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Kanye West é acusado de copiar ideias de pequenos designers: “Em vez de nos apoiar, ele nos rouba”

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Foto: AFP / Los Angeles Times.

O rapper Kanye West está sendo acusado de roubar ideias criativas de pequenos designers em ascensão. O artista teria, supostamente, copiado uma série de projetos e inserido em peças de sua marca, a Yeezy. Os recentes óculos prateados, lançados por Kanye e que se tornaram um sucesso imediato entre as celebridades, estão sendo descritos como uma cópia.

Kanye West utilizando óculos prateado. Foto: Getty Images.

Francisco Mateo Baca, que também atende por Franky Baca, acredita que alguém da equipe de Ye “pegou emprestado” seu conceito para os óculos de sol e aplicou dentro da Yeezy. Baca conta ainda que trabalhou em suas próprias versões do produto por cerca de dois anos antes de compartilhar imagens com representantes do rapper. Ele revela que recebeu um convite para conversar com o time criativo de Kanye, chegando a mostrar diversos materiais seus para a equipe do artista. Tempos depois, a Yeezy apareceu com itens semelhantes aos designers de Baca, mas sem nenhuma menção, crédito ou valor financeiro em troca.

@b.frankybaca Not accusing anyone specifically but I need your help small creatives! My design taken from hero’s 😑 #sustainablefashion #smallbusiness #kanyewest #yeezy #stolen #fyp ♬ original sound – Before Franky

Além dos óculos, Baca também diz que Kanye e seu time copiaram outras peças, envolvendo balaclavas. “Meus designs foram roubados pelo meu herói. Ninguém quer ir contra alguém que é um herói publicamente de maneira negativa. É algo que foi muito difícil para mim”, relata ele.

O jovem profissional não está sozinho em sua experiência específica com Yeezy. A Harlem Legendary6ix, pequena marca com base em Nova York, também já acusou Kanye West de roubo, dessa vez, pela concepção de um chapéu estilizado. “Ele [West] me disse para trazer todos os chapéus que eu tinha em estoque, relatou Harlem. “Ele nos disse para fazer algumas [ideias] para uma colaboração com a Yeezy, mas depois que fizemos, Kanye parou de responder. Agora, em vez nos apoiar, ele rouba nossa ideia e faz seu próprio chapéu.”

Ambos os designers relatados dizem que se encontraram com a equipe de Kanye e tempos depois viram suas ideias criativas serem expostas sem os devidos créditos. Até o momento, nenhum representante do rapper ou da Yeezy falou sobre o assunto. Durante a última semana, cercado de polêmicas, West estreou sua nova coleção na Semana de Moda de Paris.

Bolsonaro bloqueia R$ 2,4 bilhões da educação e personalidades negras reagem

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Fotos: Magê Monteiro/UOl e Reprodução/Redes Sociais

Jair Bolsonaro bloqueou R$ 2,4 bilhões do orçamento do MEC (Ministério da Educação) deste ano. O corte será impactado na educação infantil, além das universidades e institutos federais. O orçamento para a educação infantil para 2023 é de R$ 5 milhões. Um corte de 96,6% em relação a 2022.

O anúncio foi feito nesta quarta-feira (5), com o ofício enviado através do Decreto 11.216. Até o momento, o MEC e o Ministério da Economia não se pronunciaram sobre as razões dos cortes.

O candidato à Presidência da República desta eleição, Leo Péricles, convocou a população para grande ato no dia 18 de outubro contra o corte, em nome do partido UP (Unidade Popular). “Mais uma vez o fascista ataca a educação pública no Brasil. O inimigo da educação confiscou 2,4 bilhões de reais das verbas dos Institutos e Universidades Federais, que já estão com seus orçamentos sufocados”.

https://twitter.com/LeoPericlesUP/status/1577815419783634945

Erika Hilton, deputada federal eleita no último domingo (2), anunciou nesta manhã que a bancada de parlamentares do PSOL protocolou um Decreto para suspender o confisco da verba. “NÃO PERMITIREMOS a destruição das Universidades brasileiras!”, twittou.

https://twitter.com/ErikakHilton/status/1578029048139087873

O advogado e filósofo Silvio Almeida, também se pronunciou no Twitter contra o confisco no MEC: “Bolsonaro é inimigo declarado da educação, dos professores e, especialmente, da juventude deste país”.

A professora e ex-BBB Jessi Alves, lembrou que o anúncio foi feito no Dia Mundial dos Professores, 5 de outubro. “Vocês sabiam que a educação é a área mais atingida pelo atual governo? Para onde está indo esse dinheiro?”, questionou.

Em outro tweet, ela ainda alfineta a população pela sabedoria na hora de votar: “Enquanto isso, os governos anteriores triplicaram o investimento nos diferentes níveis da educação, criaram centenas de universidades e creches, reestruturou o ENEM, fortaleceu o PROUNI e FIES. A nossa resposta precisa ser nas urnas!”.

Já o deputado estadual do Rio Grande do Sul, Matheus Gomes, também eleito no último domingo, puxa o ‘Fora Bolsonaro’ nas redes sociais, convocando todos ao ato: “O movimento estudantil vai à luta de novo. Se preparem, vai ter tsunami da educação na rua contra Bolsonaro!”

Durante show, Mano Brown anuncia novo disco dos Racionais MC’s

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Foto: Jef Delgado

“Vem aí disco novo 2023”, anunciou o rapper Mano Brown durante um show do grupo Racionais Mc’s em Ribeirão Preto, no interior paulista, para a plateia. Por enquanto, não há detalhes sobre o nome do novo projeto. Confira:

https://twitter.com/portalrapdab/status/1577742614111084546?ref_src=twsrc%5Etfw%7Ctwcamp%5Etweetembed%7Ctwterm%5E1577742614111084546%7Ctwgr%5Ea2c0c0d2712175a09f92a109179ff9fb0953674c%7Ctwcon%5Es1_&ref_url=https%3A%2F%2Fexame.com%2Fpop%2Fracionais-mcs-anuncia-novo-album-para-2023-diz-mano-brown%2F

O último álbum, ‘Cores & Valores’, foi lançado há 8 anos, em 2014. Antes disso, eles ficaram 12 anos sem nenhum lançamento. Nesta semana, Racionais Mc’s anunciou também a venda da nova prensagem do LP deste álbum. “O disco recebe uma edição de luxo com vinil 180 gramas, capa gatefold (dupla) empastada, livreto com ficha técnica, fotos inéditas e letras revisadas. A edição ainda acompanha um pôster exclusivo 70×50 cm”, diz na publicação do perfil no Instagram. 

O grupo formado na zona sul de São Paulo, por Mano Brown, Edi Rock, Ice Blue e KL Jay, somam quatro álbuns gravados em estúdio, lançados em 34 anos de carreira: Raio X Brasil (1993), Sobrevivendo no Inferno (1997), Nada como um Dia após o Outro Dia (2002) e Cores & Valores (2014).

Com a agenda cheia sempre cheia, em setembro o grupo de rap se apresentou pela primeira vez no Rock In Rio e foi atração principal no Palco Sunset.

Dona de loja no Rio de Janeiro é denunciada por racismo e injúria racial pelo MP

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Foto: Reprodução/TV Globo

O Ministério Público denunciou a chinesa Li Chen por racismo, injúria racial, dano ao patrimônio privado e vias de fato depois que a mulher, de 48 anos, foi presa em flagrante no mês de setembro, quando teria feito ataques racistas a uma cliente em sua loja de bijuterias, localizada em Copacabana, Zona Sul do Rio de Janeiro. 

De acordo com informações do G1, a denúncia feita pelo órgão contra Li Chen afirma que um acordo de não persecução “não se mostra suficiente” e aponta que os crimes cometidos pela mulher “atingem, direta ou indiretamente, uma coletividade”:  “não se mostra suficiente para reprovação e prevenção dos crimes, devido à prática de crime de racismo e de injúria racial, notadamente porque são crimes que atingem, direta ou indiretamente, uma coletividade indeterminada de indivíduos”.

A denúncia ainda afirma que: “A denunciada, agindo consciente e voluntariamente, recusou e impediu acesso a estabelecimento comercial, negando-se a servir, atender e receber cliente comprador na loja Marisa, localizada na Rua Siqueira Campos, nº 117, bairro Copacabana, por razões de discriminação e preconceito de raça e cor, ao fazer a vítima Laura Brito dos Santos Viana se retirar do estabelecimento comercial, intimidando-a dizendo que ‘Não quero ninguem da sua raça em minha loja” e ‘Não quero essas neguices na linha loja”.

A defesa de Li Chen nega as acusações de racismo. Na nota enviada ao portal pela advogada Camila Félix, afirma que “as supostas ofensas informadas à imprensa e à polícia nunca foram proferidas. Tratam-se de palavras e expressões que a acusada, de nacionalidade chinesa, desconhece. A lojista não fala português e consegue”.

A advogada também alega que sua cliente não fala português e que só consegue realizar “comunicações básicas”: ”As supostas ofensas informadas à imprensa e à polícia nunca foram proferidas. Tratam-se de palavras e expressões que a acusada, de nacionalidade chinesa, desconhece. A lojista não fala português e consegue apenas realizar comunicações básicas, como cumprimentos e agradecimentos, entender e responder sobre os valores de produtos”, dizia um trecho da nota.

Na nota, Félix também informou que a prisão foi arbitrária e deve solicitar o trancamento da ação penal, além de ingressar com uma ação por falso testemunho e denunciação caluniosa.

Relembre o caso

A chinesa Li Chen, de 48 anos, foi detida em flagrante no dia 21 de setembro depois de ter feito ataques racistas a uma cliente em sua loja de bijuterias, localizada em Copacabana, zona Sul do Rio de Janeiro. A mulher foi liberada depois de pagar fiança de R$ 1,5 mil.

A vítima, Laura Brito, uma mulher negra de 28 anos, contou em entrevista para o RJTV, que entrou na loja de Li Chen para comprar um anel para o marido, quando a dona do estabelecimento parou na sua frente. A mulher então desviou de Chen, que continuou a segui-la por outros corredores.

Ao questionar o motivo de estar sendo seguida, a dona da loja então começou a disparar ofensas racistas: “Eu não quero você e esse tipo de gente na minha loja, ‘neguinha’, eu não quero uma ‘neguinha’ igual a você na minha loja. Sai”, contou.

Laura conta que respondeu à Chen afirmando que tinha dinheiro para consumir na loja e que não ia roubar, mas a comerciante continuou com as agressões, inclusive físicas. A vítima conta que levou tapas no braço: “Me deu dois tapas no braço, pegou a cestinha que estava na minha mão com o meu celular e outras bijuterias, tirou a cestinha de mim, tacou o meu celular no chão. Eu fui saindo da loja pedindo socorro, catando as minhas coisas no chão, e ela me ofendendo”.

Alguns clientes que estavam na loja no momento das agressões cobraram explicações de Li Chen. A polícia foi chamada e Chen foi levada para a 12ª DP de Copacabana. Clientes e testemunhas que estavam fora da loja gritavam chamando Li Chen de racista no momento em que ela era levada para o DP. A mulher foi liberada depois de pagar fiança. O caso foi registrado como injúria racial.

Filme sobre Harriet Tubman, icônica abolicionista dos EUA, é um dos filmes mais vistos da Netflix

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Foto: Reprodução.

Harriet, filme de drama lançado em 2019, acaba de chegar ao catálogo da Netflix e está fazendo sucesso entre os assinantes brasileiros da plataforma. Entre os mais curtidos atualmente no serviço, o filme esteve recentemente no TOP10. A produção é uma cinebiografia de Harriet Tubman, grande ícone abolicionista dos EUA, que conseguiu a liberdade e voltou para libertar centenas de escravizados.

Na época da estreia, o filme foi sucesso de público e crítica. Com 73% de aprovação no Rotten Tomatoes, o filme tem como grande destaque a performance de Cynthia Erivo como Harriet Tubman.

Nascida sob a escravidão, Tubman conseguiu escapar e organizou 19 missões para resgatar mais de 300 pessoas escravizadas. Com o tempo, a rede de ativistas anti escravatura organizada por Tubman ficou conhecida como A Ferrovia Subterrânea.

Por sua performance como Harriet Tubman, Cynthia Erivo foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz. O elenco conta também com Janelle Monáe, Leslie Odom Jr., Clarke Peters, Vanessa Bell Calloway e Vondie Curtis-Hall (Demolidor), que interpreta o Reverendo Samuel Green, um abolicionista religioso que também ajuda Harriet a libertar pessoas.

Confira o trailer:

Curada do câncer, Lilian Ribeiro fala sobre trabalhar durante o tratamento: “Foi como se tivesse ressuscitado”

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Foto: Reprodução / Instagram.

A jornalista Lilian Ribeiro foi a convidada da última quarta-feira (5) do programa Saia Justa, do canal GNT. Diagnosticada há um ano com câncer de mama, a apresentadora da Globo News contou que recebeu o diagnóstico poucos dias após perder uma prima próxima para a doença, e que voltar ao trabalho em meio ao tratamento, foi muito importante para ela.

“A imagem que eu tinha, era de que seria impossível trabalhar fazendo um tratamento de câncer”, dividiu ela. Foram os médicos que apresentaram a Lilian a possibilidade de continuar trabalhando durante o tratamento. “Cada pessoa é uma pessoa, câncer não é tudo igual, mas eu vi que tinha uma forma de continuar trabalhando”. “O dia que entrei na portaria da Globo foi como se tivesse ressuscitado, lembrei de mim, que tinha enfrentado outras coisas para chegar naquele lugar e ocupar aquele espaço”, disse.

“Eu estava vivendo o meu melhor momento profissional, eu era uma das caras da Globo News. Olhei para a portaria que tinha entrado tantas vezes e pensei ‘vou continuar'”, relembrou Lilian.

Quando percebeu que o cabelo inevitavelmente cairia devido aos tratamentos para combater o câncer, Lilian, resolveu raspar a cabeça. Ela filmou tudo, mas nunca tinha dividido a filmagem com ninguém, e mostrou, pela primeira vez, no programa.

Alguns dias atrás, nas redes sociais, Lilian comemorou o fato de estar curada um ano após o diagnóstico do câncer de mama. “Um ano depois de ser diagnosticada com um câncer de mama, tô aqui, saudável outra vez, supreendida pelo cuidado e amor de Deus. Doeu. Dói. Mas tô aqui e agradeço a oportunidade de mais um dia”, disse a jornalista.

Luísa Sonza se desculpa sobre caso de racismo: “Entendi que esse processo não era sobre a indenização, era sobre o desespero de ser ouvida”

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Fotos: Reprodução/Instagram

Luísa Sonza se pronunciou com um pedido de desculpas para a Isabel, que abriu um processo contra a cantora por racismo, e para a comunidade negra, na noite desta quarta-feira (5). Nos stories, ela começou se justificando pela demora deste momento: “Não via sentido de vir aqui pedir desculpas pra vocês só pra me livrar de uma culpa, acho que seria de extrema hipocrisia da minha parte”.

“Depois que comecei a entender tecnicamente essa situação, eu entendi que esse processo não era sobre a indenização, era sobre o direito, o dever e o desespero de ser ouvida. De uma situação que acontece diariamente com as pessoas. E que a gente faz o tempo todo sem nem saber que está fazendo”, continua o vídeo. 

A cantora disse que a vítima aceitou o seu convite para conversar direto com ela e publicou um texto feito junto com ela: “Pedi desculpas diretamente para Isabel, pra depois vir falar qualquer coisa aqui. Também resolver judicialmente. Eu fiz o texto com a Isabel, de uma maneira que ela se sentisse confortável, satisfeita com isso. Eu tô feliz que tenha conseguido resolver isso”.

Ela aproveitou a ocasião para também pedir desculpas à comunidade negra “que sofre com o racismo estrutural todos os dias”, afirmou.

E também se desculpou por postagens realizadas por ela e pela equipe jurídica, em 2020. “A gente ficou sabendo disso por uma matéria distorcida, alegando que eu estava sendo processada por um crime racial, por ter dado um tapa numa pessoa preta. Isso não é verdade e estava saindo várias outras fake news. O que só causou mais dor na Isabel”.

Por fim, Luísa falou sobre o que aprendeu neste período que refletia sobre o processo. “Nossa estrutura inteira é racista. A justiça sempre vai estar ao lado do branco. Não é que nós brancos temos culpa do que nossos antepassados fizeram, mas a gente tem a responsabilidade de mudar essa estrutura”. E completa: “Eu fico muito decepcionada comigo mesmo de não ter entendido isso antes. Mas que eu sirva de alerta para as pessoas”. 

Leia o texto publicado na íntegra:

Entenda o caso:

Luísa Sonza foi acusada de racismo após “confundir” uma hóspede negra de uma pousada em Fernando de Noronha com uma servidora do local, em 2020. No mês passado, ela emitiu um comunicado informando que acataria o valor pedido pela autora do processo no valor de R$ 10 mil, mas não pediu desculpas no texto e nem reconheceu o racismo.

Na época que a vítima deu início ao processo, ela chegou a postar que tudo era mentira e que a acusação era absurda. Leia aqui!

Álbum ‘Thriller’ vai ganhar documentário com imagens inéditas de Michael Jackson

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Foto: Divulgação.

‘Thriller’, o álbum mais vendido do mundo, ganhará um documentário. De acordo com o site Deadline, a nova produção está em andamento por parte do espólio de Michael Jackson e a Sony Music Entertainment. Sem data de estreia, o longa terá direção assinada por Nelson George, consagrado historiador musical.

Lançado em 30 de novembro de 1982, odisco ‘Thriller’ vendeu 34 milhões de cópias só nos Estados Unidos e cerca de 100 milhões de cópias em todo o mundo. Consagrado e aclamado pela crítica, ganhou oito prêmios Grammy.

Foto: Sony Music Entertainment.

O documentário “levará os fãs de volta no tempo, para a produção do álbum recordista e o lançamento dos curtas-metragens revolucionários que redefiniram o formato de videoclipe e que cativaram o público globalmente”, disse um comunicado emitido pela Sony Music. “‘Billie Jean’ continua sendo a música de Michael Jackson mais transmitida, e ‘Thriller’ é o único videoclipe que foi introduzido na elite National Film Registry da Biblioteca do Congresso“.

Com filmagens nunca antes vistas e entrevistas sinceras, a obra narrará o ponto na carreira de Jackson que lançou o cantor como um fenômeno único da cultura pop. “O lançamento de Thriller redefiniu Michael Jackson, levando-o de estrela adolescente a estrela adulta, que compôs músicas memoráveis e alcançou o mais alto nível de performance no palco”, revelou Nelson George. “O álbum, e os curtas que inspiraram, criaram um novo modelo da música e imagem. Foi um privilégio explorar este álbum extraordinário e revisitar sua magia.”

‘Entergalactic’: nova animação apresenta a história de dois jovens negros tentando encontrar o amor

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Entergalactic. Foto: Netflix.

‘Entergalactic’, a nova minissérie animada da plataforma Netflix está conquistando o público com um enredo cativante sobre o amor de dois jovens artistas negros. Criada pelo rapper Kid Cudi e pelo produtor executivo Kenya Barris, a obra estreou na última sexta-feira (30).

De acordo com a sinopse, ‘Entergalactic’ é uma animação original e imersiva sobre um jovem chamado Jabari (dublado por Mescudi na versão em inglês) que tenta equilibrar o sucesso e a vida amorosa. A fama aproxima Jabari do amor quando ele se muda para um apartamento dos sonhos e conhece a nova vizinha, a fotógrafa Meadow (dublada por Jessica Williams na versão em inglês).

Entergalactic (L to R) Jessica Williams as Meadow and Scott Mescudi as Jabari in Entergalactic. Cr. COURTESY OF NETFLIX © 2022

Além de Mescudi e Williams, ‘Entergalatic’ tem um elenco de peso, com Ty Dolla $ign, Laura Harrier, Vanessa Hudgens, Jaden Smith, Teyana Taylor e mais.

A animação serve como acompanhamento visual para o álbum de mesmo nome de Kid Cudi. Um dos diretores do projeto é Fletcher Moules, que citou os álbuns visuais ‘Lemonade’, de Beyoncé e ‘Purple Rain’, de Albert Magnoli, como principais influências na produção de ‘Entergalactic’.

“Esses projetos foram grandes pontos de partida para a Entergalactic”, revelou Moules em entrevista ao site Polygon. “Muitas vezes, em lançamentos de álbuns visuais, você tem a narrativa acompanhando a música. E então estávamos todos muito envolvidos no início de fazer Entergalactic algo onde obviamente era um álbum musical, mas a narrativa e os personagens eram tão fortes quanto qualquer outro show. Analisamos outros lançamentos visuais musicais, mas usamos a televisão como formato para realmente deixar a narrativa conduzir o projeto como um todo.”

“Gravei com a certeza de que queria fazer um grande trabalho”, conta Lucas Leto sobre teste para Pantanal

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Foto: Márcio Farias

No ar em “Pantanal”, Lucas Leto vive o personagem Marcelo, filho do vilão Tenório. Na reta final do folhetim, Leto atuou em seu primeiro papel mais maduro na TV depois de interpretar o adolescente Waguinho de “Bom Sucesso”. Durante sua participação no programa Encontro, na manhã da última terça-feira (4), Lucas Leto contou que terminou as gravações de suas cenas na novela há uma semana e revelou que seu personagem terá um final feliz no remake.  

Nascido em Salvador, o ator de 23 anos acumula 10 anos de estudos e trabalhos, e tomou gosto pelas artes graças à avó. Para viver o par romântico de Guta (Julia Dalavia) e o mais jovem peão do Pantanal, Leto aprendeu a montar cavalo, estudou Zootecnia e se jogou no Centro-Oeste brasileiro por um mês e meio. O resultado foi o reconhecimento e as novas oportunidades para o ator. Em paralelo, Lucas Leto está na comédia da Netflix, “Vizinhos”, ao lado de Leandro Hassum e em 2023 poderá ser visto também no filme musical “Um ano inesquecível – Outono”, uma produção da Amazon Prime com direção de Lázaro Ramos.

Trabalhar com Lázaro, aliás, é um verdadeiro presente para Leto, que o tem como referência desde os tempos em que integrava o Bando de Teatro Olodum, grupo que fez o sucesso “Ó paí ó”. “Esse filme era um dos meus favoritos, vivia repetindo todas as falas em casa”, revela Lucas. Mas não foi tarefa fácil entrar para o Bando de Teatro Olodum. O ator inscreveu-se numa audição para a oficina do grupo, disputou com 300 artistas e ficou entre os 20 selecionados. Depois da oficina, ficou cinco anos no grupo, com o qual viajou pelo Brasil com espetáculos premiados e teatros lotados.

Ainda em Salvador, Lucas Leto começou a pegar mais intimidade com a câmera, foi protagonista de uma série para a TV Cultura e criou um canal no YouTube com os amigos porque sentia vontade de dirigir seus próprios projetos. “Aí entrei de vez no mundo do audiovisual. Graças ao canal, fui convidado a fazer um personagem youtuber dentro de um projeto da Turma da Mônica e tive de me mudar para São Paulo”, lembra o ator que, na época, fez seu primeiro teste para a TV. Em seguida, foi para o Rio de Janeiro para fazer o musical “Dona Ivone Lara” e, no fim da temporada, recebeu o resultado do teste: havia ganhado o papel de Waguinho na novela “Bom Sucesso”. A novela terminou em 2020, pouco antes da pandemia. E as oportunidades de trabalho sumiram.

No ano seguinte, com a volta de gravações, a carreira ganhou novo impulso com a gravação de “Vizinhos” e, claro, o convite para fazer um teste para o atual sucesso das 21h. “Gravei a selftape com sangue nos olhos e com a certeza de que eu queria fazer um grande trabalho. Minha mãe não sabia do teste, mas sonhou que eu receberia uma boa notícia e não deu outra! Fui aprovado para a novela e, ao mesmo tempo, aprovado para ser protagonista do filme musical de Lázaro. Nesse filme eu canto, danço e atuo, tudo o que eu aprendi no Bando de Teatro Olodum, e ainda fui dirigido por Lázaro, que eu sempre admirei. Já vi algumas cenas do filme e estou ansioso para todo mundo assistir. É uma das melhores coisas que eu já ousei fazer”, empolga-se Leto.

O ator está colhendo os frutos do sucesso de Marcelo e deve sentir falta das rodas de viola com os colegas de elenco. “De ‘Pantanal’, trago as amizades que fiz e até o hábito de conversar com os bichos. Lá, eu conversava com os cavalos. Até com os jacarés eu trocava uma ideia! A conexão com o animal é uma coisa que eu não quero perder”, finaliza o Lucas Leto.

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