Home Blog Page 395

Camilla de Lucas fala sobre importância de não ser exibicionista e pensar em “ostentar a aposentadoria”

0
Foto: Reprodução/Instagram

O Mundo Negro fez uma lista de Creators Negros, com nomes fortes dentro da Creators Economy. Nesse mercado milionário, 81% dos criadores de conteúdo vivem exclusivamente da sua produção, de acordo com a pesquisa Creators & Negócios, feita pela Brunch e pela Youpix, a maioria é branca. Camilla de Lucas, modelo, creator e ex-participante do BBB 21 representa a minoria negra que conseguiu fazer fortuna com a Internet.

Ao repercutir seu nome na lista do Mundo Negro, Camilla confirmou que seu faturamento anda muito bem. “Eu não abro meu faturamento, mas posso dizer que felizmente o prêmio de um campeão do bbb foi multiplicado algumas vezes por aqui através da publicidade. Dentro de 8 meses num só ano fiz ação com 96 marcas diferentes e nesse momento não tenho produzido tanto conteúdo pq consegui fazer meu pé de meia e posso ter o privilégio de escolher essa posição”, explica a modelo.

Ainda em seu texto, ela ressalta que apesar da vida boa, não dá para viver apenas do presente, mostrando as conquistas. “Outro detalhe importante é que não conversamos sobre a economia de dinheiro, e como a organização deve ser feita pra não voltarmos para a estaca zero. Vejo que assim que mudamos de vida, a vontade de ostentar carro e casa é GIGANTE. Temos a sensação de mostrar que chegamos lá! Mas é preciso ostentar aposentadoria. Eu dificilmente mostro e vivo com aparência de acordo com meus ganhos, pq prefiro poupar. “

Assim como a maioria dos creators em revistas de negócios, Camilla diz que se tornar empresária está nos seus planos. “Nesse mercado, empreender através da influência é forte entre os creators brancos. Eles abrem várias empresas. Mas esse muito em breve será meu próximo passo. Obviamente para nós a corrida é muito mais difícil por que a galera muitas vezes não consegue nem fazer publi, quem dirá abrir empresa com dinheiro da publicidade. Mas não vamos abaixar a cabeça, essas coisas devem ser combustível para virarmos o jogo”, finalizou a futura empreendedora.

Camaronês, Bonaventure Soh Bejeng Ndikung é anunciado curador da Bienal de São Paulo em 2025

0
Foto: Jana Edisonga / Fundação Bienal de São Paulo

A Bienal de São Paulo acaba de anunciar o nome do curador de sua próxima edição. O camaronês, radicado em Berlim, na Alemanha, Bonaventure Soh Bejeng Ndikung deve assinar a curadoria da 36° edição, prevista para acontecer no segundo semestre de 2025, de acordo com anúncio feito pela Fundação Bienal de São Paulo na manhã desta terça-feira, 02.

“Dizer que estou feliz por ser nomeado curador geral da Bienal de São Paulo seria pouco. Estou emocionado, honrado e grato por embarcar nessa jornada com um time de cocuradores e com a brilhante equipe da Bienal de São Paulo liderada pela presidente Andrea Pinheiro. A Bienal de São Paulo não é apenas uma das bienais mais antigas e importantes do mundo, mas, como uma das poucas bienais de entrada gratuita, ela provou ser uma bienal do povo e para o povo nos últimos 73 anos”, comentou Ndkung em nota compartilhada pela fundação Bienal. Ele deve apresentar seu projeto curatorial no segundo semestre deste ano, junto à sua equipe curatorial.

Nascido em  Yaoundé, no Camarões, Ndikung possui um trabalho extenso no universo das artes, atuando como curador da Bienal de Arte Contemporânea Africana (Senegal) e da Bienal de Veneza (Itália), onde foi cocurador do Pavilhão Finlandês em 2019 e membro do júri em 2022. Além disso, foi nomeado diretor artístico do sonsbeek20->24, nos Países Baixos.

Bonaventura Soh Bejeng Ndikung é diretor fundador do SAVVY Contemporary, um espaço de arte e plataforma cultural que foi fundado em 2009 em Berlim, que realiza exposições, discussões, eventos culturais, educacionais e encontros comunitários. A organização tem como objetivo explorar e entender as diferentes concepções e sistemas éticos entre o Ocidente e o não-Ocidente, assim como suas conquistas e desafios.

Ndikung mudou-se para Berlim, na Alemanha, em 1997, onde estudou na Technical University of Berlin (TU), fez um doutorado em biotecnologia médica pela Heinrich-Heine-Universität Düsseldorf/TU Berlin e um pós-doutorado em biofísica pela Université de Montpellier, França. Sua experiência científica está entrelaçada com seu compromisso com a arte contemporânea, e ele se destaca como um curador inovador e prolífico escritor, segundo o site da Fundação. Ele participou como convidado da sétima edição da Festa Literária das Periferias (Flup), em 2018, e em 2022, esteve na Conferência Internacional de Museus, ambos eventos realizados no Rio de Janeiro.

Novo livro revela a história de Tia Ciata, a matriarca do samba carioca

0
Foto: Reprodução

Intitulado “Tia Ciata, a grande mãe do samba”, o livro escrito por Nei Lopes e ilustrado por Rui Oliveira, acaba de ser lançado pela Editora Nova Fronteira e revela os segredos e a influência da famosa matriarca do samba carioca. Através da perspectiva da personagem fictícia Boneca, os leitores serão transportados para o universo fascinante de Tia Ciata.

Foto: Divulgação

O livro narra a jornada de Hilária Batista de Almeida, mais conhecida como Tia Ciata, uma mãe de santo que desempenhou um papel crucial no desenvolvimento do samba no Rio de Janeiro. Nascida na Bahia e posteriormente radicada na região da Pequena África, localizada no perímetro da Praça Onze, na capital carioca, Tia Ciata foi uma líder comunitária que acolheu músicos e artistas em sua casa, tornando-a o epicentro do samba na cidade. Foi em seu quintal que se acredita ter sido gravada a primeira música de samba registrada, “Pelo Telefone”, atribuída ao compositor Donga.

Além de sua contribuição para o samba, Tia Ciata também teve um papel importante na introdução dos pontos de religiões de matriz africana nas gravações da época, graças à sua influência e parceria com o amigo Getúlio Marinho, conhecido como Amor.

O livro, que adota o formato de álbum com imagens inspiradas no início do século XX, destaca-se pelas ilustrações de Rui Oliveira, um artista com vasta experiência em livros para crianças e jovens. Através das páginas de “Tia Ciata, a grande mãe do samba”, os leitores serão conduzidos por uma viagem visual e histórica que explora não apenas a vida de Tia Ciata, mas também a de outros ícones da música brasileira, como Chiquinha Gonzaga, Plácida dos Santos e Paulo da Portela.

O livro pode ser adquirido no site da Editora Nova Fronteira (CLIQUE AQUI).

‘Carpete’ e ‘lã de ovelha’: Doja Cat recebe ataques racistas sobre a textura de seu cabelo

0
Foto: Patrick MacMullan / Getty Images.

A cantora Doja Cat utilizou as redes sociais neste final de semana para rebater comentários racistas sobre seu cabelo. A estrela de 28 anos relata que passou a observar um padrão consistente de ataques direcionados à textura de seus fios 4C, relacionando-os à lãs de ovelha e carpetes.

“Estou vendo um padrão. Estou vendo um padrão consistente em minha seção de comentários de pessoas dizendo que é meu cabelo, pêlos pubianos, é carpete ou é lã de ovelha”, disse ela no Instagram. “E nem são perguntas… algumas pessoas estão pensando e afirmando, é isso mesmo.”

Doja Cat para a Elle. Foto: ADRIENNE RAQUEL.

Doja lamentou os ataques mas declarou que não se coloca mais na posição de ensinar nada a ninguém. “Temos que seguir em frente. Vamos crescer. Vocês precisam evoluir”, declarou. “Eu não posso te dizer o que fazer. Eu não sou a mãe de vocês. Não quero falar muito“. Essa não é a primeira vez que a dona de ‘Say So’ relata problemas relacionados ao aspecto de seu cabelo.

Em 2022, ao optar por raspar o cabelo, Doja disse que finalmente se sentiu bem consigo mesma. Ela afirmou que aqueles que criticavam a diversidade de seus penteados estavam preocupados apenas com sua atração sexual. “Eu não gosto de ter cabelo. Nunca gostei de ter cabelo. Não posso dizer uma única vez, desde o início da minha vida, que já pensei: ‘Isso é legal’. Eu simplesmente não gosto de ter cabelo“, relatou ela à época.

Fundação conservadora dos EUA acusa bolsa de estudos em homenagem a George Floyd de discriminação contra não negros

0
Foto: Stephen Maduro/Getty Images


A crescente onda de ataques às políticas de Diversidade & Inclusão na educação e no mercado de trabalho ganha um novo capítulo nos Estados Unidos depois que a Suprema Corte derrubou os programas de cotas raciais nas universidades do país. Agora, a Bolsa Memorial George Floyd oferecida para estudantes afro-americanos, pela Universidade North Central em Minneapolis, Minnesota, e que faz uma homenagem ao homem negro que foi morto por um policial durante uma abordagem está sendo acusada de violar a Lei dos Direitos Civis e discriminar pessoas brancas e de outras etnias.

De acordo com a NBC News, a Fundação Legal Insurrection, uma organização sem fins lucrativos conservadora, registrou uma denúncia, no dia 25 de março, no Escritório de Direitos Civis do Departamento de Educação dos Estados Unidos, onde alega que a Bolsa Memorial George Floyd viola o Título VI da Lei dos Direitos Civis de 1964, que “proíbe a discriminação com base em raça, cor e origem nacional em programas e atividades que recebem assistência financeira federal.”

A bolsa, lançada pela North Central University de Minnesota, nos EUA, foi anunciada no dia 4 de junho de 2020 pelo presidente da universidade, Scott Hagan: “É hora de investir como nunca antes em uma nova geração de jovens negros americanos que estão preparados e prontos para assumir a liderança em nossa nação”, afirmou Hagan na época. 

Um dos critérios para se tornar elegível para ser contemplado com uma bolsa é: “ser um estudante negro ou afro-americano, ou seja, uma pessoa com origens em qualquer um dos grupos raciais negros da África”. Quem não se enquadrar nos critérios é automaticamente considerado inelegível.

Para os conservadores, a bolsa discrimina estudantes brancos e demais grupos não negros, o que eles afirmam violar a Lei dos Direitos Civis dos Estados Unidos. Atualmente, a bolsa ainda está recebendo inscrições para o ano letivo 2024-25, e deve anunciar os candidatos selecionados até o mês de junho.

‘Cinco Dedos por Marselha’ e ‘Vingança & Castigo’: Conheça os filmes negros que inspiraram o ‘Cowboy Carter’, de Beyoncé

0
Foto: Netflix ; Divulgação.

Beyoncé lançou na última sexta-feira (29) seu aguardado filme ‘COWBOY CARTER’. Com 27 faixas, o projeto é enraizado na cultura country. De acordo com a artista cada música é como se fosse uma reimaginação de um grande filme de faroeste, com sua própria história e sentido.

Para a criação do disco, que levou 5 anos para ficar pronto, a artista se inspirou em filmes negros como ‘Cinco Dedos por Marselha’ e ‘Vingança & Castigo’, obras que exploram a experiência de cowboys negros originais do oeste norte-americano. Muitas vezes, os longas eram reproduzidos em telões dentro do estúdio de gravação enquanto Beyoncé e sua equipe produziam o disco.

“Meu processo é que normalmente tenho que experimentar”, disse Beyoncé sobre a criação do álbum. “Gosto de estar aberta para ter a liberdade de colocar para fora todos os aspectos das coisas que amo, então trabalhei em muitas músicas. Gravei provavelmente 100 músicas. Depois disso, consigo montar o quebra-cabeça e perceber as consistências e os temas comuns, e então criar um trabalho sólido.”

Cinco Dedos por Marselha

Onde: Prime Video

‘Cinco Dedos por Marselha’ é um drama sul-africano ambientado na cidade fictícia de Marseilles, onde a violência e a corrupção dominam. O filme segue a vida de Tau, um jovem rebelde que, após um incidente traumático na infância, promete deixar seu passado criminoso para trás e proteger sua cidade natal. No entanto, quando um antigo amigo retorna para Marseilles após anos de ausência, trazendo consigo segredos do passado, Tau se vê confrontado com escolhas difíceis que testarão sua lealdade, honra e determinação em fazer justiça. Com uma mistura envolvente de ação, intriga e dilemas morais, ‘Cinco Dedos por Marselha’ oferece uma visão poderosa sobre redenção, amizade e os desafios de confrontar o legado de violência em uma comunidade dilacerada.

Vingança e Castigo

Onde: Netflix

Em ‘Vingança e Castigo’ conhecemos a história de Rufus Buck, um homem implacável, será solto da cadeira. Ao descobrir a novidade, o fora da lei Nat Love reúne seu bando em busca de vingança. Nessa jornada, ele terá o apoio de três pessoas importantes: seu antigo amor, Stagecoach Mary; um ex-adversário que agora se tornou seu aliado; e Jim Beckwourth, seu braço direito e amigo para todas as horas. O bando de Rufus, no entanto, conta com Trudy Smith e Cherokee Bill, duas figuras que sabem muita coisa ― mas perder não é uma delas. Dizem por aí que vingança é um prato que se come frio.

MC Soffia faz sua estreia internacional com shows nos Estados Unidos

0
Foto: Yago Mesquita

MC Soffia completou 13 de anos de carreira neste ano e está alçando novos voos. A rapper de 20 anos iniciou no último final de semana seus primeiros shows internacionais, com uma apresentação na casa de shows The Sultan Room, que aconteceu no domingo, 31 de março, no bairro do Brooklyn, em Nova York.

Nos três shows que fará durante a turnê internacional, MC Soffia canta hits de seu primeiro álbum de estúdio, “It Girl”, e do EP “Rapper”, que inclui hits como “Lady da Quebrada”. Além disso, a rapper também incluiu alguns funks para levar para o público nos Estados Unidos: “A gente não pode sair do Brasil e não levar nossa cultura”, pontuou em entrevista para a jornalista Inês Ferreira.

A artista também falou sobre como tem sido esse momento de sua carreira: “Sempre foi meu sonho fazer turnê internacional, poder mostrar a cultura do Brasil para o mundo, a cultura do rap, também para o Brasil porque eu tenho muitas referências daqui de fora”, disse. Ao falar como está sendo se apresentar fora do país, Soffia destacou: “Está sendo maravilhoso, como se eu estivesse dentro de um filme. A gente assiste muito filme que mostra o Hip Hop, que mostra o basquete, que mostra cultura preta de fora.”.

A turnê internacional de MC Soffia ainda inclui mais dois shows, que acontecerão, em Hartford, no estado de Connecticut, durante o Festival Internacional de Hip Hop Trinity College onde ela será co-headliner do evento tradicional de Hip Hop e o último show acontece em Los Angeles, Califórnia, na Casa Catchonela, evento realizado no pré-Coachella.

“Você abriu o caminho para nós!”, atrizes relembram Louis Gossett Jr., primeiro negro a ganhar um Oscar de ‘Melhor Ator Coadjuvante’

0
Foto: Reprodução

As atrizes Viola Davis e Taraji P. Henson relembraram, no último final de semana, o trabalho do ator Louis Gossett Jr., que faleceu na última sexta-feira, 29, aos 87 anos, em Santa Mônica, na Califórnia, Estados Unidos. O ator, que não teve a causa da morte revelada, foi o primeiro negro a ganhar o Oscar na categoria ‘Melhor Ator Coadjuvante’, em 1983, e um Emmy pelo papel na série Raízes, de 1977: “Abriu o caminho para nós!”, escreveu P. Henson em uma publicação no Instagram.

A morte de Louis Gossett Jr. foi anunciada pelos familiares do ator veterano em um comunicado enviado para a imprensa na sexta-feira, “É com grande pesar que confirmamos que nosso amado pai faleceu esta manhã”, dizia a mensagem. “Por favor, respeite a privacidade da família durante este momento difícil”, finalizava a mensagem que não revelava a causa da morte do ator.

Em seu Instagram, a atriz de ‘A Cor Púrpura’, Taraji P. Henson escreveu: “Tão grata por ter compartilhado conversas, alegria e a tela com vocês. Você abriu o caminho para nós!”. Os dois contracenaram recentemente no longa, onde o ator interpretou o pai do personagem ‘Mister’, vivido por Colman Domingo.

Viola Davis afirmou em seu Instagram:” Como jovem ator você foi nosso exemplo de excelência”.

Colman Domingo também homenageou Louis Gossett Jr. compartilhando uma foto da dupla durante as gravações de ‘A Cor Púrpura’ e lembrou o último dia de gravação do filme ao lado do ator: “Que honra ter sido capaz de lhe dar as suas flores no seu último dia do seu último filme “A Cor Púrpura”, onde interpretou o meu pai”.

Gossett Jr. interpretou o Sargento Foley no filme “A Força do Destino”, lançado em 1982, que lhe rendeu o Oscar de ‘Melhor Ator Coadjuvante’ na cerimônia de 1983, sendo o terceiro ator negro indicado na categoria e o segundo a ganhar uma estatueta desde Sidney Poitier, em 1964. O ator também ganhou o Globo de Ouro pelo papel no filme.

O Emmy foi concedido ao ator pelo papel na série Raízes, que foi ao ar em 1977 , que conta a história de Kunta Kinte, um garoto sequestrado em África e levado para os Estados Unidos.

‘Bob Marley: One Love’ chegará à plataforma de streaming em abril

0
Foto: Paramount Pictures

Entre os destaques de lançamentos no catálogo Amazon Prime Video em abril, foi divulgado o recém-lançado no cinema, ‘Bob Marley: One Love’ na Loja Prime Video, a cinebiografia sobre o maior cantor de reggae do mundo, a partir da próxima quarta-feira, dia 3 de abril.

Lançado em fevereiro nos cinemas, o filme sobre a vida de Bob Marley continua em cartaz em algumas salas brasileiras. No topo das bilheterias por duas semanas consecutivas nos Estados Unidos, até o início de março, o longa já havia arrecadado US$ 150 milhões nas bilheterias mundiais.

Dirigido e co-escrito por Reinaldo Marcus Green (‘King Richard – Criando Campeãs’), o longa é estrelado por Kingsley Ben-Adir (‘Invasão Secreta’), que interpreta o músico, e Lashana Lynch (‘A Mulher Rei’), que vive Rita Marley, sua esposa.

A trama acompanha a trajetória do astro, com mais foco em 1976, quando ele decide realizar um show pela paz, em meio a uma crise de violência política na Jamaica e sofre um atentado e a sua vida e carreira depois deste momento delicado para todos, além da ascensão da carreira ao gravar o álbum ‘Exodus’, no ano seguinte. 

Veja o trailer:

Atores de ‘Gen V’ e ‘The Boys’ lamentam morte de Chance Perdomo: “Um grande amigo”

0
Foto: Prime Video

O ator Chance Perdomo, estrela da série ‘O Mundo Sombrio de Sabrina’, da Netflix, e ‘Gen V’, spin-off de ‘The Boys’, do Prime Video, faleceu neste sábado (30) após sofrer um acidente fatal de moto, aos 27 anos, e comoveu fãs e amigos nas redes sociais.

Segundo o Deadline, o elenco de ‘Gen V’ se encontraria no dia 8 de abril para primeira reunião de leitura do roteiro antes do início das gravações da segunda temporada, no Canadá. Mas com o falecimento do ator que interpretava o protagonista Andre Anderson, a produção foi adiada indefinidamente.

“Isso dói. Muito. Que jovem ator talentoso e um grande amigo – se foi muito cedo. Foi é um prazer trabalhar com ele na ‘Geração V.’ RIP Chance”, lamentou Patrick Schwarzenegger, o Luke Riordan em ‘Gen V’, no X.

O ator Robert Bazzocchi, o estudante Liam, também prestou sua homenagem na rede social. “Uau. A primeira coisa que disse a ele na leitura da mesa piloto foi que ele era um dos meus atores favoritos de Sabrina. Ele é um destaque. Tanto talento e uma alma calorosa. Meu coração está com sua família e entes queridos, que ele descanse em paz”.

Os colegas da série ‘The Boys’ também comentaram sobre a morte de Perdomo. Jessie T. Usher, que interpreta Reggie Franklin, compartilhou a imagem do artista no story do Instagram e deixou suas condolências: “Notícias trágicas. Descanse em paz Chance. Obrigado por nos dar ‘Andre'”.

Antony Starr, que interpreta o Capitão Pátria, tambem compartilhou no story a mensagem da equipe de produção de ‘Gen V’ em homenagem ao artista, e descreveu como uma situação “muito trágica”.

Em 2019, Perdomo recebeu uma indicação ao BAFTA de Melhor Ator por ‘Killed by My Debt’, antes de fazer sucesso em Hollywood com séries norte-americanas.

error: Content is protected !!