Uma ótima notícia, caso você seja assinante do Globo Play. A plataforma de streaming da Rede Globo comprou os direitos de exibição da série Todo Mundo Odeia o Chris. A Record ainda detém os direitos do programa para exibição em TV aberta. A diferença é que no stream, você decide a hora que quer assistir.
A Globo acertou na escolha. A série que narra a vida do comediante Chris Rock ainda é uma das mais queridas entre os brasileiros, mesmo tendo sido encerrada há 10 anos.
A boca sem filtro da Rochele (Tichina Arnold) , a mão fechada de Julius (Terry Crews) , e claro, as presepadas cotidianas da vida de Chris (Tyler James Willians) fazem desse seriado um dos mais engraçados dos últimos tempos, ainda mais para quem é negro e se identifica com o protagonista e sua família em várias situações.
Outro seriado de elenco negro que faz muito sucesso é Um Maluco no Pedaço estrelado por Will Smith, que passa na Netflix.
Qual seriado negro você gostaria de poder assistir quando quiser?
Naomi Campbell, 49 anos, não quis revelar o nome do hotel Francês onde foi vítima de racismo durante o Festival Cannes. A modelo foi impedida de ter acesso ao estabelecimento, onde um funcionário do hotel alegou lotação . Naomi no entanto, notou que outras pessoas, brancas por sinal, não eram impedidas de entrar.
Campbell se abriu a respeito do episódio em uma entrevista ao Paris Match. “Eu estive recentemente em uma cidade no sul da França onde fui convidada a participar de um evento em um hotel que não revelarei o nome. Eles não me deixaram entrar junto com um amigo porque sou negra. O cara na entrada disse que o lugar estava lotado, mas deixou outras pessoas entrarem”, relatou a top model.
Para quem ainda acredita que racismo acaba quando negros ficam ricos, vale acrescentar ao caso de Naomi, o que aconteceu com a cantora Sza que teve problemas com o segurança da Sephora enquanto fazia compras na loja.
Até a bilionária Oprah Winfrey já teve suas finanças questionadas por uma vendedora em uma loja na Suíça, que disse que a bolsa que a jornalista queria comprar, era muito cara.
Dinheiro não compra felicidade e também não acaba com o racismo.
O ator e cantor, Ícaro Silva, anunciou na tarde desta quarta-feira (31) o convite feito a cantora Gabriela Hebling para participar do musical “Icaro And The Black Stars“, ao lado de Cássia Raquel e Hananza, na apresentação desta sexta-feira (2), no Teatro Municipal de Ribeirão Preto (SP).
No instagram, Gabriela relatou a felicidade de ter recebido o convite. “Serão cantados sucessos da história da Black Music, com o som de Michael Jackson, Bob Marley, Tim Maia, Wilson Simonal, Beyoncé, James Brown e outros. Para mim isso tem muita importância, principalmente por ser reconhecida pelos meus, por pessoas que admiro, por ser um ato político e ancestral“.
No palco, Ícaro conta histórias vividas por estes ídolos em paralelo com suas histórias pessoais. Trabalhando juntos pela terceira vez, o trio Ícaro Silva, Pedro Brício e Alexandre Elias, vieram com tudo nesta produção. Juntos fizeram também “S’imbora o Musical” e “Show em Simonal”.
Aliado a um repertório pop e já antológico, com o melhor da black music, Ícaro também diverte com suas histórias, imitações e improvisações. Quando menos percebemos, somos todos parte do show. O espetáculo conta também com a presença de uma DJ no palco e projeções audiovisuais. A obra teve temporada carioca de sucesso e passagem por cidades como Belo Horizonte, Florianópolis, Petrópolis e Ribeirão Preto antes de aportar na grande metrópole do país.
Com o intuito de comemorar o dia da Mulher Negra Afro-Latina Americana e Caribenha, no dia 03 de agosto, das 14:00 às 17:30, no Ponto de Cultura Boiada Multicor – Universidade da Reconstrução Ancestral Amorosa (UNIRAAM), localizado no Centro Histórico de Salvador/Pelourinho, o Portal Black Fem realiza sua primeira roda de conversa: “Da infância à Vida Adulta: caminhos para a cura das mulheres negras”.
O evento tem o objetivo discutir trajetórias e estratégias de cura realizadas por mulheres negras no passado e presente, visando o futuro. O Portal foi lançado em dezembro do ano passado e é um veículo de comunicação que reúne artigos e notícias focado em adolescentes e jovens adultas negras.
Atualmente, o Black Fem conta com 17 integrantes dos estados da Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais, o site é dos poucos no Brasil cuja a produção é feita unicamente por mulheres negras. Para Lavínia Oliveira, que mora em Salvador, e é uma das três coordenadoras do coletivo. “A roda será um espaço para a comunicação afetiva e empática, em um ambiente agradável que converge com os pilares do grupo”, afirma.
Durante o evento serão distribuídos “snack time” (lanche) para as participantes, mas não serão utilizados alimentos com derivação animal e/ou objetos que utilizem de crueldade tanto animal quanto humana. O público também deve ser respeitar a preservação do ambiente disponibilizado pelo Boiada Multicor, visto que a casa realiza reaproveitamento de água, fato que converge com um dos seus princípios que é a sustentabilidade.
O debate está previsto para ocorrer em três blocos. O primeiro, chama-se “infância e adolescência: passos para se tornar uma mulher adulta”, o segundo “vida adulta das mulheres negras: como chegamos aqui?” e por último o bloco intitulado cura, onde serão discutidas estratégias pertinentes para o processo de autoavaliação e autodefinição das mulheres negras.
Para entrar, é possível pagar um valor simbólico a partir de R$ 5,00.
Kanye West não é nada básico. A menos de 50 metros de uma das suas propriedades avaliadas em US$ 60 milhões, o rapper está construindo cinco propriedades que ele espera que “quebrem as barreiras que separam as classes”.
O detalhe que mais chama atenção no projeto é o design. As casas são inspiradas no filme Guerra nas Estrelas, mas especificamente a casa de Luke Skywalker em Tatooine.
Em entrevista a Forbes, West explicou mais sobre o projeto, que apesar de soar bem excêntrico, tem um objetivo muito nobre que é ser um espaço de abrigo para pessoas de baixa renda ou em situação de rua.
“Eu vou ser um dos maiores desenvolvedores imobiliários de todos os tempos, o que Howard Hughes era para aeronaves e o que Henry Ford era para carros”, disse Kanye, completando: “Nós vamos desenvolver cidades”.
O projeto ainda não tem previsão de ser concluído. Fotos: TMZ
Com promessa de edição brasileira a ser realizada em novembro 2020, com o subtítulo “Carnaval da Consciência”, o Afropunk Brasil pode acontecer em Salvador. A data faz referência ao mês da consciência negra. O Festival confirma presença no país após uma batalha judicial de três anos. Com a vitória, foi dado o início ao processo para registro e direito de uso da marca no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).
Em entrevista a Folha de SP, o fundador do evento, Matthew Morgan, diz que o registro foi dado apenas em abril de 2018. “Isso nos atrasou, mas acredito que estamos mais preparados agora […] Acredito que todas as outras edições estavam nos preparando para agora”. O evento é multicultural e reúne artistas, ativistas e fashionistas em uma mistura de festival de música, conferência de debates e semana de moda.
Segundo Matthew, o Brasil representa uma grande parcela do tráfego no site do festival. O mote surgiu após sua visita à Salvador. A possibilidade de ser realizada na cidade é levada por Morgan e equipe, mas em entrevista ele afirma que é “quase certo”.
O ator Alexandre Rodrigues, reconhecido por seu papel filme Cidade de Deus, volta aos palcos no espetáculo Barulho D’água, do autor italiano Marco Martinelli, que retrata a trajetória refugiados africanos que tentam atravessar o mar mediterrâneo rumo à Países da Europa. A peça volta a ser encenada em São Paulo e comemora os 18 anos de trajetória da Companhia Nova de Teatro, do dia 09 a 11 de agosto, sexta-feira e sábado às 20h e domingo às 19h, no Centro Cultural Olido.
A versão brasileira da peça nasceu a partir do encontro dos artistas Carina Casuscelli (tradução e direção) e Lenerson Polonini (provocação e iluminação), fundadores da Companhia Nova de Teatro, com o dramaturgo italiano Marco Martinelli.
Além de Alexandre Rodrigues, a peça conta com Márcio Louzada e Rosa Freitas, além de ator e bailarino cabo-verdense Amaury Filho de Reis. E tem a trilha do músico experimental Wilson Sukorski, provocações de Lenerson Polonini e vídeo projeções de Alexandre Ferraz.
O contato com o autor Marco começou em 2014 em Nova Iorque, onde a Companhia pesquisava o espetáculo 2xForeman: peças Bad Boy Nietzsche e Prostitutas Fora de Moda, de Richard Foreman. Na ocasião, Marco Martinelli apresentava a versão italiana de BARULHO D’ÁGUA no Teatro La MaMa.
“Nas conversas sobre as pesquisas dos grupos, enxergamos a possibilidade de um intercâmbio, e, com isso, firmamos um acordo de cooperação para investigar dramaturgicamente o tema imigração, com base em experiências desenvolvidas nos dois países”, explica Lenerson, diretor artístico do grupo.
Os ingressos serão no estilo “pague quanto puder” e vão ser distribuídos uma hora antes de cada apresentação. Para mais informações: http://facebook.com/cianovadeteatro.
Em memória à Marielle Franco, vereadora assassinada junto ao motorista Anderson Gomes, no dia 14 de março de 2018, no Rio de Janeiro, sua família lançou no último sábado (27) o Instituto Marielle Franco e o Papo Franco, atividade que visa promover o diálogo com a sociedade civil e foi iniciada pela parlamentar após a sua eleição em 2016.
A professora e ativista Anielle Franco, irmã de Marielle, em entrevista ao Brasil de Fato, conta que fez uma promessa para si mesma de que todo o mês de julho faria alguma atividade em memória da vereadora. O instituto possui quatro eixos de atuação.
“Vamos trabalhar com quatro pilares: busca por justiça, o legado, as sementes e o memorial. Acho que cada um é bastante explicativo. Primeiro, a justiça porque até agora a gente não sabe quem mandou matar; o legado e as sementes se complementam, porque eu acho que devemos espalhar a nossa história de vida e lembrando que ela foi assassinada num crime político e a memória é porque tem que estar registrado, não era qualquer pessoa sendo assassinada. Era uma vereadora negra, favelada, bissexual, traz muitas vertentes e minorias juntas”, diz.
Projeto do Instituto, O Papo Franco é focado em temas relacionados à formação política, não-parlamentar e apartidária. Na próxima edição, que ocorrerá no Galpão Bela Maré, Anielle será a mediadora de uma roda de conversa com as deputadas Mônica Francisco, Renata Souza, Talíria Petrone, as três do Psol Rio de Janeiro, e Erica Malunguinho, do Psol São Paulo. “O Papo Franco é um dos projetos da família que começou com a Mari. Neste ano faremos o Papo Franco com um debate com as deputadas eleitas, mas pra celebrar a vida”, finaliza.
Fugitiva e viciada em drogas, uma jovem mulher retorna ao lar. Em casa, ela relembra que têm superpoderes ao reencontrar a mãe e sua própria filha. Essa três gerações de mulheres negras esconderam do mundo sua habilidades especiais, porém quando a Terra está em risco, ela terão que refletir juntas sobre esse segredo. Essa é resumidamente a história de Fast Color, uma longa que chamou a atenção da atriz e produtora Viola Davis, que fechou uma parceria com a Amazon Studios, plataforma vídeos e seriados Amazon, para transformar o filme em seriado.
Viola e seu marido Julius Tennon são donos da produtora JuVee que dá enfoque a produções afro-centradas. Também fazem parte do projeto os roteiristas originais do longa Julia Hart e Jordan Horowitz. O elenco original é composto por Gugu Mbatha-Raw (Ruth), Lorraine Toussant (Bo, mãe de Ruth) e Saniyya Sidney (filha de Ruth). Até o momento só Gugu foi confirmada no projeto da série.
“Fast Color é uma história e o mundo que nos lembra, não somente que temos uma alma, mas que temos mulheres corajosas e extraordinárias para protegê-lo”, descreve Viola.
Bless é o nome do irmão mais novo da Titi, filha de Bruno Gagliasso e Giovana Ewbank. O casal anunciou a chegada no novo filho por meio de um comunicado à imprensa no dia 25 de julho, mas somente hoje publicaram uma foto com o novo herdeiro. “É com enorme alegria que comunicamos a chegada de Bless Ewbank Gagliasso, o segundo filho do casal Giovanna Ewbank e Bruno Gagliasso”
Bless tem 4 anos e é nascido no Malaui, país do sul da África. A família Gagliasso passou o mês de Julho inteiro no país para cuidar das partes burocráticas da adoção. O processo todo durou 2 anos.
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