Depois de um 2023 repleto de trabalhos, prêmios e realizações profissionais, Ludmilla começa 2024 com o lançamento do primeiro single do audiovisual Numanice #3 – Ao Vivo. “Maliciosa” é a aposta da cantora para abrir a terceira edição ao vivo do bem-sucedido projeto de pagode. A estreia será na quinta-feira (18), às 21h, em todas as plataformas de áudio e vídeo.
Para Ludmilla, a composição de Dan Ferrera e Jpê Souto tem total sintonia com ela e o projeto. “Essa música é arrebatadora. Assim que ouvi, fiquei apaixonada com sensibilidade com que as ‘cenas’ são descritas e musicadas. Vocês vão ver que não estou exagerando e, tenho certeza, que vão se apaixonar também. É só o começo de mais um álbum do Numanice, que vocês vão curtir todas, porque, como sempre, fiz com todo carinho pensando no público”- comemora a cantora.
Maliociosa faz parte do registro audiovisual, realizado em novembro do ano passado, no Mirante Dona Marta, no Rio de Janeiro. O álbum e os vídeos do Numanice #3 – Ao Vivo serão lançados em breve em todas as plataformas de áudio e vídeo. O novo trabalho, que vai ter 18 faixas, vai contar com participações especiais como Belo, Mari Fernandez, entre outros.
Uma parceria poderosa vai conquistar o Brasil inteiro a partir do próximo dia 22 de janeiro. Marcando a estreia da novela ‘Renascer’, na TV Globo, Luedji Luna e Xenia França vão cantar a música tema da nova produção. Juntas, elas vão interpretar a canção ‘Lua Soberana’, composição de Ivan Lins e Vitor Martins.
“Não só um prazer, mas uma honra poder ser representante desse tempo, ser contemporânea às artes que são feitas hoje. Poder cantar essa canção, reinterpretar essa canção de Ivan Lins”, celebrou Xenia. “Começar o ano fazendo parte dessa festa, celebrando um grande projeto, celebrando as nossas músicas. Saber que durante alguns meses vocês terão o prazer de ouvir as nossas vozes todos os dias na abertura da novela ‘Renascer’“.
Luedji Luna classificou o lançamento de ‘Lua Soberana’ como um momento de celebração. “Com nossas vozes abrindo caminhos para esse novo momento da novela ‘Renascer'”, destacou ela. Dividida em duas fases, a nova novela das nove conta a história de José Inocêncio, um jovem corajoso e sonhador que decide fazer a vida na cidade de Ilhéus, na Bahia. É no local que ele faz um pacto com o jequitibá-rei e se transforma em um poderoso fazendeiro, produtor de cacau, que passa a ter grande influência na região.
Lizzo está pronta para retornar ao trabalho como cantora. Nesta quinta-feira (18), a artista publicou um vídeo em estúdio de gravação. “Para os meus queridos fãs, a magia está de volta”, escreveu a artista. Essa é a primeira vez que a cantora realiza menção a um possível lançamento musical, desde que foi processada por assédio, em agosto de 2023.
O caso está sendo julgado na Justiça. Lizzo se pronunciou sobre as denúncias e negou todas as acusações. “Estes últimos dias foram dolorosamente difíceis e extremamente decepcionantes”, publicou ela à época. “Minha ética de trabalho, moral e respeito foram questionados. Minha personagem foi criticada. Normalmente, escolho não responder a falsas alegações, mas elas são tão inacreditáveis quanto parecem e ultrajantes demais para não serem abordadas. Essas histórias sensacionalistas vêm de ex-funcionários que já admitiram publicamente que foram informados de que seu comportamento na turnê era inapropriado e pouco profissional”, desabafou a cantora.
A artista continuou o comunicado dizendo que às vezes precisa “tomar decisões difíceis”. “Como artista, sempre fui muito apaixonada pelo que faço. Eu levo minha música e minhas apresentações a sério porque, no final das contas, só quero lançar a melhor arte que represente a mim e aos meus fãs. Com a paixão vem o trabalho duro e os altos padrões. Às vezes tenho que tomar decisões difíceis, mas nunca foi minha intenção fazer alguém se sentir desconfortável ou como se não fosse valorizado como uma parte importante da equipe”, explicou.
Lizzo terminou seu pronunciamento dizendo que não quer ser vítima da história, mas também não quer ser a vilã. “Não estou aqui para ser visto como uma vítima, mas também sei que não sou a vilã que as pessoas e a mídia me retrataram nos últimos dias. Sou muito aberta com minha sexualidade e me expresso, mas não posso aceitar ou permitir que as pessoas usem essa abertura para me fazer parecer algo que não sou. Não há nada que eu leve mais a sério do que o respeito que merecemos como mulheres no mundo. Eu sei como é sentir vergonha do corpo diariamente e absolutamente nunca criticaria ou demitiria um funcionário por causa de seu peso. Estou magoada, mas não vou deixar que o bom trabalho que fiz no mundo seja ofuscado por isso. Quero agradecer a todos que estenderam a mão para me apoiar durante esse período difícil”, finalizou sua declaração.
O último álbum de Lizzo foi o Special, lançado em julho de 2022, incluindo o sucesso ‘About Damn Time’.
A plataforma HBO Max anunciou nesta quinta-feira (18) o cancelamento da série ‘Maldito Rap’, criada por Issa Rae. A obra teve duas temporadas.
“Estamos extremamente gratos a Issa Rae por criar ‘Maldito Rap’ , uma comédia única com comentários sociais atraentes que alcançou os espectadores de uma forma que só os talentos de Issa podem alcançar”, disse um porta-voz da HBO Max em comunicado ao The Repórter de Hollywood . “Um grande obrigado a Issa, a Syreeta Singleton e às equipes da Hoorae e 3 Arts Entertainment por nos apresentar Shawna e Mia, uma dupla em cuja jornada os fãs investiram e por quem continuaram torcendo em tudo. Nunca tiraremos Seduce e Scheme de nossas cabeças e não faríamos isso de outra maneira.”
Maldito Rap. Foto: Divulgação / HBO Max.
‘Maldito Rap’ segue a história de duas amigas distantes do ensino médio, Shawna e Mia, que se reúnem para formar um grupo de rap. Em sua ascensão à fama, elas se encontram num momento crucial em suas carreiras no rap, pois são forçadas a decidir se permanecerão fiéis a si mesmas ou se obedecerão às demandas da indústria musical.
Em novembro de 2023, o MUNDO NEGRO entrevistou com exclusividade as criadoras de ‘Maldito Rap’, Issa Rae e Syreeta Singleton. Em conversa com o jornalista ARTH, elas comentaram sobre as referências da obra. “Eu realmente tirei da vida real algumas situações do rap, fomos inspiradas. Na temporada 1 escrevemos algumas coisas que realmente aconteceram na vida real e na 2 temporada vamos ver se esse vai ser o caso também. Existem algumas coisas que já aconteceram, inclusive. Coisas que refletem o que escrevemos nessa temporada em particular. É muito animador estar alinhada com a cultura do rap feminino no geral. Existem momentos em que nos inspiramos nos anos 90, anos 2000 e que vamos ver refletidos nessa temporada“, contou Issa Rae, que também escreveu, produziu e estrelou a série ‘Insecure‘.
Uma pesquisa comprovou o que muitos já desconfiavam. A Pandemia enriqueceu os mais ricos. A novidade é o índice histórico do tamanho desse enriquecimento, o que já está sendo apontado como um novo processo de reconcentraçao de renda no país.
Uma pesquisa do Observatório de Política Fiscal do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), elaborada pelo economista colaborador Sérgio Wulff Gobetti usou dados do Imposto de Renda para apresentar essas informações.
Entre as evidências mais importantes da análise, destaca-se no período recente o crescimento da renda dos muito ricos a um ritmo duas a três vezes maior do que a média registrada por 95% dos brasileiros. “O que, ao que tudo indica, a confirmar-se por estudos complementares, elevou o nível de concentração de renda no topo da pirâmide para um novo recorde histórico, depois de uma década de relativa estabilidade da desigualdade”, diz a pesquisa.
O levantamento divide os estratos em o milésimo (0,1%) mais rico, o 1% mais rico, os 5% mais ricos e os 95% restantes da população adulta (com 18 anos ou mais de idade). “E o que se vê é que, além dos mais ricos terem, em média, maior crescimento de renda do que a base da pirâmide, a performance é tanto maior quanto maior é o nível de riqueza”, conclui o pesquisador.
Ou seja, enquanto a maioria da população adulta teve um crescimento nominal médio de 33% em sua renda no período de cinco anos, marcado pela pandemia, a variação registrada pelos mais ricos foi de 51%, 67% e 87% nos estratos mais seletos. Entre os 15 mil milionários que compõe o 0,01% mais rico, o crescimento foi ainda maior: 96%.
Como resultado disso, a proporção do bolo apropriada pelos 1% mais rico da sociedade brasileira cresceu de 20,4% para 23,7% entre 2017 e 2022, mais de quatro quintos dessa concentração adicional de renda foi absorvida pelo milésimo mais rico, constituído por 153 mil adultos com renda média mensal de R$ 441 mil em 2022.
Os rendimentos isentos ou subtributados que se destacam como fonte de remuneração principal entre os super ricos.
“Em resumo, ainda é cedo para avaliar se o aumento da concentração de renda no topo é fenômeno estrutural ou conjuntural, mas as evidências reunidas reforçam a necessidade de revisão das isenções tributárias atualmente concedidas pela legislação e que beneficiam especialmente os mais ricos”, diz o texto da pesquisa.
Esta iniciativa pode vir a impactar diretamente na vida de muitos jovens negros. Entretanto será preciso muito trabalho de convencimento e comunicação, pois essas pessoas fazem parte daquele trágico contingente populacional que nem estuda e nem trabalha.
Três em cada quatro pessoas entre os 10% mais pobres do país são negras, segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) de 2015. A exclusão escolar ajuda a perpetuar desigualdades. A remuneração ao longo da vida de uma pessoa com ensino médio pode ser, por exemplo, até 48% maior que a daquela com o mesmo perfil, mas com escolaridade menor, até o ensino fundamental, segundo dados recentes levantados pelo pesquisador Ricardo Paes de Barros.
Um terço dos brasileiros entre 19 e 24 anos não havia conseguido concluir o ensino médio em 2018. Apesar da média geral já ser alta (e do percentual ser similar entre jovens brancos), o panorama entre os negros é ainda pior: quase metade (44,2%) dos homens negros dessa faixa etária não concluiu a etapa.
O sistema de educação ignora o racismo estrutural, o que aumenta essa desigualdade racial. Os indicadores gritam, escancaram o racismo, mas a escola vira as costas para esse debate. Enquanto não reconhecermos esse racismo educacional, não vamos melhorar os índices educacionais no Brasil.
As consequências são dramáticas na expectativa de vida da população jovem do país. As vítimas preferenciais da violência cotidiana têm cor, gênero, idade e território definidos: negros, do sexo masculino, jovens e moradores do Nordeste são a parcela da população com o maior índice de vulnerabilidade à violência, associado a outros indicadores de risco como pobreza, desigualdade e frequência à escola.
Nem tudo é desesperança
Conforme dados do Inep (Instituto Nacional de Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira), que organiza o exame, 16 Estados brasileiros e o Distrito Federal (DF) contam com alunos nota 1.000 na redação do Enem 2023.
A região Nordeste concentrou a maior parte de estudantes com nota máxima no texto. No total, são 25 estudantes da Bahia, Ceará, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe. Entretanto, estes resultados muito importantes são praticamente quase todos alunos das escolas privadas , com exceção de um do Rio Grande do Norte. O que indica que a questão do acesso a uma escola de qualidade faz toda a diferença.
A iniciativa do governo poderá ser um estímulo para os jovens retornarem à escola, mas insuficiente para mantê-los em sala de aula. É preciso ter bons professores e equipamentos nas escolas. Temos poucos professores de física, de química e matemática e poucos laboratórios, bibliotecas e computadores.
Faz-se necessário criar programas que incentivem a formação continuada de professores, garantam boas remunerações e reconhecimento da profissão. Com esses cuidados, mínimos, podemos melhorar a qualidade do ensino fundamental e médio. E salvar vidas!
Doja Cat, 28, foi vítima de violência física, verbal e roubo por parte do irmão mais velho, Raman Dalithando Dlamini, 30, revelou a reportagem do TMZ, nesta quarta-feira (17), que teve acesso aos documentos do processo movido pela mãe.
Com acusações graves, Deborah Elizabeth Sawyer solicitou uma ordem de restrição temporária contra o filho, após relatar ao juiz que Doja teve os dentes quebrados, cortes e hematomas, além de pertences roubados e destruídos.
Deborah também listou a artista como outra pessoa que precisa de proteção contra Raman. Segundo relatos da mãe, ele é verbalmente abusivo em relação à irmã, “de uma maneira muito degradante e humilhante”, e afirma que Doja se sente “insegura e traumatizada” com as atitudes do rapaz.
No processo, a mãe também afirma que a relação dela com o filho foi repleta de agressões físicas e ameaças ao longo do último ano. O incidente mais recente aconteceu neste mês.
Segundo a reportagem do TMZ, o juiz concedeu à mãe de Doja uma ordem de proteção judicial contra Raman, enquanto aguarda uma audiência para medida de restrição permanente. No entanto, não foi concedido o mesmo para a rapper, pois o magistrado entende que o pedido deve ser feito por ela.
Até o momento, a artista não se pronunciou sobre o caso.
ORio2C, o maior encontro de criatividade da América Latina, anunciou a entrada da profissional Renata Novaes para o time de curadoria do evento. Renata, renomada jornalista, curadora musical e de conhecimento, e diretora de conteúdo audiovisual, traz consigo uma rica bagagem de experiência e uma paixão por impulsionar a diversidade e inclusão nos espaços culturais.
Atualmente liderando o edital “Entra Na Roda” da cantora Iza, Renata também desempenha o papel crucial de produtora artística na Som Livre, onde contribui para a carreira do talentoso artista Luthuly. Sua atuação como curadora e jurada na academia do Prêmio Multishow 23 e como curadora na ação de inclusão de pessoas negras no Festival Rock The Mountain 23 demonstra seu comprometimento com a representatividade e a igualdade no cenário cultural.
Destacando-se como uma das fundadoras do Diáspora, o primeiro coletivo negro da Globo, Renata Novaes é uma ativista incansável na busca pela construção de novas narrativas que ampliem o acesso das minorias políticas sociais a espaços de poder. Sua visão e expertise serão peças fundamentais na contínua missão do Rio2C de promover a diversidade e impulsionar o diálogo construtivo no cenário criativo.
A entrada de Renata Novaes no time de curadoria do Rio2C reforça o compromisso do evento em ser um espaço inclusivo e inspirador para profissionais criativos. A expectativa é que sua contribuição enriqueça ainda mais a experiência dos participantes e promova iniciativas transformadoras.
A Namíbia é um dos países africanos com maior destaque global quando o assunto é igualdade de gênero. A Lacuna Global de Gênero é um texto que integra o relatório do Fórum Econômico Mundial. Na versão mais recente do documento, de 2023, Namíbia aparece como o único país africano no top 10, na 8ª posição, ficando à frente do Reino Unido (15º), Espanha (18º), Canadá (30º) e Estados Unidos (43º). O líder é a Islândia e o Brasil ficou na 57ª posição.
De acordo com o relatório, no ritmo atual, seriam necessários 131 anos para alcançar a completa igualdade entre mulheres e homens (identidades não binárias ou outras não foram consideradas). No entanto, até o momento, nenhum país alcançou plena igualdade de gênero.
Penohole Brock, ex-instrutora namibiana de sensibilidade de gênero, que agora trabalha no Ministério das Relações Exteriores e Cooperação Internacional aponta alguns dos motivos do bom desempenho do seu país.
“Muitos de nossos ministros são mulheres. Muitos de nossos embaixadores são mulheres. Eu diria que meus colegas de trabalho não enfrentam discriminação no que diz respeito à trajetória profissional – tem sido um ambiente de trabalho muito saudável nesse sentido”, disse Brock em uma entrevista à BBC. A representação, no entanto, é apenas parte da equação.
“A paridade de gênero é um grande passo na direção certa. Mas agora é hora de examinar e analisar: ‘Ok, mas então, pelo que essas vozes femininas estão advogando?'”, disse ela.
Em termos de violência baseada em gênero e assédio sexual, Brock acredita que “ainda há um longo caminho a percorrer”.
O Índice 2021 de Mulheres, Paz e Segurança, por exemplo, colocou a Namíbia em 95º lugar, atrás de outros países africanos, incluindo Maurício, Ruanda, África do Sul e Gana.
Apesar de parecer a mesma coisa, a igualdade de gênero busca garantir que homens e mulheres tenham os mesmos direitos e oportunidades em diversas áreas, incluindo educação, emprego e participação política. No entanto, a violência de gênero persiste como uma manifestação extrema das desigualdades de poder entre os sexos, envolvendo qualquer forma de violência, abuso ou discriminação com base no gênero.
Mesmo sendo poderosas, mulheres ainda estão sujeitas a violência de gênero.
O futuro do filme ‘Magazine Dreams’ continua incerto. Após ser removido do catálogo de lançamentos da Disney, a obra estrelada por Jonathan Majors também perdeu a distribuidora. Nesta quarta-feira (17), a Searchlight Pictures, que inicialmente adquiriu os direitos do longa, resolveu abandonar a produção.
A obra, que no início do ano já estava sendo trabalhada em circuitos internacionais, também estava prevista para estrear em novembro de 2023, mas agora, não possui previsão de lançamento. A mudança ocorre poucas semanas depois de Majors ter sido condenado por agressão e assédio , decorrente de um incidente envolvendo sua ex-parceira, Grace Jabbari.
Foto: Getty Images.
‘Magazine Dreams’ era descrito como uma obra potencial para o Oscar, já que se tratava de um drama e estava recebendo ótimas avaliações. De acordo com a sinopse, na obra iriamos acompanhar a história do fisiculturista amador Killian Maddox (Majors), que vivia com o avô doente e trabalhava em uma mercearia. “Maddox sonhava em alcançar o estrelato e, apesar de diversos alertas feitos pelos médicos, ele não se importava com os danos permanentes que essa busca causava ao seu corpo”, dizia a descrição.
Durante a última semana, Jonathan Majors também perdeu o papel de Dennis Rodman, num longa que seria lançado sobre o astro da NBA. O artista também foi demitido da Marvel. Em entrevista para a ABC, Majors contou como está passando por esse momento. “Mas isso tem sido muito, muito, muito difícil e confuso em muitos aspectos”, disse Majors. “Mas estou de pé. Tudo meio que desapareceu. E sou só eu agora, você sabe, e minha adorável, você sabe, parceira, [atriz] Meagan [Good] , e meus cachorros”, disse ele.