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BlackOutTuesday: Artistas aderem a campanha em apoio ao movimento negro

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Movimento organizado por Jamila Thomas e Brianna Agyemang, duas mulheres pretas da música acontecerá para protestar e para apoiar os protestos antirracistas que tomaram conta de diversas cidades dos Estados Unidos após a morte de George Floyd, homem negro morto por um policial branco.

O #BlackoutTuesday é a forma que artistas e formadores de opinião encontraram de seguir apoiando o movimento Black Lives Matter no mundo todo.

Com o movimento, a ideia é que ao paralisar o setor, os trabalhadores participem das manifestações. A gravadora Columbia, que trabalha com artistas como Beyoncé e Lil Nas X, foi uma das primeiras a aderir ao protesto segundo O Globo. Em sequência, a Capitol, Warner Music Group, UMPG, Interscope Records, Motown, Caroline, Kobalt, Electric Feel Management, LVRN, Dirty Hit e Pulse Music Publishing também anunciaram a participação.

Além das gravadoras, os próprios músicos e artistas estão se pronunciando nas redes sociais em favor ao Black Out Tuesday como Mick Jagger, dos Rolling Stones, Billie Eilish, Foals, George Daniel do The 1975, e mais.

Para promover o movimento no Twitter, os artistas estão usando a #TheShowMustBePaused (“O show deve parar”, em tradução livre).

É importante dizer que se você for aderir ao movimento, não use duas hashtags em uma mesma publicação. Por exemplo: não utilize a #BlackLivesMatter junto com a #Blackouttuesday.

As duas hashtags usadas em uma mesma publicação pode confundir quem busca por informações sobre ambas. Ao buscar sobre Black lives matter aparecerá também informações sobre o Blackout, que não são a mesma campanha e é importante que não se confunda para que a luta continue e as informações sobre manifestações do Black lives matter sejam o mais coerente possível.

Spike Lee divulga curta-metragem inspirado em história de George Floyd e Eric Garner

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Na noite deste domingo (31), em meio aos vários protestos antirracistas que estão acontecendo nos Estados Unidos, o diretor de cinema Spike Lee divulgou um pequeno curta-metragem inspirado na história de George Floyd e Eric Garner.

Lee utilizou um dos filmes mais conhecidos dele, “Faça a Coisa Certa” (de 1989), para relacionar as histórias destes homens que foram mortos. O vídeo mostra que o problema já relatado há mais de décadas, ainda é presente.

No início do curta, vemos a seguinte pergunta na tela: “A história vai parar de se repetir?”. A produção foi liberada inicialmente no canal CNN.

https://www.instagram.com/tv/CA38-qJD-qd/?igshid=9pv9x8mov7fh

 

Floyd, um homem negro desarmado de 46 anos, morreu asfixiado em Minneapolis depois que Derek Chauvin, um policial branco, se ajoelhou sobre seu pescoço por mais de oito minutos. Durante todo esse tempo, Chauvin ignorou o apelo de pessoas que gravavam a cena e do próprio Floyd, que disse que não conseguia respirar. Ele responde por homicídio culposo (sem intenção de matar) e assassinato em terceiro grau (quando é considerado que o responsável pela morte atuou de forma irresponsável ou imprudente).

Em 17 de julho de 2014, Eric Garner morreu em Staten Island, Nova Iorque, depois de um oficial da New York City Police Department colocá-lo no que foi descrito como um estrangulamento por cerca de 15 a 19 segundos enquanto prendia-o.

Racializando a cobrança de posicionamento feita por Felipe Neto à Neymar Jr.

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Na tarde dessa segunda-feira, 01 de junho, o YouTuber e influencer Felipe Neto fez uma publicação cobrando o jogador Neymar a se posicionar com relação aos protestos anti racistas que vem acontecendo pelo Brasil.

Em sua publicação, Felipe disse: “Vidas Negras importam. Mas nem todo mundo se importa” e publicou 3 imagens de tweets do Neymar onde ele aparece fazendo outras coisas durante o dia. As postagens incluíam o jogador brincando com o filho, fotos para seu público, mostrando seu terno novo e coisas do gênero.

Critiquei educadamente esse posicionamento e notei que muitas pessoas ficaram confusas quanto a isso, então vejo a necessidade desse artigo.

Antes de tudo gostaria de dizer que não vejo maldade na cobrança feita por Felipe e acredito que sua intenção tenha sido cobrar a maior celebridade brasileira nas redes sociais e não um homem negro. Mas raça é importante, como todos sabem, e é importante que falemos sobre isso.

Em segundo lugar é importante dizer também que eu não concordo com o silêncio de Neymar em um momento como esse. Como eu disse em minha resposta ao Felipe, Neymar é uma potência e sua voz nesse momento seria de EXTREMA ajuda, mas novamente entra a questão de raça.

Felipe Neto é um homem branco de grande visibilidade e usar de sua visibilidade para cobrar posicionamentos é importante, aplaudo esse trabalho. Porém, numa luta contra o racismo, o seu Lugar de Fala não é cobrar pessoas negras (mesmo que este seja o Neymar), e sim cobrar pessoas brancas.

Dentre todas as pessoas que não se pronunciaram sobre o caso, e houveram muitas, Felipe decidiu cobrar Neymar e, mesmo que seja por sua relevância e não cor da pele, isso passa uma mensagem muito errada quando pensamos de forma crítica sobre essa questão e nós não podemos deixar de falar e corrigir.

No post de Felipe, que foi apagado após ele ser corrigido por Cyberativistas negros, o número de pessoas ofendendo Neymar era gigante. Pessoas brancas.

Notem: pessoas brancas criticando, ofendendo e cobrando um homem negro em uma questão relativa ao racismo. Está claro o problema?

Quando falei sobre isso, fui criticado por pessoas brancas que me ofenderam e mandaram o famoso “descansa militante”, além de vários outros comentários insinuando que eu estava defendendo todas as merdas que o Neymar possa ter feito na vida.

Novamente, notem: a discussão sobre racismo se transformou em um show de horrores com brancos ofendendo pessoas negras e deslegitimando nosso posicionamento.

A discussão sobre o Lugar de Fala de pessoas brancas na luta contra o racismo permeia o reconhecimento de privilégios e a vazão das vozes negras para posicionamentos, mesmo que discordem de nós, quando falamos de racismo é importante que a NOSSA voz tenha o protagonismo. Se passarmos a permitir que pessoas brancas nos cobrem como e quando devemos fazer nossos questionamentos e promover nossas reivindicações nós, novamente, vamos perder o pouco espaço que temos conquistado.

Quero que entendam que a questão dessa discussão não é sobre o caráter de Neymar Jr., tampouco é sobre permitir que Felipe cobre posicionamentos importantes. A discussão é muito maior que isso. É sobre racismo, raça, brancos e negros, protagonismo, vozes e lutas.

Falar sobre racismo sem racializar os debates é um erro e racializar essa situação é também um ótimo exercício para que vocês, brancos, entendam que só vão compreender a nossa luta com a nossa voz em protagonismo.

Muitos podem falar que Neymar não se considera um homem negro por falas dele no passado, enquanto mais jovem. Não sei como está a consciência racial de Neymar, mas ele se considerar negro ou não, não muda nada.

Imaginem só se pudéssemos decidir se somos ou não vistos enquanto pessoas negras. Muitos não escolheriam sofrer racismo.

Neymar, apesar da pele mais clara, é lido como um homem negro. Dotado de privilégios por ser milionário e celebridade, mas ainda assim um homem negro. Pretendo falar sobre isso em outro texto, já que esse não é o foco, mas espero que tenham entendido.

Enfim, ao Felipe, espero que entenda o que disse em meus tweets e nesse texto. A vocês, leitores, espero que reflitam sobre o exercício que propus aqui. E ao Neymar venho, enquanto homem negro, cobrar que se posicione nesse momento tão importante para a nossa luta. Não é hora de ficar calado, Neymar. Fale, use do seu privilégio pelo seu povo, seu pai, sua irmã, seus amigos da favela e da Vila Belmiro, seus amigos negros jogadores… Por nós.

Facebook, Instagram e Youtube mudam logo para cor preta e investem na comunidade negra

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Parece que dessa vez a ideia do “não basta não ser racista, tem que ser antirracista”, finalmente foi entendida.

Além das movimentações e protestos exigindo justiça nos casos de vítimas de abordagens e ações policiais violentas, como de George Floyd nos EUA e João Pedro, no Brasil, algumas empresas estão se posicionando de maneira histórica.

As Redes Sociais têm sido a maior fonte de notícias sobre os protestos online e off-line que acontecem no planeta e agora, mais do que nunca, a comunidade negra está sendo reconhecida por empresas de comunicação.

Facebook e Instagram mudaram seu logos coloridos, em suas contas oficiais americanas, para branco e preto (como o nosso) e além disso, comunicaram que irão incentivar a comunidade negra a contar a sua história por meio da hashag #ShareBlackStories (compartilhe histórias negras). Mark Zuckerberg, dono das duas marcas, disse em seu perfil no Facebook que irá deslocar 10 milhões de dólares para ” grupos que trabalham com justiça racial”.  Essa por enquanto é uma iniciativa que cobre apenas os EUA.

https://www.instagram.com/p/CA4WJuyMwY_/

O Youtube está investindo 1 milhão de dólares em iniciativas de combate ao racismo.

“Nós somos contra o racismo. Nós apoiamos a comunidade negra – e todos aqueles que trabalham em prol da justiça em homenagem a George Floyd, Breonna Taylor, Ahmaud Arbery e muitas outras pessoas cujos nomes não serão esquecidos.”

https://www.instagram.com/p/CA2sHrBHNxo/

No Brasil, país onde a cada 23 minutos um jovem negro é assassinado, as plataformas ainda mantém a cor original.

Viola Davis divulga campanha de abaixo-assinado pedindo justiça ao caso de João Pedro

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Viola Davis tem mostrado seu amor pelo Brasil em diversas situações. Difícil de esquecer seu apoio quando a vereadora Marielle foi assassinada.

Dessa vez ela usou sua conta no Twitter para prestar apoio a uma abaixo-assassinado que pede justiça no caso do assassinato de João Pedro, atingido por um tiro de fuzil calibre 556 pelas costas quando estava dentro da casa de seus tios na comunidade do Salgueiro, RJ, em 18 de maio.

No momento que esse texto foi escrito, a campanha tinha mais de 600 mil assinaturas e a meta é um milhão.

Quem quiser assinar clique aqui.

 

“Não ajam como todo mundo amou meu pai. Ele foi assassinado”, diz Bernice King

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Bernice King, filha do lendário ativista dos Direitos Civis Martin Luther King não está feliz com a forma que algumas pessoas têm usado a fala do seu pai para diminuir a importância dos protesto pró-Vidas Negras que tem acontecido desde assassinato de George Floyd, no dia 25.

Pelo Twitter, ela falou sobre como os EUA odiavam seu pai.

“Não ajam como todo mundo amou meu pai. Ele foi assassinado. Uma pesquisa de 1967 refletiu que ele era um dos homens mais odiados da América. O mais odiado. Muitos que o citam agora e o evocam para deter a justiça hoje provavelmente odiariam, e  podem até já odiar, o autêntico King”.

 

Em vários tweets, a herdeira de King destaca que ele nunca pregou a passividade e sim a justiça.

Quando um perfil afirmou que MLK teria vergonha dos protestos dessa semana, ela respondeu:

“Meu pai acreditava que a não-violência [estratégica, centrada no amor, falando a verdade ao poder, desafiando a violência do governo] era o caminho para a mudança social. Eu também. Mas você sabe do que ele realmente teria vergonha? O joelho de Derek Chauvin  no pescoço do #GeorgeFloyd “. 

Martin Luther King acreditava na busca pela paz, mas entendia o processo de tensão ao exigir justiça.

“A verdadeira paz não é meramente a ausência de tensão; é a presença da justiça. ” ~ MLK

 

Rafael Zulu sobre Waack comentando os protestos racistas na CNN: “Vocês não cansam de brincar com a nossa história?”

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O Brasil é um país sem memória e triste é constatar que isso acontece até com alguns veículos grandes de imprensa como o canal CNN Brasil. Esquecimento é a única explicação razoável para colocar o jornalista William Waack para comentar a onda de protestos nos EUA desde o assassinato de George Floyd. 

Para quem não se lembra, em 2018, quando era âncora do Jornal da Globo,   Waack, usou a expressão “coisa de preto”, ao se referir a um motorista que buzinava enquanto ele estava prestes a entrar ao vivo, durante a cobertura das eleições americanas em 2016, em Washington.

 

O ator Rafael Zulu foi um, entre as centenas de pessoas que se manifestaram sobre a desagradável sensação de ver um jornalista demitido por questões raciais, opinião sobre questões raciais.

“Ahhhhhhh @cnnbrasil , VOCÊS SÓ PODEM ESTAR DE BRINCADEIRA COM A NOSSA CARA!!!! Esse Sr Willian Waack que tá analisando os protestos antirracistas, é o mesmo que saiu da Rede Globo por conta de um comentário Racista!!! VOCÊS NÃO CANSAM DE BRINCAR COM A NOSSA HISTÓRIA NÃO??? Lembro que vim aqui bem surpreso quando soube que vcs tinham admitido esse cara que até onde eu sei não se arrependeu do que falou, mas por essa realmente eu não esperava!!! @cnnbrasil vc é uma piada!!!”, disse o artista em sua conta no Instagram. 

Âncora da CNN chora ao vivo ao falar sobre racismo com Toni Garrido

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O âncora Cassius Zeilmann chorou ao vivo no programa Visão CNN, da CNN Brasil, no momento em que ele e os colegas jornalistas Luciana Barreto e Diego Sarza conversavam sobre racismo com o cantor Toni Garrido.

O assunto do programa era a morte George Floyd, homem negro assassinado por um policial branco nos Estados Unidos. Nascido no Rio Grande do Sul, Zeilmann ouviu o relato de Toni e em seguida pediu a palavra. Ele relembrou alguns momentos que presenciou na sua juventude em seu estado.

“Toni, mais do que uma pergunta, eu gostaria de te fazer na verdade um testemunho aqui, até porque acho que a Lu, o Diego e você têm muito mais autoridade. Como eu vim de um estado muito, mas muito preconceituoso, que é o Rio Grande do Sul, eu acho que, como testemunha, eu presenciei muitas cenas de racismo”, começou.

“Quando eu ia no mercado os seguranças sempre observavam o menino negro, quando eu ia num lugar público, num shopping, eu via que sempre monitoravam, seguiam o menino negro. Eu nunca senti na pele, me desculpe que eu fico muito emocionado [choro], mas por isso que eu aprendo todo dia com a Lu, com o Diego, que eu não sei o que é isso, e estou aprendendo muito com você”, disse.

A âncora Luciana tomou a palavra e começou a conversar com Toni em seguida. A câmera também saiu do foco de Zeilmann até que ele se recuperasse.

Instituto de Tecnologia de Massachusetts elege a primeira mulher negra como presidente de Graduação em seus 159 anos de história

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Danielle Geathers e seu companheiro de chapa Yu Jing Chen venceram a eleição do governo estudantil no início deste mês. Geathers acabou de terminar seu segundo ano no Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e está se formando em engenharia mecânica. Ela atuou como diretora de diversidade no ano passado.

“Em termos de vir desse espaço de diversidade e se concentrar na promoção da eqüidade no MIT, seria meio importante ter alguém no papel do presidente que se concentrasse nisso”, disse ela.
Ela disse que planeja usar sua plataforma para tornar a escola o mais inclusiva possível.

“Embora algumas pessoas pensem que é apenas um papel de governante, elas podem ser importantes em termos de pessoas se verem em termos de representação. Ver-se em uma faculdade é uma parte importante do processo de admissão”.

Cerca de seis por cento dos estudantes de graduação do MIT são negros e 47 por cento são mulheres.
Os alunos do MIT tiveram que deixar o campus em março por causa da pandemia de coronavírus, então Geathers fez campanha online e através das mídias sociais de sua casa em Miami, Flórida. Os alunos votaram online.

Em comemoração aos três anos “botando fé no corre” Ocupretar lança revista digital

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A Ocupretar surgiu como projeto artístico em 19 de maio de 2017. De início, se resumia à #Ocupretar em que o objetivo era com os adesivos do projeto ocupar as ruas e com essa hashtag concentrar todos os locais dentro das redes sociais.

Em setembro de 2019, os números de alcance do projeto levaram o criador Rawier Queiroga a virar a chave de projeto para micro empresa impulsionadora e geradora de cultura negra e empresa criativa. O que os números mostravam era que o projeto criado para ocupar uma cidade de 22 mil habitantes havia chegado ao Estados Unidos, Canadá, Itália, além de 7 estados brasileiros.

Hoje, além do lançamento da revista digital, que por enquanto está sendo enviada com exclusividade para aqueles que acompanham o corre em suas redes (uma dica, segue eles no Instagram @ocupretar e deixe o seu e-mail pra receber a revista totalmente gratuita), com a pandemia, quarentena e todos em casa, a Ocupretar também lançou uma série de entrevistas.

“Queremos direcionar a atenção para mulheres que estão por trás dos corres que estão acontecendo nas produções artísticas. Muitas das vezes não são reconhecidas pelo o público, que raramente lê ficha técnica, onde esses nomes se encontram. Queremos transformar através de lives, onde podemos criar uma proximidade com o público, já que o intuito é apresentar um pouco da vida das convidadas, abordando assuntos como sua rotina”.

A repórter Afro Futurista Aniké Pellegrini é quem comanda o programa/Live “Mina do Corre”, toda segunda-feira as 21h, no instagram da ocupretar, ela entrevista uma “mina” que está nesse mundão fazendo o seu corre e seus sonhos acontecerem. Todas as lives do Mina do Corre estão disponíveis em versão podcast; Confira:

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