Ator Chadwick Boseman, morto em agosto, pode aparecer novamente no longa por meio de recurso tecnológico
Após a morte do ator Chadwick Boseman, vítima de um câncer aos 43 anos, a dúvida sobre como se daria a sequência do segundo longa da saga ‘Pantera Negra ’ ficou pairando no ar. Mas, de acordo com o jornal O Globo, os fãs poderão reviver o personagem original, T’Challa. A possibilidade se dá a partir do uso do recurso de CGI (Computer-Generated Imagery), o mesmo utilizado com a personagem Leia, de “Stars Wars” após anos de seu falecimento.
O recurso utiliza imagens já gravadas pelo ator e não aproveitadas no filme anterior, combinadas com cenas gravadas por dublê, além do uso de efeitos especiais, que poderão ser inseridos em sequências do novo filme.
Filmado em casa pela própria artista amazonense, que também assina composição e produção musical da faixa
Dando sequência a sua série de lançamentos previstos para esse ano, Elisa Maia apresenta a inédita ‘Sol de Setembro’. Composta e produzida pela própria artista, faixa reflete sobre a solidão da mulher negra, além de fazer uma referência ao período conhecido como ‘alto verão na Amazônia’, época de poucas chuvas e temperaturas em torno dos 38º.
De um lado, a letra é responsável por mostrar as desconcertantes constatações nada positivas contidas na composição. De outro, a melodia chega como um alento marcado aos tons de reggae. Esse é o clima ardido e que, de fato, causa uma falsa sensação de leveza ao falar de temas que expõem tanta vulnerabilidade.
Frederico Paulus e Gabriel Pinto da Luz, respectivamente contra baixista e baterista da banda Johnny Jack Mesclado, incorporam um groove hipnótico e poderoso ao projeto que também traz camadas de teclados, backing vocals, modulação na tonalidade, reverbs e delays. Rafael Senegal, do consagrado Leões de Israel, soma ao time nos teclados.
Clássicos como ‘Survival’, do Bob Marley e ‘I Don’t Want: The Gold Fire Sessions’, da americana Santigold, são algumas das inspirações da artista.
“Acho importante ressaltar que essa canção é, acima de tudo, sobre passar por momentos de extrema dor em um contexto muitas vezes solar, onde não é possível parar, mesmo que tudo que se queira é não levantar da cama. E isso também fala muito sobre o que é ser uma mulher negra. Mas, ao mesmo tempo, ao viver e refletir sobre tudo isso, sentir que é possível se tornar cada vez mais agente da própria afetividade e encontrar toda água necessária para transbordar dentro de si mesma”, destaca Elisa.
Para a versão audiovisual, cenas que misturam nuances do cotidiano de quarentena, altos e baixos, bastidores de uma LIVE, além de um relacionamento poliamoroso virtual.
Elisa Maia – responsável por toda a filmagem feita diretamente de sua casa – também assina a direção em parceria com Victor Kaleb. Ele, remotamente, norteou os trabalhos. O roteiro foi construído coletivamente pela cantora, Victor Kaleb e Anália Nogueira, durante reuniões virtuais. O single ainda tem parceria na produção musical com Bruno Prestes e piano acústico por Ian Fonseca, da banda Supercolisor. Na finalização Rafaela Prestes (mixagem) e Fernando Sanches (masterização, no Estúdio El Rocha).
O clipe está disponível no Youtube e a faixa em todas as plataformas digitais.
“Dissolveu”, é o recém-lançado EP de Marina Afares, projeto que traz um compilado de quatro canções compostas por uma atmosfera rítmica de referências diversas, que funde aspectos da música tradicional com a música de concerto, sobrepondo vozes e camadas instrumentais que se unem desde um cenário uterino minimalista até o ápice da polifonia.
“Sou de família negra sudestina, muito envolvida com religiosidades de matriz africana, samba, jazz e manifestações de rua. Todas essas vivências, com certeza, guiaram a feitura do meu trabalho que, do começo ao fim, vem com aquela necessidade de retorno e reconstrução da ideia de brasilidade e de diáspora, devolvendo os nossos sons, fonemas, rearranjando os toques orgânicos com batidas eletrônicas e combinando o passado com a contemporaneidade”, revela Marina.
Produzido por Leandro Canhete e gravado no estúdio Medusa, “Dissolveu” levanta temáticas sociais precisas como genocídio da população negra e a violência contra mulheres. Mas, não só. A atriz, cantora e educadora reflete, ainda, sobre as dualidades do sagrado e do profano, da festa e do recolhimento, da luz e da sombra, do sonho e da realidade.
Entre as principais inspirações da Marina, estão nomes como Milton Nascimento, Elis Regina, Sarah Vaughan, João Bosco, Erykah Badú, Buika, Grupo Cupuaçu e Dona Aura do Coco.
A obra está disponível no: Youtube e em todas as plataformas de streaming.
Neste sábado, 17 de outubro, uma das mais importantes companhias de teatro do Brasil completa 30 anos de atividades nos palcos e nas telas. É o Bando de Teatro Olodum, que nasceu em Salvador, especificamente no Centro Histórico – Pelourinho e há três décadas vem pautando temas fundamentais para a sociedade brasileira em suas produções. Para marcar a data, o grupo fará uma LIVE, em seu canal no Youtube onde receberá diversos convidados que integram essa história. Artistas oriundos da companhia, que já dividiram o palco ou o set de filmagem com o Bando e que se sentem influenciados pelo trabalho do grupo.
A LIVE contará com depoimentos de estrelas como a cantora Virgínia Rodrigues, o rapper MV Bill, as atrizes Deborah Secco e Taís Araújo, a dançarina Nildinha Fonseca, os atores Lázaro Ramos e Érico Brás, os diretores Márcio Meirelles e Chica Carelli, os coordenadores artísticos do Bando, Zebrinha e Jarbas Bittencourt, além de atores da fundação do grupo e do elenco atual. E, claro, os tambores do Olodum, maior banda percussiva do mundo, marcará presença.
(Créditos: Divulgação)
Será uma grande celebração às artes negras e à resistência de um grupo fundamental para a cultura brasileira, que revelou talentos das nossas artes como os próprios Virginia Rodrigues, Lázaro Ramos e Érico Brás, que estarão presentes na LIVE, como também Edvana Carvalho, Valdinéia Soriano, Jorge Washington, Cássia Valle, Luciana Souza, dentre tantos e tantas artistas formados na linguagem própria do grupo, que une expressões cênicas do canto, da dança e do teatro, associadas à consciência negra e ao engajamento político e social.
SERVIÇO
Bando 30 anos – LIVE de celebração aos 30 anos do Bando de Teatro Olodum
Depoimentos de Lázaro Ramos, Thaís Araújo, Virgínia Rodrigues, Deborah Secco, MV Bill, banda Olodum, entre outros artistas convidados.
Quando: 17 de outubro de 2020 (sábado), a partir das 18h
A ESPM Rio, escola de negócios referência nas áreas da Economia Criativa, lança o curso Toni Morrison: Uma Escritora Negra Por Princípio. Serão sete encontros ao vivo por webconferencia, terças e quintas, para explorar seis romances, além de ensaios e textos, da escritora norte-americana e primeira mulher negra a vencer o Prêmio Nobel de Literatura, em 1993.
O curso é ideal para profissionais, estudiosos e pesquisadores da área de literatura e letras ou interessados nas obras e pensamentos de Toni Morrison. “Além disso, estudar Toni Morrison é uma ótima oportunidade para conhecer as dinâmicas culturais da comunidade afro-americana dos Estados Unidos, como música, religião, Escrita Criativa e interseccionalidades“, diz Kátia Santos, professora do curso da ESPM.
Formada em letras pela Howard University, Toni Morrison, estreou como romancista em 1970 com o livro O Olho Mais Azul. Suas histórias apresentam o afro-americano não apenas como personagem determinante na construção do país, mas principalmente como alvo de uma segregação ainda existente. Conquistou inúmeros prêmios, entre eles o National Book Critics Circle, Pulitzer e foi a primeira negra a receber o Prêmio Novel de Literatura. Faleceu em 2019, aos 88 anos.
Serviço
Toni Morrison: Uma Escritora Negra Por Princípio
Quando: 20, 22, 27 e 29 de outubro e 5, 10 e 12 de novembro
Horário: 19h às 22h
Investimento: R﹩ 735,00 (parcelamento em até 3 vezes)
Nesta quinta-feira (15) é comemorado o Dia do Professor, data em que se homenageiam os responsáveis pelo desenvolvimento da educação e do conhecimento no país, abrangendo um grupo de profissionais que trabalham desde a educação infantil até o ensino superior. Como todos sabemos, trata-se de uma das mais importantes profissões praticadas no mundo, afinal, sem ela, a transmissão de conhecimentos e a correta apreensão destes pelas pessoas seriam praticamente impossíveis.
Sabemos que todos os professores são extremamente importantes para formação de uma criança, adolescente e adulto. Mas também sabemos o quanto a representatividade importa. Segundo o MEC, são 65.249 professores negros atuando em universidades brasileiras, número que representa 30,5% do total de docentes no Ensino Superior do Brasil, que é 214.224. A parcela negra na população brasileira é de 50,7%, de acordo com o Censo Demográfico de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Quando se olha para as faculdades de ensino superior públicas, a taxa cai ainda mais, correspondendo a 14,4% dos docentes. Os dados mostram que, apesar de a maioria populacional do Brasil ser negra, ainda somos uma minoria entre o total de professores universitários.
Entre os professores negros no ensino superior:
31,3% tem doutorado como a titulação máxima; 45% tem mestrado como a titulação máxima; 23,7% tem especialização como a titulação máxima; 5,4% tem graduação como a titulação máxima; 4,5% tem graduação como a titulação máxima.
Eu, Thais Prado redatora deste site, em todo o meu período estudantil só tive uma professora negra. E ela era a única professora negra da Universidade. Hoje penso: “Em quem ela se espelhou?“. Devemos ser imensamente gratos por todos os professores que passaram por nos, e triplamente gratos pelos professores negros, sabemos bem como é ser negro em qualquer âmbito.
Você, professor / professora negra, obrigada por continuar, por ser referência para os pequenos e por manter nossos corações cheios de esperança. Não deve ser fácil, ainda mais nas escolas da periferia e por isso devemos nossos agradecimentos a vocês. Nossas crianças negras precisam de referencias em todos os locais. Obrigada!
Na última terça-feira, 13 de outubro, o rapper Djonga foi destaque no Jornal Nacional, o telejornal de maior alcance do país. A participação do artista na programação se deu pela indicação à premiação internacional BET Hip Hop Awards, sendo o primeiro brasileiro a ser indicado na categoria “melhor flow internacional”, e também o único representante do país para esta edição. A premiação, que ocorrerá em 27 de outubro, é a mais importante do segmento Hip Hop nos Estados Unidos, e Djonga concorre ao lado de rappers da França, Reino Unido, África do Sul e Quênia.
A aparição do rapper no jornal causou grande comoção por parte de seus fãs nas redes sociais, uma vez que figura entre os principais nomes do Rap Nacional, estilo pouco presente em grandes mídias televisivas. Com cinco anos de carreira e com o lançamento de álbuns consecutivos nos últimos quatro anos, todo dia 13 de Março, foi a partir de sua quarta obra “Histórias da Minha Área” que ele colhe o fruto da indicação ao prêmio.
Na reportagem, Djonga fala sobre a relação da música com sua família, por ter crescido em meio à festas que proporcionaram o contato com artistas que inspiram sua trajetória, como Elza Soares, Milton Nascimento e Racionais. E é no estúdio localizado na casa de sua avó, em Belo Horizonte, que o rapper grava suas músicas até os dias atuais.
“O papel da arte de incomodar, de causar reflexão para mim é mais do que fundamental.” Djonga
Citado como um artista que fala sobre o racismo, as violências e as desigualdades sociais “ tocando o dedo na ferida”, o rapper comenta os efeitos destas discriminações e a importância da luta consciente como embate. “Tem situações que você pensaria ser impossível ser discriminado e você é. E aí diante disso, que você começa a ver o tamanho da estrutura e como que a gente tem que lutar de fato, e como que a luta é muito mais pesada e mais séria do que parece, não é uma coisa só de boca pra fora. Ainda assim o lance era bater no peito e falar “Vamo longe”.
Cleissa Regina Martins prepara série sobre profissionais negros na moda
Com apenas 25 anos de idade, Cleissa Regina Martins é a primeira roteirista negra a ter um projeto autoral na TV Globo, o especial “Juntos a Magia Acontece” foi criado, roteirizado e assinado por ela, sendo também o primeiro totalmente protagonizado por uma família negra. Como resultado da obra, ela foi indicada na categoria de Roteirista do Ano no 4º Prêmio ABRA (Associação Brasileira de Autores Roteiristas), e é a concorrente mais jovem em três edições da categoria. Enquanto aguarda o resultado do prêmio, que acontece dia 30 de Outubro, dedica-se à criação de uma série documental, já financiada, sobre jovens negros na indústria da moda.
“Saber que meu projeto foi relevante na visão dos meus colegas de profissão é bem importante, ainda mais sendo indicada ao lado de profissionais que eu admiro. Eu fui muito cuidadosa escrevendo e acho que essa indicação reconhece esse trabalho que, para além de representatividade, teve qualidade técnica”, ressalta Cleissa, que atualmente é co-representante do GT de Equidade Racial da Associação Brasileira de Autores Roteiristas.
Cleissa é formada em Ciências Sociais pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), seu pontapé no projeto que a levou à TV Globo em 2017, foi quando participou do Laboratório de Narrativas Negras da FLUP (Festa Literária das Periferias). Atualmente, está na emissora como autora-roteirista, e colaborou em “Malhação – Transformação” (Priscila Steinman e Márcia Prates, 2022) e numa série de ficção. “Eu tinha a ideia da história do especial desde 2016, sabia que precisava de uma grande produção e foi assim que aconteceu. Como autora estive muito envolvida em todas as etapas e sei que é essencial ter pessoas negras nessa posição”, ressalta.
A roteirista já venceu quatro dos seis prêmios para os quais foi indicada ao longo de sua trajetória no audiovisual, dentre eles “Best First-Time Filmmaker” (Alternative Film Festival 2020/Canadá) e “The Next Generation” (Prince Claus Fund 2019/Holanda). Cleissa começou a delinear seu caminho no cinema em 2014, num curso de cinema no Centro Afrocarioca. “Mas quando conheci a figura do Zózimo Bulbul revi minha relação com a ficção. Antes, achava que só o documentário era político e ficção era entretenimento. Ali comecei a pensar nessa questão de um audiovisual negro e vi que também era importantíssimo”, relembra.
A paixão pela moda colaborou no desejo de desenvolver a série sobre a inserção dos jovens negros neste mercado. “A moda é muito elitizada, uma área onde sinto falta de representatividade e sei que é bem difícil pra pessoas negras entrarem e se manterem. Então me interessa saber quem está conseguindo furar essa bolha e como estão fazendo isso. Acho que no audiovisual faltam coisas leves com personagens negros em posições dignas. Quero muito fazer uma comédia romântica, filmes de comédia pra família toda, para além dos dramas de temas mais pesados. Quero emocionar e contar boas histórias – com protagonistas negros e de um ponto de vista negro – mas espero realmente ter a liberdade de colocar a arte em primeiro lugar, porque acho que isso é negado pra gente também”, finaliza.
As seis peças, dirigidas por Tadeu Aguiar, terão o jornalista e dramaturgo Artur Xexéo como mestre de cerimônia
Um dos maiores sucessos do teatro em 2019, o musical A Cor Púrpura, volta à cena, agora, em ambiente virtual, junto com outros cinco espetáculos, todos produzidos pela Estamos Aqui Produções. “Essa pandemia deixou muitos dos nossos artistas e técnicos fora do mercado, sem receber nenhum salário. E tendo todo esse material gravado, de altíssima qualidade, achamos que era uma grande oportunidade poder reverter a renda dessas apresentações para os profissionais que sempre colaboraram com a gente”, conta Tadeu Aguiar, sócio da Estamos Aqui Produções e diretor do musical.
As peças disponibilizadas são 4 Faces do Amor (2011), Quase Normal (2012), Dia em Que Raptaram o Papa (2013), Despertando para Sonhar (2015), Eu Não Posso Lembrar Que Te Amei (2017) e A Cor Púrpura (2019). Eduardo Bakr, também sócio da produtora, conta que se emociona ao ver o resultado do projeto “Os espetáculos conseguem se aproximar do espectador mesmo em ambiente virtual, que é diferente do teatro, da TV e do cinema. É uma experiência para se viver”.
O jornalista e dramaturgo Artur Xexéo, responsável pela versão brasileira de A Cor Púrpura e pela dramaturgia de Eu Não Posso Lembrar Que Te Amei será o mestre de cerimônia dos 6 espetáculos. Ele fará uma apresentação antes de cada peça, contextualizando as histórias e falando sobre a sinopse. “Não faço crítica, não explico e não analiso. Teatro não é para ser explicado, é para ser visto. E que bom que a Estamos Aqui cuidou de registrar em vídeo todas essas peças”, pontua Artur Xexéo.
O videomaker Paulo Severo é responsável pela filmagem dos espetáculos, que serão exibidos com resolução full HD. “Tento entender o movimento dos atores, a mudança da luz, a intensidade do gesto, a ideia do espetáculo e, principalmente, me coloco como espectador. Tento captar o prazer que a cena proporciona à plateia e levá-la para o vídeo. Tento filmar respeitando o palco, busco respirar com atores e com a plateia”. Segundo Severo, filmar teatro é uma tarefa difícil, porém, com o passar dos anos e com a sofisticação dos recursos tecnológicos disponíveis, a qualidade técnica da filmagem foi ganhando melhores resultados. “Tivemos o VHS, o mini DV, o full HD, estamos no 4K. Gravamos o áudio direto da mesa de som, com microfones na plateia e várias câmeras, especialmente nos espetáculos com maior número de atores em cena”, explica Severo.
SERVIÇO
(O público terá acesso ao espetáculo com 15 minutos de antecedência)
No dia dos professores, celebrado nesta quinta (15), Gilberto Gil participa de uma live para falar sobre arte, educação e racismo. O evento será promovido pelo canal oficial do Instituto Arte Escola no YouTube. A partir das 17h, o cantor e compositor baiano debate a importância da arte na educação e também sobre um assunto bastante falado atualmente: educação antirracista.
Há mais de 30 anos, o Instituto Arte na Escola (IAE), qualifica, incentiva e reconhece o ensino da arte na Educação Básica brasileira. Defende que a arte é um objeto do saber, que desenvolve nos alunos habilidades perceptivas, capacidade reflexiva e incentiva a formação de uma consciência crítica, não se limitando à autoexpressão e à criatividade.
Desde 1989, promove de formação continuada para professores do Brasil por meio quatro iniciativas permanentes: organização de polos em universidades que formam a Rede Arte na Escola; parcerias e projetos aprovados em leis de incentivo; produção e distribuição de materiais educativos para subsidiar os educadores e realização do Prêmio Arte na Escola Cidadã.