Lil Nas X anunciou o lançamento de seu primeiro álbum, “Montero: The Album”, que será lançado em breve. Para divulgação o artista lançou um trailer inspirado na abertura do Universo Cinematográfico Marvel. Assim como nos créditos iniciais da produtora, uma sequência de imagens é exibida com diversos personagens se sobrepondo, no caso de Nas vários figurinos do artista e, ao fim, o letreiro que no original é o nome da casa do Homem-Aranha mostra o nome do disco: ‘Montero: The Album’.
Lil Nas fez um sucesso estrondoso quando lançou o country-rap “Old Town Road” em 2019, o que fez angariar o Grammy de Melhor Desempenho de Pop em 2020, entre outros prêmios e indicações e o topo do Top 100 da Billboard.
Recentemente Nas fez uma apresentação inesquecível no BET Awards, onde apareceu usando figurino e cenário inspirados no antigo Egito e enquanto cantava e dançava trocou beijos com um dos dançarinos. “Levei muito tempo para me preparar mentalmente para essa performance”, escreveu ele no Twitter. “Enquanto estava no palco, eu tremia sabendo que estava fazendo algo parecido na frente de meus colegas heterossexuais. mesmo durante a apresentação, eu estava tendo dificuldade em acalmar meus nervos. obrigado pessoal pelo amor”, postou.
“Montero: The Album” ainda não tem data de lançamento, mas duas duas faixas já conhecidas do público integrarão o álbum, faixa-título “Montero (Call Me By Your Name)” e “Sun Goes Down”.
O clipe “Empoderada” da rapper MC Soffia, foi selecionado para participar do 23º Cine Las Americas International Film Festival anual, que acontece online de 09 a 13 de junho, na categoria “Melhor Vídeo Musical”.
O clipe foi lançado no dia 11 de outubro de 2020, Dia Internacional da Menina no tributo “She ‘s My Hero” que aconteceu em Los Angeles, onde a Mc Soffia fez uma participação, consagrando sua presença em eventos internacionais.
“Esse ano em que completo 10 anos de carreira, só tenho a agradecer por tudo de bom que tem acontecido comigo, pelo caminho que o rap, minha família e a militância negra tem me levado, mas de tudo isso o mais importante é, com o meu trabalho, fortalecer as meninas negras a tornarem se poderosas cada vez mais. Comenta a rapper.
A escolha da estética, Afrofuturista na construção do clip musical “Empoderada“, proporcionou um arsenal semiótico de composições artísticas em cenário, figurino, maquiagem e edição, que empodere o corpo da mulher negra, sobretudo, a juventude negra, como condutor de um futuro melhor e mais promissor.
“Enquanto diretora e roteirista desse projeto, me sinto honrada em poder contribuir com uma história tão potente e levar adiante a bandeira do empoderamento feminino, junto com a Mc Soffia”, relata Erotides Nai.
A Mc Soffia, tem pensado e pesquisado muito sobre o afrofuturismo e usado essa referência em alguns clipes por saber da importante mensagem agregada.
“Foi muito importante ter contribuído com a produção visual do clipe, seleção dos bailarinos, coreografia, tenho me empenhado bastante, levando meu trabalho a sério, juntamente com toda a equipe e agora essa indicação no Festival Latino, me emocionou muito, afinal já fui indicada no BET Awards, se o clipe ganhar, ficarei bem feliz e quem sabe uma hora chega o Grammy Latino! Revela a rapper.
O programa “Papo de Segunda” que vai o ar às 22h30 de hoje (31) no canal GNT, contará com a participação da ex-senadora Marina Silva. Ela falará sobre política, lobby e sustentabilidade.
No programa ao vivo, Fábio Porchat, Chico Bosco, João Vicente de Castro e Emicida vão conversar sobre a fama de sumida de Marina. E contará com uma pergunta importante para a ex-senadora. “É mais importante trabalhar ou mostrar que está trabalhando. Na política e na vida aparecer vale mais do que fazer?”
Em homenagem a Semana do Meio Ambiente, eles também vão discutir os motivos para o discurso anti ambientalista ter ganhado força e adeptos, e refletir sobre como esse assunto pode se tornar menos abstrato no dia a dia.
O Papo também vai falar sobre a utilização do lobby como ferramenta nas movimentações políticas, afetivas, de trabalho e de amizade. Para encerrar a atração, a convidada e cada um dos apresentadores vai propor um projeto de lei improvável e que contemple desejos e necessidades egoístas. Com Marina, todos vão votar se aprovam ou não os PL fictícios.
O massacre de Tulsa, que destruiu a “Wall Street Negra” completa 100 anos, nesse 31 de maio. Mais de 300 pessoas morreram em um ataque feito por grupos racistas nas ruas, que roubaram e queimaram casas e comércio e como se não bastasse, também usaram aviões para bombardear o bairro de Greenwood, de maioria negra e classe média.
Apesar de ser a maior ataque racista da história dos EUA, muitas pessoas só souberam dele por meio de seriados de TV produzidos pela HBO.
“Watchmen” (2019) : A série da HBO protagonizada por Regina King é uma desdobramento do massacre, mas o primeiro episódio, mostra explicitamente o que aconteceu e como as crianças foram afetadas aos terem que se separar de seus pais, sendo que muitos não sobreviveram.
Cena de Watchmen – HBO : Foto – Divulgação
“Lovecraft Country”(2020) : Também feito pela HBO e com a produção impecável de Misha Green, J.J. Abrams e Jordan Peele , a série tem o episódio 9, Rewind 1921, falando sobre Tulsa sendo uma dos retratos mais realistas do Massacre já visto na TV, o que incluiu dar ao expectador a perspectiva das famílias negras e o seu desespero ao ver seus vizinhos, pais, filhos e avós lutando pela vida ao fugir dos tiros e incêndios em suas casas.
O cantor, compositor e um dos principais nomes da música brasileira chega na rede social de vídeos incitando leitura.
A campanha #LendoComDjavan será exclusiva com o TikTok e terá início no dia 31 de maio, com duração de uma semana. Neste período, haverá um desafio convidando os criadores de conteúdo do aplicativo para que postem, ao som da música “Nem um dia”, um vídeo criativo, positivo e autêntico com sua leitura do momento ou de um livro marcante que tenha lido.
Para cada criação com a hashtag e com a música durante o período da campanha, a plataforma doará R$1 para o Instituto Brasileiro de Estudos e Apoio Comunitário (IBEAC) e para a Rede Nacional de Bibliotecas Comunitárias (RNBC) que atuam em periferias de diversas cidades do Brasil. A campanha começa às 9h do dia 31 de maio e termina às 23h59 do dia 06 de junho.
“Fico feliz de entrar no TikTok, mais uma plataforma de conexão com meus fãs. Ao longo da minha carreira, testemunhei as mudanças das tecnologias e dos meios de comunicação. Mas, uma coisa não muda nunca: o poder da música em nos emocionar! Agora teremos djafãs tiktokers!“ (Djavan, Maio 2021)
Djavan participará ativamente da ação, que incluirá vídeos explicando a campanha e estimulando os usuários para participarem, além de conteúdo do artista sobre um livro que marcou sua vida e a obra que está lendo no momento.
O momento da entrada do artista no TikTok não foi escolhido por acaso: no aniversário de 25 anos do álbum “Malásia”, de 1996, Djavan terá seu perfil oficial na plataforma e dará início a uma ação especial, focada na canção “Nem Um Dia” (Um dia frio / Um bom lugar pra ler um livro).
O podcast ‘Infiltrado No Cast’ trará no episódio desta segunda-feira os resultados da apuração feita pelo podcaster Ale Santos em um grupo de neonazistas brasileiros, mais especificamente uma célula da AWD, grupo que se encontra em outros países. “Eu rastreei na deep web uma pessoa que fez o processo para a entrada na AWD Brasil a partir de um grupo do Telegram e contou num fórum chan da deep web toda comunicação e e-mail que recebia”, conta Ale.
Chans são fóruns que espalham ódio pela internet, formado em maioria por homens brancos que culpam mulheres e outras minorias por todas as mazelas de sua vida. Ale conta que os membros dessa célula nunca entram em grupos com mais de cinco pessoas para que possam proteger outros membros em caso de comprometimento de um grupo. “A primeira parte do processo seletivo é você enviar um e-mail que você tem acesso ou do canal do Telegram ou de cartazes espalhados em capitais. Pelo que andei apurando, a atuação deles está principalmente em São Paulo. Eles testam se você é capaz mesmo de espalhar o ódio. Perguntam se você é branco e se está se relacionando com pessoas brancas. Uma das provas é colar os cartazes nazistas na cidade do candidato”, revela.
Imagem: Infiltrados No Cast
No final do processo seletivo a pessoa tem que postar a foto no grupo, provando que colou o cartaz com apologia nazista. Também há uma espécie de mantra com dizeres de publicações nazistas. Após isso é marcado um encontro para saber se a pessoa é branca de verdade. “O que me chocou foi a extrema organização deles. Uma organização que dificulta a identificação deles. Eles se movimentam em forma de colmeia. Um grupo forma um líder e esse líder forma um novo grupo que forma um outro líder”, explica o produtor de conteúdo.
Grupos de Facebook usam palavras cifradas para disfarçar mensagens de ódio. “Essa estrutura pode existir num número muito superior do que as investigações policiais e jornalísticas já revelaram”, conta Ale, que também diz que os membros podem ser encaminhados para um treinamento de guerrilha. “Ele param de postar no fórum e passam a treinar com pessoas que vão treinar campo, vão treinar terrorismo doméstico, vão treinar formas de se mobilizar e atacar outras pessoas e aí você vê que tem inúmeros outros pequenos grupos fazendo o mesmo treinamento, conclui”.
O episódio vai ao ar hoje, ás 22h e você pode conferir clicando aqui.
O Infiltrado No Cast é um podcast informativo, que traz convidados especiais para discutir de forma divertida temas polêmicos através da perspectiva negra-brasileira.
Todo funcionário busca se sentir bem em seu ambiente de trabalho, afinal é onde, na maioria das vezes, ele dedica a maior parte do seu tempo e trajetória. Contudo, esse acolhimento e desejo de permanecer naquele local nem sempre acontece. A falta de um senso de pertencimento na empresa está ligada a diversos fatores, um deles, segundo uma pesquisa do Indeed e do Instituto Guetto é a discriminação racial.
Segundo a mesma pesquisa, 47.8% dos entrevistados não têm um senso de pertencimento nas empresas em que trabalham atualmente ou trabalharam e mais da metade dos entrevistados já sentiu discriminação racial no ambiente de trabalho.
Dado que demonstra que as companhias precisam estar atentas ao que acontece no ambiente de trabalho para que consigam desenvolver iniciativas de valorização ao funcionário, aumentando assim a motivação e o engajamento dos colaboradores em suas atividades diárias.
O levantamento feito com 245 profissionais negros para saber suas percepções sobre práticas de RH e o mercado de trabalho atual revelou ainda que 41% dos entrevistados acreditam que ser reconhecido e ter suas contribuições valorizadas ajudam nesse processo de ter um senso de pertencimento na empresa.
Para Vitor Del Rey, presidente do Instituto Guetto, a discriminação no ambiente de trabalho nem sempre vem com uma ofensa explícita. “A pesquisa mostrou que 60% dos profissionais entrevistados já sentiram discriminação racial no ambiente de trabalho e quase 47% afirmou já ter presenciado cenas de discriminação”, disse ele.
“Criticar as empresas sobre as questões da diversidade é um problema, gera um impasse, porque isso é encarado como uma postura contrária à contratação de negros”, observa Del Rey.
Segundo o mesmo, muitas vezes o preconceito vem disfarçado de piada, surge em rodas de conversa em tom de brincadeira (o chamado racismo recreativo) ou até mesmo em olhares e diferenças de tratamento e por essa motivação- em conjunto com o medo – não é denunciado.
Imagem: Getty fotos
“O RH precisa estar atento porque nem todos vão denunciar uma atitude de discriminação, mas coibir essas práticas e desenvolver ações no sentido de aumentar o senso de pertencimento desses profissionais vai fazer toda a diferença até mesmo na produtividade”, também é preciso criar um ambiente de segurança institucional para que o colaborador possa denunciar práticas racistas nem que seja de forma anônima, Isso fortalece a posição da empresa de não tolerar tais práticas, afirma.
Quando perguntados quais práticas acreditam que mais podem ajudar na educação e disseminação de informação dentro das empresas para criar um ambiente mais aberto à inclusão e pertencimento de pessoas negras, 68% dos entrevistados disseram que uma formação antirracista continuada pode ser um dos caminhos adotados pela companhia. Além disso, 40% dos respondentes acreditam que um programa de letramento racial também é uma ferramenta eficaz.
A pesquisa foi elaborada e conduzida pelo Indeed, em parceria com o Instituto Guetto, com 245 profissionais negros no Brasil. As entrevistas foram realizadas por meio de um painel online em março de 2021.
Para o presidente, esse é um problema não solucionado por uma explicação: “O Brasil não enfrenta seu problema racial porque não gosta de preto. Temos aqui um racismo sem vergonha, com a propagação da mensagem de que existe no País uma harmonia social, sem tensão”, afirma Vitor Del Rey
O rapper mineiro Djonga será o entrevistado da próxima edição do Provoca, da TV Cultura, na próxima terça-feira (01/6), às 22h. O apresentador Marcelo Tas abordará temas como racismo, prêmios e o polêmico show realizado durante a pandemia no Complexo da Maré. Na época, o artista foi criticado por promover aglomeração e se defendeu dizendo que o show “foi para a galera que trabalha e só se fode”. No último disco intitulado “Nu”, Djonga abordou as polêmicas e cobranças. Para Tas o rapper disse “Eu fui inimigo da saúde pública ali naquele momento, né. Eu fui e eu sei que fui. E quando eu fiz, já sabia que ia acontecer as críticas, tinha certeza absoluta. Só eu não posso aceitar que um cara me compare com o Bolsonaro. Não posso e não vou aceitar, sacou?”
Imagem: Divulgação
O rapper, que foi o primeiro brasileiro a ser indicado para o prêmio BET Hip-Hop Awards na categoria de Melhor Artista Internacional, compartilhou um caso recente de racismo no qual foi abordado por estar andando de Porsche em um bairro. Djonga complementa que tal situação desagradável não foi a única e que já foi parado por policiais “milhões de vezes (…) a grande maioria das vezes, para não falar todas”. Tas questiona o que fazer para não “entrar no jogo” e o rapper conta que deve-se saber de seus direitos. “Depende. Quando você é mais novo, fica com medo, né. Quando você é adolescente, fica com medo. Quando você não tem informação, fica com medo. Hoje eu ainda tenho medo, mas eu sei me colocar na situação.”
Seguindo a pauta racial abordada no programa, o compositor é questionado sobre a marca que quer deixar no mundo, respondendo que quer mostrar que quem faz a arte, quem é preto, que passa por uma vida difícil, “também é humano, pode ser humano e deve ser humano”. Djonga complementa, “até o ego é negado para gente a vida inteira (…) você cresce achando que aquele cara que é branquinho bonitinho cabelo loiro pode querer tudo, o tempo todo, e a gente não”, conclui.
Jornalista foi vencedor do Prêmio Melhores do Ano Mundo Negro, em 2020.
Jornalista apresentou o boletim GE em 1 minuto, da TV Globo, no jogo de abertura do campeonato brasileiro.
O jornalista Marcos Luca Valentim estreou na frente das câmeras como apresentador do boletim esportivo GE em 1 minuto, da TV Globo, no intervalo da partida entre Flamengo e Palmeiras no último domingo (30).
“Eu fiquei muito nervoso, era uma estreia enorme, estreia do campeonato brasileiro, Flamengo e Palmeiras, muita gente vendo, é claro que eu fiquei ansioso. E ainda, com a missão de condensar as informações em um minuto”, conta o jornalista.
Marcos já trabalha na TV Globo há cinco anos como produtor e na edição de texto e revela que nunca tinha pensado em aparecer no vídeo. “Eu nunca pensei em estar na frente da câmera, sempre gostei mais de escrever VT, de cortar texto, de editar os textos e estar por trás das câmeras produzindo. Não sei se era porque eu não gostava [do vídeo] e não pensava a respeito, ou se também, não me via neste lugar por falta de representatividade, então passa por isso também”, analisa.
— Marcos Luca Valentim (@marcoslucarrn) May 30, 2021
No twitter, o apresentador postou foto dos bastidores da estreia.
“Eu sou um cara preto, de dread, no maior conglomerado de audiovisual da América Latina, aparecendo no principal horário da semana, no principal produto, que é o futebol. A nossa margem de erro tem que ser zero, e é óbvio que isso afeta a gente desde que a gente nasce.”, analisa Marcos, refletindo sobre a necessidade de “ser duas vezes melhor” imposta pelo racismo na sociedade brasileira.
A repercussão entre seguidores, telespectadores e amigos não poderia ser melhor. “Ver as respostas das pessoas, muita gente preta dizendo que se amarrou, que se sentiu representada de verdade, para mim é o que vale”, diz o agora apresentador.
COMENTARISTA — Além de apresentador do boletim, Valentim também estreou na semana passada como comentarista de MMA. “Foi mais tranquilo do que eu imaginava, porque é um esporte que eu domino, tenho conhecimento técnico, não fico nervoso porque estou ali para dar minha opinião a respeito da luta. Foi muito legal porque eu gosto de assistir”.
Valentim também lidera o Coletivo Diáspora, grupo de jornalistas negros dentro do grupo Globo, responsáveis pelo Ubuntu Esporte Clube, podcast que aborda temas diversos a partir de uma visão afrocentrada, no Globoesporte.com. No ano passado, Marcos foi o vencedor na categoria Jornalista, do Prêmio Melhores do Ano, do site Mundo Negro.
A MTV Brasil vai exibir o “BET Awards 2021” ao vivo, no dia 27 de junho,às 21h, e os brasileiros poderão torcer pelo seu artista favorito e ainda acompanhar apresentações musicais dos maiores nomes da música pop negra
O BET AWARDS 2021 tem entre seus indicados o rapper brasileiro Emicida concorrendo na categoria Melhor Artista Internacional. Megan Thee Stallion e DaBaby lideram com sete indicações cada. Os indicados deste ano refletem a grandiosidade da expressão criativa e excelência negra na música, televisão, cinema e esportes. “Estamos animados em trazer a maior celebração da cultura de volta com o BET Awards 2021”, diz Connie Orlando, EVP Specials, Music Programming & Music Strategy. “Estamos seguros, em Los Angeles, para celebrar a incrível lista de indicados deste ano. Fomos pioneiros com um dos primeiros shows de premiação oficial e seguimos como uma alternativa durante a pandemia global. Estamos prontos para dar um passo adiante com o retorno do público para celebrar as melhores e mais brilhantes mentes criativas da indústria do entretenimento“, afirma.
Megan Thee Stallion (Imagem: Instagram)
Além da entrega dos prêmios, o BET Awards 2021 terá apresentações musicais de Alicia Keys, Anderson .Paak, Chloe x Halle, D Smoke, DaBaby, Jahi, Jennifer Hudson, John Legend, Jonathan McReynolds, Kane Brown, Lil Wayne, Lonr., Masego, Megan Thee Stallion, Nas, Rapsody, Roddy Ricch, Sir, Summer Walker, Usher, Wayne Brady e YG.
Após o inovador show de premiação virtual do ano passado, o BET AWARDS retorna este ano com uma audiência presencial. Os indivíduos vacinados podem se registrar nos Estados Unidos para participarem da plateia. A BET trabalhará em estreita colaboração com a Prefeitura de Los Angeles para apoiar os esforços de vacinação da comunidade e garantir a adesão aos protocolos COVID-19.
O BET reconhece artistas e atletas em 21 categorias com as indicações ao BET Awards 2021 (uma delas será anunciada, em breve). As nomeações são selecionadas pela BET’s Voting Academy, que é composta por fãs e um grupo de profissionais do entretenimento nas áreas de televisão, cinema, música, mídia social, marketing digital, jornalismo esportivo, relações públicas e artes criativas.
O Mundo Negro publicou a lista dos indicados aqui.
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