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Morre aos 76 anos OJ Simpson, o ex-jogador de futebol americano

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Foto: Jason Bean/Bloomberg

Morreu na última quarta-feira, 10, o ex-jogador do futebol americano, OJ Simpson, que ficou conhecido mundialmente após ter sido acusado de estar envolvido no assassinato da ex-mulher Nicole Brown, em 1994, crime do qual foi absolvido. De acordo com o site TMZ, Simpson lutava contra um câncer de próstata. A notícia foi publicada por seus familiares nas redes sociais.

“No dia 10 de abril, nosso pai, Orenthal James Simpson, sucumbiu à batalha contra o câncer. Ele estava cercado por seus filhos e netos. Durante esse período de transição, sua família pede que você respeite seus desejos de privacidade e graça”, dizia o comunicado.

OJ Simpson, cujo nome ficou eternizado em meio a um dos julgamentos mais conhecidos da história americana, protagonizou uma vida repleta de triunfos esportivos, tragédias pessoais e polêmicas judiciais. Nascido em 1947, ele iniciou sua carreira como um proeminente running back no futebol universitário, conquistando o prestigioso Troféu Heisman como o melhor jogador do país. Essa conquista marcou o início de uma carreira estelar na NFL, onde brilhou como jogador do Buffalo Bills.

No entanto, foi fora dos campos que Simpson se viu envolvido em uma das controvérsias mais impactantes da história. Em 1994, foi acusado e julgado pelo assassinato de sua ex-mulher, Nicole Brown, e do amigo dela, Ron Goldman. O julgamento, transmitido pela televisão e acompanhado por milhões de pessoas, dividiu a nação e gerou debates sobre justiça, racismo e privilégio.

Apesar da absolvição criminal, Simpson foi considerado responsável pelas mortes em um processo civil subsequente e condenado a pagar uma quantia significativa em danos à família das vítimas.

Simpson alcançou sucesso na indústria do entretenimento, atuando em filmes e comerciais. Sua vida inspirou até mesmo uma série de televisão aclamada pela crítica, “The People vs. OJ Simpson: American Crime Story”, lançada em 2016.

Rapper Ice Spice faz sua estreia como atriz no filme ‘High and Low’, dirigido por Spike Lee e estrelado por Denzel Washington

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Foto: Reprodução

A rapper Ice Spice está pronta para dar um novo passo em sua carreira, fazendo sua estreia como atriz no próximo projeto de Spike Lee, uma reinterpretação do clássico thriller policial japonês de Akira Kurosawa, “High and Low”. A informação foi confirmada pela revista ‘Variety’, que também afirmou que as gravações do longa, protagonizado por Denzel Washington começaram na última quarta-feira, 10.

Foto: Reprodução

Ice Spice ganhou os holofotes após o lançamento de seu single “Munch (Feelin’ U)”, no ano passado, além de ter realizado colaborações com Pink Pantheress, Nicki Minaj e Taylor Swift. Este ano, ela recebeu quatro indicações ao Grammy, incluindo ‘Melhor Música Rap’ e ‘Melhor Artista Revelação’. Além disso, seu aguardado álbum de estreia, intitulado “Y2K”, está programado para ser lançado ainda este ano.

O projeto, anunciado no início deste ano, faz parte de uma colaboração entre Spike Lee e Denzel Washington, e é o quinto trabalho realizado pela dupla desde o filme “Inside Man”, lançado em 2006. Além de ser uma parceria entre a produtora A24, que foi responsável pela produção do vencedor do Oscar de ‘Melhor Filme’ em 2017, “Moonlight – Sob a Luz do Luar”, e da Apple Original Filmes.

O filme, desenvolvido e produzido por A24, Escape Artists e Mandalay Pictures, conta com um roteiro escrito pelo próprio Lee em colaboração com Alan Fox. A produção é liderada por Todd Black, da Escape Artists, e Jason Michael Berman, da Mandalay Pictures, com Lee atuando como produtor executivo por meio de sua 40 Acres And A Mule Filmworks. O projeto é uma colaboraçãoentre várias produtoras de renome, incluindo a A24, responsável pela distribuição nos cinemas antes do lançamento global na AppleTV+.

“High and Low” é uma adaptação do filme original de Kurosawa de 1963, baseado no romance de Ed McBain, “King’s Ransom”, que narra a história da queda de um empresário após o pagamento de um resgate a sequestradores. Com um elenco e equipe de produção talentosos, esta nova versão promete trazer uma perspectiva intrigante para o clássico do cinema policial.

Yasuke, o primeiro samurai negro na história, ganhará um filme dirigido por Blitz Bazawule de ‘A Cor Púrpura’

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Foto: Willy Sanjuan/AP

O lendário Yasuke, o guerreiro africano que se tornou o primeiro samurai negro na história, ganhará um filme com direção e roteiro do ganense Blitz Bazawule, mesmo diretor de ‘A Cor Púrpura’ e ‘Black Is King’.

Segundo fontes da Variety em reportagem publicada nesta quarta-feira (10), o longa intitulado ‘Black Samurai’, produzido pela Warner Bros, superou propostas de outros três estúdios e streamers para o roteiro.

Para contar a história de Yasuke, levado como escravizado de Moçambique para o Japão, mas que se tornou um guerreiro e serviu sob o comando do daimyo japonês Oda Nobunaga durante o período Sengoku de conflito de samurais no século XVI, o ganense irá se inspirar em ‘300’ e ‘Max Max’.

Bazawule estreou como diretor em 2018 com o aclamado filme ‘O Enterro de Kojo’, dirigiu episódios de ‘Cherish the Day’ de Ava DuVernay e ganhou ainda mais destaque na indústria após trabalhar com Beyoncé em ‘Black Is King’ e lançar ‘A Cor Púrpura’ no ano passado.

A Netflix, que também pretende lançar uma série sobre o lendário guerreiro. Em 2022, foi anunciado à imprensa que Omar Sy (Lupin) estaria em negociação para viver o Yasuke.

Câmara do Rio ganha Frente Parlamentar de Afroturismo com o objetivo de valorizar “destinos e negócios afrocentrados”

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Vereadora Monica Cunha e representantes e organizações em escuta pública sobre Afrofuturismo (Foto: Caio Oliveira)

Nesta terça-feira (9), foi instalada a Frente Parlamentar de Afroturismo na Câmara Municipal do Rio de Janeiro, que institui um importante espaço com o objetivo de debater políticas públicas direcionadas a valorização, proteção do patrimônio histórico-cultural, bem como o resgate da memória e combate ao racismo através do afroturismo na cidade.

A iniciativa é da presidente da Comissão Especial de Combate ao Racismo (CECOR), a vereadora Monica Cunha (PSOL) que em 2023 realizou diversas escutas com mais de 15 organizações e instituições para apurar as demandas da pauta no âmbito municipal. 

A parlamentar ainda informou que a Frente será um ambiente para fazer o debate e escutar a grupos menos visíveis quando se pensa ou propõem o turismo.

“Ouvir e investir em quem construiu com sangue e suor grande parte da cultura da história dessa cidade é essencial elemento para a política de reparação. Além disso, valorizar o afroturismo é gerar emprego e renda dando visibilidade a destinos e negócios afrocentrados”, afirmou a presidente da Comissão.

O termo ‘Afroturismo’ se refere aos serviços turísticos em torno da história e da cultura negra no mundo. Esse movimento já é antigo nos EUA, que tem em comum com o Brasil o passado escravocrata e que entrou no radar do governo brasileiro.

De 23 a 26 de maio acontecerá o primeiro encontro nacional de Afroturismo na cidade de São Luís, Maranhão e a expectativa do encontro é que sejam encaminhadas as diretrizes nacionais para o debate da pauta em todos os estados.

Cumé que a gente fica, hein Harvard?

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Foto: Reprodução

Uns brancos muito legais convidaram a gente para uma festa deles, dizendo que era pra gente também. Fomos muito bem recebidos e tratados com toda consideração. Eram todos gente fina, educada, viajada por esse mundo de Deus. Sabiam das coisas. E a gente foi se sentar lá na mesa. Só que estava tão cheia que não deu pra gente sentar junto com eles. Mas a festa foram eles que fizeram, e a gente não podia bagunçar com essa de chega pra cá, chega pra lá. A gente tinha que ser educado. 

Foi aí que a neguinha que estava sentada com a gente deu uma de atrevida. Tinha chamado ela para responder uma pergunta. Ela se levantou, foi lá na mesa pra falar no microfone e começou a reclamar por causa de certas coisas que estavam acontecendo na festa. 

Parece até que a Lélia Gonzales estava em Harvard, no evento da Brazil Conference. Brasil com “z” porque é o deles, e não o nosso. As embaixadoras da conferência Naira Santa Rita e Marta Melo leram uma carta-manifesto ao final de um painel sobre impacto social que era mediado pela atriz Regina Casé

Elas afirmaram que três brasileiras brancas se questionavam em inglês entre si: “viu aquelas negras? Será que tem piolho nessas tranças e dreads?” O que elas não  esperavam era que as embaixadoras falavam inglês e tinham entendido o racismo que estava acontecendo ali. 

Percebemos que o racismo ele subestima a inteligência do sujeito negro. Não basta questionar sua presença, criticar a sua negritude tem-se que ainda, superestimar sua capacidade de estar em um evento estrangeiro e saber a língua nativa.  

Ademais, estamos falando de brasileiras. Sim, as brancas que se acham superiores pelo “status cor” concebido pela Branquitude em seu pacto, que ao invés de se cumprimentarem e comemorarem pois, ambas são brasileiras e estão ali, em Harvard, questionam a ocupação de uma em superioridade à outra. 

Ora, brasileiras negras, não são como nós. Muito menos neste espaço onde há poucos  anos atrás elas nem sequer pisaram. Mas, Naira e Marta não eram as únicas.  

Uma comitiva de celebridades e influenciadores brasileiros ali também estão. E quem arma uma força-tarefa contra o racismo quando ele acontece? É o silêncio que reina. E foi a dúvida de se posicionar é que se questiona a representatividade prevista naquele espaço. “Precisei calcular, porque eu e a Marta, mulheres negras, temos muito mais a  perder do que três meninas brancas de Harvard.” 

O silêncio também é da vítima. Como se posicionar numa atmosfera que não nos acolhe, compreende e nos defende. Seremos loucas? Histéricas? Exageradas? São muitos os adjetivos usados para configurar mulheres negras que se posicionam. A contar num espaço onde sua voz pouco ecoa. 

E seguimos com mais uma nota de repúdio. É assim, que segue o mito e o rito do racismo. Ah Lélia, você é atemporal e onipresente, infelizmente. 

“Agora, aqui pra nós, quem teve a culpa? Aquela neguinha atrevida, ora. Se não tivesse dado com a língua nos dentes… Agora está queimada entre os brancos. Malham ela até  hoje. Também quem mandou não saber se comportar? Não é à toa que eles vivem  dizendo que ‘preto quando não caga na entrada caga na saída.’”

IZA anuncia que está grávida de seu primeiro filho: “Estou em êxtase, sempre tive o sonho de ser mãe”

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Foto: Divulgação

IZA anunciou nesta quarta-feira, em entrevista para a revista Glamour, que está grávida de seu primeiro filho, fruto do relacionamento com o jogador Yuri Lima.

Foto: Marvin.

“Estou em êxtase. Sempre tive o sonho de ser mãe. É uma coisa que faz parte da minha vida, não sei muito bem o porquê, mas me acho extremamente maternal com a minha equipe, minha família, meus amigos”, disse ela, que já está em seu terceiro mês de gestação.

Ainda para a Glomour, IZA contou como foi a revelação da gravidez para Yuri. “Ele abriu a janela do hotel em que estávamos e começou a gritar de alegria. Não consegui filmar, porque estávamos sozinhos, mas, ao mesmo tempo, fico feliz por ter sido num momento só nosso. Choramos demais”, lembra.

Lucas fala sobre suas prioridades no pós-BBB: “cuidar da minha família, da minha irmã, que está precisando muito de mim”

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Foto: Globo/João Cotta

O capoeirista Lucas Henrique foi eliminado do BBB 24, na noite da terça-feira (9), com 64,69% dos votos. Após saída conturbada do reality show por descobrir que devido os flertes com a Giovanna Pitel, a ex-esposa Camila Moura pediu o divórcio enquanto ele ainda estava na confinado, Buda deu uma entrevista à Globo e respondeu sobre quais são os seus objetivos no pós-BBB.

“Eu vou analisar um pouco tudo que vai acontecer. A minha prioridade é cuidar da minha família, da minha irmã, que está precisando muito de mim. Quero retribuir o carinho que eles sempre tiveram por mim ao longo de toda a minha vida. Depois, pensar no que pode acontecer, ver as oportunidades que vão chegar”, disse.

No mês passado, o melhor amigo de Lucas, Pedro Antonio Vieira, contou à revista Quem sobre o estado de saúde da irmã, após Camila anunciar o fim do casamento de 15 anos. “Uma irmã dele tentou suicídio depois de uma interação que teve com a Camila. Ela vem tendo acompanhamento psicológico e psiquiátrico desde então”. Ainda segundo o amigo, os parentes do capoeirista estavam sofrendo linchamento virtual.

Foto: Globo/João Cotta

Leia a entrevista completa abaixo:

Qual era o seu maior propósito ao entrar no ‘Big Brother Brasil’? 

Meu maior propósito era mostrar para os meus alunos da favela que eles podiam acreditar nos sonhos deles e realizá-los. E queria que eles tivessem orgulho de mim. Ainda não tive acesso a eles, mas, pelo que tenho visto, muitas pessoas gostaram muito do que eu levei para o BBB.

Você optou por dormir no quarto Fadas, mas não formou uma aliança com seus integrantes, exceto com a Leidy Elin, que foi uma amiga na casa. Também não se juntou ao Gnomos, em um primeiro momento. Acredita que o fato de não formar um grupo já nas primeiras semanas pode ter impactado o seu jogo? 

Formar um grupo nas primeiras semanas, para mim, era muito complicado. Eu queria conhecer as pessoas. Como eu já tinha um acesso um pouco mais fácil no Gnomos, eu queria dormir no Fadas para tentar me aproximar daquelas pessoas e, aí, escolher com quem ia jogar. Tanto que a minha amizade com a Leidy começou de uma conversa dentro do quarto. Então, foi positivo. Mudaria tudo se eu tivesse fechado com um grupo ou com o outro, mas eu acho que foi do jeito que tinha que acontecer.

Mais ou menos no meio da temporada, houve um terceiro grupo, formado por você, Leidy Elin, Yasmin Brunet e Wanessa Camargo, que foi nomeado por vocês como “Alphavela”. Na sua visão, o que gerou essa conexão? 

Eu e Leidy já tínhamos uma amizade muito forte e um carinho muito grande um pelo outro. E como eu ia dormir muito tarde e a Wanessa Camargo também, a gente acabou conversando muito de madrugada e isso foi nos aproximando cada vez mais. Por consequência, aproximou a Yasmin também, por ela estar próxima da Wanessa. A gente acabou formando um grupo que se construiu a partir da afinidade, das nossas conversas.

Foto: Globo/João Cotta

Embora tenha hesitado no início, por fim, você acabou dividindo algumas estratégias e votado em combinação com integrantes do Gnomos. Com que participantes de lá você mais tinha afinidade? 

Dentro do gameeu tinha muito mais afinidade com a Leidy. Ela sempre foi o meu pódio. No primeiro Sincerão, o Tadeu Schmidt perguntou quem era o meu pódio e eu disse que era a Leidy em segundo lugar e o Vinicius Rodrigues em terceiro. O Vini, o Bin [MC Bin Laden] e o Luigi [Lucas Luigi] eram do Gnomos. Então eu tinha um carinho muito grande pela galera do Gnomos, apesar de a gente ainda ter algumas ressalvas. Num primeiro momento, eu não tinha muito acesso à Fernanda, à Pitel, ao Juninho, mas já tinha uma parceria com esses três, que eram de lá. Acabou ficando mais fácil jogar com eles do que com o Fadas, com quem eu realmente não tinha afinidade.

Sua aproximação com Pitel aconteceu logo após a saída do Rodriguinho. Esse movimento foi uma estratégia de jogo? 

Esse movimento começou a partir dos nossos interesses em comum. Quando eu descobri que ela gostava dos mesmos artistas que eu, acessava os mesmos conteúdos que eu acessava na internet, a gente começou a conversar muito. No dia que estávamos falando sobre faculdade, ela falou que queria fazer uma pós-graduação, e foi o dia da ação da Estácio. Eu chamei ela para fazer parte do meu grupo na ação e, a partir dali, começamos a trocar mais ideia. Então, já existia uma conversa. Mas quando, em determinado momento, eu vi que eu era uma opção de voto dos Gnomos, comecei a pensar que era necessário me aproximar do grupo para, pelo menos, ter alguém para me vetar. Eu sabia que o Rodriguinho não votava tanto em mim,e a Pitel poderia ser essa pessoa também. Pensei: “Se eu tivesse duas pessoas lá que vetassem o meu nome de um possível voto em conjunto, eu posso me safar do paredão”. Começa a partir daí nossa proximidade, que nasce de uma afinidade por conta de assuntos em como mas, também, por uma estratégia de jogo. 

A gente teve uma troca muito bacana, foi muito amigo e se apoiou bastante lá dentro. E não passou disso. A gente realmente foi amigo. Nos meus momentos mais difíceis ela estava lá, o inverso também, eu sempre estava ali para apoiá-la. É muito difícil passar 93 dias (no meu caso) confinado, você precisa de gente do seu lado. E a gente acabou se aliando por isso. Querendo ou não, quando a gente fala de coisas da vida para além do jogo, que era o que acontecia, a gente sai um pouquinho da pressão psicológica que é fazer as escolhas do jogo.

Você igualou o recorde de vitórias do BBB em provas do líder com cinco provas vencidas. Imaginava performar tão bem na competição justamente nas provas? 

Isso foi uma grata surpresa! Eu tinha muito medo porque, geralmente, nas provas de resistência a galera mais forte vence, e eu não tenho o físico padrão. Pensei: “Vai ser a maior dureza encarar essas provas”. Mas fui até o final sempre que pude e dei meu máximo, atento às instruções para fazer o meu melhor. Deu certo, que bom! Consegui ganhar muitas provas e movimentar o jogo. Quando você ganha um líder ou um anjo, você se compromete com o jogo, fica em evidência. É uma faca de dois gumes: por um lado é bom porque você fica imune. Por outro, movimentando a casa e o jogo, vira alvo. Você precisa jogar também quando sai da condição de líder; é aí que tá o jogo que acontece de verdade, porque é necessário se movimentar para sair do alvo das pessoas.

Foto: Globo/João Cotta

Qual liderança mais te marcou e por quê? 

A terceira, em que eu tive minha segunda festa do líder. Foi a festa que teve Jongo da Serrinha e pude olhar minha favela, a comunidade em que cresci ali sendo representada, a minha cultura do dia a dia, os lugares pelos quais eu costumo passar, onde eu me sinto em casa. Foi realmente muito especial. A terceira liderança também foi a mais estratégica por conta da minha indicação do Michel ao paredão, que foi fora do padrão. Eu saí um pouco daquele lance de colocar Gnomos ou Fadas, fui pela terceira via e o Michel acabou saindo do game. Eu tinha motivos porque ele já tinha votado em mim, já tinha me indicado ao paredão. Então, eu devolvi e acabei acertando.

Nas enquetes do líder, você costumava receber o sinal de “alerta” como feedback do público na ‘Central do Líder’. Como você interpretava essas avaliações? 

Eu pensava que talvez estivesse jogando do lado errado da galera preferida do público. Mas não tem como fugir do que a gente sente, das coisas que já nos propusemos a fazer. Às vezes um movimento 180 graus não cabe porque pode enrolar mais as coisas, não dar certo. Então, apesar de interpretar isso como o fato de que eu precisava me reposicionar no jogo, ainda assim não cabia um movimento muito brusco no jogo porque podia acabar piorando as coisas, ao invés de ajudar. 

Você teve diversos embates com o Davi durante a temporada. Um deles ficou marcado pela expressão “calabreso”, com a qual o Davi se referiu a você. Isso gerou uma grande confusão na casa sobre o significado da palavra, porém, você demonstrou em outros momentos entender sobre a origem do termo. Por que optou por não deixar isso claro ali naquela situação da briga? 

Eu cheguei a comentar que era uma gíria da internet. Eu não me senti ofendido em relação a essa gíria, apesar disso. Mas o Bin falou que, em São Paulo, as pessoas usavam essa gíria para falar que ele era gordo. Eu pensei: “No Rio isso não acontece”. Mas, se ele sentia isso e era usado para ele nesse intuito, eu não tinha muito o que discordar porque era uma coisa direcionada a ele. Por isso não entrei em detalhes nem quis descontruir porque não queria invalidar o que ele estava sentindo, já que foi ele que passou por isso.

Foto: Globo/João Cotta

Via Davi como seu maior adversário? 

Sim. Eu acho que nós dois somos muito parecidos em algumas coisas: na questão da liderança, no posicionamento firme. Isso podia colocar a gente como aliado, e a gente iria jogar muito bem junto, mas também podia colocar a gente como adversário. No primeiro momento, quando a gente conversa para tentar se unir no Puxadinho para se proteger, não dá certo. Eu vejo que ele tenta puxar a liderança do grupo e falo: “Não, também posso ser essa pessoa que vai organizar as estratégias”. A gente começa a entrar em embate ali e uma coisa vai puxando a outra. No BBB nem sempre a gente resolve todas as situações porque faz parte ter coisas a pontuar nas dinâmicas do jogo.

Que brothers e sisters da sua edição deseja reencontrar e manter uma amizade aqui fora? 

Quero muito encontrar com a Leidy Elin; foi uma pessoa que me deu muita força, muita luz. O Bin, a Giovanna e a Yasmin também são pessoas que quero muito encontrar, ter uma parceria, fazer uma amizade aqui fora para a gente caminhar junto e se apoiar nesse momento. O Luigi [Lucas Luigi] e o Vini [Vinicius Rodrigues] também. E uma pessoa com quem quero muito desenvolver a amizade aqui fora é a Isabelle. Apesar de a gente ter sido adversário no jogo, a gente se conectava em muitos assuntos. Poderíamos ter resolvido lá algumas coisas, mas não quisemos para poder ter a carta na manga e jogar, mas é alguém a quem quero muito bem aqui fora. Quero trocar ideia, conhecer e estar mais próximo.

O que faltou para chegar à final, mesmo tão perto, em sua opinião? 

Acho que faltou estar do lado certo, né? (risos). As brigas que eu escolhi não foram as melhores mas, ainda assim, eu tinha a esperança de que o fato de me movimentar em relação ao jogo fosse me ajudar a chegar mais longe. Eu contava muito que, chegando ao top 5, eu poderia ganhar as duas próximas provas e alcançar a final. Foi quase.

Foto: Globo/João Cotta

Que momentos da sua trajetória no reality ficarão marcados em sua memória? 

As festas do líder vão ficar muito marcadas porque foram momentos em que eu me reconectei comigo mesmo, que lembrei das coisas que eu gosto, amo e me dão força.

E leva aprendizados? 

Se eu pudesse citar um aprendizado do programa, seria conseguir ser mais calmo para tomar decisões. As decisões precisam de mais paciência. Outro aprendizado é o de me conhecer e saber qual é o meu limite. Eu nunca imaginei que ia passar por tanto estresse com um jogo! Aprendi com o ‘Big Brother Brasil’ a olhar para mim com mais cuidado e entender que, apesar dos meus defeitos, eu também tenho qualidades.

Quem você quer que ganhe?

A Isabelle. Sei que ela se movimentou pouco em relação ao jogo, mas de todos que ficaram é a pessoa pela qual tenho mais carinho e por quem eu torceria agora.

Agora que deixou a disputa, quais são seus objetivos? Pretende voltar a dar aulas e seguir na carreira acadêmica? 

Eu vou analisar um pouco tudo que vai acontecer. A minha prioridade é cuidar da minha família, da minha irmã, que está precisando muito de mim. Quero retribuir o carinho que eles sempre tiveram por mim ao longo de toda a minha vida. Depois, pensar no que pode acontecer, ver as oportunidades que vão chegar.

Filme biográfico de Michael Jackson vai incluir mais de 30 músicas do Rei do Pop: “A versão não contada da história”

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Foto: Kevin Mazur / Getty Images

O filme biográfico de Michael Jackson é um dos projetos cinematográficos mais aguardados pelo público. Falta mais de 1 ano para a estreia oficial, mas em recente entrevista para o evento CinemaCon, o produtor do longa-metragem, Graham King, contou detalhes sobre o projeto, que chega aos cinemas em 18 de abril de 2025. “Estou ansioso para proporcionar ao público uma emoção como eles nunca viram antes”, disse o profissional. “Pela primeira vez, fãs e gerações de espectadores se reunirão para conhecer o artista mais prolífico que já existiu”.

King revelou que o filme vai contar com mais de 30 músicas gravadas pelo Rei do Pop, incluindo grandes sucessos que marcaram a carreira do ídolo. “Michael Jackson era um enigma, cheio de excentricidades e… talento”, disse ele. “Simplesmente um homem que viveu uma vida muito complicada. O filme abordará tudo isso, incluindo mais de 30 músicas que abrangem sua carreira… Sua vida no palco e sua vida fora dos olhos do público. A versão não contada da história”.

De acordo com o comunicado à imprensa, o filme, chamado de ‘Michael’ “dará ao público um retrato detalhado do homem complicado que se tornou o Rei do Pop. Ele dará vida às performances mais icônicas de Jackson, fornecendo uma visão detalhada sobre o processo artístico e a vida pessoal do artista”.

Sinto-me honrado em trazer o legado de Michael para o cinema”, explicou o produtor Graham King, que vai trabalhar no longa. “Sentado no Dodger Stadium assistindo ao Victory Tour, eu nunca poderia imaginar que quase 38 anos depois eu teria o privilégio de fazer parte deste filme”, completou. A mãe do falecido cantor, Katherine Jackson, declarou em comunicado: “Desde que Michael era pequeno, como membro do The Jackson 5 , ele adorava a magia do cinema. Como família, estamos honrados por ter nossa história de vida contada nos cinemas”.

Ludmilla diz que show no Coachella vai marcar o início de sua carreira internacional: “É um grande momento”

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Foto: Reprodução / Redes Sociais.

Ludmilla se apresenta no palco principal do Coachella neste domingo. 14 de abril. O festival norte-americano, que é um dos mais importantes do mundo, vai receber a brasileira com um espetáculo de 45 minutos. Em entrevista ao POPline, Ludmilla relatou que esse será o show mais caro de sua carreira e deve marcar o início de sua carreira internacional.

“Acho que de show, esse é o mais caro. Porque também se trata de marcar o início da carreira internacional. E que jeito mais f*da de começar, no palco principal do Coachella e lançando uma parceria com o Ryan Castro”, disse ela, se referindo ainda ao recente lançamento da música ‘Pina Colada’, sua primeira aposta em espanhol. “É um grande momento. A gente contratou lá fora a melhor equipe possível para montar o que a gente pensou e criou. Porque o que mais me dá trabalho e dor de cabeça é pensar milhares de coisas incríveis. Na hora de executar, é muito difícil executar, as vezes, o que o artista está pensando”.

Foto: Steff Lima.

O show de Ludmilla começa a partir das 14h50 no horário local do festival, ou seja, às 18h50 aqui. O espetáculo será transmitido no Youtube.

Ainda para 2024, Ludmilla continua com grandes projetos. Ela anunciou o lançamento de uma mega turnê em celebração aos seus 10 anos de carreira. O projeto chamando ‘LUDMILLA IN THE HOUSE’, deverá passar por grandes estádios do Brasil, gerando milhares de empregos e promovendo parcerias com projetos sociais. “Estou realizando um sonho de vida que é poder trazer para o meu país algo inovador”, disse a cantora. “Algo que poucos artistas fizeram, de trazer uma estrutura igual os gringos trazem, de fazer show em estádio, muitos efeitos, dançarinos e muitos projetos sociais”.

Com show de Marcelo D2 confirmado, Festival Feira Preta chega com novo e mega formato ao Parque do Ibirapuera em maio

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Foto: Caiano Midam

Entre os dias 3 e 5 de maio, o Festival Feira Preta, o maior evento de cultura negra e empreendedorismo da América Latina, realizará a sua 22ª edição no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Com grandes atrações confirmadas no line-up, a festividade contará com três palcos na programação, ativações de marcas, feira de produtos e serviços de empreendedores negros, espaço gastronômico, palestras e área infantil.

Entre as atrações confirmadas, o evento anunciou nesta terça-feira, 02 de março, o show do Marcelo D2 com apresentação do seu show IBORU em homenagem ao Arlindo Cruz, com Arlindinho, Leci Brandão e Maria Rita, no dia 4 de maio (sábado).

Com o tema “Ser Feliz é a Nossa Revolução”, o festival já havia confirmado outras atrações. Na mesma data com o show do Marcelo D2, haverá a apresentação da dupla Tasha e Tracie, com Mc Luanna e Duquesa, o encontro de Dona Onete e Lia de Itamaracá, o festivais Psica (PA), Latinidades (DF), Batekoo (BA), as rodas de samba Quintal dos Prettos, Resenha da Nala, além do bloco afro Zumbiido, com Ilê Aiyê.

Foto: Isa/Feira Preta

No domingo, 5 de maio, o público contará com mais grandes atrações: o Baile da Preta, com Preta Gil e participação de Majur, ÀTTØØXXÁ com Rincon Sapiência e Larissa Luz, Luedji Luna, as rodas de samba Cacique de Ramos e a Sambadela, da Thelminha, o bloco afro Ilú Obá De Min, além da festa com Ginga Bronx – Set DJ Hustla e Ginga Afro Lovers

No dia 3, o primeiro dia do evento, a programação será em especial para pessoas empreendedoras negras, com atrações gratuitas durante todo o dia. Haverá o show de Ane Êoketu, Jann Souza, Siamese,Thairah Mainah, Thais Badu, dos Meninos Oré Oré e cantora Mart’nália, além de painéis, ativações, espaço gastronômico e feira de empreendedores. Será necessário retirada de ingresso no site Blue Tickets para entrada. 

Em novo formato este ano, o evento está com o modelo freemium. O segundo lote dos ingressos já estão à venda, com valores entre R$ 40 e R$ 80. A expectativa é receber cerca de 50 mil pessoas. 

Foto: Divulgação/Feira Preta

O Festival Feira Preta é uma realização da PretaHub, com apresentação do Ministério da Cultura, Doritos, Mercado Livre, Budweiser, Mercado Pago e Seda Boom e patrocínio de VIVO e Beats. Juntas, estas marcas se uniram ao evento com o intuito de criar um ambiente que celebre e valorize a pluralidade da criatividade e inventividade preta. O Site Mundo Negro é media partner oficial do evento.

Serviço:

Quando: 3/05, 4/05 e 5/05 

Onde: Parque do Ibirapuera (Rua Borges Lagoa, 1755 – Vila Clementino)

Ingressos: entre R$ 40 e R$ 80 (via Blue Ticket)

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