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Livro “Um defeito de Cor” é tema de almoço assinado por Chef Aline Chermoula, em São Paulo

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Salada Tizi, Prato vegetariano: Rokari Arroz Feijão Jollof e mafe de vegetais

No próximo domingo, dia 19 de maio, o Sesc Pinheiros será palco de um evento culinário especial comandado pela chef Aline Chermoula. Inspirada na obra “Um Defeito de Cor”, de Ana Maria Gonçalves, Chermoula preparou um menu afrodiaspórico repleto de significados históricos e culturais. O livro, que mistura ficção e realidade, resgata a memória da diáspora africana no Brasil através da história de uma mulher negra que enfrenta a escravidão e a luta por liberdade. Este evento promete ser uma celebração da culinária e da história africana.

Chermoula criou um menu com nove opções, incluindo saladas, guarnições, pratos veganos e com proteína animal, além de sobremesas. O almoço será servido das 11h30 às 14h. Às 12h, a chef realizará uma intervenção com ervas africanas no saguão térreo, proporcionando uma vivência experimental que dialoga com a exposição “Um Defeito de Cor”, em cartaz até dezembro.

Entre os dias 18 e 25 de maio, o café do Sesc Pinheiros também contará com itens exclusivos assinados por Chermoula, como Brigadeiro Pérola Negra, Bolo Malva Puding, sopas, sanduíche de pernil e cocada queimada.

Em entrevista, Chermoula compartilhou sua profunda conexão com a obra “Um Defeito de Cor”. Ela ressaltou que, embora seja um livro de ficção, suas histórias são baseadas em fatos reais, trazendo uma legitimidade que resgata a memória e a história da diáspora africana. Ao criar o cardápio, Chermoula buscou ingredientes que destacam essa herança, como o espinafre. “O espinafre é nosso, é africano, e chegou até nós através da diáspora. Dá pra fazer uma salada de espinafre muito saborosa, com poucos ingredientes”, explicou.

Chermoula também falou sobre a criação do Brigadeiro Pérola Negra, uma releitura do doce africano Kumbé, adaptado ao paladar brasileiro com farinha de amêndoas, especiarias e doce de leite. “Estou apostando muito nesse doce, que é meio amargo e combina perfeitamente com café”, afirmou.

Além disso, a chef destacou pratos emblemáticos da culinária africana, como o arroz Jolof e o frango ao molho shermola, mostrando a riqueza e a diversidade dos sabores africanos. Ela enfatizou a importância de conhecer e valorizar esses ingredientes e receitas, que carregam histórias e tradições profundamente enraizadas na cultura africana.

Aline Chermoula foi convidada pelo Sesc para criar um cardápio inspirado na obra “Um Defeito de Cor”. Ao ler o livro, ficou encantada com a riqueza de detalhes e a forma sensível como a história é contada. “A forma como ela coloca a mulher como protagonista e destaca sua importância é muito impactante”, disse Chermoula.

Ela mencionou que, ao pensar nas receitas, busca ingredientes que representem a diáspora africana e sua influência na culinária brasileira. Por exemplo, ao usar espinafre em suas saladas, ela quer mostrar como esse ingrediente, trazido pela diáspora, se tornou parte da nossa alimentação. “Quando as pessoas comem uma salada de espinafre, elas estão consumindo um pouco dessa história e tradição”, afirmou.

Para os doces, Chermoula fez uma releitura cuidadosa de receitas africanas, adaptando-as ao gosto brasileiro. O Brigadeiro Pérola Negra, inspirado no Kumbé da Somália, foi transformado com ingredientes como cacau, farinha de amêndoas e doce de leite, criando um doce menos doce, ideal para acompanhar um café.

Ela também falou sobre a importância de pratos como o arroz Jolof, uma receita tradicional da África Ocidental que atravessou o Atlântico e se transformou em pratos como o jambalaya nas Américas. “Essas receitas carregam a história e a cultura de um povo, e é essencial que as pessoas conheçam e apreciem isso”, destacou.

O frango ao molho Chermoula é outro exemplo de como Chermoula incorpora a herança africana em suas criações. O molho, feito com ervas e especiarias africanas, enriquece o prato com sabores complexos e autênticos, conectando os comensais à rica tradição culinária africana.

Serviço:

Sesc Pinheiros com Chermoula
Dia 19/05

Almoço inspirado na obra UM DEFEITO DE COR
Menu afrodiaspórico assinado pela chef Aline Chermoula
São 9 opções entre elas saladas, guarnições, acompanhamentos, opções veg, opção com proteína animal e sobremesa.

O almoço do Sesc inicia às 11h30 encerra 14h aos domingos
Endereço: R. Pais Leme, 195 – Pinheiros, São Paulo – SP, 05424-150
Telefone: (11) 3095-9400

Valores (Credencial Plena)

– Prato porcionado: R$ 10,00 *

Você pode complementar sua refeição com:

– Fruta: R$ 1,50

– Doce: R$ 2,50

– Suco de laranja pasteurizado 300ml: R$ 3,00

– Água com gás 300ml: R$ 3,00

Valores (Visitante)

– Prato porcionado: R$ 29,00

Você pode complementar sua refeição com:

– Fruta: R$ 2,50

– Doce: R$ 5,00

– Suco de laranja pasteurizado 300ml: R$ 4,00

– Água com gás 300ml: R$ 3,00

*Limitado a 1 refeição/dia por credenciado. Necessário apresentar Credencial

Julian Marley, filho do cantor Bob Marley, se apresenta neste fim de semana na Virada Cultural de São Paulo

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Foto: Divulgação

Neste final de semana, nos dias 18 e 19 de maio, acontece mais uma edição da Virada Cultural de São Paulo. Renomeada para Virada Cultural da Solidariedade, o evento vai arrecadar doações para as vítimas do Rio Grande do Sul e recebe entre as atrações o cantor e compositor, Julian Marley, filho do ícone do reggae, Bob Marley.

Julian Marley deve se apresentar no sábado, 18 de maio, na Arena Anhangabaú, região central da capital paulista. Além do filho de Bob Marley e Lucy Pounder, o rapper Djonga e o cantor baiano, Léo Santana, também sobem ao palco no Vale do Anhangabaú no próximo sábado. Já Karol Conká e o grupo Àttooxxá se apresentam juntos no Palco São João, também no centro da cidade.

Em solidariedade à população do Rio Grande do Sul, a Prefeitura de São Paulo anunciou que a Virada Cultural do Pertencimento, este ano será renomeada como Virada Cultural da Solidariedade. O evento contará com tendas de coleta disponíveis em todas as 12 arenas de shows, situadas em cada acesso de entrada. A contribuição é voluntária, e os participantes são encorajados a doar alimentos não perecíveis, água, produtos de higiene e de limpeza.

Confira a programação completa no site oficial do evento (CLIQUE AQUI).

Vídeo mostra Diddy agredindo com chutes e socos sua ex-namorada, Cassie Ventura

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Foto: Associated Press.

Alerta de conteúdo sensível

Imagens chocantes divulgadas nesta sexta-feira (17) mostram Sean “Diddy” Combs socando e chutando sua ex-namorada Casandra “Cassie” Ventura no corredor de um hotel em 2016. A filmagem, capturada de vários ângulos e obtida pela CNN, mostra o rapper perseguindo a cantora. Próximo aos elevadores, ele a ataca e, em seguida, tenta arrastá-la de volta pelo corredor.

A ação supostamente ocorreu no Hotel InterContinental em Century City, Los Angeles. A CNN verificou a localização com base em fotos disponíveis publicamente do interior do local. Depois de empurrar Ventura para o chão, Diddy recupera uma bolsa e uma mala do chão perto dos elevadores.

Foto: Forbes.

A filmagem parece corroborar diversas alegações feitas em uma ação judicial movida por Cassie em 2023, na qual ela afirmou ter sido traficada, estuprada e espancada por Combs em várias ocasiões ao longo de 10 anos. De acordo com a denúncia, que citava uma agressão que aconteceu ‘por volta de março de 2016’, quando Combs ficou ‘extremamente embriagado e deu um soco no rosto da Sra. Ventura, deixando-a com um olho roxo’.

Depois que o magnata adormeceu, Ventura tentou sair do quarto do hotel, mas ele acordou e ‘seguiu-a pelo corredor do hotel enquanto gritava com ela’, dizia a denúncia. Diddy foi acusado diversas vezes por agressão e violência sexual.

“Dia de resistência a favor dos direitos de nossa comunidade”, diz Erika Hilton sobre Dia Internacional de Luta contra a LGBTfobia

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Foto: Reprodução/Instagram

Na data em que o mundo celebra o Dia Internacional contra a LGBTfobia, 17 de maio, a deputada federal Erika Hilton, compartilhou uma mensagem em suas redes sociais, reforçando que a data é “Um dia de reflexão, organização e resistência a favor dos direitos de nossa comunidade”.

Na publicação, Hilton lembrou que a data foi escolhida em comemoração a uma decisão da Organização Mundial da Saúde (OMS), que no ano de 1990 retirou a homossexualidade do Código Internacional de Doenças. Publicado em 1952, o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais, elaborado pela Associação Americana de Psiquiatria, classificava a homossexualidade como uma doença a ser tratada: “A data foi escolhida para comemorar a decisão da Organização Mundial da Saúde, em 1990, há apenas 34 anos, de desclassificar a homossexualidade como um transtorno mental e tem como objetivo coordenar eventos internacionais que aumentem a conscientização sobre as violações dos direitos LGBT em todo o mundo”, afirmou.

Para Hilton, o Dia Internacional contra a LGBTfobia é “Um dia de reflexão, organização e resistência a favor dos direitos de nossa comunidade, que ainda padece de políticas públicas específicas e de combate à violência e a intolerância”.

O economista, Gil do Vigor, também se manifestou sobre a data, lembrando sua própria experiência como uma pessoa LGBTQIA+: “Por muito tempo, eu fugi de mim e de quem eu sou. Hoje, me celebro e me aceito do meu jeitinho! Que possamos ser livres pra sermos quem somos e amarmos quem quisermos, com o respeito que nos é de direito. Toda forma de amor!”

Marta sugere abertura da Copa do Mundo Feminina de 2027 no RS: “O estado do Rio Grande do Sul e o povo gaúcho merecem”

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Foto: Reprodução/Instagram

Em uma publicação no Instagram nesta sexta-feira, 17, a jogadora de futebol, Marta, defendeu que a primeira partida da Copa do Mundo Feminina de 2027, que terá o Brasil como sede, deve acontecer no Rio Grande do Sul. “O estado do Rio Grande do Sul e o povo gaúcho merecem”, afirmou. A região passa por uma catástrofe climática causada por chuvas intensas que afetaram 461 municípios, deixando cerca de meio milhão de pessoas desalojadas, de acordo com dados da Defesa Civil do Estado.

O Brasil foi eleito pela Fifa (Federação Internacional de Futebol) país sede da Copa do Mundo Feminina de 2027. A eleição ocorreu na manhã de hoje durante o 74º Congresso da Fifa, em Bangcoc, na Tailândia. O Brasil concorria com Alemanha, Bélgica e Holanda, que se candidataram em conjunto na expectativa de receber a Copa do Mundo Feminina de Futebol.

Em outro vídeo também publicado em suas redes sociais, a jogadora, que anunciou em abril que 2024 será seu último ano na seleção brasileira, pontuou que a decisão da FIFA “foi uma escolha natural”, e emocionada destacou que “jogar uma copa do mundo em casa é o sonho de tantas meninas no Brasil. Por isso eu quero agradecer a todos que fizeram parte dessa conquista “, disse.

“Léa Garcia – 90 anos”: CCBB São Paulo apresenta mostra inédita sobre carreira da atriz no cinema nacional

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Foto: Reprodução

O Centro Cultural Banco do Brasil, em São Paulo, está prestes a inaugurar uma homenagem a uma das figuras mais marcantes do cinema nacional. A mostra cinematográfica “Léa Garcia – 90 anos”, programada para acontecer de 25 de maio a 23 de junho, apresenta a trajetória profissional da icônica atriz brasileira no cinema nacional.

A retrospectiva apresentará 15 longas-metragens estrelados por Léa Garcia, incluindo obras como “Orfeu Negro”, dirigido por Marcel Camus, que marcará a abertura da mostra no sábado, 25 de maio, às 17h. O filme, baseado na peça de Vinícius de Moraes, conquistou a Palma de Ouro em Cannes e o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, além de render à atriz uma indicação ao prêmio de Melhor Interpretação Feminina no Festival de Cannes.

Com a curadoria de Leonardo Amaral e Ewerton Belico, a programação da mostra abrange uma seleção diversificada de filmes que abordam diferentes aspectos da carreira de Léa Garcia. Entre eles estão obras como “Ganga Zumba”, de Cacá Diegues, “Compasso de Espera”, de Antunes Filho, e “M8 – Quando a morte socorre a vida”, de Jeferson De, entre outros títulos que refletem a versatilidade e o talento da atriz ao longo dos anos.

Além das projeções, a mostra oferecerá três sessões comentadas por pesquisadores e profissionais que colaboraram com Léa Garcia, explorando sua influência e pioneirismo como protagonista negra no cinema brasileiro. Estas sessões acontecerão nos dias 01/06, 08/06 e 21/06, proporcionando uma oportunidade única para o público mergulhar ainda mais fundo na vida e obra desta grande artista.

Um catálogo online estará disponível para os espectadores, contendo críticas inéditas, artigos raros e insights dedicados à trajetória de Léa Garcia, seu ativismo e os filmes em que atuou.

Meghan Markle recebe novo título real de ‘princesa africana’ durante passagem pela Nigéria

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Foto: Associated Press.

A Duquesa de Sussex, Meghan Markle, visitou a Nigéria na última semana. Durante sua estadia em Lagos, ela foi homenageada com o título de “Princesa do Antigo Reino de Arochukwu”. Meghan foi renomeada como “Adetokunbo”, que significa “a coroa ou realeza de além do mar”. Três Reis – Sua Eminência Engr Eberechukwu Oji, Eze Aro do Antigo Reino Arochukwu, Igwe Alfred Achebe, o Obi de Onitsha e o Grande Olu do Reino Warri – participaram da cerimônia de nomeação.

Imagem: Reprodução/

Em 2022, Meghan divulgou em seu podcast Archetypes que um teste genealógico revelou que ela é 43% nigeriana. Essa foi a primeira passagem da princesa desde que revelou sua conexão com país africano. “Foi revelador poder saber mais sobre minha herança. Nunca, em um milhão de anos, eu entenderia isso tanto quanto agora”, disse ela à época. “É um elogio porque o que eles definem como mulher nigeriana é corajosa, resiliente e bonita”.

Durante sua visita à Nigéria, Meghan descreveu o país como “meu país” e acrescentou: “Parte de ser afro-americana é não saber muito sobre sua linhagem ou seus antecedentes, nem de onde você vem especificamente. Foi emocionante descobrir mais e entender o que isso realmente significa”.

Jornalista da Globo, Fernanda Carvalho chama a atenção com reportagens de olhar sensível sobre a catástrofe no RS

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Foto: Reprodução / Instagram.

A jornalista gaúcha Fernanda Carvalho voltou ao seu estado natal com a difícil missão de cobrir as enchentes que devastaram o Rio Grande do Sul. “É triste ver ruas que conheço debaixo d’água. Bares, livrarias, lugares históricos e a região das ilhas, que já sofre com cheias”, lamentou ela nas redes sociais. 

Com uma carreira consolidada, Fernanda é repórter na TV Globo, destacando-se em programas como Jornal Hoje, Fantástico e Jornal Nacional. Antes de ganhar espaço na maior emissora do país, a ativista do movimento negro também apresentou por três anos o programa premiado Nação, sobre história e cultura negra, produzido pela TVE/RS e transmitido em rede nacional pela TV Brasil. Em 2016, Fernanda foi listada entre os 20 jornalistas negros mais influentes pelo portal Marfim Rosa. 

Na TV Globo, Fernanda Carvalho tem se destacado por trazer um olhar humano às suas reportagens. Atualmente, ela está profundamente envolvida na cobertura das enchentes no Rio Grande do Sul, oferecendo ao público visões sensíveis e realistas sobre a tragédia que afeta o estado. 

Em uma de suas reportagens recentes, Fernanda narrou a história de uma família de imigrantes haitianos que perdeu tudo na inundação e agora reside em uma escola particular em Porto Alegre. “ Não dá pra imaginar o que essas famílias estão passando”, publicou ela em seu perfil no Instagram.

Em 2022, Fernanda realizou uma reportagem para a RBS TV, afiliada da TV Globo, mostrando a origem de antepassados negros no Rio Grande do Sul. “A minha ideia, a partir desses dois registros [a ata e a foto], era tentar descobrir de onde vieram os meus ancestrais na África. Em Santo Antônio eu descobri a ata do casamento, eles casaram em 30 de março de 1905, coincidentemente, o dia em que comecei a busca em Santo Antônio era um 30 de março, 117 anos depois”, disse Fernanda à época. “Sei que desse imenso carvalho do qual sou parte, tenho que ser um galho forte em honra das raízes poderosas que me sustentam”.

Karol Conká, BK, Oruam e Duquesa são indicados ao Bet Awards, premiação internacional que celebra a excelência negra

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Foto: Dario Mittmann

Quatro artistas brasileiros foram indicados ao Bet Awards 2024. A premiação norte-americana celebra artistas negros da música, atuação, esporte e outras áreas do entretenimento. Karol Conká e BK’ concorrem ao título de ‘Melhor Artista Internacional’, enquanto Oruam e Duquesa concorrem ao prêmio de ‘Melhor Novo Artista Internacional’. Em cada categoria, os brasileiros concorrem com outros talentos da França, Reino Unido, Nigéria e África do Sul.

Bet Awards 2024: Melhor Artista Internacional

  • ASAKE (Africa)
  • AYA NAKAMURA (France)
  • AYRA STARR (Africa)
  • BK’ (Brazil)
  • CLEO SOL (UK)
  • FOCALISTIC (Africa)
  • KAROL CONKÁ (Brazil)
  • RAYE (UK)
  • TIAKOLA (France)
  • TYLA (Africa)

Bet Awards 2024: Melhor Novo Artista Internacional

  • BELLAH (UK)
  • CRISTALE (UK)
  • DUQUESA (Brazil)
  • HOLLY G (France)
  • JUNGELI (France)
  • MAKHADZI (Africa)
  • ORUAM (Brazil)
  • SEYI VIBEZ (Africa)
  • TYLER ICU (Africa)

A cerimônia de premiação do Bet Awards 2024 está marcada para o dia 30 de junho, diretamente de Los Angeles, Estados Unidos. Este ano, Drake lidera as categorias principais do evento. Nomes como J. Cole, Sexyy Red, SZA e Victoria Monét também concorrem.

ÌYÁ’S – Festival de Arte de Mulheres Negras abre seletiva nacional para produções de mulheres negras

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Foto: Raquel Franco

A 4ª edição do ÌYÁ’S – Festival de Arte de Mulheres Negras está com inscrições abertas até o dia 26 de maio para seleção de produções de mulheres negras para compor sua programação, marcando um espaço crucial na valorização e compartilhamento das produções culturais com esse recorte de raça e gênero. O evento acontecerá de 18 a 26 de julho, em Salvador, Bahia, no Espaço Cultural da Barroquinha, Teatro Xisto Bahia e Teatro Gregório de Mattos.

Idealizado pelas atrizes e produtoras culturais Juliana Monique e Eddy Veríssimo, o festival tem como objetivo promover um diálogo cultural enriquecedor e ampliar a visibilidade das obras artísticas de mulheres negras oriundas de todas as regiões do Brasil. Estão sendo aceitas inscrições de monólogos, espetáculos e criações que demonstrem a autoria, narrativa e protagonismo das artistas negras.

O tema desta edição é “A presença feminina negra no matrigestar do futuro”, inspirado nas tecnologias ancestrais do gestar das mulheres negras. Desde sua concepção, o festival visa evidenciar a potência da produção negra feminina, começando pela composição da equipe técnica até o protagonismo das artistas que darão vida ao evento.

Os resultados da seleção serão divulgados nas redes sociais do festival, @festivaliyas. As interessadas em se inscrever devem acessar o site (CLIQUE AQUI).

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