O mercado dos streams e plataformas de música parece que não é tão lucrativo para os artistas. Em nova entrevista para o podcast ‘Business Untitled’, Snoop Dogg revelou que conquistou mais de 1 bilhão de streams no Spotify ao longo de 2023, mas que esse valor lhe rendeu apenas U$ 45 mil, um número muito inferior se fosse gerado a partir de vendas unitárias e downloads pagos.
Foto: Kevin C. Cox / Getty Images.
“Acabaram de me enviar algumas coisas do Spotify, onde consegui um bilhão de streams. Isso não me rendeu nem U$ 45 mil. É o que eu digo, cada vez que você vende alguma coisa, se alguém a vender, você ganha 10% dele, não rende nada”, exemplificou o artista, que atualmente possui mais de 30 milhões de ouvintes mensais. De acordo com um relatório da empresa Loud & Loud, estima-se que cada reprodução do Spotify, gere cerca de US$ 0,0035 por stream.
Vale citar que o dinheiro gerado com os streams não vai inteiramente para o artista, pois há outras partes a serem consideradas, como gravadoras, empresários e compositores creditados, bem como o próprio Spotify recebendo uma parte. Gerando muito mais lucro com shows e turnês, durante a entrevista, Snoop revelou que precisou diversificar sua carteira de ganhos. O artista contou ainda que passou a vender a imagem dele para empresas que estavam trabalhando com NFT.
“Darryl George, 18 anos, aluno da Barbers Hill High School em Mont Belvieu, estava na aula na terça-feira (5) quando foi informado de que violou a política do código de vestimenta da escola por não cortar o cabelo e foi novamente encaminhado para suspensão na escola”, disse a Dra. Matthews, porta-voz da família George, à People.
A revista teve acesso a cópia do aviso de suspensão escolar por 13 dias: “O cabelo de Darryl não combina com o código de vestimenta da BH quando solto. Se Darryl corrigir a violação do código de vestimenta, ele poderá retornar às aulas normais”.
Darryl e mãe Darresha (Foto: Michael Wyke/Associated Press)
Em entrevista à Associated Press, Darresha George, a mãe de Darryl, disse que a família agora está “apenas tentando encarar isso dia após dia”. “Isso é tudo que podemos fazer. Não vemos a luz no fim do túnel. Mas não vamos desistir”, completou.
“Vamos tomar medidas para que a Lei CROWN seja declarada inconstitucional devido à manipulação de palavreado pela escola”, disse a advogada da família, Allie Booker. A legislação no Estado do Texas proíbe a discriminação natural do cabelo no trabalho e nas escolas e nas políticas habitacionais.
No processo aberto contra o governador do Texas, Greg Abbott, e o procurador-geral Ken Paxton, a Brooker alegou que o adolescente “deveria ter permissão para usar o cabelo da maneira como o usa… porque a chamada política de higiene neutra não tem associação estreita com aprendizagem ou segurança e, quando aplicado, impacta desproporcionalmente os homens negros”.
Relembre o caso
Em agosto, a discriminação racial com base em estilo de cabelo voltou à tona no Estado do Texas, após Darryl ter sido expulso por usar dreadlocks distorcidos, considerado uma violação do código de vestimenta na aparência do distrito escolar. Em setembro, em foi suspenso novamente pelo mesmo motivo. Os funcionários da escola afirmaram que o cabelo de George ultrapassava as sobrancelhas e os lóbulos das orelhas.
Naquele mês, a família do adolescente entrou com uma ação federal de direitos civis contra o governador do Texas, Greg Abbott, e o procurador-geral Ken Paxton.
Refletir sobre o legado, o presente e o futuro da população afro-brasileira deveria ser o ponto de partida para uma ação antirracista. Mas será que os discursos de equidade racial, tão frequentes nas cartilhas de ESG das empresas, estão orientando as práticas do dia a dia?
Um recente estudo do Insper revelou que trabalhadores negros com nível de escolaridade semelhante ao dos brancos ganham, em média, 13% menos. Os dados são de 2021, mas essa condição persiste há 40 anos: em 1982, quando a série teve início, o percentual era de 13,6%.
As diferenças são ainda mais profundas quando se trata de gênero. Segundo a Fundação Getúlio Vargas, no primeiro trimestre de 2023, a remuneração média das mulheres negras correspondia a 48% dos ganhos dos homens brancos e a 62% das mulheres brancas.
Mais que um convite para refletir, é importante propor às empresas um chamado para a ação. Não podemos deixar que o compromisso com a redução das desigualdades, que afeta principalmente a população negra, permaneça apenas no papel. O antirracismo precisa ganhar o status de pilar fundamental na cultura e estratégia corporativa. Não se trata de uma opção, mas sim de uma responsabilidade coletiva.
Promover e incentivar um espaço de aquilombamento é opção acolhedora que fortalece as relações institucionais. O Coletivo Pretas B, proporciona segurança e voz para as discussões sobre a experiência da mulher negra no ambiente corporativo, colabora no sentido de mapear e conectar mulheres pretas e pardas, servindo como fonte inestimável de oportunidades e crescimento profissional. Outra ação que reflete o compromisso com a agenda negra é promover parcerias. O Sistema B Brasil vem construindo uma forte relação como o Pacto de Promoção da Equidade Racial. Por meio do Protocolo ESG Racial, as empresas são convidadas a priorizar ações de inclusão, investindo em profissionais negros.
O movimento por uma economia com mais equidade não termina aí. Entendemos como fundamental não apenas a equiparação de salários e cargos nos seus ambientes internos, mas também a adoção de medidas reparadoras nas comunidades onde esses profissionais estão inseridos.
O tema da vez, justiça climática, tem levantado o debate sobre como o aquecimento global afeta as periferias. Secas, enchentes, deslizamentos e outros desastres naturais atingem muito mais pessoas negras, quilombolas, indígenas e ribeirinhas, comunidades marginalizadas historicamente.
No combate ao racismo ambiental, também é fundamental incentivar o consumo de produtos de empreendedores negros e da periferia, contribuindo com a narrativa do “blackmoney” para conscientizar o consumidor sobre seu papel ativo na reparação de um sistema injusto. Comprar de negócios negros é mais que uma transação, é um ato de resistência, respeito e reconhecimento.
É possível colocar a pauta antirracista para além do discurso. Investir em boas práticas voltadas para a equidade racial deve se tornar um ativo indispensável no mundo corporativo. A visão que queremos encontrar nas lideranças das empresas deve estar comprometida com um Brasil onde a cor da pele não determina o destino de uma pessoa ou afeta cada passo que ela dá na direção dos seus sonhos.
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*Priscilla Arantes é gerente de comunicação do Sistema B Brasil, e articuladora do Coletivo Pretas B, um projeto que apoia mulheres negras na rede do Sistema B Brasil por meio de mapeamento, mentoria, consultoria e capacitação, e fundadora do Instituto Afroella.
Com Donald Glover e Maya Erskine no papel do casal de agentes secretos, a série “Sr. e Sra. Smith” acaba de ganhar seu primeiro trailer. Após quase duas décadas desde o lançamento do filme “Sr. e Sra. Smith”, estrelado por Brad Pitt e Angelina Jolie, a nova produção tem data de estreia prevista para o dia 2 de fevereiro no Prime Video.
Gives a new meaning to cuffing season. Mr. & Mrs. Smith debuts February 2nd, exclusively on Prime Video. pic.twitter.com/z7xfICcjB0
Com uma proposta que mistura elementos do sucesso original com reviravoltas inéditas, a produção promete conquistar os fãs da trama de espionagem e romance. Na série, Glover e Erskine interpretam personagens solitários que, de forma inusitada, se veem envolvidos em um intricado esquema de espionagem. Para dar continuidade à missão, eles precisarão trabalhar em conjunto, adotando a fachada de um casal, o que desencadeará uma série de situações tanto cômicas quanto de alta tensão.
O enredo desta vez se distancia do filme original ao explorar a jornada desses dois protagonistas, inserindo novas dinâmicas e desafios em sua trajetória como espiões disfarçados. A proposta de um par convidado em meio às missões secretas, combinada ao talento e carisma de Glover e Erskine, promete uma nova abordagem para a história.
Um dos destaques da série que chamou a atenção do público foi a participação do ator brasileiro Wagner Moura, que pode ser visto em um pequeno trecho do trailer.
“Encontro de Orixás. Vem coisa boa por aí”, escreveu a primeira-dama Janja Silva nas redes sociais, na legenda da foto com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e os cantores Chico Buarque, Caetano Veloso e Maria Bethania, nesta quinta-feira (7). Porém, isso gerou um descontentamento entre muitos seguidores.
“Que Orixás Janjinha? Como assim!!!???”, questiona a escritora Winnie Bueno. Na tentativa de outros seguidores em defender a primeira-dama, a ativista rebate: “Gente, eu tenho 25 anos de Orixá. Eu sou iyalorixá. E não, essas PESSOAS não são orixás. Caetano inclusive sempre teve medo de bolar. São pessoas incríveis, ícones, etc… orixás já é um pouco demais”.
Já o babalorixá e escritor Rodney William, presta o seu apoio à Janja nos comentários. “Amei a legenda! Oportuna, digna e absolutamente verdadeira”, diz.
Além das críticas construtivas sobre a questão da raça, a publicação também atraiu diversos racistas religiosos. “Com certeza muita coisa boa. Vários encantos e feitiços para levar o Brasil cada vez mais para o buraco”, disse o seguidor com discurso de ódio e fake news.
Os influenciadores digitais feitos a partir da inteligência artificial (IA) generativa estão em destaque na internet, como é o caso do CRI.A, um influenciador, criado pela Digital Favela, feito com o objetivo de fornecer às audiências das comunidades e periferias informações úteis e dicas sobre ferramentas que podem facilitar suas atividades profissionais, contribuindo para a geração de renda adicional.
“A inteligência artificial está envolvida desde a criação do personagem até a concepção dos cenários e animações”, afirma o desenvolvedor responsável Felipe Fernandes, que criou o CRI.A em parceria com seu irmão Henrique Fernandes. “Embora tenhamos a capacidade de realizar o projeto inteiramente por meio da inteligência artificial, decidimos reservar uma pequena parte para acrescentar nossa singularidade.”
Ao longo de diversos vídeos, o influenciador ensina a gerar renda extra utilizando a tecnologia. “Queremos torná-lo uma figura proeminente no mercado, reconhecida por sua habilidade em unir residentes de comunidades periféricas e marcas – gerando um valor significativo para a vida dessas pessoas”, diz Henrique para a Fast Company Brasil.
Em um dos vídeos, o CRI.A ensina a criar um chatbot que pode ser utilizado em diversos negócios. “Melhorar o atendimento ao cliente é essencial para os negócios. Vou te ensinar como criar um chatbot inteligente que pode responder perguntas e interagir com os clientes“, diz o influenciador. “Prepare-se para uma nova era no atendimento”.
O rapper e empresário 50 Cent vai lançar um documentário sobre as acusações de agressão sexual de Diddy que vieram a público ao longo das últimas semanas. Os lucros do projeto, ainda sem título e data oficial, irão para vítimas de violência sexual. A G-Unit Film & Television produzirá o documentário.
🚨 G-Unit Film & Television proceeds from this Documentary will go to victims of Sexual Assault and Rape ! pic.twitter.com/nNqdFKHACp
50 Cent compartilhou algumas imagens do documentário com relatos do ex-rapper Mark Curry. Ele aparece descrevendo detalhes sobre as perigosas festas organizadas por Diddy, lembrando especificamente como o rapper colocava garrafas de champanhe em suas festas para as mulheres beberem. Curry disse ainda que as mulheres não sabiam que estavam sendo drogadas nessas festas.
Essa foi a quarta mulher a acusar Diddy de agressão sexual ao longo das últimas três semanas. A nova denúncia de 14 páginas alega que a adolescente foi alimentada com uma grande quantidade de intoxicantes enquanto Diddy, Pierre e o terceiro homem batiam nela “incessantemente” e apalpavam seu corpo. O arquivo do processo, obtido pela Rolling Stone, apresenta várias fotos supostamente tiradas dentro do estúdio, local onde ocorreu a ação, incluindo uma imagem onde a adolescente está sentado no colo do rapper.
O ator Michael B. Jordan sofreu um acidente de carro neste último final de semana em Hollywood, nos Estados Unidos. As informações foram publicadas pelo site TMZ nesta última quarta-feira. De acordo com a publicação, as autoridades locais afirmam que o artista não parecia embriagado e não encontraram sinais de alteração. Nenhuma análise de sobriedade do ator no momento da colisão foi realizada.
Ferrari de Michael B. Jordan após acidente. Foto: TMZ.
B. Jordan destruiu sua Ferrari após bater em outro veículo que estava estacionado. Sem ferimentos ou vítimas, o ator informou que não sabe explicar o que aconteceu. Nesta quinta-feira (7), fontes ligadas ao site People relataram que o artista está ‘totalmente bem’. Além disso, ninguém foi preso relacionado à colisão.
Na última quarta-feira (6), Michael B. Jordan também foi visto trabalhando numa sessão de perguntas e respostas sobre o filme ‘Creed III’. Vale destacar que o astro possuía a Ferrari que foi destruída desde 2021. Ele atua como garoto propagada da marca e evitou falar sobre o assunto.
Um vendedor ambulante de balas chamado Matheus Almeida foi agredido após ser confundido com um suposto ladrão, na última quarta-feira (6), no bairro de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro. O caso aconteceu um dia depois que vídeos de homens que se denominam ‘justiceiros’ afirmando que iriam revidar com violência à onda de assaltos na região serem compartilhados na internet.
A agressão ocorreu em um restaurante de Copacabana, onde Matheus fazia a venda de balas para um cliente no local quando o garçom do estabelecimento o atacou com socos sem qualquer justificativa.
“Sou pai de família, trabalho honestamente. Sou trabalhador, todo mundo sabe. Olha como eu me visto, não sou mendigo, não sou crakudo. Eu saí lá de Santa Cruz, tenho uma filha, uma esposa e preciso levar alimentação para casa. Não preciso roubar nada de ninguém. Meu negócio é trabalhar”, desabafou Matheus em entrevista para o RJTV.
Nos últimos dias, uma onda de crimes assombrou Copacabana, após uma série de assaltos e agressões na região. Câmeras de segurança registraram ataques a mulheres e a agressão a um homem que ficou desacordado após o ataque.
Essa escalada de violência recente despertou o ressurgimento de grupos autointitulados “justiceiros” na localidade, uma prática já observada em 2015. Esses grupos usam as redes sociais para se organizar e praticar justiça com as próprias mãos, o que é crime, conforme o artigo 345 do Código Penal Brasileiro.
Nos vídeos dos chamados ‘justiceiros’ que circulam na internet, os membros de um grupo tentam ocultar seus rostos enquanto gritam que “na zona sul só há playboy”. Em outra filmagem, um jovem negro é mostrado ensanguentado.
“Eu vou partir assim [com soco-inglês], quebrar osso da cara. Deixar eles [sic] pior do que eles deixaram a coroa”, declarou um membro de um grupo identificado como União dos Crias.
Em resposta a esses acontecimentos, a Polícia Civil anunciou ter ciência da situação e afirmou estar em diligência para identificar os envolvidos e esclarecer os fatos. Delegados das 12ªDP (Copacabana) e 13ªDP (Ipanema) estão empenhados nas investigações, analisando vídeos das redes sociais para identificar os suspeitos. O secretário de Segurança do Rio de Janeiro, Victor Santos, comparou a atuação dos ‘justiceiros’ às milícias e grupos de extermínio, reforçando a ilegalidade dessa prática.
Pele alva x Pele Alvo
Em um artigo publicado no Mundo Negro na última quarta-feira (6), o colunista Mauro Baracho já havia alertado sobre o risco que esses grupos de ‘justiceiros’ representam para pessoas negras, que em uma sociedade estruturalmente racistas, são vistas como um risco, como inimigos.
“O que quero dizer é que qualquer formação de instituição por membros de uma sociedade estruturalmente racista vai dar em mais reprodução de racismo. Neste caso, falamos da instituição do linchamento, do justiçamento que, alias, é ilegal. O nome disso é grupo paramilitar, ou milícia. A branquitude acrítica, aquela que negligencia o racismo, tende a se orientar por repelir e punir o diferente. Afinal, Narciso acha feio o que não é espelho. Qualquer pessoa negra, principalmente homens negros, que vá caminhar por Copacabana será entendida como uma possível suspeita.”, escreveu ele.
Mauro também afirmou que o cenário não é bom, comparando o nível de violência institucional contra o corpo negro, sobretudo homens negros no caso da polícia e a violência desses grupos paramilitares: “Parece clichê, mas, provavelmente, estamos diante de mais um caso de pele alva caçando pele alvo. O cenário não é nada bom. Se a polícia militar, que é uma das forças de segurança legalizada, comete diversos erros contra nosso povo, imagine do que serão capazes os grupos militares que agem à margem da lei.”
Essa é a primeira vez que os dois são flagrados em público com demonstração de carinho e intimidade, enquanto caminhavam e sorriam muito, usando roupas bem confortáveis.
A revista People procurou pela equipe de Jackson e Nyong’o para confirmar o romance, mas eles ainda não tiveram um retorno. No Instagram, o ator ainda mantém diversas fotos no feed com a ex-esposa.
Foto: Backgrid
No início do mês de outubro, Turner-Smith citou “diferenças irreconciliáveis” como um dos motivos do fim do casamento que durou mais de três anos. Até hoje, Jackson nunca comentou publicamente sobre o ocorrido.
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