A ancestralidade de uma cultura se revela também pela alimentação, pelos modos de preparar alimentos, os ingredientes escolhidos, as formas de consumo, são detalhes que revelam resistência de um povo em manter seus hábitos e costumes alimentares vivos.
Na cultura ancestral africana o inhame é conhecido por ajudar a depurar o organismo das impurezas causadas pelas doenças que colocam em casa o bom funcionamento do corpo. Este tubérculo tem a capacidade para eliminar toxinas através da urina e do suor.
Cheio de nutrientes, faz um bem danado á saúde!
Hoje trago a receita de torta de inhame do talentoso chef pernambucano @noguerisse Adoro esta receita prática, deliciosa e para torná-la mais ancestral ainda adicionei o macassá, a erva africana que carrega “o cheiro do mundo” como muitos dizem.
Torta de inhame, cacau ao perfume de macassá:
– 400 g de inhame
– 1 caixa pequena de leite condensado
– cacau e açúcar (a gosto)
– 50 gramas de açúcar
-100 gramas de cacau
– 200 ml de leite integral
– 150 g de manteiga
⁃12 folhas de macassá
Preparo:
Descasque o inhame e corte em rodelas. Cozinhe até o garfo entrar com facilidade. Escorra e reserve 100ml da água do cozimento.
Prepare uma infusão leite e as folhas de macassá (ferva o leite e adicione as folhas de macassá, tampe e deixe abafado por 10 minutos. Bata no processador o inhame e a infusão até obter uma massa homogênea.
Leve a massa ao baixo, adicione a manteiga, o leite condensado, 70 gramas de cacau, o açúcar e mexa até a massa ficar uniforme. Coloque em refratário de vidro untado com manteiga, deixe refrigerar por 4 horas.
Quando estiver em consistência de pudim, polvilhe cacau em pó na superfície e sirva.Use raspas de limão e folhas de macassá levemente picadas, quando fizer marque a #porumcozinhadescolonizada
Comédias românticas raramente fogem à fórmula de acompanhar a saga de mulheres que buscam relacionamentos amorosos para sentirem genuína felicidade. “Fugindo do Amor” flerta em vários momentos com esse caminho, mas consegue quebrar a expectativa em vários momentos com bom timing cômico do elenco e evitando pintar os envolvidos na trama com afetação de heróis ou vilões.
Produzido por Alicia Keys e dirigido por Steven Tsuchida, “Fugindo do Amor” (‘Resort to Love’) apresenta Erica (Christina Milian) que sonha em ser uma estrela do pop, mas após falhar no lançamento de suas composições, acaba num luxuoso resort numa ilha aceitando cantar no casamento que descobre ser do do ex-noivo, Jason (Jay Pharoah). Ao tentar esconder esse relacionamento da noiva atual de Jason, Beverly, vivida por Christiani Pitts, ela se aproxima do ex-cunhado, Caleb (Sinqua Walls) e ainda precisa lidar com seus verdadeiros sentimentos.
A frustração de Erica com a carreira e com a vida amorosa rende logo no início uma cena hilária quando ela precisa interpretar “No One”, de Alicia Keys, em um casamento e lembra que também era o tema de seu noivado. Sem apelar para o pastelão, mas deixando o absurdo da situação e a reação dos atores em cena falarem por si, o filme não implora para que o espectador ria. As situações se desenrolam naturalmente e essa direção leve faz com que fique mais fácil aceitar certas coincidências do longa.
Christina Milian manda bem na hora de cantar. Além da canção citada de Alicia Keys, interpreta outros sucessos no filme como “Like I’m Gonna Lose You“, de Meghan Trainor. Além da boa trilha sonora pop, a produção da Netflix acerta a mão no elenco talentoso formado por pretos. E é importante notar que não há narrativa militante, ficando a cargo dos intérpretes somente encarnarem as angústias cotidianas sem precisarem levantar bandeiras, tirando um pouco o estigma de que artistas negros precisam necessariamente estarem na pele de personagens essencialmente políticos.
Apesar do “quadrângulo” amoroso, nenhum dos personagens sofre com falta de carisma ou faz as vezes de antipático. É possível simpatizar e entender as motivações de todos em tela e sorrir diante das indecisões e dúvidas dos envolvidos.
“Fugindo do Amor” não tenta ser mais que um clichê bem executado. É leve, engraçado. Exatamente o tipo de filme que precisamos num fim de tarde preguiçosa para se distrair da realidade atual.
O próximo documentário da Netflix, “Irmãos de Sangue: Malcolm X & Muhammad Ali” contará detalhes da amizade de três anos entre a lenda do boxe e o ícone da luta pelos direitos civis nos Estados Unidos.
Imagem: Divulgação
No trailer recém-lançado, o ativista dos direitos civis Reverendo Al Sharpton comenta sobre os dois vultos históricos: “Eles definem uma geração inteira para ser ela mesma e ser ousada”, diz.
A produção é chefiada por Kenya Barris (‘Black-Ish‘) e contará com entrevistas de parentes de Malcolm e Ali, como o irmão mais novo do pugilista, Rahman Ali, e a filha de Malcolm X, Ilyasah Shabazz. “Para meu pai levar sua esposa e seus bebês e ir para a casa de Ali significava que meu pai confiava 100 por cento nele”, conta Ilyasah.
O longa documental também se debruçará nas tensões e divergências no relacionamento entre os dois líderes negros. O filme trará imagens inéditas que ajudam a traçar um rico panorama sobre essa poderosa amizade.
Discursos apaixonados de Ali e Malcolm X também estão presentes na produção.O filme foi inspirado em um livro de mesmo nome escrito por Randy Roberts e Johnny Smith.
“Irmãos de Sangue: Malcolm X & Muhammad Ali estará disponível na Netflix em 9 de setembro.
A jornalista, ativista e professora Anielle Franco estreou nesta sexta-feira (20) como apresentadora. O programa “Papo Franco”, comandado por ela, é uma iniciativa do Instituto Marielle Franco, que toda semana vai trazer reflexões e conversas sobre temas diversos e, por vezes, vai trazer convidadas especiais.
A convidada do primeiro episódio foi a influenciadora digital Nath Finanças. No papo, as duas falaram sobre a vida de Nath, curiosidades como o apoio que ela recebeu da família para iniciar a vida como influenciadora, se ela já teve o nome no Serasa e até a vida amorosa da guru financeira.
Segundo Anielle, a ideia do programa veio de sua irmã. Marielle. “Uma honra poder estar tocando esse programa e ideia, que inicialmente veio da Mari. O que mais me motiva nesse processo, é pra além de manter o legado e a memória da Mari vivos, é poder também levantar nossas vozes, protagonizar e inspirar cada vez mais pessoas a estarem conosco”, disse.
O chefão da Marvel Studios, Kevin Feige, confirmou ao Comicbook que Dominique Thorne (‘Judas e o Messias Negro‘ e ‘Se a Rua Beale Falasse‘). estará no elenco de “Pantera Negra: Wakanda Forever” no papel de Riri Williams, a Coração de Ferro, personagem herdeira do legado do Homem de Ferro. A personagem já estava confirmada nesse universo para uma série própria sem data de estreia, que será exibida na Disney +.
Imagem Marvel Comics
“Estamos filmando ‘Pantera Negra: Wakanda Forever’ agora, e a personagem de Riri Williams aparecerá. Ela começou a filmar, eu acho, esta semana antes de sua série ‘Coração de Ferro”, disse Feige em um evento de estreia de “Shang-Chi e a Lenda dos Dez Aneis”
No universo da Marvel Comics, Riri Williams é uma adolescente prodígio da engenharia que projeta sua própria versão de um traje do Homem de Ferro. Ela vive com sua mãe e sua tia em Chicago. Aos 15 anos, ela é aceita no MIT (um dos mais prestigiados institutos de tecnologia do mundo e lá constrói sua versão de uma armadura estilo Tony Stark. Williams usa a armadura para conter dois prisioneiros fugitivos e após isso é apadrinhada por Tony , o Homem de Ferro original.
Com a morte de Stark no Universo Cinematográfico, não há indícios de como será a origem da personagem ou se teremos o retorno de Robert Downey Jr ao papel.
O personagem apareceu pela primeira vez em quadrinhos em 2016 em rápida participação na revistaInvincible Iron Man #7. Ela logo depois fez uma aparição completa em Invincible Iron Man # 9. A personagem também ganhou uma HQ própria que foi publicada em doze edições e chegou ao fim em 2019. A Coração de Ferro é uma das líderes dos Campeões, grupo de heróis jovens formado por Ms. Marvel, Miles Morales, Nova, Amadeus Cho e Viv Visão.
“Pantera Negra- Wakanda Forever” teve sua produção iniciada em junho e será dirigido por Ryan Coogler, mesmo diretor do original, além de trazer de volta em seu elenco Letitia Wright, Angela Bassett, Danai Gurira, Florence Kasumba, Daniel Kaluuya, Winston Duke e Lupita Nyong’o.
A jornalista e influenciadora baiana Maíra Azevedo, a Tia Má, está concorrendo ao Prêmio Influenciadores Digitais 2021 nas categorias Opinião e Atualidades. Ela entra na lista dos seis maiores influenciadores do país em sua categoria por conta da sua atuação na internet, onde expressa seus posicionamentos contra o racismo, o machismo, a lgbtfobia e outras formas de opressão. O Prêmio Influenciadores Digitais foi pioneiro no reconhecimento dos influencers mais relevantes e chega este ano à sua 6ª edição, sendo o único prêmio do tipo que apresenta resultados baseados em métricas de relevância e auditado pela consultoria britânica BDO Brazil.
Imagem: Divulgação
A votação é dividida em: Técnica – formada por profissionais de comunicação, como publicitários, profissionais de marketing e comunicação das marcas, relações públicas, jornalistas, entre outros, e Popular – público em geral, formado pelas pessoas que não atuam com comunicação.
A votação será aberta no dia 24 de agosto e vai até o dia 24 de setembro no site da premiação:
Single vem com um videoclipe cinematográfico que promete emocionar o público e conta com a participação especial de seu filho Davi
Gaby Amarantos e Liniker acabam de lançar o videoclipe de “Amor Pra Recordar”. O clipe promete mexer com emoções profundas dos espectadores ao abordar a separação de alguém que se ama. Gaby trouxe para atuação na produção cinematográfica, seu filho Davi de 12 anos, sua sobrinha Ana Vitória de apenas 5 aninhos e sua irmã Gabriele Amarantos.
Com roteiro de João Monteiro, Audrey Nobrega e da própria Gaby, o vídeo traz cenas que mostram o cotidiano de uma família ribeirinha do Norte do país. “Esse filme é baseado na minha vida, pois se eu não tivesse contado com o apoio das mulheres da minha família para seguir a minha carreira, não teria conseguido. E também é uma homenagem a todas as mulheres ribeirinhas do Norte que lutam diariamente em busca do que acreditam e anseiam”, acrescenta Gaby.
Para a cantora paraense, a participação de seus familiares no clipe é uma forma de homenagem, principalmente para sua irmã que apoiou sua carreira desde o início.
A canção é quase que um convite para que o público faça uma viagem ao passado, dentro de uma história que se mescla com fatos verídicos da própria vida de Gaby Amarantos. “No começo do clipe venho de cara limpa, trazendo a mais pura essência que existe dentro de mim. Trata-se de uma maneira de dizer para todas as mulheres nunca desistirem de seus sonhos. Além disso, fiz questão de contar com a participação da minha amiga Liniker, uma artista que tenho total admiração e que nos presenteou com sua voz maravilhosa e uma encenação para expressar o amor da forma mais pura”, conta Gaby.
Outra curiosidade é o local escolhido em Belém para as gravações: o Furo do Piriquitaquara, um lugar de remanescentes africanos. “A cena do pranto da mãe, mostra uma árvore e dentro dela existem vários objetos e pertences das pessoas que vieram de outros lugares para morar ali, pessoas da comunidade. Ela acabou virando um santuário e decidimos gravar nela por conta desse significado”, explica a cantora.
Composição e melodia de Tonny Brasil, Gaby Amarantos e Jaloo, que também assina a produção musical do single, “Amor Pra Recordar” chega para escancarar os diversos tipos de amor que podem existir entre os seres humanos, livre de paradigmas e barreiras. Outro fato importante é que a música se originou de uma adaptação do grande sucesso do cancioneiro brega “A Primeira Vez”, de Tonny Brasil. Gaby e Jaloo se inspiraram na letra desta canção para compor a nova versão.
Vale ressaltar ainda que “Amor Pra Recordar” faz parte do álbum “Purakê”, com previsão para lançamento no dia 2 de setembro. O trabalho vem após quase 10 anos do sucesso de “Treme”, de 2012.
“Purakê” recebe este nome fazendo alusão a um peixe elétrico pré-histórico da Amazônia, cuja voltagem chega a 860 volts, enfatizando a eletricidade natural que a cantora considera uma característica de toda sua força e representatividade como mulher e cantora brasileira.
A iniciativa visa oferecer assistência de saúde mental a grupos de mulheres em situação de vulnerabilidade
Um projeto desenvolvido pelo Instituto Cactus em parceria com a Casa de Marias oferece acolhimento psicológico emergencial para mulheres negras, indígenas e/ou periféricas em situação de vulnerabilidade. Realizado de forma remota no país inteiro, o projeto promove um espaço de escuta e acolhimento, com uma equipe qualificada de psicoterapeutas para receber mulheres que precisam de cuidados psicológicos. A iniciativa dedica atenção especial às questões que envolvem classe, gênero, raça e território. Para isso, oferece atendimentos psicológicos individuais e em grupo.
“Nosso espaço nasceu para ser mesmo uma casa, para criar raízes, para ser oásis em tempos difíceis. A Casa de Marias é, acima de tudo, um espaço de resistência. E, por isso, a nossa missão é cuidar, escutar e acolher. Promover processos terapêuticos e curativos não só dentro dos nossos consultórios, mas fora deles também”, reforça Ana Carolina Barros Silva, Coordenadora Geral da Casa de Marias.
Falar sobre saúde mental, promover ações e prevenção é uma necessidade pública, que deve envolver o engajamento de diversos setores, em especial do governo, academia e da própria sociedade civil. Nesse sentido, o objetivo do Instituto Cactus e da Casa de Marias com esse projeto é chamar a atenção para a necessidade de se pensar em projetos de saúde mental segmentados, realizar o acolhimento de mulheres em situação de vulnerabilidade e, ainda, gerar insumos para validar este tipo de escuta emergencial, feita em grupos de apoio em um formato inovador, como uma modalidade que pode ser institucionalizada e replicada em contextos de urgência.
MULHERES E SAÚDE MENTAL — A Organização Mundial da Saúde (OMS) considera a determinação do gênero na diferença que mulheres e homens têm sobre o poder e o controle dos determinantes socioeconômicos em suas vidas, posição social e forma de tratamento na sociedade. Além disso, enfatiza que o gênero determina diferentes suscetibilidades e exposições a riscos específicos para a saúde mental.
Para além de fatores sociais, de empregabilidade, de recursos e disponibilidade financeira, agendas dos filhos, da casa e falta de perspectivas, as mulheres podem vivenciar diversos transtornos mentais associados ao esgotamento emocional. A crise provocada pela pandemia de Covid-19 agravou muito esse cenário. Com a perda da renda e o aumento da desigualdade, os efeitos da crise socioeconômica na saúde mental são ainda piores para as pessoas em situação de vulnerabilidade. Com o isolamento social, adisparidade de gênero, a violência doméstica e asobrecarga das mulheres aumentaram ao mesmo tempo em que as redes de suporte diminuíram, uma vez que muitas vítimas ficaram confinadas com seus agressores sem possibilidade de ajuda externa. Todos esses fatores favorecem a prevalência de doenças mentais nas mulheres, por isso precisamos cuidar desse público com ainda mais urgência.
“Enquanto houver preconceitos e vieses subjetivos não combatidos e desmistificados, o atendimento à saúde mental feminina, especialmente de mulheres negras e periféricas, sempre será insuficiente e enviesado. Por isso, é necessário termos políticas mais focadas nos problemas de saúde mental da mulher, tanto individual quanto estruturalmente, assim como o fortalecimento de outras instituições e projetos de acolhimento que possam reforçar o olhar intersetorial da saúde mental”, afirma Maria Fernanda Resende Quartiero, Diretora Presidente do Instituto Cactus.
Acolhimento Instituto Cactus e da Casa de Marias Contato WhatsApp (11) 95851-3330
Um podcast com personalidades negras, contando suas vivências e trocando experiências de maneira informal, surge para compartilhar e transmitir cultura, contar histórias ou até mesmo ensinar músicas.
Com pensamento de trazer a diversidade e a inclusão são pautas de inúmeras discussões necessárias para o Brasil e para o mundo como agentes transformadores da sociedade. Mas para isso é preciso ouvir e conhecer histórias dessas pessoas e essa é a missão do Santa Melanina.
Ao longo de um ano, o Santa Melanina já coleciona entrevistas com grandes referências como: Rodrigo França; Teresa Cristina; Aline Chermoula; Margareth Menezes; Preto Zezé; Ana Minuto; Hélio de Lã Pena; Benedita da Silva; Silvio Humberto; Deise Benedito; Adriana Vasconcelos; Leci Brandão; Licinio Januário; Monica Santana, Dona Jacira, entre nomes.
O programa nasceu da necessidade de ouvir a opinião de pessoas negras, além de abordar temas que afetem diretamente esta comunidade e vai ao ar quinzenalmente, às quintas-feiras, e está disponível em todas as plataformas de streaming. https://www.spreaker.com/show/santa-melanina
A apresentadora, Silvana Regina, é formada em jornalismo e pós-graduada em Marketing e Relações Étnicos Raciais.
“A cada entrevista que faço me sinto mais potente e acredito que os ouvintes do programa, também. Escutar Benedita da Silva contar da sua infância, de todas as dificuldades que enfrentou, foi emocionante. Durante a entrevista que fiz com Teresa Cristina ela cantou e falou da importância de Candeia para Música Popular Brasileira e para a sua vida. O Santa Melanina Podcast é um lugar de troca, inspiração e muito aprendizado e aberto a todos”, arremata Silvana.
A startup DiverX está lançando gratuitamente o curso “Letramento Étnico Racial para Empresas”, com intuito de fazer empresários entender com mais clareza o tema.
O curso, que tem em média 2 horas, fornece uma série de conteúdos para as empresas cadastradas, entre eles;
Como impactar o mundo por meio da linguagem racial, a causa antirracista e as ações lucrativas das empresas, inovação dos grandes ramos do mercado por mentes pretas, a jornada do cliente e o impacto causado pela representatividade negra, o poder do Afroturismo e os caminhos para as empresas e como alcançar a linguagem dos consumidores do futuro.
O idealizador do projeto é Hubber Clemente, Hoteleiro, com passagens pelas principais redes e hotéis do Brasil, sendo 10 anos na parte operacional.