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Arena Carioca Jovelina Pérola Negra festeja sete anos de trabalho, diversão e arte no próximo domingo

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Após sete anos de centenas de atividades gratuitas oferecidas semanalmente, a Arena Carioca Jovelina Pérola Negra se prepara para festejar o aniversário. O projeto reúne cultura, lazer e oportunidades de emprego, promove qualidade de vida para uma região da cidade (Pavuna), que tem a Arena, como único equipamento cultural.

O sétimo aniversário da Arena Carioca será comemorado com tudo o que tem direito: roda de samba com a Velha Guarda da Mangueira, teatro e uma atenção especial para as crianças, já que formação de público é um a das principais vocações de um espaço que pensa o futuro do Rio. Tudo de graça, das 9h às 18h20.

A Arena Jovelina foi o primeiro desses espaços a ser aberto e protagonizou seu pioneirismo lançando a semente e plantando as diretrizes de uma maneira especial de fazer cultura para e com a população. Oferece empregos, dá oportunidades para empreendedores locais e abrigo e lazer para todas as gerações, sediando desde as concorridas Colônias de Férias até os bailes que congregam e motivam a Terceira Idade. Além de oferecer oficinas, cursos livres, workshops e muito mais!

A Arena faz aniversário, não por acaso, no mesmo dia do padroeiro da cidade, e terá atrações de peso para tornar esta festa inesquecível. Para mais informações, ligue: (21) 2886-3889.

Programação:

· 9h – Evento no pátio “Domingo É Dia de Criança” com recreação e oficina para crianças

· 11h – Parabéns para a Arena e bolo

· 11h30 – Apresentação do espetáculo teatral “Lasanha e Ravióli”

· 16h – Abertura do teatro para o público (DJ)

· 16h30 – Roda de samba – Velha Guarda da Mangueira canta Geraldo Pereira (palco externo)

· 18h às 18h20 – (DJ).

Beyoncé e Rihanna são temas curso oferecido pela Universidade Harvard

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Nessas aulas eu não faltaria nem que estivesse caindo o mundo.  As duas maiores potências da nossa comunidade Beyoncé e Rihanna viraram tema de curso oferecido pela Harvard, a universidade americana de maior prestígio no mundo.

Com o título “Beyoncé Feminismo, Rihanna Feminismo: Música Popular e Teoria Feminista Negra”, o curso analisará as músicas e videoclipes de ambas as artistas como expressões populares e acessíveis dos feminismos caribenhos e afro-americanos que alcançam audiências mundiais.

Inclusive não é a primeira vez que a Harvard valoriza o trabalho da Rihanna.

Roger Cipó estreia canal no Youtube e aborda masculinidade e afetividade preta nos primeiros vídeos

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Sabemos que homens e mulheres pretas são marcados pelos esteriótipos impostos pela sociedade. Seja por nossos aspectos físicos, seja por nosso modo de pensar, por nossas atitudes ou pela nossa fé, infelizmente, ainda há um grande apontamento e uma síndrome, por parte de pessoas brancas, de nos dizer ou não o que devemos fazer, mesmo após 130 anos de uma Lei que, teoricamente, libertou nosso povo. Na prática, vemos por uma ótica diferente.

E, justamente com o intuito de mostrar seu olhar, o comunicador, fotografo e agora youtuber, Roger Cipó, acaba de criar um Canal para dialogar e apresentar suas perspectivas em relação aos mais variados temas que envolve o povo preto, como masculinidade e afetividade preta, saúde emocional, entre outros.

Na descrição de um dos vídeos, “Masculinidades”, ele comenta: “Eu não sou um homem. Eu sou um homem preto e, por isso é importante dizer: Não peça para um homem preto chorar! Não me diga para quem conhece dor há 400 anos que chorar é importante”.

Nós conversamos com Roger sobre a proposta do Canal, o que ele pretende abordar nos próximos vídeos e como será distribuído este conteúdo. Confira!

Por que decidiu criar o canal?

– Eu sempre considero a minha necessidade de comunicar, seja para contar algo, discutir, concordar e até debater as coisas que penso e prático, e talvez por isso, decidi que esse ano, levaria essas minhas questões também para o YouTube, que é uma das plataformas mais acessadas e consumidas na internet, mas que ainda não faz, ou faz pouco, o debate sobre questões relacionadas à masculinidades pretas. A decisão pelo canal, nesse momento, também foi impulsionada pelas trocas com Ana Paula Xongani, quem carinhosamente atribuo uma mentoria do processo e me provocou com uma série de questões, entre elas, a ausência de homens Pretos cis héteros discutindo as coisas que atravessam as relações sociais. Meu objeto na plataforma é colaborar com as discussões em torno de pautas relacionadas a esse universo, a partir do meu lugar no mundo. Tem uma vontade de falar para todos os públicos, porque a ideia é discutir junto como alguns temas definem, limites e influenciam nossa coexistência, ou a negação dela.

O que pretende abordar nos seus vídeos?

– Tudo o que falo e quero falar no canal é reverberação das coisas que tenho pensado individualmente, nesse processo de autoconhecimento e, coletivamente, no sentido de entender que, para nós, pessoas pretas, união, entendimento e fortalecimento da base é o caminho para enfrentar o racismo. Assim, Masculinidades, Afetividades, Questões de Gênero, Saúde emocional, Machismo, Sexualidade, Bem viver, Violências, Religiosidade e Espiritualidade, Intelectualidade, Política, Relacionamentos, e todas as questões da vida, suas potências e conflitos, tendo o racismo e outras questões de raça como um marcador do papo, afinal raça é o define as relações, no Brasil e ser homem preto, em idade alvo da violência, me faz falar sempre a partir dessas provocações que a vida faz.

Acredita que através do canal irá alcançar pessoas pretas e aproximá-las ainda mais para diálogo?

– É uma tentativa de construir pontes e de disputar, sim, narrativas. Pessoas pretas representam a maioria da população brasileira e é sempre bom lembrar que grande parte da população pobre – que é preta – ainda não possui acesso à internet. A gente vive aqui no nosso mundo e não se dá conta do tamanho do nosso país e muito menos da dimensão do problema que é a falta de informação. Por outro lado, há muita gente preta consumindo conteúdo na internet, tentando se entender e entender a forma que vivemos. Quero alcançar essas pessoas. Disputar a atenção de pessoas iguais a mim, para temas que estamos discutindo em diferentes espaços. Alguns de nós já compreenderam melhor como o racismo tem definido nossas experiências, outros, ainda não. No meu caso, por exemplo, tenho também vivido um processo de todos os dias lidar com o machismo, rompendo com essa cultura que provoca a dominação e não cooperação, em diversos níveis. É algo a pensar junto. Eu não quero e não levarei verdades sobre nada, não há espaços para verdades absolutas quando a gente está tentando se entender para viver melhor, mas me sinto provocado a apontar alguns caminhos, frutos de algumas práticas, vivências e reflexão sobre os temas, e abro o debate. É para que a gente converse, sempre.

Atualmente você também usa o Instagram e Facebook para distribuição de conteúdo, como é a resposta do público nessas plataformas? Qual delas funciona melhor para você?

– O Facebook eu uso há alguns anos para, além do uso pessoal, publicar sobre minha pesquisa sobre religiosidade preta e Fotografia, além dos mesmos temas que estou falando no canal. Eu sou alguém da comunicação, com necessidade de comunicar. Logo, textão, reflexão, tretas e afins fazem parte da minha estadia no Facebook, que também é uma possibilidade importante de redes e trocas! Há algum tempo utilizo para falar da @olhardeumcipo e candomblé, principalmente. O Instagram foi se tornando um espaço de diálogo mesmo, acho até que foi incubadora para o canal. Foi onde tive importantes respostas sobre como lidar, pensar e falar sobre temas tão caros como masculinidade para homens Pretos, seus afetos e como o racismo definiu nossas vidas.

#AmorPreto Barack para Michele: “Eu sabia que você era única, feliz aniversário”

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Um casal preto, rico, poderoso, onde a esposa é mais escura que o marido. Temos mil razões para amar o casal Obama. No dia do aniversário de 55 anos da ex-primeira dama mais admirada do planeta, Barack fez um post em suas redes sociais preciso, curto, mas cheio de amor.

“Eu sabia disso desde lá trás e estou absolutamente convencido hoje – você é única. Feliz Aniversário!”. Será que ele sabia dessa trajetória histórica também?  Lembrando que os dois são casados há  26 anos e pais de Malia, de 20 anos, e Natasha, de 17.

Precisamos de referência negras de amor. Veja a mensagem original.

Desafio dos 10 anos mostra que o crespo veio para ficar

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Fotos: Reprodução Instagram

A modinha do #10YearChallenge (a galera tem usado as redes sociais para comparar uma foto de 2009 e uma de 2019)  tem chamado a atenção da comunidade negra. Primeiro porque boa parte parece sofrer da “síndrome do Benjamim Button”, daquele filme que a idade avança e o moço fica mais jovem.

Outra coisa que tem chamado muito a atenção é a evolução estética dos cabelos. Sou super a favor de quem ainda curte um liso não ser forçada a alisar, mas a adesão ao cabelo natural (cuja jornalista que lhe escreve participou) revolucionou a vida das mulheres negras do Brasil, forçando a indústria cosmética a rever sua linha de produtos para cabelo. E sim, nós mulheres negras é quem mantemos essa indústria do cabelo aquecida, comprando nossos produtinhos e não raramente pagando bem caro por eles.

No nosso Instagram, temos repostado muitas coisas e tá lindo de ver essa mudança que reluz  nas expressões dessas mulheres. E é isso mesmo, não ter que retocar raiz, fugir da chuva, usar calor na cabeça por meio do secador, não era moleza não.

https://www.instagram.com/p/BsrHVTihIOD/

 

https://www.instagram.com/p/BssmgdTH3AX/

https://www.instagram.com/p/BsthWUxhbBd/

https://www.instagram.com/p/BstJVm9nR4d/?utm_source=ig_share_sheet&igshid=uznfzpfuk0tt

 

Pevirguladez lança “Manual Prático de Malandragem Vol. 2” no Evento Fúria Hip Hop

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Foto: Camila Guimarães

O artista e educador, Pevirguladez, apresenta o “Manual Prático de Malandragem Vol. 2”, com direção musical de Bruno Danton (El Efecto) e participação dos beatmakers Nave, Dario, Laudz, Ramonzin, Ariel Haller e Cabes. O novo disco tem 12 faixas e mistura rap, samba, malandragem, literatura e outras sonoridades brasileiras para contar as histórias dos subúrbios, seus personagens, alegrias e dramas.

Recentemente, ele lançou o clipe da música “Mulher Século XXI”, em referência as mulheres independentes e empoderadas do subúrbio. Nesta sexta-feira (18), às 22h, ele participará do “Evento Fúria Hip Hop”, na Lapa.

Falar de mulher na sua melhor condição sempre é uma alegria pra mim. Bebo na fonte das mulheres cantadas por Jorge Ben, e depois de falar da Nega do Balacobaco no MPM1, precisava globalizar essa mudança de posicionamento da mulherada, essa independência e atitude que vai além da beleza. Isso é fundamental para o respirar da minha poesia”, conta o artista.

Projeto “Mais Amor Entre Nós” lança aplicativo para Android e iOS

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Foto: Reprodução +Amor

O “Mais Amor Entre Nós” acaba de estrear em formato de app para iOS e Android, além de ganhar uma repaginada no site. O projeto, idealizado pela jornalista griô, Sueide Kintê, tem o objetivo de aproximar ainda mais as mulheres através da sororidade. São disponibilizadas trocas, encontros que visam discutir diversas questões que rementem ao mundo feminino, workshops, oficinas entre outros.

O “+Amor” surgiu inicialmente como uma página no Facebook e alguns meses depois, com site e plataforma atuante em todo o Brasil e em lugares Argentina, Espanha e Londres. Na plataforma se encontra de tudo, desde encontros terapêuticos, assistência jurídica a rodas de conversas, doações e outros serviços prestados gratuitamente.

O lançamento foi anunciado por Sueide nesta segunda-feira (14), em seu perfil pessoal do facebook. “Nós temos mentes tão colonizadas que quando uma mulher negra está pagando a si própria para ter ideias, as pessoas não acreditam. Pois bem, Ogun me deu vida e saúde para apresentar à minha comunidade o resultado da minha tarefa de casa“, relatou.

Baixe na Apple Store clicando aqui. Baixe no Google Play clicando aqui. Acesse o site oficial: https://www.maisamorentrenos.com.br.

Confira abaixo o depoimento de Raissa Rosa.

Dois suspeitos de invasão e assalto ao Terreiro Ilê Axé Ojisé Olodumare, na Bahia, são identificados pela polícia

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Foto: Almiro Lopes

Após serem vítimas de bandidos durante as festividades de Oxalá, no Terreiro Ilê Axé Ojisé Olodumare (Casa do Mensageiro), de Barra do Pojuca, na cidade de Camaçari, Região Metropolitana de Salvador, o babalorixá Rychelmy Imbiriba emitiu uma nota de pesar relatando todo o ocorrido e afirmando ter sido um ato de intolerância religiosa. A Polícia Civil, apesar das testemunhas, descarta o indicativo de intolerância religiosa cometida pelos bandidos.

A invasão ao Terreiro ocorreu no último sábado (12). O babalorixá e o fotógrafo que registrava a festa foram levados para a emergência e tiveram que levar pontos no rosto por causa das coronhadas que levaram. O nome do fotógrafo não foi divulgado.

Segundo relatos de pessoas presentes, seis homens invadiram a cerimônia anunciando assalto e proferindo palavras contrárias ao candomblé. Além de objetos pessoais das pessoas que estavam presentes e um carro, foram levados objetos sagrados dos Orixás da casa.

A 33ª Delegacia Territorial (DT) de Monte Gordo está realizando a investigação. A Policia Civil já identificou dois homens suspeitos de participar do assalto. Em entrevista ao Correio da Bahia, bàbá Rychelmy se mostrou incomodado com a postura dos policiais em relação aos demais danos causados ao local. “Quando foram à delegacia, os integrantes do terreiro relataram a intolerância religiosa, os xingamentos, a violência contra os orixás no momento de transe, mas os policiais só queriam saber do que foi roubado, só a questão material”.

Veja a nota publicada pela Casa do Mensageiro.

 

Visualizar esta foto no Instagram.

 

Em nome do Babalorixá Rychelmy Imbiriba e todo Egbé do Ilê Axé Ojisé Olodumare viemos através dessa nota relatar mais um caso de violência e intolerância religiosa que infelizmente acometeu nossa família neste sábado (12.01.19). Hoje, durante a cerimônia pública em louvor a Osalá, nossa casa foi invadida por bandidos armados que além de levar os pertences dos presentes (Egbé e convidados) profanaram a nossa fé, desrespeitaram nosso espaço sagrado, o nosso culto e agrediram o fisicamente o Babà Rychelmy Esutobi. Nesse momento, lembramos do quanto a nossa religião foi duramente perseguida. É impossível não lembrar do nosso ancestral, nosso avô Pai Procópio de Ogunjá que tanto foi perseguido como alvo de violência. E, apesar de toda perseguição se manteve firme na fé e seguindo na religião. Hoje somos alvo da violência que assola toda a nossa sociedade, acrescida da violência religiosa. Apesar de todo ocorrido estamos bem e continuaremos contritos em nossa fé conforme nossos antepassados nos ensinaram. Pedimos desculpas aos presentes na festa por terem vivido esse momento de aflição em nosso espaço que tanto remete a paz e segurança. Tomaremos as providências cabíveis para que fatos como esse não mais ocorram em nosso Ilê Axé. Atenciosamente, Família Ojisé.

Uma publicação compartilhada por Casa Do Mensageiro (@casadomensageiro) em 12 de Jan, 2019 às 8:05 PST

II Seminário Liberdade Religiosa, Democracia e Direitos Humanos acontece dia 24, no IFCS RJ

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Créditos: Yalodê Fotografia

Servindo como um espaço de referência para palestras e debates sobre religiosidade, diversidade e política, o II Seminário Liberdade Religiosa, Democracia e Direitos Humanos é uma iniciativa do Centro de Articulação das Populações Marginalizadas (CEAP), em parceria com a CCIR, LHER e ERRAIR da UFRJ.

O evento será realizado no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS/RJ), no Largo São Francisco de Paula, n° 1, dia 24 de janeiro e receberá representantes de diversas comunidades religiosas (judeus, católicos, muçulmanos, evangélicos, umbandistas, espíritas, wiccanos, budistas, protestantes), profissionais de mídia, acadêmicos, produtores culturais e artistas. A entrada é gratuita e haverá emissão de certificado de participação.

Confira a programação oficial

8h – Abertura

Boas vindas e fala dos representantes das comunidades religiosas, entre eles: Prof°.Dr°.André Leonardo Chevitarese e Prof°.Dr° Babalawô Ivanir dos Santos.

MESA 1: Religiões nos Meios de Comunicação

Período: 8h30 até 10h00
Mediação: (nome será divulgado em breve)
Convidados : Profª. Drª. Diane Kuperman (UERJ), Bárbara Pereira (Jornalista), Clarissa Monteagudo (Jornalista) e Yango (Promoter Mídia Afro).

MESA 2: Religiões no Campo dos Direitos

Período: 10h30 até 12h00
Mediação: Dr. Henrique Pessôa
Convidados : Profª Drª Ana Paula Miranda, Profº Dr. Jorge da Silva.

Internvalo – 12h00 até 14h00

MESA 3: Culturas Afro-diaspóricas no Combate à Intolerância Religiosa e ao Racismo

Período: 14h00 até 15h30
Mediação: Profª. Drª. Helena Theodoro
Convidados: Drº. Martinho da Vila, Silvan Galvāo, Prof°.Dr°. Renato Mendonça Barreto da Silva.

MESA 4: Política, Religião e Diálogo Inter-Religioso

Período: 16h00 até 18h30
Mediação: Profª Drª Carolina Rocha
Convidados: Profª. Drª. Christina Vital Profº. Dr. Babalawô Ivanir dos Santos, Dr. Paulo Baía.

Encerramento

Baile Black Bom
https://www.facebook.com/events/340450483464492

Para se inscrever, acesse o link: http://bit.ly/participedaliberdade.
Dúvidas: erarirlherufrj@gmail.com.
Link do evento no facebook: https://www.facebook.com/events/544811202700529.

‘Bad Boys’ e ‘Um Príncipe em Nova York’ ganham sequência no cinema

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Dois clássicos do cinema, “Bad Boys” e “Um Príncipe em Nova York” estão com sequência confirmada. Bad Boys 3 retorna com Will Smith (Mike Lowrey) e Martin Lawrence (Marcus Burnett) nos papeis principais e ainda com reforço no elenco da atriz Vanessa Hudgens e dos atores Alexandre Ludwig e Charles Melton.

O novo filme será dirigido por Adil El Arbi e Bilall Fallah, Jerry Bruckheimer retorna como produtor. Para refrescar a memória e se sentirem ainda mais preparados, Will e Martin assistiram novamente os dois primeiros filmes, dirigidos por Michael Bay.

Eddie Murphy, após 30 anos da estreia de Um Príncipe em Nova York, volta ao papel do príncipe Akeem, integrante da realeza africana, que retornará aos EUA após descobrir que tem um filho na América, seu herdeiro no trono.

O próprio ator fez o anúncio oficial da sequência do filme. A Paramount Pictures também anunciou o diretor Craig Brewer (de Empire) para comandar o longa, com roteiro reescrito por Kenya Barris, criador da série Black-ish.

Depois de muitos anos de antecipação, estou empolgado com o fato de Um Príncipe em Nova York 2 estar oficialmente acontecendo […] Nós montamos uma grande equipe que será liderada por Craig Brewer, que acabou de fazer um trabalho incrível em Dolemite e estou ansioso para trazer todos esses personagens clássicos e amados de volta para a telona“, disse Murphy em um comunicado.

As filmagens começam este ano.

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