paulo, oferece uma oportunidade única de formação em UX Design, sob a orientação de profissionais notáveis na área. O PretaON promete não só educar, mas também inspirar suas alunas, com participações especiais e conteúdos exclusivos ao longo do curso.

Fomento e Apoio:

A UX para Minas Pretas, com o suporte crucial do Fundo Baobá e da Mover no Programa Presente e Futuro em Movimento, está transformando vidas e carreiras. Com um aporte de 475 mil reais, a EdTech se propõe a capacitar 270 mulheres ao longo de 2024. O ápice do programa será um Ideathon, reunindo alunas e empresas interessadas, marcando um encontro de talento emergente com o mundo corporativo.

Oportunidade de Patrocínio:

A EdTech abre agora uma chamada exclusiva para empresas que desejam patrocinar esta iniciativa transformadora. As empresas patrocinadoras terão benefícios exclusivos:

  • Acesso a Relatórios Detalhados: Receberão informações atualizadas sobre o progresso acadêmico e engajamento das alunas, incluindo detalhes sobre atividades e projetos desenvolvidos.
  • Interação Direta: Poderão participar de eventos e atividades da comunidade, proporcionando um contato mais íntimo com as alunas. Esta interação facilita um entendimento profundo das necessidades e expectativas das futuras profissionais de UX.
  • Promoção da Diversidade: As empresas colaboradoras estarão na vanguarda da inclusão e diversidade, abrindo caminhos valiosos para as alunas no mercado de trabalho e enriquecendo seus próprios ambientes com novos talentos e perspectivas.

Modelo de Impacto Compartilhado

O programa adota um modelo inovador de impacto compartilhado, onde as alunas não arcam com custos de formação. São patrocinadas por empresas, organizações ou indivíduos que acreditam no impacto da educação. Esse modelo não só facilita o acesso à educação de qualidade, mas também estabelece uma rede de apoio e comprometimento comunitário.

Esta é uma oportunidade singular para empresas que valorizam a diversidade e o impacto social, alinhando-se com uma visão de futuro inclusivo e dinâmico no mundo da tecnologia e do design.

Inscrições e Informações Adicionais

As inscrições para o curso PretaON estão abertas em www.pretaon.com.br. Para mais informações, visite as páginas da UX para Minas Pretas e participe dessa jornada de aprendizado e empoderamento no PretaOn.

4ª edição do estudo “Cadê Nossa Boneca?” comemora com resultados significativos, porém, ainda é pouco

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Foto: Reprodução

Levantamento revela que bonecas negras representam 13,6% das fabricadas no país em 2023 

O estudo bienal “Cadê Nossa Boneca?” está em sua 4ª edição e revela que a fabricação de bonecas negras no país representam 13,6%, um aumento de 217% de crescimento no número de modelos disponibilizados para compra no mercado em relação a 2020. Embora o número seja expressivo, ainda está muito aquém do número de crianças negras no Brasil.

“Cadê Nossa Boneca?” nasceu em 2016, quando a psicóloga e Consultora Associada da Avante, Ana Marcilio, entra em contato com a também psicóloga e estrategista, Mycra Alves, sobre seu incômodo em não encontrar bonecas pretas quando foi em busca de brinquedos para doação para um espaço no presídio. Todas as bonecas que ela havia comprado eram bonecas brancas e isso a despertou para uma sensação de questionamento “como seria a reação da comunidade que seria atendida por aqueles brinquedos?“, que era predominantemente negra.

Nesse momento, Ana entra em contato com Mycra para juntas fazerem algo a respeito, e por que não mobilizar as pessoas para produzir, vender, comprar e doar bonecas negras? Então, elas começaram a produzir conteúdos e mobilizar as redes sociais com a campanha “@CadêNossaBoneca?”, que infelizmente só conseguiu investimento para essa primeira edição. Naquele ano, apenas 6% do total de bonecas fabricadas no país eram negras. Mesmo sem investimento, a campanha se transformou em um estudo bienal, e nas duas edições seguintes, realizadas em 2018 e 2020, esse percentual se apresentou quase sem alterações. Hoje, o número de bonecas negras disponíveis para compra no mercado online continua muito aquém do número de crianças negras no Brasil, dos 1.542 modelos de bonecas identificados nos 26 fabricantes associados, 13,6% são modelos de bonecas negras, diante de 86,4% de bonecas brancas. 

O aumento na oferta, alavancado tanto por uma maior procura da população por bonecas pretas, como pelo próprio mercado, ao oferecer mais diversidade, o crescimento ainda deve ser considerado muito pouco ao considerar a enorme desproporção ainda existente na quantidade de modelos de bonecas brancas e de bonecas pretas em um país que, segundo o IBGE, cerca de 56% da população se autodeclara negra ou parda.

Comemorar, celebrar, significa dizer, também, perseverar e seguir nessa luta. 13% é uma conquista, mas é, ainda, muito pouco!“, disse Ana Marcilio sobre o primeiro impacto significativo nos dados, oito anos depois da primeira edição do levantamento feito pela Campanha, a cada dois anos. A persistência mencionada por Ana Marcilio vem ancorada em estudos que mostram que o processo de autoidentificação, que acontece durante o processo do brincar, é fundamental para o desenvolvimento da autoestima das crianças. “A partir daí, é pensar que ter bonecas pretas é necessário para alcançar as ideias de diversidade, de valorização do sujeito, de fortalecimento da autoestima, das inter-relações pessoais e sociais da criança”, disse.

Fica então a observação e o questionamento: “Será que, aliado ao aumento da oferta e consequentemente da compra, há uma mudança sutil e gradativa nos padrões de beleza sociais?“. Empiricamente podemos dizer que sim, mas ainda não suficiente. Em outubro deste ano (2023), o Datafolha realizou uma pesquisa junto a homens e mulheres sobre considerar-se, ou não, pessoas atraentes. O resultado, entre as mulheres, mostra que 63% das que se autodeclaram brancas, sim, se consideram atraentes. Entre as pardas esse número cai para 60%; enquanto entre mulheres pretas chega a 58%.

O resultado da pesquisa traz pontos de evolução, mas também maiores e mais profundas reflexões. Uma delas diz respeito à classificação das bonecas por faixa de desenvolvimento. Foram encontradas bonecas tipo bebê, criança e, também, bonecas adultas. A distribuição por cor entre esses segmentos é diferenciada para bonecas pretas e brancas. Os modelos de bonecas pretas identificadas com a primeira infância, período de maior desenvolvimento da criança, e muito utilizadas pelas crianças maiores nas brincadeiras, são bem menores do que das bonecas brancas. 

No processo de pesquisa e desenvolvimento deste artigo, conheci o projeto “Minhas Bonecas Negras” da jornalista e  colecionadora de bonecas Barbie negras, Rafaele Breves. No perfil @MinhasBonecasNegras, ela conta a história das diferentes edições da boneca Barbie assinadas por diferentes designers. Se refletirmos que a primeira Barbie negra foi criada em 1980, assinada pela designer Kitty Black Perkins, mas quando que essas bonecas apareceram nas prateleiras trazendo a representatividade de diversidade de tons de pele e cabelo? 

Quando o modelo de beleza é centrado na branquitude é muito mais difícil a construção de uma autoestima positiva. Então, quando falamos sobre a importância da disponibilidade de bonecas pretas, estamos pensando na criança de hoje e de olho na mulher de amanhã“. Sensibilizar a indústria de brinquedos brasileira para esta questão é um passo importante para mudar esse cenário e possibilitar que cada vez mais crianças negras possam ter contato com modelos que as representem e esse é um processo crucial para o desenvolvimento da autoestima, enfatiza Mycra Alves. Os 86% dos modelos brancos são uma evidência do quanto as representações sociais ainda refletem um ideal de branquitude, ao serem confrontados com os 13,06% de modelos de bonecas pretas.

Cadê Nossa Boneca? traz um olhar bem especial a essa etapa da vida escolar ao promover sensibilização e fortalecimento da representatividade por meio de uma campanha de conscientização sobre a importância das bonecas pretas. 

Rihanna diz que não planejava revelar a gravidez no Super Bowl 2023: “meu macacão não estava subindo o zíper”

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Foto: Getty Images.

O show de Rihanna no Super Bowl 2023 foi um dos eventos mais icônicos do ano. Foi o primeiro espetáculo da artista após mais de 7 anos afastada dos palcos. A cantora barbadiana pegou todo mundo de surpresa ao anunciar durante o evento esportivo que estava grávida de seu segundo filho, fruto do relacionamento com A$AP Rocky, mas a estrela confessa que não planejou a revelação, que tudo aconteceu de forma natural.

“Veja bem, eu fiz o que dava pra fazer, beleza?“, contou Rihanna. “Meu macacão não estava subindo o zíper. Ninguém sabia que eu estava grávida. Eu só disse ao meu estilista: Certifique-se que o macacão consiga esticar. Então a parte de cima tinha elástico e a parte de baixo era mais larga. Mas o zíper? Ele quis ficar parado ali. Então teve que ser do jeito que estava”, revelou a artista para o Access Hollywood.

Em maio, a gravadora Roc Nation confirmou que o show de Rihanna no Super Bowl 2023 se tornou o mais assistido do evento esportivo. Segundo dados, o espetáculo da artista barbadiana foi assistido por mais de 121 milhões de pessoas nos Estados Unidos. Anteriormente, o recorde pertencia à cantora Katy Perry, que em 2016 registrou 118 milhões em audiência. Os números foram apurados pela Nielson, empresa especializada em dados digitais. “Foi demais, foi uma experiência fora do corpo”, disse a cantora.

Antes de se apresentar no evento esportivo da NFL, Rihanna destacou a importância em ocupar o centro do palco enquanto mulher negra e imigrante“Representatividade para imigrantes, para pessoas negras, para que pessoas vejam as possibilidades. Estou muito ansiosa para ver Barbados no centro”, destacou a cantora è época do evento.

‘All I Want For Christmas Is You’: Sucesso natalino de Mariah Carey é a música mais tocada do mundo atualmente

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Foto: Reprodução.

Não tem jeito, já virou tradição! Falta menos de 1 semana para o Natal, mas a música “All I Want For Christmas Is You”, de Mariah Carey, já está no topo das principais paradas musicais do mundo. Atualmente, é o sucesso mais reproduzido do planeta. Em números, apenas no Spotify, nas últimas 24 horas, a faixa recebeu mais de 6,6 milhões de reproduções. Espera-se que o número chegue ao dobro no dia 24 de dezembro.

Nos Estados Unidos, o sucesso também assumiu o topo da Billboard Hot 100, uma das paradas musicais mais concorridas do mundo. Apesar da enorme concorrência, com diversas canções natalinas, o sucesso lançado há quase 30 anos continua cativando o público. Mariah diz que na época, gostaria de fazer algo atemporal. “Eu estava trabalhando sozinha nessa música… num pequeno teclado Casio e escrevendo palavras e pensando: ‘O que eu penso no Natal? O que eu amo? O que eu quero? Com o que eu sonho? E foi assim que começou”, declarou ela para o Good Morning America.

‘All I Want For Christmas Is You‘ se tornou quase como um movimento. A canção começa a crescer em novembro e vai até dia 25 de dezembro com enormes quantidades de reproduções. “Meu objetivo era fazer algo atemporal, para que não parecesse os anos 90, que foi quando o escrevi”, disse ela.

Filme ‘A Cor Púrpura’ é aclamado pela crítica especializada: “um espetáculo grande e ousado que traz alegria”

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Foto: Warner Bros. Pictures.

Nesta tarde de terça-feira (19) as primeiras avaliações do filme ‘A Cor Púrpura’ foram disponibilizadas ao público. A obra dirigida por Blitz Bazawule abriu com 88% de aprovação no site Rotten Tomatoes, principal plataforma de análises críticas. Muitas pessoas ficaram com medo que o filme pudesse desagradar o público, mas até o momento, a imensa maioria dos comentários aclama o longa-metragem, que estreia no Brasil em janeiro de 2024.

“Você vai rir, chorar, provavelmente cantarolar uma ou duas melodias e vai querer dançar no meio de uma tempestade assistindo a versão vibrante do diretor Blitz Bazawule”, publicou o USA Today. O jornal diz que o novo filme produzido por Oprah tem um potencial maior do que o primeiro longa dramático lançado em 1985. “Mesmo que você esteja interessado ou morra pelo excelente filme de sucesso de 1985 de Steven Spielberg, não se preocupe. O musical investiga as mesmas dificuldades dolorosas e o drama dos personagens, embora um desfile de músicas torne tudo muito mais acessível, especialmente para os espectadores mais jovens“.

A BBC também rasgou elogios ao filme. “Um espetáculo grande e ousado, uma extravagância que mistura estilos de musicais da Broadway, filmes de estúdio de Hollywood e videoclipes, com uma mistura de gospel, pop, blues e baladas, tudo isso reunindo-se suavemente em um filme exuberante.

Em entrevista para o The Hollywood Reporter, o diretor Blitz Bazawule contou que o maior desafio ao longo do processo foi em como evitar a redundância na nova adaptação musical, isso porque já existe o livro cânone de Alice Walker, a peça musical e o primeiro filme, que se tornou um marco, lançado em 1986.

“Durante todo o processo, o desafio era: como não ser redundante? Para um material que foi explorado dessa forma, com o que você realmente vai contribuir? Esse foi o meu maior desafio. Assim que encontrei a ideia deste espaço imaginativo, então se tratou de quais são os elementos que vão nos ajudar a explorar melhor? E alguns deles eram visuais, alguns deles eram sonoros“, contou Blitz que também compôs canções originais para o filme.

A história de ‘A Cor Púrpura’ se desenrola no início do século XX, no sul dos Estados Unidos, e acompanha a vida de Celie, uma mulher negra que enfrenta uma série de desafios e adversidades ao longo de sua vida. O filme aborda temas poderosos, como abuso, racismo, empoderamento feminino e a jornada de autodescoberta.

O Livro das Pessoas Malvadas: Toni Morrison, 1ª escritora negra a receber um Nobel de literatura, tem livro inédito, escrito com o filho, lançado no Brasil

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Foto: Reprodução

Primeira mulher negra a receber o Prêmio Nobel de Literatura e ganhadora do Prêmio Pulitzer, a escritora norte-americana Toni Morrison, falecida em 2019, terá uma obra inédita publicada no Brasil. “O Livro das Pessoas Malvadas”, foi escrito em colaboração com seu filho, Slade Morrison.

Foto: Reprodução

O livro, publicado no Brasil pela editora Nova Fronteira, é aclamado em diversos países, e aborda a perspectiva das crianças sobre o comportamento humano, explorando como os pequenos enxergam as ações prejudiciais entre pessoas.

Toni Morrison, reconhecida por obras como “Amada”, vencedora do Prêmio Pulitzer, tem importantes títulos publicados como “O Olho Mais Azul”, “Sula” e “Paraíso”, onde traz sua narrativa profunda e reflexiva para esta nova publicação.

Toni e o filho Slade Morrison

Com esta parceria entre mãe e filho, os leitores brasileiros têm a oportunidade de se envolver com uma obra que promete oferecer uma visão única sobre a natureza humana, vista através da lente pura e descomplicada das crianças.

Em novo vídeo, Kanye West diz: “Nós não somos negros. Somos indígenas”

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Foto: Getty Images

Novas declarações de Kanye West durante uma live, realizada no dia 15 de dezembro, estão gerando polêmica. Desta vez, o rapper afirma que negros são, na verdade, indígenas, afirmando que raça é uma invenção.

A live aconteceu durante um evento realizado na casa do rapper de 46 anos para uma audição de seu novo disco ‘Vultures’, gravado em parceria com Ty Dolla Sign. O vídeo mostra Kanye dizendo: “Nós não somos negros. Somos indígenas. Somos nativos americanos. Quantas de vocês têm avós com ascendência indígena na família? O que aconteceu com os indígenas?”, declarou o rapper, que recebeu alguns comentários dos convidados em concordância com suas palavras.

“Me mostre um negro no planeta. Não somos negros. Raça é uma invenção”, completa ele em um monólogo que durou cerca de 15 minutos.

Ye também expressou sua frustração pela não inclusão da faixa ‘New Body’, uma colaboração musical com Nicki Minaj, em um projeto futuro. A faixa, produzida em 2018, é almejada pelo artista para seu próximo álbum colaborativo intitulado ‘Vultures’, em parceria com o rapper Ty Dolla Sign.

O vídeo capturou não apenas o discurso de Kanye West sobre raça, mas também seus comentários anti-semitas e seu descontentamento com a não liberação da colaboração com Nicki Minaj.

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