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Doodle do Google homenageia escritor e ativista James Baldwin em comemoração ao Mês da História Negra dos EUA

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Foto: Reprodução

Durante todo o mês de fevereiro, os Estados Unidos celebram o Mês da História Negra, período que rememora a contribuição da população negra para a política e cultura do país. Em celebração à data, o Google está homenageando o escritor e ativista pelos direitos civis, James Baldwin, que também contribuiu para a luta LGBTQ+, em um Doodle comemorativo.

A ilustração feita pelo artista e designer norte-americano Jon Key relembra Baldwin da maneira como ele ficou mais conhecido, pela escrita. James Baldwin nasceu no dia 2 de agosto de 1924, em Nova York, nos EUA. Ele cresceu no Harlem, ajudou a criar seus oito irmãos e desde a infância e adolescência já publicava poemas e contos na revista do colégio, além de escrever peças de teatro.

Após enfrentar desafios financeiros na adolescência, recebeu uma bolsa de estudos em 1944 devido ao seu potencial como escritor. Seu primeiro romance, “Go Tell It on the Mountain”, uma história semiautobiográfica, foi concluído em 12 anos e é considerado um dos melhores do século XX. Aos 24 anos, Baldwin mudou-se para Paris, onde escreveu ensaios notáveis, como “Notas de um Filho Nativo”, “Ninguém Sabe Meu Nome” e “O Fogo da Próxima Vez”. Seu segundo romance, “Giovanni’s Room” (1956), abordou a homossexualidade de maneira inovadora.

Baldwin continuou a abordar tensões raciais nos EUA em ensaios e romances, incluindo “If Beale Street Could Talk” ou “Se a Rua Beale Falasse” (1974), adaptado para um filme vencedor do Oscar em 2018. Em 1986, ele recebeu a mais alta ordem de mérito francesa. Sua influência vai além dos prêmios, pois suas obras deram voz a histórias negligenciadas e inspiraram líderes dos direitos civis, impactando gerações.

Polícia prende homem flagrado atacando a vizinha com ofensas racistas em MG; ele estava foragido há 3 dias

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Fotos: Reprodução/Redes Sociais

O homem flagrado em vídeo xingando uma vizinha com ofensas racistas, em Boa Esperança (MG), foi preso nesta quarta-feira (31), após três dias foragido. Ele se entregou na Delegacia da Polícia Civil na companhia de um advogado.

O mandado de prisão contra Célio Donizete Custódio, 53, foi emitido pela Justiça no domingo (28), e segundo a polícia, hoje foi realizada a prisão preventiva e ele foi encaminhado ao sistema prisional. 

“Após levantamento de todos os fatos, transcrição de áudios e das gravações de vídeos, foi pleiteada a prisão preventiva do autor que se encontrava foragido, mas foi preso, na tarde de hoje”, afirmou o delegado Alexandre Boaventura, à frente do caso.

No vídeo que viralizou nas redes sociais, gravado na última sexta-feira (26), a vítima registrou o momento em que foi ofendida pelo vizinho, sendo xingada de “preta, macaca e fedida” no portão de casa. Ele chegou a ser detido no mesmo dia, porém liberado após prestar depoimento.

Segundo o delegado, isso ocorreu porque o homem alegou que os vídeos e áudios apresentados pela vítima eram o recorte de uma briga maior, e que havia sofrido homofobia, sendo então necessário a instauração do inquérito policial para apuração de todos os fatos, antes da eventual prisão.

Ainda de acordo com o delegado, ao ser comprovado o crime de injúria racial, foi pedido a prisão do Célio Donizete Custódio, mas ele havia deixado a cidade.

“Vale destacar que, durante a investigação policial, foi possível comprovar que o autor não praticou apenas um crime de injúria racial contra uma única vítima. Foi comprovado que ele praticou cinco crimes de injúria racial contra três vítimas diferentes, em dois dias diferentes. Cada um desses crimes tem pena prevista de dois a cinco anos de prisão. Então, se ele for condenado por todos esses crimes, ele pode pegar uma pena mínima de 10 anos e uma pena máxima de 25 anos”, explicou o delegado.

“Esse fato teve repercussão nacional e, em virtude disso, esse homem que praticou o crime horrendo e sem dúvidas seria responsabilizado, e vai ser responsabilizado, ele tinha sido ameaçado. Se vendo na eminência de ser agredido ou preso, ele evadiu da cidade de Boa Esperança. Porém, a Polícia Civil passou a monitorar, rastrear e conseguimos efetuar a prisão dele”, completou.

Erika Januza veste looks autênticos em homenagem as mulheres negras, quilombolas e indígenas: “Levar essas histórias para o Carnaval”

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Foto: Lua Dof

Erika Januza, uma das maiores estrelas do Carnaval e Rainha de Bateria da Unidos do Viradouro, escola de samba de Niterói (RJ), tem feito um lindo projeto chamado “#HomenagensdaJanuza”, com o objetivo de valorizar mulheres negras, quilombolas e indígenas. “Como o enredo da Viradouro esse ano fala também de mulheres guerreiras, que são as guerreiras mino [do reino Daomé], fizemos um paralelo a isso. As guerreiras atuais da nossa sociedade, que lutam contra o desemprego, diferenças raciais, salariais, e que são arrimo de família”, diz a Rainha de Bateria em entrevista ao Mundo Negro.

Recentemente, ela publicou fotos de beleza exuberante, vestindo looks de peças feitas por Ilana e Dona Doutora, duas mulheres do Quilombo do Mumbuca, em Jalapão, Tocantins, com Capim Dourado. Erika conheceu as jalapoeiras na época em que gravava a novela da Globo, “O Outro Lado do Paraíso” (2017). 

“A ideia era encontrar mulheres que, através da sua arte, sustentem suas famílias. Arte que pudesse virar looks, para que eu pudesse levar essas histórias de alguma forma para o Carnaval”, conta. “A cada mulher, a cada peça, vem a ideia de onde e como fazer. O mais importante era a oportunidade de deixá-las contarem suas próprias histórias. Estou amando”, completa.

O primeiro look divulgado pela Erika Januza, ela usa peças com Palma Barroca feitas pela Hercilia Herculano, artesã de Sabará, Minas Gerais. E o último look divulgado no domingo (28), ela usa miçangas, feito pela Marina e Elisa Guajajara, da Aldeia Lagoa Quieta, na Terra Indígena Araribóia, no Maranhão.

Look feito com Capim Dourado por Ilana e Dona Doutora (Foto: Lua Dof)

Leia a entrevista completa abaixo:

Nos últimos dias, você revelou fantasias feitas de Capim Dourado e Palma Barroca extremamente lindas. Como foi o processo de criação das peças?

A ideia era encontrar mulheres que, através da sua arte, sustentem suas famílias. Arte que pudesse virar looks, para que eu pudesse levar essas histórias de alguma forma para o Carnaval. 

As Jalapoeiras do Quilombo do Mumbuca enviaram a coroa e as peças feitas por elas, e meu Stylist, Vitor Carpe, que é parceiro na concepção do projeto, monta as peças aqui. 

A cada mulher, a cada peça, vem a ideia de onde e como fazer. O mais importante era a oportunidade de deixá-las contarem suas próprias histórias. Estou amando. Fiquei muito emocionada a cada vídeo recebido. 

Look feito com Palma Barroca pela Hercilia Batista (Foto: Lua Dof)

Você diria que os preparativos para a novela “O Outro Lado do Paraíso” – como conhecer o Quilombo do Mumbuca, também te trouxeram aprendizados para além do profissional?

Com certeza! Não me esqueço daquele lugar e daquelas pessoas. Lembro de chegar lá extremamente acelerada, como costumamos ser. E lá, o tempo era outro. A natureza era outra. Voltei de lá bem mais relaxada e valorizando outras coisas. 

Foi a partir desse encontro com as mulheres guerreiras que você conheceu, que surgiu a ideia de criar o #HomenagensdaJanuza no Instagram? Como foi a elaboração e a reação das mulheres ao serem convidadas para o projeto? 

Na verdade, não. A ideia surgiu através de uma conversa com Vitor, pois estamos já há algum tempo tentando entender qual homenagem faria sentido esse ano. Porque agora é como se não fizesse mais sentido não as fazer. 

Como o enredo da Viradouro esse ano fala também de mulheres guerreiras, que são as guerreiras mino, fizemos um paralelo a isso. As guerreiras atuais da nossa sociedade, que lutam contra o desemprego, diferenças raciais, salariais, e que são arrimo de família. 

Todas aceitaram prontamente e se mostraram muito felizes. Mas a maior felizarda dessa história fui eu, que fui agraciada com a arte de cada uma delas. 

Look feito com miçangas por Marina e Elisa Guajajara (Foto: Lua Dof)

Como você cuida do corpo e da saúde no período de Carnaval? Você costuma mudar algo na rotina de exercícios ou alimentação que já está habituada? 

Eu me dedico mais à academia. No geral, sou cheia de desculpas para ir, meu foco maior é mais a saúde do que qualquer outra coisa. Manter o corpo em movimento. Mas também entendo a importância estética por causa do meu trabalho. Estou focada para o Carnaval, tentando não faltar e me alimentando bem melhor. Até mesmo para ter mais fôlego para a maratona de ensaios. 

Taraji P. Henson e Terrence Howard vão atuar juntos em nova série de drama sobre Muhammad Ali

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Fotos: Getty Images.

Estrelas da série ‘Empire’, Taraji P. Henson e Terrence Howard vão atuar juntos mais uma vez. Os dois artistas foram confirmados no elenco de ‘Fight Night: The Million Dollar Heist‘, nova minissérie de drama sobre a icônica luta do pugilista Muhammad Ali que marcou sua volta aos ringues de boxe em 1970.

Taraji P. Henson em ‘Empire’. Foto: Reprodução.

A descrição oficial afirma que a série contará “a infame história de como um assalto à mão armada durante a noite da histórica luta de retorno de Muhammad Ali – em 1970 – mudou não apenas a vida de um homem, mas o destino de uma cidade inteira”. Kevin Hart e Samuel L. Jackson também foram confirmados no projeto, que ainda não tem data de estreia.

Os detalhes sobre os personagens ainda não foram revelados, mas especula-se que Taraji faça parte do elenco principal. Ela e Terrence Howard ganham destaque na TV norte-americana como protagonistas da série ‘Empire’. Criado por Lee Daniels e Danny Strong, a produção foi classificado como a série de drama número #1 no principal grupo demográfico de 18 a 49 anos, e com média de mais de US$ 100 milhões por ano em receita publicitária por temporada ao longo de suas seis temporadas. No Brasil, a obra já foi transmitida pela TV Globo.

Ara Ketu entra em acordo com a prefeitura de Salvador e confirma desfile no Carnaval 2024: “Reencontro na avenida”

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Foto: Fred Pontes.

A banda Ara Ketu anunciou nesta tarde de quarta-feira (31) que entrou em acordo com a prefeitura de Salvador. Anteriormente, o grupo relatou que não estava recebendo um cachê adequado e que, por isso, iria desistir de desfilar no Carnaval 2024. “As conversas com o governo e a prefeitura foram retomadas e houve o entendimento da importância cultural do Ara Ketu como bloco afro, com os devidos ajustes financeiros“, relatou o grupo em nota.

O grupo Ara Ketu agradeceu a enorme mobilização do público. “Vamos começar esse texto agradecendo a cada um que apoiou o Ara Ketu para que a banda não deixasse de desfilar no Carnaval de Salvador 2024. Fãs, amigos, imprensa e admiradores da cultura da Bahia. Após a mobilização do povo, o desfile do Ara Ketu foi confirmado para a quinta-feira de Carnaval, no circuito Barra-Ondina“, relatou.

O desfile de Ara Ketu vai homenagear o bairro de Periperi, local onde nasceram os músicos do grupo. “Os abadás do bloco não serão vendidos. Parte será distribuída para a comunidade de Periperi e parte será trocada por alimentos não perecíveis, que serão doados no Instituto Ara Ketu após o Carnaval”, revelou o grupo, que terá como tema ‘Somos Ara Ketu, somos filhos de Odé‘.

Com miopia e astigmatismo, Rebeca Andrade revela que treina e compete sem enxergar direito: “Respiro fundo e vou”

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Foto: Ricardo Bufolin.

A ginasta Rebeca Andrade revelou em entrevista para a revista Marie Claire que ela realiza treinos e competições sem enxergar direito. A atleta possui pelo menos 2,5 graus de miopia em um olho e 2 graus de astigmatismo no outro. Rebeca contou que já se habitou a realizar as séries com a visão turva. “Dá para errar, mas não seria por não enxergar. Mesma coisa com a trave, não enxergo a ponta, mas já sei, sinto no aparelho, então tranquilo”, diz ela, ao relatar detalhes sobre seus saltos no trampolim.

Rebeca disse ainda que dispensa o uso de lentes de contato. Para o SportTV, ela contou que tem medo que pó de magnésio, utilizado para aumentar a aderência aos aparelhos, caia nos seus olhos. “Não gosto de usar as lentes, porque fico com medo de cair magnésio nos olhos e me atrapalhar. Não enxergo (a trave, um dos aparelhos em que se destaca), vou no feeling“, disse ela.

Em ano de Olímpiada, a rotina de treinos da atleta é intensa. A primeira vez que ela reparou no problema de vista foi na Olimpíada de Tóquio, ao não conseguir ler o que estava no telão. “Na hora da competição, estou tão concentrada que não sinto nada. O medo é mais durante o treinamento, de cometer um erro, cair da trave, da paralela e se machucar. Faz tempo que isso não acontece, mas, quando sentia que me incomodava a ponto de me atrapalhar nos treinos, conversava com minha psicóloga e tentava me acalmar. Fazia exercícios de respiração, passava a série na cabeça antes. Hoje em dia tenho muito mais facilidade, respiro fundo e vou.”

Jornalista Amon Borges lança o Portal Lineup, hub de conteúdos sobre shows e festivais: “Quero mostrar o que fica fora do radar”

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Foto: Acervo Pessoal.

O jornalista Amon Borges lançou nesta semana o Portal Lineup, um hub de conteúdo com notícias, entrevistas e coberturas de eventos para quem se interessa por shows e festivais de música, tanto no Brasil quanto em outras partes do mundo. “O Portal Lineup vem com a proposta de ampliar a cobertura de shows e festivais, que é muito restrita ao eixo Rio-SP. Inclusive no próprio estado de São Paulo, por exemplo, há muita coisa interessante pelo interior que não está no radar de quem está na capital. E a boa parte desses eventos eu já fui, conheci e fica mais fácil de contar essas experiências“, diz Amon ao MUNDO NEGRO.

O jornalista acredita que seu olhar de diversidade ajuda bastante na proposta de seu novo projeto. “Se você vai a uma sala de imprensa de um grande festival ou de um grande show em estádio, vai poder observar um padrão muito claro, literalmente. Quem está ali em sua maioria? Pessoas brancas… É um reflexo da sociedade, reflexo do quadro de funcionários de uma Redação. Embora haja muitos artistas negros, quem faz essa cobertura no geral é um profissional branco”.

Amon Borges e Mano Brown. Foto: Acervo Pessoal.

Nascido em São Paulo, Amon Borges é jornalista, consultor de comunicação, mestre de cerimônia e curador de eventos musicais. Com ampla experiência no tema, o profissional expande o projeto que nasceu em 2018, quando morava na Espanha, se desenvolveu e ganhou notoriedade na Folha de S.Paulo, onde trabalhou por quase 12 anos. “Observei que a cobertura era extremamente centrada no eixo Rio-SP. Achei interessante mostrar ao público que gosta de música as diversas opções que ficam fora do radar”, diz ele, que já cobriu eventos em diversos países como Estados Unidos, Portugal, Espanha, Inglaterra, França e Hungria.

De olho na inclusão e na diversidade, o Portal Lineup vai englobar todos os ritmos musicais –rock, pop, rap, trap, samba, pagode, funk, sertanejo, reggae, eletrônico, gospel. “Acho importante transitar por todos os gêneros independentemente do meu gosto musical”, indica o editor. O conteúdo multimídia guiou também a concepção de todo o visual do projeto. Foi adotado um layout responsivo, clean e que ajuda a valorizar as belas imagens especialmente captadas nos palcos. O design e a tipologia das redes sociais também foram pensadas e desenvolvidas para trazer clareza e boa visibilidade para os leitores.

Performance: o que o seu cérebro tem a ver com isso?

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Foto: Reprodução

Texto: Camilla Mamede

Você tem um poder incrível nas mãos, ou melhor, na cabeça. O seu cérebro, essa entidade enigmática, é a chave mestra da sua performance em todos os aspectos da vida. Você pode vê-lo como um laboratório em constante evolução, onde cada pensamento, cada aprendizado, reformula a sua capacidade de atuar e reagir no mundo.

Tudo isso se deve à neuroplasticidade, essa característica notável do seu cérebro, simboliza a sua habilidade de se adaptar e se remodelar. Isso significa que você, sim, você, é capaz de aprender constantemente, de crescer e de melhorar suas habilidades ao contrário do que diz a ‘Síndrome de Gabriela’.

Agora, pense na sua atenção e na sua memória. Elas são essenciais para a sua performance. Quando você se concentra, está direcionando os recursos do seu cérebro para maximizar a eficiência em uma tarefa específica. E a sua memória, ela é o seu tesouro pessoal, armazenando conhecimentos e experiências que guiam as suas decisões.

A grande realidade é que você, assim como eu, é um conjunto de memórias respondendo ao presente.

É crucial entender como o seu cérebro determina o seu nível de performance. Em primeiro lugar, o cérebro é responsável pela regulação das suas emoções. As emoções, como você sabe, têm um impacto significativo na forma como você se comporta e reage às situações. Quando você está ansioso ou estressado, por exemplo, seu cérebro pode ter dificuldade em se concentrar e tomar decisões, prejudicando sua performance. Em contrapartida, sentimentos positivos podem melhorar a sua capacidade de resolver problemas e pensar de forma criativa.

Além disso, o cérebro controla a sua motivação, que é um fator crucial para qualquer desempenho. A motivação vem do sistema de recompensa do cérebro, regulado por alguns neurotransmissores, entre eles, o principal é a dopamina.

Quando você está motivado, seu cérebro está mais engajado e focado, o que leva a uma performance melhor.

Outro ponto importante é como o seu cérebro lida com o estresse e a pressão. Em momentos de alta pressão, o cérebro pode ativar o ‘modo de sobrevivência’, o que pode ser útil em situações de curto prazo, mas prejudicial se mantido por longos períodos. Aprender a gerenciar o estresse é fundamental para manter um alto nível de performance.

Por fim, a neurociência demonstra amplamente que o sono tem um papel vital na performance. Um cérebro bem descansado toma decisões mais acertadas e mantém o foco com mais facilidade.

Sendo assim, aqui estão as coisas que você não pode esquecer:

1. Busque compreender e responder de forma adaptativa as suas emoções;
2. Mantenha-se motivado, sem ela, não tem disciplina que dê conta da vida.
3. Regule o seu sono, quem não dorme não performa, e ainda tem grande chance de xingar alguém na rua, outro dia falamos disso, ok?

Não perca os próximos artigos, vou falar sobre cada um desses aspectos a fim de te fazer elevar sua performance.

Nunca esqueça, a ConsCiência muda tudo!

Até mais.

Conheça a Camilla Mamede

Camilla Mamede é uma profissional multifacetada, com Mestrado em Ciência e Tecnologia Ambiental, Engenharia de Produção e Segurança, além de possuir Especialização em Neurociências e Comportamento.

É CEO da Tangibiliza, uma consultoria e Escola de Soft Skills, cujo objetivo é materializar e potencializar habilidades e competências.

Atua há mais de 15 anos em diversas empresas, impactando profissionais de diversas áreas com suas aulas, palestras, workshops, skill games e mentorias. Seu foco principal está na formação de novas lideranças e no desenvolvimento de habilidades para elevar a performance pessoal e corporativa.

No contexto educacional, já atuou nas maiores instituições de educação do Brasil, como SENAI, YDUQS, ESPM, Grupo Eleva e Descomplica Faculdade Digital.

É uma das ganhadoras do PowerList 2023 e colunista do site Mundo Negro, o maior portal de conteúdo para negros do país.

Camilla também tem marcado presença em importantes eventos, sendo painelista em um evento da ONU em parceria com a Casa Firjan sobre mulheres na STEM, no Rio2C e no CASE 2022, consolidando sua relevância no campo da Educação, Liderança e Performance Corporativa.

BBB 24: “Ele não estava falando exatamente como chegou aos meus ouvidos”, disse Luigi após ver VT com falas do Davi

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Foto: Globo/João Cotta

Lucas Luigi foi eliminado do BBB 24, na noite desta terça-feira (30). Com apenas 7,29% dos votos para ficar no paredão, o carioca refletiu sobre o que motivou a sua saída. “A galera realmente quer um posicionamento, quer aquele cara que joga, que sabe dançar, que consegue entrar em conflitos e sair. E conflito é uma parada que eu evito muito na minha vida aqui fora, mesmo sabendo que eles vão chegar até mim alguma hora. Lá estava todo mundo à flor da pele, as coisas estavam acontecendo muito rápido, e eu percebi que eu não estava entrando naquela jogatina toda”, diz.

Na entrevista à Globo, Luigi comenta os momentos que marcaram sua trajetória no ‘Big Brother Brasil’, avalia o jogo de Davi e Isabelle e monta seu pódio ideal para a final da temporada. O agora ex-participante do BBB também releva sua reação aos memes que proporcionou ao público em sua passagem pelo reality.

Se pudesse definir a sua participação no ‘BBB 24’ em uma palavra, qual seria? Por quê?
Curta. Achei que foi pouco tempo, eu esperava ficar mais na casa. Havia mais pessoas em evidência, estavam rolando muitas coisas que eu não sabia. Então, eu achei que o meu momento lá dentro foi curto.

Foto: Globo/João Cotta

Quais foram os momentos mais especiais dessa experiência?
Eu ganhando o carro no último dia. Também gostei muito de ganhar o Anjo, porque foi a hora em que eu vi que não estava sozinho, justamente por ter recebido o recado da minha família.

Qual era sua estratégia para chegar ao primeiro lugar do BBB?
Para falar a verdade, eu não tinha uma estratégia, eu só estava vivendo a situação, tentando analisar tudo. Eu estava, pelo menos, tentando evitar entrar em confusão. Antes de entrar, eu cheguei a pensar em analisar a galera para saber onde e como eu iria “pisar”, como e com quem iria falar… Mas depois foi tudo muito rápido.

Seu jeito expressivo de se comunicar rendeu muitos memes fora da casa. Você imaginava que pudesse viralizar por essa razão?
Não, eu nem sonhava com isso. Eu achava que as pessoas estariam me chamando de ‘maluco’ para pior. [Essa minha característica] já era observada pelas pessoas aqui fora, mas não de uma forma muito positiva. [Quando saí do BBB], foi uma surpresa muito grande.

Foto: Globo/João Cotta

Você foi anjo e monstro no BBB. Qual das duas experiências foi mais marcante e por quê?
O monstro, pelo cansaço de estar ali. E eu fui o primeiro monstro do ‘BBB 24’, então marcou muito exatamente por isso.

O fato de estar no monstro impactou o seu jogo naquele momento?
Sim, porque o meu nome estava rolando pelas bocas da casa como opção de voto. E quando o Alegrete [Matteus] me colocou no monstro, a galera desfocou de mim, aí começaram outras confusões. Desfocando de mim, eu consegui ficar tranquilão ali. De certa forma, também teve uma parte positiva. Até pelo almoço, para o qual eu fui convidado, e foi churrasco.

Você se emocionou bastante ao receber o recado da sua família no almoço do anjo. Foi difícil ficar longe deles lá dentro? Do que sentiu mais falta no confinamento?
Foi a pior sensação da vida ficar distante da minha mulher, do meu filho, do meu pai e da minha mãe. Eu senti muita falta do meu filho e da minha esposa. Eu estava sentindo falta das broncas, porque eu não sou um cara muito organizado, mas eu tentei ser lá dentro, até porque estava treinando a minha mente aqui para fora, já que eu não sabia como seria.

Foto: Globo/João Cotta

Você e outros participantes apontaram que o Davi seria manipulador e que a Isabelle estaria “passando pano” para ele. Agora, fora da casa, a sua visão em relação aos dois permanece a mesma?
Pelo pouco que eu já escutei, ele está fazendo uma jogada dele. Eu tenho que ver [aqui fora] como está sendo o comportamento geral dele. Escutei algumas falas que depois me mostraram no VT e ele não estava falando exatamente como chegou aos meus ouvidos. E outras falas que ele disse “não me recordo” estão se encaixando um pouco. O jogo dele é meio malicioso, não vou mentir. O cara está sabendo jogar. Sobre a Isabelle, tem certos momentos em que realmente parece que ela está passando pano em algumas atitudes dele. Mas ela também me explicou o motivo pelo qual acabou fechando com ele. Diz ela que o Davi lembra o irmão dela, e esse tipo de coisa acaba trazendo um certo aconchego para ela, que está muito longe de casa.

Você também chegou a comentar que, se o Davi estivesse certo, você queria estar mais errado do que nunca. E que as pessoas estavam enxergando que ele estava apenas jogando, não o que realmente estava acontecendo na casa. Na sua visão, o que realmente estava acontecendo?
Na minha visão, de dentro da casa, eu acho que era a manipulação que ele estava fazendo. Querendo ou não, ele tentou combinar o Anjo. A Isabelle estava “pulando na bala” por ele. Eu estava prestando muita atenção nesse jogo. Mas aqui fora, pelos fatos que eu estou escutando, vou ter que analisar muito algumas falas minhas também.

Que aprendizados você leva do reality?
Nem todo mundo é o que é ou o que fala que é. Quando eu saí, soube de fatos que me surpreenderam um pouco.

Foto: Globo/João Cotta

E quais são os amigos que quer manter em sua vida?
O Bin; o Vinicius, mesmo sendo cabeça dura, é um cara que aprende rápido, eu tenho fé nisso. A Isabelle é uma amizade que eu quero muito manter. O Lucas [Henrique] também é uma pessoa com a qual eu realmente gostaria de ter uma amizade. Gostei muito da Raquele e do Michel também.

Qual é o pódio ideal desta edição, em sua opinião?
Agora que eu saí, pensando em algumas conversas que tive, eu colocaria o Lucas primeiro. O segundo lugar, eu daria para a Isabelle. São duas pessoas que vêm lutando por uma causa muito única relacionada à cultura e à educação. E o terceiro eu daria para o Michel, porque gostei bastante do trabalho dele como professor. Na minha formação como homem, os professores do Ensino Médio foram muito cruciais. Talvez eu tivesse ido por um caminho completamente errado, mas eu tive professores e amigos que insistiram ali e me ajudaram bastante.

Agora que saiu do BBB, já pensou no que deseja fazer profissionalmente? Algo relacionado a dança?
Eu quero continuar dançando profissionalmente. Gostaria de ser chamado para atuar em alguns papéis, ainda mais se for em programas infantis. É tudo muito rápido; eu saí e já está o maior alvoroço. Eu não sabia que daria tanta repercussão. Mas, se for algo relacionado a arte, eu estou dentro.

“Meu filho foi levado por alguém”, afirma mãe de Édson Davi após divulgação de novas imagens do filho

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Foto: Arquivo pessoal

No vigésimo sexto dia de busca pelo pequeno Édson Davi Silva de Almeida, de 6 anos, desaparecido na Praia da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro, a família do menino divulgou novas imagens do garoto. No vídeo, o menino aparece perto da barraca do pai por volta das 16h47 do dia 4 de janeiro, em um horário mais adiantado que o divulgado em outros registros, além disso, ele está com os cabelos secos.

O vídeo em que Davi aparece foi encontrado no celular do pai do menino, segundo informações compartilhadas por Marize Araújo, mãe de Davi. “Eu consegui esse vídeo na galeria de celular do meu esposo. Em um dia de desespero, aflição, procurando alguma imagem que as pessoas nos enviavam. Achamos um vídeo feito por um funcionário da gente, ele nem se lembrava. Filmou para a esposa dele o movimento na praia, não imaginava que ia acontecer essa tragédia”, revelou.

Após a divulgação das novas imagens, Araújo reforçou acreditar que o filho está vivo: “Meu filho foi levado por alguém. Uma testemunha viu uma pessoa estranha conversar com ele uma hora antes do desaparecimento. Se fosse afogamento, o corpo já teria aparecido. Meu filho vai para o segundo ano do ensino fundamental. Na escola, todos os amiguinhos perguntam por ele. Infelizmente, não tenho dinheiro para pagar um investigador particular. Tudo que tenho é a esperança de que meu filho está vivo”, disse em entrevista para O Globo.

A mãe de Édson Davi contesta a versão da polícia, que mantém a hipótese de afogamento como principal linha de investigação para o caso.

Entenda o caso

Édson Davi, de 6 anos, desapareceu no dia 4 de dezembro na praia da Barra da Tijuca, Zona Oeste do Rio de Janeiro. Os pais do menino são donos de uma barraca que fica na praia onde o garoto desapareceu. Segundo Marize Araújo, mela havia ficadi en casa com o filho caçula, que teve uma crise alérgica, enquanto Édson Davi acompanhou o pai no trabalho.

Minutos antes do desaparecimento, Davi foi visto brincando na areia com duas crianças que estavam acompanhadas por um homem estrangeiro. A polícia levantou a hipótese de sequestro, mas após avaliarem vídeos que mostram o homem indo embora sem o menino, descartaram essa possibilidade.

No quarto dia de buscas pela criança é que os Bombeiros foram acionados. A principal hipótese da Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) é que o menino tenha sofrido um afogamento.

O desaparecimento de Davi mobilizou a internet e fotos do menino foram amplamente compartilhadas na esperança de encontrar a criança.

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