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Mike Tyson relembra período em que foi preso no Brasil e se declara: “o país de Deus, tudo lá é bonito”

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Mike Tyson, 56, relembrou seu momento no Brasil e falou um pouco sonbre a experiência que passou no país.
a ocasião, Tyson se envolveu em uma confusão e acabou preso. No making of de uma campanha publicitária, o ex-campeão mundial dos pesos-pesados de boxe relembrou o episódio.

Acontece que, em 2005, quando ocorreu o fato, Tyson estava em uma casa noturna e foi filmado por um cinegrafista. O ex-lutador não gostou da situação e foi tirar satisfação. O norte-americano agrediu o repórter com uma câmera e acabou preso.

“Fui para o Brasil uma vez e fui preso por causa de um repórter. Mesmo preso, estava me divertindo na prisão”, relembrou o ex-pugilista.

Ainda sobre o país, ele completou:

“Estive em vários pontos do mundo, conheci vários lugares, mas nunca vi um lugar onde as pessoas sejam mais felizes. Todo mundo sorrindo, bebendo, abraçando e beijando. Não tem caretas ou outras caras. Todo mundo simplesmente feliz nessa vida. O Brasil é simplesmente o País de Deus. E tem que ser, pois tudo lá é bonito! Os cachorros são bonitos, todo mundo é bonito. Os gatos, as praias, a areia e tudo”, disse Tyson.

Gol de Richarlison é eleito o mais bonito na Copa do Mundo no Catar

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Foto: Nelson Almeida/AFP

O gol de Richarlison contra a Sérvia, na estreia da seleção brasileira na Copa do Mundo no Catar, foi eleito o mais bonito do torneio, em votação popular organizada pela Fifa. O anúncio foi feito nos perfis das redes sociais da Copa nesta sexta-feira (23)

De dez gols na disputa, dois eram do “Pombo”, que levou a melhor ganhando do colega Neymar, camisa 10, do francês Kylian Mbappé, artilheiro da Copa e do campeão mundial argentino Enzo Fernández. 

O gol de estreia foi em uma bela jogada com Vinicius Junior, em que Richarlison domina a bola dentro da área e acerta o chute de voleio. Logo, a seleção brasileira assegurou a vitória por 2 a 0. 

O outro gol do “Pombo” que estava em disputa, foi em uma triangulação diante da defesa da Coreia do Sul, nas oitavas de final. Já o de Neymar, foi o gol na prorrogação das quartas de final, contra a Croácia. Mas que infelizmente, o Brasil acabou sendo eliminado neste jogo, ao ceder o empate e perder nos pênaltis.

Receitas práticas e fáceis: aprenda a fazer uma salada para o final de ano

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Pela chef: Aline Guedes 

Os menus de final de ano aqui no Brasil costumam quase que impreterivelmente trazer um repertório que se repete anualmente. Somos um povo que aposta no que já é habitual e que, para além disso, cria memórias por meio do alimento. Essas memórias baseiam-se em pratos que se tornam emblemáticos em cada uma de nossas famílias e que preparados nesta época do ano, nos permite ativar as lembranças nostálgicas da infância que tivemos ou de pessoas com as quais tivemos convívio.

No Brasil, no entanto, há algo me chama a atenção para tal repertório culinário: muitas de nossas mães pretas em seu passado de lutas como trabalhadoras domésticas, aprenderam a cozinhar nestes espaços de trabalho e isso, por consequência, acabou por gerar nelas conhecimentos que a serem transmitidos, mas que não se relacionavam diretamente com sua própria família ou aos que vieram antes delas, os nossos ancestrais. Em minha própria vivência, presenciei essa relação que se desenvolveu em minha família com produções culinárias que não refletiam minha própria existência como mulher negra. Minha mãe foi uma destas pequenas mulheres que desde muito jovem assumiu a responsabilidade financeira de sua casa e que aprendeu a cozinhar o que se comia nas casas em que trabalhou. Nas minhas referências de receitas que costumávamos fazer quando ainda pequena nas festas de final de ano, o bolo de nozes com ovos moles sempre foi o mais desejado e que se tornou meu favorito. 

Quando uma pessoa preta no nosso país conquista a consciência racial, também celebra uma liberdade de ser. Hoje, sobremesas coloniais já não são os mais apreciados em minha casa ou nas dos meus. Hoje temos nos conectado com quem somos e com os que vieram antes de nós.

Nossas ceias podem ser fartas, robustas e deliciosas, sem que sejam o reflexo dos que nos colonizaram ou que fomentaram o comércio dos nossos ancestrais quando escravizados. Nossas ceias podem ter ingredientes nossos, tipicamente brasileiros e/ou afrodiaspóricos. Pensando nisso e na liberdade que atualmente temos conquistado em ser quem somos, também por meio da comida, sugiro aqui para vocês uma ceia que ao menos em um dos itens que compõe a mesa tradicional brasileira, possa contemplar nossas raízes. Para as saladas, por exemplo, buscar ingredientes sazonais, da época, já contribuem por um valor mais acessível e um frescor maior. Além disso, para os clássicos como salpicão e saladas a base de molho maionese, pensar em substituições com ingredientes semelhantes, já dá um toque de criatividade à mesa, além de ampliar a gama de possibilidades de pratos que representem quem os produz. 

Ao invés da tradicional batata inglesa, por exemplo, já pensou em usar batata doce ou até inhame na construção da famosa salada de batatas com ovos? Ou ainda substituir as uvas passas por outras diversas frutas secas, como tâmaras ou bananas? 

Pensando nessas possibilidades e substituições, deixo aqui uma receita prática, fácil e saborosa, que pode tanto ser usada na ceia natalina, quanto na virada de ano. De tão fácil, pode ser preparada em alguns minutos e com antecedência por aqueles que planejam as festas para realmente aproveitarem-se delas. 

Espero que gostem: 

CUSCOUS MARROQUINO COM FRUTAS SECAS, CASTANHAS BRASILEIRAS E COENTRO

INGREDIENTES: 

– 300g de couscous marroquino 

– 400ml de suco de laranja 

– 4 bananas passas picadas 

– 8 tâmaras picadas 

– 100g de castanha de caju

– 100g de castanha do Pará 

– 100ml de azeite de oliva extravirgem

– Suco de 1 limão cravo

– Sal a gosto 

– ½ pimenta dedo de moça picada 

– Coentro a gosto 

PREPARO: 

  1. Hidrate o couscous marroquino com o suco de laranja aquecido, colocando ambos em uma tigela coberta com filme plástico por aproximadamente 5 minutos.
  2. Pique grosseiramente as grutas secas e castanhas. Misture ao couscous já hidratado. 
  3. Tempere a mistura com azeite de oliva extravirgem, pimenta dedo de moça picada, suco de limão cravo e sal.
  4. Finalize com coentro picado grosseiramente e com um pouco mais das castanhas para decorar.
  5. Sirva levemente refrigerado. 

Haddad ainda não indicou nenhuma pessoa negra para o Ministério da Fazenda: “Me sinto ofendido”, critica Frei David

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Foto: Lucyenne Landim/O TEMPO Brasília

Fernando Haddad, futuro Ministro da Fazenda, nomeou quatro novos nomes para a equipe econômica a partir de 2023 e nenhuma delas é uma pessoa negra. 

O anúncio feito hoje no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em Brasília, gerou insatisfação à comunidade negra que apoia o futuro Ministro, incluindo o Frei David, fundador e diretor-geral da Educafro que se diz muito decepcionado. 

“Haddad é de nossa extrema confiança e nós prevíamos que ele ia ser bastante comprometido conosco e que não ia parar em 30% de negros nos cargos de alta patente do Ministério dele. Que ele iria imitar o Flavio Dino [futuro Ministro da Justiça], e botar 50% de negros em cargos importantes. No entanto, até agora, o Ministro Haddad não indicou um negro sequer. Me sinto ofendido, envergonhado e chateado. Eu não aceito que o Ministro Haddad, que é de nossa extrema confiança, faça isso conosco”, critica Frei David.

Até o momento foram nomeados: Marcos Barbosa Pinto para Reformas Econômicas; Rogério Ceron para Tesouro Nacional; Guilherme Mello na Política Econômica; Robinson Barreirinhas para Receita Federal; Gabriel Galípolo como secretário-executivo do Ministério da Fazenda; Bernard Appy como secretário especial para a Reforma Tributária e Anelize de Almeida como chefe da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional.

Frei David, fundador e diretor-geral da Educafro (Foto: Divulgação)

Frei David também criticou o Aloizio Mercadante, futuro presidente do BNDES (Banco Nacional do Desenvolvimento). “Ele tem consciência que no primeiro escalão do BNDES existem mais de 200 vagas cujo salário mensal é mais de R$100 mil. E até agora, o Mercadante, não indicou um único negro sequer. Me sinto ofendido. Ficamos três noites produzindo aquele artigo que o Estadão divulgou para tentar ajudar o governo do PT a fazer bem feito esse trabalho de composição dos Ministérios do primeiro e segundo escalão”. 

Incomodado com a falta de negros em cargos importantes, Frei David diz que conversará pessoalmente com Haddad e Mercadante. “Não queremos mais estar no curral do Ministério da Igualdade Racial, queremos estar em todos os Ministérios”, afirma.

Entretanto, Frei está satisfeito com o trabalho de Flávio Dino. “Nos dez cargos mais importantes do Ministério, cinco são afro-brasileiras”. Entre elas: a advogada Tamires Sampaio, que coordenará o Programa Nacional de Segurança Pública com Cidadania e a professora Sheila de Carvalho que presidirá o Comitê Nacional para os Refugiados.

Insatisfeito com o Ministério da Igualdade Racial, Frei David também acha que Anielle Franco foi punida em assumir o cargo do Ministra. “Eu queria a nossa irmã na CODEFAT [Portal do Fundo de Amparo ao Trabalhador], cujo orçamento para 2023 é de R$116 bilhões. Porque a verba prevista para o Ministério da Igualdade Racial, Mulher e Direitos Humanos é de R$ 947 milhões. Então, eu acho que a Anielle foi punida, pegando um lugar sem expressão”.

“Nós não estamos preocupados em ter negro A, B, C, D do Ministério da Igualdade Racial, estamos preocupados se cada ministro vai colocar 30% de negros nos cargos de livre iniciativa, escolha, de confiança. Ou eles não confiam em nós?”, questiona para os futuros Ministros.

“Regra 34”: Filme brasileiro com Sol Miranda e Babu Santana, estreia em janeiro de 2023 nos cinemas; veja o trailer

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Foto: Amina Nogueira

O premiado filme brasileiro “Regra 34” será lançado no dia 19 de janeiro nos cinemas brasileiros e divulgou o primeiro trailer. A atriz protagonista Sol Miranda tem sido um sucesso nos festivais internacionais de cinema e já levou o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cinema Iberoamericano Huelva Espanha e o prêmio de Melhor Interpretação no Festival Mix Brasil.

No elenco também tem outros grandes nomes como: Babu Santana, Mc Carol, Dani Ornellas e Yakini Kalid. O longa está percorrendo em mais de 30 festivais internacionais.

“Regra 34” conta a história de Simone (Sol Miranda), uma jovem negra que acabou de ser aprovada na defensoria pública e pagou os estudos fazendo performance on-line de sexo como camgirl. Ela defende mulheres em casos de abuso. No entanto, seus próprios interesses sexuais a levam a um mundo de violência e erotismo.

Cena do filme Regra 34 (Foto: Amina Nogueira)

A atriz explica como ela foi selecionada para o papel da protagonista Simone. “Quando me conheceu, Julia [Murat, diretora] me disse que havia algo inacessível em mim, algo que mesmo escondido aparecia. Algo que a lembrava Simone. Julia não me escolheu porque eu sou negra. Mas porque reconhecia traços de Simone em mim. Mas isso só foi possível porque Gabriel Bortolini [diretor assistente], um homem negro, a fez refletir sobre Simone poder ser negra. Apesar do medo de ter uma atriz negra em um filme sobre sexualidade, eles toparam o risco. Isso é oportunidade. É o tipo de oportunidade que precisamos construir”, ressalta.

O diretor assistente e responsável pelo casting, Gabriel Bortolini, acrescenta: “Falar do direito individual num momento tão polarizado como o atual é um desafio. Diversidade vai além de ter equipes mistas, é preciso ter novos corpos na tela com pretos ocupando todas as narrativas e não só as que os brancos acham que nos cabem. No processo de casting, foi importante apresentar novos olhares para um contar tão específico. Existe muita resistência do mercado em debater diversidade, um receio de se falar para um nicho ou com uma bandeira. Precisamos naturalizar nossos corpos nas telas, novas narrativas, falar de quem somos e como queremos ser. O Brasil é um país diverso e não tem como fazer cinema de verdade de outra forma”.

Veja o trailer:

  

Fayda Belo diz que Silvio Almeida ficaria melhor no Ministério da Justiça: “ele tem uma bagagem jurídica enorme”

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Foto: Reprodução / Instagram / Divulgação.

A advogada criminalista Fayda Belo utilizou sua conta no Instagram, nesta tarde de quinta-feira (22), para comentar as nomeações negras dos ministérios do governo Lula. De acordo com a profissional, ela se mantém reticente ao observar a falta de pessoas negras em outros ministérios. “Estou muito feliz que teremos Ministério de Igualdade Racial e tantas pastas importantes, mas fico um pouco reticente em ver pessoas pretas apenas em Direitos Humanos e Igualdade Racial”, disse ela.

Fayda utilizou Silvio Almeida, como exemplo. Ele foi nomeado como o futuro ministro dos Direitos Humanos. “O cara é gigante. Tem uma bagagem jurídica enorme. É precursor nos estudos de racismo estrutural. Pra mim, ele poderia ficar melhor no Ministério da Justiça”, continuou a advogada. “Já que a gente sabe que o racismo no Brasil avança porque o sistema de Justiça colabora. Nada contra Flavio Dino, mas pra mim, ali, ele [Silvio] seria melhor”.

Além de Silvio Almeida, Anielle Franco também foi anunciada como Ministra da Igualdade Racial. “Então, assim, queria ver pessoas pretas no Ministério da Economia, do Trabalho, da Educação, porque a gente sabe e faz muita coisa além de direitos humanos e igualdade racial“, pontuou Fayda.

Jogadores franceses sofrem ataques racistas e Lewis Hamilton se manifesta: “Enojado, mas não surpreso”

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Foto: FIFA / Reprodução.

A Copa do Mundo de Futebol pode ter acabado, mas os ataques racistas direcionados aos jogadores da seleção da França continuam. Dessa vez, os atletas Aurélien Tchouaméni,22, e Randal Kolo Muani, 24, que erraram os pênaltis na final do jogo contra a Argentina, precisaram bloquear os comentários de suas redes sociais, devido aos insultos em massa que estão recebendo desde o último dia 18 de dezembro.

O piloto de fórmula 1 Lewis Hamilton, 37, se pronunciou sobre o caso e prestou solidariedade aos colegas atletas. “Estou enojado, mas não surpreso. Tchouameni e Kolo Muani deixaram tudo em campo. Ele são heróis para muitas pessoas e merecem respeito”, escreveu o piloto nas redes sociais, através do Instagam stories.

O caso não é isolado, astro da seleção francesa, Kylian Mbappé, 24, também sofreu ataques racistas após a final com a Argentina. Durante a partida, a frase “Mbappé negro” entrou nos assuntos mais comentados do Twitter mundial devido a diversos xingamentos de torcedores argentinos. Além dele, a modelo transexual Ines Rau, apontada como namorada do atacante francês, também sofreu diversos ataques transfóbicos.

Presidente do bloco Olodum é o novo presidente da Fundação Palmares

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Foto: Reprodução/Instagram

Muitas novidades anunciadas em Brasília nesta quinta-feira (22)! Além do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT), anunciar 16 novos ministros para 2023, foi a vez da Margareth Menezes, como futura Ministra da Cultura anunciar o novo presidente da Fundação Cultural Palmares: João Jorge, o presidente do bloco Olodum

“Anuncio João Jorge, presidente do bloco Olodum, para a presidência da Fundação Palmares. Ele vai resgatar a fundação que foi depredada fisicamente e internamente no último governo”, disse a futura Ministra.

A cantora e produtora cultural apresentou o nome de João Jorge em entrevista a jornalistas, depois de muitas polêmicas e sucateamento do órgão durante a gestão de Sérgio Camargo, que acabou em março deste ano.

João Jorge é advogado, mestre em Direito Público pela UnB (Universidade de Brasília) e autor do livro “Olodum Estrada da paixão“, publicado em 1996.

Filiado ao PSB, o presidente do bloco Olodum e tem ampla história em campanhas nacionais e internacionais de defesa e promoção povo negro brasileiro e de combate ao racismo.

Com informações do Metrópoles*

“Em nome da memória da minha irmã”: Anielle Franco se pronuncia após ser anunciada como ministra da Igualdade Racial

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Foto: Bleia Campos.

Jornalista, escritora, educadora e ativista dos direitos das mulheres e dos negros, Anielle Franco foi anunciada como ministra da Igualdade Racial pelo presidente eleito Luís Inácio nesta quinta-feira (22). Anielle é irmã de Marielle Franco, ex-vereadora do Rio de Janeiro assassinada em 14 de março de 2018, e falou sobre a memória da política após assumir o cargo.

“Em nome da memória da minha irmã e das mais de 115 milhões de pessoas negras no Brasil, que são maioria da população e que precisam de um governo que se preocupe com os seus direitos de bem viver, de oportunidades, com segurança, comida, educação, emprego, cultura, dignidade. Encaro com orgulho e responsabilidade a missão de estar na Seppir em 2023, órgão que foi pleiteado e conquistado pelo movimento negro anos atrás e construído pela gestão do presidente Lula.”

Anielle é bacharel em Jornalismo e em Inglês pela Universidade Central da Carolina do Norte, bacharel-licenciada em Inglês/Literaturas pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), mestra em Jornalismo e em Inglês pela Universidade da Flórida A&M e doutoranda em linguística aplicada na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

“Não será um ministério isolado. Vamos trabalhar com todos os ministérios para recuperar o retrocesso que foi feito nos últimos anos e para avançar de uma forma urgente, necessária e inédita na garantia de direitos e dignidades para o nosso povo e construir o Brasil do futuro.” Disse ela no twitter.

Anielle Franco e Silvio Almeida são anunciados como Ministros do governo Lula

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Foto: Alice Vergueiro e Divulgação

Nesta manhã de quinta-feira (22), o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva, 77, confirmou rumores e anunciou Silvio Almeida, 46, Ministro dos Direitos Humanos e Anielle Franco, 37, como Ministra da Igualdade Racial. Eles assumirão a pasta a partir de janeiro de 2023.

Foram anunciados 16 novos ministros nesta manhã, incluindo também o indígena Wellington Dias na pasta de Desenvolvimento Social e a atual vice-governadora de Pernambuco, Luciana Santos (PCdoB). Ela será a primeira mulher a assumir o cargo como ministra de Ciência, Tecnologia e Inovação. Marina Silva está sendo cotada para assumir o Ministério do Meio Ambiente, mas não houve a divulgação oficial.

Ontem, o Estadão deu a notícia de que a ativista, irmã de Marielle Franco, viajou a Brasília nesta quarta-feira (21) para se encontrar com o Lula. Anielle fez parte do governo de transição de Lula no grupo temático que tratou de políticas para mulheres.

Sobre a nomeação de Silvio Almeida, segundo interlocutores de Lula, houve uma resistência por parte do Partido dos Trabalhadores, que afirmaram não querer o Silvio Almeida, por um nome “mais político” para assumir o Ministério dos Direitos Humanos.

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